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*Ciências da Natureza*

29

abr
2012

Alimentação Balanceada

Alimentação Balanceada

 

Pesquisadores de Harvard propõem nova pirâmide alimentar

RENATA DE GÁSPARI VALDEJÃO

Colaboração para a Folha de S.Paulo

 

Há mais de uma década, em 1992, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) criou uma pirâmide alimentar, batizada de "Food Guide Pyramid", cuja missão era servir como um guia de fácil consulta sobre alimentação saudável para a população. As idéias contidas nesse ícone, que já eram ensinadas nas escolas, inclusive no Brasil, disseminaram-se ainda mais. A Harvard School of Public Health, um dos maiores centros de estudos sobre saúde pública dos Estados Unidos, diz, no entanto, que as informações contidas nela estão ultrapassadas.

 

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Antiga pirâmide alimentar concebida pelo USDA tinha por objetivo transmitir a mensagem "gordura é ruim" e seu corolário "carboidratos são bons". Tais afirmações estão sendo questionadas

Estudos recentes derrubaram, segundo os pesquisadores, suas principais premissas: a) que todas as gorduras devem ser consumidas moderadamente; b) que todos os carboidratos são bons; c) que as proteínas podem ser obtidas na mesma proporção na carne vermelha, nas aves, nos peixes e nos ovos; d) que os laticínios devem ser consumidos de duas a três vezes por dia para a obtenção de cálcio.

Para atualizá-las, os especialistas de Harvard construíram uma nova pirâmide, que foi chamada de "Healthy Eating Pyramid". Um deles, o médico Walter Willett, descreve a situação no livro "Eat, Drink and Be Healthy" (Harvard Medical School e Simon & Schuster). Na prática, a nova pirâmide sugerida por Harvard inverte a do USDA. O que estava na base em 1992 (massas, pães, arroz branco e batatas) passou ao topo, e algumas gorduras (óleos), que estavam na extremidade, desceram para a base.

São dois os principais motivos da inversão, segundo os estudiosos: os óleos vegetais, inclusive o de oliva (azeite), nozes de diversos tipos, sementes e grãos integrais são ricos em "gorduras boas" (monoinsaturadas e poliinsaturadas), que exercem efeito protetor contra certas doenças. Devem, por isso, ser consumidos no lugar das gorduras saturadas (presentes em maior quantidade em alimentos de origem animal e relacionadas ao aumento do nível do colesterol "ruim" no sangue) e das chamadas gorduras "trans" ou hidrogenadas. "É perfeitamente aceitável consumir mais do que 30% das calorias diárias por meio das gorduras, contanto que a maior parte delas seja insaturada [monoinsaturada e poliinsaturada]", afirma Willett no livro.

O segundo motivo é o fato de que os carboidratos simples, encontrados em alimentos refinados, são rapidamente digeridos e absorvidos pelo organismo, o que aumenta os níveis de açúcar e de insulina no sangue, favorecendo também a elevação do nível de triglicérides e a queda da taxa do colesterol "bom", o HDL, além de ter como resultado o reaparecimento da fome em menos tempo.

A longo prazo, esse quadro favoreceria o desenvolvimento de diabetes e de doenças cardiovasculares, além de promover ganho de peso em quem tiver essa tendência. O ideal, segundo recomenda a pirâmide criada pelos médicos de Harvard, é manter os alimentos integrais ou feitos a partir de grãos integrais (arroz, pães, massas) na base, ou seja, consumi-los com maior freqüência, já que eles são digeridos mais lentamente, mantendo o organismo saciado por mais tempo. Os refinados devem ser banidos para o topo (comer esparsamente), juntamente com os doces.

 

Nova pirâmide alimentar: os alimentos que precisam ser consumidos numa quantidade maior estão na base da pirâmide e os que precisam ser consumidos em menos quantidade estão no topo da pirâmide.

