Portal da Educao Adventista

*Professor Genivaldo *

31

out
2012

Combustível a partir do ar

 

Empresa afirma fazer o que parece ser impossível

 

Se você considera milho um material "estranho" para ser usado na produção de combustível, o que acha de... "ar"? Isso mesmo: representantes da companhia inglesa Air Fuel Synthesis afirmam que serem capazes de produzir combustível a partir de ar - usando um processo que pode reduzir os níveis de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.

 

E como é o "processo milagroso"? Primeiramente, eles misturam hidróxido de sódio (NaOH, conhecido como soda cáustica) com dióxido de carbono, produzindo carbonato de sódio (Na2CO3). Por meio de eletrólise, os cientistas obtêm então uma forma mais pura de dióxido de carbono, que é misturado com hidrogênio para produzir metanol (um tipo de álcool). Finalmente, o material vai para um reator e se transforma em gasolina.

 

Contudo, ainda é um pouco cedo para se falar em "enfrentar a crise energética" com esse processo: em três meses, uma "pequena refinaria" mantida pela companhia produziu apenas cinco litros de combustível. A empresa afirma que tem planos de construir uma estrutura maior nos próximos dez anos, que seria capaz de produzir (teoricamente) uma tonelada de gasolina por dia.

 

"Parece bom demais para ser verdade, mas é real", aponta Tim Fox, da Instituição de Engenheiros Mecânicos em Londres. "É uma pequena planta piloto capturando ar e extraindo CO2 com base em princípios conhecidos. Ela usa componentes bem conhecidos e estabelecidos, mas o que é excitante é que foram capazes de juntar tudo e mostrar que o processo funciona".

 

O custo para se produzir "gasolina aérea" ainda é elevado, e a Air Fuel Synthesis não revelou os possíveis preços do material.[Hypesciense]

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28

out
2012

Pesquisa diz que homem que lava louça é mais feliz

 

Um estudo da Universidade Umeå, na Suécia, comprovou que lavar a louça e ajudar nas outras tarefas de casa faz bem à saúde.



A pesquisa acompanhou a vida de 723 pessoas por 26 anos e concluiu que aqueles que não dividiam as tarefas domésticas com a companheira tinham maiores problemas de saúde. Já os que topavam fazer os serviços, eram mais serenos e felizes.



As mulheres que não são ajudadas se tornam mais vulneráveis às doenças.

Fonte: SRZD - Via Tribuna

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27

out
2012

Consumo moderado d álcool reduz nº d novas células cerebrais

 

 

O consumo moderado ou abusivo de álcool pode diminuir a produção de células cerebrais, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos. Ainda segundo o estudo, o hábito pode prejudicar também a capacidade de aprendizagem e a memória. Os dados são da publicação Neuroscience.
 
Para a pesquisa, Megan Anderson e Tracey J. Shors, em parceria com Miriam Nokia, da Universidade de Jyväskylä, na Finlândia, analisaram roedores que atingiram um nível de álcool no sangue de 0,08%, o limite legal para dirigir nos Estados Unidos. Nesse nível de intoxicação, o número de células nervosas no hipocampo - parte do cérebro onde são produzidos novos neurônios - foi reduzido em cerca de 40% em comparação ao grupo dos abstinentes.
 
Segundo a pesquisa, essa quantidade de álcool não foi suficiente para prejudicar as habilidades motoras ou impedir a aprendizagem associativa a curto prazo. No entanto, de acordo com Anderson, essa diminuição substancial no número de células cerebrais pode ter efeitos profundos sobre a plasticidade estrutural do cérebro adulto a longo prazo. 
 
 
Fonte: Ponto a Ponto Ideias / Terra

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27

out
2012

Podemos confiar no Novo Testamento? Parte 2

 

Assista o segundo programa sobre essa série. Muitas dúvidas que ficou no programa anterior serão sanadas, pois esse era o objetivo.

Aguarde a terceira parte.

