Portal da Educao Adventista

*Professor Genivaldo *

31

dez
2010

Estônia será incluída na zona do euro neste sábado


País será o 17º membro do bloco monetário.
Entrada traz pela primeira vez ao euro um ex-estado soviético.

Da Reuters


A nova moeda de 1 euro, na Estônia.
A nova moeda de 1 euro,
na Estônia. (Foto: Reuters)

A Estônia poderá ser o último país a entrar na zona do euro nos próximos anos, quando tornar-se o 17º membro do bloco monetário neste sábado (1º de janeiro), com a crise de confiança da região adiando o ingresso de estados do Leste Europeu.


O comissário europeu para Assuntos Econômico e Monetários, Olli Rehn, e os primeiros-ministros da Letônia e da Lituânia se reuniram em Tallinn nesta sexta-feira (31) para saudar a entrada da Estônia na zona do euro a partir de meia-noite. O novo membro finaliza o ímpeto de integração com o Ocidente que começou com o colapso da União Soviética, afastando-se da Rússia.


O ingresso da Estônia também traz pela primeira vez ao euro um ex-estado soviético. Os vizinhos bálticos Letônia e Lituânia esperam juntar-se à união monetária em 2014, consolidando a independência conquistada em 1991.


Porém, no restante do antigo bloco comunista, os governos não estão tão confiantes. Polônia, Hungria e outros membros da União Europeia no Leste Europeu e na Europa Central prometeram juntar-se à zona do euro um dia, mas não estão com pressa.


Os países querem verificar como os problemas de dívida de Irlanda, Grécia, Espanha e Portugal são resolvidos, e temem que a perda de flexibilidade nas taxas de câmbio deixe suas economias menos competitivas e capazes de suportar problemas financeiros.


Os problemas de dívida da área do euro não são causados pelo euro e pela crise econômica. As sementes dos problemas foram semeadas há décadas"
Toomas Ilves, presidente da Estônia

A crise de dívida pôs fim à ideia de que ser um membro da zona do euro garantiria custos de financiamento menores para o Estado.


"Há mais riscos em estar na zona do euro do que em estar de fora", disse o presidente do banco central polonês, Marek Belka, mais cedo neste mês.


Comentários similares vieram da República Tcheca, onde o primeiro-ministro Petr Necas declarou que adotar o euro não seria vantagem para seu país por um bom tempo.


Líderes da Estônia - que será o 17º e mais pobre membro do bloco monetário após uma recessão brutal em 2009 - rejeitaram as preocupações de que o projeto de junção ao euro pode dar errado.


"Os problemas de dívida da área do euro não são causados pelo euro e pela crise econômica. As sementes dos problemas foram semeadas há décadas", disse o presidente estoniano Toomas Ilves, em discurso recente.


"Portanto, a resolução dos problemas atuais só faz o euro mais forte e a Estônia tem a oportunidade de ser imediatamente envolvida nesse processo."


Fonte: G1

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31

dez
2010

Chegamos ao fim

Fim da jornada


Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações. 1 Pedro 4:7


É bom chegar ao fim: ao fim de uma semana, ao fim do mês, ao fim do ano. É bom concluir um projeto, como a construção de uma casa, chegar ao fim de um livro e ver como termina a história. É bom chegar ao fim de uma longa viagem.


Em 1968 empreendi longa viagem para a Austrália. Permaneci lá por dois anos e meio e então voltei para o Brasil, em outra longa viagem que durou exatamente um ano. Que alegria regressar à pátria e rever parentes e amigos!


O livro do Apocalipse conta a história de como começou o conflito entre o bem e o mal e de como esse conflito terminará. No capítulo 12, o profeta descreve a luta de Miguel e os Seus anjos contra o rebelde Satanás e seus anjos, os quais foram derrotados e atirados para a Terra. E os últimos capítulos falam da destruição do mal e do júbilo eterno daqueles que amaram a Deus.