 

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- O Guia da Pirâmide Alimentar do USDA, publicado em 1992, recomendava às pessoas que evitassem gorduras, mas que comessem bastante alimentos ricos em carboidratos, como pão, cereais em flocos, arroz e massas. O objetivo era reduzir o consumo total de gordura saturada, que eleva os níveis do colesterol.

- Alguns pesquisadores descobriram que o consumo elevado de carboidratos refinados, como o pão branco e o arroz branco pode desequilibrar gravemente os níveis de glicose e insulina do corpo. Substituir esses carboidratos por gorduras saudáveis - mono ou poli-insaturadas - reduz, na verdade, o risco de ter uma doença cardíaca.

- Agora os nutricionistas estão propondo uma nova pirâmide alimentar que incentiva o consumo de gorduras saudáveis e cereais integrais e recomenda que se evitem os carboidratos refinados, a manteiga e a carne vermelha.

- Leitura complementar:

http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/bases_da_piramide_alimentar.html

 

Responda:

- Quais os princípios da dieta baseada no modelo da pirâmide alimentar?

- Qual o papel dos exercícios físicos na nova pirâmide alimentar?

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21

abr
2012

Genética

Sexo, cromossomos e ambiente

 

Há diferenças genéticas entre homens e mulheres? Como o sexo é determinado? Existem doenças genéticas que afetam um sexo majoritariamente? Questões como essas puderam ser respondidas quando se compreendeu a relação entre sexo e cromossomos em alguns grupos de animais, como mamíferos, aves e artrópodes.

 

Genética ou ambiente?

Por: Monica Bucciarelli Rodriguez

 

Os cromossomos - os "pacotes" que acondicionam a longa molécula do acido desoxirribonucleico, ou DNA, no núcleo das células - foram observados ainda no século XIX, mas seu papel como responsáveis pela herança genética só veio a ser desvendado no início do século XX. Uma importante contribuição para isso foi a constatação, em 1905, de que uma característica marcante de diferentes seres vivos, como o sexo, estava associada ao cromossomo batizado como "X". Esta e outras descobertas marcaram o início de um novo ramo da ciência - a genética, palavra inventada, por coincidência, também nesse ano.

 

O início do século XX acolheu o desabrochar dos fundamentos da genética, com a redescoberta dos trabalhos sobre a hibridação de ervilhas, publicados em 1865 pelo monge austríaco Gregor Mendel (1822-1884), e a proposição da teoria de que os cromossomos seriam responsáveis pela herança genética, pelo médico norte-americano Walter Sutton (1877-1916) e pelo biólogo alemão Theodor Boveri (1862-1915). Essa teoria mostrava a relação entre o comportamento dos cromossomos no processo de formação de gametas e as leis mendelianas de herança.

 

A associação de uma característica marcante, como o sexo, com a presença de um determinado cromossomo foi um aliado importante na aceitação da teoria cromossômica da herança genética. Mas esse não foi um trajeto simples. Afinal, seria o sexo determinado geneticamente? A meta científica é estabelecer uma lei geral e universal. E esse foi um dos empecilhos para a aceitação da ideia de determinação genética do sexo. Vários pesquisadores colecionavam evidências da influência ambiental na geração de fêmeas e machos em diversos organismos. Hoje, sabe-se que, em certas espécies animais, como tartarugas, o sexo é determinado por fatores ambientais, como a temperatura.

 

O citologista norte-americano Clarence E. McClung (1870-1946) foi o primeiro a associar, em 1902, a herança de um cromossomo extra com a determinação do sexo masculino em insetos, embora tenha analisado apenas a formação de espermatozóides (e nunca a de óvulos). Em 1891, o citologista alemão Hermann Henking (1858-1942) havia descrito esse cromossomo extra em células que sofriam meiose para formar espermatozóides de insetos como um corpúsculo nuclear e o chamou de "nucléolo de cromatina", "elemento cromático", "corpúsculo de cromatina" ou simplesmente "X".

