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*Ciências da Natureza*

22

out
2012

Embriões Éticos

Agora vai. Robert Lanza, da empresa americana ACT (Advanced Cell Technology) publicou no periódico científico britânico "Nature" desta semana artigo descrevendo como produziu células-tronco "éticas". Quer dizer, células com potencial para uso em tratamento de saúde que não resultam da destruição de embriões humanos.

Até agora, as cobiçadas células-tronco embrionárias humanas (CTEHs) eram obtidas de embriões de cerca de 4 a 5 dias, na fase em que são chamados de blastocistos e têm mais de uma centena de células. Nessa altura o embrião tem o formato de uma esfera oca, dentro da qual se encontra uma massa de células que dará origem ao feto propriamente dito, sendo por isso chamadas de pluripotentes (podem se transformar em qualquer célula do corpo).

Tal capacidade de transformação está na raiz do interesse dos pesquisadores. CTEHs poderiam em princípio ser usadas para substituir células defeituosas ou de tecidos com problemas, como uma área do cérebro danificada pelo mal de Parkinson. Para obtê-las, contudo, a esfera do blastocisto tem de ser rompida, inviabilizando o desenvolvimento do embrião.

Isso desperta a ojeriza de todos aqueles que enxergam um ser humano naquela centena e meia de células. Daí toda a resistência a esse tipo de pesquisa, que levou por exemplo às restrições da Lei de Biossegurança brasileira (podem ser usados somente embriões inviáveis com mais de três anos de congelamento em clínicas de reprodução assistida). Lanza acha que resolveu o problema.

A ACT repetiu com embriões humanos o que já tinha realizado com camundongos. Lançou mão de uma técnica usada em muitas clínicas avançadas de reprodução, a biópsia de embrião. Quando ele tem apenas dois dias, uma de suas oito células é sugada por meio de pipetas finíssimas, as mesmas empregadas para manipular óvulos e espermatozóides no procedimento de fertilização in vitro.

A célula seqüestrada permite a realização de testes de DNA, para verificar a ocorrência de algumas doenças e síndromes genéticas conhecidas. Na sua ausência, o embrião pode ser implantado no útero da candidata a mãe e tornar-se um bebê sadio. Lanza e companhia usaram a célula para iniciar uma cultura de CTEHs, preservando a integridade do embrião.

O pesquisador disse ao jornal "The New York Times" que não haveria mais "motivos racionais" para alguém se opor a esse tipo de pesquisa. Não é bem assim. Racionalmente, pode-se argumentar que a biópsia não é isenta de riscos para o embrião. No caso do teste de DNA, o risco é assumido em seu benefício (afastar a possibilidade de doenças genéticas). Na técnica da ACT, em favor de outrem. Contra essa objeção, já se propõe que a célula arrancada seja posta a dividir-se, usando então suas descendentes para ambas as finalidades, diagnóstico e cultura de CTEHs.

Lanza desconsidera, porém, que existem objeções éticas contra a própria fertilização in vitro. De católicos, por exemplo. No Brasil, sua influência mantém em perigo até a Lei de Biossegurança, pois uma ação direta de inconstitucionalidade contra ela até hoje não foi julgada.

Além disso, a aparente simplicidade da técnica suscita a reflexão: poderia ter sido tentada antes, quando tantos pesquisadores juravam de pés juntos que o irracionalismo estava impedindo o progresso da ciência, ao rejeitar a violação de uma simples bolinha de células. Só o fizeram sob pressão.

Agora vai? Parece que não. O fosso está mais abaixo.

 

1- Pensando nas doenças que podem se manifestar no indivíduo desenvolvido a partir de um embrião, em linhas gerais, a biópsia de uma célula embrionária é capaz de identificar que tipo de doenças?

2- Nos animais deuterostômios, como é o caso dos cordados, as instruções para a diferenciação dos vários tipos de células e de tecidos surgem gradativamente ao longo do desenvolvimento embrionário. Já em um animal protostômio, em termos morfológicos e funcionais, cada uma das células presentes no embrião já tem, desde o início, um "destino" específico. Em vista disso, pode-se supor que o impacto de uma técnica como a biópsia de embrião teria igual efeito no desenvolvimento de ambos os tipos de animais? Justifique sua resposta.

