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*Professor Genivaldo *

31

ago
2013

Qual a diferença entre cereal e grão?

 

Cereal é um tipo específico de planta - quando falamos de cereal, estamos nos referindo à planta toda. Já o grão é a semente que o cereal produz. Fácil assim.

 

Os cereais são um tipo de gramínea, uma família de plantas que reúne mais de 6 mil espécies em todo o planeta, como o trigo, a aveia e a cevada. Todos eles podem ser moídos e virar farinha, dando origem a outros alimentos, como o pão e a cerveja. "Os cereais são vegetais muito importantes para a alimentação, pois seus grãos são ricos em carboidratos e armazenam energia na forma de amido", afirma a engenheira agrônoma Maria Regina Sartori, do Instituto de Tecnologia de Alimentos de Campinas (SP).

 

Agora que a gente já desfez a confusão entre os dois termos, vale a pena acabar com uma outra bagunça: plantas como feijão, ervilha e amendoim não podem ser chamadas de cereais - portanto, suas sementes não são grãos. A razão é bem simples: eles não fazem parte da família das gramíneas - são, na verdade, da família das leguminosas. Aí, a regra é até mais simples: as sementes do feijão, da ervilha e do amendoim chamam-se apenas... sementes.

 

Para não misturar grãos e sementes no mesmo saco, segue abaixo uma lista para você saber quem é quem.

 

Milho e uma utilidades Uma tabela para você nunca mais confundir grão e cereal com semente.

Grãos/Cereais


• Aveia

• Arroz

• Milho

• Cevada

• Centeio

• Trigo

 

Sementes


• Feijão

• Ervilha

• Amendoim

• Soja

• Grão-de-bico

• Lentilha

 

Fonte: Mundo Estranho

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30

ago
2013

"Pílulas milagrosas de emagrecimento"

 

Atualmente, a mais vendida pílula de perda de peso nos Estados Unidos, que está sendo introduzida no Brasil. O seu funcionamento se dá na inibiçäo da glicose na corrente sanguínea; no aumento do metabolismo; no aumento da queima de gordura nos rins, acelerando assim, a perda de peso.

Pesquisa e estórias de sucesso da vida real sugerem que ela realmente faça jus ao que oferece. Não é de surpreender, dada ao seu sucesso, produtos do grão do Pura Green Coffee (café verde) serem relatados por especialistas na área médica, um deles é o Dr. OZ - programa de grande popularidade nos Estados Unidos.

 

Como o extrato do café verde ajuda na queima de gordura:

 

O mais recente estudo do grão do café verde foi publicado para a pesquisa da diabete. Dois estudos sobre a síndrome metabólica e a obesidade foram temas que contribuiram para pesquisa de um grupo de 16 adultos, os quais tomaram o grão do café verde por 12 semanas. No final desta, a média de perda de peso foi de 7 kg cada pessoa - isso significa uma perda de 10.5% do peso total da massa corpória e 16% de gordura.

 

Nao houve nenhum efeito colateral reportado. Essa informação é muito surpreendente e é um dos motivos que podemos concluir que o Grãos de Café Verde pode ser utilizado contra a epidemia da obesidade instalada no nosso país.

O extrato do Café Verde é o caminho mais eficiente para obter uma barriga lisa.

 

O mais importante ingrediente encontrado no café verde se chama ácido clorogênico. Ele funciona na inibição da produção de glicose no organismo, em paralelo, ajuda os rins a processar mais facilmente as gorduras dos alimentos ingeridos. Esses dois mecanismos trabalham juntos para inibir a obsorção da gordura e a redução do ganho de peso.

 

Fonte: Pura Saúde

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30

ago
2013

O lado certo do saquinho de pipoca de micro ondas

 

Por que a pipoca de micro ondas deve ser posta com um lado certo para cima?

 
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Na verdade, o buraco é mais embaixo - o que importa não é o que está em cima, mas sim o fundo do saquinho. Olha só: a base da embalagem tem uma camada de poliéster metalizado, um material parecido com o plástico, mais escuro e pesado que o resto do saco. Essa camada tem uma função superimportante: o poliéster faz com que as ondas de calor emitidas pelo microondas se concentrem em um só local. Atraindo as ondas, o material aumenta o calor no fundo do saquinho (a temperatura pode chegar a 250 ºC!), dando uma bela força para a eficácia do estouro. Como essa camada é mais pesada, os fabricantes costumam recomendar que ela fique virada para baixo - por isso vem escrito "este lado para cima" no outro extremo da embalagem.

