Portal da Educao Adventista

*Professor Genivaldo *

31

jul
2013

Deve-se ou não aplaudir o Hino Nacional?

 

Você é quem sabe.

Se quiser aplaudir, aplauda. Se não estiver a fim, desencane.

 

A verdade é que não existe nenhuma norma ou regra que proíba o aplauso depois que o hino for tocado. Tudo o que a legislação prevê sobre o assunto está escrito na Lei 5 700 de 1º de setembro de 1971. Ela traz uma recomendação bem genérica, instruindo que a apresentação dos símbolos do país - a bandeira, as armas nacionais e o hino - exigem "atitude respeitosa" dos cidadãos. "O aplauso é uma manifestação pública, não é uma falta de educação. Portanto, não há nada que impeça o público de aplaudir a execução do hino", diz o advogado Orlando Celso Timponi, conselheiro e coordenador geral de protocolo do Ministério das Relações Exteriores. O que não é de bom-tom, ressalva o especialista, é zoar o hino - aí, sim, a atitude cai no desrespeito.

 

Essa história de que não se pode aplaudir o hino ganhou força nas escolas. Atire a primeira pedra na bandeira quem nunca teve uma professora chata que brigava com quem batesse palmas depois do hino (e geralmente a gente batia só pra infernizar...). Hoje, apenas os mais tradicionais acham falta de educação aplaudir o hino - ainda assim, apenas nas cerimônias mais formais, como antes da entrega dos diplomas em uma formatura, por exemplo. Mas, na maioria dos encontros públicos, como shows, comícios e jogos de futebol, o público costuma se empolgar depois do "pátria amada, Brasil".

 

Pode bater palmas que tá liberado!

 

Fonte: Mundo Estranho

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26

jul
2013

Qual a diferença entre tangerina, mexerica e ponkan?

 

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Tanto a ponkan quanto a mexerica são tangerinas, com sabor, aroma e aspecto bem parecidos. Entretanto, as duas variedades apresentam diferenças importantes. "A principal é que a mexerica vem da planta Citrus deliciosa, enquanto a ponkan se origina da espécie Citrus reticulata, de onde surge também a maioria dos outros tipos de tangerinas", afirma o engenheiro agrônomo Ygor da Silva Coelho, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), de Cruz das Almas (BA). Os especialistas ainda apontam uma outra distinção: a mexerica possui em sua casca muito mais óleos essenciais - substâncias que deixam aquele cheiro forte e ácido quando se descasca a fruta - do que a ponkan. Outra fonte de confusão são os diferentes nomes que a mexerica recebe em todo o país. "No Rio Grande do Sul, ela é chamada de bergamota.

Em outras regiões, o nome muda para mimosa, mas a fruta é sempre a mesma", diz a bióloga Rose Mary Pio, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC). Assim como a maioria dos cítricos, a tangerina provavelmente surgiu na Ásia, na região onde hoje estão países como Índia, China, Birmânia e Malásia. De lá, ela foi levada para o norte da África e seguiu para o sul da Europa durante a Idade Média. No Brasil, a primeira referência sobre a tangerina aparece em escritos do padre Manuel Aires de Casal, em 1817. A fruta logo se adaptou ao clima do país, que hoje é o quarto maior produtor mundial de tangerinas - os três primeiros são China, Espanha e Japão. Sorte dos brasileiros, que podem aproveitar todos os benefícios nutricionais dessa fruta. "Da mesma forma que a laranja, o limão e outras frutas cítricas, a mexerica e a ponkan também são bastante ricas em vitamina C. Uma outra vantagem adicional é que os gomos possuem muita fibra. Por causa disso, o consumo dessas variedades ajuda na digestão", afirma Rose.

 

Gomos em família Apesar de parecidas, cada fruta tem sabor e aroma distintos:

TANGERINA PONKAN


A maioria das tangerinas vem da espécie CitCitrus reticulatarus reticulata, mas cada variedade possui tamanho, aroma e sabor próprios. No Brasil, a variedade mais famosa é a ponkan, que tem gosto mais doce em comparação com as outras tangerinas. Outro tipo popular é a tangerina-cravo, que amadurece antes da ponkan e produz frutos mais ácidos. Como a fruta precisa de clima ameno para crescer, as principais plantações ficam nas regiões Sul e Sudeste.