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29

nov
2012

Andressa Canova

1.Doenças ligadas aos genes, tais como síndrome de Down, Turner, entre outras doenças genéticas. 2.Não pois nos deuterostômio as funçoes enquanto no protostômio, as células possuem sua função definida desde o princípio.

28

nov
2012

Caroline Martins

2-Não ,pois nos embriões das células dos deuterostômios não estão especializadas ,ou seja ,suas funções não estão definidas ao contrário do embrião dos protostômio ,tais células já tem funções definidas .

28

nov
2012

Gabriel Henrique

1 - Doenças que podem vir por causa de erros genéticos ou falta de determinada célula no embrião que podem ser vital ou não para o crescimento do mesmo 2 - em um ser deuterostômios, como nós, não tem problema se perdemos alguma célula até a glástula, porque até chegar essa fase, as células noa tem função específica, já nos seres Protostômios, já desde o inicio as células têm funções determinadas, o que prejudicaria se faltasse alguma célula.

28

nov
2012

Adriel Dacome Pereira

1-sim poderia indentificar,doenças que agissem diretamento no dna e cromossomo,como doenças geneticas,síndrome de Down,Tuner, entre outras doenças que agem no dna e nos cromossomos. 2-para mim afetaria diferentemente cada caso,pois no primeiro seria subestituida e não haveria problema e no segundo caso haveria problema,pois quebraria a cadeia e desorganisaria tudo.

13

nov
2012

Lucas Toniolo Pereira

1- Doenças ligadas aos genes, tais como síndrome de Down, Turner, entre outras doenças genéticas. 2- Não, pois no primeiro caso se for tirada uma determinada célula outra se colocara no lugar, pois elas não possuem função especifica ainda, já no segundo caso se for tirada alguma célula do embrião haverá algum problema no desenvolvimento do mesmo, pois cada célula já possuía sua função determinada.

12

nov
2012

Stéfano Polisel Bonazzi

1) Os erros que podem ser diagnosticados, são os provenientes de um erro na divisão das células e também de erros no número de cromossomos das células. 2) Não, pois nos deuterostômios, as células se adaptam a novas funções, enquanto no protostômio, as células possuem sua função definida desde o princípio, não podendo se adaptar a novas necessidades, fazendo assim com que não seja importante uma biopsias nessas células.

12

nov
2012

Julia Mariano

1- Doenças heréticas e genéticas. 2- Não, pois as células dos deuterostômio não há uma determinada função sobre ela, já as células dos protostômios, é muito pelo contrario. É aplicada uma determinada função a ela. Desculpa a demora professor.

11

nov
2012

Juliano Bonatti

1- Permite a realização de testes para identificar algumas doenças e síndromes. 2- Não, pois no primeiro caso mesmo retirando uma célula de determinada função, outra virá em seu lugar, devido a função da célula surgir gradativamente. Já no segundo caso, se retirarmos uma célula de determinada função, haverá um "deficit" na função que ela exerce.

10

nov
2012

Larissa Estequi 1EM

1- A biópsia de uma célula embrionária é capaz de prever várias doenças em seu DNA, já que esse teste é feito com a célula ainda muito nova. Doenças como mutações, defeitos de leitura no DNA para a síntese e RNA e proteína, podem ser identificadas através da biópsia de uma CTEH. 2- O impacto será diferente, já que a formação das duas espécies é diferente, sendo assim o processo de desenvolvimento de suas células diferentes também.

10

nov
2012

Isabela Fernandes

1-Sim a biópsia de uma célula embrionária é capaz de identificar doenças e síndromes como Síndrome de Down, Hemofilia entre outras anomalias genéticas. 2- Não, O deuterostômio não afeta o organismo, pois ele não tem uma função definida. Já os protostômio tem função especifica, que se for interrompida pode causar danos.

9

nov
2012

Mayara S. Okamoto 3o E.M.

1) Ela é capaz de identificar doenças que estão relacionadas aos genes,ou seja doenças genéticas como por exemplo Fenilcetonúria,ou Síndrome de Felty. 2)Não,porque nos animais deuterostômios as células usadas fariam a função da onde elas fossem colocadas,contudo os protostômios poderia ocorrer algum erro ,se por acaso não fossem colocadas as células certas no lugar correto.

