Portal da Educao Adventista

*SEBÁ DAMACENO DIRETOR *

31

mar
2011

Kiwi! SHORT FILMS - CORTO

comportamento

comentários[0]

31

mar
2011

Animação sobre Comportamentos Obsessivo

comportamento

comentários[1]

31

mar
2011

FOBIA SOCIAL

O que é?

Timidez é uma característica apresentada por grande parte da população, seja em maior ou menor grau, e não necessariamente constitui-se em doença. Ela está presente em diversas situações, como por exemplo, nos relacionamentos sociais e no início de relacionamentos amorosos, nas situações de falar ou se expor em público. Quando esse quadro de timidez se apresenta de maneira exagerada, pode vir a se tornar fobia social.

Também conhecido como transtorno de ansiedade social, é uma doença de curso crônico, potencialmente incapacitante e com altos índices de comorbidades. Apresenta-se como um medo excessivo de humilhação ou embaraço em vários contextos sociais, como falar, comer, escrever ou praticar atividades físicas e esportivas em público. Muitas vezes, o que motiva o paciente a procurar tratamento é a dificuldade nos relacionamentos com os pares românticos. Pode evitar-se se aproximar da outra pessoa por medo de ser rejeitado, de não agradar e de ser ridicularizada. O simples fato de pensar nessa possibilidade já pode desencadear ansiedade e fazer com que se evite a situação. O resultado é uma importante limitação na vida da pessoa pela evitação dessas situações ou atividades sociais temidas. Também podem ocorrer prejuízos na vida profissional e afetiva do indivíduo.

O que se sente?

A pessoa com fobia social sente medo acentuado e persistente de uma ou mais situações sociais ou de desempenho quando é exposta a avaliação de outras pessoas. Pode haver temor por acabar agindo de forma humilhante e embaraçosa para si próprio.

A exposição à situação social temida causa ansiedade. Ansiedade é caracterizada por sudorese, batimentos rápidos do coração, tremor das mãos, falta de ar, sensação de "frio" na barriga. O indivíduo reconhece que o medo é irracional ou excessivo. As situações sociais e de desempenho temidas são evitadas ou suportadas com intensa ansiedade e sofrimento.

Como se faz o diagnóstico?

O diagnóstico é clínico, ou seja, baseado no relato dos sintomas do paciente. Nenhum exame laboratorial ou de imagem é utilizado para o diagnóstico.

Como se trata?

O tratamento deve ser individualizado, dependendo das características e da gravidade dos sintomas que o paciente apresenta. O tratamento atual baseia-se no emprego de medicações antidepressivas combinadas com psicoterapia, de orientação analítica ou cognitivo-comportamental.


Dra. Alice Sibile Koch
Dra. Dayane Diomário da Rosa

 

comentários[1]

31

mar
2011

DEPRESSÃO

que é a depressão?

Depressão é uma doença que se caracteriza por afetar o estado de humor da pessoa, deixando-a com um predomínio anormal de tristeza. Todas as pessoas, homens e mulheres, de qualquer faixa etária, podem ser atingidas, porém mulheres são duas vezes mais afetadas que os homens. Em crianças e idosos a doença tem características particulares, sendo a sua ocorrência em ambos os grupos também freqüente.

Como se desenvolve a depressão?

Na depressão como doença (transtorno depressivo), nem sempre é possível haver clareza sobre quais acontecimentos da vida levaram a pessoa a ficar deprimida, diferentemente das reações depressivas normais e das reações de ajustamento depressivo, nas quais é possível localizar o evento desencadeador.

As causas de depressão são múltiplas, de maneira que somadas podem iniciar a doença. Deve-se a questões constitucionais da pessoa, com fatores genéticos e neuroquímicos (neurotransmissores cerebrais) somados a fatores ambientais, sociais e psicológicos, como:
 

http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif

Estresse

http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif

Estilo de vida

http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif

Acontecimentos vitais, tais como crises e separações conjugais, morte na família, climatério, crise da meia-idade, entre outros.

Como se diagnostica a depressão?

Na depressão a intensidade do sofrimento é intensa, durando a maior parte do dia por pelo menos duas semanas, nem sempre sendo possível saber porque a pessoa está assim. O mais importante é saber como a pessoa sente-se, como ela continua organizando a sua vida (trabalho, cuidados domésticos, cuidados pessoais com higiene, alimentação, vestuário) e como ela está se relacionando com outras pessoas, a fim de se diagnosticar a doença e se iniciar um tratamento médico eficaz.

