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*Ciências da Natureza*

24

ago
2012

Redação 8o. EF

Vida de computador

 

O neurônio me ajuda a pensar

E com muita memória chego a travar

E quando estou com dor de cabeça

Chego até a esquentar

 

Com um beliscão no nervo,

Eu até fervo!

E com "control C"

Meus trabalhos vou fazer.

 

Quando eu ligo, demora pra iniciar

E para levantar da cama...

É uma luta que nunca vai acabar!

 

O computador é muito bacana

Por isso gosto de levá-lo pra minha cama.

E muitas noites ele me diverte,

Não vejo TV, só fico na net.

 

Autores: Gabriela Toniolo, Alexandre Medici e Gabriel Mateuzzo

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19

ago
2012

Calendário dos Vestibulares

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15

ago
2012

Túnel de Vento

Entre a ampla infraestrutura utilizada pelos fabricantes para desenvolver novos produtos, poucos recursos são tão complexos quanto os túneis de vento. O equipamento serve para fazer testes aerodinâmicos, com objetivo de proporcionar vantagens em desempenho, economia de combustível, nível de ruído e dirigibilidade. Os testes em túnel de vento não ficam restritos aos automóveis: são aplicados em diversos projetos, como aviões, mísseis, cápsulas espaciais e construções civis.

Com o recurso dos túneis de vento, uma fábrica consegue fazer modificações no design de seus produtos, moldando-o de forma a obter os melhores resultados aerodinâmicos. Todos os automóveis desenvolvidos pelas grandes marcas da atualidade passam por testes semelhantes antes do lançamento no mercado.

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13

ago
2012

Filme inspira batismo de 17 espécies de aranhas

MARCO VARELLA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A presença do caçador alienígena à espreita na floresta no filme "O Predador" parece longe da realidade. Mas pesquisadores do Instituto Butantan encontraram 17 novas espécies de caçadores como o Predador espalhados pelo que restou da nossa mata atlântica.

São todas aranhas caçadoras de insetos, pertencentes ao novo gênero Predatoroonops. Esse gênero foi descrito pelos cientistas neste ano e recebeu esse nome em homenagem aos 25 anos de "O Predador", do diretor John McTiernan.

Cada uma das 17 novas espécies recebeu um nome em homenagem a um personagem ou ator do filme: da Predatoroonops schwarzeneggeri à Predatoroonops chicano.

Já os caçadores de novas espécies de aranhas são liderados por Antonio Brescovit, aracnólogo do Laboratório Especial de Coleções Zoológicas que vem estudando regiões da mata atlântica por seis anos.

"Essa descoberta é fundamental para mapear a diversidade da fauna local e mundial, além do estudo dos venenos e da biologia dos animais", disse Brescovit em comunicado oficial. Com um investimento de mais de US$ 3 milhões, o projeto pretende descobrir, agora, todas as espécies de aranhas da família Oonopidae, à qual pertence o novo gênero.

Para Hilton Japyassú, aracnólogo do Instituto de Biologia da UFBA (Universidade Federal da Bahia), "trabalhos como este mostram o quanto ainda temos por descobrir. Vez por outra alguém descreve um mamífero, ou uma ave nova, mas nossa maior riqueza sem dúvida vem dos invertebrados, fonte permanente de novos compostos orgânicos para explorações futuras".

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CARA DE UM, FOCINHO DO OUTRO

As aranhas do novo gênero apresentam uma morfologia na parte da frente do corpo semelhante à cara do Predador, personagem do filme, daí a ideia fazer a homenagem cinematográfica.

Elas têm suas quelíceras --primeiro par de apêndices perto da boca-- com diversas articulações. Nos invertebrados, as quelíceras em geral servem para apanhar as presas e, nas aranhas, podem ser pontiagudas para injetar a peçonha, tóxica para a caça.

Apenas os machos da espécie apresentam essa especialização e ainda não se sabe ao certo quais as suas funções. Os bichos medem apenas entre 1 mm e 2 mm.

O fato de estarem presentes apenas nos machos pode indicar serem fruto da seleção sexual, funcionando tanto como armas na competição com outros machos quanto como ornamentos, atraindo as fêmeas para a reprodução.

