Portal da Educao Adventista

*Professor Genivaldo *

30

abr
2014

Como as pessoas antigas se viravam sem papel higiêncio?

 

www.ciamaterna.com.br

 

 

Os primeiros a usarem o papel higiênico para limpar as partes íntimas foram os chineses, no século VI. Contudo, o papel higiênico moderno, que utilizamos hoje, só foi criado no século XIX, pelo americano Seth Weeler.

Vamos conhecer agora alguns métodos que os antigos usavam para limpar suas nádegas após as fezes. Alguns desses métodos são muito bizarros!

 

 

 

- Alguns povos usavam a Lã para se limpar depois das necessidades. Um desses povos eram os Vinkings. Também existem relatos de classes sociais abastadas que usavam renda ou cânhamo para se limpar.

- Os marinheiros usavam cordas em alto mar para limpar suas partes íntimas.

- Os gregos usavam pedras lisas para limpar suas nádegas.

- Os portugueses usavam espigas de milho sem casca como papel higiênico.

- Os esquimós optavam pelo musgo para limpar suas partes íntimas.

- No Japão, as pessoas usavam gravetos de madeira para  se limpar após as fezes.

Vale lembrar também que, antes da invenção das privadas, as pessoas usavam baldes, urinóis, latrinas e até o famoso matinho para fazer suas necessidades. O primeiro WC da história foi criado em 1597, por John Harington.

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29

abr
2014

10 motivos para não pular o alongamento

 

Confira algumas razões para não pular a prática do alongamento

 

10 benefícios do alongamento

 
1. Mantém e melhora a flexibilidade e a mobilidade, enquanto energiza o corpo.
 
2. Fortalece os músculos e corrige a postura, tornando o corpo mais esbelto.
 
3. Ajuda a evitar lesões, dores e distensões no decorrer ou após as atividades físicas e prepara os músculos para os exercícios.
 
4. Auxilia na recuperação de muitos problemas da coluna, alivia dores e tensões.
 
5. Amplia e corrige os movimentos das articulações para que funcionem melhor.
 
6. Aumenta o tônus, melhora a textura e a elasticidade da pele.
 
7. Ativa a circulação, fazendo-a sentir-se mais jovem e cheia de energia.
 
8. Melhora a coordenação motora e o equilíbrio ao adquirir movimentos mais livres e suaves.
 
9. Reduz a tensão causada pelo trabalho e relaxa o corpo.
 
10. Aumenta a resistência física e reduz as dores pós exercícios, à medida que os músculos são fortalecidos e os movimentos ampliados.
 
 
Fonte: Corpo a Corpo - via Lakes Villas

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24

abr
2014

Há 507 anos, surgiu o nome do continente americano

 

Em 24 de abril de 1507 pouca gente prestou atenção à impressão em Saint-Dié de um documento de cartografia. Era um comentário anexado a um grande mapa-múndi intitulado Universalis Cosmographiæ e desenhado pelo monge geógrafo Martin Waldseemüller.



Quinze anos depois que Cristóvão Colombo pôs os pés numa ilha das Antilhas, este documento com tiragem de mil exemplares iria revolucionar a percepção que os homens tinham de seu planeta mostrando as terras descobertas pelo navegador genovês e que constituíam um Novo Mundo e não apenas um apêndice da Ásia. Por uma singular injustiça do destino, esse Novo Mundo assumiria o prenome de um garrido florentino sem maiores méritos.



Wikicommons
O comentário estava dividido em duas partes. A primeira descrevia o projeto de uma nova geografia. A segunda transcrevia em latim a carta pela qual o navegador florentino Américo Vespúcio narrava suas viagens. No capítulo IX da Introdução à Cosmografia, pode-se ler em latim a ata de batismo de um novo continente: "Hoje essas partes da Terra - Europa, Ásia e África - foram mais completamente exploradas e uma quarta parte foi descoberta por Américo Vespúcio como veremos adiante. E como a Europa e a Ásia receberam nomes de mulheres, não vejo nenhuma razão para não chamar essa outra parte de América, ou seja, terra de Américo, segundo o homem sagaz que a descobriu. Poderemos nos informar exatamente sobre a localização dessa terra e sobre os costumes de seus habitantes pelas quatro viagens de Américo que seguem."

