Portal da Educao Adventista

*Professor Genivaldo *

23

mar
2014

5 amores que mudaram o mundo

 

Se esses casais não tivessem se apaixonado, a história poderia ter seguido outro rumo.

 

Grandes paixões movem a história, mas raramente são mencionadas nos livros. Talvez por não querer associar decisões que deveriam ser racionais ao lado passional do ser humano, a maior parte dos historiadores costuma omitir episódios bastante relevantes, mas não muito ortodoxos, como casamentos forçados ou juras de amor. Só que, não raro, esses acontecimentos típicos da vida privada têm extrema influência nas tomadas de decisão da vida pública. "Estar apaixonado ou sentir-se sozinho afeta o que a pessoa é e suas decisões", diz a jornalista espanhola Rosa Monteiro, autora do livro Paixões, que reúne histórias de casais famosos. Conheça alguns dos grandes feitos da história que poderiam não existir, se não fosse pelo cupido.

 

1. A descoberta do Oxigênio - Marie e Antoine Lavoisier

Esse é o exemplo de casamento arranjado que deu certo. Isso porque, mesmo não tendo necessariamente uma "química" inicial, o casal resolveu o problema rapidinho inventando uma. Juntos, Marie e Antoine Lavoisier fundaram a química moderna. Suas pesquisas sobre o calor e o fogo substituíram antigas crenças da alquimia por um sistema de princípios científicos sólidos. E isso só aconteceu porque, quando Marie tinha 14 anos, seu pai acertou seu casamento com Antoine, um químico já bem estabelecido, membro da Academia Francesa de Ciências, e que tinha o dobro da idade dela.

Durante os 25 anos que se seguiram, o casal trabalhou em conjunto. Lavoisier não dominava outros idiomas além do francês e era Marie quem traduzia os textos do e para o inglês. Isso foi fundamental para o avanço das pesquisas e para a divulgação das descobertas do casal fora da França. Além disso, Marie desenhava os inventos dele, o que era fundamental para a sua compreensão. Pesquisando juntos, o casal descobriu a existência do oxigênio e sua importância para a respiração dos animais e das plantas, e demonstrou que ele está presente no processo de combustão. Também formulou a Lei da Conservação da Matéria: o peso do produto de uma reação química deve ser igual ao peso dos reagentes. Assim deduziram a célebre lei: "Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".

Politicamente, no entanto, os dois não tinham nada em comum. Em plena Revolução Francesa, enquanto Marie pregava o fim das regalias para os nobres, Antoine bolava novas maneiras e pedágios para cobrar impostos dos pobres. Por isso, ele acabou sendo guilhotinado, em 1794. Onze anos depois, Marie terminou a obra de 8 volumes Memoire de Chimie ("Memórias da Química") e a publicou com o nome do marido.

 

2. A era Vitoriana - Rainha Vitória e Príncipe Albert

O governo da rainha Vitória entrou para a história como marco da industrialização, da expansão econômica e do desenvolvimento urbano na Inglaterra. Nele, foram criadas as linhas de trens e metrô, disseminados os jornais e inventada a fotografia, só para citar alguns exemplos. Por causa da governante, o período ficou conhecido como "era vitoriana". E, porque ele também foi marcado pela austeridade e rigidez dos costumes, o termo vitoriana passou a ser usado para denominar uma postura conservadora e rígida.

Mas a verdade é que os anos da rainha Vitória no poder (de 1837 até 1901) deveriam ter ficado conhecidos como "era albertiana", já que todos esses feitos e características espelham mais a personalidade de seu esposo, o príncipe Albert Saxe-Coburg. Uma prova de que Vitória não era tão conservadora assim é que ela pediu Albert em casamento, algo ousado numa época em que só os homens tomavam a iniciativa.

Os dois se conheceram aos 17 anos quando ele foi passar férias no castelo de Vitória, sua prima. Ela se apaixonou perdidamente e relata em diários o seu sofrimento quando o príncipe partiu. Três anos depois, quando Vitória já havia subido ao trono, eles se reencontraram e o ambicioso Albert ficou deslumbrado com o fato de ser amado por uma rainha.

No começo, ele enfrentou a resistência de Vitória ao tentar discutir qualquer assunto relacionado à política. Gradualmente, porém, foi conquistando sua confiança. Primeiro, ela o indicou como regente, no caso de sua morte. Depois, o nomeou seu secretário particular, um conselheiro para assuntos confidenciais. E, a partir daí, bastava que ele expressasse uma opinião para que Vitória ficasse a seu lado. Ele passou a escrever os discursos dela, a lhe dizer o que responder aos ministros e a aconselhá-la em cada atitude. Todos os grandes feitos da era vitoriana passaram pelo crivo de Albert.

Depois da morte do marido, a rainha Vitória continuou levando a Inglaterra exatamente como havia feito a seu lado. Ela viveu por mais 40 anos, dormindo, todas as noites, com a foto do príncipe sobre o travesseiro.

 

3. A unificação da Itália e a Revolução Farroupilha - Anita e Giuseppe Garibaldi

Giuseppe era um italiano de ideais republicanos que lutava contra a ocupação austríaca em seu país. Perseguido pela polícia, fugiu para o Brasil e juntou-se ao governo farroupilha, que lutava por um Estado federalista no Rio Grande do Sul. Foi lá que ele conheceu Ana Maria Ribeiro da Silva, uma moça de origem humilde, que era casada com um sapateiro. O casal se apaixonou e, sem hesitar, Anita, como era conhecida, largou o marido e fugiu com o romântico guerreiro Giuseppe. A partir daí, ela passou a lutar ao lado do amante e sua batalha era sempre travada em nome da liberdade e da justiça.