IMPORTÂNCIA ECOLÓGICA

"Essas aranhas geralmente habitam a serrapilheira --aquela camada de folhas mortas que recobre o solo das florestas tropicais-- e o conhecimento de sua diversidade e hábitos pode nos ajudar a entender os mecanismos biológicos associados aos processos de decomposição, um elo fundamental na manutenção de nossos ecossistemas", diz Hilton Japyassú.

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12

ago
2012

Projeto quer que paraplégico dê pontapé inicial da Copa 2014

O governo americano investe por ano 430 milhões de dólares na Duke, uma das principais universidades de medicina do mundo.

 

Estudos de ponta, publicados em algumas das revistas científicas mais importantes do planeta.
Um grupo internacional, de 50 especialistas, na linha de frente da ciência!

 

Conduzindo pesquisas que podem beneficiar pessoas aqui no Brasil, como Emerson, de apenas 12 anos. E Sidney, de 36 anos.

Emerson foi atingido por uma bala perdida há dois anos, quando empinava pipa em Guarulhos, São Paulo.

Emerson conta como foram os últimos dois anos. "Ficar no hospital, sem fazer nada. Só, sem brincar", diz a criança. Sidney ficou soterrado por seis horas no terremoto de Kobe, no Japão, em 1995. Os médicos deixaram claro a gravidade da minha lesão.

"Devido ao terremoto, a casa literalmente caiu na minha cabeça", lembra Sidney Almeyda, analista de sistemas.

Mas o que a pesquisa feita nos Estados Unidos tem a ver com esses brasileiros que não podem mais andar?

É que o chefe desses cientistas da universidade Duke é do Brasil: o paulistano e palmeirense fanático Miguel Nicolelis.

Formado em medicina pela Universidade de São Paulo em 1984, ele vive no exterior há mais de 20 anos. Completa 51 de idade na semana que vem. E trabalha numa área que mais parece ficção científica: fazer máquinas funcionarem com a força do pensamento.
Um braço robótico, uma perna robótica, um braço virtual que realiza um determinado comportamento sob o comando da atividade do cérebro.

As aplicações práticas são muitas, porém ainda distantes. Mas Nicolelis tem pelo menos um projeto mais urgente, ambicioso e polêmico, que tem a ver com o Sidney e o Emerson: fazer um brasileiro, paraplégico, ou tetraplégico, de preferência uma criança, dar o pontapé inicial da Copa do Mundo, em São Paulo, no dia 12 de junho de 2014. Daqui a dois anos e três meses.

"Acho que vai dar sim, acho que nós temos uma boa chance de conseguir realizar essa demonstração", afirma.

O projeto tem nome em inglês: "Walk Again": andar de novo. Claro, tudo o que desejam o Emerson e o Sidney. Eles têm histórias diferentes, mas sonhos parecidos.

Quando você sonha, você está na cadeira ou está andando? "Andando', conta o menino Emerson.

"Por incrível que pareça eu sempre sonho que eu estou andando, afirma Sidney",

O cérebro produz os sonhos, e também é ele que pode devolver os movimentos pra quem não consegue andar. Tudo vem do cérebro.

"Felicidade, tristeza, nossas memórias, nossas lembranças, os nossos planos futuros", explica o cientista.

E os movimentos também. Quando nos movemos é porque, frações de segundo antes, o cérebro deu a ordem. Mais precisamente meio segundo.

O cérebro é formado por células chamadas neurônios. A quantidade nos seres humanos é muito, muito grande.

"Existem tantos neurônios no cérebro como existem galáxias no universo", afirma Nicolelis,

São cerca centenas de bilhões de neurônios, que se comunicam o tempo todo uns com os outros, por sinais de eletricidade.

No laboratório do professor Nicolelis, um equipamento especial consegue captar o som dessa tempestade elétrica dentro da cabeça. No caso, de um macaco.

Só que, nas pessoas paralisadas, a sinfonia de comandos não chega ao restante do corpo. O caminho está bloqueado, por uma doença ou por uma lesão.

Como nos casos do Emerson e do Sidney.

"Os médicos deixaram claro a gravidade da minha lesão", conta Sidney.