Você já deve ter recebido um convite de casamento em que, após o anúncio da recepção, estavam as letras R.S.V.P., que são as iniciais, em francês, de répondez s'il vous plaît (responda, por favor). E no final do Apocalipse está um convite de casamento com as seguintes palavras: "O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida" (Ap 22:17).


Os noivos o estão convidando a beber a água da vida e esperam ansiosamente por sua resposta. Eles desejam desfrutar a eternidade em sua companhia. Se você responder "sim", sua jornada terrena terá um final feliz.


Não posso descrever como serão o novo céu e a nova terra que Deus está preparando. Mas os dois últimos capítulos do Apocalipse nos dão um vislumbre desse lugar maravilhoso. Valerá a pena fazer qualquer sacrifício para estar lá.


Gosto de histórias com final feliz. Por que não dar imediatamente a Jesus a resposta que Ele tanto espera: "Sim, sim, sim"?

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30

dez
2010

Brasileiro ganha documento de identidade com chip


Futura Press

O Ministério da Justiça lançou o Registro de Identidade Civil (RIC), que substituirá o atual RG


Em 2011, 2 milhões de brasileiros poderão substituir a cédula do Registro Geral (RG) pelo cartão de Registro de Identidade Civil (RIC). Com a chegada do RIC, cada cidadão passa a ser reconhecido nacionalmente por um único número, vinculado diretamente às suas impressões digitais e registrado em um chip presente no cartão. O novo documento foi lançado nesta quinta (30), em Brasília, pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e pelo ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto.


Segundo Barreto, a nova identidade é um dos mais modernos documentos de identificação do mundo. "Com o RIC, o Brasil ingressa no século 21. A identidade atual completou 27 anos sem muitas mudanças. O novo RIC é mais moderno, traz tecnologia de ponta, é mais seguro e mais prático. No futuro, esse documento também integrará o CPF, o título de eleitor e muitos outros documentos. Além disso, há possibilidade de fazer transições bancárias com o novo cartão."


A nova identidade é um cartão magnético com impressão digital e chip eletrônico, incluirá nome, sexo, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade, assinatura, impressão digital do indicador direito, órgão emissor, local e data de expedição e de validade.


De acordo com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ricardo Lewandowsky, o novo documento de identificação é a prova de fraudes e evita que uma mesma pessoa seja identificada por mais de um número de registro em diferentes estados da Federação ou que o cidadão seja confundido com uma pessoa de mesmo nome."Os resultados [do RIC] são de extrema relevância. Essas vantagens poderão contribuir para mitigar os graves prejuízos para o estado e para os cofres públicos, pois evita crimes", afirmou.


A substituição da carteira de identidade será feita, gradualmente, ao longo de dez anos. As primeiras cidades que receberão o projeto piloto no próximo ano serão Brasília, Rio de Janeiro, Salvador, Hidrolândia (GO), Ilha de Itamaracá (PE), Nísia Floresta (RN) e Rio Sono (TO).


Os cidadãos contemplados nesta etapa inicial receberão uma carta indicando a possibilidade de troca do RG pelo RIC, além do local onde o novo documento poderá ser retirado. A implementação da nova identidade não compromete a validade dos demais documentos de identificação.


A emissão do RIC em 2011 será custeada pelo Ministério da Justiça, o cidadão não precisará pagar pela troca. Segundo o ministério, o investimento no primeiro ano será de cerca de R$ 90 milhões. Para os próximos anos, o comitê gestor do RIC vai definir a origem dos recursos que vão custear as emissões, sendo possível, inclusive, parcerias público-privadas e financiamentos internacionais.


Fonte: UOL

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29

dez
2010

Cientistas solucionam mistério sobre superbactéria mortal

Cientistas finalmente encontraram uma resposta para um dos grandes mistérios sobre a mais mortal das bactérias, a Staphylococcus aureus, e por que ela ataca principalmente humanos, e não animais - alguns humanos são especialmente suscetíveis a bactéria, que mata 100 mil norte-americanos por ano, muito mais que qualquer outro micróbio.

