Portal da Educao Adventista

*Professor Genivaldo *

31

ago
2011

Variações climáticas influenciam ocorrência de guerras civis


Variações climáticas como o El Niño e La Niña têm impacto sobre os conflitos gerados em regiões atingidas pelos dois fenômenos, afirma um estudo publicado na revista "Nature", na última quarta-feira (24).


Os países tropicais, que sofrem com tempestades causadas pelo fenômeno El Niño, são duas vezes mais suscetíveis a terem conflitos internos que aqueles afetados pelo La Niña, mais úmida e menos quente.


A fome, que dobrou na Somália por causa de uma guerra civil e castiga o Chifre da África, é um exemplo dos efeitos das variações do clima que intensificam a seca e as tensões de sociedades já fragilizadas, dizem os autores da pesquisa.


Eles acrescentam que estes riscos aumentarão com o aquecimento global causado pela emissão de gases estufa.


"O estudo mostra inegavelmente que, mesmo no nosso mundo moderno, as variações climáticas têm impacto sobre a propensão das pessoas à violência", explica Mark Cane, pesquisador do clima do Observatório da Terra Lamont-Doherty, que pertence à Universidade de Columbia, em Nova York.


CONFLITOS DE 1950 A 2004


Os autores do estudo examinaram os dois fenômenos climáticos entre 1950 a 2004 e cruzaram os dados com informações sobre conflitos internos que causaram no mínimo 25 mortos por ano na mesma época.


Cento e setenta e cinco países e 234 conflitos, dos quais mais da metade matou mais de mil mortos nos confrontos, também foram analisados.


Durante o período de observação do La Niña, a probabilidade de um conflito acontecer foi de 3%. No do El Niño, subia para 6%. Já o risco de um conflito em países que não eram afetados por nenhum dos dois fenômenos correspondeu a 2%.


Segundo os pesquisadores, o El Niño pode ter influenciado 21% dos casos de guerras civis pelo mundo, uma cifra que chega a 30% nos países especialmente afetados pelo fenômeno.


Solomon Hsiang, o principal pesquisador do estudo, afirmou que o El Niño é um fator invisível, mas que provoca perdas nas colheitas, favorece as epidemias após as tempestades, intensifica a fome, o desemprego e as desigualdades que, por sua vez, alimentam a discórdia e o descontentamento.


Outros fatores que podem influenciar no nível de risco de uma guerra civil são o crescimento demográfico, a prosperidade e a capacidade de os governos controlarem os eventos ligados ao El Niño.


O El Niño ocorre no hemisfério sul de modo cíclico a cada dois ou sete anos. Ele dura entre nove meses e dois anos e provoca fortes perdas na agricultura, pesca e extrativismo florestal.


O fenômeno decorre pelo acúmulo de massas d'água quente na parte ocidental do Pacífico tropical e atravessa o oceano. Pode provocar modificações drásticas nos ciclos de chuvas e nas temperaturas, gerando ondas de calor, ventos secos e violentos na África, parte sul da Ásia e sudoeste da Austrália.


Já o ciclo inverso, o La Niña, causado por um resfriamento das massas d'água na parte oriental do Pacífico, favorece fortes chuvas nessas regiões.


Fonte: Folha

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31

ago
2011

Azeite de oliva e frutas secas diminuem arterosclerose


Uma dieta mediterrânea enriquecida com azeite de oliva virgem e com frutas secas pode reverter a arterioesclerose nas artérias carotídeas em um ano, segundo teste da Universidade de Navarra (Espanha) e outros 19 centros espanhóis, com 187 voluntários.


O catedrático Miguel Angel Martinez Gonzalez, que dirige o departamento de Medicina Preventiva desta universidade, responsável pelo estudo, considera que a dieta é capaz de conseguir em um ano o que não se consegue com remédios em dois anos, informou nesta quarta-feira o centro acadêmico em comunicado.


Os participantes da experiência, maiores de 55 anos e com alto risco cardiovascular, se dividiram em três grupos aleatórios, dois dos quais receberam instruções detalhadas dos nutricionistas sobre como seguir a dieta mediterrânea adequadamente.


Um dos grupos que seguia o padrão de dieta mediterrânea recebeu 15 litros de azeite de oliva virgem a cada três meses, enquanto aos outros foram oferecidas frutas secas, com a ideia de que os voluntários consumissem 30 gramas ao dia de nozes, amêndoas e avelãs.


O terceiro grupo recebeu simplesmente instruções e material para seguir uma dieta baixa em gordura. Foi medida a espessura da camada média da artéria carótida de todos os participantes, uma vez no início do estudo e outra após um ano.