Numa das margens estava impressa pela primeira vez a palavra América, fadada a um imenso destino.



Em junho de 1498, depois de Colombo e de alguns outros navegadores como o espanhol Alonzo de Ojeda, uma esquadra explora o Oceano Atlântico por conta do rei Ferdinando de Aragão, acostando na Florida, entre a baía de Chesapeake e o atual cabo Canaveral.



A esquadra é comandada por Juan Diaz de Solis e por Vincent Pinzon, quem comandara a Niña quando da primeira viagem de Colombo. A seu lado figurava um homem de 46 anos, filho de uma rica família de Florença, Américo Vespúcio.



A família de Américo era ligada aos Médicis que governavam a República de Florença. O navegador teve o cuidado de enviar cartas e documentos a Lorenzo di Medici a fim de informá-lo de suas viagens e de se dar valor.



Sua carta, judiciosamente intitulada de "Mondus Novus", é um relato em italiano destinado a leitores cultos mas que não conheciam técnicas de navegação. Granjeou bastante sucesso, especialmente porque contava histórias sobre a vida sexual dos indígenas.



Traduzido em vários idiomas, circulou a partir de 1503 pela Europa. Numa versão latina pôde-se ler: "A fim que as pessoas instruídas possam ver como coisas prodigiosas foram percebidas durante esses dias".



Martin Waldseemüller, que se fez chamar de "Hylacomylus", toma conhecimento, no mesmo ano, da carta de Américo. O cartógrafo tratou de atualizar seus mapas e
explicou por quê as novas terras deveriam ser nomeadas segundo os seus descobridores.

Américo Vespúcio nasceu em Florença em 9 de maio de 1452 numa família bastante rica. Terceiro filho de Nastagio e Lisa Vespúcio, estudou Platão, Virgílio, Dante e Petrarca mas se destinou ao comércio. Por volta de 1491, foi enviado a Sevilha como agente dos Medici, o que lhe permitiu entrar em contato com o banqueiro Gianetto Berardi, financiador de diversas expedições marítimas espanholas.


Vespúcio encontra-se com Colombo na casa de Berardi e se interessa pela navegação, a cartografia e a cosmografia. Participa do afretamento das frotas de Colombo e não tarda ele mesmo a buscar o mar. Depois da Flórida, o Brasil. Morreu em 1512.


Em 1513, seis anos após a primeira publicação de um mapa indicando a existência de um Novo Mundo, Martin Waldseemüller publica uma atualização pelo editor Jean Schott, de Estrasburgo.



Curiosamente, sobre esta nova carta conservada pela Biblioteca Nacional e Universitária de Estrasburgo, o nome "América" é substituído por "Terra Incógnita" e somente o nome de Colombo é mencionado. Todavia, já era muito tarde para modificar a prática nascida da publicação de 1507.



Em 1538, o cartógrafo flamengo Mercator retoma o nome "América" em um de seus mapas. O Novo Mundo seria batizado a partir de então e para a eternidade como América.

 

Fonte:

Opera Mundi

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21

abr
2014

Joaquim José da Silva Xavier - Tiradentes

 

 

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Líder da Inconfidência Mineira e primeiro mártir da Independência do Brasil, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, nasceu em Minas Gerais em 1746, filho do proprietário rural português Domingos da Silva Santos.



Antes mesmo de frequentar a escola, já havia aprendido a ler e escrever com a mãe. Órfão de mãe e pai desde a juventude, ficou sob a tutela de um tio até a maioridade, quando resolveu conhecer o Brasil. Já adulto, foi tropeiro, mascate e dentista (daí o apelido). Trabalhou em mineração e tentou a carreira militar, chegando ao posto de alferes no Regimento de Cavalaria Regular.



Foi na tropa que Tiradentes entrou em contato com as ideias iluministas, que o entusiasmaram e inspirariam a Inconfidência Mineira, a primeira revolta no Brasil Colônia a manifestar claramente sua intenção de romper laços com Portugal, marcando o início do processo de emancipação política do Brasil.



A revolta foi motivada ainda pela decisão da coroa de cobrar a derrama, uma dívida em atraso. A conspiração foi delatada por Joaquim Silvério dos Reis e todos os seus participantes foram presos.