A ideia, o pulo do gato do cientista brasileiro, é criar um atalho. Captar os comandos diretamente no cérebro, e transmitir para uma espécie de roupa de robô. O nome dessa veste é exoesqueleto - um esqueleto do lado de fora do corpo.

"O cérebro do paciente vai comandar os movimentos do exoesqueleto do paciente, da mesma maneira que comandava os movimentos do corpo antigamente".

Pra buscar os sinais elétricos lá no cérebro, a equipe de Nicolelis usa dezenas de sensores. São os chamados eletrodos, que entram só um pouco no cérebro - de três a cinco milímetros.

Esses fiozinhos finos como um fio de cabelo são o que a gente chama de eletrodos.

A próxima etapa é reunir tudo o que foi captado mandar para um chip, parecido com o de um telefone celular, implantado no crânio.

"Não é que esse chip você vai na loja de computador e compra, não compra, é. Foi tudo construído por alunos, pesquisadores", explica Nicolelis.

A energia vem de baterias, instaladas sob a pele e também numa espécie de mochila.

Depois entram em ação mais chips, também embutidos, com um papel crucial: transformar os sinais do cérebro em ordens para o chamado exoesqueleto.

Agora, os comandos são transmitidos, sem fio, pra antenas presas à cintura do paciente.

"Só que, diferentemente do corpo biológico, o que vai se mexer vai ser o exoesqueleto".

Tudo perfeito - só que nunca se construiu um exoesqueleto completo. Mas já existe um avanço muito importante, que anima os pesquisadores.

O Fantástico mostra como funciona o exoesqueleto, equipamento essencial para o projeto Wlak Again. Ninguém fora do laboratório do professor Nicolelis conhece esse equipamento.

Pra entender direito, nada melhor que uma demonstração. E o professor Nicolelis se entusiasma: manda buscar uma bandeira do Brasil. E claro, uma do Palmeiras.

O computador faz o papel do cérebro. Manda o protótipo dar o chute. E ele chuta. Diversas vezes!

"É o resultado de 25 anos de trabalho, nós sonhamos com isso, o nosso laboratório inteiro aqui, desde que a gente começou a trabalhar, conclui".

Pra chegar a esse ponto, a equipe se especializou em ler os pensamentos de animais - ratos e macacos.

Acompanhamos uma experiência. A macaquinha, a Kiwi, de seis anos, anda em uma esteira, como essas de academia. Infelizmente a gente não pode mostrar a kiwi, porque é uma regra da universidade que não se mostrem animais usados em pesquisa. Mas eu já dei uma olhada, e dá pra garantir que ela se diverte.

"Em um monitor a gente vê a atividade elétrica de uma centena de células do cérebro da Kiwi", explica Nicolelis.

Essa é a linha mestra da pesquisa: entender o que acontece dentro do cérebro quando o animal se mexe. E, a partir daí, usar esses sinais pra movimentar uma máquina só com a força do pensamento.

No laboratório, funcionou. Como nesta experiência, que trouxe fama internacional ao grupo de Nicolelis. Uma macaca foi treinada para jogar videogame, usando um joystick.

"Ele é recompensado com uma gota de suco quando ele consegue fazer a coisa correta", conta o cientista.

Aos poucos, os cientistas vão retirando o joystick. E o bicho percebe que consegue mover as coisas na tela sem o controle -- só com o pensamento.

As ordens do cérebro da macaquinha iam direto para um braço mecânico, que aparece no canto direito da imagem. Ela pensa, e o braço se mexe.

E um detalhe: as macacas são sempre fêmeas. "Como sempre, as mulheres são melhores. Mais atentas, mais confiáveis", analisa. As experiências vão ficando cada vez mais sofisticadas: Uma outra macaca usa as duas mãos para cumprir uma tarefa.

"Isso é vital evidentemente porque o exoesqueleto que nós estamos desenhando, construindo, tem dois braços, duas mãos, e eles precisam ser coordenados".

São desafios supercomplicados: instalar os eletrodos no lugar certo do cérebro. Na quantidade certa. E decifrar esses sinais elétricos, para que eles virem comandos de movimentos.

Uma mistura complexa de biologia, engenharia e computação!

E uma esperança para Sidney, que trabalha com informática e acredita no potencial da tecnologia.