 

MEXERICA


Parece bastante com a ponkan, mas vem Citrus deliciosa, de uma planta diferente, a Citrus deliciosa, que dá frutos menores e ligeiramente mais ácidos que os do pé de ponkan. Outra distinção é que a mexerica se adapta bem a climas tropicais e cresce em todo o país. Atualmente, o tipo mais cultivado é a mexerica do rio. Seus óleos essenciais - substâncias que dão aquele cheiro peculiar à casca - servem como aroma de suco na indústria.

 

MURCOTT


Essa fruta híbrida, nascida do cruzamento da tangerina com a laranja, também é chamada de murcote ou morgote nos supermercados brasileiros. Em comparação com as tangerinas e as mexericas, a murcott tem mais sementes e um gosto mais próximo do da laranja. Outra distinção é que sua casca não se solta com tanta facilidade. Na indústria, a fruta é a principal matéria-prima para os sorvetes de tangerina.

 

Fonte: Mundo Estranho

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24

jul
2013

Os Superalimentos

Alimentos funcionais são aliados da saúde: ajudam a manter o bom funcionamento do organismo, regulam o peso e são uma delícia!

 

 

Alguns alimentos fazem tão bem ao corpo que ganharam até uma categoria: são chamados pelos especialistas de "superalimentos", já que possuem nutrientes que ajudam no funcionamento do organismo, eliminam o colesterol ruim, previnem doenças cardiovasculares e são ricos em fibras. O consumo regular deles previne doenças e garante uma vida mais saudável. Conheça alguns deles e suas propriedades:

 

Aveia: possui oligossacarídeos, que regulam a digestão e reduzem o LDL (colesterol ruim), ajudando a prevenir doenças cardiovasculares.

 

Linhaça: ajuda a prevenir lesões na artéria, causadas pelo acúmulo de gordura, por conter ácidos graxos poliinsaturados e lignina.

 

Soja: tem proteína, ácido fólico e isoflavonas, que atenuam os sintomas da menopausa. Ajuda na prevenção de fraturas, combate o colesterol ruim (LDL) e aumenta o bom colesterol (HDL).

 

Chia: a semente é fonte de proteínas, fibras dietéticas, ácidos graxos e minerais. É antiinflamatória, antioxidante, ajuda no controle da diabetes, a manter o peso, controla a pressão e melhora a resistência.

 

Cevada: rica em vitaminas B1 e B3, selênio, fósforo, zinco e vitamina E, ajuda na hidratação da pele e na regeneração celular. Também facilita a digestão, combate o colesterol ruim e o diabetes.

 

Amaranto: ajuda a diminuir a pressão arterial, o colesterol ruim e diminui a resistência à insulina por ser rica em fibras, zinco, fósforo e não contém glúten.

 

Freekeh: é rico em proteínas, zinco, potássio e cálcio. Ajuda a emagrecer, a prevenir problemas no coração e a controlar o diabetes.

 

Fonte: Angeloni

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24

jul
2013

TV tela curva em 3D

Quase dentro da TV

 

Samsung apresenta aparelho com tela curva, que dá uma sensação de imersão ao telespectador

Novos televisores, que têm a tecnologia Oled, já começaram a ser vendidos no mercado sul-coreano. O grande diferencial da tecnologia é a alta resolução - que de ponta a ponta teria distorção zero de pixels (pontos que formam a imagem). Isso, associado à tela curva e ao 3D, dá uma sensação de imersão muito maior ao telespectador, e a qualidade se mantém a mesma, em diferentes ângulos, não importa de onde você esteja assistindo.

 

Como todo nova tecnologia, o preço ainda é alto: o modelo de 55 polegadas sai por cerca de R$ 26 mil. De qualquer forma, a Oled da Samsung tem apenas uma TV Full HD -  as Ultra HD são encontradas apenas nos modelos planos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

 

Fonte: Angeloni

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24

jul
2013

Galhos das árvores não respeitam a lei da gravidade

 

Por que os galhos das árvores são para cima se a gravidade puxa tudo para baixo?