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26

out
2012

Grãos na alimentação - fibras poderosas

 

 

Eles são pequenos, práticos para o consumo e fazem muito bem à saúde. Seja in natura ou ingrediente para pães, bolos e até mesmo pratos salgados, os grãos estão cada vez mais presentes na culinária e têm um papel fundamental para promover saúde e bem estar.
 
Além de saborosos, ajudam a reduzir os níveis de colesterol ruim e aumentar o bom, proporcionam mais saúde ao coração e auxiliam no controle da pressão arterial.
 
Entre os grãos mais consumidos e indicados para promover qualidade de vida são: a chia, a linhaça e o grão de bico.
 
Estes alimentos são ricos em ômega-3 e 6 e ácidos graxos que ajudam a combater o colesterol, pois diminui as chances de acumular gordura nas artérias. Dados do Ministério da Saúde informam que 30% da população tem uma alta dose de colesterol, o que representa mais de 77 milhões de pessoas.
 
A nutricionista do Oba Hortifruti, Daísa Pinhal, destaca que o consumo de alimentos específicos, juntamente com hábitos saudáveis, beneficiam a redução do colesterol "ruim" e o aumento do "bom". "Por isso a importância de se introduzir os grãos na alimentação", comenta.
 
Uma dica prática é preparar um mix de grãos e levar em um potinho ao escritório. Misturar aveia em floco com chia, quinoa e linhaça, por exemplo, é ótimo e vai super bem com frutas e iogurte. A quantidade de cada grão pode ser determinada de acordo com o paladar da pessoa. Dessa forma, fica mais fácil e saboroso e ninguém se esquece de consumi-los.
 
Outra forma de consumo é misturar os grãos na hora de preparar os alimentos. Acrescentar aveia a um pão feito em casa, linhaça ao molho da salada e, até mesmo, a chia em bolos ajudam a acrescentar saúde e sabor aos alimentos. Além disso, é uma maneira fácil de fazer com que a família consuma estes alimentos de forma saborosa e prática.
 
Os grãos fazem parte do grupo dos carboidratos, que fornecem energia ao corpo. Neste grupo estão presentes os cereais (arroz, grãos, trigo, milho e aveia), os tubérculos (batatas, mandioca e mandioquinha) e os açúcares (mel e frutose).
 
A nutricionista indica o consumo diário de 5 a 9 porções deste grupo. Cada porção tem em média, 100g. Veja abaixo:
 
Uma porção de Arroz branco cozido - equivale a 4 colheres de sopa
Uma porção de batata cozida - 1 e 1/2 unidade
Uma porção de Cereal Matinal - equivale a 1 xícara de chá
Uma porção de Macarrão Cozido - equivale a 3 e 1/2 colheres de sopa
Uma porção de Pão Frances - equivale a 1 unidade
Uma porção de Purê de Batata - equivale a 3 colheres de sopa
Uma porção de Torrada Salgada - equivale a 4 unidades
 
 
Fonte: Vila Mulher - Via Lake Villas

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23

out
2012

Centenáriode Luiz Gonzaga

Confere aí o especial sobre o Centenário de Luiz Gonzaga

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20

out
2012

Podemos confiar no Novo Testamento?

 

Vamos falar um pouco sobre como a arqueologia e a história têm ajudado a compreender e confirmar a narrativa do Novo Testamento, mas o que é novo testamento?

 

Assista o vídeo.

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20

out
2012

Manteiga e margarina devem ser evitadas.Mas como substituir?

 

Aprenda como substituir manteiga e margarina por alternativas mais saudáveis e saborosas

 

O pãozinho nosso de cada dia pode ganhar acompanhamentos muito mais saudáveis e saborosos do que a manteiga e a margarina. Embora sejam tradicionais e favoritas nas mesas brasileiras, ambas têm o seu lado de vilãs.
 
"A manteiga é rica em gordura saturada. Consumida em excesso, aumenta o risco de doenças cardiovasculares e contribui para a inflamação do organismo", afirma Natália Colombo, nutricionista da NCNutre - Nutrição Funcional Individualizada.
 