 

Num estudo divulgado na última quarta-feira, pesquisadores da Universidade Vanderbilt relatam que o estafilococo evoluiu para focar em regiões específicas da hemoglobina humana, de forma a estourar a molécula e se alimentar do ferro em seu interior.

 

As pessoas resistentes ao estafilococo, eles suspeitam, podem ter leves variações genéticas que ajustam as regiões da hemoglobina buscadas pela bactéria, tornando-as impenetráveis ao ataque. O estudo é parte de uma visão mais geral sobre genes e doenças.

 

Com novas ferramentas para examinar em detalhes as leves variações genéticas, pesquisadores estão se perguntando por que algumas pessoas pegam certas doenças e outras não, e por que alguns morrem de doenças que outros simplesmente ignoram.

 

Com o estafilococo, por exemplo, 30% da população carrega a bactéria em seus narizes, sem mostrar sinais de infecção.

 

Especialistas em estafilococos dizem que a descoberta, publicada na edição de 16 de dezembro de Cell Host & Microbe, responde muitas perguntas sobre a bactéria e indica novas direções para pesquisas.

 

"É um trabalho impressionante", disse Frank DeLeo, chefe de patogênese bacteriana humana no Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas. "Isso está movendo toda a área para frente."

 

O trabalho começou em 2002, quando Eric P. Skaar era estudante de pós-doutorado e fascinado pelo estafilococo. "Essa bactéria é a pior ameaça à saúde pública", afirmou ele. "Ela é a principal causa de infecções cardíacas e de pele, a principal causa de infecções em tecidos moles. É uma grande causa de pneumonia. É a causa número um das infecções hospitalares", completou.

 

A bactéria pode estabelecer residência em qualquer tecido do corpo, acrescentou ele. O estafilococo, segundo Skaar, "é como se fosse um bicho sinistro". Porém, como todos os organismos, ele precisa de ferro, e Skaar imaginava como ele o obtinha. A resposta, conforme descobriu, é que a bactéria "estoura glóbulos vermelhos e agarra o ferro".

 

Agora, como professor-associado na Vanderbilt, Skaar fez uma pergunta que ninguém jamais havia pensado em fazer: Será que a bactéria gosta de algumas hemoglobinas mais do que outras? Ele criou estafilococos nos laboratórios, dando-lhes sangue de diferentes animais, de ratos a babuínos a seres humanos.

 

Eles definitivamente preferiam sangue humano, relatou Skaar no novo artigo, mas havia também uma clara tendência: quanto mais alto o animal estava na escala evolutiva, mais a bactéria gostava de seu sangue.

 

Então Skaar e seus colegas encontraram a proteína do estafilococo que se prende à hemoglobina, e descobriram que ela se agarra a segmentos da proteína sanguínea que existem especificamente em humanos Ela pode se prender a segmentos similares em hemoglobinas animais, mas com menos avidez.

 

Finalmente, os pesquisadores infectaram duas classes de ratos. Uma tinha ratos comuns de laboratório, com hemoglobina normal de ratos. A outra tinha hemoglobina metade humana e metade rato. A classe com hemoglobina de humanos e ratos teve 10 vezes mais bactérias crescendo em seus órgãos Isso explica por que é tão frustrante estudar infecções por estafilococos em ratos, disse Mark S. Smeltzer, da Universidade do Arkansas.

 

Pesquisadores usam ratos, que são baratos e prontamente disponíveis, para estudar tratamentos e vacinas contra a bactéria. Mas sempre foi muito difícil infectá-los - os cientistas precisam injetar neles uma quantidade tão grande de bactéria que, segundo Smeltzer, "tudo acaba ficando irreal".

 

A quantidade era imensamente maior do que o necessário para muitas, se não a maioria, das infecções em humanos, explicou ele.

 

O novo estudo explicou por que e sugeriu uma maneira de contornar o problema: usar ratos com hemoglobina humana, disse Smeltzer.

