Portal da Educao Adventista

*Professor Genivaldo *

31

mai
2013

9 dicas p ajudar quem vcê ama a parar d fumar -sem ser chato

 

Quem não ama alguém que consome um cigarro atrás do outro não consegue imaginar a dimensão da vontade de fazer uma pessoa largar o fumo. Mas a dificuldade em abordar esse assunto é proporcional ao problema, afinal eles nunca querem deixar o hábito. E quando você insiste demais corre o risco de se tornar um... chato! O que pode acabar afastando o fumante ainda mais e levando a solução do problema por água abaixo. 
 
Existem formas e formas de começar a se abordar esse assunto com um fumante. E culpá-lo por não parar com o cigarro não é a melhor maneira! "É preciso primeiro entender que o tabagismo é uma doença e como tal precisa ser tratada", reforça Jaqueline Issa, cardiologista e coordenadora do Programa de Tratamento do Tabagismo do Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP). 
 
Como no alcoolismo, o apoio da família e dos amigos é fundamental. Muitas vezes, depende deles inclusive o sucesso ou o fracasso do processo. "O familiar pode ajudar não pressionando, nem cobrando; não boicotando; sendo empático, assertivo e afetuoso", resume a psicóloga Ana Carolina Schmidt de Oliveira, do Vida Mental Serviços Médicos e especialista em dependência química. Se você faz parte do time que precisa de lições para saber como ajudar uma pessoa a largar o vício, siga as dicas dos nossos especialistas logo abaixo. 
 
Você pode ser rígido
 
No começo, o fumante nunca cogita largar o cigarro. E um dos argumentos mais comuns é o famoso: "oras, eu posso parar quando eu quiser". De acordo com Jaqueline Issa, cardiologista e coordenadora do Programa de Tratamento do Tabagismo do Incor, nesse ponto as políticas públicas que impedem o fumo acabam sendo efetivas. "Com isso, ele acaba percebendo a necessidade de fumar em situações inconvenientes, precisando se locomover e às vezes até enfrentar chuva e frio para fumar", explica a médica. E os familiares podem se aproveitar dessa técnica, ao dizer que não querem que a pessoa fume na casa delas. Desculpas não faltam! Dá para alegar que não gostam do cheiro e querem evitar o fumo passivo e de terceira mão, causado por alguns resíduos do cigarro continuam no ambiente e também fazem mal à saúde. No fim, os argumentos não deixam de ser verdadeiros. 
 
Mesmo sem essas proibições, deixar claro que você não gosta é importante. "Se a pessoa não gosta que fiquem lhe dizendo toda hora que pare de fumar, quem convive com o fumante pode expor isso colocando seus limites, mas sempre de forma empática", acredita o psiquiatra Hewdy Lobo Ribeiro, do ProMulher, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP e diretor do Vida Mental Serviços Médicos. 
 
Não precisa relembrar a todo instante
 
Muitas vezes ser sútil faz toda a diferença. "Você não precisa ficar falando toda hora 'está vendo?' para o fumante. Isso mais atrapalha e existem maneiras indiretas, como deixar uma matéria de revista sobre o tema aberta perto de onde ele passa... Não precisa cutucar toda hora, mas passar a mensagem em doses homeopáticas e com jeito", explica Jaqueline Issa. A especialista já percebeu em seu trabalho que o que faz o fumante mudar de ideia muitas vezes é um clique, e é impossível saber o que moverá cada um para isso. Por isso, ser insistente nem sempre adianta, se você não bater na tecla certa.
 
Motivar é preciso
 
Por se tratar de uma dependência, a dificuldade do fumante não é falta de força de vontade e sim não conseguir combater as mudanças orgânicas que o tabaco causou em seu organismo. Por isso que a motivação é sempre importante, para mostrar que o esforço contra as vontades do próprio corpo vale a pena. "O que vai mudar é a maneira de estimular a motivação da pessoa. Por exemplo, quando ele percebe que precisa parar de fumar, os familiares podem ajudar dando informações, de preferência novas, e se dispondo a ajudar e a facilitar o tratamento", reitera o psiquiatra Hewdy Lobo.
 
E mesmo no caso de um fumante que nem pensa em parar ainda, motivar também vale a pena. "Nessa fase é necessário verificar o que geraria dúvidas, o que faria o indivíduo pensar que seria mesmo melhor parar de fumar. Muitas vezes não são os prejuízos diretos do cigarro, mas as reclamações da família, ou algum problema que esteja mais em evidência, por exemplo, a dificuldade em manter a ereção na relação sexual", explica a psicóloga Ana Carolina Schmidt de Oliveira, psicóloga do Vida Mental Serviços Médicos e especialista em dependência química.
 
A cada tipo de relação, uma abordagem diferente
 
Como existem diversas formas de se entrar nesse assunto o tipo de relacionamento que você tem com o fumante influencia. "Os filhos pequenos, por exemplo, convencem os pais muito mais do que os mais velhos. Tenho vários pacientes que vem falando que querem parar porque a criança em idade escolar pediu e está preocupado. Acho que os pais se sentem com mais responsabilidades com eles do que com os outros que já estão criados", acredita a cardiologista Jaqueline.
 
Para os casais, por exemplo, vale apontar os malefícios estéticos que o parceiro tem por causa do cigarro, como os dentes amarelados ou o cheiro e gosto de cigarro nos beijos. Funciona principalmente com os casais mais novos. Mas tudo com cuidado! "Pense em como você preferiria escutar uma crítica. É importante ser honesto, empático, assertivo, estar disposto a ouvir a opinião do próximo e a propor combinados. Vale sempre estar atento se o contexto é adequado, se não será humilhante para a pessoa, e prestar atenção à linguagem corporal e ao tom de voz", explica o psiquiatra Hewdy Lobo.
 
O que não se deve dizer
 
Existem diversas frases que são desmotivadoras, como dizer: "não tem jeito mesmo, ele nunca vai parar de fumar"; "sabia que ele ia recair"; "ele precisa ficar com um câncer para parar de fumar"; "eu não acredito mais nele"; entre diversas outras. E as atitudes também podem atrapalhar o processo. "Alguns comportamentos boicotam o propósito, como o familiar comprar cigarros para a pessoa que quer parar, ou dizer que ele pode fumar aos finais de semana, ou que ele pode fumar um cigarro por dia, ou tentar esconder o cigarro", explica a psicóloga Ana Carolina. 
 
Quando ele decide parar
 
Quando a decisão é tomada, o primeiro passo, de acordo com Jaqueline Issa, é procurar ajuda específica. "Dentro das especialidades, vários médicos podem ajudar cardiologistas, pneumologistas, psiquiatras... Vale entender se o médico tem experiência nisso. Normalmente nos grandes hospitais existem centros para isso. E é a maneira mais tranquila e rápida de parar", explica a cardiologista, que acredita que incentivar esse fumante a procurar esse tipo de tratamento é o mais importante.
 
