Portal da Educao Adventista

*Professor Genivaldo *

31

jan
2013

10 Inacreditáveis erros médicos

 

Estudos determinam que uma simples conferência de informações básicas antes de cirurgias pode cortar pela metade o número de complicações cirúrgicas por erro médico.


O objetivo é evitar situações embaraçosas como as que ocorreram abaixo, salvar vidas e evitar muito sofrimento desnecessário.

 

Mas enquanto os doutores resistem em adotar este procedimento simples, você deve se informar ao máximo da sua condição e lembrar constantemente seu médico.


10. A clínica de fertilidade que usou o esperma errado

erro médico

 

Quando Nancy Andrews dos EUA, de etnia hispânica, engravidou através de fertilização "in vitro" ela e seu marido esperavam uma filha. O que eles não esperavam é que a menina fosse negra, já que seu marido é caucasiano. Exames de DNA indicam que os médicos da clínica utilizaram o esperma de outro homen para inseminar os óvulos de Nancy.

 

O casal cria a menina como sua filha desde seu nascimento em outubro de 2004, mas estão processando a clínica e o embriologista responsável. [Daily News]

 

9. Recebeu o pulmão e coração errados

erro médico

 

Jésica Santillán, de 17 anos, recebeu o coração e os pulmões de um doador incompatível. Os médicos Centro Médico da Universidade de Duke parecem não ter feito a verificação de compatibilidade antes da cirurgia. Depois de um segundo transplante para corrigir o erro ela sofreu danos neurológicos e outras complicações que adiantaram o seu falecimento.

 

Jésica tinha sangue tipo 'O' e recebeu os órgãos de um doador tipo 'A'.

 

O hospital assumiu o erro e fizeram um acordo financeiro com a família da menina. Nenhuma das partes pode comentar o caso. [CBS News]

 

8. Testículo de U$ 200 mil

erro médico

 

Benjamin Houghton, um veterano da Força Aérea dos EUA de 47 anos agendou uma cirurgia para remover seu testículo esquerdo por temores de câncer. Mas uma série de erros levou à remoção do seu testículo direito.

 

Quando Benjamin processou o VA Medical Center conseguiu apenas U$ 200 mil por seu testículo perdido. [AC]

 

7. Uma lembrança de 33 centímetros

erro médico

 

Donald Church, de 49 anos, tinha um tumor no seu abdômen quando chegou no Centro Médico da Universidade de Washington, em junho de 2000. Quando ele recebeu alta o tumor havia sido removido, mas um afastador de metal de 33 centímetros de comprimento permaneceu no seu abdômen por engano.

O hospital, que reportou outros quatro incidentes similares entre 1997 e 2000, removeu a peça e pagou U$ 97 mil para Donald. [Seattle Pi]

 

6. Cirurgia cardíaca no paciente errado

erro médico

 

Joan Morris (um pseudônimo) de 67 anos foi admitida para realizar uma angiografia no cérebro. No dia seguinte ela recebeu, por engano, uma cirurgia cardíaca invasiva para um estudo de eletrofisiologia.

 

Depois da angiografia ela foi transferida para o andar errado, e ao invés de retornar para seu leito original e receber alta no dia seguinte ela acabou sofrendo uma cirurgia cardíaca que a colocou em riscos de hemorragia, infecção, ataque cardíaco e derrames.

 

Durante a cirurgia o médico recebeu um telefonema de um colega perguntando "o que você está fazendo com a minha paciente?". Neste momento foi constatado o enorme erro e a paciente voltou para seu leito em condição estável, depois do estudo ser suspenso. [Linking Hub]

 

5. Cirurgia feita no lado errado do cérebro pela terceira vez no mesmo ano

erro médico

 

Foi a terceira vez, no período de um ano, que médicos do Rhode Island Hospital operaram no lado errado do cérebro dos pacientes. O último episódio foi em novembro de 2007 quando os médicos precisaram interromper uma hemorragia intracraniana. Apesar da tomografia mostrar claramente que o problema estava no lado esquerdo da cabeça da paciente o cirurgião começou perfurando o lado direito do crânio da mulher de 82 anos. O erro foi notado logo em seguida e o neurocirurgião prosseguiu a cirurgia no lado correto da cabeça da paciente.