 

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Isso acontece graças a um hormônio que a árvore possui, chamado auxina. Essa substância é a responsável por fazer os galhos crescerem na direção contrária à dagravidade. A auxina estimula o alongamentodo caule e dos galhos das plantas, acelerando o crescimento deles para cima. Que poderosa!

 

Fonte: Mundo Estranho

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24

jul
2013

Retratação: salmão de cativeiro contém, sim, ômega 3

 

 

Ao contrário do que foi publicado no título e no texto de reportagem sobre diferenças entre salmão selvagem e de cativeiro publicada pelo UOL Saúde e reproduzida na Home Page do UOL em 15.jul.2013, o salmão de cativeiro também contém ômega 3. O erro foi proveniente de uma das fontes consultadas. Estudos científicos trazem resultados diferentes, mas o fato é que o salmão de cativeiro pode conter mais ou menos ômega 3 que o salmão selvagem, a depender da ração que recebe. De acordo com os especialistas de Salmón de Chile, mencionada na matéria, "a cada 100 gramas do peixe, 1 grama se refere ao ômega 3". O título e o texto foram corrigidos. 

 

Confira a reportagem completa com opinões de especialistas no assunto: Uol

 

Agora o que me deixou intrigado foi que a médica veterinária Yara Aiko Tabata, pesquisadora científica da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, conta que em 2004 foram feitas as primeiras confirmações laboratoriais de casos de tênia de peixe (Diphyllobothrium latum) em pessoas infectadas no Brasil. Indivíduos que haviam consumido peixe cru (sashimi) passaram a ter problemas intestinais e procuraram laboratórios para fazer exames. "O resultado foi que estavam com difilobotríase, uma infecção intestinal causada pelo parasita, adquirido provavelmente do salmão vindo do Chile, pois o estudo constatou que era a fonte alimentar comum entre eles".

 

O segredo é comer com moderação e dentro dos padrões de higiene.

 

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24

jul
2013

Propaganda enganosa - Curiosidades sobre o salmão

 

 
Você já deve ter ouvido falar que o salmão é rico em proteínas de alto valor nutritivo e fonte de ômega-3, essencial para a saúde. Mas o que a maior parte da população parece desconhecer é que esses benefícios estão relacionados ao salmão selvagem, e não ao salmão de cativeiro, que é o salmão que normalmente consumimos.
 
O salmão só possui todos os benefícios que lhe conferem se for pescado em alto mar.
 
O Brasil, por exemplo, é o terceiro maior importador de salmão do mundo. O país só fica atrás do Japão e dos Estados Unidos. Mas o salmão preparado em restaurantes e vendido em supermercados na América e na Europa é, em sua maioria, de criações em cativeiros.
 
Esse tipo de salmão possui a cor alaranjada devido a ração que ele come. Ele não contém o famoso ômega-3, porque essa gordura é formada a partir de um fitoplâncton presente no fundo do mar, do qual o salmão selvagem se alimenta.
 
A versão produzida em viveiro tem um ciclo de vida muito diferente daqueles que vivem livres na natureza; e uma outra desvantagem é o risco de proliferação de doenças, sejam elas parasitárias, bacterianas ou virais, nestes indivíduos que vivem em espaço reduzido e artificial.
 
No entanto, os perigos à saúde são oferecidos pelos dois tipos de peixe. O salmão selvagem, por exemplo, possui uma alta concentração de metais pesados, como o mercúrio, sendo considerado cancerígeno.
 
 
Fonte: Vila Mulher - via Lake Villas

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23

jul
2013

Amsterdã: a vida nos canais

 

Construídos há 400 anos, eles continuam a inspirar os habitantes da capital holandesa na busca por relações mais equilibradas e sustentáveis

 

Há quatro anos, a cidade holandesa pôs em prática um programa chamado Amsterdam Smart City ("Amsterdã Cidade Inteligente"), que tem como principal objetivo incentivar, entre seus habitantes, ações que a tornem mais sustentável e eficiente.

 

Elas foram subdivididas em quatro categorias: habitação, mobilidade, trabalho e espaços públicos. Algumas dessas experiências estão reunidas no Programa Cidades Sustentáveis, plataforma que procura oferecer aos gestores públicos brasileiros boas práticas realizadas em diversos lugares do mundo. Vários exemplos dessas mudanças ocorrem ao redor do famoso anel de canais que corta a cidade. Construído há 400 anos, eles continuam a moldar o ritmo de vida e o espírito de seus habitantes.