Também é preciso ajudar a evitar situações em que o cigarro será lembrado. Evitar locais que tenham muita gente fumando ou não incentivar hábitos que eram ligados ao tabagismo é importante. "Seria um boicote, por exemplo, insistir em ir a um barzinho, que em geral tem muitas pessoas com cigarro, e ainda por cima, provavelmente o tabagista irá beber, o que muitas vezes dá vontade de fumar", explica o psiquiatra Hewdy Lobo. 
 
Preste atenção aos progressos
 
Perguntar ou não perguntar? Essa parte depende muito da personalidade do indivíduo. "Tenho pacientes que contam a todos a novidade. Alguns outros até me pedem sigilo quando começam a seguir o tratamento, até para não criarem expectativas", separa a cardiologista Jaqueline. No primeiro tipo de estilo pessoal, vale a pena perguntar sim como está indo o progresso dele no tratamento, sem mostrar cara feia quando ele disser que não está indo bem.
 
Mas para ambos os tipos de personalidade, sempre vale a pena reforçar as qualidades que estão sendo demonstradas com o abandono do cigarro. "Vale elogiar e mostrar satisfação pelas pequenas mudanças que a pessoa que está parando de fumar promove em sua vida, como jogar o cinzeiro fora, e as roupas estarem cheirosas. Reconheça as vitórias que quem está parando de fumar conquista", aconselha a psicóloga Ana Carolina. É uma forma de fazer um reforço sempre positivo sem estar cobrando. 
 
Abstinência faz parte do jogo
 
Nessa fase nem tudo são flores... Aliás, o clima fica muito mais cinzento do que um jardim colorido. "Normalmente quem está parando de fumar enfrenta duas fases principais. A primeira, nos 3 primeiros meses, consiste em vencer a abstinência, o que pode ser aliado com medicamentos por exemplo. Já a segunda, que vai dos 3 aos 12 meses seguintes, ele começa a enfrentar as situações em que antes ele recorria ao cigarro", explica a Jaqueline. 
 
No primeiro ato, é normal que o tabagista se torne uma pessoa mais difícil de lidar. "É comum sentir alguns sintomas da síndrome de abstinência, como ansiedade, irritabilidade, humor deprimido, inquietação, insônia, desconcentração, dor de cabeça, muita vontade de fumar, entre outros", enumera Hewdy Lobo. Mas ele mesmo avisa que depois de uma semana, isso tende a passar, portanto nada de desejar que seu fumante querido volte aos antigos hábitos. Muitas vezes, também é comum que o futuro ex-fumante se sinta mais deprimido. "A nicotina tem efeito antidepressivo e algumas pessoas não conseguem uma neuroadaptação a sua ausência, desenvolvendo o problema", explica a cardiologista. 
 
Não recaía no erro
 
"É sempre importante lembrar que a recaída faz parte do processo", salienta a cardiologista Jaqueline. E nessa hora, acusar só pode ser pior, pois até tira o incentivo de a pessoa continuar com o processo. É importante lembrar mais uma vez que o tabagismo é uma doença, e muitas vezes mais de uma tentativa é necessária para que dê certo. Muitas vezes, vale procurar se é necessária outra mudança na estratégia e reavaliar o processo como um todo.
 
Claro que se a família está incomodada com isso, deve demonstrá-lo, mas de forma sempre empática, sem humilhar o fumante. "É importante ajudar a pessoa a renovar seu compromisso em parar de fumar, levantar a autoestima dele mostrando que ele é capaz, que já teve algumas vitórias, afinal passar mesmo que um dia sem fumar já é uma conquista", ensina a psicóloga Ana Carolina. É um pouco parecido com a abordagem para incentivar a pessoa a querer parar de fumar, e por isso é importante não recair no erro da acusação. 
 
 
Fonte: Minha Vida - via Lake Villas

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31

mai
2013

Quem inventou o aplauso?

 

Ninguém sabe ao certo. De acordo com uma das teorias mais bizarras, ele teria surgido entre os homens das cavernas como forma de comemorar caçadas bem-sucedidas. A princípio, nossos antepassados celebrariam o banquete dando cabeçadas uns nos outros, até que, finalmente, algum sujeito cansado dos galos na cabeça sugeriu a troca da dolorosa celebração. A versão mais plausível, contudo, aponta que o surgimento do aplauso, ocorrido há cerca de 3 mil anos, teria conotação religiosa: seria o instrumento usado por membros de tribos pagãs para chamar a atenção dos deuses nos rituais. Mais tarde, na Grécia antiga, a platéia de espetáculos teatrais passou a usar as palmas para invocar os espíritos protetores das artes. Já no Império Romano, o gesto começou a ser utilizado também como sinal de aprovação a autoridades que faziam aparições públicas. Por volta do século 18, os franceses inventaram a claque teatral: grupo de pessoas previamente contratadas por um artista espertalhão para aplaudir seu espetáculo. Se vivesse nessa época, o jovem americano Kent French teria emprego garantido: ele é dono do recorde mundial de bater palmas, com nada menos que 721 batidas por minuto - uma média de 12 por segundo. Mas nem sempre um aplauso é sinônimo de elogio. Com o tempo, as palmas ganharam significados bem variados, como você pode conferir abaixo.

 

PALMAS, QUE ELE MERECE!


Os modos variados de elogiar - ou não - alguém com o aplauso:

 

Bater palmas lenta e sincronizadamente: é um sinal irônico para mostrar a desaprovação ao espetáculo.

 

Bater palmas num crescendo: é a maneira de "avisar" um artista enrolão que está mais do que na hora de começar o show.

 

Bater os dedos de uma mão contra a palma da outra: é outra forma sarcástica de aplauso.

 

Estalar o polegar e o dedo médio: em ambientes refinados - diga-se, pedantes -, é considerado um modo mais elegante de aplaudir.

 

Fonte: Mundo Estranho

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31

mai
2013

Alimentos industrializados, cuidado

Eles parecem saudáveis, mas podem se transformar em vilões da dieta.

 
Eleger opções saudáveis entre os alimentos processados e industrializados nunca foi uma tarefa fácil. Nos últimos anos, entretanto, a escolha está ficando ainda mais complexa.
 
Atendendo a uma demanda crescente dos consumidores por uma alimentação mais saudável e equilibrada, a indústria alimentícia tem tentado se adaptar e está promovendo mudanças nos produtos. Nunca as prateleiras dos supermercados abrigaram tantas opções com 0% de colesterol, livres de gordura trans, com teor reduzido de sódio e ricas em fibras.
 
Mas como saber se o que o fabricante alardeia traz mesmo benefícios com o consumo regular? Existe uma maneira de garimpar opções mais saudáveis entre os alimentos processados e industrializados?
 
O mais importante é sempre tentar entender o que está sendo comprado, sem se deixar levar apenas pelo que está em evidência na embalagem. Em alguns casos, porém, o consumidor pode ser confundido pela publicidade.
 