 

Henking não acreditava que o corpúsculo descrito fosse um cromossomo, devido a sua morfologia distinta, ao fato de não parear com outros cromossomos durante a meiose e de estar presente em apenas metade dos espermatozóides resultantes. Portanto, e de McClung o mérito de identificar o corpúsculo X como um cromossomo e de propor o papel desse cromossomo na determinação do sexo. Mas a hipótese de McClung previa a presença do cromossomo extra no sexo masculino, embora não houvesse qualquer evidência nesse sentido. Ele contava, talvez, com a propagada ideia da superioridade masculina - nesse caso, seria de esperar que o macho dispusesse de maior quantidade de material genético.

 

A questão foi esclarecida em 1905, quando os pesquisadores norte-americanos Edmund

Beecher Wilson (1859-1939) e Nettie Maria Stevens (1861-1912) publicaram, respectivamente, os artigos Os cromossomos em relação à determinação do sexo em insetos e Estudos na espermatogênese com referência especial ao cromossomo acessório. Os dois autores, independentemente, explicaram a determinação do sexo pela presença de apenas um cromossomo X em machos e de dois cromossomos X em fêmeas. Wilson, cujo artigo já estava em processo de impressão quando recebeu o artigo de Stevens para analise, apoiou veementemente a publicação do outro trabalho. Por isso, ambos são considerados responsáveis pela teoria cromossômica de determinação de sexo.

 

Wilson e Stevens estabeleceram que algumas espécies tem um sistema do tipo X0 (o macho tem um cromossomo a menos que a fêmea) e outras tem um sistema do tipo XY, no qual os cromossomos sexuais são morfologicamente diferentes. Verificou-se mais tarde, entre as aves, que a fêmea apresenta dois cromossomos sexuais diferentes (que foram chamados de ZW) e o macho tem dois cromossomos sexuais iguais (ZZ). Fica, pois, patente, que a determinação de sexo não é universal entre os seres vivos.

 

Em uma época em que a genética engatinhava e a citologia sofria limitações técnicas consideráveis, foram muitas as dificuldades para o completo entendimento do papel dos cromossomos sexuais. Poucos anos depois, as evidências de herança de caracteres morfológicos ligadas ao cromossomo sexual X consolidariam a teoria cromossômica da herança e da determinação de sexo. Mas o cromossomo X continua revelando seus segredos. Na edição de 17 de março de 2005, a revista britânica Nature, um dos mais importantes periódicos científicos do mundo, trouxe dois artigos com os resultados do sequenciamento do cromossomo X e a determinação de seu padrão de expressão gênica em homens e mulheres. Portanto, os cromossomos sexuais ainda mantém algo de misterioso.

 

RODRIGUES, Monica Bucciarelli. Genética ou ambiente? Ciência Hoje, Rio de Janeiro: Instituto Ciência Hoje. vol. 36, n. 216, jun. 2005, p. 69.

 

 

Mulheres percebem mais cor, diz estudo

 

O mundo é mais colorido para as mulheres. Literalmente: um estudo norte-americano sugere que boa parte delas enxerga mais cor do que os homens, devido a uma estranha transformação no gene envolvido na percepção da cor vermelha nas células da retina.

 

Ninguém sabe direito como ocorreu essa transformação. Mas o resultado de uma análise feita em 236 indivíduos pelos geneticistas Brian Verrelli e Sarah Tishkoff, da Universidade de Maryland em College Park (EUA), indica que cerca de 40% das mulheres produzem em sua retina um pigmento que absorve luz no espectro do vermelho-alaranjado.

 

Mulheres "normais" e homens produzem apenas três pigmentos: os responsáveis pela absorção do azul, do verde e do vermelho. A combinação da luz absorvida por esses três pigmentos, chamados genericamente opsinas, possibilita a visão colorida em humanos.

 

Os genes que trazem as receitas para fabricar as opsinas vermelha e verde estão alojados no cromossomo X, que caracteriza o sexo feminino quando ocorre em duplicata (o sexo masculino e definido quando outro cromossomo, o Y, faz par com o X).