 

Porém, para Skaar, o resultado também sugeriu uma resposta a uma das questões mais prementes sobre infecções por estafilococos em humanos: por que 1/3 da população tem a bactéria no nariz e não fica doente, enquanto para os outros, uma infecção por estafilococo pode ser fatal? "Na minha opinião, essa é a pergunta mais importante sobre a biologia do S. aureus atualmente", afirmou Skaar.

 

Seu trabalho, segundo ele, sugere a existência de fatores genéticos que determinam a suscetibilidade a infecções entre espécies.

 

Existiriam também fatores genéticos que determinam a suscetibilidade dentro de uma espécie, a espécie humana? Ele tem uma forma de descobrir.

 

Existem pequenas diferenças genéticas bem caracterizadas em hemoglobinas em meio a diferentes pessoas. E o Centro de Medicina Vanderbilt possui um banco de genes com o DNA de milhares de seus pacientes.

 

Skaar está usando esse banco para examinar os genes da hemoglobina de todos os pacientes que tiveram infecções por estafilococos, e compará-los às sequências de genes de pacientes que não foram infectados.

 

Ele espera que, caso haja variações entre hemoglobinas humanas que determinem a suscetibilidade à bactéria, ele provavelmente as encontrará.

 

 

Sua esperança, disse Skaar, é que no futuro um paciente entre num hospital e, como parte de um pré-atendimento de rotina, os médicos determinem, pela hemoglobina da pessoa, se devem se preocupar com o estafilococo.

 

Aqueles que fossem suscetíveis receberiam antibióticos intravenosos antes de procedimentos de risco, como cirurgias. "Essa é a possibilidade mais instigante", afirmou Skaar. "Simplesmente saber que você é mais suscetível seria de grande valor", completou.

 

Fonte: Terra.com

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25

dez
2010

Pesquisadores monitoram viagem de 6 mil km de pata


A viagem de 6 mil km de uma pata que foi de Hong Kong ao Ártico e voltou revelou a pesquisadores mais informações sobre migrações de pássaros. O animal foi um dos 20 monitorados pelo grupo ambientalista WWF ao longo de um ano.


O WWF usou a ferramenta Google Earth para identificar a rota até a reserva ambiental Mai Po, em Hong Kong. Outro pássaro alcançou a velocidade recorde de 114 km/h.


A diretora da reserva, Bena Smith, disse que a pata monitorada frequentemente viajava a uma velocidade de 50 km/h. Um dos pássaros monitorados foi abatido sobre a Rússia, provavelmente por um caçador.


O WWF e seus parceiros, incluindo o US Geological Survey (o serviço geológico dos Estados Unidos), estudam migrações e doenças aviárias.


Fonte:Terra

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25

dez
2010

Origem do Natal


Qual é a origem da celebração do Natal em 25 de dezembro e, do uso da árvore de Natal


Existem muitas versões diferentes, para responder a esta pergunta, de maneira que fica até mesmo difícil saber o que é verdade. Parte do que você vai ler aqui, é uma adaptação de um conteúdo extraído do livreto "Ilumine seu Natal", de autoria de Marcos de Benedicto, da Editora Casa Publicadora Brasileira e também apresentado, temporariamente, na seguinte página de internet: ttp://www.presentedenatal.com.br/papai_noel.htm .


Jesus nasceu no ano 4 ou 5 a.C. O dia certo ninguém sabe. A Bíblia não menciona o dia, nem o mês, possivelmente para evitar a idolatria de uma data.  A Bíblia informa que, quando Jesus nasceu, os pastores estavam no campo com suas ovelhas. Pois bem, de março a meados de novembro, eles talvez pastoreassem à noite; mas dificilmente dormiriam ao ar livre no mês de dezembro, que é a estação fria na Palestina. Isso reforça a tese de que o Natal pode estar em dia errado. Nos primeiros séculos, o Natal foi celebrado em 25 de março, 6 de janeiro (na festa das  Epifanias, no Oriente) e mesmo em 25 de dezembro.            