"A alegação de 0% de colesterol era muito utilizada em óleos vegetais para mostrar os benefícios em relação à manteiga, por exemplo, mas todo produto de origem vegetal (soja, canola, girassol etc) não contém colesterol, essa é uma característica natural do óleo vegetal. Agora, temos visto o 0% de colesterol acompanhado da frase 'como todo produto de origem vegetal', para não soar como um benefício ao consumidor", explicam as nutricionistas Samantha Peixoto e Carolina Silva, do blog Fechando o Zíper .
 
Fera em desvendar rótulos de alimentos industrializados e pesquisar alternativas melhores entre produtos semelhantes disponíveis para o consumidor nos mercados, a dupla nos ajudou a esclarecer alguns pontos do rótulo, para enfrentar as prateleiras lotadas de embalagens chamativas com maior conhecimento de causa - ainda que sem radicalismos.
 
"É importante ter conhecimento de que nenhum alimento é vilão por si só. O problema é o desequilíbrio na alimentação ao longo do tempo. Por isso, devemos priorizar os alimentos mais naturais e deixar os mais 'artificiais' para consumo ocasional e em quantidades moderadas" defende Samantha. Aprenda a seguir a não se deixar enganar pelo rótulo ou pela aparência dos produtos:
 
0% de gordura trans. Será mesmo?
 
A Anvisa obriga a declarar na tabela nutricional a quantidade dessa gordura que é prejudicial ao coração, mas considera não significativa uma quantia menor ou igual a 0,2g por porção. Isso quer dizer que o fabricante pode declarar "zero" ou "não contém" na tabela nutricional de um produto que contém gordura trans, sim, naquela porção considerada não significativa.
 
Por isso é importante olhar a lista de ingredientes. Se nela aparecer escrito "gordura vegetal hidrogenada" é porque o produto tem gordura trans. Algumas empresas utilizam o termo "gordura vegetal", não especificando o tipo - infelizmente, sem essa especificação, não é possível saber se é trans ou não.
 
Rico em fibras x fonte de fibras
 
A diferença sutil da palavra "rico" para "fonte" de fibras é nada sutil para o consumidor: essa simples troca de palavras significa que o primeiro produto pode ter pelo menos o dobro de fibras em 100g quando comparado ao segundo. A Anvisa determina que, para um produto ser considerado fonte de fibras, ele deve apresentar no mínimo 3g de fibras em 100g do produto. Para ser considerado rico em fibras, deve ter pelo menos 6g em cada 100g.
 
Mas a diferença não para por aí. Também é preciso prestar atenção ao tipo de fibra utilizada - se são fibras naturalmente presentes nos ingredientes ou se são acrescentadas ao produto industrialmente. As nutricionistas citam como exemplo os pães: "muitas vezes, para aumentar o teor de fibras, se acrescenta inulina, uma fibra extraída industrialmente das raízes da chicória e da cebola, em vez de o pão ter fibras advindas de ingredientes integrais, como farinha de trigo integral, grão de centeio, semente de linhaça".
 
Light x diet
 
Com certeza ainda existe confusão em relação aos dois termos. A palavra light, segundo a Anvisa, deve ser utilizada em alimentos produzidos de forma que sua composição tenha a redução de pelo menos 25% do valor calórico ou de algum nutriente (sódio, gordura, colesterol e açúcar, por exemplo) quando comparado ao produto tradicional. Do ponto de vista de uma dieta equilibrada ou para emagrecimento, até faz sentido o consumo de determinados produtos light, mas é bom ter cuidado: cada produto light tem a sua redução específica, então é preciso conferir se o ingrediente reduzido é o que você quer reduzir na dieta.
 
"É importante fazer a comparação para ver se a troca realmente vale a pena", diz Carolina.
 
Já o termo diet só pode ser usado em alimentos especialmente formulados ou processados para atender as necessidade de pessoas em condições específicas. É o caso dos alimentos sem açúcar (para os diabéticos), sem proteínas (para portadores de determinadas doenças) ou sem sódio (para hipertensos). Nessa classe de alimento, as nutricionistas fazem um alerta: apesar de não conterem o nutriente indesejado, eles podem apresentar outro nutriente em grande quantidade para compensar o sabor. Um exemplo clássico é o chocolate diet, que apresenta uma elevada quantidade de gordura para agradar ao paladar e compensar o fato de não conter açúcar. Nesse caso, o produto seria totalmente contraindicado para uma pessoa que deseja apenas emagrecer.
 
Natural x industrializado
 
O alimento natural será sempre melhor do que a versão industrializada, porque é possível controlar o sabor, o tipo de preparo e a textura final dele. Mesmo assim, nem todo mundo tem tempo ou disposição para cozinhar em todas as refeições do dia. Felizmente hoje já é possível encontrar opções industrializadas de macarrão, doce de frutas, queijo, iogurte, suco de frutas e até feijão que são boas alternativas aos naturais.
 
Para isso, alerta a dupla de nutricionistas, é obrigatório prestar atenção às letrinhas pequenas dos ingredientes e olhar a tabela nutricional. Os produtos mais próximos do natural são aqueles com uma lista pequena de ingredientes e sem o que costumamos chamar de 'antes' - estabilizantes, corantes, conservantes, emulsificantes e por aí vai.
 
"Assim, por exemplo, em vez de optar por um molho ou extrato de tomate pronto (muitos contêm açúcar, sal e outros aditivos), dá para fazer um molho com os tomates enlatados inteiros e sem pele, uma alternativa mais saudável", orientam as nutricionistas.
 
Veja a seguir alguns alimentos que parecem saudáveis, mais podem comprometer a dieta e, em alguns casos, até mesmo a saúde:
 
- Barra de cereal: são práticas e parecem saudáveis, mas muitas são ricas em calorias, açúcar e gorduras, pois contêm chocolate e/ou xarope de glicose.
 
- Queijo branco: dependendo da fabricação, pode ter altos teores e gordura saturada, calorias e sal. Prefira os feitos com leite desnatado, como cottage ou ricota.
 
- Suco de fruta de caixinha: a maioria tem grandes quantidades de corantes e conservantes, além de altos teores de açúcar. Aposte sempre na versão in natura.
 
- Cereal matinal: em geral não tem valor calórico reduzido e algumas versões inclusive acrescentam muito açúcar refinado na composição. Prefira as versões integrais.
 
- Sopa instantânea: contém altos níveis de sódio, um ingrediente proibido para quem precisa controlar a pressão.
 
- Chás industrializados: contêm boas doses de açúcar, sódio e conservantes. Prefira a versão feita em casa ou um suco natural, de preferência feito na hora.
 
O que você deve observar sempre nos ingredientes dos produtos industrializados:
 
As quantidades de ingredientes são apresentadas sempre da maior para a menor quantidade, ou seja, se o primeiro ingrediente da lista é açúcar, melhor procurar uma alternativa mais saudável. O mesmo vale para um produto que se diz integral, mas cuja lista de ingredientes começa com farinha refinada.
 