 

Em um deles, logo cedo, pela manhã, o silêncio é irreal: em menos de uma hora, as estreitas ruas ao redor se entupirão de carros, motos e bicicletas. Mas, no momento, elas ainda estão desertas. Em uma das casas, notam-se luzes acesas. Passa um ciclista solitário. Vistas de nosso barco, as residências à beira do canal são majestosas; as árvores, mais altas; as pontes, mais largas. Exceto pelo vaivém das águas que batem contra o molhe de tijolos, tudo permanece quieto.

 

Até uma alavanca emergir da água. Agora, dentro do barco de lixo, também há uma bicicleta enferrujada, um carrinho de compras e uma grossa camada de lama, da qual ressurgem vários destroços. O lixo desaparece no porão de carga, e o forte cheiro de água estagnada se funde ao odor de fumaça do diesel do motor da embarcação.

 

Segundo Maarten Ouboter, da Waternet, empresa pública que supervisiona a qualidade da água nos canais de Amsterdã, cinco barcos navegam por eles todos os dias para recolher o que é lançado nas águas, um total de mais de 3 500 quilos de lixo, que inclui até bicicletas. Em um único dia, elas podem chegar a 34. "Também encontramos geladeiras, mobília e até animais mortos."

 

NG - Vista área do centro de Amsterdã: as casas do século 17 ao lado do canal em primeiro plano estão cobertas de neve nesse dia frio de janeiro

Vista área do centro de Amsterdã: as casas do século 17 ao lado do canal em primeiro plano estão cobertas de neve nesse dia frio de janeiro - Foto: Cris Toala Olivares


Amsterdã foi construída sobre as águas. Até por volta do ano de 1300, Amestelledamme (que significa "represa do rio Amstel") era um pequeno povoado, que mal reunia mil habitantes, cercado por pântanos, brejos e pequenos lagos. Dois fatores, porém, impulsionaram seu crescimento. Seus habitantes tinham um tino especial para o comércio e a localização favorável, entre o rio Amstel e o mar do Norte, contribuíram para o rápido aumento na prosperidade local.

 

No fim da Idade Média, ela mantinha fortes vínculos de negócios com várias cidades situadas ao redor do mar Báltico, que, com o tempo, se tornaram suas principais parceiras comerciais. Além disso, Amsterdã era um importante entreposto de grãos e madeira dentro da Europa. Já no século 17, ali ocorreu a ascensão de um lucrativo comércio de especiarias com as Índias Orientais e o Ceilão - hoje, respectivamente, Indonésia e Sri Lanka. "Por volta de 1600, a cidade holandesa somava 60 mil habitantes e colocava gente pelo ladrão", relata Gabri van Tussenbroek, historiador da arquitetura local e autor de Amsterdam in 1597 - Kroniek van een Cruciaal Jaar ("Amsterdã em 1597 - Crônica de um Ano Crucial", sem tradução para o português). Naquela época, era a cidade que mais rápido crescia no mundo. Alguns anos depois, em 1613, em torno do Singel teve início a construção de outros canais, que, anos depois, formariam um grande anel. O tamanho e as dificuldades dessa empreitada de engenharia eram únicos na época. Tanto que a obra só ficou pronta cerca de 50 anos depois.

 

Tratava-se da construção de um cinturão, formado por três canais semicirculares - Herengracht, Keizersgracht e Prinsengracht -, unidos por um engenhoso sistema de ruas e pequenos cursos d'água que se comunicavam com os três maiores. Sobre eles, alguns com mais de 14 quilômetros de extensão, havia 80 pontes. A imensa quantidade de terra removida na escavação dos canais foi usada para fazer pequenos diques ao redor dos quais surgiram várias casas. Graças àquela obra engenhosa, Amsterdã tem hoje cinco vezes seu tamanho original. "Na época, a expansão da cidade trouxe uma nova distribuição de moradias, trabalho, tráfego e algumas instituições públicas, como mercados e igrejas, que foi única em seu tempo", conta Van Tussenbroek. Os recursos para a construção dos canais vieram por meio da venda de vários lotes de terra a ricos mercadores. Os maiores e mais caros ficavam próximos ao canal Herengracht.