A última data, porém só se firmou no quarto século, numa cristianização da grande festa mitraico-pagã Natale Solis Invicti (nascimento do Sol invencível). Na época, havia várias festividades situadas no solístico de inverno, em dezembro, como a Saturnália dos romanos e os cultos solares dos celtas. Foi o papa Júlio I que optou pelo dia 25. Isso teria acontecido por volta de 336. A data pegou primeiro no Ocidente, depois no Ocidente.


Muitas pessoas questionam se os cristãos devem comemorar o Natal. O teólogo Orígenes já advertia que o nascimento de Cristo não deve ser festejado "como se fosse um faraó". Que devemos comemorar a data, a maioria concorda. A ressalva é quanto à maneira de fazê-lo. Num sentido mais profundo, a comemoração do Natal só é real quando abrimos o coração para o amor e a vida; abandonamos a crítica destrutiva; adotamos um espírito perdoador; promovemos a justiça e a paz; oferecemos o ombro aos que choram; esquecemos o eu e dizemos para Cristo viver em nós."


O natal é uma oportunidade de refletirmos sobre o quanto Cristo está vivo em nossos corações, é tempo de renovarmos nossa entrega a Ele e, principalmente agradecermos ao Nosso Maravilhoso Deus por nos ter dado Seu Supremo Filho, Emanuel, Deus Conosco.


Portanto, hoje celebramos simbolicamente o Natal em 25 de dezembro, mas esta não é com certeza a data em que Cristo nasceu. Como já foi dito dezembro é estação de inverno no hemisfério norte, onde não encontraríamos nenhum pastor cuidando do rebanho ao ar livre, como descreve o relato bíblico, e época também em que o Imperador não exigiria que houvesse um censo que obrigasse as pessoas a viajarem em pleno inverno. Contudo, não é pecado celebrar o Natal em 25 de dezembro ou em qualquer outro dia. Na verdade poderíamos e deveríamos celebrar e viver o espírito do Natal todos os dias do ano.


A árvore de Natal,


É uma tradição alemã. Surgiu, talvez, com Martinho Lutero (1483-1546), o pai do protestantismo. Diz-se que, andando pela floresta numa noite de Natal, ele viu as estrelas brilhando por entre os galhos cobertos de neve dos pinheiros; impressionado, teve a idéia de iluminar um galho com velas, dentro de casa, para alegrar os filhos. A idéia pegou, e a árvore virou símbolo do Natal em todo o mundo. Há quem diga, também, que ela foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin; e quem a considere uma reminiscência da "árvore do paraíso".


Pr. Valdeci Junior

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25

dez
2010

É Natal

Salvação para os pastores


E, ausentando-se deles os anjos para o Céu, diziam os pastores uns aos outros: Vamos até Belém e vejamos os acontecimentos que o Senhor nos deu a conhecer. Lucas 2:15


O Natal nos traz à mente vários elementos que caracterizam o nascimento de Jesus: estrebaria, vacas, manjedoura, Maria olhando para um nenê envolto em panos. Também pensamos em três magos montados em camelos e nos pastores que cuidavam de seus rebanhos à noite, assustados com o anjo que lhes apareceu.


Geralmente consideramos os pastores como indivíduos protetores, destemidos, capazes de enfrentar animais selvagens em defesa do seu rebanho. Sem dúvida, temos boas razões para isso, pois a história de Israel se estende através de uma linhagem de pastores, desde Davi, o pastor que defendia suas ovelhas de leões e ursos, até Abraão, Isaque e Jacó, os pais da nação israelita e, retrocendendo, até Abel, o primeiro pastor. O ofício de pastor, junto com o de agricultor, é o mais antigo do mundo.


No Novo Testamento, Jesus comparou o amor de Deus por Seus filhos extraviados com o de um pastor que sai em busca da ovelha perdida. Em João 10:11, Jesus Se compara ao bom pastor, que dá a vida pelas ovelhas.