"Observamos que os que já tinham arterioesclerose antes do estudo, tiveram a camada média da artéria engrossada, o que significa uma melhora considerável. As pessoas que seguiram a dieta mediterrânea enriquecida com azeite de oliva virgem ou frutas secas, tiveram uma regressão das lesões", informou Martin-Gonzales.


No entanto, o médico afirma que esta melhora não se deu entre os que não apresentavam um engrossamento da parede da artéria no começo do estudo.


Fonte: Folha

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31

ago
2011

Origem do Guardanapo


Pano para se limpar existia entre os romanos, mas ficou esquecido na Idade Média


Se hoje parece impossível comer macarrão sem um guardanapo para se limpar, na Idade Média isso era normal. Aliás, naquela época, usar um pano durante a refeição podia ser motivo de chacota. Por anos, na Europa medieval, só a nobreza se limpava para comer. O processo era feito geralmente com jarras de água trazidas por empregados antes e depois da refeição. Enquanto isso, os padres, outros membros do clero e os mais pobres limpavam as mãos com pão. Ou simplesmente não limpavam.

Alguns historiadores atribuem a criação do guardanapo a Leonardo da Vinci (1452-1519). O principal motivo é o Codice Romanov, livro de culinária atribuído ao inventor, que traz uma referência ao guardanapo. Mas, muito antes de Da Vinci, na Roma antiga, por volta do século 1, limpar-se com um pano já era comum. Principalmente nos banquetes. Ao chegar à casa do anfitrião, os convidados recebiam toalhas para a refeição. Em seu livro Banquete, o historiador inglês Roy Strong explica que também era comum os convidados trazerem seus próprios guardanapos, "grandes o suficiente para levar para casa qualquer iguaria não consumida", diz o autor.

Foi apenas no fim da Idade Média que o hábito de usar panos voltou à cena doméstica. E, mesmo assim, era raro. Somente os mais ricos tinham guardanapos e sua utilidade era decorativa. Os panos eram engomados e exibidos como uma forma de arte próxima à escultura de papel. Na descrição de um banquete dado em Roma, em 1513, em homenagem a Giuliano e Lorenzo de Médici, os guardanapos aparecem dobrados como uma gaiola. Quando a peça era aberta pelo convidado, um passarinho saía voando.

Durante o Renascimento, em geral, os homens usavam o guardanapo sobre o ombro esquerdo e as mulheres o deixavam no colo. Para a mestre em História Cultural pela Unicamp Eliane Abrahão, "entre os séculos 17 e 18, nas cortes européias, começou a haver preocupação com o comportamento". Desde então, o guardanapo passou a ser amplamente usado. Nos anos 70, surgiu a versão descartável.


Aventuras na História

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31

ago
2011

50 anos da renúncia de Jânio

O Brasil à beira da guerra civil

O

Durante 12 dias, entre 25 de agosto e 5 de setembro de 1961, o Brasil viveu uma de suas maiores crises institucionais, cujos desdobramentos levaram o país à beira de uma guerra civil.


Surpreendendo toda a nação, o presidente Jânio Quadros renuncia e, consequentemente, inicia-se um movimento para que o vice, João Goulart, que estava em missão na Ásia, não assuma o poder. Durante essas tensas semanas, foi criado o movimento da Legalidade, que, a partir do Rio Grande do Sul, barrou a tentativa de golpe.


Neste especial, o Portal Terra contará, dia a dia (até 5 de setembro) e em formato de jornal, os detalhes dessa crise como se os acontecimentos estivessem ocorrendo naquele dia, desde a renúncia de Jânio até a chegada de Jango a Brasília para tomar posse como o novo presidente.

Além disso, você conhecerá os principais personagens, entenderá como a renúncia influenciou o golpe militar de 64, além de conferir documentários, fotos, áudios e publicação da época.


Além desses momentos de tensão, esse especial mostrará a vida dos brasileiros em 1961. Os leitores poderão conferir as celebridades da época, as novidades do cinema, as últimas da moda, os carros mais vendidos, os craques do esporte, as curiosas publicidades e o mundo envolto na Guerra Fria.


Fonte   Terra



Além desses momentos de tensão, esse especial mostrará a vida dos brasileiros em 1961. Os leitores poderão conferir as celebridades da época, as novidades do cinema, as últimas da moda, os carros mais vendidos, os craques do esporte, as curiosas publicidades e o mundo envolto na Guerra Fria.