 

Mas se você tiver um ataque de rebeldia e virar o saco do lado contrário, o máximo que pode acontecer é a pipoca demorar mais tempo para estourar e deixar mais piruás, aqueles grãos de milho que não viram flor. De resto, pode ficar tranqüilo: as camadas de poliéster já são usadas há mais de 15 anos nas embalagens de pipoca, sem alterar o gosto da guloseima ou causar qualquer problema à saúde.

 

Fonte: Mundo Estranho

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29

ago
2013

Como são fabricados os salgadinhos?

 

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Os salgadinhos de pacote são feitos em processos automatizados, sem contato manual. Entre as dezenas de tipos que existem, a gente escolheu os quatro mais populares para detalhar a fabricação: os salgadinhos fritos, os assados, os extrusados (aqueles tipo "isopor") e as batatas fritas.

 

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As imbatíveis batatinhas, aliás, são as ancestrais mais antigas na breve história dos snacks. A versão mais aceita dá conta que as primeiras batatas fritas em forma de palito saíram das frigideiras da França, no século 17. Em 1853, elas ganharam um novo e delicioso formato, cortadas em fatias finas e crocantes pelo cozinheiro americano George Crum. A fritura manual acabou em 1929, quando o inventor americano Freeman McBeth mecanizou todo o processo.

 

 

 

 

Os outros salgadinhos já nasceram industrializados. Os feitos à base de milho e os que tentavam imitar o gostinho do bacon apareceram nos anos 1950. Os do tipo "nachos" surgiram na década seguinte.

 

Os números comprovam a popularidade dessas guloseimas. Nos Estados Unidos, cada americano manda pra dentro 10 quilos de salgadinho por ano. No Brasil, esse índice gira em torno de 1 quilo por ano. Os salgadinhos podem ser deliciosos, mas são cheios de "calorias vazias" - ou seja, engordam e trazem poucos nutrientes. Pelo menos, sofrem pouco com contaminações por microorganismos. "O processo de fabricação a altas temperaturas esteriliza o produto", diz o engenheiro de alimentos Yoon Chang, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Enchendo o saco Fabricação dos quatro tipos mais populares é toda feita por máquinas:

Assados

image1. Em geral, os salgados assados são feitos com milho. No começo do processo, os grãos de milho são colocados em panelões de metal cheios de água e aquecidos. Os grãos ficam cozinhando até soltarem a casca. Isso pode demorar até oito horas

 

2. Em seguida, os grãos de milho são moídos para formar uma massa uniforme e macia. Essa massa é esticada por rolos, torna-se fininha como uma lâmina e é cortada em forma de triângulo, ficando com o "jeitão" final do salgadinho

 

3. Depois de cortada, a massa é assada em um forno industrial. Para que ela fique dourada, os salgadinhos são assados de ambos os lados. Na seqüência, os salgadinhos ainda são fritos em óleo vegetal para ficarem mais crocantes

 

4. No estágio seguinte, os salgadinhos assados e fritos seguem para o aromatizador. Nesse aparelho, eles recebem temperos em pó com o sabor escolhido para o snack — queijo e ketchup, por exemplo. Depois disso, o produto está pronto para ser embalado

 

Fritos


image1. A matéria-prima desse tipo de salgadinho é uma massa de trigo. No primeiro passo da fabricação, a farinha de trigo e a água são misturadas em uma batedeira gigante.

 

2. Se o salgadinho for do tipo bacon, a massa branca recebe uma tintura de urucum para ficar mais escura. Depois, ela é seca por um sistema de ventilação, cortada em pedaços menores e aquecida por oito horas para retirar a umidade.

 

3. A etapa seguinte é a fritura, em que os salgadinhos tomam um banho em óleo vegetal durante nove segundos, a 180 °C. Há dois tipos de fritador: o contínuo, em que uma esteira transporta os salgadinhos por uma piscina de óleo, e o por batelada, que frita uma porção de cada vez.

