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*Professor Genivaldo *

30

set
2014

Por que a barriga ronca quando estamos com fome?

 

 

Porque o ar e os líquidos do aparelho digestivo se misturam quando bate a fome, produzindo esse barulho esquisito - e, vamos admitir, bem constrangedor em certas situações. "Nessa hora, o corpo já se prepara para receber a comida: a boca produz saliva, as paredes do estômago se movimentam e passam a fabricar o suco gástrico. Se o alimento demora a chegar, o ar que entra precisa se acomodar às secreções da digestão, provocando os roncos da barriga. Pode ser desagradável, mas é uma reação natural", afirma o gastroenterologista Joaquim Prado de Moraes, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Entretanto, o barulho não surge apenas quando estamos com fome, podendo aparecer também durante a digestão. "Quando nos alimentamos, ingerimos ar com a bebida e a comida. Ao passar pelo tubo digestivo, o ar se junta aos líquidos e causa o ronco", diz outro gastroenterologista, Décio Chinzon, também do Hospital das Clínicas.

 

O pior é que a sinfonia estomacal pode ser ouvida em alto e bom som, pois, quando o estômago se contrai, as paredes do abdômen funcionam como uma espécie de amplificador. Para quem tem horário definido para comer, essas contrações acontecem sempre antes das refeições. Já para as pessoas que nunca se alimentam na mesma hora, o ronco pode aparecer após cinco a oito horas de jejum.

 

Fonte: Mundo Estranho

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26

set
2014

1905: Einstein apresenta ao mundo a Teoria da Relatividade

 

"O eterno mistério do mundo é a possibilidade de o compreendermos ... O fato de que ele seja compreensível, por si só, já é um milagre."
Einstein, Física e Realidade (1936)

O ano de 1905 foi consagrado pela comunidade científica internacional como o "Annus Mirabilis" (ano miraculoso), dedicado a Albert Einstein pelo fato do cientista ter publicado, num curto espaço de nove meses, cinco dos mais importantes artigos da física do século 20. Foram eles: sobre a quanta de luz (março); dimensões moleculares (abril - sua tese de doutorado na Universidade de Zurique); movimento browniano (maio); relatividade especial (exatamente em 26 de setembro) e E=mc² (novembro - equação que esteve na base da construção de bombas nucleares).

Em todos os sentidos, 1905 foi um ano de conquistas científicas miraculosas por parte de um burocrata em patentes - Einstein trabalhava em um escritório de patentes suíço em Berna - praticamente desconhecido e sem qualquer contato pessoal com os físicos de renome da época. O mais impressionante é que na elaboração dos cinco artigos que romperam com a física clássica e fincaram novos fundamentos para a física moderna não havia praticamente menção a nenhum dos cientistas anteriores. E seu autor tinha apenas 26 anos de idade.

 

Uma lenda amplamente divulgada diz que Einstein teria sido reprovado em matemática quando era estudante, inclusive reproduzida no famoso "Ripley's believe it or not!" (Acredite se quiser!). É verdade que na escola cantonal de Aarau, na Suíça, ele não era considerado pelos professores um estudante promissor. Mas quando lhe mostraram um recorte de jornal com esta informação, Einstein riu. "Nunca fui reprovado em matemática. Antes dos quinze anos, já dominava cálculo diferencial e integral".

Após concluir a escola primária, seu pai quis que recebesse instrução para uma carreira na engenharia. Porém, os interesses do jovem Einstein eram mais acadêmicos e teóricos. Em sua segunda tentativa passou nos exames e ingressou na rigorosa Academia Politécnica de Zurique, onde cursou física por quatro anos. Formou-se em 1900, tornou-se cidadão suíço e decidiu ser professor de física, lidando nas horas vagas com física teórica. Dizia-se naquela época que um professor de física "ganhava muito pouco para viver e demais para morrer". Sem sucesso no magistério, empregou-se como perito no escritório de patentes.

Einstein tornou-se conhecido do grande público não em virtude da descoberta de 1905, mas por causa de um acontecimento dramático ocorrido 14 anos depois. Em 29 de maio de 1919, uma expedição astronômica britânica, liderada pelo famoso físico Arthur Eddington, desembarcou na Ilha Príncipe, no golfo da Guiné, África Ocidental, para fotografar um eclipse do sol.

