Portal da Educao Adventista

*Professor Genivaldo *

28

set
2013

Mulheres com nádegas grde vivem mais e são mais inteligentes

 

 

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Segundo uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Oxford, ter as nádegas de um tamanho considerável previne o desenvolvimento de diabetes. Por sua vez, determinaram que as mulheres que possuem um traseiro grande e cintura fina, são mais inteligentes que o restante.


O corpo feminino acumula gordura em muitas partes, como os seios, o abdômen ou as pernas, mas muitas garotas guardam grandes reservas nos glúteos, algo que tem mais vantagens do que poderiam imaginar.

 

Os cientistas analisaram e compararam a gordura do abdômen feminino com as das pernas, cadeiras e nádegas, encontrando que a gordura proveniente da parte baixa do corpo das mulheres previne o desenvolvimento de diabetes, graças à quantidade e tipo de hormônios que contém. Estas gorduras produzem hormônios que ajudam a metabolizar açúcares e outros lipídeos de forma mais fácil, ao contrário da gordura abdominal que segrega hormônios com o efeito contrário.

 

De qualquer forma, não se trata de que as mulheres devam comer a mais. O benefício do traseiro avantajado é determinado pela genética, portanto ainda não é possível alterar o bumbum por meio de hábitos alimentícios.

 

Outras descobertas similares, que fazem pensar que as mulheres com traseiros grandes são capazes de viver mais e melhor, são os realizadas pelas universidades de Califórnia e Pittsburgh. Pesquisadores destas instituições descobriram que as mulheres desbundantes e com largas cadeiras, mas com cinturas finas, são mais inteligentes que as demais.

 

A inteligência destas voluptuosas garotas, deve-se aos ácidos graxos Omega 3 que se acumulam ali e que intervêm no desenvolvimento do cérebro. Os pesquisadores analisaram dados de 16 mil mulheres, concluindo que ao comparar as medidas da cadeira com a cintura, a proporção ideal resulta de 0.6 e 0.7.

 

O professor Konstantinos Manolopoulos, quem encabeçou a equipe da Universidade de Oxford, assegura que as mulheres com mais gordura nas nádegas têm níveis menores de colesterol e glicemia. Ter um grande traseiro também favorece os níveis de leptina no corpo feminino. A leptina é um hormônio que se encarrega de regular o peso; bem como a dinopectina, hormônio com efeitos antiinflamatórios, vasculoprotetores e anti-diabéticos.

 

O tecido adiposo dos glúteos grandes prende as partículas gordas daninhas e evita padecimentos cardiovasculares. Outros interessantes resultados destas pesquisas foram que, ao que parece, os filhos nascidos de mães com cadeiras mais largas são intelectualmente superiores aos filhos de mães menos voluptuosas.

 

Fonte:  Cronica.ar - Via tabloide BR

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26

set
2013

Por que os vendedores ambulantes são chamados de camelôs?

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Tudo indica que esse estranho apelido nasceu nas ruas da França. No século 12, a palavra camelot - provavelmente, uma modificação do árabe khmalat, que significava "tecido rústico e felpudo" - entrou para o vocabulário francês para designar um tipo de tecido feito com pêlo de camelo. Importado de países do norte da África e do Oriente Médio, o produto era muito apreciado por sua textura macia, pelo brilho e por ser um bom isolante térmico.

 

"No comércio de Paris, esse tecido popular era anunciado aos berros pelos vendedores, que foram batizados com o nome da mercadoria que vendiam. O problema é que, muitas vezes, o pêlo de camelo não passava de uma imitação barata de pêlo de cabra. Assim nasceu o sentido que associa o camelô a um vendedor de produtos falsificados", afirma o etimologista Deonisio da Silva, da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar). Mais tarde, variações na língua francesa assimilaram o sentido pejorativo com o verbo cameloter.