9

nov
2012

Victor Hugo Danelon

1- Uma biópsia desta célula vai identificar doenças em gerais genéticas. 2- Função errada, pois nos deuterostômios quando se coloca uma célula que tem alguma função e é colocada em qualquer outro lugar para realizar uma função, ela realiza, diferente dos protostômios que só realiza a função que foi ordenada a ela.

9

nov
2012

Amanda Toniolo

1- A biópsia de uma célula embrionária é capaz de identificar doenças e síndromes genéticas, como por exemplo, uma síndrome de Down. 2-Não, pois as células dos deuterostômios não possuem funções específicas, elas se adequam conforme as necessidades de onde ela for implantada. Já as células dos protostômios, elas possuem suas respectivas funções, não podendo ser usada pra qualquer fim, e sim para um fim específico.

9

nov
2012

Talita Santos

1- Doenças Genéticas. 2- Não. Porque deuterostômio não tem função específica, então não interfere na tarefa do organismo. Esse tipo de célula ganha função com o tempo. Assim a técnica da biopsia do embrião se desenvolveria com facilidade. O animal protostômio já tem funções específicas para cada célula e se ocorrer a interferência quebrará a cadeia de células, ocasionando problemas.

9

nov
2012

Beatriz Puga

1) Doenças hereditárias. 2) Não, pois o animal deuterostômio desenvolve sua função com o tempo, não interferindo no processo do organismo. A biópsia do embrião seria mais fácil nesse tipo de célula. A quebra de células dos animais protostômios pode causar danos na função, pois ele já tem essa função específica, não sendo eficaz essa técnica nesses animais . 2) Não. Pois deuterostômio não tem função específica, então não interfere na tarefa do organismo. Esse tipo de célula ganha função com o tempo. Assim a técnica da biopsia do embrião se desenvolveria com facilidade. O animal protostômio já tem funções específicas para cada célula e se ocorrer a interferência quebrará a cadeia de células, ocasionando problemas.

9

nov
2012

Gleice Dayane

1. pode diagnosticar nos embriões a existência de alguma doença genética ou cromossômica antes da implantação no útero da mãe. Doenças como Síndrome de Down, Distrofia Muscular, Hemofilia, entre outras anomalias genéticas. 2.Não porque nos deuterostômios as células não possuem funçoes definidas e vão 'assumindo-se' durante algum tempo, porem os protostômio já tem desde o inicio um destino específico.

9

nov
2012

Natalie Teixeira

1-Ela é capaz de identificar doenças e síndromes genéticas por meio de testes de DNA como por exemplo, substituir células ou tecidos defeituosos ou identificar síndromes com a de Down entre outras. 2-Não pois nos animais deuterosômios o "destino" de cada célula surge ao longo do desnvolvimento do embrião, e uma biópsia não teria muitos resultados em um curto período de tempo pois, isso só ocorreria no fim do desenvolvimento do mesmo onde cada célula já estaria com seu "destino" designadao.Já nos animais protostômicos a biópsia obteria resultados pois já estão com suas células desempenhando seu "papel" o que poderia identificar possíveis doenças e síndromes genéticas.

9

nov
2012

Adriele Rossini

1.É capaz de identificar doenças ligadas ao cromossomo X, como a hemofilia, a distrofia muscular de Duchenne e o retardo mental ligado ao cromossomo X (síndrome do x frágil) e também aneuploidias (erro no número de cromossomos) - sendo a mais conhecida , Síndrome de Down. 2.Não,pois a biópsia realizada nos animais protostômicos não seria viável pois as suas células já tem um caminho especifíco e já nos deuterostômios, é possivel pois demoram algum tempo para se desenvolverem.

9

nov
2012

Macsaiara

1) Doenças hereditárias, e doenças genéticas. 2) Não, não seria igual o efeito de ambos os animais. O deuterostômio não tem uma função definida então não daria problema se fosse aplicada a técnica, mas o protostômio tem função específica, que se for quebrada causa dano.

9

nov
2012

Gabriele Peres

1) Doenças hereditárias 2) Os efeitos nos animais seria diferente, pelo fato de o deuterostômio não ter uma função definida, já o protostômio tem função especifica que pode causar danos se rompida.