Para os físicos e astrônomos seria uma ocasião crucial e de grande suspense, pois oferecia uma rara oportunidade para confirmação clara e visível de um dos postulados básicos de Einstein sobre a natureza da massa e da gravitação. Se, conforme as ideias do físico, a luz era uma forma de energia e, portanto, tinha massa, a luz seria afetada, como qualquer outra massa, por um campo gravitacional. E um raio de luz seria defletido (curvado) pela influência de uma massa em seu caminho. As fotografias tiradas pela equipe de Eddington mostraram, para espanto geral, uma deflexão da luz das estrelas no campo gravitacional do sol da ordem de 1,64 segundo de arco. Eddington não se conteve: "É o momento mais grandioso de minha vida!".

Quando Einstein leu a carta que o físico inglês lhe enviou, com a exata medida da difração da luz, respondeu excitado e com uma perspectiva caracteristicamente cósmica: "É um presente do destino", escreveu a Max Planck, em 23 de outubro de 1919, "que me tenha sido permitido viver tudo isso".

Implacável investigador, Einstein nunca abandonou a busca do sentido das coisas, de uma unidade inteligível do universo. Não conseguiu concluir sua investigação. Em 17 de abril de 1955, os médicos desistiram dos esforços para estancar uma hemorragia interna. Devia saber que estava à beira da morte. Ainda assim, pediu ao filho Hans algumas folhas de papel para retomar suas equações. Trabalhou nelas bons momentos. Ao finalizar, queixou-se a Hans, que estava ao lado do leito: "Ah, eu só queria saber mais matemática".

 

Fonte: Opera Mundi

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25

set
2014

Hoje na história: Alexander Fleming descobre a penicilina

 

Dizem que muitas descobertas científicas são feitas ao acaso. O acaso, já dizia Pasteur, só favorece os espíritos preparados e não exclui a observação. A descoberta da penicilina constitui um exemplo típico.

Alexander Fleming, bacteriologista do St. Mary's Hospital, de Londres, vinha há algum tempo pesquisando substâncias capazes de matar ou impedir o crescimento de bactérias em feridas infectadas. A preocupação se justificava pela experiência adquirida na Primeira Guerra Mundial, na qual muitos combatentes morreram em consequência de infecção em ferimentos profundos.

Em 1928, Fleming desenvolvia pesquisas sobre estafilococos, quando descobriu a penicilina. O feito aconteceu em condições bastante peculiares, graças a uma sequência de acontecimentos imprevistos e surpreendentes.


Em agosto daquele ano, Alexander Fleming saiu de férias e esqueceu em seu laboratório algumas placas com culturas de microrganismos, ao invés de guardá-las na geladeira ou inutilizá-las, como seria natural.

Quando retornou, em 15 de setembro, percebeu que uma das culturas de Staphylococcus tinha sido contaminada por um bolor, e em volta das colônias deste não havia mais bactérias.
Quando foi ao laboratório do colega dr. Pryce para contar o acontecido, Fleming notou que em uma das placas havia um brilho transparente em torno do mofo contaminante. Em estudos posteriores, Fleming e dr. Pryce descobriram um fungo do gênero Penicillium, e demostraram que ele produzia uma substância responsável pelo efeito bactericida: a penicilina.

Alguns anos mais tarde, Ronald Hare, colega de trabalho de Fleming, tentou, sem êxito, "redescobrir" a penicilina em condições semelhantes às que envolveram as pesquisas de Fleming. Após um grande número de experiências verificou que a descoberta da penicilina só se tornou possível graças a uma série inacreditável de coincidências, entre elas:

- O fungo que contaminou a placa, como se demonstrou posteriormente, é um dos três melhores produtores de penicilina dentre todas as espécies do gênero Penicillium;

- O fungo contaminante teria vindo pela escada do andar inferior, onde se realizavam pesquisas sobre fungos;

- O crescimento do fungo e dos estafilococos aconteceu lentamente, condição necessária para se evidenciar a desintegração bacteriana;

- Em agosto daquele ano, em pleno verão, sobreveio uma inesperada onda de frio em Londres, que proporcionou a temperatura ideal ao crescimento lento da cultura;

- A conversa com o dr. Pryce no laboratório permitiu que Fleming reexaminasse as placas contaminadas e observasse o brilho transparente em torno do fungo, antes de sua inutilização.

Com a descoberta da penicilina, o primeiro homem a ser tratado com o antibiótico foi um agente da polícia que sofria de septicemia, uma infecção grave no organismo, com abcessos disseminados, condição normalmente letal naquela época. O paciente melhorou bastante após a administração do fármaco, mas faleceu quando as reservas iniciais de penicilina se esgotaram.