 

Registrado pela primeira vez no século 17, o termo significa "vender quinquilharias ou proceder sem polidez". Dois séculos depois, a palavra camelote foi usada com o sentido de "mercadoria grosseira, de acabamento insuficiente". Da França, o vocábulo cruzou o oceano Atlântico e aportou no Brasil, no início do século 20, onde manteve o sentido

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25

set
2013

A importância da desaceleração ao final da corrida

 

 

Evita a queda da pressão

 

Foto: Shutterstock

Parar de correr de forma instantânea impede que os ajustes vasculares retornem adequadamente ao nível de repouso após o exercício físico


Ao final de uma atividade física intensa, como um treinamento ou prova, existem certas recomendações que devem ser respeitadas. Tudo para evitar os sinais e sintomas que podem ocorrer caso haja interrupção abrupta. O recomendado é desacelerar lentamente, e não parar de correr instantaneamente. Isso permite que os ajustes vasculares retornem de forma adequada ao nível de repouso. Assim, a pressão arterial também diminui gradualmente e não corre-se o risco de uma queda de pressão brusca, que provocaria tontura e até precipitaria um desmaio.

Durante o exercício, existe uma adaptação do sistema cardiovascular para promover um aumento do fluxo sanguíneo principalmente para os músculos em atividade. O coração aumenta o chamado débito cardíaco que é o volume de sangue bombeado para a circulação por minuto. Os vasos sanguíneos que irrigam os músculos sofrem uma dilatação para permitir que uma quantidade maior de sangue leve oxigênio e nutrientes para maior produção de energia.

Esta situação de maior fluxo sanguíneo e vasodilatação do leito vascular persiste durante a atividade e só vai ser alterada quando termina o exercício. Ao terminar a atividade, a alteração mais rápida que vai ocorrer é a redução da frequência cardíaca e consequentemente uma redução muito acelerada do débito cardíaco com redução do fluxo sanguíneo.

Neste momento os vasos sanguíneos, principalmente dos músculos dos membros inferiores ainda estão dilatados porque o efeito vasodilatador do exercício ainda persiste por algum tempo após o final da atividade.

Se neste momento houver uma parada abrupta, o sangue retorna lentamente dos membros inferiores, inclusive porque deixa de existir o "bombeamento" dos músculos se contraindo.

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20

set
2013

Pesquisa diz que cacau é originário da Amazônia

 

Ele já era consumido na floresta há 5,5 mil anos, segundo cientista.


Arqueólogos encontraram cultura antiga no sudeste do Equador.

 
Fruto de cacau, com os grãos usados para fazer o chocolate em seu interior. (Foto: USDA/Divulgação)
Fruto de cacau, com os grãos usados para fazer o chocolate em seu interior. (Foto: USDA/Divulgação)

Diferentemente do que se imaginava, o cacau tem origem amazônica - e não centro-americana - e já era consumido há 5,5 mil anos, aponta uma pesquisa desenvolvida por vários arqueólogos equatorianos e franceses, que chegaram a encontrar restos de uma grande cultura no sudeste do Equador.

 

Este grupo encontrou evidências químicas e físicas de cacau da variedade "fino de aroma", muito apreciada atualmente pela indústria do chocolate, nos vestígios de recipientes encontrados na província de Zamora Chinchipe, na Amazônia equatoriana.

 

Francisco Valdez, que dirige a missão de pesquisa na jazida Santa Ana-La Florida, no cantão Palanda de Zamora Chinchipe, declarou à Agência Efe que o cacau foi criado na alta Amazônia e de lá, de alguma forma, foi levado à América Central.

 

"Na realidade, o cacau não é original dessa região, da América Central, como pensavámos até agora, pois se presume que, inclusive, há 7 mil anos ele já existia na bacia alta da Amazônia", diz. Seu uso social foi iniciado há 5,5 mil anos, segundo os testes de carbono 14 a que foram submetidos os vestígios encontrados na cultura Mayo-Chinchipe-Marañón, descoberta em 2002 na região e que aparentemente se estendeu pela floresta peruana até o maior afluente da parte alta do rio Amazonas.

