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*Professor Genivaldo *

30

jun
2011

A Grande Muralha da China

Obra é uma das sete maravilhas modernas


Durante 1 900 anos, os chineses ergueram muros para se proteger dos povos do norte. As primeiras barreiras surgiram antes da unificação do império, em 221 a.C. Ao transformar sete reinos em um país, o imperador Qin Shihuangdi (259-210 a.C.) começou a unificar a muralha, ampliada nas dinastias seguintes. As técnicas foram evoluindo, e o muro, que a princípio era feito de barro, também foi erguido com tijolos. A Grande Muralha atingiu o auge no século 15. Mas, a partir de 1664, quando os manchus expandiram o território da China na direção norte, a obra perdeu utilidade. Em 1677, uma ordem do imperador Kangxi (1654-1722) pôs fim à longa saga de construções e reformas da mais incrível estrutura militar do mundo.


A construção

Lavradores pobres manuseavam a tecnologia de ponta da época

Trabalho duro

A Grande Muralha foi construída por milhares de camponeses que, em troca do trabalho, eram liberados do pagamento de impostos. Há registros que dizem que, por causa da má alimentação e do frio, até 80% dos operários morriam trabalhando.


Tijolos em carroças

Além de ampliar a barreira, a dinastia Ming (1368-1644) criou tijolos resistentes, feitos de barro aquecido a 1 150 ºC. Saindo dos fornos, que ficavam a até 80 quilômetros do muro, eles eram levados em carroças. Já a argamassa era feita com barro e farinha de arroz.

 

A guerra

Depois de terminado, o muro servia para repelir invasões


Fumaça de esterco

A comunicação entre as torres era feita com sinais de fumaça preta. No auge da muralha, o combustível mais usado era esterco misturado com palha. Na falta desse material, os soldados improvisavam com bandeirinhas pretas ou brancas.


Depósito e abrigo

As torres serviam como depósito de mantimentos, abrigo para até 50 militares e base para observação de movimentos inimigos. A distância entre elas variava, mas seguia um critério: cada torre tinha que visualizar os sinais emitidos pela vizinha.


Passarelas militares

As torres eram ligadas por passarelas de 6 metros de largura, grandes o suficiente para permitir a rápida movimentação das tropas em caso de ataques dos inimigos. A defesa contra os invasores também era feita a partir desse local privilegiado.


Vitórias e derrotas

A Grande Muralha foi posta à prova diversas vezes. Ela salvou a China em 1482, quando os mongóis ficaram presos contra as fortificações. Mas, em 1211, Gêngis Khan (1162-1227) venceu os chineses que se defendiam na área leste da construção.

Fonte: Aventuras na História

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29

jun
2011

A coisa está feia na Grécia

Grécia aprova novos cortes; milhares protestam nas ruas



Em meio a um dos dias mais conturbados desde o início da crise, o Parlamento da Grécia aprovou nesta quarta-feira um novo plano de austeridade que prevê uma economia de até 28 bilhões (R$ 63 bilhões) aos cofres públicos por meio de cortes de gastos e aumento de impostos até 2015. Nas ruas, milhares de jovens atearam fogo a prédios públicos em violentos protestos que levaram quase 200 a hospitais da capital.


Demonstrando clara rejeição aos cortes ainda mais intensos do que os implementados até o momento, manifestantes foram às ruas de Atenas e entraram em conflito com policiais.   

                                                                

Ao menos 192 foram tratados em hospitais locais por problemas respiratórios em função das bombas de gás lacrimogêneo lançadas pela polícia. Outros 25 jovens ficaram feridos e ao menos 40 policiais sofreram ferimentos leves.



Aris Messinis/France Presse
Milhares de manifestantes atearam fogo a prédios públicos; policias reagiram com bombas de gás lacrimogêneo
Milhares de manifestantes atearam fogo a prédios públicos; policias reagiram com bombas de gás lacrimogêneo


Concentrados na Praça Syntagma (Constituição, em grego), os manifestantes atearam fogo a uma agência de correios e atacaram também a sede do Ministério das Finanças, localizados na região. Um hotel de luxo no entorno do local decidiu retirar todos os hóspedes. Os bombeiros disseram que não poderiam conter o fogo por conta da violência.


Num voto apertado, o pacote foi aprovado com 155 votos a favor, 138 contra e sete abstenções ou faltas. O governo precisava de uma maioria simples, de 151 dos 300 votos da Casa. Membros da oposição questionaram se o governo tem condições de arcar com as consequências das medidas para a sociedade.