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30

ago
2011

Origem da expressão Cacha-pregos


Pescadores nordestinos criaram a expressão


Comum no Nordeste, trata-se de um desvio lingüístico. No português arcaico é "cacha-pregos", nome de um vilarejo da ilha de Itaparica, Bahia, assim chamado devido a sua atividade pesqueira. "O verbo cachar quer dizer esconder e veio do francês cacher, que, por sua vez, tem origem no latim coactare", diz Américo Venâncio Filho, lingüista da Universidade Federal da Bahia. Cacha-pregos seria algo como "esconde-pregos", pois os peixes-pregos que entram no rio Jaguaripe não conseguem voltar ao mar por causa da maré baixa. Como Cacha-pregos ficava longe da capital, Salvador, os pescadores que iam até lá o transformaram em sinônimo de lugar distante.


Fonte: Aventuras na História

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30

ago
2011

Ciência: 1ª imagem de um elétron orbitando uma molécula

Foto revolucionária foi possível graças a microscópio atômico e deve facilitar estudos na área. Foto: TecMundo/Reprodução

Foto revolucionária foi possível graças a microscópio atômico e deve facilitar estudos na área
Foto: TecMundo/Reprodução


A movimentação dos elétrons sempre foi um assunto complicado de ser debatido e, principalmente, registrado em imagem. Dessa vez, entretanto, cientistas da IBM Research Zurich e da University of Liverpool finalmente conseguiram: eles foram os primeiros a capturar a trajetória que um elétron realiza em torno de um núcleo.


A substância que você vê nas fotos a, b e c é o pentaceno, um hidrocarboneto composto por cinco átomos de carbono e rodeado por vários átomos de hidrogênio. As partes escurecidas da imagem, que parecem dividir a molécula em várias partes, consistem no caminho percorrido pelo elétron, no que é chamado de órbita.


A imagem nomeada como HOMO simboliza o caminho mais provável feito pelo elétron, enquanto LUMO mostra a trajetória que ele deve percorrer com menor frequência. Já d, e e f mostram como os cientistas acreditavam que as imagens seriam. Pela semelhança entre as duas, é possível constatar que a descoberta é verdadeira.


Segundo a Science Mag, o registro só foi possível graças a um microscópio de força atômica (AFM, na sigla original), que é capaz de retratar imagens muito menores do que os aparelhos tradicionais - a própria agulha do instrumento necessita de outro microscópio para ser visualizada.


A tarefa é ainda mais difícil quando lembramos que o comportamento de um elétron é diferente de uma partícula comum: determinar sua posição em um orbital exige cálculos baseados apenas em probabilidades.


Fonte: Terra

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30

ago
2011

Britânico colhe repolho de 1,52 metro de diâmetro e 11,34 Kg


O aposentado britânico Tony Southall, de 74 anos, colheu um repolho de 1,52 metro de diâmetro e 11,34 quilos. Southall , que cultivou o vegetal em sua propriedade em Dudley, no Reino Unido, doou o repolho para uma casa de repouso, segundo o jornal "Daily Mail".


Tony Southall exibe o repolho gigante. (Foto: Reprodução)Tony Southall exibe o repolho gigante. (Foto: Reprodução)


Fonte:
G1

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30

ago
2011

Inacreditável Futebol Clube

Tão criticado no Brasil pelos gols perdidos no Campeonato Brasileiro, o atacante Deivid, do Flamengo, tem com quem se consolar. O jogador Israel Kahn, do Alianza Atlético, perdeu um gol incrível no jogo contra o Cienciano, pelo Campeonato Peruano. Após receber um lançamento, ele passou fácil pelo goleiro adversário e, com o gol escancarado, conseguiu a proeza de chutar a bola para fora. A sorte é que o lance não interferiu no resultado. Minutos antes, Israel havia feito o terceiro gol da vitória de 3 a 1 do Alianza.


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29

ago
2011

Sucesso profissional

Dez crenças que você precisa abandonar para ter sucesso profissional



  • Thinkstock

    Muitos conceitos do mercado envelheceram. Livre-se deles para evoluir profissionalmente


Que na era da Internet as empresas estão se modernizando a uma velocidade impressionante, não é novidade. Toda mudança, porém, exige uma quebra de determinados padrões de comportamento. Alguns conceitos ficam tão arraigados que é difícil modificar a atitude sem sentir uma pontinha de receio. Para te ajudar, conversamos com vários especialistas em carreira. Eles elaboraram uma lista com dez máximas que estão antiquadas. Sabendo disso, será muito mais fácil você se dar bem.


