Portal da Educao Adventista

*Professor Genivaldo *

30

abr
2015

Como enxergam os daltônicos?

 

 

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Com a percepção alterada de algumas cores. Principalmente do verde, vermelho e azul - e das cores derivadas deles. Isso porque a discromatopsia, também conhecida como daltonismo, afeta células localizadas na nossa retina, chamadas de cones, que são as responsáveis por percebermos cada uma dessas cores. O daltonismo é uma anomalia recessiva do cromossomo X. Não existe tratamento ou cura, porém é possível encontrar lentes e óculos que ajudam a minimizar o problema.

Na visão normal, os pigmentos verde, vermelho e azul são bem definidos.

 

Cada um com sua cor


Tipos de daltonismo afetam diferentes tons


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Tipo - Protanopia


É quando há diminuição ou ausência total do pigmento vermelho. No lugar dele, o daltônico pode enxergar tons de marrom, verde ou cinza. Varia de acordo com a quantidade de pigmentos que o objeto possui. O verde tende a parecer semelhante ao vermelho. É como se a visão do vermelho e suas misturas fossem enxergadas como sépia.

 

Esperança marrom


Tipo - Deuteranopia


Um daltônico com deuteranopia não vê a cor verde! Mas o resultado final é semelhante ao da protanopia, ou seja, os tons vistos são puxados para o marrom. Assim, quando ele observa uma árvore, enxerga tudo em apenas uma cor, com uma pequena diferença de tonalidade entre tronco e folhas.

 

Alguns daltônicos têm problemas com dois cones e percebem apenas uma cor. O vermelho e o verde são as mais comuns.

 

Mundo Rosa


Tipo - Tritanopia


A espécie mais rara de daltonismo interfere na visão das cores azul e amarelo. Não se perde a visão total do azul, mas as tonalidades enxergadas são diferentes. O amarelo vira um rosa-claro. Já o laranja não existe.

 

Será que você é?


Faça nosso teste


Desenvolvido em 1917 pelo médico japonês Shinobu Ishihara, o teste que leva seu sobrenome é um dos mais utilizados no mundo para detecção da doença. O método é composto de um conjunto de 38 placas com pontos coloridos em intensidades diferentes e, ao centro, há um numeral com uma cor que o daltônico não pode identificar. O resultado é fácil de notar: se você enxergar o número no centro, não é daltônico. Se não enxergar, melhor procurar um especialista. As cores variam para diagnosticar o grau de daltonismo do paciente.

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FONTES Dr. Giovanni Colombini, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Oftalmologia e chefe do Serviço de Oftalmologia do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, da Unirio - via Mundo Estranho

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29

abr
2015

Viva- Orégano emagrece: erva enxuga medidas e desincha

 

O orégano é famoso por ser usado na cozinha como tempero, mas o que pouca gente sabe é que a erva possui propriedades antioxidantes poderosas que podem ajudar a emagrecer. Além disso, pode promover efeito diurético que desincha o corpo e outros inúmeros benefícios medicinais. 
 
Benefícios do orégano
 
"Por possuir compostos fenólicos que combatem os radicais livres no organismo, consideramos o orégano como antioxidante", explica a nutricionista Regina Teixeira. Isso significa que ele pode ajudar a perder peso por promover uma ação anti-inflamatória, que permite que o corpo responda melhor ao emagrecimento. Além disso, impede que as gorduras se acumulem nas artérias e retarda o processo de envelhecimento.
 
Outra vantagem importante do orégano é seu papel no sistema digestivo, uma vez que ativa a ação de glândulas salivares, o que estimula a produção das enzimas digestivas. A nutricionista explica como funciona: "O aroma da erva ativa as células nervosas das narinas, que imediatamente transmitem o estímulo ao nosso cérebro com uma mensagem de que o alimento está a caminho. O cérebro passa a mensagem para as glândulas salivares avisando que deve aumentar a produção de saliva".
 
O orégano possui, ainda, uma função levemente diurética, que ajuda na circulação sanguínea, evitando o inchaço.
 
Além disso, devido aos seus princípios ativos, pode diminuir a formação de gases.
 
Funções do orégano no organismo
 
Segundo a especialista, o orégano é composto por princípios ativos como o cervacol, cimeno, linalol e taninos, possibilitando que a erva possua diversas propriedades:
 
Analgésico
Antioxidante: protege as células dos radicais livres
Expectorante
Antifúngico
Estimula a digestão
Anti-inflamatório
Antibacteriano, promovendo equilíbrio da flora intestinal
Possui a substância cervacol. Segundo pesquisas recentes, induz a morte de células cancerosas
 
Como consumir orégano?
 