Os cortes eram exigidos para que a quinta parcela --no valor de 12 bilhões-- de um pacote de 110 bilhões fosse liberada para o país. Um segundo pacote de  110 bilhões já foi solicitado pelo governo grego.


O recém nomeado ministro das Finanças, Evangelos Venizelos, defendeu a repressão aos protestos e saudou os cortes que possibilitam a continuidade do resgate financeiro negociado com a União Europeia (UE), FMI (Fundo Monetário Internacional) e Banco Central Europeu (BCE).


"A polícia tem o dever de proteger a lei e a ordem e reprimir todas as provocações violentas", disse em pronunciamento aos parlamentares.



John Kolesidis /Reuters
Quase 200 jovens foram atendidos em hospitais após complicações causadas por bombas de gás lacrimogêneo
Quase 200 jovens foram atendidos em hospitais após complicações causadas por bombas de gás lacrimogêneo


Nas ruas, o sentimento era de revolta. "Isto é ruim, o país será vendido por um pedaço de pão. Havia muitas outras maneiras mais apropriadas de lidar com isso. Mais uma vez o Parlamento nos traiu", disse Dimitris Kostopoulos, 48, corretor de seguros.


"Continuaremos os protestos até o governo cair, e cairá", disse a estudante Thanas, 22. "Está um caos aqui, mas vamos ficar não importa o que aconteça, vamos lutar para recuperar a praça", acrescentou.


RESGATE FINANCEIRO


A aprovação era esperada pelo mercado financeiro, em especial o europeu, que acompanhou o voto com atenção e preocupação --caso as medidas não fossem aprovadas, a Grécia não receberia o dinheiro necessário para evitar um calote da dívida que afetaria toda a zona do euro e que poderia chegar tão cedo quanto mês que vem.


O pacote era defendido há meses pelo governo, que enfrentou greve geral, manifestação e violência nas ruas de Atenas contra os novos cortes.


France Presse
Após sobreviver a voto e ser mantido no poder, premiê Georges Papandreou recebeu novo apoio do Parlamento
Após sobreviver a voto e ser mantido no poder, premiê Georges Papandreou recebeu novo apoio do Parlamento


O premiê grego, Georges Papandreou, se comprometeu nesta quarta-feira a fazer todo o possível para evitar o impacto da dívida do país.


"Não há plano B para salvar a Grécia", insistiu Papandreou na tribuna do Parlamento. "Faremos tudo para evitar ao país o que supõe a bancarrota", declarou, ao recordar o risco de que, neste caso, não poderiam ser pagos salários ou aposentadorias.


A maioria governamental se viu escorada pela deserção de uma deputada da conservadora Nova Democracia, que abandona a disciplina de partido e votará a favor do plano de ajuste. A isso se une a mudança de opinião de um dos deputados dissidentes da formação governamental socialista.


"A votação é crucial para o futuro da Grécia e da Europa, e não posso assumir a responsabilidade que meu país empobreça nem a derrubada da UE", afirmou o deputado Thomas Rombopoulos durante o debate parlamentar prévio à votação.


O plano de austeridade proposto pelo governo socialista inclui privatizações, novos impostos sobre renda e propriedades e cortes de salários e aposentadorias --incluindo  6,5 bilhões em aumentos de impostos e cortes de gastos estatais ainda neste ano.



France Presse
Por 155 a favor, 138 contra e sete abstenções, Parlamento grego aprovou novo plano de austeridade
Por 155 a favor, 138 contra e sete abstenções, Parlamento grego aprovou novo plano de austeridade


Está prevista também a redução da força de trabalho do setor público em 25%, ao mesmo tempo que será elevada a 40 horas semanais a carga de trabalho e serão estipulados novos contrato com um salário mínimo de 500 euros.


A Grécia, uma das mais afetadas pela crise da dívida europeia, já recebeu em 2010 um pacote de resgate de US$ 160 bilhões da União Europeia e do FMI. O país, contudo, não conseguiu cumprir as metas fiscais previstas.


Fonte: Folha

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29

jun
2011

Como é feita uma autópsia?

autopsia-420


INDÍCIOS DE MORTE


Como identificar as causas do óbito pela aparência de um órgão


- Pus no pulmão indica pneumonia. A doença pode ter sido causada pelo entubamento em um paciente que ficou internado por muito tempo.