O que sente a pessoa deprimida?

Freqüentemente o indivíduo deprimido sente-se triste e desesperançado, desanimado, abatido ou " na fossa ", com " baixo-astral ". Muitas pessoas com depressão, contudo, negam a existência de tais sentimentos, que podem aparecer de outras maneiras, como por um sentimento de raiva persistente, ataques de ira ou tentativas constantes de culpar os outros, ou mesmo ainda com inúmeras dores pelo corpo, sem outras causas médicas que as justifiquem. Pode ocorrer também uma perda de interesse por atividades que antes eram capazes de dar prazer à pessoa, como atividades recreativas, passatempos, encontros sociais e prática de esportes. Tais eventos deixam de ser agradáveis. Geralmente o sono e a alimentação estão também alterados, podendo haver diminuição do apetite, ou mesmo o oposto, seu aumento, havendo perda ou ganho de peso. Em relação ao sono pode ocorrer insônia, com a pessoa tendo dificuldade para começar a dormir, ou acordando no meio da noite ou mesmo mais cedo que o seu habitual, não conseguindo voltar a dormir. São comuns ainda a sensação de diminuição de energia, cansaço e fadiga, injustificáveis por algum outro problema físico.

Como é o pensamento da pessoa deprimida?

Pensamentos que freqüentemente ocorrem com as pessoas deprimidas são os de se sentirem sem valor, culpando-se em demasia, sentindo-se fracassadas até por acontecimentos do passado. Muitas vezes questões comuns do dia-a-dia deixam os indivíduos com tais pensamentos. Muitas pessoas podem ter ainda dificuldade em pensar, sentindo-se com falhas para concentrar-se ou para tomar decisões antes corriqueiras, sentindo-se incapazes de tomá-las ou exagerando os efeitos "catastróficos" de suas possíveis decisões erradas.

Pensamentos de morte ou tentativas de suicídio

Freqüentemente a pessoa pode pensar muito em morte, em outras pessoas que já morreram, ou na sua própria morte. Muitas vezes há um desejo suicida, às vezes com tentativas de se matar, achando ser esta a " única saída " ou para " se livrar " do sofrimento, sentimentos estes provocados pela própria depressão, que fazem a pessoa culpar-se, sentir-se inútil ou um peso para os outros. Esse aspecto faz com que a depressão seja uma das principais causas de suicídio, principalmente em pessoas deprimidas que vivem solitariamente. É bom lembrar que a própria tendência a isolar-se é uma conseqüência da depressão, a qual gera um ciclo vicioso depressivo que resulta na perda da esperança em melhorar naquelas pessoas que não iniciam um tratamento médico adequado.

Sentimentos que afetam a vida diária e os relacionamentos pessoais

Freqüentemente a depressão pode afetar o dia-a-dia da pessoa. Muitas vezes é difícil iniciar o dia, pelo desânimo e pela tristeza ao acordar. Assim, cuidar das tarefas habituais pode tornar-se um peso: trabalhar, dedicar-se a uma outra pessoa, cuidar de filhos, entre outros afazeres podem tornar-se apenas obrigações penosas, ou mesmo impraticáveis, dependendo da gravidade dos sintomas. Dessa forma, o relacionamento com outras pessoas pode tornar-se prejudicado: dificuldades conjugais podem acentuar-se, inclusive com a diminuição do desejo sexual; desinteresse por amizades e por convívio social podem fazer o indivíduo tender a se isolar, até mesmo dificultando a busca de ajuda médica.

Como se trata a depressão?

A depressão é uma doença reversível, ou seja, há cura completa se tratada adequadamente. O tratamento médico sempre se faz necessário, sendo o tipo de tratamento relacionado ao perfil de cada paciente. Pode haver depressões leves, com poucos aspectos dos problemas mostrados anteriormente e com pouco prejuízo sobre as atividades da vida diária. Nesses casos, o acompanhamento médico é fundamental, mas o tratamento pode ser apenas psicoterápico.

Pode haver também casos de depressões bem mais graves, com maior prejuízo sobre o dia-a-dia do indivíduo, podendo ocorrer também sintomas psicóticos (como delírios e alucinações) e ideação ou tentativas de suicídio. Nessa situação, o tratamento medicamentoso se faz obrigatório, além do acompanhamento psicoterápico.