O orégano pode ser utilizado de outras maneiras, além do velho conhecido tempero. Pode ser usado na forma de óleo essencial, folhas frescas e folhas de orégano secas. Uma alternativa é a infusão, utilizando as partes altas da planta. Também pode ser aproveitado em pó, com uma colher de chá diluída em água. Outra opção é aromatizar o azeite, acrescentando ao azeite o orégano, consumindo uma colher de sopa da mistura ao dia. Você também pode preparar um chá de orégano, que deve ser consumido três vezes ao dia.
 
Para permitir que todos os benefícios atuem no organismo, seu uso deve ser diário. "Não é necessário comer um pote de orégano, mas vale a pena incluir no seu dia a dia, como temperos e ou saladas, sempre no fim das preparações. Não cozinhe em altas temperaturas porque perde seus benefícios terapêuticos no cozimento", recomenda Regina.
 
 
Fonte: iTodas -via Lake Villas

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26

abr
2015

Impressionante: formiga capturando piolho de cobra

 

Formiga captura centopeia: estudante de Bornéu conseguiu fotografar a cena inusitada (Foto: Frenki Jung/Media Drum World)
Formiga captura piolho de cobra: estudante de Bornéu conseguiu fotografar a cena inusitada (Foto: Frenki Jung/Media Drum World)

 

O estudante Frenki Jung, que vive na cidade de Sambas, em Bornéu, na Indonésia, flagrou uma cena inusitada no jardim de sua casa.

 

Ele fotografou o momento em que uma formiga conseguiu a façanha de capturar um piolho de cobra com tamanho muitas vezes maior do que o seu próprio.

 

Jung fez uma série de registros que mostram a luta entre a formiga e o piolho de cobra. Apesar de seu tamanho, a formiga parece levar a melhor na briga.

 

Fonte: G1 Natureza

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21

abr
2015

Inmet confirma tornado em Xanxerê, no Oeste catarinense

 

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) confirmou na manhã desta terça-feira (21) que Xanxerê, no Oeste catarinense, foi atingida por um tornado no final da tarde de segunda (20). Duas pessoas morreram, 120 ficaram feridas e aproximadamente mil pessoas ficaram desabrigadas, conforme o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar da cidade. Pelo menos 2,6 mil casas foram danificadas e cerca de 200 mil unidades consumidoras ficaram sem luz na região devido à queda de cinco torres de transmissão de energia.

saiba mais

 

Os ventos que formaram o tornado podem ter variado de 100km/h até 330km/h por volta das 15h, horário do fenômeno, conforme o Inmet. Há uma estação meteorológica do instituto na cidade que marcou  ventos de 84 km/h no horário. Entretanto, a estação fica longe dos bairros onde ocorreu o tornado. Ela  não registrou a velocidade dos ventos que formaram o fenômeno.

"Pelas características dos estragos e pela intensidade dos ventos, definimos a classificação do tornado. Este deve ficar entre F2 e F3, pelas imagens disponíveis", disse Mamedes Luiz Melo, meteorologista do Inmet Brasília.

A escala de classificação de tornados começa em 65 km/h e chega a mais de 500 km/h. O F0 é o mais fraco e o F5 é considerado o mais forte. O fenômeno de Xanxerê foi classificado com danos de fortes a severos pelo Inmet.

Ao menos cinco torres de energia, que suportariam ventos de até 200 km/h, desabaram. Na cidade, muitos carros foram virados com o fenômeno, capotando lateralmente, o que também indicaria a característica cíclica dos ventos.

Formação de tornado
Tornado é um funil que se forma entre a base da nuvem e o solo. Santa Catarina é uma das regiões do país mais favoráveis a formação de nuvens cumulonimbus, as que podem dar origem a tornados, conforme o Inmet. Com a incidência de frentes frias, fenômenos de chuva e não de frio, há mais chances do fenômeno.

De acordo com o órgão, pelos mapas meteorológicos, é possível ver que esta nuvem cumulonimbus cobria toda a região Oeste catarinense no horário do fenômeno. O tornado depende da climatologia e topografia.

Ainda segundo o meteorologista do Inmet, a formação do tornado é de difícil previsão. "Geralmente os radares só detectam o fenômeno quando ele acontece. É diferente de um furacão, por exemplo, que é possível prever onde e quando ele deve acontecer", diz  Melo.

Em Santa Catarina, há um radar meteorológico de Lontras, do Governo do Estado, que poderia detectar este tipo de fenômeno em curto prazo. Entretanto, além de não ter a amplitude de cobertura da região Oeste, o instrumento está desligado desde janeiro, por problemas em peça de alta tensão.

Conforme o Inmet, as próximas 48 horas na região devem ser de abertura de tempo, com pouca incidência de chuva, e queda de temperaturas. Não há indicativos para novas formações.