 

Na América Central, existem dados do uso do cacau, por parte da cultura Olmeca, que nos remetem há 3 mil anos, quando obteve um desenvolvimento importante e se estendeu pela Guatemala, Honduras e Nicarágua, além do México e da América do Norte.

 

"O cacau é amazônico e, por algum mecanismo, foi levado a esta região da América Central, onde ganhou uma importância cultural muito grande", acrescentou Valdez, que lidera o projeto em Zamora Chinchipe, com o auspício dos institutos de Patrimônio Cultural (INPC) do Equador e de Investigação para o Desenvolvimento (IRD) da França.

 

Para ele, a descoberta arqueológica poderia transformar a história americana como a mesma é conhecida atualmente. Segundo suas pesquisas, a cultura Mayo-Chinchipe-Marañón teve uma organização sofisticada e, aparentemente, teve relação com culturas dos Andes e da costa do Equador.

 

Para o pesquisador, o achado de conchas marinhas na floresta dá conta da relação entre os povos amazônicos com os do litoral, com os quais, seguramente, trocavam produtos de cada região.

 

Além de outros vegetais, como a mandioca, os amazônicos também levavam cacau para o litoral, onde também floresceu a cultura Valdivia, uma das mais antigas da América do Sul e que habitou a zona tropical do Equador há cerca de 6 mil anos.

 

Segundo Valdez, esta e outras descobertas arqueológicas poderiam contrariar a história antiga, sobretudo a visão de que "a Amazônia era selvagem e que a floresta impedia o desenvolvimento de cultivos".

 

A Mayo-Chinchipe-Marañón é a cultura "mais antiga da Amazônia ocidental" e "apresenta sinais de uma sofisticação social" complexa, acrescentou Valdez. A arqueologia também foi alvo de muitos debates na semana passada na capital equatoriana, já que a cidade abrigou o 3º Encontro Internacional de Arqueologia Amazônica.

 

Fonte: G1

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20

set
2013

Por que a bola de golfe é cheia de buracos?

 

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Porque os furos, ou alvéolos, ajudam a impulsioná-la. Quando a bola parte em alta velocidade, ela empurra o ar que está à frente, formando várias correntes que freiam seu movimento. Cada alvéolo cria uma turbulência que mantém a corrente principal mais próxima de toda a superfície da bola e não apenas à sua frente. Com isso, aumenta a pressão do ar na parte de trás, dando um impulso maior.

 

No século XIX, quando surgiram as bolas de borracha, percebeu-se que, quanto maior o seu desgaste, maior era a distância que elas atingiam. Os fabricantes passaram, então, a furá-las com martelos pontiagudos. Em 1890, o revestimento foi padronizado e as bolas ficaram parecidas com as atuais, com até 500 alvéolos.

 

Furinhos de longo alcance Reentrâncias fazem a bola voar mais longe


Nas bolas lisas, a diferença de pressão entre a parte dianteira (que enfrenta o atrito do ar) e a traseira freia o deslocamento.

 

Os furos, por sua vez, desviam a corrente de ar, aproximando-a de toda a superfície da bola. O desvio na corrente aumenta a pressão na parte traseira da bola, o que ajuda a impulsioná-la.

 

Fonte: Mundo Estranho

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19

set
2013

Saiba qual é a diferença entre os principais tipos de queijo

 

O que torna um queijo diferente do outro?

 

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É a variedade de processos de produção, que altera as reações químicas que transformam o leite em um aglomerado sólido.

 

O tipo de queijo começa a ser definido pela matéria-prima, já que cada leite - seja de vaca, cabra, ovelha ou búfala - apresenta diferentes teores de gordura e de composição nutricional. Seja qual for a fonte escolhida, o líquido tem que passar primeiro pela etapa de coagulação ou solidificação, processo ativado por bactérias naturais do próprio leite ou pela renina, enzima retirada do estômago do carneiro. Depois de formada a massa, ela é prensada para perder o soro, ou excesso de água. Essa é a receita básica para os queijos frescos. Quando a massa é envelhecida - ou "curada" -, a produção incorpora outras etapas, que ajudam a aumentar a variedade de queijos. Esses tipos envelhecidos dependem ainda da bactéria, enzima ou fungo utilizado para amadurecê-los, bem como da temperatura e da umidade do local onde a massa descansa até ficar no ponto certo.