Sobre Tiradentes, recaiu a responsabilidade total pelo movimento, sendo o único conspirador condenado à morte. Enforcado em 21 de abril de 1792, teve seu corpo esquartejado. Seus membros foram espalhados pelo caminho que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais. Sua cabeça foi exposta em Vila Rica.



Com a morte de Tiradentes, o Estado português queria demonstrar uma punição exemplar para desencorajar qualquer revolta contra o regime colonial. Tiradentes tornou-se mártir da Independência e da República.



Com informações da Nova Enciclopédia Ilustrada Folha - Via Uol

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18

abr
2014

Inseto fêmea encontrado no Brasil tem pênis e penetra macho

 

Órgão erétil feminino é inserido no macho para sugar esperma e comida, acasalamento dura de 40 a 70 horas

BBC

Kazuniro Yoshizawa
O órgão erétil feminino é inserido no macho para sugar esperma e comida.

Cientistas japoneses afirmam ter descoberto no Brasil um inseto fêmea com pênis. Esta é a primeira vez que especialistas identificaram um animal do sexo feminino que também carrega o órgão masculino.

 

Já os machos possuem aberturas como vaginas e são penetrados pela fêmea, que suga esperma e alimento (fluidos seminais nutritivos).

 

O acasalamento dura de 40 a 70 horas, os pesquisadores relatam na revista Current Biology. "Apesar da inversão do papel sexual já ter sido identificada em vários animais diferentes, o Neotrogla é o único exemplo em que o órgão sexual também é trocado", disse o principal autor do estudo, Kazunori Yoshizawa, da Universidade de Hokkaido, no Japão.

 

Os insetos - de quatro espécies distintas do gênero Neotrogla - foram encontrados em cavernas no leste do Brasil, em Minas Gerais, Bahia e Tocantins. O pênis da fêmea foi apelidado de "gynosome".

 

Uma vez dentro de um macho, a parte membranosa do gynosome infla e, com inúmeros espinhos, mantêm os dois insetos grudados. Quando os pesquisadores tentaram separar o macho da fêmea, o abdômen dele foi arrancado do tórax sem quebrar o acoplamento genital.

 

Kazuniro Yoshizawa
Fêmea fica por cima no acasalamento, que pode durar até 70 horas.

A inversão incomum de papéis pode ter sido impulsionada pelo ambiente pobre de recursos em que os animais vivem, especulam os pesquisadores. Neste caso, a fêmea aproveita o acasalamento também para se alimentar.

 

Esses insetos curiosos oferecem novas oportunidades para testar ideias sobre seleção sexual, conflito entre os sexos, e a evolução dessa novidade.

 

"Será importante desvendar por que, entre tantos animais com papéis sexuais invertidos, apenas os insetos Neotrogladesenvolveram um pênis feminino elaborado", disse Yoshitaka Kamimura, da Universidade de Keio, no Japão.

 

A primeira tarefa dos cientistas agora será estabelecer uma população saudável desses insetos em laboratório.

 

Fonte: IG

 

Nota: Deve ser influencia das novelas da Rede Globo. Só pode. kkkkkkkkkk

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17

abr
2014

Você conhece a guerra que durou 335 anos sem tiro e morte?

 

Hoje na História: 1986 - Termina a "Guerra dos 335 anos", sem nenhuma morte ou tiro disparado.

 

Disputa entre holandeses e realistas britânicos foi resolvida sem guerra, mas Tratado de Paz só foi elaborado no século XX.

 

Chega ao fim, em 1986, com a assinatura de um tratado de paz entre a Holanda e as Ilhas Scilly (pertencentes ao Reino Unido), a "Guerra dos 335 Anos", um dos conflitos internacionais mais longos e também o mais pacífico da história, não tendo sido registrada uma única morte, ou nem sequer um único tiro.



Por mais estranho que pareça, essa guerra existiu tanto sob o ponto de vista histórico quanto legal, e só durou tanto tempo pela ausência de um Tratado de Paz. O conflito, iniciado em 1651, chegou à paz de fato em 1654, e envolvia uma disputa entre a então República dos Sete Países Baixos Unidos (equivalente à Holanda) sobre o pequeno arquipélago, de possessão britânica.