Leia primeiro as letras pequenas do verso da embalagem. Isso evita a compra de um produto com a alegação de 0% de gordura trans na frente e um "rico em gordura saturada" escondido na parte de traseira da embalagem, por exemplo.
 
Fuja dos produtos que têm uma lista enorme de aditivos alimentares (estabilizantes, corantes, conservantes, emulsificantes, etc.)
 
 
Fonte: iG São Paulo - via Lake Villas

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31

mai
2013

5 sugestões saudáveis para passar no pão ou na torrada

 

É grande a variedade que encontramos hoje em dia nos supermercados para passar no pão ou em torradas, mas nem sempre são opções saudáveis, ou então fica difícil encontrar alguma novidade. Pensando nisso separei algumas receitinhas com sugestões para passar no pão ou na torrada, que além de gostosas são super nutritivas.
 
Tomate, cebola, azeite e óregano
 
Corte o tomate e a cebola bem picadinha e tempere com azeite, pouco sal e óregano.
 
Por que é saudável?
 
O tomate é rico em licopeno, que ajuda a prevenir alguns tipos de câncer. Já o azeite possui uma gordura boa para saúde, que contribui para a prevenção de doenças cardiovasculares.
 
Homus (pasta de grão-de-bico)
 
Deixe o grão-de -bico de molho de um dia para outro. Depois, cozinhe-o, escorra a água e reserve uma xícara desta água. Esfregue os grãos, uns contra os outros, removendo o máximo possível das cascas. Use um multiprocessador e bata os grãos com 2 colheres de sopa de suco de limão, 4 dentes de alho amassados e parte da água do cozimento. Se ficar muito denso, acrescente mais água. Volte a processar até que a massa adquira a consistência de um purê.
 
Acrescente o sal e 3 colheres de sopa de tahine e processe novamente. Acrescente salsinha bem picada e regue com azeite.
 
Por que é saudável?
 
O grão-de-bico possui fibras em sua composição que ajudam a combater o aumento do colesterol no sangue.
 
Patê de ricota com castanha
 
Esfarele a ricota, acrescente castanha picadinha, azeitona, salsinha, um pouco de maionese ou requeijão e regue com azeite.
 
Por que é saudável?
 
A ricota é fonte de cálcio e a castanha tem propriedades funcionais que, além de prevenir doenças, combate o envelhecimento.
 
Antepasto de berinjela
 
Refogue alho e cebola no azeite, acrescente berinjela e pimentão. Refogue por alguns minutos. Depois regue um pouco de vinagre, sal, salsinha, óregano e um pouco mais de azeite.
 
Por que é saudável?
 
A berinjela é fonte de várias vitaminas e minerais, por isso previne doenças e também é uma ótima sugestão para quem quer emagrecer, pois proporciona maior sensação de saciedade. E o pimentão é ótimo para beleza.
 
Patê de espinafre com ricota
 
Triture no processador um maço de espinafre já cozido junto com um pouco de ricota, molho inglês e maionese light, sal e pimenta, até que fique uma pasta cremosa. Leve a geladeira por alguns minutos.
 
Por que é saudável?
 
O espinafre é fonte de cálcio e ferro. É importante para saúde do sistema nervoso e previne a anemia.
 
 
Fonte: Vila Mulher - via Lake Villas

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30

mai
2013

Ai, ai, ai! Refrigerantes e o açúcar

 

Se você é um consumidor assíduo de refrigerante, precisa saber que ele é uma bomba de açúcar. Muitas pessoas falam que essa quantidade é absurda, mas você sabe ou já viu na prática quanto é isso?

 

Assista o vídeo e largue o "refri" já.

 

 

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29

mai
2013

Cientistas descobrem como a sensação de coceira é gerada

Sensação de coceira é comum, mesmo que nada pareça a estar causando. Agora, cientistas dos Institutos Nacionais da Saúde (NIH, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, podem ter descoberto o mecanismo que leva o corpo humano a iniciar esse tipo de sensação na pele. O estudo foi publicado no periódico Science na quinta-feira (23).

 

O responsável principal pelo mecanismo é uma pequena molécula chamada polipéptido natriurético tipo b. Quando ela se conecta a uma célula nervosa específica da medula espinhal, um sinal é enviado ao cérebro. Este, por sua vez, entende que é hora de provocar a sensação de coceira, chamada em termos médicos de prurido.

 

No estudo, os pesquisadores fizeram testes removendo a molécula ou a célula nervosa de ratos em laboratório. Em ambas as situações, os animais pararam de sentir coceira, mesmo sendo submetidos a diversas substâncias que causam essa sensação. O sinal não era mais recebido pelo cérebro. Assim, chegaram à conclusão de que a coceira é realmente causada por esse mecanismo.

 

Os resultados ajudam ainda a resolver uma questão científica persistente. "Nosso trabalho mostra que a coceira, que se pensava ser uma forma de dor em um nível baixo, é na verdade uma sensação distinta, exclusivamente conectada ao sistema nervoso", diz Mark Hoon, principal autor do estudo e cientista dos Institutos Nacionais da Saúde.

 

Como o sistema nervoso de ratos e seres humanos são semelhantes, os cientistas acreditam que o mecanismo descoberto também existe em pessoas. "Uma grande questão científica continua. Agora, o desafio é encontrar um circuito biológico parecido em seres humanos e avaliar o que está nele. Isso é um começo, não um fim".

 

Segundo os pesquisadores, quando este processo for decifrado também em pessoas, será possível estudar a criação de medicamentos que possam interromper a sensação da coceira de forma mais eficiente naqueles em condições crônicas, como os portadores de eczema e psoríase, doenças dermatológicas graves.

 

Fonte: Época - via e-tribuna

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28

mai
2013

Pesquisadores descobrem 2 novas espécies de aracnídeos no NE

 

Animais encontrados no CE e RN são parentes de escorpiões e aranhas.


Autores de universidade mineiras relataram o achado na revista 'Plos One'.

 
Nova espécie 'Rowlandius ubajara' descoberta no Ceará (Foto: Santos et al/Plos One)Nova espécie de aracnídeo, 'Rowlandius ubajara', descoberta no Ceará (Foto: Santos et al/Plos One)

 

Um grupo de pesquisadores brasileiros descobriu duas novas espécies de aracnídeos escavadores no Nordeste. Os animais, da ordem Schizomida, são parentes de escorpiões, aranhas e carrapatos, e foram encontrados no Ceará e no Rio Grande do Norte.

 

Os autores relataram o achado em artigo publicado esta semana na revista científica "Plos One". Com a descoberta, sobe para quatro o número de aracnídeos escavadores descritos no Brasil até agora, e para 25 os conhecidos em toda a América do Sul.

A primeira espécie, encontrada no Parque Nacional Ubajara, no Ceará, recebeu o nome de Rowlandius ubajara. Os animais vivem em regiões de cavernas de uma área remanescente de mata atlântica em plena caatinga.