 

A soma de todos esses fatores determina a velocidade das reações químicas entre os compostos do leite, modificando o aroma, o sabor, a textura e a consistência. Quanto mais curado, mais duro e amarelado fica o queijo. Essas diferenças na receita já são bem conhecidas - o que permanece cercado de mistério é como o queijo surgiu no mundo. O mais provável é que tenha sido acidentalmente, assim que o homem passou a domesticar animais, há cerca de 10 mil anos, no Oriente Médio. Segundo uma lenda antiga, o primeiro queijo teria sido produzido ao acaso por um mercador árabe que atravessava o deserto. Ele guardou leite numa bolsa feita com estômago de carneiro e a renina presente na bolsa, junto com o calor do Sol, fez o leite coagular, formando uma massa saborosa. O queijo se espalhou pela Europa com o Império Romano e, na Idade Média, passou a ser produzido por monges, que dominaram o processo e fizeram do alimento um produto típico do continente.

 

Os especialistas calculam que existam milhares de nomes diferentes de queijo - que poderiam ser agrupados em cerca de 400 tipos básicos, quase todos de origem européia.

 

Alquimia apetitosa Iguaria de leite solidificado nasce de fungos e bactérias.

EMENTAL


O famoso queijo suíço apareceu por volta do século 15. Durante sua produção, ele passa duas semanas no refrigerador e depois é transferido para uma câmera com temperatura entre 20 e 24 ºC. Essa mudança ativa a bactéria Ropionibacterium shermanii, que produz gás carbônico, formando os buracos característicos desse queijo. Junto com o gruyère, um tipo semelhante, é usado para fazer o saboroso fondue.

 

CAMEMBERT


Um dos queijos de cheiro mais forte, surgiu na região da Normandia no século 17. Sua casca é produzida pelo fungo Penicillium camemberti, um tipo de bolor. Esse fungo solta enzimas que digerem as proteínas do queijo, fazendo com que seu interior fique cremoso. Para que as enzimas possam amolecê-lo por inteiro, ele é feito com pouca espessura. Um tipo parecido, porém mais suave, é o brie, que usa outro fungo, o Penicillium candidum.

 

CHEDDAR


O mais típico queijo inglês teve origem no condado de Somerset, sudoeste da Inglaterra, no século 15. Sua massa, ainda fresca, é picada para que o soro escorra e depois fica prensada em grandes cilindros. O cheddar, então, é envolto em um tecido fino e coberto com cera. O tempo ideal de maturação é de um ano e meio, o que deixa o sabor mais intenso.

 

MUSSARELA


Um dos queijos mais populares do mundo foi criado na região de Nápoles no século 16. As primeiras mussarelas eram de leite de búfala. Sua massa fresca é amassada e esticada até ficar com uma consistência suave e flexível, sendo depois moldada e conservada no próprio soro. A versão com leite de vaca passa por um rápido cozimento, seguido de um período de três semanas descansando em local refrigerado, o que deixa o queijo mais fácil de derreter.

 

PARMESÃO


Surgiu na cidade de Parma no século 16. Possui uma crosta externa de cor marrom-amarelada, dura e oleosa, com um interior que fica quebradiço com o envelhecimento. O parmesão original deve ser envelhecido por dois anos no mínimo. Um tipo semelhante é o grana, o chamado "ouro da Itália", queijo caríssimo porque chega a ficar quatro anos maturando.