Defesa Civil contabiliza o número de desabrigados e desalojados (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)
Cerca de 2,6 mil casas foram danificadas (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)

 

Dois mortos
Segundo os bombeiros e a Polícia Militar (PM), duas pessoas morreram em bairros diferentes de Xanxerê. Uma delas era o pai que ficou abraçado aos filhos tentando protegê-los dos escombros.

Xanxerê possui 47.679 habitantes

 

"O temporal passou rápido, coisa de três minutos. Tem pessoas embaixo de escombros, não sabemos exatamente o número de vítimas", afirma Walter Parizotto, major do Corpo de Bombeiros. Segundo a Polícia Militar de Xanxerê, a segunda morte em decorrência da tempestade ocorreu no hospital.

 

Feridos
Conforme o Corpo de Bombeiros, aproximadamente 120 pessoas ficaram feridas, sendo que cerca de cinco tiveram lesões mais graves. Os ferimentos incluem cortes, fraturas e até amputações. O quartel teve queda de energia elétrica e os dados estavam sendo levantados à mão.

De acordo com a Polícia Militar em Xanxerê, 74 pessoas deram entrada no Hospital São Paulo - entre elas três crianças em estado grave. Oito feridos foram transferidos para outros hospitais da região oeste, segundo a PM.

 

Fonte: Portal G1

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20

abr
2015

Um Brasil holandês

 

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1. Antes mesmo de ocupar parte do Nordeste, os holandeses já atuavam na economia do Brasil. Com apoio de Portugal, eles haviam investido no maquinário de processamento da cana-de-açúcar e cuidavam de parte do refino. A parceria entre os países acabou em 1580, quando a Espanha aproveitou um vácuo de poder em Lisboa e incorporou o reino português (e suas colônias)

 

2. Os espanhóis romperam o acordo sobre a produção de açúcar, que rendia bons lucros aos holandeses. Isso azedou ainda mais a relação entre os dois povos, que já era ruim porque, em 1581, a Holanda, ex-colônia da Espanha, conseguiu sua independência. A invasão do Brasil em 1624 foi quase uma "revanche", integrando uma série de conflitos entre as duas nações

 

3. A primeira investida militar dos Países Baixos contra o Brasil foi em Salvador. Durou apenas um ano, entre maio de 1624 e maio de 1625. Em 14 de fevereiro de 1630, atracaram em outro local: Pau Amarelo, no litoral de Pernambuco. Passaram os sete anos seguintes enfrentando vários focos de resistência, até, enfim, dominarem um território que ia do Maranhão a Alagoas

 

4. Em 1637, a Companhia das Índias Ocidentais (empresa holandesa que administrava rotas comerciais no mundo todo) enviou um representante para botar ordem na "Nova Holanda", destruída pelos sete anos de conflito. Era Johan Maurits von Nassau-Siegen, ou Maurício de Nassau. Ele chegou com sua própria "agência de publicidade", formada por 46 artistas, cronistas e naturalistas

 

5. Até então, Olinda era a cidade mais importante do estado. Mas Nassau queria transformar Recife na "capital das Américas". Investiu em uma grande reforma no atual bairro de Santo Antônio, rebatizado como Mauritsstad. A vila caótica, onde as pessoas jogavam fezes na rua, virou uma cidade urbanizada, com novas ruas, praças, jardins, canais e a primeira ponte da América Latina

 

6. Para os padrões da época, a Nova Holanda era bastante tolerante com outras religiões. Muitos judeus fugidos da Europa se instalaram em Recife, onde inauguraram a primeira sinagoga das Américas (na atual Rua do Bom Jesus). Pastores da Igreja Cristã Reformada ergueram 22 templos, tentaram traduzir a Bíblia para o tupi e até enviaram seis índios para aprender a nova fé na Europa

 

7. A Companhia das Índias trouxe à região funcionários de várias partes do mundo. E o porto de Recife começou a bombar com a exportação de açúcar e com a chegada de navios negreiros (cuja carga era repassada para todo o Nordeste, Caribe e Virgínia, nos EUA). Logo, a cidade se tornou um centro cosmopolita, com alguns dos bordéis mais agitados do mundo

 

8. Nassau se tornou bem-quisto na região - mas era cada vez menos popular na Holanda. Seu salário era alto, sua equipe era muito grande e suas obras eram caras. Para piorar, ele não era rigoroso com os senhores de engenho na hora de cobrar os empréstimos feitos pelo governo. Acusado de improbidade administrativa, foi forçado a voltar para a Europa em 1644

 

9. Quando Nassau foi embora, Portugal já havia se separado da Espanha. Mas demorou para enviar soldados para retomar o Nordeste. A região só foi reintegrada ao Brasil após esforços dos próprios habitantes locais, revoltados com a nova política de cobrança de dívidas instituída pela Holanda. Mesmo mal armados e em menor número, conseguiram expulsar os invasores, em janeiro de 1654

 

E se eles tivessem ficado no Brasil?