O casal lutou bravamente em batalhas no Brasil, Uruguai e Europa. Em 1848, com 4 filhos, eles resolveram se mudar para a Itália, a fim de lutar pela independência e unificação do país. Mas, apenas um ano depois, Anita morreu nos braços do companheiro, vítima da febre tifóide. Em lugar de desistir, Garibaldi seguiu ainda mais disposto. Agora, era sua obrigação lutar por aquilo em que sua amada acreditava. Depois de refugiar-se por 5 anos nos EUA e Peru, ele voltou à Europa, em 1854, e, utilizando táticas de guerrilha aprendidas na América do Sul, liderou milhares de soldados que buscavam anexar novamente à Itália diversos territórios ocupados. Ele também lutou para recuperar Roma, porque estava convencido de que a cidade deveria ser a capital do recém-criado Estado italiano.

No mesmo ano da sua morte, e depois de ser eleito membro do Parlamento italiano, Garibaldi ditou sua biografia ao escritor francês Alexandre Dumas. Sobre Anita, ele diz: "Era a mãe dos meus filhos, a companheira da minha vida nas boas e nas más horas, a mulher cuja coragem tantas vezes desejei que fosse minha".

 

4. A Declaração Universal dos Direitos Humanos - Eleanor e Franklin Delano Roosevelt

Poucos casais foram capazes de uma parceria tão eficiente quanto Franklin e Eleanor Roosevelt. É difícil mensurar qual deles se beneficiou mais com o casamento, mas é fato que a união provocou mudanças importantes na vida dos dois.

O namoro começou na adolescência. Franklin se encantou com a seriedade e inteligência de sua prima Eleanor, uma garota sem afetação e totalmente desligada das futilidades de debutantes. Quando subiu ao altar, em 1905, Eleanor já era uma ativista social. Sobrinha do presidente dos EUA Theodore Roosevelt, ela brigava contra a exploração de trabalhadores e foi eleita para a Assembléia Legislativa de Nova York em 1910. O marido também era deputado estadual e a união entre eles fez com que a casa se tornasse um espaço de discussão política. A ligação entre eles, aliás, sempre foi mais intelectual do que amorosa. Eles eram, sim, apaixonados, mas pelos mesmos ideais, não tanto um pelo outro. Tanto que, depois de descobrir que o marido a traía com a secretária particular, Eleanor não se preocupou com uma separação. Em vez disso, dedicou-se intensamente à sua carreira, tornando-se uma das mulheres mais influentes da política americana no século 20 (alguns historiadores também dizem que ela saiu do armário, descobrindo que gostava de mulheres).

Em 1921, Franklin ficou paralítico por causa da poliomielite. Desanimado, estava a ponto de desistir da vida pública, mas Eleanor salvou sua carreira convocando novas eleitoras para ajudar a elegê-lo governador. Enquanto ele se concentrava em recuperar a saúde, Eleanor expandia suas atividades políticas a fim de manter o nome Roosevelt em evidência.

As campanhas de Eleanor deram certo e, em 1932, Franklin foi eleito presidente para o que seria o primeiro de 4 mandatos. Com isso, a carreira política dela também deslanchou. Eleanor se tornou a primeira esposa de presidente a comparecer ante um comitê no Congresso, a primeira a dar uma entrevista coletiva à imprensa e a escrever uma coluna publicada em vários jornais, por exemplo. Ela também incentivou o marido a contratar mulheres qualificadas para seu governo e lutou pela igualdade racial nas Forças Armadas. Em 1940, uma pesquisa Gallup a mostrou em maior destaque do que seu marido, com 67% de aprovação dos entrevistados.

Isso fez com que, após a morte de Franklin, o presidente Harry S. Truman nomeasse Eleanor delegada na ONU. No novo cargo, ela usou toda sua influência - e a força do sobrenome - para criar a Declaração Universal dos Direitos Humanos (o primeiro acordo internacional sobre os direitos da humanidade), adotada e proclamada pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948.

 

5. A Guerra Civil espanhola - Francisco Franco e Carmen Pólo

Só há muito pouco tempo, a vida íntima do general Francisco Franco, responsável pela ditadura espanhola que durou 36 anos, começou a ser explorada. E as primeiras biografias de seu governo mostraram algo que, para a maior parte do mundo, era impensável durante os anos de ferro do general: a esposa de Franco, Carmen Pólo, tinha total controle sobre ele. E não só no âmbito doméstico. No livro Las Damas del Franquismo ("As Damas do Franquismo", sem tradução em português), lançado em 2000, o historiador Jesus Pardo diz que "quem conheceu a família Franco não duvida que quem governava tudo era Carmen Pólo, uma mulher astuta, inteligente, ambiciosa". E Pardo não é o único a fazer afirmações do tipo. Paul Preston, no livro Palomas de Guerra, diz que Carmen foi a pessoa que teve mais influência no governo durante os 38 anos da ditadura de Franco.

Há inúmeros testemunhos de que, na presença de sua mulher, Franco parecia submisso, como se temesse sua desaprovação. A ponto de as carreiras de seus ministros dependerem, muitas vezes, do favor da "patroa" - o que lhe rendia valiosos presentes. Essa era a forma mais eficiente de assegurar um contrato com o governo, uma licença de importação ou um posto alto.

O casal se conheceu em Oviedo, cidade natal de Carmen, em 1917, quando ela tinha 15 anos e Franco, 24. Ele era um oficial valente e ansioso por ascensão rápida. Ela era uma jovem ambiciosa, que venerava a aristocracia. Franco se apaixonou imediatamente e ficou obcecado pela idéia de tê-la como esposa. Mas Carmen foi taxativa: Franco era apenas um soldado e não poderia voltar a vê-la nunca mais.