 

MINAS


Como diz o nome, surgiu em Minas Gerais durante o período colonial, passando a ser produzido industrialmente em 1880. Trata-se do representante nacional do queijo fresco, categoria da qual fazem parte a ricota e o queijo cottage. São esses os tipos mais simples de produzir, pois não passam pela etapa de envelhecimento. Devido ao sabor suave, muitas vezes são usados para fazer sobremesas.

 

ROQUEFORT


Nascido no sul da França no século 11, é feito com leite de ovelha e tem um fungo chamado Penicillium roqueforti, que só é ativado em contato com o ar. Por isso, a massa é furada por agulhas para que o fungo cresça e forme um bolor esverdeado. Na produção tradicional, o envelhecimento é nas cavernas da cidade de Roquefort, onde o frescor e a umidade ajudam o fungo a crescer. O gorgonzola é parecido, mas leva leite de vaca.

 

Fonte: Mundo Estranho

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19

set
2013

Em que países ainda se paga o dote de casamento?

 

Em algumas nações da Ásia e da África. Na maioria das culturas, quem "compra" o parceiro é a família da noiva, mas também há casos em que o noivo é quem bota a mão no bolso. Na Tailândia, por exemplo, a família do homem precisa gastar, no mínimo, 24 quilates de ouro. Já na China, os aspirantes a marido trocam joias, ouro e até porcos pela amada. E, nas tribos indígenas pomo, na Califórnia, EUA, elas precisam fazer cestas para o futuro cônjuge.

 

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FEIRÃO DAS NOIVAS


"Preços" estranhos em matrimônios ao redor do mundo.

 

Se beber, case sim!


Em alguns povos ciganos na Ásia Ocidental, Europa e América Latina, o noivo deve pagar um valor em dinheiro... e uma garrafa de vinho ou conhaque! Outras tribos costumam colocar a grana dentro de um pão, que, segundo eles, simboliza o presente de Deus.

 

Paixão bandida


No sul do Sudão, as mulheres mais desejadas podem valer 100 cabeças de gado! Em um país pobre como esse, isso é um grande problema. Alguns noivos que não têm grana para comprar vacas tentam roubá-las. E já houve políticos acusados de desviar dinheiro público para esse mesmo fim!

 

Dívida de sangue


Em Uganda, o homem define a quantidade de vacas, cabras e galinhas que a parceira vale. Mas, segundo parte da população que protesta contra a prática, o dote torna a mulher refém do marido em casos de violência doméstica, pois ela só consegue se divorciar se reembolsar o valor.

 

Indiana Jones solteirão


Na Índia, o costume é proibido desde 1961, mas continua em voga. Com consequências trágicas: segundo a BBC, 80% das dívidas contraídas em bancos é para bancar o dote. No estado de Chhattisgarh, a família da noiva não paga em grana, mas com nove espécies diferentes de cobra!

 

- Há 25 mil encantadores de serpente na região, especializados nessa missão!

 

 

FONTES Livros Listomania, vários autores, e Contemporary Consumption Rituals: A Research Anthology, de Cele C. Otnes e Tina M. Lowrey; sites BBC, National Geographic, Thai Embassy, eHow, Indian Territorry, Sudan Tribune, Info Please, gypsyweddings.org e gracebiblecs.org - Via Estranho

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18

set
2013

Por que sábado é dia de feijoada?

 

feijoada-sabado

 

Hábitos nem sempre têm explicações precisas, mas o mais provável é que o costume de comer feijoada aos sábados (em São Paulo, também se come feijoada às quartas) seja uma herança portuguesa.

 

Os lusitanos não são apaixonados por feijoada como nós, nem há registros de que em alguma região de Portugal sábado seja dia de feijoada, mas sabe-se que a nossa feijoada é uma herança da feijoada transmontana, prato típico no norte do país, e que os portugueses têm o costume de associar alguns pratos a dias da semana. "Em Portugal, existe o hábito de comer cozido às quintas-feiras e aos domingos. Graças à colonização portuguesa, essa tradição também existe no Rio de Janeiro", diz o historiador Caloca Fernandes, autor do livro Viagem Gastronômica Através do Brasil.