 

4. Depois da fritura, os salgadinhos seguem para o temperador, uma espécie de cilindro rotativo cheio de tempero em pó usado para dar o gostinho de bacon. Na última fase, as guloseimas vão para a empacotadeira, que lacra os saquinhos de acordo com o peso escolhido.

 

Batata

 

image1. Os fabricantes de fritas recebem as batatas ainda com casca. No estágio inicial de industrialização, as batatas são lavadas e passam por um cortador automático, que arranca as cascas dos vegetais.

 

2. Já sem casca, as batatas são fatiadas no formato liso ou ondulado. Depois, elas seguem para um segundo lavador, que usa água quente para retirar o amido e o açúcar das fatias, e realiza uma espécie de pré-cozimento das batatas.

 

3. O passo seguinte é a fritura. As fatias pré-cozidas são mergulhadas em óleo vegetal a 185º C por no máximo vinte segundos. Dentro do fritador, pás controladas por um sistema automático se encarregam de tirar as batatas do óleo no tempo certo.

 

4. Depois da fritura, os pedaços menores são eliminados. Os que sobram seguem para o aromatizador, onde recebem o tempero em pó. Nem toda a matéria-prima é utilizada: para produzir um quilo de batata frita, são necessários 3,9 quilos de batata fatiada.

 

Extrusados

 

image1. "Extrusados" são os salgadinhos tipo "isopor", geralmente feitos à base de milho. O ingrediente inicial — uma farinha de milho bem fininha, com grãos de no máximo 12 milímetros — é misturado com água até dar origem a uma massa homogênea.

 

2. Essa massa segue para a máquina extrusora, o "coração" do processo de fabricação. A mistura recebe até 170 ºC de calor, é submetida a uma grande pressão e prensada numa matriz que dá a forma escolhida para o salgadinho.

 

3. Depois de passarem pela matriz, os salgadinhos superquentes e prensados entram em contato com uma pressão mais baixa e com uma temperatura mais fria. Resultado: eles "explodem", ficando com aquela massa aerada e a consistência típica de isopor que todo mundo conhece.

 

4. Ao fim da extrusão, os salgadinhos passam por um cilindro rotativo, que tem sprays que jogam o aroma desejado sobre os snacks - pode ser queijo, presunto ou requeijão, por exemplo. Em seguida, o produto vai para a empacotadeira e já está prontinho.

 

Fonte: Yoon Kil Chang, engenheiro de alimentos da Universidade Estadual de Campinas. Via Mundo Estranho

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29

ago
2013

Bois "Schwarzenegger" assustam, mas carne é saudável

 

Raça Belgium Blue chega ao dobro do tamanho do gado convencional e gera debate nas redes

 

Imagens de gados monstruosos, que se assemelham a verdadeiros fisiculturistas, estão causando assombro e debates em sites e nas redes sociais. Internautas especulam se experiências transgênicas foram feitas para alcançar esse tamanho de boi e, portanto, se há consequências para a saúde desses animais e das pessoas que consomem essa carne.

Apesar da comoção pública, esses grandes animais pertencem a uma raça europeia de gados que já é comercializada há bastante tempo.

Os Belgium Blue (Belgas azuis, em tradução livre) foram criados na Bélgica a partir de uma mutação genética natural.


Esses animais atingem tamanhos desproporcionais devido à ausência da proteína miostatina, que limita naturalmente o crescimento dos tecidos musculares.


Alguns machos da espécie podem chegar a pesar mais de uma tonelada!

Mas o maior problema desses animais ocorre durante o nascimento. Ainda dentro da barriga da fêmea, as crias atingem um tamanho tão grande que em 91% dos casos é necessário fazer cesariana para efetuar o parto.


Os criadores belgas não precisaram de alta tecnologia para desenvolver os Belgium Blue. A espécie tem sido aprimorada desde o século 19, mas foi apenas no período entre 1920 e 1950 que os animais adquiriram suas características musculares, consideradas tão impressionantes.