 

No lugar de parte do Nordeste haveria outro país: a Nova Holanda

 

Se a invasão tivesse dado certo, hoje o Brasil faria fronteira com a Nova Holanda. Recife seria conhecida como Mauritsstad, Natal como Nieuw-Amsterdam e João Pessoa como Frederikstad. Teriam uma típica arquitetura holandesa, com bom uso de canais e transporte por água. As universidades e os centros de pesquisa teriam se desenvolvido antes que as do resto do Brasil. Mas nada indica que esse país hipotético seria mais rico que o Nordeste atual. Basta ver o caso do Suriname e da Indonésia, colonizados pela Holanda e pouco desenvolvidos.

 

FONTES Livros O Brasil e os Holandeses, de Evaldo Cabral de Mello (org.), Guerra, Açúcar e Religião no Brasil dos Holandeses, de Adriana Lopez, Brasil Holandês: História, Memória e Patrimônio Compartilhado, de Hugo Coelho Vieira, Nara Neves Pires Galvão e Leonardo Dantas Silva

CONSULTORIA Marcos Galindo, historiador e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) - Via Mundo Estranho

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17

abr
2015

Operação "chega de rinite"

 

Espirros, coriza e nariz entupido: todo mundo tem, já teve ou ainda vai ter pelo menos um episódio de rinite. Basta pegar uma gripe ou um resfriado passageiro. Mas, para uma parcela da população, ela faz parte da rotina. É só entrar em contato com pó, mofo, ácaros, pólen, pelos de animais ou produtos químicos que o organismo reage com tudo, anticorpos são liberados e a mucosa nasal, inflamada, sofre as consequências.
 
Por se tratar de uma condição crônica e que muitas vezes repele o tratamento receitado, a Academia Americana de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial acaba de atualizar suas diretrizes para o controle da rinite alérgica. Além de nortear a detecção e o plano terapêutico, o guia propõe orientações para adotar em casa e ainda dá uma palavra sobre o papel da acupuntura e da fitoterapia. Segure o espirro e conheça essas 9 recomendações.
 
1. A importância do diagnóstico
 
Um dos desafios que a rinite alergia impõe é o diagnóstico e como flagrar o que desperta as crises. Não por acaso, o documento americano começa reforçando a necessidade de o médico traçar minuciosamente o histórico do paciente e apurar os gatilhos e a presença de doenças relacionadas. Segundo o pneumologista Álvaro Cruz, da Universidade Federal da Bahia, asmáticos tendem a ter mais rinite, por exemplo. Se o fator desencadeante não é identificado nas consultas, testes de alergia (que usam a pele ou o sangue) são bem-vindos.
 
2. Pets: cada um no seu quadrado
 
Sabemos que é difícil manter distância dos animais se você tem um deles em casa. Mas o novo guia pede atenção diante dos pets. Isso porque cães e gatos têm alérgenos que são liberados na saliva, na pele  e na urina, além de acumular ácaros nos pelos. Tem gente que só tem alergia de gato e outros só de cachorro. Independentemente da espécie, o ideal é definir um espaço para o bicho, a fim de evitar que os pelos se espalhem pela casa, e lavar as mãos depois dos afagos. Dar banho ajuda, mas não traz melhoras em meio a uma crise.
 
3. O ar que você respira
 
O ar-condicionado pode ser um aliado porque serve como filtro contra a poluição que vem da rua. Isso desde que a manutenção do aparelho esteja em dia - e os fabricantes pedem que o filtro seja limpo com água a cada três meses, pelo menos. O ar mais gelado e seco em si não provoca rinite, mas pode deixar a mucosa nasal sensível. Daí o conselho de programar uma temperatura amena (entre 24 e 25 ºC) e adotar um umidificador.
 
4. Extermínio de ácaros
 
Esses aracnídeos invisíveis a olho nu são responsáveis pela rinite de boa parte dos brasileiros. Gostam de lugares úmidos e quentes e se alimentam  de restos de pele que se misturam à poeira. Para acabar com a festa, conservar a casa limpa e os armários secos é fundamental - e, de bônus, se evita outro patrocinador de alergias, o mofo. Na batalha contra o pó entram pano úmido e aspirador com filtros Hepa, que retêm melhor a poeira. Produtos contra ácaros também podem ser requisitados.
 