 

Além do cozido às quintas e domingos, os portugas comem peixe às sextas - efeito da tradição católica de evitar carne vermelha nesse dia. Esse hábito se repete em algumas cidades brasileiras como São Paulo e Rio.

 

Mas em outros lugares a coisa muda: na Bahia, sexta é dia de efó (à base de folhas), caruru (feito com quiabo), farofa de dendê e xinxim de galinha. Em São Paulo, os restaurantes populares que servem os famosos PF (pratos feitos) seguiram a moda portuguesa e criaram duas tradições: segunda foi reservada ao virado à paulista (arroz, bisteca de porco, mandioca, couve e feijão) e terça virou dia de dobradinha.

 

Fonte: Mundo Estranho

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17

set
2013

De onde vem a expressão banho-maria?

 

Dos procedimentos criados por uma alquimista europeia da Antiguidade chamada Maria. Ela usava um tacho de cobre para manter por muito tempo aquecida a água que usava em seus experimentos. De acordo com o etimologista Marcio Cotrim, autor do livro sobre expressões populares O Pulo do Gato, a chaminé da casa da tal "Maria, a judia", expelia um vapor de água que originou o termo grego kaminos marias, que significa "chaminé de Maria". Em latim, virou balneum mariae, o "banho de Maria". "Aí, na França, a expressão bain-marie ganhou os dois sentidos de lentidão que conhecemos hoje: o de cozinhar um alimento em água aquecida com fogo brando e, mais recentemente, o de deixar uma decisão para mais tarde.

 

Outra versão para a origem do termo: Maria seria, na verdade, Miriam, irmã do líder hebreu Moisés, que viveu entre os séculos 13 e 14 a.C. Há também quem acredite que seja uma referência à virgem Maria.

 

Fonte: Mundo Estranho

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17

set
2013

Energia renovável, mas assassina. Que dilema.

 

Colisão com torre eólica já matou 67 águias em 5 anos nos EUA, diz estudo

 

É o 1º censo sobre impacto de energia renovável na população de águias.


Número pode ser subestimado, apontam pesquisadores.

 
Turbinas para energia eólica são vistas em Altamont Pass, na Califórnia, no dia 12 de maio (Foto: Noah Berger/AP)Turbinas para energia eólica são vistas em Altamont Pass, na Califórnia (Foto: Noah Berger/AP)

 

Estudo publicado nos Estados Unidos aponta que ao menos 67 águias morreram nos últimos cinco anos após colidirem com torres de energia eólica, um número que, segundo cientistas, é preocupante e pode ser ainda maior.

A pesquisa, publicada "Journal of Research Raptor", é uma das primeiras contagens de mortes de águias atribuídas à crescente indústria de energia eólica do país, considerada um dos pilares do plano do presidente Barack Obama para reduzir a poluição global, responsável pelo aumento da temperatura e pelas mudanças climáticas.

Parques eólicos são aglomerados de turbinas com tamanhos que podem chegar ao de um prédio de 30 andares. Embora as lâminas parecem se mover lentamente, elas podem atingir velocidades altas nas pontas.

Os cientistas dizem que fazendas eólicas em dez estados dos EUA já mataram ao menos 85 águias desde 1997, sendo que a maioria dos óbitos ocorreu entre 2008 e 2012, período que coincide com a expansão das fazendas eólicas. Os estudiosos afirmam que o número de óbitos pode ser muito maior, já que as empresas relatam poucos casos e de forma voluntária.

A maioria dos óbitos (79) foram de águias-douradas que colidiram com as turbinas. Uma delas, segundo o estudo, foi eletrocutada por linhas de energia. De acordo com o vice-presidente da Associação Americana de preservação de pássaros, tais informações são um "registro alarmante e preocupante".

A Associação Americana de Energia Eólica informou em comunicado que o total de mortes causadas pelas usinas eólicas é muito menor se comparado a outras causas. O grupo informou que trabalha junto ao governo e a grupos ambientais para encontrar formas de evitar que novas águias sejam vítimas.