- Pulmões inchados, cheios de pintas vermelhas e face arroxeada indicam asfixia. No caso de afogamento, eles também ficam cheios de água

- Massa encefálica espalhada é um sinal de fratura no crânio, que pode ser resultado de algum tipo de golpe na cabeça,como uma machadada

- Órgãos pálidos representam grande perda de sangue devido a uma hemorragia. Pode ser a consequência de um ferimento a bala no coração, por exemplo


CORTE A CORTE


Os procedimentos e o trabalho dos legistas em uma vítima de morte violenta


1. Após o reconhecimento da família, o corpo é identificado com um número que remete a documentos como o RG e o Boletim de Ocorrência. Roupas e projéteis são enviados para o Instituto de Criminalística, da Polícia Científica, que faz perícias em locais e objetos. O cadáver é pesado e lavado com água e sabão


2. Na sala de necropsia, o exame começa com a análise externa do corpo. Médico e auxiliar procuram furos de bala, lesões e até sinais que identificam o morto, como uma tatuagem ou uma cicatriz. Todos os detalhes são anotados e farão parte de um documento emitido pelo IML


3. "O próximo passo é o exame interno, pela abertura das cavidades do cadáver e pelo exame minucioso de suas vísceras", conta Roberto Souza Camargo, diretor do IML de São Paulo. Com um rasgo que vai do pescoço aopúbis e que pode ter formato de Y, de T ou de I, o legista tem acesso à caixa torácica e ao abdome


4. Os órgãos agredidos que podem ajudar na descoberta da causa da morte são retirados e examinados - como um coração esfaqueado ou o estômago, no casode envenenamento. É feita tanto uma análise geral quanto microscópica e os resultados são combinados no relatório final


5. Depois dos órgãos do tórax, o médico corta o couro cabeludo de uma orelha a outra para remover o cérebro. A tampa do crânio é retirada com uma serra elétrica, mas o cérebro só pode ser arrancado se todos os nervos que o conectam ao corpo são cortados - entre eles, os nervos ópticos, ligados aos olhos


6. Ao final da análise, os órgãos são reinseridos e o corpo é fechado. Os pequenos pedaços utilizados em exames são incinerados. O legista usa uma costura contínua, que tem um ponto inicial e segue do começo ao fi m dos cortes. Cabelos e roupas escondem as suturas durante o enterro


7. O processo inteiro, da chegada à liberação do corpo, dura de quatro a oito horas. A necropsia leva entre duas e três horas.Ao fim do exame, o IML emite uma Declaração de Óbito, com a identificação e o motivo da morte. Com esse documento, a família consegue retirar a Certidão de Óbito em um cartório.


Para ser médicolegista é preciso formar-se em medicina e prestar concurso público.


O IML não mexe só com mortos. Em São Paulo, boa parte dos atendimentos (92%) é feita com gente viva, como vítimas de agressões, acidentes de trânsito e de trabalho.


FONTES: Roberto Souza Camargo, professor da Faculdade de Medicina da USP e diretor do IML de São Paulo; Karla Campos, perita criminal, assistente técnica do superintendente da Polícia Científi ca de São Paulo; Flávio de Oliveira Lima, professor da Faculdade de Medicina da Unesp e responsável pelo Serviço de Verifi cação de Óbitos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Unesp; Ministério da Saúde; Manual de Medicina Legal, de Delton Croce
Pela abertura de três cavidades do corpo: crânio, tórax e abdome. Um médico-legista analisa os órgãos de cada região para descobrir as circunstâncias e as causas da morte. Três situações exigem esse tipo de exame: morte violenta ou suspeita, quando o corpo é levado parao Instituto Médico Legal (IML); morte natural em que faltou assistência médicaou por doença sem explicação, que fica a cargo do Serviço de Verificação deÓbitos (SVO); ou quando a doença é rara e precisa ser estudada, mais comum em hospitais acadêmicos. Apesar de o processo ser conhecido popularmente como autópsia, o termo correto é necropsia - uma vez que "auto" indica que você faria o exame em si mesmo.

Mundo Estranho

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29

jun
2011

Origem da expressão "Vá tomar banho"!