 

Em fevereiro de 2008 ocorreu algo muito similar no mesmo hospital, e em agosto do mesmo ano, um homem de 86 anos morreu três semanas depois que um cirurgião acidentalmente operou no lado errado de seu cérebro. [MSNBC]

 

4. Perna errada é amputada

erro médico

 

Não é nada agradável ter que sofrer a terrível perda de uma de suas pernas por amputação, mas ainda é muito pior quando levam a sua perna boa. Este é talvez o caso mais notórios dos que estão aqui listados e ocorreu quando Willie King precisou amputar uma de suas pernas em 1995, na Flórida, nos EUA.

 

Uma cadeia de erros levou a perna errada a ser preparada para cirurgia e os cirurgiões perceberam o terrível engano no meio do procedimento, quando já era tarde demais.

 

Como resultado a licença médica do cirurgião foi suspensa por seis meses e ele foi multado em U$ 10 mil. O University Community Hospital de Tampa, onde a cirurgia ocorreu, pagou U$ 900 mil para Willie e o próprio cirurgião pagou mais U$ 250 mil.

 

Quando você cobraria por uma de suas pernas? [Find Article]

 

3. Rim saudável é removido no lugar do órgão doente

erro médico

 

No estado de Minnesota, nos EUA, um paciente foi submetido a uma remoção de rim por causa de um tumor maligno. Infelizmente o rim removido foi o saudável.

 

"A descoberta de que este foi o rim errado foi feito no dia seguinte quando o patologista examinou o material e não encontrou evidência de qualquer malignidade", disse o Dr. Samuel Carlson, o médico chefe do Park Nicollet Hospital. O rim potencialmente canceroso permaneceu intacto e funcionando. [Wcco]

 

2. Cirurgia sem anestésico leva homem a sentir cada corte do bisturi

erro médico

 

Um homem de West Virginia, nos EUA, alega que uma anestesia inadequada fez com que um homem sentisse todos os cortes do bisturi do cirurgião, um trauma que sua família acredita ter levado o homem a tirar sua própria vida duas semanas depois.

 

Sherman Sizemore sofreu uma cirurgia exploratória em 2006 para deternimar a causa de suas dores abdominais. Mas durante a cirurgia o homem alegou haver experimentado consciência anestésica, um estado em que o paciente pode sentir dor, pressão ou desconforto durante a operação, mas não pode se comunicar ou sequer mover um músculo.

 

De acordo com a reclamação o paciente recebeu drogas para paralisá-lo, mas não recebeu a anestesia geral que o levaria à inconsciência e tiraria a capacidade de sentir dor. A família do paciente de 76 anos, que era pastor da igreja Batista, disse que o homem tirou sua própria vida por causa da traumática experiência de estar acordado durante a cirurgia, mas incapaz de gritar de dor. [MSNBC]

 

1. Ponte de safena feita em artéria errada

erro médico

 

Dois meses depois de uma operação de ponte de safena dupla, que deveria ter salvado a sua vida, o comediante Dana Carvey, que atuava no Saturday Night Live, recebeu uma notícia deprimente: o cirurgião cardíaco havia operado a artéria errada. O homem de 45 anos, e pai de duas crianças pequenas %u2014 para resolver o problema de um bloqueio que poderia ter tirado a sua vida %u2014 foi encaminhado para outra cirurgia de emergência.

 

Respondendo ao processo de U$ 7 milhões, que Dana iniciou, o cirurgião disse que foi um erro honesto já que a artéria do paciente esta situada em uma posição incomum no seu coração. Mas Dana não viu assim: "É como remover o rim errado. É um erro grande assim", ele disse à revista People. [FDA]

 

Fonte: Hypsciense

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31

jan
2013

Por que a previsão do tempo erra tanto?