"Me interessou muito. Caso surja alguma solução, A gente está preparado pra voltar a andar", afirma Sidney.

Mas o cientista avisa: o projeto não estará pronto na abertura da copa. A demonstração é apenas a primeira etapa de estudos que continuarão por anos.

A pesquisa ainda não chegou aos testes com seres humanos. Nicolelis ainda busca um hospital no Brasil para essa parceria. E também espera mais apoio.

"Nós precisamos ter uma decisão definitiva, clara, de que o governo brasileiro está disposto a ser parceiro e que vai nos ajudar a criar a infraestrutura necessária pra que isso ocorra".

Um detalhe importante: parte da pesquisa está sendo feita no Brasil, no Instituto de Neurociências que Nicolelis dirige em Natal desde 2005. Toda tecnologia que nós vimos aqui, os microchips, os eletrodos, já existem no Brasil - já foram transferidos para o Brasil.

Em 2011, o pesquisador enfrentou um sério problema político: 10 pesquisadores do instituto romperam com ele, e agora trabalham exclusivamente na Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Mas ele explica que isso não vai atrasar o prazo. "Esse grupo não tinha nenhum envolvimento com o projeto Walk Again. Nós já temos novos pesquisadores contratados lá em Natal", explica.

Diante dessa confiança que parece inabalável, uma pergunta final para um dos únicos, senão o único, brasileiro com alguma chance de ganhar um Prêmio Nobel de Medicina. Se um gênio da lâmpada desse a ele uma única escolha: ou fazer um brasileiro com deficiência andar na abertura da Copa ou ganhar o prêmio Nobel, o que ele escolheria?

"Essa escolha é muito fácil, porque se realmente nós conseguirmos fazer alguém andar, não tem prêmio algum que se compare com isso. O primeiro chute da Copa do Mundo no Brasil vai ser um gol da ciência brasileira e um presente do Brasil para todo o mundo.

A torcida é grande. O repórter pergunta ao menino Emerson o que ele diria se pudesse falar alguma coisa para o cientista que está tentando fazer as crianças voltar a andar: "Obrigado", diz.

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12

ago
2012

Unicamp cria três cursos de Engenharia

Novas graduações serão oferecidas nos câmpus de Limeira e de Campinas

Portal Unicamp

O Conselho Universitário (Consu) da Unicamp, órgão máximo deliberativo da instituição, aprovou por unanimidade na manhã de terça-feira, 7, a criação de quatro novos cursos de graduação: Engenharia de Telecomunicações (50 vagas, período integral), Sistemas de Informação (45 vagas, integral), Engenharia Ambiental (60 vagas, período noturno), oferecidos na Faculdade de Tecnologia (FT) de Limeira; e Engenharia Física (15 vagas, período integral), no câmpus de Campinas.

Na mesma sessão, o Consu também decidiu pela extinção dos cursos de Tecnologia em Sistemas de Telecomunicações e Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (integral). Os conselheiros deliberaram, ainda, pela criação da Faculdade de Enfermagem, que atualmente funciona como departamento da Faculdade de Ciências Médicas (FCM).

A criação e a extinção dos cursos não vão alterar o número de vagas oferecidas atualmente no vestibular da Unicamp. Os cursos de Engenharia de Telecomunicações e de Sistemas de Informação absorverão, respectivamente, as vagas oferecidas pelos de Tecnologia em Sistemas de Telecomunicações e Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, que serão extintos. Já as vagas a serem oferecidas pelo curso de Engenharia Ambiental serão provenientes dos cursos de Tecnologia em Construção de Edifícios (30 vagas) e Tecnologia em Controle Ambiental (30 vagas). Estes dois últimos serão mantidos, agora com 50 vagas cada um.

As vagas da Engenharia Física, por sua vez, serão oriundas do chamado Cursão (Física, Matemática e Matemática Aplicada e Computacional), que segue mantido, agora com 140 vagas. De acordo com o diretor da Faculdade de Tecnologia (FT), professor José Geraldo Pena de Andrade, a criação dos cursos de Engenharia de Telecomunicações, Sistemas de Informação e Engenharia Ambiental é uma resposta à necessidade premente do país por engenheiros qualificados. "Além disso, os novos cursos também têm a intenção de atrair alunos com perfis diferenciados, que se integrarão àqueles que já fazem parte do nosso destacado corpo discente. Outro ponto importante é que os novos cursos contribuirão para aprofundar as atividades de pesquisa na FT", disse.