Xingamento é usado contra pessoas de mau caráter


É muito comum no Brasil mandarmos alguém que está nos perturbando ir "tomar banho". Essa frase tem um sentido negativo de repulsa e reprimenda. Sua origem provavelmente está na idéia que vincula a higiene à virtude e a sujeira ao pecado. Sujo, inclusive, é um dos nomes do diabo. Em algumas partes do Brasil, dizemos que desonestidade, crimes e erros são sujeiras. Assim, tomar banho seria purificar-se a fim de melhorar o caráter.


Muito antes disso, na Idade Média, o ato de se lavar tinha uma importância tão grande que, em 1399, o rei Henrique IV criou na Inglaterra a Ordem do Banho. Nessa ordem de cavalaria, que existe até hoje com algumas alterações nos rituais, os novos integrantes têm que tomar banho durante a cerimônia em que recebem o título. A água simboliza a purificação espiritual e os escolhidos são chamados de Cavaleiros do Banho.


Fonte: Aventuras na História

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29

jun
2011

História: Como fazíamos sem professor?


Na Pré-História, a tarefa de educar cabia a todos os adultos


Desde que a linguagem surgiu, a educação ajuda o homem a garantir a sobrevivência. Ela permite que as habilidades e os conhecimentos adquiridos com a experiência sejam repassados para as gerações seguintes. Mas, por muitos séculos, não existiam professores, e todos os adultos transmitiam informações aos jovens. Isso acontecia de forma oral e espontânea. Com o desenvolvimento da escrita, apareceu a necessidade de que pessoas especializadas garantissem a formação, realizada de formas diferentes, dependendo da cultura local. Esparta, por exemplo, priorizava o treinamento físico. Todo menino tinha um tutor, que exercia a função por amizade e não recebia pelo serviço. Já os atenienses foram os primeiros a cobrar para transmitir seus ensinamentos, inaugurando assim a profissão docente. Para eles, a educação era constituída pela parte física, com professores chamados de kitharistés, e pela intelectual, ministrada pelos paidotribés. Mais tarde, surgiu um outro tipo de cargo, o grammatistés, cuja função era ensinar a ler e a escrever. No século 5 a.C., ganharam espaço os sofistas, educadores ambulantes remunerados. Em Roma, também esses profissionais itinerantes se chamavam retores. Havia ainda os lud magister, professores primários que alfabetizavam os mais pobres. Durante a Idade Média, a educação ficou a cargo da Igreja, que a restringia a membros do clero. A partir do ano 789, todo mosteiro tinha uma escola. Os professores não faziam cursos para ministrar aulas, situação que só mudou a partir do século 19. No Brasil, os jesuítas dominaram o sistema de ensino de 1549 até 1759, quando foram expulsos do país. Ainda no século 18, surgiram os educadores profissionais. Nossa primeira escola de formação de educadores foi fundada no século seguinte, em 1835, na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro.


Fonte: Aventuras na História

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28

jun
2011

Origem das expressões "Pau de virar tripa e Encher linguiça"


"Pau de virar tripa"


Frase é inspirada na fabricação da linguiça


Usada para descrever pessoas altas e magras, a frase surgiu de uma associação desse tipo físico com o utensílio usado para virar a tripa ao contrário, com o objetivo de fazer sua limpeza. Quando esse processo acaba, ela é recheada até se tornar linguiça. Os paus de virar tripa chegaram ao Brasil no fim do século 19, pelas mãos dos imigrantes alemães e italianos, que trouxeram de sua pátria o costume de comer alimentos embutidos. Nesse período, existiam apenas as tripas naturais, que eram retiradas do trato intestinal de suínos, bovinos e ovinos. Depois de extraídas, elas eram limpas em água corrente e viradas ao contrário com a ajuda de pedaços compridos de madeira - normalmente, galhos finos e compridos de marmeleiro. 



"Encher linguiça"


Essa expressão também tem origem no alimento



Quando falamos ou escrevemos coisas sem importância, apenas para ocupar mais tempo ou espaço, dizemos que estamos "enchendo linguiça". De acordo com o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, essa expressão derivou de um sentido figurado. Sua origem está no processo de fabricação de linguiças, que são feitas com diferentes tipos de carnes. Esse material é processado, unido a temperos, condimentos e gordura e depois misturado até formar uma massa uniforme. Terminado esse processo, é hora de encher lingüiça, ou seja, de colocar esse material dentro das tripas até que elas fiquem com o aspecto do alimento. Hoje em dia, o controle de qualidade é mais rigoroso, mas houve um tempo em que qualquer resto de carne e gordura servia. Daí a origem da expressão.