Ele, no entanto, não desistiu. Mandou diversas cartas para a amada, que nessa época vivia em um convento, e passou a freqüentar a mesma igreja que ela. Ao mesmo tempo, triunfava militarmente. A insistência e a ascensão de Franco dentro do Exército fizeram com que Carmen mudasse de idéia e, em 1923, os dois se casaram.

Em 1935, Franco foi nomeado chefe único das forças rebeldes contra o governo republicano e, a partir daí, começaram as maquinações para que ele se convertesse em chefe do Estado Nacional por meio de um golpe. Carmen adorava cada uma dessas notícias e alguns historiadores acreditam que, se não fosse pelo incentivo dela, que era mais apaixonada pelo poder de Franco do que pelo homem em si, ele não teria tido forças para dar o golpe de Estado e enfrentar a conseqüente Guerra Civil Espanhola.

Em 1936, depois que uma aliança política de liberais, socialistas e marxistas venceu as eleições livres espanholas, Franco resolveu "restabelecer a ordem pela força". O golpe militar foi seguido por uma intensa guerra civil, que custou mais de meio milhão de vidas em combate e outras tantas por causa de fome, desnutrição e doenças. Franco permaneceu no poder até sua morte, em 1975. Carmen morreu 12 anos depois de Franco. Durante esse tempo, mudou do palácio de El Pardo e viveu o resto do tempo sozinha em seu apartamento, dedicada à sua única filha, seus netos e bisnetos.

 

Para saber mais

100 Mulheres que Mudaram a História do Mundo - Gail Meyer Rolka, Prestígio Editorial, 2004

Anita Garibaldi - Uma Heroína Brasileira - Paulo Markun, Senac, 1992

Las Damas del Franquismo - Jesus Pardo, Espanha, 2003

Paixões - Rosa Monteiro, Ediouro, 2004
Fonte: Super Interessante

 

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23

mar
2014

Hoje na História: 1933 - Hitler se torna ditador do Reich

 

Nazista arquitetou audacioso plano de implementação de ditadura dentro da legalidade e com consentimento de Parlamento.

 

Liberto de qualquer restrição do Parlamento, Adolf Hitler tornou-se o ditador do Reich no dia 23 de março de 1933. Para chegar a tal cargo, ele arquitetou um audacioso plano de implementação de uma ditadura dentro da legalidade durante aquele mês. Nas eleições de 5 de março, o chanceler Hitler e seu partido ainda estavam em minoria. Os nazistas alcançaram 17.277.180 votos, um aumento de 5,5 milhões em relação às anteriores eleições, mas representando apenas 44% da votação total.

Wikicommons
Com as 52 cadeiras dos nacionalistas somadas às 288 dos nazistas, Hitler contava com uma estreita maioria de 16 cadeiras no Reichstag. O número era suficiente para enfrentar os assuntos governamentais do dia-a-dia, mas muito longe da maioria qualificada de dois terços para empreender o novo plano de implantação de uma ditadura com o consentimento do Parlamento. 

O plano era aparentemente simples e possuía a vantagem de disfarçar a tomada do poder absoluto dentro da legalidade. O Reichstag seria instado a promulgar um "ato de autorização" conferindo a Hitler poderes legislativos por 4 anos. Isto exigia, porém, uma alteração constitucional e precisaria de dois terços para aprová-la.

[Adolf Hitler no início dos anos 1930: "Ato de Autorização" constituiu a base legal para a fundamentação da sua ditadura nazista]

O ponto mais importante da pauta da reunião de 15 de março de 1933 foi discutir como obter esta maioria. Parte do problema seria resolvida pela "ausência" dos 81 membros comunistas, ferozmente perseguidos e presos. Hitler contava também com o decreto de 28 de fevereiro assinado pelo presidente Hindenburg, que lhe dava poderes de prender deputados oposicionistas para assegurar a maioria de dois terços.

Goebbels, nomeado ministro da Propaganda em 13 de março, idealizou um golpe de mestre para atrair o voto dos conservadores: uma homenagem excepcional ao presidente marechal Hindenburg e a todas as glórias militares da Prússia. A data escolhida - 21 de março - para a instalação do primeiro Reichstag do Terceiro Reich era significativa, pois correspondia ao aniversário do dia em que Bismarck inaugurou o primeiro Reichstag do Segundo Reich em 1871. Após a deslumbrante homenagem de Hitler, como não deixar de lado a apreensão e a desconfiança em relação aos abusos do Partido Nazista?

A resposta foi dada em 23 de março de 1933, no Teatro da Ópera Kroll, em Berlim, onde o Reichstag se reuniu. Lá, discutia-se o "Ato de Autorização", que abrangia o poder de legislar; controlar do orçamento; sancionar tratados com Estados estrangeiros; formalizar emendas constitucionais sem a audiência do Parlamento; e finalmente entregar o poder ao governo de Hitler por 4 anos.

Os social-democratas, que carregavam uma pesada responsabilidade pelo enfraquecimento da República, se manteriam fieis aos seus princípios e adotaram uma atitude de desafio. O Partido do Centro levantou-se para anunciar que votaria a favor do projeto. Os nacionalistas de Papen e Hugenberg reafirmaram seu apoio incondicional aos nazistas.

A votação foi imediatamente anunciada:  441 a favor e 84 (todos de social-democratas) contra. Os deputados nazistas ergueram-se gritando e batendo os pés delirantemente. Juntaram-se às tropas de assalto espalhadas pelos corredores e entoaram seu hino, a Horst Wessel.