De acordo com o Departamento de Pesca e Vida Selvagem, há investigações abertas sobre a morte de 18 pássaros envolvendo instalações eólicas. Sete delas foram encaminhadas ao Departamento de Justiça.

A águia dourada Solomon perdeu parte de sua asa esquerda em um catavento (Foto: Noah Berger/AP)A águia-dourada Solomon perdeu parte de sua asa esquerda em uma torre eólica (Foto: Noah Berger/AP)

 

Fonte: G1

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16

set
2013

Entenda Democracia

 

Cresce o número de pessoas influentes que questionam a democracia argumentando que no fundo ela não funciona.

Isso é muito assustador.

Recentemente, em uma importante revista de sociologia, encontramos frases como esta:

"As instituições democráticas não merecem nenhuma confiança, pois são fatídicas ou corrompidas".

Intelectuais sempre questionaram a democracia pela facilidade com que o povo é manipulado pela mídia e pelo marketing eleitoral.

Chamam-na de "democracia burguesa" e portanto ilegítima.

A  direita, como sempre pobre nas suas argumentações, responde que a democracia é de fato falha, mas continua o melhor sistema que existe.

Existe um erro nessas afirmações: o Brasil não é uma democracia no sentido original da palavra, e sim uma República.

 

 

 

 

 

 

A República Federativa do Brasil.

Numa democracia, em seu conceito antigo, todos os cidadãos decidiam todas as questões de Estado, 100%.

Numa República, a decisão coletiva foi reduzida a menos de 1%.

Resumida no único ato de eleger um representante que votará todo o resto em nosso nome.

Numa democracia você decide tudo, numa República você só vota a cada quatro anos.

Seu representante decide tudo em seu nome.

Nem tivemos o direito de aprovar, por plebiscito, a Constituição de 1988.

Deputados e senadores que elegemos nunca nos consultam sobre coisa alguma.

Eles nem sabem a quem representam, nem ao menos têm os nossos e-mails.

Sob esse aspecto, nem uma República de fato somos. Democracias funcionam nas tribos indígenas, ou quando o Estado é enxuto, como era na Grécia.

Hoje, são tantas as decisões que o Estado precisa tomar que ficaríamos todos presos de terça a quinta-feira em Brasília, decidindo coisas mil.

Nem nossos deputados dão conta de votar tanta coisa.

Aceitam o voto da liderança.

Em vez de simplificar o Estado e delegar decisões, substituíram o sistema democrático pelo sistema republicano.

Tomaram lentamente o poder das nossas mãos, e continuam a chamar esse sistema de "democracia" republicana só para parecer politicamente correto.

Boa parte dos problemas de corrupção, como gastos públicos descontrolados, dívidas externa e interna, juros altos, advém do fato de sermos uma República, não do fato de sermos uma democracia.

Nós não decidimos mais nada, não escolhemos mais nossos médicos, nem os professores de nossos filhos, nem nossos xerifes, nem nossos gestores de previdência, como antigamente.

Numa República, os políticos simplesmente celebram contratos em nosso nome que duram dez, vinte, trinta anos.

Período que vai muito além de seus mandatos constitucionais.

Banqueiros internacionais adoram argumentar que países e Estados nunca quebram, que nossos filhos terão de pagar pelas nossas dívidas e erros.

Tese inteligente para legitimar o pagamento de dívidas que extrapolam os mandatos dos eleitos.

Mas será que um contrato de trinta anos é legítimo, se o mandato constitucional de quem o assinou era de somente quatro anos?

A Lei de Responsabilidade Fiscal foi feita para coibir os abusos de governos anteriores.

Mas foi muito mal pensado e operacionalizado.

Sem dúvida foi um avanço, mas os governos atuais continuam devedores de governos anteriores.

Por isso, temos a eterna alternância de governos gastadores e governos que nada podem fazer.