5. A cama pode ser a fonte do problema
 
Lençóis, cobertores, colchões e travesseiros são um prato cheio para os ácaros. Assim, trocar e lavar a roupa de cama com frequência (pelo menos uma vez por semana) é a primeira regra de ouro. O manual americano propõe o uso de capas impermeáveis e hipoalergênicas em colchões e travesseiros. Manter os quartos ventilados e a cama exposta ao sol também ajuda.
 
6. Para tratar sem sedar
 
Como antialérgicos têm fama de gerar aquela soneira, as novas diretrizes priorizam a prescrição de anti-histamínicos de segunda geração, que não têm o efeito sedativo típico da primeira classe dessas drogas. Essa nova geração tem outras vantagens: age mais rápido, pode ser usada por um período maior e não interfere no apetite.
 
7. Remédios da pesada
 
Há medicações que só devem entrar em cena  em casos mais graves ou durante as crises. E o principal exempo aqui são os corticoides, potentes anti-inflamatórios. Os especialistas prescrevem por poucos dias, uma vez que o uso prolongado pode causar retenção de líquido, aumento de peso, mal-estar e até osteoporose. Convém reforçar: como os antialérgicos, eles só devem ser empregados sob orientação.
 
8. Educação imunológica
 
E se treinássemos o sistema imune para ele deixar de hiper-reagir toda vez que o corpo tem contato com ácaros ou pelos de animais? Esse é o princípio da imunoterapia, uma espécie de vacina que injeta baixas doses de alérgenos com o objetivo de neutralizar a resposta das nossas defesas diante desses corpos estranhos. O manual a coloca como opção quando a alergia é refratária a tratamentos convencionais - e as aplicações podem durar de dois a três anos.
 
 
9. O chazinho se deu mal
 
Se a acupuntura recebeu o aval contra a rinite, o mesmo não se pode dizer da fitoterapia. O guia desencoraja o uso de ervas medicinais como tratamento, independentemente do meio (infusão, cápsula...). Faltam provas sobre sua segurança e eficiência e ainda existe o risco de efeitos colaterais e interações com remédios prescritos no consultório. Veja: não é que o chá da vovó está proibido, mas é importante saber que não será uma xícara quentinha que resolverá de vez uma crise de rinite.
 
 
Fonte: SAÚDE / M de Mulher

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10

abr
2015

Quem definiu as cores do semáforo?

 

 
 
 

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Foi o policial de trânsito William Potts, de Detroit (EUA).

 

Lanternas verdes e vermelhas já organizavam o fluxo de carruagens na Inglaterra desde 1868. Mas foi em 1917 que Potts inventou um dispositivo auto- mático usando as luzes vermelha, amarela e verde. Segundo o pesquisador Michel Pastoureau, a relação entre as três cores é um antigo código social, usado desde a valorização do espectro cromático, criado por Newton no século 17.

 

"A sinalização rodoviária é filha da marítima e da ferroviária, remontando, portanto, a códigos anteriores aos automóveis", diz Pastoureau no livro Dicionário das Cores do Nosso Tempo. Assim, o vermelho, que desde a Idade Média é a cor da interdição, tornaria o verde (seu complementar no espectro) o símbolo da permissão. O amarelo, localizado no ponto médio entre as duas outras cores, serviria então para a transição.

 

Fonte:Mundo Estranho

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9

abr
2015

Pesquisa cria bateria dobrável que carrega celular em 1min

 

Nova bateria também pode ser recarregada mais vezes sem perder capacidade (Foto: Mark Shwartz/Universidade Stanford/BBC)
Nova bateria também pode ser recarregada mais vezes sem perder capacidade (Foto: Mark Shwartz/Universidade Stanford/BBC)

Cientistas americanos construíram uma bateria flexível de alumínio que, segundo eles, pode se transformar na alternativa barata, segura e muito rápida aos modelos existentes. Além disso, ela pode ser totalmente recarregada em menos de um minuto.

O protótipo de bateria é uma pequena bolsa contendo alumínio para um eletrodo e espuma de grafite para outro eletrodo, tudo cercado por um sal líquido especial.

Além da rapidez no recarregamento, os cientistas afirmam que ela é muito mais segura e duradoura que as atuais baterias de lítio, comuns em dispositivos eletrônicos como smartphones. A bateria também dura mais do que as pilhas alcalinas.

"Desenvolvemos uma bateria recarregável de alumínio que pode substituir os dispositivos atuais que, ocasionalmente, pegam fogo", disse o autor da pesquisa Hongjie Dai, da Universidade de Stanford, na Califórnia.

"Nossa nova bateria não vai pegar fogo nem se você perfurá-la", acrescentou. E um vídeo feito pelos pesquisadores mostra que a bateria até continua funcionando por um período curto depois de ser perfurada.

Os cientistas divulgaram os resultados obtidos com a nova bateria na revista especializada "Nature".