 

Já a outra espécie foi descoberta em uma região de caatinga no Rio Grande do Norte e recebeu o nome de Rowlandius potiguar.

 

Em entrevista à agência EFE, o biólogo especialista em aracnídeos Adalberto José dos Santos, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e um dos responsáveis pelo trabalho, disse que esses aracnídeos se alimentam de sementes depositadas nas cavernas e de outros pequenos insetos que são atraídos pelas fezes de morcegos e capturados com um par especial de patas.

 

"Embora as espécies sejam de cavernas, há evidências de que uma das duas pode ser encontrada fora desses ambientes, e poucos indícios que estejam exclusivamente adaptadas à vida na escuridão", afirmou o biólogo.

 

A ordem Schizomida tem cerca de 240 espécies descritas, e a maioria vive em zonas tropicais do México e do Caribe. Esses aracnídeos medem entre 2 e 5 milímetros de comprimento e, por causa de seu tamanho, são raros e pouco estudados pelos cientistas.

 

As duas novas espécies descobertas no Nordeste também têm o que os pesquisadores chamam de "olho falso", comum entre outros animais do grupo. Isso significa que possuem uma membrana no lugar dos olhos, e acredita-se que os indivíduos se orientem não pela visão, que provavelmente é ruim, mas por outros sensores.

 

"As novas espécies foram descritas a partir de características microscópicas de seus genitais, que os diferencia de outros animais do mesmo gênero", explicou Santos.

 

De acordo com o biólogo da UFMG, a descoberta acrescenta componentes até agora desconhecidos à rica biodiversidade brasileira, e mostra o país como habitat de espécies que são mais comuns no Caribe e em áreas tropicais das américas Central e do Norte.

 

Os novos aracnídeos foram descritos em artigo assinado por Santos, em conjunto com Rodrigo Lopes Ferreira, pesquisador da Universidade Federal de Lavras (MG) e responsável por colher as espécies; e Bruno Alves Buzatto, especialista em variações morfológicas (da forma) entre artrópodes machos.

 

Imagem da espécie 'Rowlandius potiguar', encontrada no Rio Grande do Norte (Foto: Santos et al/Plos One)Imagem da espécie 'Rowlandius potiguar', encontrada no Rio Grande do Norte (Foto: Santos et al/Plos One)
Fonte: G1

 

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28

mai
2013

Cientistas descobrem novo pássaro na Amazônia

 

Torom-de-alta-floresta foi encontrado em área próxima a rodovias federais.


Achado foi possível graças a exames de DNA e análise do canto da ave.

 

 

                               Nova espécie de ave, batizada de torom-de-alta-floresta, foi encontrada ao sul do Rio Amazonas (Foto: Divulgação/Museu Emilio Goeldi)
Nova espécie de ave, batizada de torom-de-alta-floresta, foi encontrada ao sul do Rio Amazonas (Foto: Divulgação/Museu Emilio Goeldi)

 

Pesquisadores do Museu Emilio Goeldi, localizado no Pará, descobriram uma nova espécie de ave que vive na Amazônia, em regiões já ocupadas pelo homem.

 

O novo pássaro foi batizado de torom-de-alta-floresta (Hylopezeus whittakeri) e só foi encontrado graças a exames de DNA e análise de canto realizados pelos cientistas.

 

Os resultados contribuíram para diferenciar essa espécie endêmica (nativa de determinada região), antes classificada como uma das três subespécies de torom-carijó (Hylopezeus macularius).

 

A nova espécie vive na região entre os rios Madeira e Xingu, considerada uma das áreas mais ocupadas pelo homem na Amazônia, cortada pelas rodovias Transamazônica e BR-163 (que liga Cuiabá a Santarém). Segundo os cientistas, ambas as estradas são eixos de desenvolvimento e também de desmatamento.

Exemplares da espécie podem ser encontrados em maior quantidade próximo à cidade de Alta Floresta (MT) - por isso, a menção do local no nome popular do pássaro. No entanto, essa ave vive também nos estados do Pará e Amazonas.

 

Apesar de viver em uma região que sofre constante transformação pela ação do homem, o torom-de-alta-floresta não está ameaçado de extinção, mas, segundo os cientistas, essa situação pode mudar em breve.

 

De acordo com Lincoln Silva Carneiro, doutorando em zoologia do Museu Emilio Goeldi e principal autor do estudo que identificou a espécie, a ciência entrou em uma nova fase de descobertas de espécies graças às modernas tecnologias.

 

"Temos o advento de técnicas de biologia molecular e uso de DNA, e chegamos a regiões remotas. Isso, com certeza, vai nos ajudar a descobrir novas espécies na Amazônia", explica.

 

Mais aves amazônicas


De fato, ainda há muito o que se descobrir na Amazônia. O G1 divulgou este mês que cientistas brasileiros e americanos descreveram um grupo de 15 novas espécies de aves que vivem nesse bioma. Os pesquisadores afirmam que essa quantidade identificada é a maior da ornitologia brasileira dos últimos 140 anos.

Veja nomes de 12 das 15 novas aves da Amazônia

Rapazinho-estriado-do-oeste
Choquinha-do-rio-roosevelt
Poiaeiro-de-chicomendes
Arapaçu-barrado-do-xingu
Arapaçu-do-tapajós
Choquinha-do-bambu
Chorozinho-do-aripuanã
Cancao-da-campina
Chorozinho-esperado
Cantador-de-rondon
Bico-chato-do-sucunduri
Arapaçu-de-bico-torto

Foram reunidos dados de trabalhos feitos anteriormente, além de análises genéticas e comparações morfológicas, para chegar à conclusão de que se tratavam de novas espécies que vivem no bioma amazônico, um dos que possuem a maior biodiversidade do mundo.

 

As aves foram encontradas no sul da Amazônia, em áreas dos estados do Amazonas, Pará, Acre, além de trechos de Rondônia e Mato Grosso. Quase todas vivem em áreas próximas a rios, como o Tapajós, Madeira, Roosevelt e Purus, ou em regiões isoladas, com vegetação alta ou mata rasteira, conhecida como campina ou campos amazônicos.

 

Dados como nomes científicos ou informações sobre localização e hábitos das espécies não puderam ser antecipados pelos pesquisadores. Não há imagens registradas de todas as aves, já que, em alguns casos, foram feitas apenas observações e, posteriormente, ilustrações que serão divulgadas em um periódico especializado, ainda neste semestre.

 

Das 15 novas aves, 11 só são encontradas no Brasil. As demais podem ser vistas também no Peru e na Bolívia. Porém, a descoberta vem acompanhada de um alerta: pelo menos quatro espécies já são consideradas vulneráveis na natureza: o arapaçu-barrado-do-xingu, o arapaçu-do-tapajós, o poiaeiro-de-chicomendes e a cancão-da-campina.