Fonte: Aventuras na História

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28

jun
2011

Londres, uma cidade malcheirosa. Mas, quando?


Cartas descrevem Londres no século 17


Um lugar sujo e muito violento. Assim era Londres, em 1605, de acordo com relatos da missionária espanhola Luisa de Carvajal (1566-1614). Um novo estudo da Universidade de Oxford reúne trechos de 150 cartas, que descrevem a capital inglesa da época como um lugar muito mais bárbaro que Madri, a cidade natal da autora. Londres era um lugar sem rede de esgotos, com 25 ladrões enforcados por mês e cenouras transportadas nas mesmas carroças que carregavam cadáveres. Quanto aos vizinhos, 200 mil pessoas que se espremiam em uma área de 2 quilômetros quadrados, a missionária afirmava: "Às vezes me acordam de madrugada com os barulhos que fazem. Tudo o que você ouve é carne sendo moída e pessoas comendo e bebendo".


Fonte: Aventuras na História

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28

jun
2011

Origem da expressão "De araque"

Insulto está ligado a bebida alcoólica árabe


Uma coisa "de araque" é sem valor ou de mentira. A origem desse insulto está em uma bebida chamada "arak", trazida ao Brasil por imigrantes árabes de origem não-muçulmana. Trata-se de um licor de alto teor alcoólico, que, puro, pode chegar a 80% de álcool. Em geral, ele é diluído em água.
Por ser muito forte, o drinque é capaz de provocar grandes bebedeiras em pessoas não acostumadas. Alcoolizadas, elas começam a falar besteiras. Daí o surgimento da expressão pejorativa "de araque" para se referir a algo que é tão desacreditado quanto uma pessoa de porre.


Fonte: Aventuras na História

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28

jun
2011

Panelas e utensílios d cozinha podem contaminar os alimentos



Saiba o que fazer para evitar o problema e prevenir problemas de saúde



A contaminação de alimentos é um risco muito presente no nosso dia a dia. Eles podem ser contaminados por vírus, bactérias, fungos e até mesmo metais pesados.


Além dos cuidados na compra dos itens que irão compor a alimentação, a forma do manuseio é extremamente importante para evitar a contaminação e a exposição das pessoas a doenças.



Por incrível que pareça, as panelas e outros utensílios de cozinha também podem ser responsáveis por contaminações. As panelas mais perigosas são as de alumínio; teflon arranhado; panelas antigas de cerâmica, vidro ou esmaltadas. Elas liberam no alimento os metais pesados, entre eles alumínio, cádmio e chumbo, que contaminam os alimentos e consequentemente quem os consome.


A nutricionista Jaqueline Minatti, da Clínica Funcional Life, em Florianópolis, explica os perigos e consequências da contaminação.


%u2014 Essa contaminação nos expõe a um maior risco de desenvolvimento de doenças e ao menor rendimento físico e mental devido à perda de vitalidade %u2014 explica Jaqueline.


Além das panelas, os utensílios de plástico, que são aquecidos ou aqueles que entram diretamente em contato com alimentos gordurosos ou ácidos, também são os grandes vilões para a contaminação e muitas vezes acabam sendo utilizados pela praticidade oferecida.


Os recipientes que não oferecem risco à saúde são as panelas e utensílios de aço-inox, panelas de pedra-sabão, panelas de ferro e de cobre e panelas de vidro (não opacas). Para o armazenamento e aquecimento de alimentos devem ser utilizados essencialmente recipientes de vidro ou inox. 



O plástico quando em contato com alimento gorduroso, ácido e/ou aquecido, libera ftalatos, bisfenol a e estireno, substâncias carcinogênicas, mutagênicas e que propiciam obesidade em pessoas pré-dispostas geneticamente.


%u2014 Um erro muito comum das pessoas é aquecer mamadeiras no micro-ondas. Deve-se optar pelo menor uso possível de mamadeiras; procurar usar mamadeira de vidro ou aquecer levemente o líquido em um recipiente de vidro e posteriormente passar para a mamadeira para reduzir essa contaminação %u2014 complementa a nutricionista.


Nosso organismo gasta muitas vitaminas, minerais, fitoquímicos, água, nos processos diários de desintoxicação. Quanto menor for à exposição a essa contaminação química, mais nutrientes sobram no organismo para serem utilizados em processos vitais.


