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*Professor Genivaldo *

31

dez
2017

Não perca a hora. Já é 2018.

 

Feliz 2018.

 

Eu e a minha família já nos confraternizamos na virada do ano. Não, não estou na Austrália ou Japão, nem em outro país, onde, de acordo com o movimento da Terra o novo ano já começou. Estou em Blumenau (SC). E, aqui e em todo o Brasil, já estamos vivendo o novo ano.

 

Você deve estar pensando: esse cara está doido, ainda não soou as doze badaladas da meia noite. Pois é, não é apenas a minha família que comemorou a passagem do ano, muitas outras também. Nós seguimos o relógio da natureza que foi instituído por Deus, ou seja, o dia começa na parte escura com o por do Sol, veja esses versos:

 

"No princípio Deus criou os céus e a terra. Gênesis 1:1

 

Deus chamou à luz dia, e às trevas chamou noite. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o primeiro dia. Gênesis 1:5

 

Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o segundo dia. Gênesis 1:8

 

Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o terceiro dia. Gênesis 1:13"

 

Assim sucessivamente. Portanto o por do sol aqui em Blumenau foi às 20:13 h, em São Paulo às 19:57...

 

E tem mais, se você mora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, está em vigor o horário de verão. Lembrou. Os relógios foram adiantados em uma hora. Portanto, se for para seguir o relógio oficial, a meia noite nessas regiões ainda será 23 horas. Por isso procuro fazer a vontade de Deus e seguir o seu horário que não sofre alterações.

 

Apesar dessa "controvérsia" Feliz Ano Novo para você e sua família.

 

Que em 2018 Deus possa ser a prioridade em sua vida.

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21

dez
2017

Solstício - verão para o hemisfério sul

 

O verão 2017 começa hoje, dia 21 dezembro, às 14h28 (horário de Brasília), quando ocorre o solstício de verão – o dia mais longo do ano. "O início das estações é definido pela posição da Terra em sua órbita em torno do Sol e pela inclinação do eixo de rotação da Terra", explica a pesquisadora Josina Oliveira do Nascimento, da Coordenação de Astronomia e Astrofísica do Observatório Nacional.

 

"Na Astronomia é comum olharmos o movimento dos astros do ponto de vista da Terra, usando sistemas de referência chamados geocêntricos. Em um desses sistemas de referência usamos a extensão do equador terrestre como equador celeste. Assim, o Sol em seu movimento anual cruza esse equador celeste em duas vezes no ano, quando ocorrem os equinócios; e, está em seu ponto mais distante do equador celeste em duas vezes no ano, quando ocorrem os solstícios", conta Josina. É como se o Sol, chegando ao seu ponto mais distante, fizesse uma parada para retornar, por isso a palavra: solstício que vem do latim “sol” “sistere”, que significa “ficar imóvel”.

 

Hoje, às 14h28min, o Sol vai atingir o seu ponto mais distante do equador celeste no hemisfério sul celeste, marcando o início do verão no hemisfério sul e o início do inverno no hemisfério norte. Isso está relacionado à forma como os raios solares atingem a superfície da Terra e a causa é a inclinação do eixo de rotação da Terra em relação ao seu plano de órbita. Agora, durante o verão os raios solares vão atingir mais diretamente o hemisfério sul e assim os dias serão maiores do que as noites.

 

http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2017/06/13/inverno-2017-comeca-oficialmente-no-dia-21-de-junho/

 

 

 