 

Leve e barato


Por ser um material leve e barato, o alumínio vem atraindo o interesse de muitos setores nos últimos anos, mas isto nunca resultou em um produto viável até o momento.

Mas, a chave para esta nova bateria foi a escolha do material para o eletrodo positivo (o cátodo) que vai com o alumínio do eletrodo negativo (ou ânodo). O grafite, uma forma de carbono na qual os átomos formam folhas finas e planas, tem uma performance muito boa e também é leve, barato e disponível.

Para conectar os dois eletrodos, a bolsa é preenchida com líquido.

"O eletrólito é, basicamente, um sal que é líquido e está na temperatura ambiente, então é muito seguro", disse o estudante Ming Gong, outro autor do projeto.

Outro ponto crucial é que a bateria pode completar mais de 7,5 mil ciclos (recargas) sem perder nada de sua capacidade, muito mais do que a maioria das baterias de íons de lítio e centenas de vezes melhor do que as baterias experimentais que também usam alumínio.

O dispositivo também é capaz de gerar dois volts, o mais alto que uma bateria de alumínio já chegou. E também uma capacidade maior do que o 1,5 volt gerado por pilhas alcalinas.

No entanto, ela fica atrás da geração de energia das baterias de íons de lítio usadas em smartphones e laptops.

"Nossa bateria produz cerca de metade da voltagem de uma bateria de lítio. Mas melhorando o material do cátodo, poderemos, no futuro, aumentar a voltagem e a densidade da energia", disse o professor Dai.

Mesmo com a baixa voltagem em relação às baterias usadas hoje, a equipe já conseguiu juntar duas destas baterias experimentais, conectar a um adaptador e carregar um smartphone em um minuto.

Além disso, os cientistas sugerem que este tipo de bateria será muito útil para dispositivos com telas flexíveis, uma das propostas para a próxima geração de dispositivos eletrônicos.

"Nossa bateria tem tudo o que você sonha que uma bateria deveria ter: eletrodos baratos, segurança, carregamento em alta velocidade, flexibilidade e longo ciclo de vida. Acho que são os primeiros dias de uma nova bateria. É muito animador", disse Dai.

Desafio


Para Clare Grey, especialista em química de materiais da Universidade de Cambridge, a nova bateria pode ser uma grande mudança e o "método de armazenar as cargas dentro do grafite", desenvolvido pelos cientistas de Stanford, "é bem esperto".

Mas, ela acredita que transformar este protótipo em um produto para ser comercializado em larga escala será um desafio. Um dos problemas, para Clare, é que colocar íons entre as folhas do grafite pode acabar fazendo com que o material fique se contraindo e expandindo, o que "é ruim para a bateria".

"E também, quanto maior forem as folhas de grafite, mais os íons terão que ficar difusos, então eles ficarão mais lentos. Então, parte da razão pela qual as taxas (apresentadas pela bateria) ainda são altas é que usa plaquetas muito pequenas de grafite", explicou.

Mesmo com estes problemas, a pesquisadora ainda tem muito interesse nesta nova bateria.

"Acho muito animador e nos mostra novos caminhos sobre como poderíamos fazer este tipo de química funcionar."

 

Fonte: G1Ciência

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8

abr
2015

Empresa desenvolve usina de energia portátil e voadora

 

Usina eólica portátil pode ser alternativa em situações de desastre (Foto: BBC)Usina eólica portátil pode ser alternativa em situações de catástrofe natural (Foto: BBC)

Uma empresa start-up americana criou uma usina eólica portátil e voadora - que pode ser usada em áreas de catástrofe. Veja o vídeo.

 

Ela é basicamente um balão de hélio com uma turbina eólica instalada no centro.

 

O aparelho pode gerar a eletricidade necessária para manter 15 casas ou até mesmo uma pequena vila em um país carente de energia.

 

A energia elétrica é transmitida por um cabo de força para uma estação no solo.

 

Diferentemente de usinas eólicas em terra, esta consegue aproveitar ventos de alta velocidade, presentes a mais de 600 metros de altura.

 

A primeira usina pode decolar até o fim deste ano.

 

Fonte: G1 Natureza

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7

abr
2015

Novas espécies de "dragões anões" descobertas nos Andes

 

Exemplar da espécie 'Enyalioides altotambo', novo lagarto encontrado por cientistas no Equador (Foto: Divulgação/Instituto Smithsonian)
Exemplar da espécie 'Enyalioides altotambo', novo lagarto encontrado por cientistas no Equador (Foto: Divulgação/Instituto Smithsonian)

Um grupo de cientistas descobriu três novas espécies de lagartos anões com a forma de dragão nos Andes equatorianos e peruanos, segundo pesquisa publicada pela revista científica "Zookeys".