 

As origens do conflito ocorrem no na segunda guerra civil inglesa (1642-1652), travada entre os defensores da realeza e os parlamentaristas, apoiados por Oliver Cromwell. Praticamente derrotados, os realistas fugiram para as ilhas Scilly, ao oeste da Cornualha, um pequeno arquipélago de 16 mil quilômetros quadrados localizado no extremo sudoeste da ilha da Grã-Bretanha. Os holandeses, por sua vez, apoiavam as forças de Cromwell, já que os britânicos os ajudaram na independência contra a Espanha.



Encurralados, os realistas realizavam atos de pirataria e atacavam navios da marinha holandesa. Em março de 1651, o almirante Maarten Harpertszoon Tromp foi ao arquipélago pedir reparação. Como não obteve resposta satisfatória, a Holanda declarou guerra às ilhas - já que a maior parte dos realistas já havia sido derrotada na Grâ-Bretanha.
 


Porém, em junho, antes de qualquer ataque holandês, as forças britânicas parlamentaristas forçaram a rendição total dos realistas. Devido à peculiaridade de uma nação declarar guerra contra apenas uma pequena fração da outra, a Holanda não declarou paz oficialmente, e as duas partes permaneceram oficialmente em estado de guerra.



Wikimedia Commons

Foto atual de Tresco, uma das cinco ilhas habitadas do arquipélago de Scilly, que "resistiu" a 335 anos de "guerra" contra a Holanda

Já em 1985, um historiador e político representante das ilhas, Roy Duncan, escreveu para a Embaixada holandesa em Londres perguntando sobre se o "mito" de que as ilhas estariam em guerra tinha algum fundo de verdade. Como a afirmação foi positiva, Duncan convidou o embaixador a visitar o arquipélago e assinar um Tratado de Paz no dia 17 de abril de 1986 . Durante o discurso para a assinatura do tratado, o embaixador ainda brincou dizendo "que deve ter sido angustiante para todos os scillianos nesses últimos séculos saberem que poderiam ter sido atacados a qualquer momento".



A mais curta



Uma curiosidade sobre as guerras é que, enquanto a Holanda manteve um conflito por mais de três séculos contra uma dependência britânica, no que muitos historiadores consideram o período mais extenso de uma disputa hostil entre dois ou mais países, o Reino Unido também esteve envolvido no que se pode considerar a guerra mais curta da História: a Anglo-Zanzibari, travada em apenas 38 minutos e com uma vitória arrasadora dos britânicos.



Ela iniciou-se às 9h02 de 27 de agosto de 1896 e encerrou-se às 9h40, com a ascensão ao poder do sultão Khalid Bin Bargash no comando da pequena ilha africana do Oceano Índico, hoje pertencente à Tanzânia, que não tinha a aprovação britânica. Um rápido bombardeio destruiu parte do castelo real (notadamente o harém), o sultão obteve asilo na embaixada alemã, um sultão fantoche foi empossado e a ilha passou por um longo período de domínio britânico.

 

Fonte:

Opera Mundi

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16

abr
2014

Conheça os cães que rezam antes de receberem suas refeições

 

Um vídeo publicado no YouTube mostra como os cachorrinhos de estimação de uma mulher são educados. Eles são filmados aguardando a refeição em um local estabelecido, cada um pacientemente aguardando ao lado do outro. Ao todo são quatro animais.



Assim que as tigelas de comida chegam, eles se inclinam como se estivessem rezando para agradecer o alimento. Logo em seguida é hora de partir para o "ataque". No final, eles levam a tigela de volta para a senhora.

 

Animais mostrando respeito e educação. Você pode dizer: mas isso é adestramento. Pois é, bem que muitos humanos estão precisando ser adestrados.

 

Obs.: Vi na Tribuna de Petrópolis on line.

 

Assista o vídeo:

 

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16

abr
2014

Hoje na História: Hitler viola o Tratado de Versalhes

 

Hoje na História: 1935 - Contrariando Tratado de Versailles, Alemanha restaura seu serviço militar.

 

Hitler buscou acalmar a opinião pública ressaltando fins supostamente pacífico.

 

No dia 16 de março de 1935, aproveitando a calma do fim de semana, Adolf Hitler anuncia o restabelecimento do serviço militar obrigatório e decide elevar em 400 mil o efetivo da Wehrmacht.