Mesmo assim, ela ainda é melhor que a margarina, pois é rica em ácido butírico, que ajuda a prevenir o câncer intestinal, e também é fonte de vitamina A, segundo Bruna Murta, nutricionista da rede Mundo Verde. "Entretanto, deve ser consumida com moderação: três vezes por semana, passando apenas a ponta da faca com manteiga no pão", recomenda.  
 
Já a margarina, segundo as especialistas, não contém nenhum nutriente. "Devido à sua estrutura, não é reconhecida pelo corpo como alimento", observa Murta. Ela explica que a margarina é produzida artificialmente, por meio do processo de hidrogenação de óleos vegetais, para ficar sólida.
 
Este processo acaba formando as temíveis gorduras trans, que ativam reações inflamatórias, bloqueiam substâncias vasodilatadoras, levando ao aumento da pressão arterial, prejudicam o sistema imunológico e aumentam o risco de câncer.
 
Por conta disso, os próprios fabricantes têm buscado recursos para melhorar os seus produtos como, por exemplo, o uso de substâncias que ajudam a absorver o colesterol (os fitoesteróis) ou de processo para reduzir as gorduras trans, chamado tecnicamente de interesterificação.
 
Manteiga de oleaginosas
 
Uma alternativa caseira bem saudável é a manteiga de oleaginosas, feita com castanhas como amêndoas, avelãs ou nozes. O preparo é fácil: basta tostar as castanhas e passá-las num processador até obter uma pasta. A partir daí, vale a criatividade para diversificar os sabores, adicionando mel, cacau em pó ou baunilha, entre outros produtos.
 
"As castanhas possuem uma grande quantidade de gorduras boas, ou seja, ácidos graxos mono e poli-insaturados, além de vitaminas B e E, cálcio, ferro, magnésio e arginina, que ajuda a regular a pressão arterial e melhorar a imunidade", relata Colombo.
 
Ainda, segundo a nutricionista, as oleaginosas são ricas em selênio, que contribui no combate aos antioxidantes, substâncias produzidas pelo organismo que causam o envelhecimento precoce.
 
Outra dica é fazer a manteiga de azeite de oliva extra virgem, incluindo as ervas e os condimentos que preferir.  Este azeite previne doenças cardiovasculares ao diminuir o chamado colesterol ruim e aumentar o colesterol bom. "Além disso, é anti-inflamatório, previne alguns tipos de câncer, ajuda a reduzir a gordura visceral e melhora a saúde da pele, entre outros benefícios", diz.
 
Versão melhorada
 
Para quem não quer mudar radicalmente, a nutricionista sugere a "manteiga melhorada", uma mistura da manteiga tradicional com a mesma quantidade de azeite de oliva extra virgem. "Assim, é possível diminuir os impactos negativos de um produto e agregar os pontos positivos do outro. E quando você acrescenta ervas, adiciona os benefícios delas também".
 
No caso dos azeites, Colombo reforça que o ideal é usar os do tipo extra virgem com acidez máxima de 0,5% a 0,8%, acondicionados em vidros escuros, pois preservam mais a qualidade.
 
Pastas de grão de bico (húmus), de tofu e de soja também são opções saudáveis para acompanhar pães frescos, torradas e bolachas, sugere Murta. Já no preparo de bolos, doces e tortas, a nutricionista recomenda usar óleos vegetais, como os de canola, girassol ou coco, inclusive para untar as formas, pois eles apresentam benefícios semelhantes aos do azeite. A substituição deve ser feita na mesma proporção da receita original.
 
As especialistas lembram que estas trocas favorecem a saúde, mas não têm efeito para quem quer perder peso, uma vez que os produtos substitutos apresentam praticamente a mesma quantidade de calorias da manteiga ou da margarina. Para se ter uma ideia, uma colher de chá de margarina tem 40 calorias.
 