 

As espécies descobertas por cientistas do Equador, Peru e Estados Unidos os distiguem de seus parentes mais próximo em termos de tamanho, cor e DNA.

 

Os três lagartos pertencem ao gênero Enyalioides, que são diurnos e vivem em selvas tropicais, como Chocó ou a parte ocidental da bacia amazônica, e nas florestas nubladas dos Andes.

 

Os cientistas classificaram a descoberta de surpreendente, já que esses lagartos estão "entre os de maior tamanho e mais coloridos" nas selvas da América do Sul.

 

As equipes de Omar Torres-Carvajal, do Museu de Zoologia QCAZ do Equador, Pablo J. Venegas, do CORBIDI do Peru, e Kevin de Queiroz, do Instituto Smithsoniano do Museu de História Natural dos Estados Unidos, recolheram vários tipos de lagartos durante uma viagem ao Equador e Peru.

 

Depois, eles fizeram uma comparação com espécimes encontrados em museus de história natural de todo o mundo. Um estudo de DNA confirmou que estavam diante de três exemplares desconhecidos de lagartos. Essa descoberta eleva para 15 as espécies do gênero Enyalioides.

 

Um espécime adulto do lagarto 'Enyalioides sophiarothschildae', que foi encontrado no Peru (Foto: Divulgação/Instituto Smithsonian)
Um espécime adulto do lagarto 'Enyalioides sophiarothschildae', que foi encontrado no Peru (Foto: Divulgação/Instituto Smithsonian)

Exemplar adulto do lagarto 'Enyalioides anisolepis', também encontrado no Equador por cientistas (Foto: Divulgação/Instituto Smithsonian)Exemplar adulto do lagarto 'Enyalioides anisolepis', também encontrado no Equador por cientistas (Foto: Divulgação/Instituto Smithsonian)
Fonte: G1 Natureza

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5

abr
2015

Bálsamo medieval com alho, cebola e bile de vaca mata superb

 

Receita descrita em manuscrito medicinal britânico de mais de mil anos de idade foi recriada em laboratório e exterminou 90% de bactéria SARM.

 
Cientistas tentaram reproduzir com máxima exatidão a receita do manuscrito do século 10 (Foto: Biblioteca Britânica/ © The British Library Board (Royal 12 D xvii))
Cientistas tentaram reproduzir com máxima exatidão a receita do manuscrito do século 10 (Foto: Biblioteca Britânica/ © The British Library Board (Royal 12 D xvii))

 

Um tratamento de mil anos de idade, usado na Idade Média para combater infecções nos olhos, pode ser a chave para acabar com as superbactérias resistentes a antibióticos, de acordo com pesquisadores da Universidade de Nottingham, na Grã-Bretanha.

 

Os cientistas recriaram um remédio anglo-saxão do século 10 que continha cebola, alho, vinho e bile de vaca. O grupo se surpreendeu ao descobrir que este remédio antigo exterminou quase que completamente, em até 90%, o Staphylococcus aureus resistente à meticilina (SARM).

 

O remédio foi descrito em um antigo manuscrito anglo-saxão com instruções sobre tratamentos e bálsamos, o Bald's Leechbook, que está na British Library. O manuscrito é tido como um dos primeiros exemplos de "livro medicinal", segundo Tom Feilden, editor científico do programa Today, da BBC.

 

Para os olhos


A especialista em cultura anglo-saxônica Christina Lee, da Universidade de Nottingham, traduziu a receita de um "bálsamo para os olhos, feito com alho, cebola ou alho-porro, vinho e bile de vaca".

 

"Escolhemos esta receita porque contém ingredientes, como o alho, que estão sendo investigados por cientistas do presente por sua potencial eficácia em tratamentos com antibióticos", disse a especialista que teve a ideia de provar a cientificamente o efeito do remédio.

 

"Algumas palavras eram ambíguas e tivemos que pensar muito para saber a qual ingredientes se referiam", disse Freya Harrison, pesquisadora da Escola de Ciências da Vida da mesma universidade. "Reconstruímos (a receita) da forma mais fiel que pudemos", acrescentou Harrison.

 

Receita detalhada


A receita descreve uma forma muito específica de obter o bálsamo, que inclui a utilização de uma vasilha de metal para ferver a mistura em água e deixar descansando durante nove dias.

 

Os pesquisadores provavam todos os ingredientes frescos separadamente, assim como o remédio em seu conjunto e também uma solução de controle, sem os componentes vegetais.

 

O remédio resultante da receita medieval exterminou até 90% de bactérias cultivadas em laboratório, tanto em feridas sintéticas como em feridas reais infectadas em ratos.