 

Outra coincidência alarmante é que os membros recém-descritos da fauna brasileira vivem em uma região denominada "Arco do Desmatamento", trecho que compreende uma faixa entre a Bolívia e o Brasil, que passa por Mato Grosso, Pará e Rondônia, e é conhecida pelas altas taxas de destruição da florestas e queimadas em decorrência do avanço de centros urbanos e do aumento de atividades agropecuárias.

Em cima, da esquerda para a direita: Bico-chato-do-sucunduri. Cancao-da-campina e Chorozinho-do-aripuanã; na parte de baixo: Arapaçu-de-bico-torto; Poiaeiro-de-chicomendes e Rapazinho-estriado-do-oeste  (Foto: Montagem/Vítor Q Piacentini/Fabio Schunck/Mario Cohn-Haft)Algumas das novas espécies. Em cima, da esquerda para a direita: bico-chato-do-sucunduri, cancão-da-campina e chorozinho-do-aripuanã; na parte de baixo: arapaçu-de-bico-torto, poiaeiro-de-chicomendes e rapazinho-estriado-do-oeste (Foto: Montagem/Vítor Q Piacentini/Fabio Schunck/Mario Cohn-Haft)
Fonte: G1

 

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28

mai
2013

Asteroide equivalente a nove navios deve passar pela Terra

 

1998 QE2 vai se aproximar do nosso planeta às 17h59 de Brasília, do dia 31 de maio (sexta feira).

Apesar de não representar perigo, objeto será alvo de estudos científicos.

 

DAsteroide 1998 QE2 vai se aproximar da Terra nesta sexta (Foto: Nasa/JPL-Caltech)Asteroide 1998 QE2 vai se aproximar da Terra nesta sexta, às 17h59 de Brasília (Foto: Nasa/JPL-Caltech)

 

Um asteroide deve passar pela Terra nesta sexta-feira (31) e ficar no máximo a 5,8 milhões de quilômetros daqui, o equivalente a uma distância de 15 vezes entre o nosso planeta e a Lua.

 

Apesar de não representar perigo, o 1998 QE2 pode ser um objeto interessante de estudo, entre esta quinta-feira (30) e o dia 9 de junho, para os astrônomos que tiverem um telescópio de radar de pelo menos 70 metros de comprimento. Esse corpo celeste tem 2,7 quilômetros de diâmetro, o tamanho de nove navios transatlânticos Queen Elizabeth 2.

A aproximação máxima do asteroide será às 17h59 (horário de Brasília) desta sexta. Esse será o ponto que ele chegará mais perto de nós pelos próximos dois séculos, pelo menos.

 

Esse objeto foi descoberto em 19 de agosto de 1998, pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

 

O cientista Lance Benner, do Laboratório de Propulsão a Jato da agência espacial americana (Nasa), diz que espera obter uma série de imagens de alta resolução do 1998 QE2, o que pode revelar detalhes sobre ele.

 

"Sempre que um asteroide se aproxima, ele fornece uma importante oportunidade científica para estudá-lo e entender seu tamanho, forma, rotação, características da superfície e origem", explicou.

 

Monitoramento constante


A Nasa estabeleceu como alta prioridade o monitoramento de asteroides e cometas, e os EUA têm o maior programa de levantamento de objetos próximos à Terra do mundo - uma parceria entre agências governamentais, astrônomos de universidades e institutos de ciência. Até hoje, o país já identificou mais de 98% do total desses corpos conhecidos. E só no ano passado, o orçamento da Nasa para esse fim aumentou de R$ 12 milhões para R$ 40 milhões.

 

Em 2016, a Nasa planeja vai lançar uma sonda em direção ao asteroide potencialmente mais perigoso de que se tem notícia, chamado 1999 RQ36, ou 101955 Bennu. A missão Osiris-Rex também planeja fazer reconhecimentos em todos os objetos ameaçadores recém-descobertos. Além de monitorar possíveis ameaças, o aparelho poderá revelar detalhes sobre a origem do Sistema Solar, da água na Terra e das moléculas orgânicas que levaram ao desenvolvimento da vida.

 

Recentemente, a agência americana anunciou ainda que está desenvolvendo uma missão para identificar, capturar e mudar de rumo um asteroide para exploração humana.

 

Fonte: G1

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24

mai
2013

Alimentação equilibrada ajuda a fortalecer a nossa saúde

Vira e mexe você tem resfriado, gripe, viroses, alergias respiratória? Então é melhor você começar a prestar mais atenção à sua alimentação. Isso porque o que comemos pode ajudar a fortalecer - ou, em certos casos, a enfraquecer - nosso sistema imunológico.
 
Já é bem sabido que a alimentação é fundamental para a manutenção da saúde. E isso também se reflete em nossa imunidade, ou seja, em como nosso corpo reage e se defende de vírus, bactérias e micro-organismos causadores de doenças. "Os anticorpos são proteínas, e todo processo de defesa imunológica depende do bom estado nutricional relacionado a proteínas e a fonte energética", explica Júlio Cesar Marchini, professor de Nutrologia da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto (FMRP-USP).
 
De acordo com o pesquisador, a ação do sistema imunológico, fabricando anticorpos, e a ação dos próprios anticorpos exigem gasto energético. Assim, uma alimentação equilibrada é fundamental para que os anticorpos sejam sintetizados e possam cumprir sua função de proteger o organismo.
 
"A alimentação é uma das principais aliadas das células de defesa. Alguns nutrientes, quando consumidos em quantidade adequada, podem aumentar o número dessas células no corpo e estimular a ação delas quando o organismo se depara com um quadro de infecção", afirma Mariana Exel, nutricionista do Hospital Samaritano de São Paulo. Portanto é fundamental ter uma alimentação balanceada, que forneça uma boa variedade de vitaminas, proteínas e nutrientes importantes para o bom funcionamento do sistema imunológico.
 
No cardápio de quem quer ter uma dieta equilibrada e, de quebra, blindar o corpo contra esses agentes causadores de doenças, não podem faltar ingredientes como cenoura, fígado, espinafre, brócolis, goiaba, gengibre, tomate e morango.
 
Esses alimentos possuem nutrientes essenciais para fortalecer a imunidade, e a falta deles pode deixar o sistema imunológico deficiente, favorecendo  o  surgimento  de  doenças  e  tornando  mais  frequente  os  processos  alérgicos  (como asma,  eczema,  rinite e  bronquite). "Sem um aporte necessário de nutrientes, o organismo não terá onde buscar defesas, tornando-se fragilizado", afirma a nutricionista Bruna di Chiara Passos.
 
Desde pequeno
 
Fortalecer o sistema imunológico através da alimentação é uma atitude que começa desde pequeno. "Uma alimentação equilibrada pode ajudar a fortalecer o sistema imunológico, desde a vida intrauterina", explica Carla Muroya, nutricionista do Hospital Israelita Albert Einstein.
 