1. Quem estende o expediente é visto como competente e esforçado

Há algum tempo, as pessoas que cumpriam o horário à risca eram malvistas. Isso está em franca decadência, pois quem quer fazer trabalho extra pode, perfeitamente, se dedicar a isso fora do escritório e depois apresentar resultados. "Ficar até mais tarde costuma ser desnecessário e improdutivo. O que interessa para as empresas é o resultado", avisa Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas, negociação e vendas. O administrador de empresas e palestrante Anderson Cavalcante é radical: "Quem sempre fica até mais tarde é incompetente e desorganizado. Um bom profissional sabe que existe vida após o trabalho. Anderson diz que muitas pessoas enrolam o dia todo e depois extrapolam o horário. Os líderes modernos estão de olho nisso.


2. Rede social é brincadeira de quem não tem o que fazer

Cada vez mais profissionais estão se especializando para atuarem nas redes sociais. Dependendo do ramo, elas são tão importantes quanto o trabalho convencional. "Quem não faz parte de alguma rede social é muito mais do que um analfabeto digital: está fora do mundo", opina Anderson Cavalcante. Christian Barbosa, especialista em administração de tempo e produtividade e fundador da multinacional de consultoria Triad PS, reforça que as redes sociais podem ser muito úteis para captar novos clientes, recrutar profissionais e até desenvolver novos projetos em parceria com outros internautas. "Além disso, algumas pesquisas dizem que as redes sociais, quando bem utilizadas, melhoram a produtividade". Mas ele avisa: "Acessar para pesquisas e ter novas ideias, sim. Perder tempo, não."


3. Cursos de extensão ajudam a subir na carreira

"Quem para de estudar e de praticar fica desatualizado e não acompanha as necessidades de sua áreal", avisa Paulo Kretly, presidente da FranklinCovey Brasil e autor do recém-lançado "Deixe um Legado" (Ed. Campus). Cursos e pós-graduações são quase uma obrigação, mas há um porém. "Aquilo que muita gente possui deixa de ser um diferencial. Estudar bastante é importante, mas o que leva uma pessoa ao sucesso é a soma dos resultados que ela entrega", avisa Eduardo Ferraz. Assim, nenhum currículo repleto de cursos é capaz de sustentar um desempenho fraco no dia a dia.


4. Devo ouvir críticas em silêncio

De jeito nenhum. Essa atitude pode soar como desinteresse, medo e até covardia. Se a crítica for pertinente, ouça e peça sugestões. Do contrário, peça mais detalhes a respeito do assunto, até que fique claro se a crítica é justa ou não. Segundo Anderson Cavalcante, que escreveu o livro "O Que Realmente Importa?" (Ed. Gente), o segredo é não agir com a emoção. Mantenha a razão e questione. Muitas vezes ouvimos uma crítica por algo que nem percebemos que fizemos. E lembre-se sempre: você pode falar o que quiser, para quem quiser, desde que com cuidado.


5. Pessoas ambiciosas são perigosas

Para o consultor Eduardo Ferraz, autor do livro "Por Que a Gente É do Jeito que a Gente É?" (Ed. Gente), pessoas ambiciosas normalmente são mais invejadas do que malvistas, pois são claras a respeito de seus objetivos. Mas atenção: ambição é diferente de ganância. Christian Barbosa diz que ser ambicioso é bom, fará com que você persista em buscar o sucesso. "Porém, se todas as suas tarefas estiverem relacionadas à ambição, você poderá ser malvisto", destaca o consultor. Luciano Alves Meira, consultor da FranklinCovey Brasil, enfatiza que a ambição precisa ser compartilhada e orientada por valores. "Assim, sem dúvida, é um traço do trabalhador da era do conhecimento, a que vivemos", diz.


6. Cumprir prazos é mais importante do que ser criativo

Depende da função e do cargo ocupados. Se os outros dependem de sua pontualidade para trabalhar, cumprir prazos é mais importante. "Se a criação de novas soluções não exige pressa, a criatividade é mais relevante", argumenta Eduardo Ferraz. Para Anderson Cavalcante, porém, a criatividade nunca foi amiga do prazo. "Ela parece ter vida própria, pois surge quando a gente menos espera e, dependendo da intensidade, é capaz de colocar abaixo todos os cronogramas criados", defende.

7. Os bajuladores sempre se dão bem

Cresce na carreira quem é competente. Por essa lógica, os bajuladores às vezes se dão bem no curto prazo, mas, futuramente, quebram a cara. "Quem gosta de puxa-sacos? Claro, todos gostamos de elogios, faz bem para o ego... Mas tudo que é demais, enjoa", diz Christian Barbosa."Pessoas maduras não são bajuladoras, mas nem por isso precisam ser agressivas. Elas sabem tratar todos com respeito, sem deixar de dizer o que realmente pensam e de negociar sempre que necessário. Essa é a essência da maturidade", completa Paulo Kretly.