Segundo o docente, as alterações não exigirão mudanças estruturais significativas. "Teremos de fazer somente uma ou outra adequação, visto que já contamos, por exemplo, com laboratórios", previu Pena Andrade. O reitor Fernando Costa considerou que os novos cursos marcarão uma nova etapa na história da FT. O pró-reitor de Graduação, professor Marcelo Knobel, esclareceu que a criação do curso de Engenharia Física vinha sendo discutida há muito tempo na Unicamp. "Trata-se de um curso que já está consolidado em outros países e que vem sendo gradativamente implantado no Brasil, devido à sua importância". Knobel destacou que antes de serem levadas à apreciação do Consu, as propostas de criação e extinção dos cursos foram amplamente debatidas pela comunidade interna e pelas instâncias formais da Universidade.

O diretor da FCM, professor Mario José Abdalla Saad, destacou que a criação da Faculdade de Enfermagem representa um avanço importante, sobretudo para a formação de quadros qualificados para trabalhar no atendimento à saúde da população. Ele lembrou que o curso de graduação, considerado de excelência, é oferecido pela Unicamp há 34 anos. Além disso, há dez anos foi instituída a pós-graduação, igualmente com alto nível de qualidade. "Há muito tempo endentemos que o curso precisava de autonomia para crescer e ampliar a formação dos futuros profissionais. Com a criação da faculdade, essas tarefas certamente serão facilitadas", avaliou.

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1

ago
2012

Vestibular da USP

Fuvest divulga manual do candidato do vestibular 2013;

são oferecidas 10.982 vagas para a USP

Do UOL, em São Paulo

 

A Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular), que seleciona alunos para a USP (Universidade de São Paulo) e para a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, divulgou nesta quarta-feira (1º) o manual do candidato do vestibular 2013. A inscrição para a prova acontece entre os dias 24 de agosto e 10 de setembro pela internet, com taxa de R$ 130. Confira o manual no link baixo ou pelo site da Fuvest:

 

Vagas

O Conselho Universitário da USP aprovou em junho a tabela de vagas do vestibular 2013 da Fuvest e elevou em 130 o número de cadeiras a serem disputadas já na prova deste ano. Estarão em jogo 10.982 vagas para a USP, além de 100 vagas para o curso de medicina da Santa Casa, totalizando 11.082 vagas.

As mudanças atingem principalmente a Escola Politécnica: o curso de engenharia de petróleo, em Santos, oferecerá mais 40 vagas, elevando o total a 50; já o de engenharia de minas, na capital, oferecerá mais 30, totalizando 40.

No ano passado, o curso de ciências biológicas em Ribeirão Preto já havia sofrido modificações curriculares e de cadeiras, passando a oferecer, em 2013, 60 vagas (20 a mais do que no ano passado). A elas, soma-se o novo curso de bacharelado em administração, em Piracicaba, com 40 vagas diurnas.

 

Inscrições e provas

As inscrições acontecem entre 24 de agosto e 10 de setembro.

As provas do vestibular 2013 da Fuvest serão realizadas nos dias 25 de novembro (1ª fase) e de 6 a 8 de janeiro de 2013 (2ª fase). Veja o calendário completo:

 

Calendário da Fuvest 2013

Divulgação do manual do candidato

01/08/2012

Inscrições

24/08/2012 a 10/09/2012

Prova de habilidades específicas antecipadas para música/SP e artes visuais

14/10/2012 a 19/10/2012

Aprovados na prova de habilidades específicas

05/11/2012

Locais do exame da 1ª fase

19/11/2012

1ª Fase

25/11/2012

Convocados e locais de exame da 2ª fase

17/12/2012

2ª Fase

06/01/2013 a 08/01/2013

Prova de habilidades específicas

09/01/2013 a 11/01/2013

1ª chamada

02/02/2013

A primeira chamada está prevista para 2 de fevereiro de 2013. Confira o calendário completo do vestibular 2013 da Fuvest.

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