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*Ciências da Natureza*

27

mar
2011

Diferentes tipos de extinção

Já que estamos falando em história da vida, você faz idéia de quantas espécies já existiram em nosso planeta desde o surgimento da vida até agora?

Faça as contas: estima-se que hoje existam entre 2 e 4% de todas as espécies que já existiram na Terra. Isso já nos dá uma indicação: tanto as extinções naturais como aquelas causadas por catástrofes são fenômenos corriqueiros na história do nosso planeta. Estima-se que, em média, 2,5 espécies por ano se tenham extinguido nos últimos 600 milhões de anos. De novo, faça as contas! Isso dá um total de 1,5 bilhão de espécies!

A extensão e, portanto, as consequências das extinções podem variar. Uma espécie que só existe em uma única ilha será totalmente extinta se essa única população desaparecer. Por sua vez, uma espécie que ocorre em grande área em um continente, por exemplo, pode ter algumas de suas populações extintas em partes de sua distribuição. Essas extinções locais, geralmente, resultam na diminuição da variabilidade genética da espécie, mas não em sua extinção, que só ocorreria se todas as populações fossem extintas. Além disso, as extinções locais podem ser revertidas, caso o fator causador seja controlado, ao passo que as extinções globais são irreversíveis.

Podemos classificar as extinções por meio de suas causas. Por exemplo, uma espécie pode ser extinta simplesmente se seu habitat for totalmente destruído e ela não for capaz de viver em outros habitats. Adivinhe qual é o tipo de extinção mais provocado pelo ser humano? Você acaba de receber um prêmio: é esse mesmo! Outra causa: a humanidade pode explorar uma espécie a tal ponto que ela acaba por se extinguir. Isso não lhe lembra um pouco o parasitismo? Em outros casos, o homem introduz predadores ou herbívoros em comunidades das quais eles não faziam parte anteriormente, o que pode levar a extinções.

Seja qual for a causa das extinções provocadas pela interferência humana - direta ou indireta -, o fato é que a lista mundial de espécies ameaçadas conta atualmente com 707 espécies animais e 84 espécies de plantas extintas, quase a totalidade delas desaparecida nos últimos 400 anos. Essa lista fúnebre inclui 76 mamíferos, 132 aves, 58 peixes, 20 répteis, 37 anfíbios e cerca de 380 invertebrados.

É importante notar que essas listas se referem apenas às extinções conhecidas. Certamente números muito maiores de animais e plantas foram extintos - especialmente pela destruição de seus habitats - sem que a humanidade sequer se desse conta. Para as plantas, embora apenas 84 espécies estejam comprovadamente extintas, estima-se que quase 400 espécies já tenham desaparecido.

É possível que o número de extinções em ecossistemas pouco estudados, como os marinhos, seja comparável ou até maior do que naqueles sobre os quais temos informação. Com base na biodiversidade das florestas tropicais e nas taxas de desmatamento atuais, estima-se que dezenas de milhares de espécies estão sendo extintas a cada ano ao redor do planeta.

Como você viu, uma das principais causas de extinção e, por conseguinte, de perda de biodiversidade, é a destruição de habitats. Hoje se admite que praticamente não exista habitat tropical que não tenha sido impactado, em maior ou menor grau, pelo ser humano.

Para você ter uma ideia, se somarmos as áreas de floresta tropical de todo o planeta, teremos uma vez e meia a área do Brasil. Há pouco mais de 500 anos, essa área total equivalia a cerca de quatro vezes a área do nosso país. Conseguimos destruir mais em 500 anos do que em toda a história anterior da humanidade!

Hoje, mais da metade do que restou das florestas tropicais se encontra nas Américas e, nesse cenário, o Brasil é, de longe, o país com a maior área florestal tropical do mundo. Orgulho? Sim! Mas também responsabilidade. (fonte: www.redefor.usp.br)

Para você ter uma noção da taxa de destruição dos habitats tropicais, vamos executar uma atividade.

Faça uma pesquisa na internet. Busque imagens de mapas que apresentem a distribuição da área coberta por vegetação no passado e nos dias atuais, dos seguintes biomas: 

Mata Atlântica; Mata Amazônica, e Cerrado.