WikiCommons

 

Essa foi a primeira violação flagrante do Tratado de Versalhes. O mundo foi pego desprevenido, em especial, os generais alemães.

 

A comunidade internacional e a Sociedade das Nações em Genebra não ousaram repreender a decisão. No dia seguinte, a medida do Führer é celebrada com grandes festividades em todo o Reich.

 

A operação revelou a habilidade tática de Hitler, que brincava com as aspirações de pacifistas do mundo todo para tornar seus desejos realidade.

 

No começo daquele ano, em 13 de janeiro, houve um plebiscito no Sarre, uma região fronteiriça entre a França e a Alemanha determinada pelas disposições do Tratado de Versalhes. Com uma esmagadora maioria, os habitantes sarrenses votaram pela reintegração da região ao território alemão, que já vivia há dois anos o domínio nazista.

 

A escolha livremente expressa pela população do Sarre era reflexo do governo nazista e, por extensão, de sua propaganda e sucesso econômico. Fortalecido por este êxito,  o Führer pôde anunciar pouco depois que seu país não tinha mais qualquer reivindicação territorial a oeste. Mais além, renunciou a qualquer pretensão sobre a Alsácia-Lorena, território mais emblemático da rivalidade franco-germânica de então.

 

Esse discurso tranquilizaria os mediadores europeus, que não possuiam muitas exigências. Mas o restabelecimento do serviço militar obrigatório teve o efeito de uma ducha de água fria. Entretanto, sempre hábil, Hitler pronuncia pouco depois um novo discurso em que reitera suas intenções pacifícas e seu desejo pela paz no continente.

 

A opinião pública das democracias europeias se tranquilizaria. A justificativa do chanceler era a de que com esse tipo de providência, estava exercendo o direito legítimo de seu país à auto-defesa. Hitler também alegava que sua decisão encerrava com a inércia das demais potências frente aos seus pedidos de revisão do Tratado de Versalhes.

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15

abr
2014

Hoje na História: 1874 - início do movimento impressionista

 

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Cerca de 30 artistas que não foram aceitos pelo júri do Salão Oficial de Paris decidem expor eles mesmos, em 15 de abril de 1874, suas obras no ateliê do fotógrafo Félix Tournachon, mais conhecido pelo apelido de Nadar. A exposição, organizada pela "Sociedade Anônima de Pintores, Escultores e Gravadores", era composta por Pissaro, Monet, Sisley, Degas, Renoir, Cezanne, Guillaumin e Berthe Morisot. Alguns dias depois, o crítico Louis Leroy numa resenha sobre a exposição, falou de "impressionistas" com referência ao título de um quadro de Claude Monet: "Impression soleil levant" (Impressão do Sol Levante).



Anteriormente em 1863, Edouard Manet pinta a mais famosa tela de sua obra. Seria exposta nesse mesmo ano no Salão dos Recusados e incomodaria os críticos pela nudez de uma mulher almoçando na relva na companhia de dois homens vestidos. Nesta obra, "Le Déjeuner sur l'herbe", Manet rompe com as técnicas acadêmicas para utilizar com originalidade as características do que viria a ser o impressionismo. 

 

O estilo impressionista de pintura era caracterizado principalmente pela concentração na impressão geral produzida por uma cena ou objeto e pelo uso de cores primárias sem misturá-las e pequenas pinceladas para simular um real reflexo da luz. Além disso, as sombras deixam de ser foscas, desaparecem os contrastes claro-escuro. Seus temas eram paisagens, bailes, cenas da vida cotidiana, retratos e auto-retratos, regatas, paisagens marinhas e fluviais, cenas urbanas.



O impressionismo foi um grande movimento artístico, primeiro nas artes plásticas e mais tarde na música (Claude Debussy, Maurice Ravel) que se desenvolveu principalmente na França nas últimas décadas do século XIX e princípios do século XX, mais concentradamente entre 1867 e 1886, por obra de um grupo de artistas que compartilhavam entre si temas, técnicas e exposições. Os principais pintores impressionistas foram Claude Monet, Auguste Renoir, Camille Pissarro, Alfred Sisley, Berthe Morisot, Armand Guillaumin e Frederic Bazille.



Edgar Degas e Paul Cezanne também pintaram em estilo impressionista durante um tempo no começo dos anos 1870. O já consagrado pintor Edouard Manet, cuja obra dos anos 1860 influenciou bastante Monet e outros do grupo, também se aproximou do impressionismo em 1873.