Na realidade, os criadores apenas isolaram um animal que havia nascido com a deficiência da proteína miostatina e, a partir dele, aperfeiçoaram a espécie por meio de cruzamentos.

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29

ago
2013

Quem inventou a granola?

 

 

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A granola é um composto de cinco cereais torrados - aveia, arroz, trigo, milho e centeio -, misturados com mel ou açúcar mascavo e frutas, como uvas passas, flocos de maçã e castanhas. Bom, essa é a receita atual, mas a granola nem sempre foi assim.

 

Em mais de um século, a lista de ingredientes desse alimento matinal já mudou bastante. Tudo começou por volta de 1830, quando o americano William Sylvester Graham, defensor ferrenho do vegetarianismo, inventou a farinha integral, um preparado feito apenas de cereais moídos, sem nenhum aditivo. Três décadas depois, em 1863, o sanitarista James Jackson assou a tal farinha integral, criando um farelo que ele batizou de "granula".

 

A história se complicou em 1870, quando um outro sanitarista, o americano John Harvey Kellogg, criou uma mistura de grãos de aveia, trigo e milho assados para servir a seus pacientes. Ele também chamou a gororoba de "granula". Mas Jackson tascou-lhe um processo e Kellogg teve de acochambrar o nome da invenção: nascia aí o nome "granola", patenteado ainda no século 19. O mais maluco é que a invenção não pegou na época e acabou meio esquecida. O próprio Kellogg desencanou de promovê-la porque ficou rico ao inventar uma pasta de milho - o Corn Flakes - logo depois. Mas nos anos 1960, a granola caiu nas graças do movimento hippie, que passou a exaltar suas qualidades nutricionais. Nas décadas seguintes, ela ganhou fama além do cardápio das "sociedades alternativas" e invadiu as mesas do mundo.

 

No quadro abaixo, a gente conta um pouco mais sobre as características nutricionais desse rango natureba.

Nutrição matinal Composto de cereais é bem calórico, mas regula o intestino e tem vitaminas

 

SERVE PARA QUÊ?


A granola dá uma força para o intestino funcionar direitinho, além de ter vitaminas A, B e C, proteínas e ferro. Ela leva vantagem sobre outros cereais matinais, como o Corn Flakes, porque tem maior variedade de grãos

 

CONTRA-INDICAÇÃO


Não tem. Mas quem está fora do peso ou não pratica atividades físicas deve pegar leve, pois a granola é calórica. Para você ter uma idéia, aquele pacotinho de 40 gramas que acompanha o açaí na tigela tem 168 calorias

 

CALORIAS


Uma xícara com 100 gramas de granola tem 421 calorias. É a mesma quantidade do muesli, que tem ingredientes bem parecidos com os da granola. Mas é mais que 100 gramas de Corn Flakes, que tem 350 calorias

 

COMO QUEIMAR AS CALORIAS


Para mandar para o espaço uma porção de 40 gramas de granola é preciso suar a camisa em uma caminhada leve de pelo menos 40 minutos

*Atividades calculadas para uma pessoa com 70 kg.

 

Fontes: Cynthia Antonaccio, nutricionista e consultora da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem-Estar, e livro História da Alimentação, organizado por Jean-Louis Fladrin e Massimo Montanari. Editora Liberdade, 1998. Via Mundo Estranho

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28

ago
2013

Como surgiram os lanches, tipo sanduíches e outros mais?

 

Vários lanches e sanduíches ganharam os cardápios das lanchonetes a partir do século 19. "Foi nessa época que começou a se popularizar a idéia de almoços rápidos para trabalhadores das cidades grandes, por causa da revolução industrial", diz Ricardo Maranhão, professor de gastronomia da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo. Com as jornadas de trabalho cada vez mais extensas, o sanduíche passou a ser uma opção mais prática, apesar de pouco nutritiva. Mas a idéia de colocar algum recheio no pão é bem mais antiga que isso.

 

"Antes de Cristo, nos antigos rituais de Pessach, a páscoa judaica, já se fazia uma mistura de pão com alguns tipos de embutidos. Em todas as culturas, come-se a massa misturada com alguma coisa. O próprio formato do pão é feito para que se coloque algo dentro dele", afirma Ricardo.