Fonte: Observatório Nacional

O verão 2017-2018 começa no dia 21 de dezembro às 13h28 (horário de Brasília). Mas somente no hemisfério Sul, ou seja, ao Sul da linha do equador. Em qualquer data, cada hemisfério da Terra apresenta a estação "oposta" do outro. Assim, o verão no hemisfério Sul corresponde ao inverno no hemisfério Norte. O verão austral (ou inverno boreal) deste ano tem duração de 88,99 dias. Padrão O início de cada estação do ano é definido por dois fenômenos astronômicos: o solstício (para o verão e o inverno) e o equinócio (para a primavera e o outono). A palavra solstício vem do latim e significa "parada do Sol". Nos solstícios acontece o afastamento máximo do Sol do ponto cardeal Leste (ao nascer) ou do Oeste (no ocaso). O Sol nasce exatamente no Leste e se põe no Oeste apenas em duas ocasiões por ano: nos equinócios. Nos demais dias, o astro-rei nasce (e se põe) deslocado para o Sul ou para o Norte. PARADAS E RETOMADAS O Sol "baila" pelo horizonte ao longo do ano. Clique no botão acima para ver. No solstício de verão ocorre o afastamento máximo para o Sul. O Sol nasce (ou se põe) deslocado cerca de 23º do Leste (ou Oeste). Isso acontece apenas nessa data. Depois, o Sol retoma sua trajetória aparente rumo ao Norte (daí porque o solstício é uma "parada do Sol"). No dia do solstício de verão, a duração das horas claras é a maior possível. Há mais dia que noite. Na verdade, é o dia mais longo de todo o ano. Isso é mais evidente nas regiões subtropicais e temperadas do globo, mas vale para qualquer lugar, inclusive os polos. Solstício de verão SOLSTÍCIO A luz do Sol incide mais sobre o hemisfério Sul que o Norte. Por isso é verão no Sul e inverno no Norte. Clique na imagem para ampliar. Inércia térmica NÃO PASSA DE UMA CONVENÇÃO usar as datas dos solstícios e equinócios para assinalar o início das estações. Rigorosamente falando, nesses dias estamos bem no meio de uma estação. Isso acontece por causa da chamada inércia térmica. Os hemisférios demoram algum tempo para se aquecerem à medida que a incidência da luz e calor do Sol vai aumentando. Também demoram a se resfriarem, e o motivo está na grande quantidade de água na superfície da Terra. Essa substância tem uma grande “capacidade térmica”, e leva certo tempo para variar sua temperatura. Em pleno solstício de verão os oceanos ainda estão absorvendo calor e se aquecendo. Nem sempre quatro estações A CONCEPÇÃO DAS 4 ESTAÇÕES, outono, inverno, primavera e verão, não parece muito realista para os mortais que habitam a zona intertropical do planeta (a região situada entre os Trópicos de Câncer e Capricórnio). Afinal, quem – nessa região – acreditaria que a neve do inverno, as floradas da primavera e as folhas secas do outono são as características mais marcantes das estações? Isso é verdade somente para as zonas temperadas do globo (veja o quadro “Zonas Climáticas da Terra”) e chegou até nós simplesmente porque os primeiros livros didáticos usados no Brasil eram traduções de obras europeias e norte-americanas. O fato é que o clima nos diferentes lugares da Terra é fortemente influenciado por fatores locais, como localização geográfica, altitude, proximidade com uma floresta ou o afastamento do oceano. É por isso que em alguns países nem mesmo se contam quatro estações. Em Angola, por exemplo, são apenas duas: a “da chuva” (estação quente e úmida) e a “do cacimbo” (seca e ligeiramente mais fresca, principalmente à noite). Já na Índia, o ano tem três estações: a quente, a fria e a chuvosa. Essas divisões também se encaixariam em muitas localidades brasileiras. Zonas Climáticas da Terra Verão no Brasil O BRASIL É UM PAÍS TROPICAL. Isso quer dizer que a maior parte de seu território está entre os trópicos, palavra que vem do grego e significa "uma volta completa". Os trópicos são dois paralelos geográficos que delimitam a região do planeta na qual podemos ter o "Sol a pino", isto é, o Sol bem acima das nossas cabeças. Um país tropical é, portanto, um lugar onde o calor predomina em boa parte do ano. Principalmente no verão. Mesmo assim, o verão no Brasil não é uma estação que tem as mesmas características em todo lugar. As regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste são mais propensas a mudanças rápidas nas condições climáticas. Chuvas de curta duração, mas forte intensidade são comuns. Muitas vezes acompanhadas por trovoadas, descargas elétricas, rajadas de vento e, ocasionalmente, granizo. Na região Nordeste as chuvas de verão são bem menos intensas e mais rápidas, se alternando com longos períodos de sol forte. Tempestades são raras, principalmente ao longo da linha costeira. Chuvas intensas voltam a ser comuns no Amazonas, com valores médios que superam 600 milímetros. O sistema meteorológico conhecido por Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) é predominante nesta época do ano na maior parte do país. Caracterizado pelo encontro das frentes frias que vem do sul do continente e as grandes extensões de nuvens de origem tropical, o ZCAS provoca chuvas intensas durante vários dias e, frequentemente, resulta em enchentes e deslizamentos de encostas, particularmente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Mato Grosso.