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20

out
2012

Compare nove tipos de pães antes de inclui-los na dieta

 

 

Comer um pãozinho com manteiga no café da manhã é quase uma tradição para os brasileiros. Mais do que gostosos, os pães são ricos em carboidratos. Esses nutrientes são importantes para o funcionamento de corpo e não devem ficar de fora da dieta sem aconselhamento médico.

Sempre que ingerimos carboidratos, eles entram na corrente sanguínea e são absorvidos em diferentes velocidades, dando energia para o organismo funcionar. Quanto maior a velocidade de absorção de seus carboidratos, maior será o índice glicêmico do alimento.

"Todos os tipos de pão são ótimas fontes de carboidratos, responsáveis por dar energia ao corpo. Mas, como o índice glicêmico de cada tipo pode variar, é importante saber qual é a melhor hora para comer cada tipo", diz o nutricionista e personal trainer Vinicius Oliveira, da Academia Forum Exere Fitness. Cada pão também possui uma quantidade de nutrientes específica. Conheça mais essas variações.

Pão branco (normal)

Também conhecido como pão francês ou pão de sal, o pão branco é o mais consumido pelos brasileiros. Ele é feito com farinha refinada de trigo e é rico em carboidratos e proteínas. Como o índice glicêmico é elevado, o pão branco é usado como padrão para medir a glicose nos alimentos. "Ele é o pão que apresenta o maior índice glicêmico e, por isso, não deve ser consumido antes dos exercícios ou de dormir", diz Vinicius Oliveira.

O hábito de consumi-lo na primeira refeição do dia é bastante saudável, segundo o nutricionista. "Quando acordamos, nosso corpo de uma grande ingestão de energia, já que passou várias horas em jejum. Por isso, o pão branco, que contém mais carboidratos, é o mais indicado", comenta. Após um grande gasto de energia, como depois de uma atividade física, comer um pão branco pode ajudar a recuperar a vitalidade.  

Pão integral

O pão integral não é preparado com farinha refinada, o que mantém as quantidades de vitaminas, minerais e fibras dos cereais no pão, tornando-o bastante nutritivo. Mesmo que também tenha carboidratos, as fibras contidas no pão integral desaceleram a absorção de glicemia pelo organismo, o que diminui o índice glicêmico.

"Esse tipo de pão é indicado para antes do treino. Como ele tem grande quantidade de fibras, que fazem o corpo absorver insulina de maneira mais lenta e gradual, garante energia durante todo o treino", explica o nutricionista.

Pão de linhaça

A linhaça é ótima fonte de ômegas 3 e 6, por isso, ela só traz vantagens à sua dieta, além de ser um importante agente antioxidante e renovador celular. Um pão feito dessa sementinha também possui essas caraterísticas. "Ele é rico em fibras e gorduras boas, as insaturadas. Assim, o consumo desse alimento ajuda a melhorar o índice nutricional de nossa alimentação", explica a nutricionista do Dieta e Saúde, Roberta Stella.

De acordo com o nutricionista Vinicius Oliveira, o pão de linhaça, ainda garante ao corpo um aumento de energia e de vitalidade. "A linhaça acelera o metabolismo, o que garante eficácia na produção de energia celular e ajuda a recuperar a fadiga muscular". Por isso ele é uma ótima opção para um lanchinho antes e depois do treino.  

Pão de centeio

Esse pão é o campeão no quesito quantidade baixa de gordura. "O pão de centeio é o que contém menos gorduras e proteínas, sendo uma boa opção para quem não quer mais consumir pão branco ou quer ingerir menos gorduras", diz Vinícius Oliveira. Além disso, ele tem praticamente as mesmas fibras que o pão integral, ajudando no processo digestivo. No entanto, esse pão contém mais carboidratos do que os outros tipos.

Pão de Aveia

Rico em ferro, magnésio, zinco, cobre e proteínas, o pão de aveia é bastante indicado para quem tem problemas em controlar a glicemia, já que a aveia é rica em fibras solúveis, principalmente a beta-glucana, que retarda a absorção de glicose e do colesterol, sendo uma sugestão de pão para hipercolesterolêmicos.