9

nov
2012

Rafael Monteiro

1. Doenças genéticas 2.não, pois no caso dos deutorostômios as celulas do embreião nao tem uma função ou caracteristica específica, ja no embrião dos protostômio as fuçoes das celulas embrionárias ja estão definidas

9

nov
2012

Nayara

1) cromossomo 13 (Síndrome de Patau), cromossomo 18 (Síndrome de Edwards), cromossomo 21 (Síndrome de Down) e cromossomos sexuais X e Y (Hemofilia, Turnner e outras). 2) Não, pois cada um vai ser desenvolvido em lugares diferentes, A primeira abertura embrionária dá origem ao ânus e a segunda dará origem à boca nos deuterostômios, enquanto que nos protostômios esta primeira abertura dá origem à boca.

9

nov
2012

Caroline Martins

1-A biópsia de uma célula embrionária tem como objetivo diagnosticar nos embriões a existência de alguma doença genética ou cromossômica antes da implantação no útero da mãe,tais como Síndrome de Down, Distrofia Muscular, Hemofilia, entre outras anomalias genéticas.

9

nov
2012

Carla Fernanda Côa

1- evita-se o desenvolvimento e nascimento de bebês com problemas.Detecta as anomalias das principais doenças. As principais são do cromossomo 13 (Síndrome de Patau), cromossomo 18 (Síndrome de Edwards), cromossomo 21 (Síndrome de Down) e cromossomos sexuais X e Y (Hemofilia, Turnner e outras). 2-não. pois é um procedimento invasivo que retira algumas células do embrião. A princípio, por ser um trabalho realizado por um profissional altamente qualificado (embriologista), essa chance é mínima, mas não deve ser desconsiderada. A Hibridação genômica comparativa (a-CGH – microarray – Comparative Genomic Hybridization) é uma técnica mais avançada para o Diagnóstico Pré-Implantacional (PGD) por estudar os 24 cromossomos do corpo humano. Essa técnica é capaz de identificar todas as anomalias cromossômicas chamadas aneuploidias, que são alterações no número de cromossomos, sendo perdas ou ganhos, causados por erros na divisão celular.

9

nov
2012

Natasha Kelly Mantuan

1- A biópsia de uma célula embrionária é capaz de identificar algumas doença e síndromes genéticas conhecidas,porém essa biopsia pode apresentar algum risco para o feto. 2- Não teria igual efeito,pois no caso dos animais deuterostômios não seria possível identificar algum tipo de anomalia no feto,já que a diferenciação dos vários tipos de células e de tecidos surgem ao longo do desenvolvimento,apenas no fim seria possivel identificar,no entanto,nos animais protostômio,cada um das células presentes no embrião já têm um destino especifico,portanto seria possível prever algum tipo de doença ou síndrome no inicio do desenvolvimento do feto.

9

nov
2012

Joao Franco Neto

1-doença genética ou cromossômica antes da implantação no útero da mãe. Síndrome de Down, Distrofia Muscular, Hemofilia, entre outras anomalias genéticas, 2-é muito complexo pra eu dar uma opinião certa,mais eu acredito que sim,porque se você já sabe que tipo de doenças o animal vai ter ao longo do seu desenvolvimento,você vai tomar logo um cuidado especial,ou vai tentar de todas as maneiras reverter o processo de doenças...Mais também antes mesmo de uma fecundação pode ser selecionada a célula "melhor" impedindo que a "defeituosa" seja implantada,isso eu ja acho errado pois não devemos interfirir no embrião que ira nascer,selecionar qual vive e qual nao(ponto de vista criacionista , só Deus tem esse direito)

9

nov
2012

Rosana

1)Bom, a biópsia é capaz de identificar todas as " mutações" cromossômicas, como as alterações no número de cromossomos causados pelo erra na divisão celular. A biopsia tem como beneficio de afastar a possibilidade de doenças geneticas. Como muitas vezes a Sindrome de down e varias outras "aberrações" que o senhor passou pra gente na sala. Bom a 2 eu não entendi Gustavo, mas a 1 esta ai.