 

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Apesar do costume ancestral, a fama - e o nome - do sanduíche só vieram em 1762, com o inglês John Montagu, o conde de Sandwich, uma vila da Inglaterra. Reza a lenda que ele comia fatias de pão com salame para não precisar interromper as partidas de bridge, jogo de cartas popular entre os britânicos. Desde então, a variedade de sandubas só aumentou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O hambúrguer, receita mais famosa de todas, popularizou-se nos Estados Unidos no final do século 19, imageprovavelmente levado por imigrantes alemães, e ganhou o mundo em meados do século 20, com o surgimento das grandes redes mundiais de fast-food.

 A partir dessa fórmula básica, surgiram variações e o lanche ganhou apelidos diferentes, de acordo com o recheio - dos mais simples, como o cheeseburger, ao ultracalórico eggcheesebaconsalada.

 

 

 

 

Escolhemos cinco dessas delícias - e mais três condimentos superconhecidos - para você devorar a história.

Sanduíche-íche Alguns são saudáaaaaaveis, mas só o americano e o beirute tem vegetais folhooooosos.

 

 

AMERICANO

 

imageINGREDIENTES - Pão francês, queijo, presunto, ovo frito, alface e tomate

CALORIAS - 418

Nos anos 1940, os donos da lanchonete Salada Paulista, em São Paulo, aprimoraram o misto- quente (criado por lá mais ou menos na mesma época), pondo alface, ovo e bacon. Brasileiríssimo, o sanduba ganhou esse nome em homenagem à dupla ovo e bacon, popular nos Estados Unidos. Com o tempo, o bacon deixou de fazer parte da receita

 

 

 

MOSTARDA E KETCHUP

 

CALORIAS - 8 (por sachê de 8 gramas)

Além de serem pouco calóricos, os dois condimentos tem outra coisa em comum: ambos são bem antigos. A mostarda já era usada por povos antigos antes de Cristo  os romanos foram os primeiros a fazer uma pasta com as sementes espremidas. Já o primeiro ketchup não tinha tomate: era uma salmoura que os chineses usavam para temperar peixes, chamada ke-tsiap

 

 

BAURU

imageINGREDIENTES - Pão de forma, queijo, presunto e tomate

CALORIAS - 252

O estudante Casimiro Pinto, de Bauru, no interior paulista, freqüentava a lanchonete Ponto Chic, no centro de São Paulo. Um dia, no distante ano de 1939, pediu ao cozinheiro que preparasse um sanduíche com os ingredientes acima %u2014 a receita original leva rosbife no lugar do presunto. A combinação acabou sendo batizada com o nome da cidade do "inventor"

 

 

 

 

HOT-DOG

 

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INGREDIENTES - Pão e salsicha (e o que mais você desejar)

CALORIAS - 253 (receita básica)

Nos Estados Unidos, os vendedores de salsichas emprestavam luvas aos fregueses que não queriam sujar as mãos, mas elas nunca eram devolvidas. Para evitar o problema, o imigrante alemão Anton Feuchtwanger pediu ao cunhado padeiro para fazer um pão do tamanho das salsichas em 1904. O nome é uma alusão à qualidade duvidosa da carne e ao formato da salsicha, que lembra os cães da raça dachshund

 

 

 

 

 

CHEESEBURGER

 

INGREDIENTES - Pão, hambúrguer, queijo

CALORIAS - 283

Apesar de alguns americanos terem vendido pães recheados com hambúrgueres e queijo na década de 1920, o mais esperto foi Louis Ballast, dono da lanchonete Humpty Dumpty, em Denver, no estado do Colorado, nos Estados Unidos. Ele registrou a patente do cheeseburger em 1935

 

 

 

BEIRUTE

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INGREDIENTES - Pão sírio, rosbife, queijo, alface, tomate, ovo frito

CALORIAS - 304

O verdadeiro inventor é desconhecido, mas há algumas pistas sobre a origem do sanduba. O pão especial - hoje chamado de pão sírio - foi trazido para São Paulo no início do século 20 pelos imigrantes árabes. A partir de então, o sanduíche feito com o pão achatado ganhou esse nome dos paulistanos em homenagem aos nativos da capital libanesa

 

 

 

 

 

 

MAIONESE

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CALORIAS - 25 (por sachê de 8 gramas)

A maionese surgiu na França em 1756, para comemorar a vitória no início da Guerra dos Sete Anos contra a Inglaterra. A lenda diz que o molho feito com ovos surgiu depois da tomada do castelo de Saint Philip, localizado em Mahón %u2014 daí o nome original mahonnaise.