Em 1945, Fleming recebeu o Prêmio Nobel de Medicina por este trabalho. A penicilina salvou milhares de vidas de soldados aliados na Segunda Guerra Mundial.

A descoberta de Fleming constitui-se em uma das mais importantes em toda a história da humanidade. A penicilina não cura todas as infecções, contudo já tratou milhões de problemas bacterianos incluindo pneumonia, sífilis, difteria, envenenamento sanguíneo e gangrena, ou mesmo meningite, bronquite e infecções ósseas. A penicilina é o antibiótico mais utilizado no mundo.

Alexander Fleming morreu de ataque cardíaco em 11 de março de 1955, na cidade de Londres.

 

Fonte: Opera Mundi

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24

set
2014

Como era a vida no Brasil da ditadura?

 

Entre 1964 e 1985, o Brasil se modernizou, mas a desigualdade social aumentou, assim como a repressão política, a dívida externa e a inflação, que voltou a ser galopante nos anos 80. A economia do país também cresceu. Grandes obras viárias e de energia interligaram regiões antes isoladas, principalmente no Norte e no Centro-Oeste. Nas grandes cidades, a televisão virou a principal fonte de entretenimento das famílias e a classe média ganhou acesso inédito a casas, bens de consumo e educação - o número de matrículas em faculdades aumentou 13 vezes entre 1964 e 1981 e, entre 1970 e 1972, a população com automóvel passou de 9% para 12%. Mas essa fase de euforia teve um preço alto: setores militares e da polícia se especializaram em torturar, matar e esconder cadáveres. A censura barrava o acesso à informação e forçava artistas a viver no exílio. E demorou para o povo retomar o hábito de ir às ruas para se manifestar e cobrar por seus direitos.

 

Altos e baixos


Economia nacional foi bem, mas a desigualdade social aumentou.


UM PAÍS PARA POUCOS


Entre 1967 e 1974, a economia cresceu, em média, 9,3% ao ano. A produção industrial disparou, as empresas multinacionais cresceram e o índice de desemprego despencou. O brasileiro se acostumou a comprar carro e a abastecer com álcool. Mas se, em 1964, os 20% cidadãos mais ricos detinham 55% das riquezas, em 1985 eles estavam com 70%.

 

INTEGRAÇÃO NACIONAL


Preocupado com a autonomia energética, o governo militar construiu usinas hidrelétricas de grande porte, como Itaipu, Tucuruí e Ilha Solteira. E, para integrar regiões distantes do país, multiplicou as estradas asfaltadas. Duplicou a via Dutra e construiu a ponte Rio-Niteró, mas também desperdiçou dinheiro com a Transamazônica.

 

REPRESSÃO POP


"Naquela época, se houvesse eleições, o Médici ganhava." E quem disse isso, nos anos 90, foi o ex-presidente Lula, adversário do regime. Em tempo de pleno emprego, o governo era muito popular. Mas foi na mesma época que a ditadura alcançou o auge da repressão contra os militantes de oposição, que sequestravam diplomatas e assaltavam bancos.

 

DRIBLE NA CENSURA


Jornais, revistas e emissoras de rádio e TV conviviam com censores nas redações. Alguns veículos driblaram as proibições de forma cifrada: foi o caso dos sonetos de Luís de Camões publicados pelo Estadão. Mas foram os jornais nanicos que melhor enganavam o regime, com destaque para O Pasquim e sua entrevista com a atriz Leila Diniz.

 

CULTURA AMORDAÇADA


A censura se especializou em perseguir artistas e produtores culturais. Chico Buarque chegou a adotar o pseudônimo Julinho da Adelaide para aprovar composições (deu certo). Na TV, a Rede Globo emplacou a novela O Bem Amado, de Dias Gomes. Mas a análise bem-humorada da política nacional teve 37 de seus 178 capítulos desfigurados.

 

90 MILHÕES EM AÇÃO


No governo Médici (1969-1974), a seleção de futebol levou o tri da Copa do Mundo em 1970, e no ano seguinte começou o Campeonato Brasileiro, com times de todas as regiões do país. Dizia-se que a escolha dos clubes que participariam do torneio seguia um ditado: "Onde a Arena (partido do governo) vai mal, um time no nacional".

 

DEMOCRACIA DE MENTIRA


Os brasileiros foram às urnas cinco vezes para eleger cargos legislativos. Já as eleições para cargos executivos eram indiretas - em três das cinco escolhas para presidente, a oposição teve candidatos simbólicos. Os vereadores, deputados e senadores eleitos não incomodavam: o poder executivo usou mais de 2 mil decretos-lei para governar.