Muitos prefeitos pouco fazem a não ser administrar as dívidas de prefeitos anteriores.

Esse problema advém do fato de sermos uma República, e não uma democracia.

Se todos nós pudéssemos votar democraticamente jamais contrairíamos dívidas colossais para nossos filhos pagarem.

Se um governo anterior lhe prometeu uma aposentadoria integral, verifique se esse governante tinha um mandato de cinqüenta anos para lhe fazer tal promessa.

Ou se ele observou "critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial" para não comprometer as finanças dos próximos governos como reza o artigo 201 da Constituição.

Foi por aí que começaram nossos problemas com a dívida externa, a dívida interna, estatização, precatórios e previdência.

Portanto, não fale mal da democracia, um dia ainda poderemos adotá-la no Brasil.

 

Texto: kanitz. Via Artigos

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13

set
2013

Novo relatório da ONU aponta risco climático maior

 

Nova cor em definição do nível de vulnerabilidade sugere agravamento.

IPCC deve divulgar primeira parte de relatório no dia 27 de setembro.

 

Algumas partes da natureza e da sociedade estão mais vulneráveis do que se esperava à mudança climática, segundo versão preliminar de um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) que adota uma nova cor, o roxo, para mostrar o agravamento do risco além do nível vermelho usado até agora.

 

O texto diz que "sistemas ímpares e ameaçados", como os recifes de corais, espécies vegetais e animais sob risco de extinção, comunidades indígenas do Ártico, geleiras tropicais e pequenos Estados insulares, parecem menos capazes de se adaptar ao aquecimento do que se acreditava no relatório anterior, de 2007.

 

O esboço de 44 páginas do Sumário para Definidores de Políticas, redigido pelo Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática (IPCC), tem a data de março de 2013, e é parte de uma série de relatórios do IPCC atualizando informações de 2007 para orientar os governos nacionais.

 

A Reuters teve acesso a uma cópia do relatório, cuja versão final deverá ser lançada em março de 2014, no Japão, após sofrer várias alterações por especialistas. "Seria equivocado tirar conclusões a partir dele", disse Jonathan Lynn, porta-voz do secretariado do IPCC.

 

Riscos extremos


Seja como for, o esboço feito pelos principais climatologistas do mundo adota o roxo em um dos seus cinco diagramas, o que resume os riscos para comunidades humanas e a sistemas naturais.

 

Esses diagramas são apelidados de "brasas", porque contém barras verticais cujo topo fica mais vermelho, refletindo uma escala em que as temperaturas médias do planeta sobem até 5 ºC.

 

O novo roxo substituirá o vermelho por volta dos 2º C de elevação da temperatura em relação aos níveis atuais, indicando riscos extremos para muitos sistemas naturais e humanos sob ameaça.

 

Os outros quatro diagramas que mostram as principais "razões para preocupação" continuarão terminando no vermelho.

 

O esboço diz que no geral não houve alterações significativas desde 2007 nos riscos nessas categorias -- riscos decorrentes de eventos climáticos extremos, difusão dos danos no planeta, custo geral da mudança climática e riscos de grandes mudanças, como um derretimento da capa de gelo da Groenlândia.

 

Quase 200 governos nacionais já concordaram em adotar até o final de 2015 um acordo que se destina a limitar o aquecimento global a 2 ºC acima dos níveis pré-industriais. Já houve um aumento de 0,8 ºC.

 

À esquerda, imagem de 1984 do reservatório Elephant Butte, no Novo México (EUA). À direita, o mesmo reservatório, em 2013. Mudança climática alterou nível da água (Foto: Divulgação/Jet Propulsion Laboratory/Nasa)
À esquerda, imagem de 1984 do reservatório Elephant Butte, no Novo México (EUA). À direita, o mesmo reservatório, em 2013. Mudança climática alterou nível da água (Foto: Divulgação/Jet Propulsion Laboratory/Nasa)
Fonte: G1

 

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