8. Um currículo sempre deve ser curto e objetivo

Embora alguns especialistas sustentem que o recrutador do RH deve se encantar por um currículo em cinco segundos de leitura, o importante é o conteúdo. "Já entrevistei pessoas cujos currículos eram imensos e nem me dei conta de que tinha quatro páginas, tamanho interesse que me despertaram", diz Anderson Cavalcante. "O problema não é o tamanho do currículo, mas a qualidade de tudo aquilo que você coloca nele", explica.


9. A vida profissional não pode nem deve interferir na vida pessoal

Segundo Paulo Kretly, tudo está ligado. "O indivíduo é, como a palavra indica, indivisível. Ele carrega para onde vai aquilo que ele é. Caráter e competência são dissociáveis, pois a competência conduz ao topo e o caráter o manterá lá. Por isso, também, é muito importante equilibrar vida pessoal e profissional e cuidar bem da qualidade dos relacionamentos, em ambos os ambientes", explica.


10. Opinião quem tem é chefe

Você acha que os colaboradores não devem dar opiniões aos seus líderes quando percebem que algo precisa melhorar? De acordo com Paulo Krelty, líderes que não recebem retorno das equipes ficam cada vez menos cientes do que precisa ser feito para alcançar o sucesso. "É essencial que os líderes se abram para receber um retorno e até o peçam", opina. Segundo Luciano Alves Meira, também da FranklinCovey, as empresas que aprenderam esse conceito construíram culturas vitoriosas.


Fonte: UOL

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29

ago
2011

Dicas para o bom convívio no trabalho


Não deixe que a vida pessoal prejudique a sua imagem profissional; veja erros comuns



Por mais informal que seja o ambiente em que você trabalha, sempre é bom ter em mente algumas regras de conduta. Alguns comportamentos podem arranhar, de maneira irreversível, a sua imagem profissional. Nenhum empregado, ao ingressar em uma empresa, chega determinado a criar problemas. Mas, ao entrar, traz uma grande bagagem de conhecimentos, mas não só isso. "O novo contratado traz também personalidade -às vezes em formação-, imaturidades, defeitos, valores em descompasso com os da organização. O que vai acontecer daí para frente, ninguém sabe", diz o psicólogo e filósofo Waldir Biscaro, de São Paulo.

Ele afirma que a imaturidade emocional é a principal geradora de perturbações nas relações de trabalho. Ela se manifesta no dia a dia, através de pequenos incidentes, que quebram a harmonia do ambiente profissional. O indivíduo deve responder por essa coleção de pequenos defeitos no cotidiano. Exemplos? Manifestações de mau humor que contaminam o grupo, falta de urbanidade ou de civilidade no trato com colegas, descuido com a qualidade de vida no local de trabalho (fumo, conversas em voz alta), manifestação de autopiedade... "Quem aguenta isso oito horas por dia, de segunda a sexta?", pergunta Waldir.

A psicóloga Liz Verônica Vercillo Luisi, supervisora do curso de especialização em terapia familiar e de casal da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), diz que a mensagem profissional é expressa não só por conhecimento de idiomas, boa escrita e linguagem. "A comunicação vai muito mais além do que verbalizamos: todo comportamento tem valor de comunicação. Portanto, existem alguns que ameaçam qualquer qualificação ou certificado", explica. Veja, a seguir, quais as atitudes -tipicamente pessoais- muita gente costuma apresentar no escritório, mas devem ser eliminadas do repertório.


10 ERROS PARA EVITAR

1. Levar o filho para o trabalho em um dia comum


A não ser que a empresa seja sua (e mesmo assim há muitos limites), jamais leve uma criança para o trabalho, se isso não tiver sido combinado anteriormente. "Primeiro, entre em contato com o gestor e explique que houve um imprevisto e que não tem com quem deixar o filho",  sugere Izabel Failde, psicóloga e consultora organizacional e de carreira, de São Paulo. Dificilmente, uma criança não atrapalhará o ambiente de trabalho, pois requer atenção e cuidados que não podem ser dados neste local. Se o problema levar mais tempo para ser solucionado -no caso de uma greve escolar ou do pedido de demissão da babá, por exemplo- o ideal é conversar com o chefe e propor uma antecipação de férias, até que a questão seja resolvida.


2º Sair da sala a toda hora para usar o celular


Quem tem esse hábito costuma achar que ele é sinônimo de discrição e gentileza -afinal, ninguém vai ouvir o conteúdo da conversa. No entanto, o senta e levanta atrapalha -e muito- a concentração dos colegas, além de provocar interrupções prejudiciais ao desempenho. "Estudos comprovam que demoramos cerca de 10 minutos, na melhor das hipóteses, para conseguir o mesmo nível de atenção em uma tarefa, após um intervalo. Se o tema da conversa for relativo ao trabalho que está sendo executado, menos mal. Caso contrário, o desvio de atenção é total", diz a psicóloga Izabel Failde.