 

Em 1974, a CBD (antecessora da CBF) era comandada por um almirante, Heleno Nunes, que interferia na convocação de jogadores para a seleção.

 

Fontes Livros A Ditadura Escancarada, de Elio Gaspari, História Indiscreta da Ditadura e da Abertura, de Ronaldo Costa Couto, e Cães de Guarda: Jornalistas e Censores, do AI-5 à Constituição de 1988, de Beatriz Kushnir; site bnmdigital.mpf.mp.br - Via Mundo Estranho

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22

set
2014

Tchau inverno. Bem vinda primavera - é o equinócio

 

 


Representação de um equinócio


Fenômeno onde a duração do dia é idêntica à da noite e os hemisférios Norte e Sul recebem a mesma quantidade de luz, o equinócio - do Latim, aequus (igual) nox (noite) = noites iguais - só ocorre durante duas vezes ao ano, normalmente nos dias 21 de março e 23 de setembro.

 

A diferença na distribuição dos raios solares entre os dois hemisférios é consequência de uma inclinação de aproximadamente 23°27' do eixo de rotação da Terra (movimento que a Terra realiza em torno de seu próprio eixo) com relação ao eixo de translação (movimento que a Terra realiza em torno do Sol). Sendo assim, em um período do ano, a luz solar incidirá com maior intensidade sobre um dos hemisférios, alternando em outra parte do ano, conforme o movimento do planeta.

 

No entanto, em dois dias do ano, a Terra se situa em pontos onde os raios solares incidem perpendicularmente à linha do Equador, proporcionando a mesma distribuição de luz para os dois hemisférios, caracterizando o equinócio. Os dias e as noites têm duração igual (12 horas), visto que o plano da órbita da Terra ao redor do Sol cruza o equador celeste.

 

Os equinócios definem as mudanças de estações do ano: no dia 20 ou 21 de março, tem início a primavera no Hemisfério Norte e o outono no Hemisfério Sul; no dia 22 ou 23 de setembro, ocorre o contrário - outono no Hemisfério Norte e primavera no Hemisfério Sul.

 

Neste ano (2014), a nossa Primavera tem inicio às 23h29 do dia 22 de setembro e vai até o dia 21 de dezembro.

Fonte: Climatempo e  Brasil Escola 

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19

set
2014

Como era um campo de extermínio na 2ª Guerra Mundial??

 

Entrance_Auschwitz_I

 

Era uma verdadeira usina da morte, montada pelos nazistas durante a Segunda Guerra para promover a aniquilação em massa de pessoas indesejáveis na Alemanha e nos territórios invadidos. A função básica desses lugares era o assassinato coletivo de judeus e outros grupos considerados "anti-sociais" - ciganos, dissidentes políticos, prisioneiros de guerra, homossexuais, deficientes físicos e mentais, andarilhos e mendigos. Sabe-se que a matança em massa de judeus começou em 1941. "A morte era sempre por gás venenoso. Em Chelmno, o primeiro dos campos de extermínio, havia furgões adaptados, em que o monóxido de carbono do escapamento entrava no interior do veículo e matava seus ocupantes", afirma o historiador Ney Vilela, da Unesp de Bauru.

 

Quase todos os campos de extermínio foram construídos na Polônia. O maior deles, o de Auschwitz (que serviu de inspiração para o infográfico destas páginas), nasceu em 1940 em uma região rural no sul do país. Ocupando uma área de 40 km2, Auschwitz era um misto de campo de concentração - que servia de prisão para inimigos dos nazistas -, campo de trabalho escravo e campo de extermínio. O total de mortos nesses lugares é incerto, mas pode ter chegado a 3,8 milhões de pessoas, 1,1 milhão em Auschwitz. Os assassinatos coletivos só acabaram com a derrocada alemã, em 1945. Calcula-se que 80% das pessoas envolvidas nesses crimes escaparam de qualquer punição.

Arquitetura da destruição

 

TERMINAL DA MORTE

A estação de trem era a porta de entrada para Auschwitz, misto de campo de concentração, de extermínio e de trabalhos forçados. Os passageiros chegavam em vagões de carga superlotados, sem água, nem comida e em condições precárias de higiene - um balde em cada vagão servia de latrina.