 

 

 

 

Fonte: Mundo Estranho. Consultoria: dados calóricos fornecidos pela nutricionista Renata Alves da Silva, de São Paulo, e pela empresa Arisco / foto claudio meletti / produção bel cordeiro / agradecimento fucsia casa

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27

ago
2013

Diferença entre cogumelo comestível, venenoso e alucinógeno

 

Como existem muitas espécies de cogumelos - fala-se em 1,5 milhão - e nenhuma característica física denuncia a presença de veneno ou substâncias alucinógenas, é muito difícil (e perigoso) diferenciá-los no "olhômetro". Para piorar as coisas, estima-se que nem 5% das espécies estejam classificadas na literatura biológica. Isso significa que nem um micologista (especialista em fungos) muito experiente pode enfiar na boca um cogumelo achado no meio da floresta. Mesmo que ele se pareça muito com uma espécie comestível, é bom desconfiar, afinal um mesmo gênero pode ter espécies que matam, deixam doidão ou, simplesmente, enchem a barriga (veja o exemplo do gênero Amanita nas fotos abaixo).

 

Em laboratório, há duas formas de se identificar um cogumelo: análise morfológica e bioquímica. A primeira nada mais é do que comparar as características da espécie encontrada com as das já identificadas e cata-logadas nos livros científicos. Para isso, leva-se em conta o formato, as medidas e a coloração do cogumelo. Mesmo que ele se pareça com alguma espécie conhecida, por precaução é analisado por um bioquímico treinado para identificar a presença de toxinas (como a alfa-amanitina, encontrada no Amanita phalloides) e substâncias alucinógenas (como a psicilobina, do Psilocibe cubensis).

Será que ele é? Estes três cogumelos são do gênero Amanita, mas seus efeitos são totalmente diferentes

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ALUCINÓGENO

Amanita muscaria: Um pedacinho de 1 grama pode te deixar zureta por várias horas. É um dos alucinógenos mais antigos da humanidade.

 

VENENOSO

Amanita phalloides ou "chapeu-da-morte": 50 gramas são suficiente para matar uma pessoa. O papa Clemente VII morreu depois de comer um.

 

COMESTÍVEL

Amanita caesarea: Não existe no Brasil, mas faz muito sucesso nas cozinhas européias. Pode ser comido cru, em saladas, sem perigo de intoxicação.

 

Fonte: Mundo Estranho

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22

ago
2013

Por que o mel não se decompõe?

 

O mel até apodrece, mas demora porque tem pouquíssima quantidade de água em sua composição. O tempo varia de acordo com a excelência no processo de fabricação: o mel ideal tem só 17% de água, o que impede a proliferação de leveduras e microorganismos que deterioram o composto.

 

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Quando a abelha retira néctar das flores para acumular alimento na colmeia, ela estende a língua para receber o vento do bater das asas de outras abelhas. Depois, ela continua batendo as asas próxima aos favos. Isso serve para que a água evapore ao máximo. Se a colmeia produzir mel com umidade superior a 17%, os apicultores costumam intervir, com um processo artificial, para garantir a qualidade final. Pelo sim, pelo não,a lei brasileira estabelece o prazo de dois anos para o consumo de todo mel comercializado no país.

 

Curiosidades:

- Em escavações egípcias, foram encontrados potes de mel ainda preservados com mais de 3 mil anos!

- Outro fator que aumenta a durabilidade do mel é sua alta taxa de açúcar - cerca de 90%.

 

FONTES: O Livro do Mel, de Eva Craine, e sites Como Tudo Funciona? e as-abelhas.com - Via Mundo Estranho

Foto Ricardo Toscani.

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22

ago
2013

O que é glutamato monossódico?