Eduardo Shinyashiki, consultor de desenvolvimento humano e diretor da Sociedade Cre Ser Treinamentos, afirma que, a não ser por conta de ocasiões especiais, como um problema familiar que deve ser resolvido naquele dia, deixar sua sala repetidas vezes para falar ao telefone vai gerar uma impressão negativa. "Geralmente, as pessoas relacionam essa atitude a estar procurando um novo emprego, por exemplo. A mesma dica vale para quem gosta de trocar mensagens pelo celular", diz. Então, restrinja o uso, avise os amigos e familiares e faça o possível para atender suas ligações nos horários de intervalo. Além de ser ético e respeitoso, você poderá cobrar o mesmo comportamento dos demais.


3º Ter um celular com toque escandaloso ou excessivamente engraçadinho


Há quem prefira a música da moda. Mulheres, em alguns casos, gostam de ouvir o tema que lembra o seu amor e, quando ele liga, o telefone toca de outro modo. E há, ainda, pessoas que selecionam uma canção específica para cada um dos contatos da lista, o que transforma um ambiente em uma espécie de rádio FM amadora -compartilhada a contragosto, aliás. Mesmo que use o aparelho apenas para questões pessoais, atendê-lo em um ambiente de trabalho requer adaptações. Em um ambiente corporativo, o toque do celular tem de ser mais ameno e causar o menor impacto possível. Sem esse cuidado, você pode expressar infantilidade, futilidade e irritar a equipe, o que não pega bem. Portanto, escolha um toque convencional, em um volume perceptível apenas para você. Se é do tipo que precisa sair da mesa o tempo todo para resolver assuntos de trabalho, leve o aparelho junto ou deixe-o no modo silencioso.


4º Esbanjar mau humor e reclamar o tempo todo


Uma das piores características de um profissional é o hábito de reclamar. Isso pode afastar os colegas até a exclusão total. Pessoas assim têm dificuldade de agregar, relacionar-se, manter um grupo unido e ser líder. Reconhecer-se assim é difícil. Acate os comentários de colegas que lhe dão toques dizendo o quanto você é (ou está) negativo, triste, desiludido. Pense se isso faz parte do seu cotidiano ou é momentâneo. Qualquer uma das hipóteses deve levá-lo a uma conclusão: as pessoas ao seu redor não precisam, nem devem, conviver com negativismos, a não ser que escolham isso. "A negatividade não leva a lugar algum, ou melhor, leva à descrença, ao desânimo, ao afastamento dos amigos e colegas. Esforce-se para encontrar o lado bom das coisas. Se seu primeiro impulso é ver o lado negativo, tente achar algo de bom", diz Izabel Failde, psicóloga. Liz Verônica Luisi, também psicóloga, afirma que mau humor é sempre impróprio. "Ninguém tem nada a ver com seus problemas pessoais, de saúde ou com sua TPM. Ninguém merece a imagem e a convivência de alguém que parece sempre infeliz e leva questões de sua vida pessoal para o trabalho. Em casos mais graves, mau humor deve ser tratado com terapia e medicação", diz.


5º Usar as redes sociais para dar alfinetadas


Você acha que seu salário é baixo em relação aos profissionais do mercado com a mesma função? Considera a comida do restaurante da sua empresa pior do que uma lavagem? Te obrigam a trabalhar por duas pessoas porque a colega deixa tudo para a última hora? Bem, antes de cogitar a possibilidade de procurar outro emprego, vá conversar diretamente com a pessoa que pode resolver o seu problema (o chefe, por exemplo). Em hipótese alguma,  use as redes sociais para desabafar, criticar ou mandar recadinhos desaforados. "Às vezes, você pode se esquecer, mas o ambiente das redes sociais é aberto e gera um histórico virtual. Por isso, evite comentários contrários às diretrizes da sua empresa ou críticas aos profissionais que fazem parte dela. Quando tiver suas reclamações, procure as pessoas responsáveis por recebê-las e trate o assunto diretamente com elas. E lembre-se: cada vez mais empresas estão monitorando o que se faz no mundo virtual", diz o consultor Eduardo Shinyashiki. Sem contar que, dependendo do conteúdo da mensagem, existe o risco de demissão.