 

MORTOS-VIVOS

Depois de desembarcar, os prisioneiros tinham seus bens confiscados e eram examinados por médicos. Os mais fortes iam para a área de trabalhadores escravos. Mas entre 70% e 75% dos recém-chegados eram mandados direto para a morte nas câmaras de gás.

 

CASA DO DESESPERO

A maioria dos prisioneiros de Auschwitz ficava em um dos 300 prédios de "moradia" do complexo. Infestados de ratos e vermes, esses ambientes abafados e sem água corrente abrigavam até mil presos cada um, que dormiam de lado para caber em camas coletivas de madeira para dez pessoas.

 

DE VOLTA AO PÓ

Depois da asfixia, os corpos dos mortos seguiam para a cremação em fornalhas. A fumaça da queima deixava o complexo com um cheiro de carne queimada, enquanto as cinzas eram pulverizadas ou usadas em plantações. Estima-se que 4 700 pessoas podiam ser cremadas por dia em Auschwitz.

 

GÁS FATAL

A morte acontecia em 4 câmaras de gás subterrâneas - as vítimas eram mandadas prá lá com a desculpa de que iam tomar um banho de desinfecção. De chuveiros falsos no teto saía o gás venenoso zyklon B, usado como inseticida. A asfixia durava de 3 a 20 minutos e podia matar até 2 mil pessoas por câmara.

 

DÁ CÁ O TEU

Numa área junto ao campo principal de Auschwitz ficava um depósito onde se armazenavam os bens confiscados dos prisioneiros - sapatos, roupas, jóias, dinheiro, óculos ou qualquer objeto de valor. A maioria dessas coisas era mandada para os nazistas na Alemanha.

 

MEDICINA MACABRA

Vários tipos de barbaridades médicas rolaram em Auschwitz. Prisioneiros foram infectados com doenças contagiosas, grávidas tiveram o útero destruído, crianças receberam produtos químicos nos olhos (aparentemente para mudar sua cor) e cadáveres foram dissecados para testes genéticos.

 

JÁ PRO PAREDÃO

Nos barracões conhecidos como "quarteirão da morte" ficavam detidas as pessoas que perturbassem a ordem em Auschwitz. Lá dentro, os prisioneiros eram torturados e submetidos a julgamentos sumários. Depois, eram fuzilados no muro de execução, uma parede perto dos barracões.

 

VELÓRIO ROUBADO

Quando todas as vítimas estavam mortas, alguns dos próprios prisioneiros entravam na câmara usando roupas especiais para retirar os mortos. Em seguida, usavam-se maçaricos para derreter o ouro das obturações de dentes dos mortos, produzindo de 5 a 10 quilos do metal por dia.

 

Fonte: Mundo Estranhp

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18

set
2014

Como seria sua vida se a 1ª Guerra não tivesse acontecido?

 

Os rumos da humanidade seriam outros se o arquiduqueda Áustria Franz Ferdinand não tivesse sido assassinado em Sarajevo em 28 de junho de 1914, há exatos 100 anos. Em primeiro lugar, a 2ª Guerra também não aconteceria, já que foram as penalidades da 1ª Guerra que deixaram a Alemanha na miséria e abriram caminho para a ascensão de Adolf Hitler. E esses dois eventos foram tão marcantes no século 20 que praticamente influenciaram todos os aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos do mundo. Ou seja: sua vida hoje seria bem diferente!

 

A paz é um problema (?)


O mundo estaria mais populoso, mais preconceituoso e menos avançado.


Cada um no seu canto.

 

Sem os dois conflitos, cerca de 80 milhões de vidas teriam sido poupadas. O mundo estaria ainda mais populoso. E, sem as consequências terríveis do nazismo expostas ao mundo, ainda haveria muitos simpatizantes da extrema direita conservadora. Resultado: mais racismo e menos imigrações tanto na Europa quanto no mundo.

 

Uma corrida devagar


Sem os altos investimentos em tecnologia durante os conflitos (e na Guerra Fria que se seguiu), os avanços científicos teriam acontecido mais lentamente. O foguete V-2 do Exército alemão, por exemplo, acelerou a criação dos foguetes usados na Corrida Espacial. O homem só chegaria à Lua mais tarde, já no século 21.

 

Menos, porém melhor


Outra consequência da superpopulação e do avanço científico lento: haveria menos comida para todos. Em um mundo com múltiplos polos de poder, o setor alimentício demoraria para ser industrializado, especialmente em países subdesenvolvidos. Mas seu prato teria mais alimentos frescos, produzidos localmente e com menos agrotóxicos.