 

É um sódio derivado do ácido glutamático, usado como realçador de sabor em alimentos industrializados, como bolachas e salgadinhos. Ele também pode ser usado como um tipo de tempero.

 

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É feito de proteína vegetal hidrolisada ou da fermentação da glicose. O problema é que, embora ele tenha sido liberado por órgãos como o FDA (Food and Drug Administration, que supervisiona a produção e o comércio de alimentos e drogas nos EUA), há estudos que o associam à obesidade.

 

"Nossas descobertas sugerem que quem tem um alto consumo dessa substância apresenta risco elevado de desenvolver sobrepeso ou obesidade", explica o professor Ka He, da Universidade da Carolina do Norte, EUA. Há ainda evidências de que o glutamato também possa desencadear crises de enxaqueca, reações alérgicas e até mesmo câncer. Os estudos ainda não são conclusivos, mas, em todo caso, é sempre bom moderar o consumo.

 

Fonte: Mundo Estranho

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20

ago
2013

Quais as diferenças entre açúcar cristal,refinado e mascavo?

 

As principais diferenças aparecem no gosto, na cor e na composição nutricional de cada tipo. A regra básica é a seguinte: quanto mais escuro é o açúcar, mais vitaminas e sais minerais ele tem, e mais perto do estado bruto ele está. A cor branca significa que o açúcar recebeu aditivos químicos no último processo da fabricação, o refinamento, que a gente explica direitinho no fim do texto. Apesar de esses aditivos deixarem o produto bonitão, eles também "roubam" a maioria dos nutrientes. Só para dar um exemplo, em 100 gramas de um açúcar bem escuro, o mascavo, existem 85 miligramas de cálcio, 29 miligramas de magnésio, 22 miligramas de fósforo e 346 miligramas de potássio. Para comparar, na mesma quantidade de açúcar refinado, aquele tipo branco mais comum, a gente encontra no máximo 2 miligramas de cada um desses nutrientes.

 

acucar

 

A matéria-prima do nosso açúcar, você sabe, é a cana. Antes de chegar à nossa mesa, a planta passa por diversas etapas de fabricação. Primeiro, ela é moída para extrair o caldo doce. Depois, começa a purificação, em que o caldo é aquecido a 105 ºC e filtrado para barrar as impurezas. Em seguida, o caldo é evaporado, vira um xarope e segue para o cozimento, onde aparecem os cristais de açúcar que a gente conhece. Por último, os tipos mais brancos de açúcar ainda passam pelo refinamento, quando o produto recebe tratamentos químicos para melhorar seu gosto e seu aspecto. O resultado final é o açúcar em cristais, mas, se você moldar e comprimir os cristais com xarope de açúcar, dá para fabricar açúcar em torrões. Além da cana, há açúcar nas frutas e no milho (a frutose) e no leite (a lactose). A beterraba é outra fonte de açúcar, mas tem um processo de extração diferente. Ela é popular na Europa: como lá não tem cana, a beterraba entrou na dança.

 

Doces delícias Tipos claros recebem tratamento químico e possuem menos nutrientes.


De confeiteiro


Tem cristais tão finos que mais parecem talco de bebê. Excelente para fazer glacês e coberturas. O segredo é o refinamento sofisticado, que inclui uma peneiragem para obter os minicristais e a adição de amido de arroz, milho ou fosfato de cálcio para evitar que os minicristais se juntem novamente.

 

Orgânico


É diferente de todos os outros tipos porque não ultiliza ingredientes artificiais em nenhuma etapa do ciclo de produção, do plantio à industrialização. O açúcar orgânico é mais caro, mais grosso e mais escuro que o refinado, mas tem o mesmo poder do adoçante.

 

Light


Surge da combinação do açúcar refinado com adoçantes artificiais, como o aspartame, o ciclamato e a sacarina, que quadruplicam o poder de adoçar. Um cafezinho só precisa de 2 gramas de açúcar light para ficar doce, contra 6 gramas de açúcar comum. Por isso, que quem consome o açúcar light ingere menos calorias.

 

Líquido


É obtido pela dissolução do açúcar refinado em água. Usado em bebidas gasosas, balas e doces, o açúcar líquido não é vendido em supermercados. Uma das vantagens é que ele não precisa ser estocado em sacos, diminuindo o risco de contaminação com poeira e microorganismos.