Fonte: Costa, J. R. V. Solstício de verão. Astronomia no Zênite, dez 2015. Disponível em: http://www.zenite.nu/solsticio-de-verao/
O verão 2017-2018 começa no dia 21 de dezembro às 13h28 (horário de Brasília). Mas somente no hemisfério Sul, ou seja, ao Sul da linha do equador. Em qualquer data, cada hemisfério da Terra apresenta a estação "oposta" do outro. Assim, o verão no hemisfério Sul corresponde ao inverno no hemisfério Norte. O verão austral (ou inverno boreal) deste ano tem duração de 88,99 dias. Padrão O início de cada estação do ano é definido por dois fenômenos astronômicos: o solstício (para o verão e o inverno) e o equinócio (para a primavera e o outono). A palavra solstício vem do latim e significa "parada do Sol". Nos solstícios acontece o afastamento máximo do Sol do ponto cardeal Leste (ao nascer) ou do Oeste (no ocaso). O Sol nasce exatamente no Leste e se põe no Oeste apenas em duas ocasiões por ano: nos equinócios. Nos demais dias, o astro-rei nasce (e se põe) deslocado para o Sul ou para o Norte. PARADAS E RETOMADAS O Sol "baila" pelo horizonte ao longo do ano. Clique no botão acima para ver. No solstício de verão ocorre o afastamento máximo para o Sul. O Sol nasce (ou se põe) deslocado cerca de 23º do Leste (ou Oeste). Isso acontece apenas nessa data. Depois, o Sol retoma sua trajetória aparente rumo ao Norte (daí porque o solstício é uma "parada do Sol"). No dia do solstício de verão, a duração das horas claras é a maior possível. Há mais dia que noite. Na verdade, é o dia mais longo de todo o ano. Isso é mais evidente nas regiões subtropicais e temperadas do globo, mas vale para qualquer lugar, inclusive os polos. Solstício de verão SOLSTÍCIO A luz do Sol incide mais sobre o hemisfério Sul que o Norte. Por isso é verão no Sul e inverno no Norte. Clique na imagem para ampliar. Inércia térmica NÃO PASSA DE UMA CONVENÇÃO usar as datas dos solstícios e equinócios para assinalar o início das estações. Rigorosamente falando, nesses dias estamos bem no meio de uma estação. Isso acontece por causa da chamada inércia térmica. Os hemisférios demoram algum tempo para se aquecerem à medida que a incidência da luz e calor do Sol vai aumentando. Também demoram a se resfriarem, e o motivo está na grande quantidade de água na superfície da Terra. Essa substância tem uma grande “capacidade térmica”, e leva certo tempo para variar sua temperatura. Em pleno solstício de verão os oceanos ainda estão absorvendo calor e se aquecendo. Nem sempre quatro estações A CONCEPÇÃO DAS 4 ESTAÇÕES, outono, inverno, primavera e verão, não parece muito realista para os mortais que habitam a zona intertropical do planeta (a região situada entre os Trópicos de Câncer e Capricórnio). Afinal, quem – nessa região – acreditaria que a neve do inverno, as floradas da primavera e as folhas secas do outono são as características mais marcantes das estações? Isso é verdade somente para as zonas temperadas do globo (veja o quadro “Zonas Climáticas da Terra”) e chegou até nós simplesmente porque os primeiros livros didáticos usados no Brasil eram traduções de obras europeias e norte-americanas. O fato é que o clima nos diferentes lugares da Terra é fortemente influenciado por fatores locais, como localização geográfica, altitude, proximidade com uma floresta ou o afastamento do oceano. É por isso que em alguns países nem mesmo se contam quatro estações. Em Angola, por exemplo, são apenas duas: a “da chuva” (estação quente e úmida) e a “do cacimbo” (seca e ligeiramente mais fresca, principalmente à noite). Já na Índia, o ano tem três estações: a quente, a fria e a chuvosa. Essas divisões também se encaixariam em muitas localidades brasileiras. Zonas Climáticas da Terra Verão no Brasil O BRASIL É UM PAÍS TROPICAL. Isso quer dizer que a maior parte de seu território está entre os trópicos, palavra que vem do grego e significa "uma volta completa". Os trópicos são dois paralelos geográficos que delimitam a região do planeta na qual podemos ter o "Sol a pino", isto é, o Sol bem acima das nossas cabeças. Um país tropical é, portanto, um lugar onde o calor predomina em boa parte do ano. Principalmente no verão. Mesmo assim, o verão no Brasil não é uma estação que tem as mesmas características em todo lugar. As regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste são mais propensas a mudanças rápidas nas condições climáticas. Chuvas de curta duração, mas forte intensidade são comuns. Muitas vezes acompanhadas por trovoadas, descargas elétricas, rajadas de vento e, ocasionalmente, granizo. Na região Nordeste as chuvas de verão são bem menos intensas e mais rápidas, se alternando com longos períodos de sol forte. Tempestades são raras, principalmente ao longo da linha costeira. Chuvas intensas voltam a ser comuns no Amazonas, com valores médios que superam 600 milímetros. O sistema meteorológico conhecido por Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) é predominante nesta época do ano na maior parte do país. Caracterizado pelo encontro das frentes frias que vem do sul do continente e as grandes extensões de nuvens de origem tropical, o ZCAS provoca chuvas intensas durante vários dias e, frequentemente, resulta em enchentes e deslizamentos de encostas, particularmente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Mato Grosso.