%u2014 Se a pessoa está intoxicada, o organismo desvia esses nutrientes para a "limpeza" das toxinas, deixando-a com muito menos vitalidade e disposição. A pessoa intoxicada desses compostos pode inclusive sentir enjoo, o que faz ter uma alimentação limitada, faltando nutrientes para a eliminação, e mantendo um círculo vicioso perigoso %u2014 explica.


O melhor modo de armazenar as comidas na geladeira é em vidros com tampa, que podem ser plásticas. Em potes plásticos podem ser guardados vegetais ou grãos, ou seja, alimentos que não vão interagir com os polímeros do plástico.


O armazenamento de todas as panelas, independentemente do material, deve seguir a seguinte recomendação: não empilhar as peças para evitar riscos, exceto aquelas que possuem sistema de empilhamento, que possibilita o encaixe de maneira adequada.


Fonte: Hagah Saúde

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27

jun
2011

Origem da expressão "Cor de burro quando foge"


Frase é inspirada em ditado centenário


Várias espécies animais se transformam quando ameaçadas. O camaleão muda de cor. O polvo solta uma tinta escura que funciona como camuflagem. Não é esse o caso do burro. Portanto, a frase, muito usada em todo o Brasil para tratar de uma cor indefinida, não tem explicação no comportamento do bicho. A resposta mais provável para a origem do termo está em um registro feito no começo do século 20 pelo gramático Antônio de Castro Lopes (1827-1901), que documentou o uso popular da construção "corro de burro quando foge". A repetição provocou uma frase que não faz o menor sentido, e que mesmo assim ficou consagrada.


Fonte: Aventuras na História

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27

jun
2011

Origem da expressão "Onde Judas perdeu as botas"


Lenda sobre o apóstolo deu origem à expressão


A Bíblia não faz nenhuma referência às botas de Judas, o apóstolo que, de acordo com os relatos do Novo Testamento, entregou Jesus Cristo aos guardas romanos em troca de 30 moedas de prata - e depois, arrependido, acabou se enforcando. Mas, de acordo com uma lenda popular, Judas escondeu seus calçados junto com o dinheiro, e esse local nunca foi encontrado. Daí que "onde Judas perdeu as botas" faz referência a um local difícil de ser encontrado. "Muitas vezes, algumas expressões idiomáticas ganham corpo baseadas em crenças da religiosidade popular, sem ter tradição bíblica ou teológica", diz Josias da Costa Júnior, mestre em Ciências da Religião da Universidade Estadual Paulista (Unesp)


Fonte: Aventurasnahistória

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27

jun
2011

Alunos criam cadeira d rodas controlada p movimento d cabeça


Formandos do curso de Engenharia Elétrica do Centro Universitário da Fundação Educacional Inaciana (FEI), desenvolveram um sistema que permite controlar uma cadeira de rodas apenas com movimentos da cabeça. O dispositivo daria mais independência para tetraplégicos. A cadeira é um dos 12 projetos que serão apresentados na Exposição dos Projetos de Formatura do Curso de Engenharia Elétrica da FEI (Elexpo).


Confira na galeria de fotos imagens deste e outros projetos, como um sistema de avisos para ônibus e um controlador automotivo por celular.


A cadeira de rodas funciona por meio de um controle remoto que detecta e processa movimentos, e pode ser acoplado a uma tiara para a cabeça, colado ou segurado na mão. O sistema transmite os movimentos processados em forma de comandos via radiofrequência. Além de permitir o controle de cadeiras de rodas, a tecnologia permite controlar o cursor de um mouse de computador.


Entre os outros projetos, está um sistema automático de rastreamento de bagagens. No check-in do aeroporto, os dados do passageiro são cadastrados e sua mala é etiquetada com chip RFID (identificação via rádio frequência) de código único. Na esteira, outro leitor RFID consulta o destino da bagagem. Assim, ao serem colocadas no avião todas as malas são analisadas pelo sistema, que dispara mensagens de celular SMS para os proprietários. Caso haja erro de direcionamento, a mala irá para um centro de controle manual para correção do destino.


Também com ondas de radiofrequencia, outro projeto visa agilizar o pagamento de contas de supermercado. Um dispositivo transmite as informações do código de barras dos produtos ainda no carrinho, por meio de antena, para um leitor que mostra ao consumidor o valor da compra, sem interferência do caixa. A Elexpo ocorre nesta terça-feira, a partir das 19h, no campus São Bernardo no bairro Assunção de São Paulo.


Fonte: Terra

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