 

Mulheres normais, portanto, tem duas cópias de ambos os genes. O que a dupla americana descobriu foi que em alguns casos a segunda cópia - ou "alelo", em cientifiquês - do gene para o pigmento vermelho foi "convertida" durante a evolução da espécie.

 

"Devido ao fato de existirem várias mutações que permitem a opsina vermelha absorver cor na faixa do vermelho-laranja, algumas mulheres tem tanto um alelo vermelho 'normal' em um cromossomo do par X quanto um alelo 'vermelho-laranja' alterado no outro", diz Verrelli, hoje na Universidade do Estado do Arizona. "Essas mulheres podem distinguir melhor as cores na faixa do espectro que vai do vermelho ao laranja", afirmou o pesquisador. [...]

 

ANGELO, Claudio. Mulheres percebem mais cor, diz estudo, Folha de São Paulo, 13/07/2004. Disponível em:

<http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u12157.shtml>. Acesso em 26 jan. 2010.

 

 

O fato das mulheres apresentarem dois cromossomos X, enquanto os homens contam com apenas um, interfere na forma de atuação dos genes presentes nesses cromossomos?

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21

abr
2012

Membrana Plasmática

O envoltório das células

por: Solange Soares de Camargo

 

A membrana das células, chamada de membrana plasmática, é um envoltório que circunda a célula e separa o que está dentro do que está fora. Ela está presente em todos

os seres vivos, plantas, animais, algas, protozoários e bactérias. Por ser uma película extremamente fina (da ordem de 7,5 nanômetros), não pode ser vista ao microscópio óptico, sendo necessário, para isso, o uso do microscópio eletrônico. No entanto, apesar de sua espessura mínima, ela desempenha funções importantíssimas na célula. Uma delas é controlar o que entra e o que sai, pois a célula é extremamente seletiva. Tudo o que entra ou sai deve ser examinado criteriosamente para evitar invasores ou perdas desnecessárias.

 

Devido à sua composição química - a membrana é formada por lipídios e proteínas -, ela é permeável a muitas substâncias de natureza semelhante. Alguns íons também entram e saem da membrana com facilidade, em razão do seu tamanho. É por esse processo que as células de plantas, por exemplo, absorvem água e sais minerais presentes no solo, e as células do intestino absorvem nutrientes minerais e pequenas moléculas orgânicas provenientes do alimento digerido. No entanto, certas moléculas grandes precisam de uma ajudinha extra para entrar na célula. Essa ajudinha envolve uma espécie de porteiro, que examina o que está fora e o ajuda a entrar.

 

Assim, podemos dizer que a célula apresenta dois tipos de transporte, o ativo e o passivo. No passivo, as substâncias entram e saem livremente. No ativo, elas precisam de energia para entrar na célula (a membrana realiza transporte ativo).

 

Mas por que é importante saber tanta coisa sobre a membrana? Os cientistas acreditam que um dos passos fundamentais para a origem da vida foi o aparecimento da membrana. Quando tudo era apenas um caldo orgânico, ou uma "sopa primitiva", as primeiras formas de vida só surgiram depois da existência da membrana, que individualizou moléculas orgânicas, possibilitando a formação de uma célula.

 

Além de ter propiciado a existência da vida, a membrana plasmática também é importante para a transmissão das sinapses, que leva à propagação do impulso nervoso. Logo, sem membrana não haveria vida, tampouco sensações. A membrana também desempenha a função de boca e membros, em organismos formados por uma única célula. Amebas, por exemplo, projetam a membrana para a frente para "capturar" o alimento e também para se movimentar.

 

Células especializadas na defesa do nosso corpo, como os macrófagos, também "capturam" substâncias ou organismos inteiros (por exemplo, bactérias) e em seguida os digerem, tirando-os, literalmente, de circulação.