 

relampagos

É mais fácil olhar para o céu quando acordamos para ver se o tempo é de chuva, do que acreditar na previsão do tempo do dia anterior de que vai chover, não é mesmo?

 

Se tem uma coisa fácil no mundo, é a previsão do tempo estar errada. Mas, segundo a professora de engenharia mecânica Julie Crockett, da Universidade Brigham Young (EUA), isso pode não ser culpa dos meteorologistas.

 

De acordo com Crockett, os cientistas podem cometer grandes erros porque os modelos que utilizam para prever o tempo não podem controlar com precisão elementos altamente influentes, chamados de ondas internas.

 

Por exemplo, em 2011, meteorologistas de Utah (estado americano) previram uma enorme tempestade de inverno antes do feriado de Ação de Graças (em novembro). Escolas estaduais cancelaram aulas e enviaram as crianças para casa mais cedo para evitar a tempestade - que nunca veio.

 

Crockett explica que ondas atmosféricas internas são ondas que se propagam entre camadas de ar de baixa densidade e de alta densidade. Ondas internas também existem nos oceanos, entre camadas de água de baixa densidade e de alta densidade. Estas ondas, muitas vezes visíveis do espaço, afetam a circulação geral dos oceanos, e fenômenos como a Corrente do Golfo.

 

Ondas são movimentos periódicos que ocorrem em interfaces. Se a coluna de água consiste de uma camada superior e uma camada inferior mais densa, a interface entre as camadas pode estar sujeita ao movimento das ondas. Este movimento, que não afeta a superfície, é um exemplo de ondas internas.

 

Apesar de serem difíceis de descrever, quase todo mundo já viu ou sentiu essas ondas na atmosfera. Por exemplo, padrões de nuvens compostos de linhas repetidas são o resultado de ondas internas, e turbulência de avião acontece quando ondas internas se encontram e quebram.

 

"As ondas internas são difíceis de capturar e quantificar conforme se propagam, depositam energia e se movimentam ao redor", diz Crockett. "Quando os meteorologistas não as contabilizam em pequena escala, o resultado em grande escala se torna menos estável, e, às vezes, um pouco de incerteza é o suficiente para estar completamente errado sobre o tempo".

 

Embora seja impossível dizer com certeza, ondas internas podem ter sido o fator que causou o erro de previsão em 2001 em Utah: elas podem ter causado circulações de vento mais fortes, quebrando a tempestade e fazendo com que nunca se materializasse.

 

"Quando ondas internas depositam a sua energia, podem forçar o vento a ir mais rápido ou mais devagar, de tal forma que podem melhorar os padrões meteorológicos de grande escala ou tipos extremos de eventos", explica Crockett.

 

Ambas ondas oceânicas e atmosféricas internas possuem uma quantidade significativa de energia que pode alterar o clima. Por conta disso, Crockett está estudando seus detalhes, como a relação entre grandes e pequenas ondas internas e a maneira com que influenciam a altitude onde a energia das ondas é depositada.

 

Para acompanhar a energia das ondas, Crockett as gera em um tanque em laboratório, e analisa todos os aspectos de seu comportamento. A pesquisadora quer determinar exatamente como as mudanças climáticas afetam as ondas, e como essas ondas por sua vez afetam o clima. Com base nisto, poderá desenvolver um melhor modelo que permitirá uma melhor previsão do tempo.

 

"Compreender como ondas movimentam energia é muito importante para eventos climáticos de grande escala", afirma Crockett. "Nossa pesquisa é muito importante para este problema, mas não o resolve totalmente".

Fonte: [Science20, Ondas] via Hyspciense

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29

jan
2013

Por que cortar o rabo de seu cachorro é uma péssima ideia

 

original

Existem várias maneiras dos seres humanos compreenderem as intenções e sentimentos dos cães: através de seu latido, da maneira como inclinam a cabeça, do movimento de suas patas dianteiras, e, é claro, da abanação frenética de sua cauda.