 

Após a conclusão das obras, Amsterdã, finalmente, passou a ser vista como uma cidade atraente e carismática, além de se tornar um centro comercial rico e poderoso. Apenas Londres e Paris eram maiores. Mas, de acordo com Van Tussenbroek, "sua beleza, ao contrário das capitais da França e da Inglaterra, não está relacionada aos palácios reais, mas sim às imponentes residências construídas à beira dos canais".

 

Fonte: National Geographic

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23

jul
2013

Por que ocorrem tantos ataques de tubarão em Recife?

Morreu no final da noite de ontem, 22, a turista paulista Bruna Silva Gobbi, 18 anos, que passava férias com familiares e foi atacada por um tubarão por volta das 13h20 na praia de Boa Viagem, no Recife. Ela foi mordida na altura da coxa esquerda, perdeu muito sangue e passou por uma cirurgia às 15 horas, no Hospital da Restauração (HR), quando teve a perna amputada.

 

De acordo com o Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit), esta foi a 24ª morte desde 1992 e a segunda neste ano. Cinquenta e nove ataques de tubarão ocorreram neste período. As espécies cabeça-chata e tubarão-tigre são as mais comuns na área. Em toda a extensão das praias de Boa Viagem e Piedade - no município vizinho de Jaboatão dos Guararapes - há placas alertando para o risco. Nesta área ocorreram 70% dos ataques nos últimos 21 anos.

 

Por que ocorrem tantos ataques de tubarão em Recife?

 

Existem vários fatores que explicam esses ataques, mas os especialistas consideram que talvez o principal deles tenha sido a construção do porto de Suape, ao sul de Recife. Ele foi inaugurado em meados da década de 80, mas passou a funcionar a pleno vapor a partir dos anos 90. E foi exatamente nessa última década que começaram a explodir os ataques de tubarões nas praias metropolitanas de Recife - foram cerca de 40 incidentes, causando a morte de 13 pessoas. Antes desse período, quase nenhum caso havia sido registrado na região. "Parece haver uma correlação significativa entre o número de navios do porto e a ocorrência de ataques. Os tubarões reconhecidamente costumam seguir grandes embarcações", afirma o biólogo Fábio Hazin, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

 

Mas também existem outros fatores que explicam o problema, como a elevação do número de surfistas e banhistas no mar, a crescente pesca de arrasto de camarão - com os barcos despejando restos da pescaria no mar, o que atrai os tubarões -, a topografia do relevo submarino da região e até mesmo algumas condições climáticas, como a influência dos ventos nas correntes marítimas. De acordo com Fábio, que tem acompanhado de perto a situação, as principais espécies responsáveis pelos ataques são o tubarão-tigre (Galeocerdo cuvier) e o cabeça-chata (Carcharhinus leucas). As duas espécies são conhecidas pela ferocidade de seus ataques e pelo grande apetite. Uma prova desse poder predatório é que já foram encontrados no estômago de tubarões capturados os mais variados objetos, como placas de carro, garrafas, sacos plásticos e até mesmo latas de cerveja.

 

Fuja deles Duas espécies são responsáveis pela maioria dos incidentes

Até 3,5 metros

CABEÇA-CHATA (Carcharhinus leucas)


Extremamente adaptável à água doce, ele já foi encontrado no rio Amazonas a 4 quilômetros da costa. Tem nariz largo e achatado, olhos pequenos, barriga branca e corpo acinzentado. As fêmeas costumam ser maiores que os machos.

 

Até 6 metros

TUBARÃO-TIGRE (Galeocerdo cuvier)


É uma das espécies mais temidas em função da violência de seu ataque. Ele come uma grande variedade de animais (tartarugas, raias, moluscos), inclusive membros da mesma espécie. Tem esse nome em função das manchas pretas no corpo.

 

Atração fatal Condições naturais e modernização da região fizeram as feras se aproximar dos banhistas

Ventos preocupantes


A maioria dos ataques ocorre quando o vento sopra forte de sul e sudeste. Nesses dias, as correntes oceânicas do sul para o norte se intensificam, trazendo para perto das praias de Recife os tubarões que seguem os rastros de navios no porto de Suape.