Tudo isso sugere que os pastores do tempo de Jesus eram profissionais respeitados, dignos, portanto, de serem os receptores das boas-novas que os anjos lhes anunciaram. Entretanto, o escritor Joaquim Jeremias, que estudou as condições sociais existentes na Palestina nos tempos do Novo Testamento, afirma que os pastores não gozavam de boa reputação, pois eram quase sempre desonestos. Os líderes espirituais de Israel diziam que um pai não devia ensinar essa profissão aos filhos, pois era um "ofício de ladrões", e equiparavam os pastores aos coletores de impostos e publicanos, tidos como "pecadores".


Se é assim, por que os anjos anunciaram o nascimento de Jesus a essa classe desprezada, e não a pessoas de prestígio social? A resposta é dada por Jesus, em Lucas 5:31, 32: "Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes. Não vim chamar justos, e sim pecadores, ao arrependimento."


E esta é uma boa notícia para nós ainda hoje, pois Deus continua chamando pecadores para o Seu reino.


Leia a meditação diariamente:CPB

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24

dez
2010

Jesus ou o Papai Noel

Olha que comparação legal...
Vídeo produzido pelo Está Escrito: Jesus ou o Papai Noel?
 
FELIZ NATAL A TODOS.

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24

dez
2010

Jovem de 16 anos dirigir?

Muitos defendem a mudança na lei para que adolescentes a partir de16 anos possa dirigir. Eu defendo que a permissão deveria ser para maiores de 21 anos e mesmo assim sobre rigirosa vigilância.

Veja a reportagem a seguir e emita a sua opinião.

Jovem dirigia carro a mais de 140 km por hora, segundo a CET.
Além dele, uma adolescente de 14 anos também sobreviveu.



O jovem que dirigia o veículo em que três pessoas morreram não tem carteira de motorista. O acidente ocorreu na madrugada desta sexta-feira (24), na Avenida Giovanni Gronchi, no Morumbi, Zona Sul de São Paulo.


O motorista perdeu o controle do veículo na altura do número 6000 da via e bateu em um poste. Ariane Pereira de Souza, de 18 anos, foi jogada para fora e morreu na hora. O carro se arrastou por mais 30 metros. Elias Feliciano, de 17 anos, e Fabiana de Lira, de 25, primos de Ariane, também morreram. Uma adolescente de 14 anos, que é parente das vítimas, e o condutor, de 19, ficaram feridos e foram internados em um hospital.


Os jovens voltavam de um baile funk realizado na noite de quinta em Paraisópolis, também na Zona Sul da capital paulista. Segundo agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o rapaz dirigia a mais de 140 km por hora.


A Polícia Civil vai abrir um inquérito para investigar as causas do acidente. Os dois sobreviventes não correm risco de morrer e podem receber alta ainda nesta sexta.


Veja o vídeo da reportagem: G1

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24

dez
2010

Ateus celebram o nascimento de Newton no Natal


Para não passar o Natal em branco, alguns ateus optam por celebrar o "Newtal", em homenagem ao cientista Isaac Newton, que nasceu no dia 25 de dezembro segundo o calendário juliano.


O presidente da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (ATEA), Daniel Sottomaior, enfeita sua árvore com bolinhas em forma de maçã, em referência à lenda de que a queda da fruta teria inspirado Newton no desenvolvimento da lei da gravitação universal.


A comunidade do "Newtal" no Orkut reúne quase 240 usuários, mas os fóruns de discussão só ocorrem mesmo uma vez por ano.


Apesar da contraposição ao Natal, Sottomaior afirma que o feriado religioso acaba não incomodando os ateus por muitos o comemorarem apenas como uma data comercial. Ele também ressalta que "cada ateu tem seu Natal", pois não há doutrinas.


Os cerca de dois mil membros da associação não fazem reuniões, mas atuam em grupo por causas comuns. Um exemplo foi o pedido de resposta da ATEA ao programa "Brasil Urgente" após o apresentador José Luiz Datena afirmar que um crime veiculado na edição do dia 27 de julho demonstrava "falta de Deus no coração".


No começo do mês, o Ministério Público Federal entrou com uma ação civil pública para que a rede de TV Bandeirantes se retrate publicamente pelas ofensas divulgadas contra ateus.