Os medicamentos utilizados são os antidepressivos, medicações que não causam "dependência", são bem toleradas e seguras se prescritas e acompanhadas pelo médico. Em alguns casos faz-se necessário associar outras medicações, que podem variar de acordo com os sintomas apresentados (ansiolíticos, antipsicóticos).

Colaboradoras

Dra. Alice Sibile Koch
Dra. Dayane Diomário da Rosa

comentários[3]

31

mar
2011

Dislexia

O que é?

É uma dificuldade primária do aprendizado abrangendo: leitura, escrita, e soletração ou uma combinação de duas ou três destas dificuldades. Caracteriza-se por alterações quantitativas e qualitativas, total ou parcialmente irreversíveis . É o distúrbio (ou transtorno) do aprendizado mais freqüentemente identificado na sala de aula. Está relacionado, diretamente, à reprovação escolar, sendo causa de 15 % das reprovações. Em nosso meio, entre alunos das séries iniciais (escolas regulares) têm sido identificados problemas em cerca de 8 %. Estima-se que a dislexia atinja 10 a 15 % da população mundial

Quem pode ser afetado?

A dislexia não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição sócio-econômica ou baixa inteligência. Ela pode atingir igualmente pessoas das raças branca, negra ou amarela, ricas e pobres, famosas ou anônimas, pessoas inteligentes ou aquelas mais limitadas.

Qual a causa?

A dislexia tem sido relacionada a fatores genéticos, acometendo pacientes que tenham familiares com problemas fonológicos, mesmo que não apresentem dislexia. As alterações ocorreriam em um gene do cromossomo 6 . A dislexia, em nível cognitivo- lingüístico, reflete um déficit no componente específico da linguagem , o módulo fonológico, implicado no processamento dos sons da fala. Uma criança que tenha um genitor disléxico apresenta um risco importante de apresentar dislexia, sendo que 23 a 65 % delas apresenta o distúrbio.

Um gene recentemente relacionado com a dislexia é chamado de DCDC2. Segundo o Dr. Jeffrey R. Gruen, geneticista da Universidade de Yale, Estados Unidos, ele é ativo nos centros da leitura do cérebro humano.

Outro gene, chamado Robo1, descoberto por Juha Kere, professor de genética molecular do Instituto Karolinska de Estocolmo, é um gene de desenvolvimento que guia conexões, chamadas axônios, entre os dois hemisférios do cérebro.

Pesquisadores dizem que um teste genético para a dislexia pode estar disponível dentro de um ano. Crianças de famílias que têm história da dislexia poderão ser testadas. Se as crianças tiverem o risco genético, elas podem ser colocadas em programas precoces de intervenção.

O que se sente?

Sinais indicadores de dislexia:

A dificuldade de ler, escrever e soletrar mostra-se por dificuldades diferentes em cada faixa etária e acadêmica 

comentários[0]

31

mar
2011

AUDIÇÃO DO RECÉM NASCIDO

Aproximadamente 1 em cada 1000 bebês nascidos nos Estados Unidos tem perda severa de audição em ambos os ouvidos. Outros 5 em cada 1000 nascem com perda moderada de audição.

Na maior parte das vezes, essas crianças não são diagnosticadas como tendo essa perda de audição até que tenham 3 anos de idade em média.

Até mesmo uma perda de audição leve precoce pode afetar a fala, o desenvolvimento da linguagem e também o desenvolvimento social.

Por causa desses fatos, há muitos que acreditam que todas as crianças deveriam passar por uma triagem ao nascimento para afastar uma possível perda de audição.

Em 1993, o Instituto Nacional de Saúde Americano lançou uma recomendação de que todos os bebês tenham uma triagem auditiva realizada antes da idade de 3 meses.

Em 1994, um comitê conjunto das principais associações médicas americanas endossaram a triagem universal de recém-nascidos para perda de audição.

Essencialmente todos concordam que a triagem universal das crianças é uma boa idéia.

Como deve ser o teste?

O teste para essa triagem deve ser preciso, fácil de realizar, barato, não invasivo, e amplamente disponível.

Existem testes para audição de recém nascidos?

Existem dois testes geralmente utilizados para triagem: as Emissões de Oto-Acústicas Evocadas (EOAE) e a Resposta Cerebral Auditiva Automatizada (ABR Automatizado).