6º Vestir-se de modo provocante ou displicente demais

Segundo a psicóloga Liz Verônica, roupas muito decotadas, transparentes, que mostram a barriga, que deixam top ou sutiã aparente, maquiagem em excesso e bijuterias imensas estão vetadas. "A imagem comunica possível vulgaridade, mau gosto e a ideia de alguém que quer seduzir outra pessoa. O que tem de chamar atenção é o bom trabalho, a cooperação e criatividade do profissional. Jamais a sua vestimenta e seu corpo", diz. Para os homens, tênis, bermudas, calçados abertos, piercings, tatuagens à mostra, cabelos descoloridos e barba por fazer estão restritos a empresas muito específicas e informais, de ambientes estritamente internos. "Dificilmente essas roupas condizem com ambientes de trabalho convencionais", explica ela. O "casual day" também merece atenção -não é dia, por exemplo, de investir em um visual que se usaria no clube.  "Se a dúvida aparecer, consulte alguém da sua confiança antes de ir para o escritório. Ao mínimo sinal de que a roupa é inadequada, troque", diz o consultor Eduardo Shinyashiki.


7º Pedir desculpas por tudo


Muitas vezes, pedir desculpas é visto como um argumento para justificar algo que não deu certo. Em uma relação afetiva -de casal, familiar ou de amizade- essa estratégia até pode ser válida, assim como o compromisso de se dispor a mudar e a melhorar. Em um escritório, no entanto, pedir desculpas o tempo todo demonstra fragilidade, incompetência para ocupar cargos de maior responsabilidade, dificuldade de tomar decisões e imaturidade. A dica para reverter esse quadro é do consultor Eduardo Shinyashiki: "Tenha uma atitude pró-ativa e, ao apresentar um resultado negativo, já demonstre também a solução para reverter o cenário. Dessa forma, as pessoas vão entender que você está preocupado com o sucesso das suas atividades, mesmo que, às vezes, as coisas saiam do programado."


8º Usar excessivamente gírias e palavrões


Desde o uso excessivo de gírias, até a incapacidade de transmitir as mensagens que deseja da forma adequada, todo cuidado com a sua comunicação é importante. A competência comunicativa é uma das habilidades essenciais para o profissional em uma sociedade dinâmica e inovadora.  "Sugiro que cada pessoa ponha-se no lugar de seu chefe, de seus colegas e de seus subordinados no trabalho. Depois, pergunte a si mesmo que conceito eles fazem dela a partir do vocabulário que usa", diz a psicóloga Maria Celia de Abreu, de São Paulo. "Se essa é a imagem que ela quer projetar de si mesma sobre os outros, que continue assim. Mas sabendo que haverá consequências. Não há como escapar das normas sociais que regem as relações humanas em um setor profissional", diz. Mesmo nos setores mais informais, gírias e palavrões, em geral, são tidos como sintoma de imaturidade e falta de repertório para se comunicar.


9º Dar bronca no filho pelo telefone


O dilema social da mãe que trabalha não está resolvido. Mesmo no século 21, é comum que a profissional que é mãe se sinta dividida, confusa, culpada, com dificuldade de estabelecer prioridades. E, em horário de trabalho, não vê outra saída a não ser controlar os filhos pelo telefone. "Ela pode achar que coisas desse tipo não prejudicam o desempenho profissional, que o chefe é amigo, que os colegas são compreensivos...Em geral, isso não é o que acontece de verdade", diz a psicóloga Maria Celia de Abreu. Durante aquelas determinadas horas, o trabalho tem de ser priorizado. "E quem não o faz projeta uma imagem de pessoa displicente ou confusa", diz ela, que, no entanto, acha que a mãe, individualmente, não pode ser responsabilizada por deslizes profissionais desse tipo. "É a sociedade que não fornece estrutura para que crianças sejam acolhidas durante as horas em que a mãe trabalha". O jeito é se virar na hora do almoço para resolver as questões maternas ou, se não houver jeito, quando há poucas pessoas na sala. E sempre em tom de voz baixo.


10º Falar demasiadamente alto


A equipe se sente constrangida quando uma pessoa resolve compartilhar a vida, dar instruções ou conversar com colegas praticamente aos gritos. "Isso é extremamente deselegante, interfere no desempenho das pessoas e as incomoda. Expressa falta de educação e de espírito de equipe. A imagem fica muito ameaçada, por melhor que sejam os colegas e superiores", afirma a psicóloga Liz Verônica Vercillo Luisi. Dependendo do ambiente de trabalho, pode ser intolerável, como é caso de hospitais ou escolas, por exemplo. Silêncio e discrição são fundamentais à conduta profissional. E, mesmo que o seu trabalho seja um local descontraído, as pessoas precisam de concentração -e gritos nunca são agradáveis. Se for uma discussão, então, piorou. Inclusive ao telefone. Não discuta com namorados, pais, amigos ou qualquer pessoa no trabalho (mesmo que esteja usando o seu celular particular). Controle-se e deixe essa conversa para quando você chegar em casa.