Além disso, assim como o pão integral, a grande quantidade de fibras ajuda a abaixar o índice glicêmico, ideal para quem quer fazer um lanchinho antes de alguma atividade física mais demorada.  

Pão de milho

O pão de milho, diferente do que é feito de trigo, não perde a casca durante o processo de preparação. Por isso, ele é rico em fibras e minerais, como fósforo, ferro, potássio e zinco. Além desses nutrientes, o pão de milho também é rico em proteínas e vitaminas do complexo B. "Ele é uma importante opção para quem tem doença celíaca, já que o milho não contém glúten", diz o nutricionista Vinicius Oliveira.

Pão australiano

Esse pão, feito de farinha de trigo enriquecida com ferro e ácido fólico, tem uma cor escura, que vem da farinha integral, e um sabor adocicado causado pelo estrato de mel usado durante o preparo. É rico em vitaminas, minerais e fibras provenientes da casca dos grãos de trigo.

Pão Sírio

Também conhecido como pão pita, ele é feito de trigo assim como o pão branco, só que contém menor quantidade de gorduras e de carboidratos. Ele é uma boa opção para quem quer variar a dieta sem aumentar a quantidade de calorias e gorduras ingeridas.

Croissant

Croissant - que quer dizer crescente em francês - é aquele pãozinho em forma de meia-lua, feito com massa folhada e grande estrela do café da manhã dos franceses. Essa opção tem mais gorduras e calorias do que os outros tipos e deve ser consumida com moderação, principalmente as versões recheadas.

Fonte: Minha Vida

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20

out
2012

Estudo: alcoolismo encurta expectativa de vida em 20 anos

 

 

Sabe-se que o abuso no consumo de substâncias alcoólicas pode causar dependência e problemas de saúde. Agora, um estudo aponta que também aumenta o risco de morte em relação à população em geral, especialmente entre as mulheres. Um levantamento feito ao longo de 14 anos pelo Institute of Epidemiology and Social Medicine na University Medicine Greifswald, na Alemanha, mostra que os homens dependentes de álcool têm duas vezes mais chances de morrer do que pessoas da mesma idade que não bebem em excesso. Entre as mulheres, as taxas de mortalidade são 4,6 vezes maiores. 
 
"Dados clínicos mostram proporção maior de indivíduos que morreram do que outros da população em geral da mesma idade. Dados específicos para gêneros diferentes são raros, mesmo quando se estudam pacientes. Mas há dois pontos para esclarecer. Primeiro, sabemos que apenas uma minoria de dependentes do álcool é tratada. Segundo, não há evidências dos reais efeitos do tratamento contra dependência sobre as taxas de mortalidade. Queremos saber o quanto o tratamento poderia aumentar a expectativa de vida. Por razões éticas, não dá para controlar isso numa pesquisa", afirmou o professor de epidemiologia e medicina social da entidade, Ulrich John.
 
Ele e a equipe que realizou a pesquisa estudaram prontuários médicos de 4 mil pessoas, selecionadas aleatoriamente, com idades entre 18 e 64 anos. Entre eles, 153 tinham sido classificados como dependentes do álcool e 149 deles (119 homens e 30 mulheres) foram acompanhados clinicamente ao longo de 14 anos. "Primeiro detectamos aumento na taxa de mortalidade. Segundo, descobrimos que a idade média do óbito era de 60 anos para as mulheres e 58 para os homens, cerca de 20 anos a menos do que a média entre a população em geral. Terceiro, ter feito tratamento para curar a dependência não aumentou a expectativa de vida em comparação com os que não fizeram tratamento algum", esclareceu o médico. 
 
"Sabemos que as mulheres tendem a reagir mais a toxinas, como o álcool, do que os homens. Elas também parecem desenvolver doenças ligadas à dependência mais rapidamente", completou. As informações da pesquisa serão publicadas na edição de janeiro de 2013 da revista Alcoholism: Clinical & Experimental Research.
 