 

Em seguida responda as questões abaixo nos comentários:

1. qual desses biomas é o mais impactado. Por quê?

2. qual as causas dos impactos nesse bioma?

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27

mar
2011

Sistema Nervoso e o Computador

(por: Jaqueline M. dos Santos)

Denomina-se computador uma máquina capaz de variados tipos de tratamentos automáticos de informações ou processamento de dados, um computador pode ler algo tão rápido, e então todo o seu sistema trabalha junto realizando um processo.

Sabemos que o sistema nervoso também pode ser algo automático pois está ligado à muitas partes de nosso corpo, sendo assim realiza muitas coisa com uma rapidez inexplicável.

Se furarmos o dedo do pé, por exemplo, é enviado ao cérebro pelo nervo sensorial, uma mensagem que avisa o corpo humano do perigo existente. E com o computador acontece o mesmo. Quando usamos o mouse para realizar alguma atividade, o processo pode ser rápido ou lento, ou seja, igualzinho ao sistema nervoso, que se machucarmos mais perto do cérebro sentiremos a dor mais rápido, do que se machucarmos mais longe.

Um computador pode prover-se de inúmeros atributos, dentre eles: armazenamento de dados, processamento de dados, cálculo em grande escala, desenho industrial, tratamento de imagens gráficas, realidade virtual, entretenimento e cultura. Assim como o computador guarda e armazena dados o nosso sistema nervoso, recebe e transporta informações, e a nossa memória guarda todas as informaçoes recebidas.

Enquanto o computador, analógico e digital, possuem o ábaco, a calculadora, que servem para organizá-lo, o nosso sistema nervoso também tem sua organizaçao. Ele é dividido em dois: sistema nervoso periferico e central, neles incluem: nervos cranianos e espinhais, encéfalo, medula espinhal, bulbo, cerebelo e cérebro.

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27

mar
2011

As noites ardidas de verão

(por: João Carlos Miguel Thomaz Micheletti Neto)

Quem aqui nunca ficou ardido depois de um dia ensolarado de verão? Se vocÊ sabe do que estou falando, sabe também que as noites ardidas poderiam ter sido evitadas se tivéssemos alguns cuidados básicos.

Quando exageramos na exposição ao Sol, provocamos uma reação de defesa em nosso organismo, mais especificamente na pele, nosso órgão protetor. A vermelhidão ou o bronzeado nada mais são do que formas que a pele apresenta para tentar proteger nosso corpo da exposição prolongada ao Sol.

A pele de qualquer ser humano apresenta um tipo de célula conhecida como melanócito, que é responsável pela produção e acúmulo de melanina. A melanina é o pigmento que dá a coloração típica do indivíduo e protege contra a radiação (ultravioleta) nociva do Sol. Assim, ficamos bronzeados porque nossa pele aumentou a quantidade de melanina, tentando nos proteger do Sol.

Quando exageramos na dose de Sol, a pele fica ardendo ou, pior, com queimaduras sérias. Mas o ardor, os inchaços, as queimaduras e até mesmo o envelhecimento precoce e a flacidez da pele são os problemas menos graves dessa história toda. A radiação ultravioleta existente na luz solar pode provocar vários tipos de câncer de pele, inclusive um tipo mortífero, conhecido como melanoma. O melanoma, se não for tratado em seu início, é quase sempre fatal.

O envelhecimento precoce e o câncer de pele são efeitos do Sol que não são percebidos de um dia para o outro. A radiação ultravioleta apresenta influência cumulativa em nosso organismo, o que significa que a cada exposição indevida ao Sol aumentamos o risco de desenvolvimento de câncer. Mas se a radiação ultravioleta está sempre presente no Sol nosso de cada dia, será que estamos fadados a desenvolver câncer de pele? Não podemos fazer nada para evitar esse problema?

Com o conhecimento sobre os perigos associados à exposição prolongada ao Sol e com cuidados simples, podemos sim diminuir os riscos de desenvolver qualquer problema e podemos, até mesmo, evitá-los. Um dos cuidados mais simples que podemos tomar seria o uso correto e constante do protetor (filtro) solar.

Os filtros solares são produtos que proporcionam uma proteção adicional à nossa pele contra as radiações nocivas do Sol. A melanina seria um protetor natural que nosso corpo produz, mas, como você bem sabe, nós não ficamos bronzeados de uma hora para outra. Por isso, é muito importante nos protegermos antes da exposição ao Sol.