 

Vítima preferencial


Os surfistas são os que mais sofrem, pois ficam muito tempo na água. Além disso, as ondas se formam longe da praia, perto do banco de areia, aproximando ainda mais surfistas e tubarões, que podem confundir as pernas boiando na água com peixes se debatendo.

 

Porto polêmico


O crescimento das atividades do porto de Suape, ao sul de Recife, fez aumentar o tráfego de navios na região. Atraídos pelos restos de alimentos e dejetos jogados no mar, tubarões seguem as embarcações, aproximando-se da costa.

 

Maternidade nova


A destruição de mangues onde foi construído o porto de Suape fez com que as fêmeas de tubarão cabeça-chata que usavam o local para parir migrassem para o estuário do rio Jaboatão, ao norte. Esse rio desemboca exatamente nas praias de Recife.

 

Canal tentador


Um banco de areia se estende no mar a cerca de mil metros das praias recifenses. Entre essa longa faixa, com profundidade entre 1 e 3 metros, e a praia é formado um canal profundo (entre 5 e 8 metros), que se transforma numa espécie de refeitório para os tubarões.

 

Comida fácil


O problema da existência de um canal entre as praias e o banco de areia é que ele atrai várias espécies de raias, justamente um dos "pratos favoritos" dos tubarões. A presença de tantas presas nessa área faz os tubarões permanecerem mais tempo perto das praias.

 

Fonte: Mundo Estranho



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19

jul
2013

Quem come frutas e vegetais vive por mais tempo

 

Depois de acompanhar milhares de pessoas por 13 anos, pesquisadores descobriram que aquelas que consumiam maiores quantidades desses alimentos viveram por mais tempo

Vegetais frescos: Comer mais alimentos como esses - e menos sal - pode ser o segredo para um coração saudável

Alimentação: incluir frutas e vegetais na dieta pode acrescentar anos de vida a uma pessoa (Thinkstock)

 

Um dos segredos da longevidade pode estar em seguir uma conhecida recomendação dos médicos: comer pelo menos cinco porções de frutas e vegetais todos os dias. Um extenso estudo feito no Instituto Karolinska, na Suécia, observou que ingerir uma quantidade menor do que essa está ligado a uma menor expectativa de vida e maior taxa de mortalidade. Os resultados da pesquisa serão publicados na edição de agosto do periódico The American Journal of Clinical Nutrition.

 

De acordo com Alicja Wolk, professora de epidemiologia nutricional do instituto e coordenadora do estudo, embora os efeitos positivos à saúde provocados por esses alimentos sejam conhecidos, poucas pesquisas feitas até agora olharam para a relação entre expectativa de vida e o consumo de frutas e vegetais.

 

Vida longa %u2014 O estudo de Alicja envolveu 71.706 pessoas de 45 a 83 anos de idade que foram acompanhadas ao longo de 13 anos. Durante a pesquisa, os participantes completaram questionários sobre hábitos alimentares. Após analisar os dados dos participantes e a taxa de mortalidade entre eles ao longo desses anos, os pesquisadores descobriram que aqueles que nunca consumiam frutas e vegetais viviam, em média, três anos a menos do que os que ingeriam mais do que cinco porções desses alimentos por dia. Essas pessoas também foram 53% mais propensas a morrer durante a pesquisa.


Quando os autores olharam para o consumo de frutas e de vegetais separadamente, eles descobriram que as pessoas que nunca comiam frutas viveram, em média, 19 meses menos do que quem ingeria uma porção por dia. Além disso, os participantes que consumiam três porções de vegetais ao dia viveram, em média, 32 meses a mais do que aqueles que nunca comiam esse tipo de alimento.

 

A pesquisa encontrou, portanto, uma relação entre o consumo de alimentos saudáveis e uma maior longevidade, mas não explicou as causas da associação. Em entrevista à agência Reuters, Alicja disse que pessoas que comem poucas frutas e vegetais são mais propensas a fumar e a consumir muita carne vermelha e gordura, por exemplo. Por outro lado, as quem ingerem maiores quantidades de frutas e vegetais também tendem a consumir mais calorias. No entanto, os resultados do novo estudo não foram alterados após a equipe ajustar os dados levando em consideração fatores como tabagismo, peso e atividade física.