A democracia parlamentar estava enterrada na Alemanha. A não ser pela prisão dos comunistas e uns poucos deputados social-democratas, tudo foi feito de forma "legal" se bem que acompanhado de terror. O parlamento entregara suas prerrogativas constitucionais a Hitler. A partir dessa data não houve mais eleições democráticas. Foi esse Ato de Autorização, e nada mais, que constituiu a base legal para a fundamentação da ditadura nazista.

 

Fonte:

Opera Mundi

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22

mar
2014

Suco abacaxi c/ hortelã é pouco calórico e melhora imunidade

 

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Os sucos detox levam ingredientes como couve, gengibre e limão e há muitas versões dessa bebida. Contudo, a velha conhecida receita de abacaxi com hortelã também é muito benéfica para a saúde. 
 
Benefícios  

O abacaxi tem poder antioxidante, ajuda no controle do colesterol e é aliada no processo de emagrecimento. Por ser rica em vitamina A, C e B1, a fruta ajuda a combater gripes e resfriados. Rica também em sais minerais como fósforo, ferro, cálcio, o abacaxi ajuda a reforçar o organismo de maneira que o imunize de várias doenças.
 
"Os benefícios do abacaxi não param por aí: a fruta regula a atividade muscular do coração e é um excelente diurético. Uma fatia de 100g da fruta contém apenas 52 calorias", explica a nutricionista Cristiane Spricigo Lima, especialista em nutrição esportiva. 
 
A hortelã ou menta, além de incrementar a bebida, potencializa a ação benéfica do suco. A combinação é uma poderosa arma no combate a muitas doenças que prejudicam o organismo, já que é um suco desintoxicante, além de ser muito refrescante e adequado para se hidratar em épocas quentes do ano.
 
Como fazer 
 
Para incrementar a tradicional receita, basta acrescentar uma folha de couve, velha conhecida das adeptas do suco verde. 
 
Ingredientes
100 ml de água
1 folha de couve picada
2 fatias médias de abacaxi
4 folhas de hortelã
Adoçante a gosto
 
Modo de preparo 
Corte o abacaxi em pequenos cubos. Depois, coloque todos os ingredientes e bata no liquidificador. Peneire bem e se preferir, coloque cubos de gelo.
 
 
Fonte: iTodas - via Lake Villas

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21

mar
2014

Hoje na História: 1413-Henrique V torna-se rei da Inglaterra

 

Filho primogênito do rei que derrubou Ricardo II, seu principal objetivo era anexar à Inglaterra territórios franceses.


  Em 21 de março de 1413, Henrique V torna-se rei da Inglaterra. Nascido no Castelo de Monmouth em 16 de setembro de 1387 era o primogênito de Henrique IV, que, ao subir ao trono, após derrubar Ricardo II em 1399, se converte em Príncipe de Gales e herdeiro do trono inglês.

Henrique V foi nomeado cavaleiro em duas oportunidades. A primeira aos 12 anos em meio a um campo de batalha irlandês em 1399, pela espada de Ricardo II. O rei levava o jovem Henrique ao combate na qualidade de refém para garantir o bom comportamento de seu pai Henrique de Lacaster, opositor político da coroa inglesa. A segunda ocasião foi com seu pai um dia antes da coroação.  Henrique IV já havia mandado assassinar Ricardo II para usurpar o trono inglês.

 

Em 1440, Henrique IV mandou seu filho reprimir uma grande rebelião de um chefe galês que reivindicava para si o principado. Em menos de dois anos, o jovem conseguiu sufocar a rebelião. Dessa experiência com os guerreiros galeses, ele aprenderia as táticas guerrilheiras que aplicaria mais tarde na França.

 

Com a morte de seu pai, Henrique IV, em 1413, sobe ao trono como Henrique V e desde o começo seu principal objetivo era exigir para a Inglaterra territórios franceses que considerava como seus: Aquitânia, Gasconha e Normandia.

 

Os ingleses haviam perdido a Aquitânia sob o reinado de João sem Terra (1199-1216), irmão de Ricardo Coração-de-Leão e em seguida perderam os outros ducados sob o reinado de Eduardo III, em plena Guerra dos Cem Anos. Henrique V decide retomar ditos Estados e o conseguiria com uma sorte inimaginável: os ataques de loucura de que padecia o rei Carlos VI da França e a guerra civil entre os duques de Borgonha (João sem Medo) e o de Orleans, que converteram esse momento no ideal para Henri atacar.

 

Henrique V construiu uma grande frota, modernizou o sistema de recrutamento e agregou novas armas e peças de artilharia ao seu Exército. Cruzou o Canal da Mancha e, em setembro de 1415, sitiou a estratégica cidade de Harfleur, localizada no estuário do rio Sena. No entanto, a ação causou tantas baixas que Henrique V decidiu retirar-se para Calais e regresar à Inglaterra. No caminho, ele e suas tropas foram alcançados pelos franceses em Agincourt, onde conseguiu uma estrondosa vitória apesar de superados numéricamente.

 

Esta foi a vitória final de Henrique V. Em Agincourt capturou importantes nobres franceses, entre eles o mesmíssimo duque de Orleans, primo do rei, que só seria libertado em 1440. Outrossim, recuperou três quartas partes dos territórios que em sua teoria lhe correspondiam.

 

Hábil estadista que era, Henrique V decide unir-se à dinastia real dos Valois por matrimônio, pedindo a mão da joven princesa Catalina de Valois, a mais joven das seis filhas do rei Charles VI e da rainha Elisabeth da Bavária.

 

Enquanto cuidava de seu casamento, pressionou o soberano francês a reconhecer sua vitória militar e nomeá-lo legítimo herdeiro do trono da França.

