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*Educ' arte - Prof.ª Séulima*

5

dez
2011

Por que nos sentimos solitários?

A solidão aflige impiedosamente grande parte da população, em pleno século vinte e um. Veja 7 razões que levam ao sentimento de solidão:

1.    Tecnologia - Com o avanço da tecnologia, as pessoas têm que ser mais eficientes e especializadas e, às vezes, isso as leva a não ter tempo nem habilidade para conversar com os não-especialistas. Assim, a maioria de nossas relações é superficial.

2.    Urbanização - Quanta gente amontoada nas cidades! Mas já notou que isso acaba fazendo as pessoas se afastarem umas das outras? Talvez os motivos sejam o medo, o ruído, a agitação.

3.    Televisão e internet - Você conhece alguém que "vive" mais no mundo das novelas do que no seu bairro? Essa ausência de comunicação direta entre os familiares e vizinhos, motivada pela telinha ou monitor, gera solidão.

4.    Baixa auto-estima - Se você não confia em você mesmo, se tem uma opinião ruim a seu respeito, dificilmente irá se relacionar bem com os outros. O resultado: solidão.

5.    Incapacidade de comunicação - As pessoas muito introvertidas, ou que não sabem comunicar-se sinceramente, costumam sentir-se sós, mesmo quando cercadas de muita gente.

6.    Atitudes negativas - Entra aqui uma série de comportamentos que afastam os outros: hostilidade, desejo de vingança, críticas, intolerância, competição intensa, exagerado senso de justiça, atenção exclusiva aos próprios interesses, busca do sucesso a qualquer preço.

7.    Afastamento de Deus - Separado de Deus, o coração humano se sente inquieto, solitário, inseguro.

(Adaptado de um texto do livro De Bem Com Você, CASA, págs. 43 e 44)

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5

dez
2011

Não se queixe!

Há pessoas que têm prazer em se queixar da vida. Cultivam os pormenores de seus problemas e fazem deles o eixo em torno do qual gira sua vida. Essas pessoas se esquecem que todos somos afligidos por tragédias e dificuldades. É bem verdade que Deus não prometeu que o céu de nossa vida seria sempre azul. Portanto, não faça de sua vida um contínuo lamento, não se considere uma vítima. Isso não vai ajudá-lo em nada.

Você tem uma escolha a fazer: permitir que as aflições amargurem sua vida, ou encará-las com fé e confiança em Deus, o Pai, com a certeza de que Ele o ajudará a superá-las. A escolha é sua. Lembre-se, porém, que você não está sozinho. Jesus está ao seu lado e lhe diz: "Venha a Mim você que está cansado e sobrecarregado e Eu o aliviarei".

Então, prezado ouvinte, enfrente seus problemas com a ajuda divina e certamente será vitorioso pois tens um Amigo do coração.

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5

dez
2011

Chega de estresse!

Eis alguns cuidados que podem lhe ajudar a driblar o estresse:

1 - ANOTE TUDO o que lhe estressa. Toda semana dê uma olhadinha nos seus registros e não deixe os probleminhas de hoje se tornarem os problemões de amanhã.

2 -  SUPERIMPORTANTE se abrir com um amigo de confiança. Compartilhe tudo: suas alegrias, as frustrações e as tristezas. Lembre-se de Jesus, o maior e melhor dos amigos!

3 -  CONSOLE-SE. Você não pode mudar o mundo. Faça sua parte e já estará ajudando muito.

4 -  HÁ HORA pra tudo: tão importante quanto os milhares de compromissos, é o descanso. Reserve um tempinho para passear, divertir-se. A questão é se programar.

5 -  PROCURE ter uma a noite de sono. Durma cedo. Antes de se deitar, não faça atividades que te deixem ligadão, com ouvir aquele som pra lá de agitado ou filme de ação.

6 -  A ATIVIDADE física é uma grande aliada contra o estresse. As endorfinas - substâncias liberadas quando se faz exercícios - são um calmante natural. Além disso, quem está em forma tem mais chances de enfrentar numa boa os efeitos do estresse,

7 -  APRENDA a transformar os momentos em que está sozinho em total curtição, como a hora do banho, da barba (ou da depilação). Cante no banheiro, olhe-se no espelho e converse com você mesmo.

8 -  LEVE a vida a sério, mas não a ferro e fogo. Lembre-se de que todo mundo é humano e está aqui para aprender. Por isso, tem o direito de acertar e errar, sem medos.

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25

out
2011

Para crescer, crianças devem dormir

Assistir a um filme até tarde, passar a madrugada em chats na internet ou perder o horário só para tentar atingir a última fase de um videogame. Trocar horas de sono para realizar atividades como essas pode não provocar nenhum mal a curto prazo. Porém, se a prática se tornar um hábito, a saúde de crianças e jovens pode ser diretamente afetada: o déficit de crescimento é um dos riscos. É o que explica Márcia Pradella Hallinan, neurologista e chefe do setor de crianças e adolescentes do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A especialista defende ainda que os pais estabeleçam limites bem claros aos filhos, como um horário para desligar a TV. "Só não devemos esperar que as próprias crianças saibam seus limites", diz. Confira a seguir a entrevista que ela concedeu a VEJA.com.

Por que ver TV antes de dormir pode ser ruim para o sono?