O grupo também ganhou recente destaque na imprensa por tentar veicular campanhas que questionavam a existência de Deus em ônibus de São Paulo, Salvador, Porto Alegre e Florianópolis --sem sucesso em nenhuma das cidades. Para a ATEA, a campanha é provocativa, não ofensiva ou discriminatória.


Com ações como essa, a associação quer chamar a atenção da sociedade para a minoria formada por ateus --cerca de 2% da população brasileira.


Mesmo entre eles, há diferenças. "A associação define como ateu aquele que não tem crenças em deuses e agnóstico como um tipo de ateu que não acredita em deuses por entender a existência deles como uma questão em aberto, que não pode ser negada ou afirmada", explica Sottomaior.


Para ele, o importante é falar sobre o assunto. "Ideias não sofrem, pessoas sofrem, então ideias podem ser discutidas abertamente", defende.


Nota: Devemos respeitar a opinião de todos, mas tem um detalhe que quero destacar, creio que Deus dirigiu esse protesto, pois mais crente em Deus do que Newton é quase impossível.

Assista o vídeo onde Sttomaior explica suas razões, e preste atenção na crítica de como o Natal é encarado atualmente. Concordo plenamente com ele. Precisamos resgatar o verdadeiro significado do Natal. Vídeo Folha.com


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24

dez
2010

Natal é paz - inimigos no altar?

O anjo, porém, lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor. Lucas 2:10, 11


Era véspera de Natal, em 1942. Alemães e aliados haviam feito uma trégua, mas a cidade de Warrington, na Inglaterra, estava às escuras, como se esperasse um ataque aéreo naquela noite fria.


O padre Richard Rochford deveria rezar a missa da meia-noite na Igreja de Saint Mary, e soldados e civis tatearam pelas ruas escuras até chegarem à igreja. Às 23h30 havia lugar apenas nas três primeiras fileiras, que estavam reservadas.


Dez minutos antes de começar o serviço, as portas da frente se abriram e uma fila de prisioneiros alemães e italianos, escoltados por guardas americanos e ingleses armados, marchou pelos corredores e ocupou os assentos vazios.


Pouco antes da meia-noite o padre Rochford ocupou o púlpito e com a voz embargada explicou que, infelizmente, não haveria música de Natal desta vez, pois o organista havia ficado doente. Um suspiro de desapontamento se ouviu na congregação, e então todos ficaram em silêncio.


Nisso, houve certa agitação entre os prisioneiros alemães, e a congregação ficou alerta para ver o que aconteceria. Um prisioneiro se ergueu e falou com um guarda. Então, escoltado pelo guarda, o prisioneiro caminhou até o altar, inclinou-se perante o padre e assentou-se ao órgão.


Um ar de expectativa encheu a congregação. Será que aquele prisioneiro sabia tocar? Ou pretendia criar confusão e mostrar desrespeito?


Mas logo os maviosos acordes do hino "Noite de Paz" encheram o ambiente, deixando os presentes enternecidos. Eles nunca haviam ouvido alguém tocar essa música com tanto sentimento. Era como se o espírito de Cristo estivesse fluindo dos dedos do organista naquela noite, penetrando no coração dos ouvintes.


O organista continuou tocando os belos e tradicionais cânticos de Natal, levando a multidão às lágrimas. E durante todo o tempo, o guarda permaneceu ao seu lado, com o rifle apontado para o seu coração. Não se poderia imaginar uma cena mais contraditória num momento tão solene.


Ele finalmente parou de tocar e voltou para junto dos demais prisioneiros. O padre então se ergueu e disse: "Este jovem prisioneiro de uma nação inimiga demonstrou, hoje à noite, que os verdadeiros laços de amor, que exemplificam o espírito do Natal, são superiores aos conflitos humanos" (H. N. Ferguson).


Que esse espírito reine em seu coração hoje e sempre.