Isso porque o que a mãe ingere pode afetar positivamente (ou negativamente) a saúde do feto. E, depois que o bebê nasce, a amamentação é importante para o desenvolvimento da imunidade da criança, pois o leite materno contém anticorpos que protegem a criança de infecções virais e bacterianas.
 
Para quem quer ter um sistema imunológico fortalecido (e mais saúde como um todo), é importante cultivar uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes. "Não adianta muito uma pessoa beber copos e mais copos de laranjada quando está com gripe, por exemplo, se antes de adoecer ela não mantinha uma dieta saudável.
 
Essa alimentação deve fazer parte do dia a dia para que o sistema imunológico seja realmente fortalecido", explica Roseli Rossi, nutricionista da clínica Equilíbrio Nutricional.
 
"O ideal é que se realizem seis refeições diárias, de três em três horas, garantindo que todas as substâncias estarão presentes, ingerindo regularmente frutas, verduras e cereais. Assim, o organismo fica estável, sem faltar nenhum nutriente,  e melhorando resistência aos vírus e bactérias", recomenda Passos.
 
O outro lado da moeda
 
Por outro lado, uma alimentação altamente calórica, pobre em vitaminas e proteínas, pode causar o efeito oposto e acabar enfraquecendo o sistema imunológico. "Uma alimentação inadequada, rica em alimentos gordurosos, processados e com excesso de açúcar não possui nutrientes suficientes e capazes de melhorar a defesa do organismo", explica Exel.
 
Entre os alimentos que podem interferir negativamente no sistema imunológico estão o açúcar branco, que pode alterar a capacidade das células brancas do sangue de destruir as bactérias; gorduras em excesso, que reduzem a atividade das células protetoras e prejudica a resposta imunológica; e o álcool, que interfere em várias respostas imunológicas.
 
O fator emocional também tem grande peso em enfraquecer a imunidade. "Uma pessoa submetida a uma condição de grande estresse vai ter seu sistema imunológico prejudicado, e vai estar mais sujeita a doenças", alerta Rossi. A nutricionista ainda afirma que o estresse aliado a uma má alimentação piora ainda mais o quadro: "Esse é o caso de algumas pessoas que estão frequentemente doentes, saindo de uma gripe para entrar em um resfriado, porque estão constantemente expostas a situações estressantes e não têm uma dieta adequada".
 
Mas é importante frisar que consumir apenas alguns alimentos que são benéficos ao sistema imune não é o suficiente para evitar o surgimento de doenças. "Os hábitos alimentares com escolhas saudáveis são importantes para promover o aumento da imunidade, mas somente a alimentação não é suficiente, depende da situação clínica e também da qualidade de vida em geral", alerta Muroya.
 
Por isso, é importante ter uma mudança de hábitos, como dormir bem, praticar atividade física, evitar bebidas alcoólicas, não fumar e, é claro, ter uma alimentação equilibrada e saudável.
 
 
Fonte: Uol - via Lake Villas

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17

mai
2013

Como é feito o chocolate?

como-e-feito-o-chocolate

 

A fabricação dessa delícia começa quando as frutas de cacau são quebradas para a retirada das sementes, a base principal do chocolate. A essa altura, elas ainda são amargas, mas a verdadeira transformação em doce acontece nas indústrias. Por lá, a matéria-prima é decomposta, recebe açúcar e leite, é agitada, passa por várias trocas de temperatura e, no final, é moldada para ganhar a forma das barras vendidas nos supermercados. Apreciado no mundo todo, o chocolate é velho conhecido da humanidade - acredita-se que os astecas foram os primeiros chocólatras da história. No século 16, eles já coletavam sementes de cacau para fazer o xocoatl, um drinque afrodisíaco que só podia ser bebido por imperadores. "Ao contrário dos chocolates de hoje, a bebida asteca tinha um sabor amargo e apimentado, pois era preparada com vinho ou purê de milho e pimenta", afirma o industrial Getúlio Ursulino Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates (Abicab).

 

Em 1528, os colonizadores espanhóis levaram a novidade para a Europa, adoçando a mistura com canela e baunilha e servindo a bebida quente. Por volta de 1700, ao chegar à França e à Inglaterra, a invenção ganhou leite e se espalhou pelo mundo. Décadas depois, em 1765, começou a fabricação de chocolates em barras, nos Estados Unidos. No Brasil, o cultivo de cacau teve início no século 19, na região de Ilhéus, no sul da Bahia. Hoje, o país consome cerca de 310 mil toneladas de chocolate por ano, algo em torno de 1,8 quilo por habitante. Além de saboroso, o chocolate é uma excelente fonte de energia, sais minerais, potássio, fósforo e magnésio. O drama é que, apesar de tanto benefício, o excesso traz uns pneuzinhos indesejáveis. "Não se deve consumir mais que 100 gramas de chocolate por dia, pois o produto é bem calórico. Um simples tablete contém, em média, 540 calorias, cerca de 20% da necessidade diária de um homem adulto", diz a nutricionista Elizabeth Torres, da Universidade de São Paulo (USP).

 

Mergulhe nessa

Na internet:

www.abicab.org.br

www.barioncia.com.br

 

Delícia em construção Antes de virarem doce, as amêndoas de cacau recebem açúcar e leite em um complexo processo industrial

1. O processo de produção do chocolate tem início ainda nas fazendas de cacau com a retirada das amêndoas, as sementes dos frutos que servem de matéria-prima para o doce. Cada cacau contém entre 20 e 50 sementes, com alto teor de gordura e água. Para eliminar parte do líquido, elas passam por uma secagem ao sol por oito dias.

 

2. Depois da secagem, as amêndoas são ensacadas e levadas às indústrias. Na fábrica, a primeira fase da produção é a chamada torrefação, um processo de aquecimento que elimina de vez a umidade e faz surgir o aroma peculiar do cacau. Em seguida, as sementes são resfriadas e seguem para o triturador, que retira a casca da amêndoa.

 

3. Quando já estão descascadas, as amêndoas passam pela moagem, etapa em que as sementes são picadas em pedacinhos minúsculos. Como as frutas têm um teor de gordura superior a 50%, o produto resultante da moagem não é um pó, mas uma massa pastosa e perfumada. Esse é o ingrediente básico para os diversos tipos de chocolate.

 

4. Agora, a massa de cacau passa por uma máquina de prensagem, que separa o ingrediente em dois produtos. O primeiro é a manteiga de cacau, que será reintroduzida na próxima etapa. O segundo é a chamada torta de cacau, uma espécie de "bolo" que se esfarela facilmente. Parte dela é dissolvida e misturada ao açúcar para se fazer o chocolate em pó. Outra porção é resfriada e quebrada em tabletes, que serão usados na fabricação do chocolate.

 

5. Na fase seguinte, conhecida como malaxação, começa a diferenciação entre os tipos de doce. Na produção do chocolate preto, a torta e a manteiga de cacau recebem açúcar e leite, formando a massa do chocolate tradicional. O chocolate meio amargo leva todos esses ingredientes, menos o leite. Já o branco é feito apenas com manteiga de cacau, açúcar e leite.