Os fundadores do impressionismo estavam animados pela vontade de romper com a arte oficial. A teoria oficial de que as cores deveriam ser colocadas puras na tela ao invés de misturá-las na palheta seria respeitada por poucos deles e apenas por pouco tempo. Na verdade, o impressionismo era mais um estado de espírito do que uma técnica, de modo que artistas de outras áreas também poderiam ser qualificados de impressionistas. Muitos desses pintores ignoravam a regra do contraste simultâneo como estabelecido por Chevreul em 1823. As expressões "independentes" ou "pintores ao ar livre" poderiam ser mais apropriados que impressionistas para qualificar esses artistas que levavam adiante a tradição herdada de Eugene Delacroix, quem considerava que desenho e cores constituíam um todo.



A Guerra Franco-Prussiana de 1870 separou esses pioneiros. Bazille foi assassinado em Beaune-la-Rolande; Renoir foi mobilizado; Degas partiu como voluntário; Cézanne retirou-se para Provença; Pissarro, Monet e Sisley se mudaram para Londres onde se encontram com Paul Durand-Ruel. Essa estada em Londres foi um grande passo na evolução do impressionismo, tanto porque estabeleceram contacto com 'marchands' quanto descobriram na pintura de Turner a análise da luz que os marcou.



De volta a Paris, a maioria dos pintores foi trabalhar em Argenteuil (Monet, Renoir), Chatou (Renoir), Marly (Sisley) ou às margens do rio Oise (Pissarro, Guillaumin, Cézanne). Edouard Manet pintou o Sena com Claude Monet quem, sob sua influência, adotou o trabalho ao ar livre.



A maior distinção entre eles residia na atração pela cor e o gosto pela luz. Todavia, Berthe Morisot permaneceu fiel às lições de Manet; Degas mesclou sua admiração por Ingres e os pintores da Renascença Italiana; Cézanne tentou captar a natureza de Poussin; o próprio Claude Monet, nos quadros "Terrasse au Havre" e "Les Femmes au jardin (1866, Louvre, salões do Jeu de Paume), estava longe de anunciar sua futura audácia.

 

Obs.: Imagem - O Jardim, de Renoir - wikimedia

 

Fonte:

Opera Mundi

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14

abr
2014

102 anos do naufrágio do Titanic

 

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Totem da ousadia humana, orgulho da engenharia náutica, colosso de 269 metros de comprimento e 46 mil toneladas, obra-prima de 7,5 milhões de dólares, o RMS Titanic, tido e havido como inexpugnável pelos mais insuspeitos especialistas, soçobrou em sua viagem inaugural. Ao colidir com um iceberg, nas últimas horas do dia 14 de abril, o navio afundou e levou consigo a vida de mais de 1.500 pessoas nas águas gélidas do Atlântico norte. Ao choque e à incredulidade pela notícia, soma-se agora, no rescaldo da acachapante tragédia, a ânsia pelas respostas às perguntas que não querem calar. Como um gigante do porte do Titanic pode ter simplesmente afundado pelo choque com um iceberg? Porque o maior e mais moderno navio de nosso tempo não oferecia plenas condições de segurança a todos os seus passageiros?

 

Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição. 1 Tessalonicenses 5:3

 

Completa-se hoje 102 anos do naufrágio do Titanic, o colosso dos mares. Por muito tempo, creu-se que aquela noite era a mais improvável para o desastre. O mar "estava como um gramado" calmo, as estrelas mais brilhantes do que nunca. Investigações recentes, contudo, têm argumentado que aquelas aparências eram enganadoras. Vários fatores se combinaram para a tragédia. O frio e a clareza do céu refletido no espelho das águas criaram uma miragem que tornou quase impossível que se percebesse o perigo.


Aliada a esses fatores, encontramos a arrogância da autoconfiança. Essa é a única explicação do motivo pelo qual o Titanic, que recebeu diversas advertências pelo telégrafo quanto à presença de icebergs, não alterou sua rota. Informado do perigo, o capitão Smith optou por manter a mesma direção e velocidade, confiante de que o navio estava acima de qualquer ameaça.