 

Foi bem-sucedido a ponto de Charles VI firmar o Tratado de Troyes de 1420 em que reconhecia Henrique V como seu único herdeiro após o casamento com Catalina, celebrado na catedral de Troyes em 2 de junho daquele ano. No tratado se estipulou ademais que os descendentes de Henri e Catalina seriam os sucessores de Charles VI. Por outro lado, o tratado deserdava seu filho, o delfim Charles, ao qual sua própria mãe acusou de bastardo. A assinatura desse documento, que equivalia ao fenecimento da coroa francesa, produziu uma grande onda de patriotismo: muitos dos grandes nobres franceses, como os duques de Bretanha, Alençon, Berry e outros, rechaçaram o tratado e sustentaram a legitimidade dos direitos do delfim como herdeiro.

 

No final de 1420, Henrique decide regresar à Inglaterra, levando com ele a esposa Catalina. Desse matrimônio nasceria um único filho, Henrique VI, que viria a ser assassinado na Torre de Londres em 1471, sucessor de seu pai nos tronos da Inglaterra e França.

 

Como a situação na França era convulsa e insegura, Henrique V decide retornar ao país gaulês em principios de 1422. Não voltaria a ver sua esposa e filho nunca mais.

 

Enfermo de disenteria, resolve consolidar as conquistas derivadas de suas vitórias militares. Tão débil que só se locomovia em liteira, morre no Castelo de Vincennes em 31 de agosto de 1422, 16 dias antes de cumprir 35 anos. Seu corpo foi trasladado para a Inglaterra e está enterrado na Abadia de Westminster.

 

Fonte:

Opera Mundi

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21

mar
2014

E agora? Deixar a cama por fazer faz bem a saúde.

 

 

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Contrariando repetidos avisos de muitas mães, um grupo de cientistas acaba de dar um argumento de peso aos jovens de todo o mundo: deixar a cama por fazer é melhor para a saúde. Ajuda a eliminar os ácaros que nela existem, prevenindo alergias e problemas respiratórios, garante um estudo realizado pela Universidade de Kingston, na Inglaterra.
 
 Esta é uma boa notícia para quem não gosta de fazer a cama e para quem sofre de alergias e problemas respiratórios. Numa cama podem existir até um milhão e meio de ácaros, sendo eles os responsáveis por muitos dos problemas de respiração e alergias.
 
Estes animais microscópicos necessitam de calor e umidade para sobreviver, condições que só se mantêm se a cama for feita logo após a pessoa se levantar. Assim, deixar a cama desfeita ajuda a matar os milhares de ácaros por desidratação e a prevenir muitas alergias e problemas respiratórios.
Fonte: http://fatosdesconhecidos.com.br

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18

mar
2014

Por que comemos porcaria?

 

Estudo: Mau humor incentiva consumo de porcarias por diminuir perspectiva futura

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Pesquisadores da Universidade de Delaware, nos EUA, conseguiram explicar cientificamente por que comemos mais porcaria em períodos de mau humor. A resposta para essa tendência tão comum entre os seres humanos está relacionada à falta de perspectiva futura durante esses momentos.
 
Assim, papel e caneta na mão para anotar a desculpa cientificamente comprovada. De acordo com a pesquisa, pensa-se pouco no futuro quando há mau humor. Como as preocupações se voltam para o imediato, para que pensar em uma alimentação saudável, não é mesmo?
 
"Em termos de evolução, faz todo o sentido que, quando nos sentimos desconfortáveis ou estamos de mau humor, sabemos que há algo de errado e, então, enfatizamos aquilo que está mais perto fisicamente e também no que é mais rápido. Pensamos apenas no aqui e no agora", disse em comunicado a autora do estudo, a professora da Escola de Marketing da Universidade de Delaware Meryl Gardner. 
 
Para entender por que há tanta indulgência durante o mau humor, pesquisadores realizaram quatro experimentos em laboratório para testar se as pessoas em estado de espírito positivo preferem alimentos saudáveis e as de mau humor, alimentos não tão benéficos para a saúde. Participaram do estudo cerca de 800 voluntários, que passaram por dinâmicas de grupo para testar o humor e a relação com a comida.
 
Em um dos experimentos, por exemplo, Meryl foi alterando o foco dos participantes sobre o presente e o futuro e também a respeito do bom e o mau humor. Ao mesmo tempo em que eles participavam da dinâmica, era medido quantas uvas passas e quantos M&M eram consumidos pelos participantes ao longo do experimento. Surpreendentemente, aqueles que tinham sentimento mais positivo preferiram uvas passas.
 
"Compreender por que optamos por alimentos ruins quando estamos de mau humor pode nos ajudar a fazer melhores escolhas. Quando pensamos sobre o futuro, é quase como se estivéssemos fisicamente dando um passo para trás, permitindo-nos ver os nossos valores mais fundamentais - como saúde e nutrição. Podemos usar isso para fazer escolhas mais sábias em vez de deixar o nosso humor ditar o nosso comportamento", disse Meryl.
 
 
Fonte: iG São Paulo - Via Lake Villas

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17

mar
2014

Hoje na História:Tropas dos EUA cometem o massacre de My Lai

 

Em 16 de março de 1968, naquela que viria a ser a mais alarmante atrocidade de guerra cometida pelas tropas dos Estados Unidos no Vietnã, um pelotão de homens raivosos e frustrados da Companhia Charlie, 11ª Brigada da Divisão Americal matou com requintes de selvageria entre 400 e 500 aldeães desarmados em My Lai, um casario situado nas terras baixas costeiras do norte do Vietnã do Sul.