 

A membrana plasmática também desempenha um papel muito importante na nossa altura. Os cientistas descobriram que os pigmeus, pessoas de baixa estatura que vivem na África, embora produzam quantidade suficiente do hormônio de crescimento, têm uma característica peculiar nas membranas das células. Nelas, faltam moléculas capazes de reconhecer esse hormônio, sem o qual o indivíduo não cresce.

 

Escreva um pequeno texto enfatizando as diferentes funções e características da membrana necessárias ao desenvolvimento da vida.

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18

abr
2012

Unesp meio do ano (2012)

Inscrições para o vestibular 2012 de inverno da Unesp começam nesta segunda

Do UOL, em São Paulo

 

A Unesp (Universidade Estadual Paulista) abre nesta segunda-feira (16) as inscrições para o vestibular 2012 de inverno, somente pela internet, até 10 de maio. A taxa de inscrição é de R$ 110.

São oferecidas 465 vagas. O vestibulando poderá optar pelo uso da nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2010 ou 2011 para composição do resultado final do vestibular, que terá peso 1 na somatória final da prova. 

 

- Manual do candidato do vestibular 2012 de inverno da Unesp (arquivo .pdf)

 

Veja a distribuição de vagas:

Área

Curso

Período

Local

Vagas

Ciências Biológicas

Agronomia

Integral

FE / Ilha Solteira

40

Ciências Biológicas

Agronomia

Integral

Registro

40

Ciências Biológicas

Zootecnia

Integral

FE / Ilha Solteira

40

Ciências Biológicas

Zootecnia

Integral

Dracena

40

Ciências Exatas

Engenharia Ambiental

Integral

Sorocaba

60

Ciências Exatas

Engenharia Civil

Integral

FE / Ilha Solteira

40

Ciências Exatas

Engenharia de Controle e Automação

Integral

Sorocaba

40

Ciências Exatas

Engenharia de Produção

Noturno

FE / Bauru

40

Ciências Exatas

Engenharia Elétrica

Integral

FE / Ilha Solteira

40

Ciências Exatas

Engenharia Mecânica

Integral

FE /Ilha Solteira

40

Humanidades

Geografia (bacharelado e licenciatura)

Noturno

Ourinhos

45

 

Provas

As provas da primeira fase serão aplicadas no dia 3 de junho. Os aprovados para a segunda fase farão as provas nos dias 23 e 24 de junho. 

O resultado final está previsto para ser liberado no dia 12 de julho. De 13 a 15 de julho, todos os candidatos classificados deverão declarar interesse por vaga, no site da Vunesp, inclusive os alunos que forem convocados para matrícula.

Mais informações podem ser obtidas no site da Vunesp

As informaçoes foram fornecidas pela instituiçao e podem ser alteradas por ela sem aviso prévio. É recomendável confirmar datas e horários no site oficial.

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18

abr
2012

Vestibular 2012

Fuvest, Unicamp e Unesp definem calendário do vestibular 2013

Provas da primeira fase serão realizadas, respectivamente, nos dias 25, 11 e 18 de novembro. Unifesp e ITA também divulgaram datas

As três universidades, além do ITA e da Unifesp, divulgaram nesta terça-feira (17) o calendário para o Vestibular 2013. As datas foram definidas conjuntamente para permitir aos candidatos interessados a participação em todos esses processos seletivos.

Confira as datas:

 

USP

UNICAMP

UNESP

UNIFESP

ITA

Inscrições

24/08 a 10/09

20/08 a 14/09

17/09 a 11/10

A ser divulgada

01/08 a 15/09

Prova 1ª fase

25/11

11/11

18/11

É o Enem, realizado nos dias 3 e 4 de novembro de 2013

11 a 14/12

Prova 2ª fase

06 a 08/01/2013

13 a 15/01/2013

16 e 17/12

13 e 14/12

-

Resultados

02/02/2013

04/02/2013

28/01/2013

30/01/2013

28/12

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