São duas as formas com as quais os filtros solares podem proteger a nossa pele: refletindo a radiação que nos atinge ou absorvendo esta radiação antes que nossa pele a absorva. Os materiais sob a forma de pasta branca bloqueiam a passagem da luz, impedindo a passagem da radiação ultravioleta. Este bloqueio acontece porque os materiais provocam alta reflexão da radiação que chega à nossa pele. Além disso, misturados à pasta branca, existem outros materiais que penetram superficialmente em nossa pele e que são capazes de absorver a radiação ultravioleta que não foi refletida.

Todos os filtros solares apresentam um número em sua embalagem que indica seu fator de proteção. Este número significa o nível de proteção que o produto oferece, ou seja, o tempo que a pessoa pode permanecer ao Sol sem ficar com a pele avermelhada (início de queimadura). Por exemplo, se a pele de uma pessoa, sem proteção, leva 20 minutos para ficar avermelhada, com um filtro solar de fator 15, a mesma pele levará 15 vezes mais tempo, ou seja, 300 minutos. Contudo, isso não significa dizer que, só porque a pessoa usou o filtro solar por uma vez, ela estará livre das queimaduras. Passado o tempo de proteção do filtro, a pele sofrerá os danos como se estivesse sem protetor solar.

Mas não são todas as pessoas que precisam de apenas de 20 minutos pra que sua pele comece a ficar queimada. Na verdade, este tempo é muito variável, pois depende de alguns fatores, como a quantidade de melanina (pigmentação) da pele e fatores geográficos como altitude e latitude. Como saber, então, qual é o filtro solar mais indicado para mim?

Segundo especialistas, o filtro solar mínimo para uma proteção adequada é o de fator de proteção 15. Filtros com fatores acima de 15 proporcionarão mais tempo de proteção à radiação ultravioleta. Todas as pessoas, independentemente da cor da pele, devem usar filtro solar nos momentos de exposição ao Sol, mas aquelas com peles mais claras (com menos melanina e, por isso, menos resistentes) devem se precaver ainda mais.

Além do uso de um filtro solar com fator mínimo igual a 15, a forma de utilização também influencia bastante na proteção. Não basta usar o filtro solar apenas uma vez, já que, após o tempo de proteção proporcionado pelo fator, a pele estará vulnerável novamente. O ideal é reaplicar o filtro a cada 3 horas, sempre 20 ou 30 minutos antes da exposição ao Sol, para que o produto se infiltre adequadamente na pele. Também é importante a reaplicação após grande transpiração ou após tomar banho.

Outros cuidados adicionais que podem aumentar ainda mais a proteção contra os raios ultravioleta seriam: uso de chapéu e óculos escuros; usar o protetor mesmo nos dias nublados e em áreas de sombra; e evitar a exposição ao Sol nos horários de maior incidência da radiação ultravioleta (entre 10h e 15h).

O bronzeado, que antes era considerado um sinal de saúde e beleza, hoje é considerado um alerta do corpo contra os danos provocados pelo Sol. Uma pele saudável ao longo da vida é muito mais importante do que um bronzeado que dura alguns dias. Tomando cuidados simples, mas necessários, você pode curtir os dias ensolarados sem se preocupar com as consequências desagradáveis de curto prazo, como ardência ou queimaduras, e até mesmo aquelas mais sérias e de longo prazo, como o câncer de pele. Pele vermelha nunca mais!

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27

mar
2011

Os cinco sentidos na terceira idade.

(por: Maíra Batistoni e Silva)

Todo ser vivo possui um tempo limitado de vida, compreendido entre o nascimento e a morte. A vida dos seres vivos pode ser dividida em três fases: a fase de crescimento e o desenvolvimento, a fase reprodutiva e a senescência ou envelhecimento. Durante a primeira fase, ocorre o desenvolvimento e crescimento dos órgãos, o organismo cresce até seu corpo desenvolver todas as funções para mantê-lo vivo e torná-lo apto à reprodução. A fase seguinte é caracterizada pela capacidade de reprodução do indivíduo, que garante a sobrevivência e perpetuação de sua espécie. A terceira fase, a senescência, é caracterizada pelo declínio da capacidade funcional do organismo. Com o passar dos anos, os cinco sentidos tornam-se menos eficientes, interferindo na segurança, nas atividades diárias e no bem-estar geral do indivíduo.