Sempre oriento os pais a tirar a criança ou o adolescente da frente do monitor - qualquer monitor, de TV ou computador - uma hora antes de dormir. Isso sem entrar no contexto da influência dos dispositivos eletrônicos em si, mas por questões fisiológicas. Assim que começa a escurecer, ocorre a liberação da melatonina, hormônio que ajuda a iniciar e a manter o sono. Se houver algum estimulo luminoso, essa liberação é prejudicada. Por consequência, o repouso também. O ideal para ajudar a dormir é uma leitura, com foco de luz voltado para o livro.

Um filme de terror ou um jogo violento é capaz de perturbar o sono dos jovens?

Isso pode criar ansiedade, deixar a pessoa mais alerta quando ela deveria estar relaxada. Ao dormir, trabalhamos as memórias daquilo que vivemos no dia anterior ao sonho. Se você trabalhar uma memória estressante, ela pode se transformar em um pesadelo. Às vezes, ao ter um pesadelo, a pessoa acorda com taquicardia, suor, palidez. Para que isso tudo aconteça, o organismo gasta muito mais energia, quando ele deveria estar descansando. Quem acorda assustado, leva mais tempo para dormir novamente. Vai fazer com o que o sono perca a qualidade e fique fragmentado.

E no caso daqueles que, em vez de dormir cedo para se prepararem para a aula do dia seguinte, ficam navegando na web ou assistindo à TV. Quais são as consequências disso?

Uma criança que não dorme bem fica mais irritada e agitada. Os professores percebem um comportamento hiperativo - o que altera a performance acadêmica e dificulta o aprendizado. Ela não vai querer participar das brincadeiras e jogos com os amigos. Já o adolescente vai manifestar claramente uma sonolência diurna. Ele não consegue prestar atenção na aula, vai pedir para faltar, apresentar notas ruins e evitar exercícios físicos. Quando o sono não é bom, a tendência é comer mais para compensar a falta de energia. Com isso, inicia-se o ciclo: falta de sono, mais ingestão de alimento, pouca disposição para atividades físicas e obesidade. Além disso, é durante o sono que é liberado o hormônio do crescimento. Se não dormir o tempo necessário, poderá haver déficit de crescimento.

O que os pais devem fazer nesse caso?

Eles precisam saber que existe a necessidade do sono. Até os três anos de vida, uma criança precisa dormir dez horas a cada noite. Em idade escolar, a criança deve descansar por nove horas e um adolescente, nove horas e meia. Dormir não é capricho, nem preguiça. A falta de sono pode trazer consequências sérias a longo prazo. É preciso mudar os hábitos e estabelecer horas para repousar. Não é indicado que os jovens tenham TV ou computador em seu quarto. Quanto maior a disponibilidade dessas novas tecnologias, mais os pais têm que impor uma maneira saudável de administração. Só não devemos esperar que as próprias crianças saibam seus limites.

(Veja)

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25

out
2011

Os efeitos do vício em cafeína nas crianças

Cafeína é uma droga estimulante que a maioria dos adultos usa em abundância para ficar "ligado": ser um viciado em café é algo perfeitamente normal. Mas qual o impacto dessa substância em crianças e adolescentes que a consomem nos refrigerantes? Jennifer Temple, pesquisadora da Universidade de Buffalo, EUA, e sua equipe, vêm estudando o consumo de cafeína em crianças e jovens adolescentes há mais de quatro anos. Agora uma versão parcial de sua pesquisa foi publicada no periódico Behavioural Pharmacology e é a primeira a observar os efeitos de refrigerantes cafeinados em crianças e adolescentes. Temple também já havia feito outros estudos do gênero e os resultados das pesquisas anteriores serviram de apoio para esse novo estudo.

Os efeitos da cafeína em adultos já são conhecidos: alterações no ritmo cardíaco, pressão sanguínea mais alta e tremores nas mãos são normais nesses indivíduos, além do desequilíbrio no padrão do sono. Isso vale para as crianças e adolescentes também. Entretanto, os resultados do estudo liderado por Temple mostraram que há uma diferença nos padrões de consumo entre os gêneros.

Observando o hábito de consumo de meninos e meninas, cujas idades variavam entre 8 e 12 anos, os pesquisadores observaram que os garotos se dispuseram a ficar bem mais tempo e trabalhar com mais afinco em um teste de laboratório cuja recompensa era um refrigerante com cafeína (não é preciso citar marcas, afinal, é quase senso comum quais são os que mais "espantam o sono").

"Observamos também que diversas crianças não consomem somente os refrigerantes com cafeína, mas também consomem doses de café normal. E quando você vê uma criança de 12 anos dizendo que acorda todo dia e toma uma xícara de café, não é possível pensar que isso seja algo bom", diz a pesquisadora.

Os dados obtidos por Temple mostraram o quanto algumas pessoas se dedicam para obter um alimento em particular - no caso, refrigerantes com cafeína na fórmula - e como o reforço positivo de ações por meio de alimentos é muito similar aos mecanismos de reforço do vício em drogas.

Temple também observa que a diferença do potencial de reforço - ou seja, associar algo que dá prazer a uma determinada atividade - da cafeína entre os meninos e meninas surpreendeu os pesquisadores.

"Isso pode ter relações com os hormônios circulando pelo corpo nessa idade, ou então, as meninas simplesmente são menos sensíveis aos efeitos da cafeína", diz a pesquisadora, que também afirma que o trabalho é apenas uma parte dos estudos sobre o consumo dessa substância entre crianças. Uma terceira parte do estudo foca agora uma questão crucial: se o consumo de cafeína pode, de alguma maneira, servir de ponte entre outras drogas (legais ou não).

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