Leia a meditação diariamente: CPB

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23

dez
2010

Cientistas brasileiros criam curativo mais cicatrizante

Um dos desafios de profissionais envolvidos com a recuperação de pacientes com queimaduras é abreviar o tempo de internação para evitar complicações infecciosas. O uso de biocurativos, produzidos a partir de celulose bacteriana - que possibilita a regeneração mais rápida da pele -, é uma das alternativas promissoras.


Pesquisadores do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara, em parceria com a empresa Apis Flora, de Ribeirão Preto, desenvolveram um biocurativo cicatrizante e antimicrobiano à base de celulose bacteriana e extrato de própolis.


O produto foi testado in vitro com ótimos resultados. "O objetivo do biocurativo, feito em forma de película, é atenuar o tempo de tratamento e a dor de pacientes que sofreram queimaduras de primeiro e de segundo graus ou que possuam feridas crônicas", disse Hernane Barud, coordenador da pesquisa.


Os resultados obtidos até agora mostram alto grau de eficiência do produto, principalmente na prevenção do crescimento microbiano e na liberação sustentada de própolis.


Os resultados correspondem à primeira fase do projeto, já concluída com testes in vitro. De acordo com Barud, a novidade do produto é o aprimoramento da celulose bacteriana com a incorporação de extrato de própolis, insumo farmacêutico que já fora avaliado quanto à eficácia pré-clínica e clínica em queimados por Andresa Berretta, pesquisadora responsável da Apis Flora.


"A própolis é um material resinoso e balsâmico obtido pelas abelhas que, associada à membrana, produz uma ação cicatrizante e antimicrobiana. Além de regenerar a pele, o biocurativo consegue matar as bactérias que surgem junto com os ferimentos", explicou o pesquisador, que concluiu recentemente seu doutorado no Instituto de Química da Unesp de Araraquara sobre Materiais Multifuncionais Baseados em Celulose Bacteriana.


A Apis Flora tem patente para o extrato padronizado de própolis e, atualmente, o grupo prepara nova solicitação para o biocurativo com própolis. "Não é qualquer extrato de própolis que apresenta os resultados, mas o que a empresa desenvolveu, avaliou e depositou o pedido de patente", ressaltou Barud.


Segundo Andresa, quando se trabalha com derivados naturais a reprodutibilidade de lote a lote é indispensável para se obter medicamentos. "Nosso grupo já avaliou essas características e tem condições de obter industrialmente lotes reprodutíveis a fim de se registrar um medicamento nos órgãos reguladores", disse.


A membrana de celulose é produzida pela bactéria Acetobacter xylinum, encontrada principalmente nas frutas em decomposição."A vantagem da celulose bacteriana, principalmente a produzida pela A. xylinum, é a elevada resistência mecânica conferida pela rede tridimensional formada por nanofibras de celulose", explicou.


Com o novo biocurativo o paciente em tratamento poderá desempenhar atividades corriqueiras como tomar banho ou ficar exposto ao sol. "Como o produto é impermeável, ele funciona como uma barreira bacteriológica, sem impedir que o ferimento respire", disse.


Liberação controlada


Barud acrescenta ainda que pela transparência e por aderir com facilidade ao leito da ferida, a película possibilitará o acompanhamento constante da cicatrização. Um dos problemas no tratamento de queimados é que o curativo convencional pode provocar lesões todas as vezes que é removido.


"O novo biocurativo poderá ser colocado diretamente na ferida sem necessidade de troca. Além disso, conseguimos desenvolvê-lo com liberação sustentada, ou seja, ele libera própolis lentamente", disse.


A próxima etapa da pesquisa será o teste em animais. Depois de superada essa fase, o biocurativo será testado em humanos. "A meta é produzir o produto em larga escala. A previsão é que dentro de dois a três anos ele seja comercializado", disse Barud.


Participam também da pesquisa os professores Younés Messaddeq e Sidney José Lima Ribeiro, do Instituto de Química da Unesp de Araraquara, além de Andresa Aparecida Berretta, coordenadora de pesquisa na empresa Apis Flora.


Fonte: UOL

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