My Lai estava situado numa região pesadamente minada onde as guerrilhas do Vietcong estavam firmemente entrincheiradas. Numerosos soldados desse pelotão norte-americano haviam sido mortos ou mutilados durante o mês precedente. O tenente William Calley, comandante do pelotão, liderava seus homens numa missão de busca e destruição. A unidade entrou na aldeia e encontraram somente mulheres, crianças e idosos. Frustrados pelas perdas devidas às minas e aos franco-atiradores, os soldados descarregaram sua raiva sobre os habitantes do vilarejo. Durante o massacre que se seguiu. muitos dos idosos foram perfurados por baionetas; algumas mulheres e crianças que rezavam no adro do templo local foram fuziladas pela nuca; pelo menos uma menina foi estuprada antes de ser morta; outros foram reunidos e levados a uma vala próxima onde foram executados.

Segundo se informou, o massacre só foi interrompido quando o piloto de um helicóptero de observação, Hugh Thompson, aterrissou seu aparelho entre os militares norte-americanos e os sul-vietnamitas que fugiam bloqueando e impedindo que os soldados prosseguissem em sua ação contra os civis locais. O massacre foi acobertado porém veio à tona um ano depois. Quando as notícias das atrocidades começaram a surgir o aturdimento no establishment político dos EUA ficou notório, a cadeia de comando militar ficou paralisada e perplexa e a maioria da opinião pública norte-americana passou a manifestar sua indignação. Foi o jornalista Seymour Hersh que, em novembro de 1969, publicou uma reportagem detalhando suas conversas com um veterano de Guerra do Vietnã, Ron Ridenhour. Ridenhour tinha ouvido falar dos acontecimentos de My Lai da boca de membros da Companhia Charlie. Antes de fazer as revelações a Hersh, tinha apelado ao Congresso, à Casa Branca e ao Pentágono para abrir inquérito.

Uma corte marcial investigou os acontecimentos e produziu uma lista de 30 pessoas que sabiam da atrocidade. Somente 14, inclusive Calley e o comandante da companhia, capitão Ernest Medina, foram acusados dos crimes. Todos, ao final, tiveram sua culpabilidade revogada e foram absolvidos por cortes marciais, com exceção de Calley, julgado culpado de ter pessoalmente assassinado 22 civis e sentenciado a prisão perpétua. Sua sentença foi reduzida a 20 anos pela Corte Militar de Apelação e posteriormente reduzida a dez anos pelo secretário de Defesa. Considerado por muitos como um bode expiatório, foi-lhe concedida liberdade condicional em 1974 depois de ter cumprido apenas um terço de sua pena de 10 anos.

Quando os detalhes de My Lai chegaram ao conhecimento público, sérias questões afloraram concernentes à conduta dos soldados americanos no Vietnã. Uma comissão militar que investigou o massacre encontrou falhas disseminadas de liderança, de disciplina e baixa moral das tropas combatentes.

Calley, desempregado, que tinha abandonado a escola de ensino médio, tratou de alistar-se e se graduar na Academia de Candidatos a Oficial em Fort Benning, no estado da Geórgia, em 1967. Em seu julgamento, Calley declarou que o capitão Medina lhe ordenou que matasse quem encontrasse pela frente na aldeia de My Lai. No entanto, havia suficientes provas fotográficas e registros para incriminá-lo. Condenado à prisão perpétua foi libertado em 1974 depois de seguidos recursos. Ganhando a liberdade, contrariando parte da opinião pública, Calley abriu uma empresa de segurança privada.

 

Fonte:

Opera Mundi

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14

mar
2014

Hoje na História: Há 50 anos, João Goulart fazia o discurso

 

Há exatamente 50 anos, um episódio que teve importância no golpe de 64 aconteceu no Brasil.

 
No dia 13 de março de 1964, o então presidente João Goulart realizou comício na Central do Brasil, região central do Rio de Janeiro, para defender as reformas de base propostas por seu governo. 
 
 
Cerca de 200 mil pessoas acompanharam o discurso que foi encerrado com as seguintes palavras: "Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação, pela justiça social e pelo progresso do Brasil".

 
Confira a íntegra do Discurso de Jango: discurso
Fonte: Justiça em Foco

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13

mar
2014

Hoje na História: Áustria é unificada à Alemanha nazista

 

Após a demissão forçada do chanceler austríaco Kurt von Schuschnigg, Hitler expede a ordem a suas tropas de invadir a Áustria no começo da manhã de 13 de março de 1938. Os austríacos aclamam os soldados do Reich, que não encontram a menor dificuldade de tomar posse do país. O chanceler alemão desfilaria em sua cidade natal Braunau-am-Inn, e proclamaria a reunificação da Áustria e Alemanha com o nome de "Anschluss" (anexação).

Tentada desde 1934, mas abortada sob a ameaça da Itália, a reaproximação dos dois países estava proibida pelos tratados de Versalhes e de Saint-Germain. Não obstante, as democracias ocidentais não reagiram. Um referendo organizado por Hitler na Alemanha e na Áustria aprovaria de maneira esmagadora a anexação. A Áustria, novo pião no tabuleiro nazista, constituía o primeiro passo da política estratégica do 'Ostmark', marcha para o leste.

A Áustria, parte do império Austro-Húngaro, era uma nação multi-étnica e multicultural. Em Viena e nas principais cidades austríacas, viviam pessoas que falavam línguas diversas (alemão, húngaro, checo, croata, iídiche etc.) e praticavam as mais diferentes religiões (católicos, luteranos, judeus, cristãos ortodoxos). A nova sociedade austríaca, porém, vivia sob o signo do anti-semitismo e das dificuldades da coexistência multi-cultural. Os austríacos de origem germânica, como Adolf Hitler, aspiravam a uma nação livre das outras etnias. Aos olhos de Hitler, o ideal seria o do pangermanismo: uma nação com uma só língua e etnia.