 

Fonte: Veja

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19

jul
2013

OMS: cigarro causa seis milhões de mortes ao ano

Relatório da OMS mostra que, embora medidas antitabagistas atinjam cada vez mais pessoas, o fumo ainda é a principal causa de mortes evitáveis no mundo

Saúde feminina: Deixar de fumar pode reduzir de forma significativa o risco de morte súbita cardíaca

Cigarro: para OMS, mais países devem adotar medidas antifumo para que a meta de redução do tabagismo em 30% até 2025 possa ser alcançada (Thinkstock)

 


Apesar do aumento das políticas públicas que visam combater o tabagismo, o cigarro continua sendo a principal causa de mortes evitáveis em todo o mundo. Segundo relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgado nesta quarta-feira, o cigarro causa seis milhões de mortes no mundo por ano, a maioria em países de baixa e média renda. No documento, a OMS alerta que, se essa tendência se mantiver, o número de mortes ligadas ao fumo deve aumentar para oito milhões ao ano em 2030 - e 80% desses óbitos deverão acontecer nos países mais pobres. 

 

Ainda de acordo com o relatório Global Tobacco Epidemic 2013 (Epidemia Global do Tabaco 2013), acredita-se que o cigarro tenha causado a morte de mais de 100 milhões de pessoas no século XX. "Se não banirmos a publicidade, a promoção e o patrocínio por parte da indústria do tabaco, adolescentes e adultos continuarão a ser atraídos pelo consumo de cigarro por uma indústria cada vez mais agressiva", disse Margaret Chan, diretora-geral da OMS.

 

O relatório mostrou que medidas de restrição do cigarro - como proibição da publicidade e a realização de campanhas antitabagistas - atingem, hoje, uma em cada três pessoas no mundo, o equivalente a 2,3 bilhões de indivíduos. São 400 milhões de pessoas a mais em comparação com dez anos atrás. No entanto, apesar do avanço, a OMS acredita que para que a meta de redução do tabagismo em 30% até 2025 seja alcançada, mais países devem adotar medidas contra o cigarro.

 

Fonte: Veja

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18

jul
2013

Cachorro é salvo com respiração boca-a-boca

Australiano salva cachorro ao fazer boca-a-boca e massagem cardíaca

 

Salty havia sido atropelado e não tinha sinais vitais.


'É o animal de alguém, e preciso tentar', afirmou Steve Hunter.

 
Steve Hunter salvou o cão Salty ao fazer ressuscitação cardiopulmonar no cachorro atropelado (Foto: Tony Gough/Newspix/Rex Features)Steve Hunter salvou o cão Salty ao fazer ressuscitação cardiopulmonar no cachorro atropelado (Foto: Tony Gough/Newspix/Rex Features)

 

Steve Hunter, morador de Ballarat, na Austrália, foi responsável por um salvamento impressionante ao fazer respiração boca-a-boca e massagem cardíaca em um cachorro, e conseguir ressuscitá-lo após um acidente.

 

O cachorro "Salty", de 5 anos e fruto de uma mistura das raças Jack Russell e Fox Terrier, foi atingido por um carro e Hunter, de 54 anos, que vinha logo atrás em seu caminhão, presenciou o acidente.

 

Enquanto o outro motorista seguiu viagem, o australiano foi até o animal e, assim que percebeu que ele não tinha sinais vitais, "puxou a mandíbula do animal para trás e começou a fazer respiração boca-a-boca e movimentos de massagem cardíaca", de acordo com o jornal "Herald Sun".

 

Depois de repetir o movimento algumas vezes, o coração de Salty voltou a bater, fazendo com que o australiano levasse o cão às pressas ao veterinário. "Eu vi que os donos tinham crianças e pensei 'é o animal de estimação de alguém, é preciso pelo menos tentar'", relembrou o australiano.

 

Apesar de sofrer fraturas na pélvis, Salty conseguirá se recuperar dos ferimentos. "Não acreditei quando vi, fiquei muito impressionado de que ele conseguiu reviver Salty", contou o dono, Jock Maule. O veterinário responsável pelo atendimento do cachorro, Albert Lim, afirmou que a atitude de  Hunter foi essencial para "salvar a vida dele".

 

Fonte: G1

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