 

Frutose


É o açúcar extraído das frutas e do milho. Sem precisar de nenhum aditivo, frutose é cerca de 30 vezes mais doce que o açúcar comum, mas ela engorda sem oferecer uma vitaminazinha sequer. A maior parte da frutose vendida no Brasil é importada e tem preços meio amargos.

 

Refinado


Também conhecido como açúcar branco, é o açúcar mais comum nos supermercados. No refinamento, aditivos químicos como o enxofre tornam o produto branco e delicioso. O lado ruim é que esse processo retira vitaminas e sais mineirais, deixando apenas as "calorias vazias" (sem nutrientes).

 

Mascavo


É o açúcar bruto, escuro e úmido, extraído depois do cozimento do caldo de cana. Como o açúcar mascavo não passa pela etapa de refinamento, ele conserva o cálcio, o ferro e os sais mineirais. Mas seu gosto, bem parecido com o do caldo de cana, desagrada a algumas pessoas.

 

Cristal


É o açúcar com cristais grandes e transparentes, difíceis de serem dissolvidos em água. Depois do cozimento, ele passa apenas por um refinamento leve, que retira "só" 90% dos sais mineirais. Por ser econômico e render bastante, o açúcar cristal sempre aparece nas receitas de bolos e doces.

 

Demerara


Também usada no preparo de doces, esse açúcar de nome estranho é um dos tipos mais caros. Ele passa por um refinamento leve e não recebe nenhum aditivo químico. Por isso, seus grãos são marrom-claros e têm valores nutricionais altos, parecidos com os do açúcar mascavo.

 

Fonte: Mundo Estranho

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19

ago
2013

Quando um raio cai no mar, até onde vai a eletricidade?

 

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Depende do raio. Estima-se que uma descarga de 50 mil ampères, por exemplo, já seja inofensiva a um banhista a 125 m do ponto de incidência. A intensidade da corrente diminui segundo o inverso do quadrado da distância. Logo, com o dobro da distância, cai para 1/4. Com o triplo, baixa para 1/9. E assim por diante. Por isso que, quando um raio cai em Copacabana, alguém em Ipanema não morre eletrocutado.

 

O raio se comporta da mesma maneira no mar ou na terra. A diferença é que, como a corrente sempre procura se concentrar no meio mais condutor, no mar aberto ela se divide igualmente entre o nosso corpo e a água. Já em terra firme, ela sempre se concentra no nosso corpo - e aí os danos são maiores.

 

Mergulho eletrizante


Confira as consequências de um raio de 50 mil ampères a diferentes distâncias


Morte certa


Uma pessoa nadando a até 50 m do ponto de incidência da descarga elétrica sofreria um choque de mais de 300 mA (miliampère). Resultado: um ataque cardíaco fulminante.

 

Chance de sobrevivência


Entre 50 m e 85 m, a descarga elétrica diminui, podendo variar entre 300 e 100 mA. O nadador sofreria queimaduras, asfixia e, em alguns casos, uma parada cardíaca, mas poderia se salvar.

 

Risco reduzido


Entre 85 m e 125 m, a intensidade fica entre 100 e 50 mA. Não é suficiente para matar ninguém, mas apenas porque a descarga elétrica de um raio dura pouco - cerca de um milésimo de segundo. Uma descarga mais duradoura nessa mesma intensidade, como no choque de um chuveiro, poderia, sim, matar.

 

São e salvo


Acima dos 125 m de onde o raio caiu, uma pessoa no mar receberia uma descarga elétrica de menos de 50 mA. Ela sentiria o formigamento típico, mas sem riscos.

 

ATENÇÃO!


Esses valores são só representativos. ALERTA: durante uma chuva com raios, sempre saia da água e procure um local seguro.

 

%u2022 Raio é a descarga elétrica atmosférica. Relâmpago é a luz e trovão é o som causados pela ionização do ar e o choque com as cargas elétricas das nuvens.

 

Fonte Dulcidio Braz Jr, professor de física do Anglo e autor do blog "Física na Veia!", e Silverio Visacro Filho, professor de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Via Mundo Estranho

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