 
Fonte: Ponto a Ponto Ideias / Terra

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20

out
2012

Seis dicas para adaptar o corpo ao horário de verão

 

 

As horas a menos para descansar durante o horário de verão geram um desgaste natural, acentuado pela adaptação inicial ao relógio. Uma pesquisa conduzida por laboratórios de cinco países sul-americanos, incluindo mais de 9.250 pessoas do Brasil, mostrou que 46% da população sente algum tipo de desconforto com o começo do horário de verão. "Entre os distúrbios resultantes da mudança estão a dificuldade para dormir e a consequente sonolência pela manhã", afirma o fisioterapeuta e especialista em fisiologia da Universidade Guarulhos (UnG), Renato Costa. 
 
Quando a rotina muda, seu ciclo biológico é alterado e o organismo não consegue se preparar. Resultado: você acorda cansado e não consegue render no trabalho e na escola. Há ainda mais riscos de acidentes de trânsito e no trabalho. Os perigos só desaparecem cerca de duas semanas depois, quando o corpo já teve tempo de se acostumar aos novos horários. Por outro lado, tem gente que atravessa a estação inteira com problemas. Para sofrer menos com o horário de verão, siga as dicas do fisioterapeuta:
 
Mantenha o ritmo mais leve
 
Relaxe no dia em que o horário de verão entra em vigor, evitando indisposição. Pegar leve nos exercícios, realizar atividades que acalmem, como ioga, por exemplo, é uma saída. 
 
Não exagere nas refeições
 
Faça refeições mais leves, que não exijam muito esforço do seu organismo para a digestão. 
 
Durma mais
 
Tente ir para a cama duas horas mais cedo do que o habitual. Provavelmente, você não vai pegar no sono imediatamente, mas o clima calmo prepara o corpo para o descanso. 
 
Não perca tempo
 
Deixe todas as suas coisas arrumadas para o dia seguinte, evitando perder tempo ou passar nervoso antes de sair de casa na segunda-feira.
 
Aproveite para descansar
 
Até sentir que seu organismo está acostumado com a mudança, recuse os convites para sair e voltar tarde demais para casa. No dia seguinte, acordar pode ser muito complicado. 
 
Organize seus horários
 
Pelo menos na primeira semana do horário de verão, fixe horários para todas as suas atividades e tente respeitá-los ao máximo. Isso evita distúrbios de apetite (como fome fora de hora) e um cansaço exagerado. 
 
 
Fonte: Minha Vida

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20

out
2012

Conheça os benefícios da azeitona

 

 

A azeitona, tão apreciada em pizzas, tortas e em diversas outras receitas, é um alimento que, além de saboroso, faz bem à saúde. Segundo a nutricionista Cristiane Mara Cedra, ela possui 75% de ácido oleico, gordura boa para a saúde, que ajuda no controle do colesterol ruim.
 
"O problema é que ela é conservada no sal, o que faz ser necessário um consumo controlado, principalmente por hipertensos e pessoas que estão com orientação de redução do sódio na alimentação", diz ela. Outro fator importante é a quantidade de calorias que possui. Por ser rica em gordura, o consumo em excesso pode levar ao ganho de peso.
 
Ela possui gordura boa para a saúde, ferro, zinco, potássio, silício, vitamina E, C, A, B1 e B2 e um pouco de fibra. "Pela quantidade de gordura boa, protege de problemas cardíacos e controla o colesterol ruim", explica Cristiane.
 
A azeitona também tem ação anti-inflamatória, pois é rica em polifenóis, um importante antioxidante, e, além disso, a gordura boa ajuda no controle inflamatório do corpo.
 
Segundo a nutricionista, tanto a preta como a verde tem as mesmas características, portanto os mesmos benefícios, a diferença é o valor calórico. A azeitona preta tem 249 kcal, em 100 gramas, já a verde tem 300 kcal na mesma quantidade. Ela pode ser consumida todos os dias, de 3 a 4 unidades por dia.
 
 
Fonte: Idmed

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