Apesar de majoritários nas eleições de abril de 1932, os nazistas austríacos não obtiveram a maioria absoluta. Lançam-se então a uma estratégia de tensão e recorrem ao terrorismo. O chanceler social cristão Engelbert Dollfuss resolve em 1933 governar por decreto. Dissolve o parlamento, o partido comunista, o partido nacional-socialista e a poderosa milícia social-democrata, a Schutzbund. Seu regime assume uma tintura fascista simpático a Benito Mussolini. 

 

Fonte:Opera Mundi

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12

mar
2014

Hoje na História: Lançada a Coca-Cola nos Estados Unidos

 

Em 12 de março de 1894, uma pequena farmácia de bairro pôs à venda suas primeiras garrafas de uma bebida gasosa e escura no mercado norte-americano. A bebida foi colocada à venda na farmácia Jacob´s na Rua Peachtree, em Atlanta, no estado da Geórgia, e passou a ser a primeira sede da empresa. Naquele momento, o produto não era mais do que um xarope com água gaseificada, misturados na própria hora de servir. E assim nasceu a Coca-Cola.

Quando o farmacêutico John Styth Pemberton inventou a bebida gasosa, a intenção não era exatamente criar um refrigerante, e sim uma espécie de tônico para combater a dor de cabeça, um xarope delicioso e refrescante, mistura de extrato de noz de cola, açúcar, cafeína, folhas de coca e extratos vegetais.

A princípio, o concentrado era embalado em pequenos barris de madeira, na cor vermelha. Por isso, o vermelho foi adotado como cor oficial da bebida. Até 1915, uma pequena quantidade de cocaína estava entre os ingredientes do refrigerante.

O contabilista da farmácia, Frank Robinson, dá a ideia da marca e desenha o logotipo e grafismo característico que ainda hoje se mantém.

Desde o princípio, Pemberton compreende que a publicidade era muito importante para o negócio. Faz alguns investimentos modestos, cupões de degustação e pequenos anúncios na imprensa, realçando que a bebida era deliciosa e refrescante.
 
Em 1891, outro farmacêutico, Asa G. Candler, compra e registra a marca, dá um novo impulso ao negócio, ampliando a comercialização do produto e os meios publicitários. Em 4 anos, consegue que a Coca-Cola se beba a pouco e pouco em todos os EUA, e em 1897, produz a primeira exportação do produto para fora do país.

O primeiro engarrafamento da Coca-Cola ocorreu em Vicksburg, Mississippi na Biedenharn Candy Company em 1891. Seu proprietário era Joseph A. Biedenharn. As garrafas originais eram garrafas Biedenharn, muito diferentes do visual atual de silhueta que as garrafas possuem. Asa Candler estava em dúvidas quanto ao engarrafamento da bebida, mas em 1894, dois empreendedores, Benjamin Thomas e Joseph Whitead, advogados do Tennessee, convencem Candler a lhes conceder os direitos de engarrafador. A ideia é engarrafar o produto que até agora era vendido copo a copo. A primeira fábrica engarrafadora começa a funcionar em Chattanooga e a segunda, um pouco mais tarde, em Atlanta. O sistema de engarrafadores, que depressa se constitui e continua vigente nos nossos dias, consiste em autorizar empresas locais a fabricar, distribuir e vender o produto cujo preparado básico é fornecido pela The Coca-Cola Company.

Publicidade



Muita gente diz que Pemberton fez besteira ao vender a fórmula. No entanto, quem entende do assunto, sabe que o sucesso não vem do sabor da bebida em si, mas sim do marketing.

Candler é considerado o grande gênio por trás da Coca-Cola. Foram suas táticas agressivas de propaganda popularizaram a marca. Até 1894 a Coca-Cola era vendida somente em copos abertos de 237 mililitros, diretamente em pontos comerciais.

Após a morte de Candler, seus filhos venderam as fábricas para um grupo de empresários liderados por Ernest Woodruff. Cinco anos mais tarde, seu filho, Robert Woodruff, assume a presidência da empresa. Também um gênio do marketing, assim como Candler, ele foi o responsável por popularizar a Coca-Cola no mundo todo.

Uma das táticas usadas por Woodruff era espalhar o logo da Coca-Cola por todos os eventos possíveis. Ele era adepto de um marketing incisivo. Em uma de suas campanhas, por exemplo, enviou representantes da empresa de porta em porta para instalar um abridor de garrafas de parede, tudo grátis.

No Brasil



A chegada da Coca-Cola ao Brasil tem a ver com essa ousadia de Robert Woodruff. Durante a Segunda Guerra Mundial, prometeu que todo soldado americano poderia comprar uma Coca-Cola pelo mesmo preço pago nos EUA (cinco centavos), independentemente de onde estivesse.

Com a instalação da base americana em Recife, na mesma época, a bebida chegou ao Brasil para fazer valer a palavra de Woodruff.

O primeiro slogan da marca no Brasil foi "Coca-Cola borbulhante, refrescante, 10 tostões!". 

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9

mar
2014

1959 - 1ª boneca Barbie é apresentada ao público nos EUA

 

Nome do brinquedo foi escolhido por ser o da filha da criadora, Ruth Handler

 

 Em 9 de março de 1959, a primeira boneca Barbie é apresentada ao público na Feira Americana de Brinquedo, na cidade de Nova York.

Com 28 centímetros de altura e vasta cabeleira loira, a Barbie foi a primeira boneca produzida em massa nos Estados Unidos com feições de adulta.

Reprodução/Mattel
A mulher por detrás de Barbie era Ruth Handler, cofundadora com seu marido, em 1945, da fábrica de brinquedos Mattel Inc.

Após notar que sua filha mais nova passara a ignorar as bonecas de sua infância para brincar de faz-de-conta com bonecas de papel de mulheres adultas montadas a partir de recortes de revista, Handler se deu conta que havia um importante nicho no mercado de brinquedos que proporcionasse às meninas, ainda vivendo a infância, imaginar o seu futuro.