Vamos ver agora quais são as consequências do envelhecimento no funcionamento dos cinco sentidos (olfato, paladar, tato, visão e audição).


O olfato e o paladar
A redução do olfato na fase da velhice é pouco estudada, mas atualmente sabe-se que a diminuição da percepção dos cheiros inicia-se na meia-idade e progride ao longo da senescência, podendo interferir na qualidade de vida do idoso. Já as papilas gustativas da boca, responsáveis pelo paladar, diminuem cerca de 60%.
O paladar e o olfato reduzidos na senescência podem ocasionar problemas nutricionais, pois a falta de percepção do sabor e aroma dos alimentos reduz o interesse pela alimentação, causando a desnutrição ou, ao contrário, pode levar o idoso a adicionar mais sal, açúcar e gordura para intensificar o sabor dos alimentos, o que pode aumentar a incidência de doenças comuns desta faixa etária, tais como hipertensão, diabetes e doenças cardíacas.


O tato
O tato também é reduzido gradualmente durante o envelhecimento. A perda da capacidade de perceber a textura, a temperatura e a consistência dos materiais ocasiona dificuldades na realização de atividades motoras finas, tais como contar dinheiro, costurar, escrever, virar páginas de livros e revistas.


A visão
Ao longo do envelhecimento, a visão pode ser efetuada de diferentes formas, tais como: diminuição da percepção de cores e do campo visual, dificuldade de enxergar com baixa luminosidade, de perto e/ou de longe. Além disso, a visão pode ser afetada por doenças comuns entre os idosos, como a catarata e o glaucoma. A perda da capacidade visual interfere muito na qualidade de vida dos idosos, pois é o sentido que mais utilizamos para receber informações do ambiente e interagir com as coisas e pessoas que nos cercam. Isto sem falar no aumento de acidentes que podem ser ocasionados pela diminuição da visão, como, por exemplo, tropeços e atropelamentos.


A audição
A redução da audição pode ocorrer por alterações em qualquer uma das etapas do trajeto entre a captação do som no ouvido até a sua interpretação pelo cérebro. Essas alterações ocorrem progressivamente ao longo do processo de envelhecimento e podem atingir 70% dos indivíduos com mais de 75 anos. A perda da capacidade auditiva também diminui a qualidade de vida dos idosos, pois dificulta o diálogo com outras pessoas.


Cuidados para melhorar a qualidade de vida na senescência
Apesar da diminuição da capacidade funcional dos cinco sentidos, velhice não é sinônimo de doença, tristeza e inatividade e pode ser uma fase vivida com saúde e alegria. Para isto, é importante compreender e aceitar o processo, pois ele faz parte da vida e todos nós passaremos por ele um dia. O segundo passo para quem quer ter qualidade de vida com 60, 70, 80 ou 90 anos é começar a se cuidar agora!


Hábitos como a prática de atividades físicas, alimentação equilibrada, sono adequado e hidratação constante do corpo e da pele são fundamentais para evitar maiores perdas dos sentidos. Além disso, os médicos lembram a costumeira recomendação contra o consumo de drogas, que podem acelerar a degeneração da capacidade sensitiva.


No caso da audição, é possível prevenir maiores danos evitando exposição excessiva a ruídos. Já no caso da visão, ainda não é possível retardar a chegada de problemas como catarata, mas o uso de óculos escuros com proteção ultravioleta diminui o risco de cegueira, doença que atinge de 6% a 10% da população com mais de 80 anos.


Não perca tempo! Afinal, cuidados como a alimentação, sono e hidratação, a prática de atividades físicas regularmente e o abandono do uso de cigarro, álcool ou outras drogas melhoram o dia de hoje... e o de amanhã também!