Porém, esses testes são geralmente utilizados para triagem e não para estabelecer um diagnóstico definitivo.

O diagnóstico definitivo geralmente é feito com outros exames que devem ser discutidos com o seu médico.

Dificuldades para implementação do teste.

O teste mais fácil para fazer triagem em um grande número de recém-nascidos tem uma taxa de falso positivo muito alta. Foi estimado que até 20% das crianças poderiam ter um teste falsamente sugestivo de perda auditiva.

Para interpretar qualquer teste com precisão, há necessidade de saber quais valores são normais e anormais. Atualmente, os valores normais são em grande parte baseados em adultos. Bebês podem ter valores diferentes de normalidade

Que indicações existem hoje?

O que é recomendado hoje é a identificação de bebês em situação de risco para a perda auditiva e, então, a avaliação delas.

São bebês com risco de perda auditiva aqueles:


Com uma história familiar de perda de audição na infância por causa hereditária.


Os que têm malformações da cabeça.


Nascidos com certas infecções intra-uterinas.


Os que tiveram meningite.


Com peso de nascimento abaixo de 1.500 gramas.


Aqueles que necessitaram ventilação mecânica ao nascimento por cinco dias ou mais.


Aqueles que tenham tido icterícia severa o bastante para requerer transfusão.


Os que tenham recebido medicamentos que sabidamente têm a perda de audição como um possível efeito colateral.


Aqueles cujos pais ou responsáveis tenham preocupações sobre perda de audição, ou qualquer tipo de atraso de desenvolvimento,

 


comentários[0]

31

mar
2011

CÁLCULOS RENAIS

que é?

O depósito organizado de sais minerais nos rins ou em qualquer parte do aparelho urinário é o que se chama de cálculo urinário. Cálculos constituídos por cálcio são os mais comuns. Outros minerais encontrados são: oxalato, fósforo, ácido úrico. As "pedras" podem também ser formadas por uma mistura destes elementos. Quando houver um excesso destes minerais no organismo, há uma tendência para que eles se depositem na urina. Como exemplo, pode se tomar uma pessoa que faça uso exagerado de leite e derivados, os quais são ricos em cálcio. Após um período de tempo haverá uma provável formação de cálculo de cálcio nos rins.

O que se sente?

O cálculo renal é o responsável pela famosa cólica renal: dor nas costas ou no abdome lateral ou embaixo das costelas com irradiação para o testículo do mesmo lado ou para o grande lábio vaginal nas mulheres. Geralmente é uma dor forte, intensa. O paciente pode ter sangue na urina. Se há infecção urinária concomitante o aparecimento de febre é comum. Os cálculos podem também ser assintomáticos e crescerem até um tamanho considerável, sem que o paciente os note.

Como se faz o diagnóstico?

A história e o exame físico geralmente trazem a suspeita de cálculo. O exame comum de urina apresenta sangue na maioria dos casos. O diagnóstico é confirmado através de radiografias abdominais,de ecografia abdominal ou , mais precisamente, de tomografia computadorizada abdominal total.

Como se trata?

O primeiro objetivo do tratamento é aliviar a dor do paciente, o que se faz com analgésicos e antiespasmódicos. Muitas pedras pequenas serão eliminadas espontaneamente pelo paciente. Outras necessitarão de um tratamento específico. Cálculos de ácido úrico poderão ser tratados clinicamente com grande ingestão de água, alcalinizantes da urina e substâncias que interferem na sua formação. Já os cálculos de cálcio não dissolvem dessa maneira.

Até alguns anos atrás, a maioria das pedras exigia um procedimento cirúrgico com extenso corte na pele do paciente. Atualmente, há vários métodos modernos no combate a litíase. A litotripsia extracorpórea utiliza ondas de choque que atravessam o corpo do paciente em direção ao cálculo, fragmentando-o em pequenas partes e sendo eliminados pela urina. As pedras também podem ser retiradas através de tubos chamados endoscópios, os quais são finos e possuem iluminação na extremidade. Podem ser colocados da uretra em direção ao rim e com pinças especiais ou em associação com litotripsia os cálculos são removidos. Outra forma de tratamento consiste na nefrolitotomia percutânea. Neste procedimento um tubo rígido é colocado no rim através da pele e por este tubo (nefroscópio) são retiradas as "pedras".