 

6. Em qualquer tipo de chocolate, a massa resultante passa pelos cilindros de refinação, onde os cristais de açúcar da mistura são triturados e quebrados em partículas microscópicas. Isso melhora a textura do doce, deixando-o bem mais mole e gostoso de comer. É esse processo que determina a "fineza" das marcas de chocolate mais cobiçadas.

 

7. Após a refinação, aparelhos conhecidos como agitadores mantêm a massa em movimento, retirando a acidez e a umidade do doce. Em outro momento, o chocolate passa por diversas trocas de temperatura para cristalizar a manteiga de cacau e deixar a pasta na consistência ideal para ser moldada.

 

8. No último passo, ocorre a moldagem em fôrmas para que o chocolate ganhe o aspecto desejado. No caso das barras crocantes, coloca-se um recheio de castanhas, amêndoas ou flocos de arroz antes de se encherem os moldes. Finalmente, os chocolates são resfriados até ficarem sólidos e estarem prontos para a embalagem automática.

 

Chocolate preto = torta manteiga de cacau leite açúcar

 

Chocolate branco = manteiga de cacau leite açúcar

 

Fonte: Mundo Estranho

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17

mai
2013

Alimentos aliados aos corredores

 

A apresentação dos alimentos frescos prejudica sua popularidade na hora de decidir pelo que comprar. Se os alimentos frescos e orgânicos viessem em uma embalagem atraente como a dos alimentos industrializados, não precisaríamos de estratégias para convencer o consumidor de que eles são sempre a melhor escolha, independente do seu objetivo e priorizando a saúde, pois todo e qualquer alimento fresco, oferece pelo menos um benefício à saúde.

 

Alguns alimentos, principalmente as frutas, verduras e legumes, se destacam por apresentar uma variedade muito rica em nutrientes, ou por apresentar algum precioso componente com impacto positivo sobre a saúde.

 

Vamos conhecer 8 alimentos úteis para os corredores, tanto para melhorar a saúde quanto para acelerar o desempenho durante os treinos e competições. Escolha os alimentos de sua preferência, e introduza na sua rotina alimentar com mais frequência.

 

AVEIA


É um alimento altamente energético e rico em vários nutrientes. Sua alta concentração de vitaminas do complexo B e excelente fonte de carboidratos complexos, auxiliam na produção de energia durante a corrida. Sua fibra solúvel, a betaglucana, apresenta comprovados benefícios à saúde, entre eles, a regulação do transito intestinal e dos níveis de glicose sanguínea , além de reduzir o colesterol LDL.

 

O ideal é consumir de 2 a 5 colheres de aveia por dia para obter seus benefícios.

 

BATATA DOCE


Este super alimento da roça, reúne dois importantes aliados à corrida: uma ampla fonte de antioxidantes (vitamina C, E e betacaroteno) e um altíssimo teor de carboidratos. Portanto, além de ser fonte de energia para o trabalho muscular, ajuda a evitar lesões e atua na defesa do organismo. Suas fibras atuam prolongando a sensação de saciedade.

 

Uma unidade de batata doce atinge 50% da recomendação diária de betacaroteno.

 

 

CHÁ VERDE


Importantíssimo coadjuvante da saúde, de todos seus benefícios, o que mais se destaca é na prevenção do câncer, redução dos níveis de colesterol ruim (LDL) e auxiliar no tratamento de perda de peso. Os flavonoides do chá verde possuem potente efeito antioxidante, que equilibra o excesso de radicais livres que são produzidos em dias de longas corridas.

 

A quantidade necessária para que os efeitos do chá verde se manifestem, é de 4 a 5 xícaras ao dia, mas apenas uma xícara diária já produz benefícios. Para suavizar o sabor, pode ser preparado com especiarias como a erva doce, a camomila ou até mesmo para os dias quentes, ser acrescido de limão.

 

CEBOLA


Considerada um dos melhores alimentos do mundo, a cebola é uma excelente fonte de magnésio. Além do magnésio, a cebola possui uma substância chamada quercetina, importante antiinflamatório, competente contra os radicais livres e na redução do colesterol ruim (LDL). Sendo uma ótima opção para compor as preparações do corredor após a corrida.

 

A cebola roxa possui mais quercetina que a cebola branca comum. Basta caprichar no cozimento para reduzir seu sabor acentuado, evitando o cozimento em água (elimina os efeitos da quercetina) e preferindo refogar, grelhar ou assar.

 

Uma cebola média possui aproximadamente 50% da recomendação diária de magnésio.

 

SEMENTE DE LINHAÇA


Esta semente provou seu super potencial em diversos estudos científicos. Dentre suas principais propriedades destacam-se o efeito anti-inflamatório, a defesa imunológica e a presença da lignana, essencial papel antioxidante. Utilizada também na redução dos níveis de triglicerídeos.

 

Se adicionar 1 colher de sopa de linhaça no seu dia a dia, os nobres benefícios do ômega 3 entrarão em ação. Para que as lignanas e o ômega 3 possam ser melhor aproveitados, é preciso romper a casca resistente da linhaça, por isso a necessidade de tritura-la no processador ou liquidificador imediatamente antes do seu consumo (podendo aproveitar até no máximo 3 dias).

 

SALMÃO


Além de ser saboroso, este peixe de águas profundas é uma excelente fonte de ômega3 e proteínas. Suas propriedades o tornam um dos melhores alimentos para a recuperação muscular, ajudando a reparar nas fibras musculares os danos provocados pelo exercício, agindo como anti-inflamatório.

 

Pode ser consumido cru na salada, como sashimi, assado ou grelhado com molho de maracujá.

 

Um filé de salmão atinge 100% das recomendações diárias de ômega 3.

 

QUINOA


É um cereal que possui propriedades diferenciadas dos demais, por ser considerada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como um dos cereais mais nutritivos do mundo.

 

Sua importância para o corredor destaca-se pela sua super combinação de aminoácidos, superior à de outros cereais. É um diferencial para os vegetarianos, que podem se beneficiar destes aminoácidos que são menos frequentes entre os alimentos de origem vegetal.

 

Além de fornecer os aminoácidos essenciais, é rica em fibras e possui baixo teor de gordura, já que os alimentos de origem animal (fontes de aminoácidos) são pobres em fibras e ricos em gordura.

 

NOZ PECÃ


Rica em gordura poli-insaturada (gordura saudável). Esta oleaginosa também destaca-se pelo teor de selênio, magnésio, fibras, vitamina E e potássio, que além de protegerem a integridade da membrana celular, reforçam as defesas antioxidantes do organismo e contribuem para a reposição dos eletrólitos perdidos no suor durante as corridas.

 

A ingestão de 4 nozes já é suficiente para promover seus benefícios.

 

Fonte: BONUMÁ, Suzana. A dieta do corredor. Editora Academia de Inteligência. São Paulo,2010. Via http://www.dicasdetreino.com.br

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