 

Lugar de mulher é na cozinha


Se você é menina, diga adeus à carreira. Você provavelmente seria dona de casa, já que as mulheres só começaram a conquistar o mercado de trabalho quando os homens estavam no front de batalha. E, sem os milhões de homens mortos nos conflitos, o feminismo e a revolução comportamental dos anos 60 também não teriam rolado.

 

Mozart bombando


Sem a ameaça das guerras e do nazismo, vários grandes artistas permaneceriam na Europa, que manteria sua supremacia cultural. A influência norte-americana (especialmente a de Hollywood) seria menor. Nossa cultura seria menos pop e muito mais erudita. Você estaria mais acostumado a ir a concertos do que a shows de rock.

 

Disputa de poder

A trajetória de diversos países também seria outra

 

EUA

Foram os grandes vencedores (e beneficiados) em ambos os conflitos. Depois deles, passaram a disputar a influência global com a URSS. Com a paz, viveríamos num mundo multipolar, onde a Alemanha e a Inglaterra também seriam potências (e rivais entre si).

 

Rússia

É provável que ainda se tornasse comunista - a população já estava insatisfeita com o czarismo antes da 1ª Guerra. Mas, como não teria conquistado a Europa Oriental após a 2ª Guerra, sua influência mundial seria menor e mais focada na Ásia.

 

Brasil

Sem a pressão dos EUA para aderir aos aliados na 2ª Guerra, o rumo que Getúlio Vargas começou a tomar em 1937 seria mantido, talvez dando início a uma longa tradição de ditaduras no país. Os fascistas da Ação Integralista teriam mais espaço.

 

Alemanha

Sem a crise financeira após a 1ª Guerra, o país dificilmente apoiaria Adolf Hitler. É possível até que não se tornasse uma democracia. Os kaisers continuariam no poder. Não seria um caso isolado: os impérios Austro-Húngaro e Otomano ainda existiriam.

 

Índia e Egito

É possível que ambos ainda pertencessem à Inglaterra. Assim como outras colônias, eles só conseguiram a independência depois que o país que os controlava havia sido enfraquecido pelas guerras. A Palestina não teria se tornado Israel.

 

FONTES: The Sleepwalkers, de Christopher Clark, 1913: In Search of The World Before The Great War, de Charles Emmerson, e The First World War, de John Keegan. Via Mundo Estranho.

CONSULTORIA Richard Lebow, professor de teoria política internacional do King¿s College, de Londres, e autor de Archduke Franz Ferdinand Lives!: A World without World War I

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17

set
2014

7 alimentos que devem ficar fora da geladeira

 

Você é do tipo que acha que tudo deve ser guardado na geladeira, para "durar mais tempo" ou ser melhor preservado? Pare de fazer isso agora. Não são todos os alimentos que devem ser guardados na geladeira.
 
Para te ajudar, mostramos aqui sete itens que todo mundo cisma em refrigerar, mas que deveriam estar em outros lugares.
 
Tomates

Pois é, o lugar dessa fruta não é na geladeira, mas na fruteira. O ambiente gelado faz com que ela perca o sabor e se deteriore mais rapidamente, e você certamente não quer isso.
 
Cebolas

Outro erro muito comum. As cebolas estragam mais rapidamente na geladeira, então deixe elas na despensa. E bem longe das batatas, ou elas irão apodrecer mais rapidamente.
 
Batatas

Pois é, nem as batatas vão para geladeira. No ambiente gelado o amido se transforma em açúcar e altera a cor e sabor do alimento. Um local fresco, arejado e escuro é ideal.
 
Alho
O alho picado pode ir para geladeira - se for consumido rapidamente -, mas esse item precisa ser mantido fora do ambiente refrigerado, com ventilação e ar fresco.
 
Pão

Coma na hora, mas não guarde na geladeira. O pão ficará ressecado. Se quiser, pode guardar no congelador para preservar aqueles que não serão consumidos logo.
 
Mel

Ele vai engrossar e cristalizar. O mel é um alimento natural, então não irá estragar se ficar fora da geladeira.
 
Pimenta

O vidro de pimenta em conserva deve ficar fora da geladeira, pois dura até três anos por possuir ingrediente que o conservam.
 