Fonte: UOL



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29

ago
2011

Novo estudo sobre o chocolate

Estudo vincula consumo de chocolate a redução de 30% em doenças cardíacas

Análise de sete estudos anteriores sobre o assunto confirma benefício potencial mas é preciso mais estudos, dizem especialistas.


Chocolate tem propriedades antioxidantes (Foto: BBC)
Chocolate tem propriedades antioxidantes (Foto: BBC)


O consumo de chocolate em grandes quantidades pode estar associado a uma redução de um terço nos riscos de desenvolvimento de certas doenças cardíacas, segundo um estudo britânico.

O estudo, publicado na revista científica British Medical Journal, confirma resultados de investigações anteriores sobre o assunto que, de maneira geral, encontraram evidências de um possível vínculo entre o consumo de chocolate e a saúde do coração.

Os autores enfatizam, no entanto, que é preciso fazer mais testes para saber se o chocolate realmente causa essa redução ou se ela poderia ser explicada por algum outro fator.

A equipe da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, apresentou seu trabalho no congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia, nesta segunda-feira, em Paris.


Investigação


Vários estudos recentes indicam que comer chocolate teria uma influência positiva sobre a saúde humana devido às propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias do alimento. Segundo esses estudos, o chocolate teria o poder de reduzir a pressão sanguínea e melhorar a sensibilidade do organismo à insulina (o que ajudaria a evitar a diabetes).


Entretanto, ainda não está claro de que forma o chocolate afetaria o coração.


Em uma tentativa de esclarecer a questão, o pesquisador Oscar Franco e seus colegas da Universidade de Cambridge fizeram uma revisão em grande escala de sete estudos sobre o assunto envolvendo 100 mil pessoas, com e sem problemas no coração.


Os especialistas estavam particularmente interessados em avaliar os efeitos do consumo de chocolate sobre ataques cardíacos e acidentes vasculares.

Em cada estudo, a equipe comparou o grupo de participantes que comia a maior quantidade de chocolate ao resultado do grupo que comia a menor quantidade do alimento. Para evitar distorções, a equipe levou em conta diferenças de metodologia e qualidade dos estudos.

Cinco estudos encontraram uma associação positiva entre índices mais altos de consumo de chocolate e um menor risco de problemas cardiovasculares.

"Os índices mais altos de consumo de chocolate foram associados a uma redução de 37% em doenças cardiovasculares e uma redução de 29% na incidência de derrames em comparação aos índices mais baixos (de consumo)", os autores escreveram.

Não foram encontradas evidências significativas de redução em casos de falência cardíaca.

Os estudos não especificaram se o chocolate ingerido era meio-amargo ou ao leite. Entre os alimentos consumidos pelos participantes estavam barras de chocolate, bebidas, biscoitos e sobremesas contendo chocolate.

Segundo a equipe britânica, as conclusões do estudo precisam ser interpretadas com cautela, porque o chocolate vendido comercialmente é altamente calórico (contendo cerca de 500 calorias por cada cem gramas) e sua ingestão em grandes quantidades poderia resultar em ganho de peso, o que aumentaria os riscos de diabetes e doenças cardíacas.

Entretanto, os especialistas recomendam que, dados os benefícios do chocolate para a saúde, iniciativas para reduzir a quantidade de gordura e açúcar nos produtos deveriam ser exploradas.


Nota: Espere um pouco. Não saia correndo atrás da barra de chocolate. Vamos aguardar novas conclusões. Enquanto isso coma com moderação. [PG]

Fonte:  G1

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29

ago
2011

Russo é acusado de matar e fazer croquete com carne d vítima

A polícia prendeu um russo de 21 anos que disse ter comido outro homem de 32 anos a quem conheceu em um site para homossexuais, indicou nesta segunda-feira a comissão investigadora da região de Múrmansk (noroeste da Rússia).


O jovem disse ter convidado a vítima para sua casa no dia 19 de agosto. Depois de esfaquear o convidado, o cortou em pedaços e o comeu. Durante uma semana, afirmou, cozinhou os restos e preparou croquetes e salsichões, acrescentou a comissão investigadora.

 

Seu "único motivo (...) era provar carne humana", segundo o chefe desta comissão, Fiodor Bliudionov, indicou a agência Ria Novosti. Optou por ter contato com sua futura vítima por meio de uma página para homossexuais por considerar que se trata de uma pessoa "reservada  que prefere não divulgar os contatos que tem", acrescentou Bliudionov.


Fonte: Terra


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