 

Harrison afirmou que a equipe esperava que o bálsamos demonstrasse "certa atividade antibiótica". "Mas ficamos espantados ao ver a eficácia da combinação de ingredientes", afirmou. Os cientistas diluíram a mistura para testar a dosagem ideal contra uma infecção real em uma pessoa.

 

Eles concluíram que, quando muito diluído, o remédio não consegue matar o Staphylococcus aureus resistentes à meticilina (SARM), bactéria que gera infecções na pele e no sangue. Mas, mesmo diluído, o remédio consegue interferir na comunicação celular da bactéria.

 

Para os pesquisadores esta é uma "conclusão chave", já que as células precisam se comunicar para ativar os genes que permitem que elas causem danos nos tecidos infectados.

 

Os microbiólogos acreditam que bloquear esta comunicação seria uma forma alternativa de tratar infecções.

 

As conclusões da equipe de pesquisadores serão apresentadas na Conferência Anual da Sociedade de Microbiologia Geral, em Birmingham.

 

"Parece que os médicos anglo-saxões puseram em prática algo bem próximo dos métodos científicos modernos com sua ênfase na observação e na experimentação", disse Tom Feilden à BBC.

 

Fonte: G1

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3

abr
2015

CHOCOLATE: AMIGO OU INIMIGO DA NOSSA ALIMENTAÇÃO?

 

Apreciado por muitos, o chocolate teve sua origem na América Central, popularizando-se na Europa, especialmente a partir do século XVII. A cultura cacaueira foi introduzida no Brasil ainda no século XVII, sendo um importante produto da Amazônia e responsável por grande parte da produção mundial de chocolate devido ao clima e à localização geográfica.

 

O chocolate amargo apresenta substâncias funcionais, conhecidas por Catequinas e Epicatequinas, poderosos antioxidantes e protetores do sistema cardiovascular. Também é considerado um alimento estimulante devido à presença da teobromina. São descritas sensações de prazer com o seu consumo. Alguns pesquisadores atribuem estas sensações à presença de metilxantina, principalmente a teobromina, substância que provoca bem-estar e aumenta a produção de feniletilamina, uma substância do grupo das endorfinas. Porém, o chocolate ao leite ou o branco não possuem estas propriedades.

 

Abaixo relaciono as principais diferenças entre os diversos tipos de chocolate:


EXTRA AMARGO (76 - 90% cacau): Contendo também a manteiga de cacau. Existem opções sem ou com pouquíssimo açúcar. Sem dúvida é a melhor escolha!

AMARGO (51 - 75% cacau): Esta opção normalmente vem com mais açúcar do que o extra amargo, mas ainda possui ótimas quantidades de cacau.

 

MEIO AMARGO (35 - 50% cacau): Sua composição é bem diversificada, conforme a marca do chocolate, mas é comum conter bastante açúcar, a exemplo do chocolate ao leite, e gordura. No entanto, é uma opção para aqueles que não apreciam o sabor forte do extra amargo e do amargo.

 

AO LEITE: (10 - 25% cacau), que inclui cacau sólido, manteiga de cacau, mais de 12% de leite e açúcar. Um dos mais doces que existem, portanto representa um incremento bem grande de calorias na dieta, provenientes principalmente do açúcar, mas também da gordura do leite, da manteiga de cacau e de outras gorduras adicionadas.

 

BRANCO: Seus componentes principais são: leite, manteiga de cacau e açúcar. E, muitas vezes, a manteiga de cacau é quase totalmente substituída por gordura vegetal hidrogenada (a de pior qualidade biológica). Sendo assim, não traz benefícios relevantes para a saúde e deve ser consumido com bastante moderação.

 

DIET: é aquele que NÃO CONTÉM algum nutriente. Usualmente, os chocolates diets são assim chamados por não possuírem o açúcar, mas cuidado! Muitas vezes eles têm uma quantidade elevada de gordura! Outro fator a ser considerado, se você não é diabético, é que cada vez que sua boca sente o sabor doce, o corpo inteiro se prepara para receber o açúcar, só que neste caso o açúcar não vai chegar. Desta forma, a vontade de comer o chocolate pode só aumentar.

 

ALFARROBA: NÃO É CHOCOLATE, apesar de seu gosto e aparência serem semelhantes! É utilizado como substituto do cacau. Os produtos feitos com alfarroba normalmente não possuem glúten, lactose e cafeína, além de serem ricos em vitaminas e minerais.

 

Resumindo, quanto mais cacau, maiores serão os benefícios do chocolate. Já as opções com percentual menor de cacau, em geral, contêm grandes quantidades de açúcar e gordura, o que diminui sua qualidade e traz efeitos contrários aos do cacau. Portanto, consuma com moderação. Quantidade recomentada: cerca 20 - 25g/dia (mas do amargo, ok?).

 

Texto da nutricionista Cândice Laís Knöner Copetti

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