Fonte: Costa, J. R. V. Solstício de verão. Astronomia no Zênite, dez 2015. Disponível em: http://www.zenite.nu/solsticio-de-verao/
O verão 2017-2018 começa no dia 21 de dezembro às 13h28 (horário de Brasília). Mas somente no hemisfério Sul, ou seja, ao Sul da linha do equador. Em qualquer data, cada hemisfério da Terra apresenta a estação "oposta" do outro. Assim, o verão no hemisfério Sul corresponde ao inverno no hemisfério Norte. O verão austral (ou inverno boreal) deste ano tem duração de 88,99 dias. Padrão O início de cada estação do ano é definido por dois fenômenos astronômicos: o solstício (para o verão e o inverno) e o equinócio (para a primavera e o outono). A palavra solstício vem do latim e significa "parada do Sol". Nos solstícios acontece o afastamento máximo do Sol do ponto cardeal Leste (ao nascer) ou do Oeste (no ocaso). O Sol nasce exatamente no Leste e se põe no Oeste apenas em duas ocasiões por ano: nos equinócios. Nos demais dias, o astro-rei nasce (e se põe) deslocado para o Sul ou para o Norte. PARADAS E RETOMADAS O Sol "baila" pelo horizonte ao longo do ano. Clique no botão acima para ver. No solstício de verão ocorre o afastamento máximo para o Sul. O Sol nasce (ou se põe) deslocado cerca de 23º do Leste (ou Oeste). Isso acontece apenas nessa data. Depois, o Sol retoma sua trajetória aparente rumo ao Norte (daí porque o solstício é uma "parada do Sol"). No dia do solstício de verão, a duração das horas claras é a maior possível. Há mais dia que noite. Na verdade, é o dia mais longo de todo o ano. Isso é mais evidente nas regiões subtropicais e temperadas do globo, mas vale para qualquer lugar, inclusive os polos. Solstício de verão SOLSTÍCIO A luz do Sol incide mais sobre o hemisfério Sul que o Norte. Por isso é verão no Sul e inverno no Norte. Clique na imagem para ampliar. Inércia térmica NÃO PASSA DE UMA CONVENÇÃO usar as datas dos solstícios e equinócios para assinalar o início das estações. Rigorosamente falando, nesses dias estamos bem no meio de uma estação. Isso acontece por causa da chamada inércia térmica. Os hemisférios demoram algum tempo para se aquecerem à medida que a incidência da luz e calor do Sol vai aumentando. Também demoram a se resfriarem, e o motivo está na grande quantidade de água na superfície da Terra. Essa substância tem uma grande “capacidade térmica”, e leva certo tempo para variar sua temperatura. Em pleno solstício de verão os oceanos ainda estão absorvendo calor e se aquecendo. Nem sempre quatro estações A CONCEPÇÃO DAS 4 ESTAÇÕES, outono, inverno, primavera e verão, não parece muito realista para os mortais que habitam a zona intertropical do planeta (a região situada entre os Trópicos de Câncer e Capricórnio). Afinal, quem – nessa região – acreditaria que a neve do inverno, as floradas da primavera e as folhas secas do outono são as características mais marcantes das estações? Isso é verdade somente para as zonas temperadas do globo (veja o quadro “Zonas Climáticas da Terra”) e chegou até nós simplesmente porque os primeiros livros didáticos usados no Brasil eram traduções de obras europeias e norte-americanas. O fato é que o clima nos diferentes lugares da Terra é fortemente influenciado por fatores locais, como localização geográfica, altitude, proximidade com uma floresta ou o afastamento do oceano. É por isso que em alguns países nem mesmo se contam quatro estações. Em Angola, por exemplo, são apenas duas: a “da chuva” (estação quente e úmida) e a “do cacimbo” (seca e ligeiramente mais fresca, principalmente à noite). Já na Índia, o ano tem três estações: a quente, a fria e a chuvosa. Essas divisões também se encaixariam em muitas localidades brasileiras. Zonas Climáticas da Terra Verão no Brasil O BRASIL É UM PAÍS TROPICAL. Isso quer dizer que a maior parte de seu território está entre os trópicos, palavra que vem do grego e significa "uma volta completa". Os trópicos são dois paralelos geográficos que delimitam a região do planeta na qual podemos ter o "Sol a pino", isto é, o Sol bem acima das nossas cabeças. Um país tropical é, portanto, um lugar onde o calor predomina em boa parte do ano. Principalmente no verão. Mesmo assim, o verão no Brasil não é uma estação que tem as mesmas características em todo lugar. As regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste são mais propensas a mudanças rápidas nas condições climáticas. Chuvas de curta duração, mas forte intensidade são comuns. Muitas vezes acompanhadas por trovoadas, descargas elétricas, rajadas de vento e, ocasionalmente, granizo. Na região Nordeste as chuvas de verão são bem menos intensas e mais rápidas, se alternando com longos períodos de sol forte. Tempestades são raras, principalmente ao longo da linha costeira. Chuvas intensas voltam a ser comuns no Amazonas, com valores médios que superam 600 milímetros. O sistema meteorológico conhecido por Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) é predominante nesta época do ano na maior parte do país. Caracterizado pelo encontro das frentes frias que vem do sul do continente e as grandes extensões de nuvens de origem tropical, o ZCAS provoca chuvas intensas durante vários dias e, frequentemente, resulta em enchentes e deslizamentos de encostas, particularmente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Mato Grosso.

Fonte: Costa, J. R. V. Solstício de verão. Astronomia no Zênite, dez 2015. Disponível em: http://www.zenite.nu/solsticio-de-verao/

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