Os métodos modernos não estão livres de complicações e podem não ser efetivos, necessitando a complementação de outra modalidade de tratamento. É freqüente a litotripsia não quebrar o cálculo, sendo necessário retirar os fragmentos restantes através de outro método.

Como se previne?

Todos os pacientes com litíase devem realizar exames em busca de defeitos no metabolismo dos minerais. Dosagens no sangue e/ou na urina de cálcio, fósforo, ácido úrico, cistina, fosfatase alcalina, são exemplos de exames a serem solicitados. Alimentos que contenham esses elementos devem ser evitados ou não consumidos em exagero. Existem tabelas de alimentos com seus principais componentes que são úteis em orientar os pacientes no que deve ser evitado.

Todo o paciente que apresenta litíase deve ingerir uma quantidade de água o suficiente para produzir dois litros de urina por dia. Esse é um dos fatores mais importantes na prevenção de cálculos renais. Medicações específicas para determinados tipos de cálculo existem e são usadas em situações especiais.

Os cálculos renais devem ser prevenidos. Uma vez presentes no aparelho urinário devem ser tratados principalmente enquanto forem pequenos. Cálculos grandes são de difícil tratamento mesmo com as técnicas modernas descritas acima. As "pedras" causam obstrução com dilatação das vias urinárias, infecção, diminuição da função renal e insuficiência renal o que podem ser as conseqüências finais desta doença.

Perguntas que você pode fazer ao seu médico

O que causa pedra nos rins?

Pedras nos rins podem causar câncer?

Pedras nos rins podem causar uma infecção?

Quais os cuidados que devo tomar se estiver 

comentários[0]

30

mar
2011

V Record Fala sobre Profecia Bíblica

 


Família desaparece (arrebatamento???) Mas o que a bíblia realmente  diz.

comentários[0]

30

mar
2011

Profecia do Arrebatamento

Apocalipse.

comentários[0]

30

mar
2011

Radiação no mar de Fukushima passa 3.355 vezes o limite

O nível de iodo radioativo em águas do mar próximo à usina nuclear de Fukushima supera 3.355 vezes o limite de segurança, o que representa a concentração mais alta até o momento, informou nesta quarta-feira (30) a Agência de Segurança Nuclear do Japão.

saiba mais

As amostras recolhidas na terça-feira (29) 330 metros ao sul de uma saída de água próxima aos reatores 1 a 4 da central revelaram um considerável aumento do isótopo 131 do iodo na comparação com os índices registrados no fim de semana, quando chegaram a ser 1.850 vezes superiores ao normal.

Cinquenta metros ao norte da usina, perto dos reatores 5 e 6, o nível de iodo radioativo detectado na terça era 1.262 vezes superior aos padrões legais, também o índice mais alto até o momento.

O isótopo 131 do iodo se degrada à metade em oito dias, pelo que o risco de afetar a vida marinha na região é pequeno, segundo a Agência de Segurança Nuclear. Apesar disso, está proibido pescar nas águas próximas à central.

Os técnicos da Tokyo Electric Power Company (Tepco), operadora da usina de Fukushima Daiichi, estão estudando várias maneiras de evitar que a radioatividade vaze para o mar, especialmente os isótopos mais longevos do iodo e o próprio plutônio.

A Agência de Segurança Nuclear disse nesta quarta que não há perigo para as pessoas, já que um raio de 20 km ao redor da central foi esvaziado e porque o iodo 131 se diluirá e degradará progressivamente no oceano.

comentários[0]

29

mar
2011

Ex-vice-presidente José Alencar morre aos 79 anos

O ex-vice-presidente da República José Alencar, 79 anos, morreu às 14h41 desta terça (29), no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em razão de câncer e falência múltipla de órgãos, segundo informou o hospital.

A presidente Dilma Rousseff afirmou em Portugal que o velório será no Palácio do Planalto. O primeiro ministro a se manifestar, Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, se emocionou ao receber a notícia durante uma entrevista.

Na última das várias internações, Alencar estava desde segunda (28) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, com quadro de suboclusão intestinal.