A aparência de Barbie foi moldada segundo uma boneca chamada Lilli, por sua vez baseada numa personagem de uma tirinha cômica alemã. Originalmente oferecida ao mercado para ser vendida em tabacarias, como presente um tanto picante a homens adultos, a boneca Lilli se tornou mais tarde extremamente popular entre as crianças.

Mattel comprou os direitos de Lilli e produziu sua própria versão, que Handler chamou de Barbara, o nome de uma de suas filhas. Com seu patrocínio do programa de televisão "Mickey Mouse Club" em 1955, a Mattel tornou-se a primeira fábrica de brinquedos a realizar comerciais para crianças.

Usaram a televisão para promover seu novo brinquedo e, em 1961, a enorme demanda dos consumidores da boneca levou a Mattel a criar um namorado para a Barbie. Handler denominou-o Ken, o nome de seu filho. A melhor amiga de Barbie, Midge, veio à luz em 1963, e sua irmãzinha, Skipper, estreou no ano seguinte.  

Ao longo dos anos, a Barbie gerou enormes vendas - e uma montanha de controvérsias. Do lado positivo, muitas mulheres viam em Barbie uma alternativa ao tradicional papel dos gêneros - masculino e feminino - vivido nos anos 1950. Barbie era apresentada exercendo as mais variadas profissões: comissária de bordo, médica, piloto, astronauta, atleta olímpica e até candidata à presidência dos Estados Unidos. Outros consideravam que a oferta sem fim de roupas luxuosas, carrões e "mansões de sonho" encorajava as crianças a uma visão unicamente materialista.

Contudo, foi a aparência de Barbie que causou a maior polêmica. Sua cintura fina e enormes seios levaram muitos a afirmar que a Barbie propiciava um exemplo nada realista e prejudicial, alimentando uma autoimagem negativa às meninas que não possuíam aquele corpo ideal.

A despeito das críticas, as vendas da boneca em todo o mundo continuavam a disparar, atingindo já em 1993 a fabulosa soma de 1 bilhão de dólares anualmente. Desde 1959, mais de 800 milhões de bonecas da família Barbie haviam sido vendidas em todo o planeta, transformando-a num verdadeiro ícone mundial, inscrita, inclusive, em dicionários de vários idiomas como sinônimo de mulher elegante, bonita, loira, superficialmente atraente, porém insípida e de ideias curtas.

 

Fonte:

Opera Mundi

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8

mar
2014

Mitos e verdades sobre o açaí

 

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Com grande valor nutricional, o açaí se destacada pelos seus antioxidantes. Muito consumida no verão, a fruta é uma ótima opção para aqueles que praticam atividades físicas. Apesar de seu alto valor calórico, pode ser usada para auxiliar na perda de peso. 
 
"Estudos têm demonstrado benefícios para quem está obeso ou sobrepeso, se usado no momento e quantidades adequadas e também na versão sem açúcar ou xarope de guaraná que são os maiores causadores do ganho de peso, pois esses podem levar ao pico de insulina fazendo com que o corpo sintetize mais gordura", explica Carina Amorim, nutricionista da Academia Contours. 
 
Carina ainda destaca, que para não engordar, "vale lembrar que um ótimo momento para consumir o açaí é antes de praticar atividade física por possuir inúmeras vitaminas e minerais e garantir energia o suficiente durante o exercício. E, claro, não exagere na quantidade e porções, ou seja, consuma somente uma vez ao dia e não precisa ser todos os dias, faça o uso a cada 3 a 4 dias. A nutricionista Kátia Carvalho da Silva, da Sapore, explica que para obter os benefícios que o açaí pode oferecer, sem extrapolar nas calorias, pode-se consumir entre 100g e 200g diárias.
 
Porém, é preciso ter alguns cuidados antes de consumir a fruta. Katia alerta para estar atento à procedência, devido à contaminação por doença de chagas, caso não haja cuidados higiênicos sanitários na hora da colheita.  
 
Benefícios do açaí
Carina conta que os principais benefícios da fruta são:
 
- Potente ação antioxidante. É uma das frutas que têm maior poder contra os radicais livres, com efeito significativo sobre o sistema de defesa antioxidante do fígado auxiliando até mesmo na eliminação de toxinas;
 
- Possui um elevado teor de antocianinas que também auxiliam na prevenção de câncer, doenças cardiovasculares, processos alérgicos, doenças neurodegenerativas e aumento da longevidade;
 
- Atua contra as doenças cardiovasculares por favorecer a vasodilatação e inibir a peroxidação lipídica;
 
- Auxilia na prevenção e controle do Diabetes Mellitus tipo 2 e resistência à insulina, por ser rico em lipídios e fibras e pobre em carboidratos se comparado a outras frutas, o açaí possui baixos índice e carga glicêmica, ou seja, sua ingestão não causa picos de glicemia e insulinemia, associados a aumento de gordura corporal e do risco de doenças crônicas não transmissíveis como diabetes; 
 
- Propriedades hipocolesterolêmicas, atuando na redução do colesterol total, não-HDL e melhora da relação LDL/HDL;
 
- É riquíssimo em diversos minerais como manganês importante para a saúde óssea, magnésio, essencial à geração e utilização de energia no corpo, cálcio, que age na contração muscular, transmissão do impulso nervoso e na formação dos ossos, e cromo necessário para uma boa atuação do hormônio insulina e ainda favorece a redução do desejo por doces;
 
- É rico em vitamina E, com ação antioxidante e antiinflamatória.
 
 
Fonte: Corpo a Corpo - Via Lake Villas
Texto: Rebecca Nogueira Cesar

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