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27

mar
2011

Tudo para o alarme não tocar!

fonte: Suzana Herculano-Houzel

Quem tem o hábito de acordar sempre à mesma hora com um despertador já deve ter notado que muitas vezes acorda espontaneamente uns poucos minutos antes do desagradável escândalo matutino do aparelho, justamente a tempo de evitá-lo. E, quando há uma ocasião especial e nenhum despertador por perto, muitas pessoas conseguem se programar para acordar na hora certa. Como se houvesse um reloginho interno que funciona enquanto estamos dormindo.

Um estudo muito simpático, feito em Lübeck, na Alemanha, mostra que a capacidade de antecipar durante o sono o momento de acordar pode estar ligada à liberação no sangue, com hora marcada, de um hormônio. Jan Born e seus colegas sabiam que dois hormônios produzidos em situações de estresse, a adrenocorticotropina e o cortisol, são normalmente liberados em grandes quantidades no sangue no momento em que acordamos de maneira espontânea. Se o aumento do nível desses hormônios no sangue faz parte dos mecanismos que marcam o fim do sono todas as manhãs, talvez ele também possa acontecer com hora marca. Nesse caso, para ligar o "despertador", bastaria programas a liberação no sangue desses hormônios para a hora desejada!

Para determinar se é isso o que acontece no despertar programado, Born pdeu a voluntários para dormir no laboratório, e avisou-os de que eles seriam acordados a uma certa hora da manhã. Enquanto eles dormiam, eram colhidas amostras de sangue a cada 15 minutos para a análise do nível dos dois hormônios no sangue. Os pesquisadores descobriram que, quando os voluntários esperavam ser acordados às 6h, o nível de adrenocorticotropina no sangue de fato começava a subir uma hora antes, às 5h, como que já preparando o corpo para despertar na hora prevista. Em comparação, quando os mesmos voluntários esperavam pela chamada somente às 9h, mas eram acordados de surpresa às 6h, o nível da drenocorticotropina no sangue ainda não havia subido. Curiosamente, o nível de cortisol não mudou em nada no sangue com a expectativa de acordar no horário marcado.

Como o aumento da adrenocorticotropina no sangue parece falicitar o despertar espontâneo, talvez seja o aumento programado desse hormônio uma hora antes do despertar que nos permita ganhar a corrida contra o despertador.

Até faz sentido esse "hormônio despertador" ser normalmente um hormônio de estresse. É só lembrar da ansiedade que dá naqueles momentos de meio termo, nem bem sono nem bem vigília, virando na cama com os olhos entreabertos, pensando se já não estará na hora de acordar.

E quem programa a liberação da adrenocorticotropina no sangue?

Certamente o cérebro, que além de controlar o sono também tem um reloginho embutido que não para de bater, ajustando nossos horários ao dia do lado de fora.

Se você pensava que os trabalhos do cérebro não tem nada a ver com os hormônios, pense duas vezes: os dois se entendem até quando dorminos!

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21

mar
2011

Dia Mundial da Água

História do Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado à discussão sobre os diversos temas relacionados a este importante bem natural.

Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido?

A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) está sendo contaminada, poluída e degradada pela nossa ação predatória (seres humanos). Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a "Declaração Universal dos Direitos da Água". Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam, dê a sua também participando deste fórum.

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13

mar
2011

Tragédia Japonesa

Olá, Pessoal.

Infelizmente, ocorreu o episódio trágico dos terremotos e da tsunami que atingram o Japão. Mas envolvem nossa disciplina.

Muitos questionamentos e discussões científicas emergem em momentos como esse. Decidi abrir o presente fórum para que possamos discutir o assunto.

Como o ocorrido não tem nada a ver com a interferência humana no meio ambiente, mas acabou interferindo em um ponto que envolve o meio ambiente, iremos discutir nesse fórum os perigos e as vantagens da energia nuclear.

O que vocês acham, vale a pena investir na energia nuclear? Ela é "limpa", mas pode causar problemas como o ocorrido agora no Japão em decorrência do terremoto e, posteriormente, da tsunami.

Utilizem esse link pra pesquisar também: http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=3814&bd=1&pg=1&lg=

Obs.1: essa atividade valerá nota. Façam uma breve pesquisa sobre a energia nuclear e postem suas respostas sobre a pergunta em negrito.

Obs.2: a sua resposta só aparecerá no Blog após minha confirmação, por isso, demora um pouco pra ser postada, não se preocupe, poste uma única vez incluindo seu nome e série.

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