9

nov
2012

Ana Mendes

1) Sabendo-se que a biopsia serve para se identificar doenças e seu progresso em determinado tecido, uma biopsia feita em um embrião será capaz de identificar falhas genéticas, erro de códons que podem gerar problemas futuros, doenças hereditárias ( como a Doença de Huntington, Anemia Falciforme) , e outras doenças e síndromes ( como a Síndrome de Down) que antes de sequer se formar um “ser humano” - quando ainda se é um embrião - já está presente nos genes devido a falhas em processos celulares, ou seja, doenças e falhas ligadas aos cromossomos. 2) Uma biopsia realizada em um Deuterostomio, irá retirar pequena quantidade de suas células para que se possa estuda-las, o que não afetará no futuro desenvolvimento do embrião pois as células presentes nele são capazes de se adaptar ao local onde irão atuar, ou seja, ao há uma definição no primeiro momento que diferencia as células de cada tipo de tecido, isso ocorrerá com o tempo. Já em um animal Protostomio as células já teriam funções certas com uma pré- diferenciação de cada tipo para cada tecido em que atuará, assim se feito uma biopsia as células retiradas farão falta à sua função.

9

nov
2012

Daniel Thomé Coppa

1- R: A biopsia vai ser boa porque vai mostrar se há alguma doença ou síndrome presente nos genes causada por alguma falha nos cromossomos. 2- R: Os animais Deuterostomio não têm suas celulas predefinidas onde vão atuar nos tecidos, entao se algumas forem retiradas para biopsia (pesquisas) nao afetara o funcionamento porque outras celulas se adaptaram no lugar. Mas nos animais Protostomio já tem suas celulas certas definidas então se retirar algumas elas irão fazer falta no funcionamento, pois ja tem lugar certo para atuar.

9

nov
2012

Gustavo Correa

Bom, as doenças identificadas nas biópsias, são doenças que podem ser previstas á partir do cógido genético (DNA), que são as doenças genéticas, propriamente ditas, e as sindromes, que são causadas por um erro de transcrição do DNA, como a sindrome de Down. Com base na segunda pergunta, podemos concluir que o desenvolvimentos nos dois tipos de animais, será afetado, de maneiras diferentes, pois no primeiro, as células surgem de acordo com o desenvolvimento do embrião, mas não sabemos se a célula retirada já possuía uma função ou se é uma celula insubstituível. No segundo caso, o mais prejudicado, o que acontece é que as células já possuem cada uma sua função, e assim que retirada, o setor em que ela atuaria, ficará "desamparado", já que as outras células já possuem funções, e assim prejudica o desenvolvimento embrionário.

8

nov
2012

Vanessa

1- E capaz de identificar qualquer tipo de doenças genéticas, como síndrome de down, distrofia Muscular, entre outras anomalias genéticas tudo pela biópsia. 2-Não. Pois cada um das especies apresentadas não desenvolvem a mesma célula, um desenvolve ao longo do tempo a outra já com o "destino" certo, ou seja, o desenvolvimento seria diferente com a técnica com a biópsia.

8

nov
2012

Gabriela Bortoleto

1- Doencas geneticas, como Alzheimer. 2-Nao, ja que em animais protostomicos dependo da celula retirada ira alterar uma celula com funcao especifica podendo atrapalhar sua tarefa, enquanto nos deuterostomicos a celula que foi retirada so iria ganhar funcao com o tempo, podendo entao ser substituida por outra.

7

nov
2012

Carol Paixão

A biópsia de uma célula embrionária é capaz de diagnosticar alguma doença genética ou cromossômica como a Síndrome de Down, Distrofia Muscular, Hemofilia, Síndrome de Edward, Síndrome de Patau, Síndrome de Klinefelter (XXY), Síndrome do XYY, Síndrome do Triplo X (XXX), entre outras. O impacto nos animais deuterostômios não seria igual ao impacto nos protostômios. Nos deuterostômios a biópsia deveria ser feita ao longo do desenvolvimento embrionário para conseguir obter a célula com a sua determinada instrução, e diagnosticá-la, e não haveria nenhum impacto como nos humanos. Já nos protostômios as células do embrião no início já tem sua função determinada, então quando retirassem essa célula, ela poderia perder a sua função ou até mesmo mudar a sua função, e ocorrer algum erro.

5

nov
2012

Matheus Raetz

1 - Sim pois o DNA já está formado, ou seja, se houver algum erro na formação dos cromossomos ele será detectado pela biopsia. 2 - Não, pois a biopsia pode não detectar uma doença em animais deuterostômios por ela ainda não se manifestar no embrião e detectar depois de um tempo pelo fato que as instruções para a diferenciação dos vários tipos de células e de tecidos surgirem gradativamente ao longo do desenvolvimento embrionário.

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