 
Fonte: Vila Mulher - via Lake Villas

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12

set
2014

Alimentos integrais, mais saudáveis e menos industrializados

 

Cada vez mais presentes no mercado os alimentos integrais estão substituindo os carboidratos brancos e assim proporcionando uma alimentação mais saudável. Você já reparou que o arroz integral é mais escuro do que o branco? A nutricionista Andrea Matarazzo explica: "a única diferença entre eles é que o branco foi mais processado que o integral, ocorrendo a retirada desta película, que é a parte realmente importante, a rica em fibras".

 

O real benefício dos alimentos integrais está em sua absorção. A energia dos carboidratos não integrais chega muito mais rápido ao sangue, gerando um aumento na glicemia, enquanto nos integrais esta energia é liberada mais devagar. Esse é o grande fator que diferencia os carboidratos e está relacionado com o nível de açúcar no sangue, ou seja quanto mais rápida a energia entra na corrente sanguínea, maior a liberação de insulina para equilibrar os níveis de açúcar no corpo.

 

Devemos ficar atentos, para o produto ser enquadrado na categoria é preciso que a farinha integral seja o primeiro item da lista Foto: Schiros
Devemos ficar atentos, para o produto ser enquadrado na categoria é preciso que a farinha integral seja o primeiro item da lista Foto: Schiros

 

Disponíveis não somente em lojas específicas, os produtos integrais estão em diversos alimentos, como pães, massas, biscoitos, bolachas, barras de cereais entre outros. Porém, devemos ficar atentos. Para o produto ser enquadrado na categoria é preciso que a farinha integral seja o primeiro item da lista de ingredientes. Vale lembrar que a farinha branca está presente nos rótulos com o nome de farinha enriquecida com ferro e ácido fólico.

 

"O ideal é que toda vez que formos consumir algum carboidrato branco adicionemos outro rico em fibras como aveia e grãos. Ou gorduras boas como sementes, oleaginosas e azeite, ou ainda uma fonte de proteína (iogurte, queijos)", explica a nutricionista. As gorduras e proteínas também são digeridas e absorvidas lentamente, portanto, reduzirão a carga glicêmica da refeição.

 

A dica é sempre começar as refeições principais com uma bela salada ou uma sopa de legumes e não esquecer de, ao quando ingerir massas dar sempre prioridade para as integrais. "No café da manha e nos lanches, a presença de cereais integrais balanceada com proteínas, frutas e boas fontes de gordura trarão um equilíbrio para a sua rotina alimentar", finaliza.

 

Fonte: webrun.com

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12

set
2014

De que fator depende a cor do ovo da galinha?

 

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A cor da casca do ovo é uma característica genética ligada à raça da galinha. As aves de plumagem branca colocam ovos brancos, enquanto as vermelhas (ou amarronzadas) põem ovos nesses tons. "A origem do pigmento não é conhecida, mas os cientistas acreditam que ele provenha de células presentes no útero, órgão em que é formada a casca", diz o médico-veterinário Ismar Araújo de Moraes, da Universidade Federal Fluminense (UFF).

 

Ao contrário do que muita gente pensa, a cor da casca do ovo não tem nada a ver com a alimentação que a galinha consome - a dieta da ave só influencia a coloração da gema. Do ponto de vista nutricional, não há diferença entre os ovos brancos e os vermelhos. Ambos são igualmente ricos em proteínas, vitaminas e sais minerais e contêm por volta de 220 miligramas de colesterol.

 

A diferença de preço entre eles - os vermelhos são normalmente mais caros - é determinada pelo mercado, já que eles são mais procurados pelos consumidores, que acreditam, erradamente, que os ovos escuros têm mais vitaminas na gema.

 

Fonte: Mundo Estranho

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9

set
2014

Como funciona o zíper?

 

 

Os dois lados do zíper têm ganchos que se encaixam para fechar ou abrir. Essa invenção aparentemente banal trouxe grande avanço para a humanidade. Desde que foi criado, ficou muito mais fácil fechar calças, vestidos ou malas. Antes dele, qualquer peça de vestuário precisava de uma fileira de botões para fechar e se ajustar ao corpo. A ideia de um dispositivo deslizante que servisse para unir lados de roupas e outros objetos, como malas, calçados e barracas, surgiu em 1893, durante a Exposição Mundial de Chicago, nos Estados Unidos.

 

 

 

O "avô" dos zíperes modernos saiu da cabeça do engenheiro americano Whitcomb Judson e era formado por um conjunto de ganchos, que se fixavam em argolas. O modelo atual, com trilhos opostos formados por dentes com ganchos que se acoplam uns aos outros, foi criado apenas em 1912, pelo engenheiro elétrico sueco Gideon Sundback, mas o nome zíper só veio em 1923, para designar o fecho deslizante de uma galocha de borracha chamada Zipper Boots, criada pela empresa americana BFGoodrich.