Quando o grito "iceberg logo à frente" soou, uma manobra foi feita para desviar o Titanic, mas já era muito tarde. Aproximadamente às 23h45, aconteceu a colisão. O gelo abriu um rombo no casco do navio, e a água passou a jorrar para dentro dos compartimentos.


Foi apenas quando a água gelada começou a invadir as cabines e os salões de jogos que a irreversibilidade da situação ficou evidente. Engenheiros calculam que, uma hora após o choque, mais de 25 mil toneladas de água tenham inundado o Titanic. Por volta de 1h30 da madrugada, a proa estava totalmente submersa. A popa inclinou-se num ângulo de 45 graus, e o peso da estrutura fez a embarcação rachar-se entre a terceira e a quarta chaminés. Os passageiros nos barcos lançados ao mar testemunharam horrorizados o navio descer para o mergulho sem retorno, engolido pelas águas escuras e gélidas do Atlântico Norte. Às 2h20, o gelado Atlântico silenciou as vozes e gritos de 1.500 pessoas que tiveram, então, seu destino selado. O Titanic, a pérola da White Star Line, o gigante de 269 metros de comprimento e 46 mil toneladas, obra-prima de 7,5 milhões de dólares, um tributo à engenharia náutica, tido como insubmersível pelos especialistas, não concluiu sua primeira viagem.

 

Tal tragédia lembra-nos do perigo de se confiar nas aparências.

 

Fonte: Meditação Matinal - CPB

 

 

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13

abr
2014

Quem inventou o semáforo?

 

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A palavra em si foi criada na Grécia antiga - com a junção dos termos sema (sinal) e phoros (que leva) - para dar nome a uma sistema utilizado para transmitir mensagens por tabuletas. Demorou mais de um milênio para surgir o semáforo como o conhecemos: um dispositivo para controle de tráfego. Foi nas esquinas movimentadas de Londres, em 1868, que se instituíram lanternas verdes e vermelhas para organizar o fluxo de carruagens e pedestres.

 

A utilização dos mesmos sinais com luzes elétricas, por sua vez, teve início em 1914 na cidade de Cleveland, Estados Unidos. As luzes eram controladas por guardas que se revezavam no local. Em 1917, a luz amarela foi acrescentada aos sinais de trânsito de Detroit, no mesmo país - e o sinaleiro automático, que dispensava a operação manual, surgiu na década seguinte. Já o primeiro registro da utilização de luz vermelha para sinalização data de 1806, em um farol na costa britânica.

 

Pouco depois, os navios começaram a usá-la e, em seguida, foi a vez das ferrovias. A cor foi escolhida por um motivo prático: ao realizar testes de transparência com vidros coloridos, o engenheiro Robert Stevenson, responsável pela construção do tal farol, descobriu que o vermelho era o que deixava passar mais luz.

 

Fonte: Mundo Estranho.

 

Nota: Melhor do que conhecer a sua origem o mais prudente é respeitá-lo. Obedeça ao semáforo.

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12

abr
2014

Dois refrigerantes diet por dia aumentam risco de AVC

 

Se  você bebe muito refrigerante diet, talvez esteja na hora de repensar o hábito. Uma pesquisa da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, constatou que mulheres que ingerem duas ou mais bebidas diet por dia são 30% mais propensas a sofrer um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral, além de apresentarem 50% mais chances de morrer de um problema relacionado ao coração. Os dados são do jornal Daily Mail.
 
O levantamento analisou 60 mil mulheres com média de 63 anos. Descobriu-se também que as que consumiam muito refrigerante diet têm 30% mais probabilidade de morrer de outras doenças não relacionadas ao coração.
 
Os cientistas sugerem que a explicação seja que bebidas dietéticas tendem a ser populares entre pessoas com sobrepeso e diabéticas, que têm maior risco de doenças do coração. Outra teoria é que o adoçante artificial aspartame interfere nos produtos químicos no corpo, levando a desejar mais açúcar.  
 
"Nós só encontramos uma associação, por isso não podemos dizer que as bebidas dietéticas causam esses problemas. O que nosso estudo faz é levantar essa questão e esperar que nos próximos anos tenham uma resposta definitiva", disse o pesquisador Dr. Ankur Vyas.
 
 
Fonte: Ponto a Ponto Ideias / Terra - via Lake Villas

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