O ex-vice-presidente lutava contra o câncer havia 13 anos, mas nos últimos meses, a situação se complicou.

comentários[0]

27

mar
2011

HOMENS DE HONRA

HOMENS DE HONRA

comentários[0]

27

mar
2011

Nunca desista de seus sonhos - De o seu melhor

Nunca desista de seus sonhos - De o seu melhor

comentários[1]

27

mar
2011

O melhor vídeo de motivação a liderança

O melhor vídeo de motivação a liderança

comentários[0]

27

mar
2011

Coach Carter " Treino Para Vida "

Coach Carter " Treino Para Vida "

comentários[0]

27

mar
2011

A ESCOLA ( Paulo Freire)


comentários[0]

27

mar
2011

GESTÃO ESCOLAR

GESTÃO ESCOLAR

comentários[1]

27

mar
2011

Arautos do Rei "vale a pena esperar"

Arautos do Rei "vale a pena esperar"

comentários[0]

27

mar
2011

Meu coração Josué de Castro

Meu coração Josué de Castro

comentários[1]

27

mar
2011

Erlo Braun Quando estás aqui

Erlo Braun Quando estás aqui

comentários[0]

27

mar
2011

Evidencias-A nova ordem mundial-1/3

Evidencias-A nova ordem mundial-1/3

comentários[0]

27

mar
2011

Evidencias Arqueologia Biblica Parte II

Evidencias Arqueologia Biblica Parte II

comentários[0]

27

mar
2011

Evidencias Arqueologia Biblica Parte I

Evidencias Arqueologia Biblica Parte I

comentários[0]

27

mar
2011

Superando Desafios - Desafiando Gigantes

Superando Desafios - Desafiando Gigantes

comentários[0]

27

mar
2011

Prova de fogo melhores momentos

Prova de fogo melhores momentos

comentários[0]

27

mar
2011

A LISTA DE SCHINDLER- FILME MISSIONÁRIO

ESSE FILME, GANHADOR DE OSCAR COMO MELHOR FILME, ENSINA AOS CRISTÃOS QUE É SEMPRE POSSÍVEL FAZER UM POUCO MAIS


comentários[2]

27

mar
2011

Educação infantil

Educação infantil

comentários[0]

27

mar
2011

Globo Reporter Educação Infantil e Família

Globo Reporter Educação Infantil e Família

comentários[0]

27

mar
2011

País não tem lei federal específica contra ao bullying

O Brasil não tem uma lei federal sobre o combate ao bullying. Um projeto de lei propõe que as ações de combate ao bullying sejam detalhadas na Lei de Direitrizes e Bases da Educação. O projeto aguarda votação na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado. A proposta, de autoria do senador Gim Argello (PTB-DF) quer incluir entre as incumbências dos estabelecimentos de ensino a promoção de ambiente escolar seguro e a adoção de estratégias de prevenção e combate a intimidações e agressões.

Alguns estados e municípios, no entanto, adotaram leis de combate ao bullying. O Rio Grande do Sul teve a lei que prevê políticas públicas contra o bullying nas escolas estaduais e privadas de ensino básico e de educação infantil sancionada no ano passado. A lei não prevê punições aos estudantes, apenas ações educacionais.

O que é bullying?
O termo bullying compreende todas as atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por uma ou mais pessoas contra outros, causando dor e angústia.

Como é a prática?
O bullying se caracteriza principalmente por atitudes como dar apelidos pejorativos e às vezes até pela agressão física. A pessoa é exposta à humilhação, ao constrangimento e também ao medo de não ser aceito.

Quais são os sintomas?
As crianças e adolescentes vítimas de bullying geralmente apresentam depressão, tristeza. É comum não quererem ir à escola e perderem o interesse pelos estudos. Os pais devem ficar atentos a qualquer mudança no comportamento dos filhos nesse sentido.

Como tratar?
A vítima não tem como se defender. Isso pode trazer conseqüências na vida da criança ou adolescente. Em casos extremos, a vítima e o agressor devem receber acompanhamento psicológico.

 A cidade de São Paulo tem uma lei de 2009 sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab que determina que as escolas públicas da educação básica do município deverão incluir em seu projeto pedagógico medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying escolar. A lei prevê a promoção de ações de prevenção e combate ao bullying, capacitação dos professores e orientação das vítimas "visando à recuperação da auto-estima".

 

comentários[0]

27

mar
2011

Segurança de barreiras anti-tsunami é questionada

Segurança de barreiras anti-tsunami é questionada

comentários[0]

Assinar RSS

mais buscadas

2004-2011 Educação Adventista Todos os direitos reservados.