 

Encaixe de ganchos é segredo da eficiência do zíper


1. O zíper é composto de dois trilhos opostos, cada um deles formado por dezenas de dentes presos a uma fita ou tecido, e um cursor em formato de cunha, similar à letra Y. Esse formato é essencial para o fechamento e a abertura do zíper.

 

2. Cada dente é formado por um gancho e um espaço vazio. Quando o zíper é fechado, os ganchos dos dentes de um trilho se encaixam no espaço vazio dos dentes do trilho oposto. Para que o zíper funcione bem, cada dente precisa ter o mesmo tamanho e formato.

 

3. O encaixe tem uma ajudinha do cursor. Quando o puxamos para cima, fechando o zíper, os dois trilhos entram no cursor por duas canaletas e são pressionados um contra o outro, fazendo com que o gancho de um dente se agarre ao espaço vazio do dente oposto.

 

4. Uma vez fechado, o zíper permanece com os dentes entrelaçados formando uma sólida ligação. Para abri-lo, puxamos o cursor para baixo, e sua cunha vai desencaixando os dentes seguidamente, forçando a separação de um trilho do outro.

 

Assita a animação abaixo.

 

Fonte: Texto - Mundo Estranho  /  vídeo - animation of How Zippers Work (You Tube)

 

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5

set
2014

Queijos não coma ou coma com mederação.

 

Piores queijos para a saúde: 7 tipos que mais têm sódio, gorduras saturadas e outros prejuízos

 

Ingrediente quase obrigatório em receitas tradicionais, o queijo é um alimento que se destaca pelo sabor. Rico em proteínas, minerais, cálcio, zinco, potássio e vitaminas, como A, B2, B9, B12 e D, entre os benefícios do queijo se destacam o fortalecimento e a manutenção da massa óssea no corpo.
 
Contudo, alguns tipos de queijo também apresentam malefícios à saúde. Segundo a nutricionista Andrea Figueiredo, nutricionista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, todos os queijos amarelos têm quantidade de gordura e sódio elevados.
 
A especialista lista os malefícios dos principais tipos de queijo. 
 
Queijos que fazem mal em excesso
 
Parmesão

Segundo a especialista, o parmesão possui uma quantidade de sódio muito elevada. Apenas 30 g possui 20% da necessidade diária de sódio, que, em excesso, causa doenças crônicas. Além disso, esse tipo de queijo é rico em gorduras saturadas, que atua na produção de colesterol ruim (LDL).
 
Gorgonzola

É o verdadeiro vilão quando o assunto é queijo. De acordo com a nutricionista, o queijo gorgonzola possui altas concentrações de gordura e de sódio. Uma porção de 50 g desse tipo de queijo contém cerca de 30% da quantidade de gordura saturada recomendada para um dia.
 
Prato

Apesar da boa quantidade de proteína e de cálcio, o queijo prato também deve ser consumido com moderação. Uma porção de 60 g de queijo prato representa um consumo de 10% de sódio e 34% de gorduras saturadas do valor diário recomendado.
 
Cheddar

A gordura saturada favorece o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Por isso, é preciso moderar o consumo de alimentos gordurosos, como o queijo cheddar. Segundo Andrea, esse tipo também está na lista dos ricos em sódio.
 
Muçarela

Rico em vitamina B12 e alta concentração de cálcio, o queijo muçarela também pode se tornar vilão se não for consumido com moderação. A nutricionista explica que quantidades significativas de sódio e gorduras saturadas também estão presentes nesse tipo. O valor de gorduras saturadas em uma porção de 30 g é de cerca de 20% da quantidade máxima recomendada para um dia.
 
Provolone

De sabor marcante, o provolone também está na lista de tipos de queijo ricos em sódio e gorduras saturadas. Além disso, é um dos queijos mais calóricos. Uma porção de 30 g de provolone possui 23% de gorduras saturadas e aproximadamente 11 % de sódio.
 
Requeijão

Segundo a nutricionista, o requeijão, apesar de gostoso, também não pode ser consumido livremente. A especialista explica que esse tipo também é rico em gordura saturada. Uma porção de 30 g, que equivale a uma colher de sopa, possui cerca de 20% da recomendação máxima diária de gordura saturada.
 
 
Fonte: Bolsa de Mulher

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