 

A maioria dos proprietários de cães sabe ler seus companheiros caninos muito bem, graças a esses sinais. Não é nenhuma surpresa, portanto, que a prática de cortar a cauda de cães (caudotomia) tenha um efeito profundo sobre sua capacidade de se comunicar - e não só conosco, mas também (e principalmente) com outros cães.

 

Um estudo recente publicado na revista PLOS notou que a falta de uma cauda longa pode afetar seriamente a vida social de um cão.

 

Segundo a autora Emily Anthes, esse procedimento bárbaro de cortar vários centímetros da cauda de um cachorro, muitas vezes sem anestesia, pode também dificultar a sua capacidade de transmitir suas intenções para outros cães.

 

Anthes reviu uma pesquisa conduzida por biólogos da Universidade de Victoria, do Canadá, em que os cientistas procuraram por anomalias comportamentais potenciais causadas pelo comprimento da cauda de um cão.

 

Os pesquisadores usaram um cão robótico caracterizando ou uma cauda longa ou curta, e o expuseram a 492 cães em um parque.

 

Além do comprimento da cauda variável, o cão robótico foi feito para abanar a cauda ou mantê-la parada. Assim, há quatro diferentes condições em que o cão robótico foi apresentado a seus "colegas": cauda curta parada, cauda curta abanando, cauda longa parada e cauda longa abanando.

 

Os pesquisadores documentaram e estudaram as várias maneiras que os cães sem coleira interagiram com o cão robô.

 

A primeira coisa que eles notaram foi que os cães menores quase sempre se aproximavam com cautela do cão robô. Já entre cães de tamanhos iguais ou maiores, diversos comportamentos interessantes surgiram.

 

Estes cães eram mais propensos a se aproximar do modelo robótico quando ele tinha uma cauda longa em movimento. Nesse caso, eles interagiram com o robô 91,4% do tempo.

 

Isso faz sentido porque a longa cauda era flexível: o movimento simulado pareceu se assemelhar ao de uma cauda balançando de um cão real. Este tipo de movimento solto é muitas vezes visto um convite para se aproximar, brincar; um sinal social de que o cão com a cauda abanando não é uma ameaça ao outro cão.

 

Por outro lado, um cão com a cauda perfeitamente parada não está emitindo esses óbvios sinais de "vem cá brincar". Os cães de grande porte se aproximaram do cão robô com uma longa cauda parada com uma frequência significativamente menor: 74,4% do tempo.

 

Quando os pesquisadores trocaram a cauda longa pela curta, estas preferências desapareceram.

 

Cães grandes abordaram o robô de cauda curta abanando com quase a mesma frequência que abordaram o cão com a cauda imóvel (85,2% e 82,2% das vezes, respectivamente).

 

Isso sugere que os cães eram menos capazes de discriminar uma cauda que está sacudindo brincalhona de uma cauda parada quando a cauda é curta.

 

A conclusão do estudo é que os sinais transmitidos por diferenças em movimento são mais eficazmente transmitidos pelos cães quando sua cauda é longa.

 

Os cães de grande porte também foram duas vezes mais propensos a pausar enquanto se aproximavam do cão de cauda curta, talvez usando esse tempo para tentar decifrar se deviam continuar se aproximando.

 

Isso significa que os cães ficaram confusos sobre as intenções do cão robótico quando sua cauda era muito curta. Consequentemente, os cães que têm seus rabos cortados estão em uma situação similar - condição que provavelmente induz um estresse e incerteza significativos em suas vidas sociais.

 

Estética = mutilação

 

A caudotomia e outros procedimentos para modificar um cão por motivos estéticos, e não de saúde, não são recomendados.

 

Em 19 de março de 2008, o Conselho Federal de Medicina Veterinária do Brasil proibiu especialistas de realizarem cortes de orelhas para fins estéticos. A caudotomia ainda é possível, embora já seja banida em diversos países, como Áustria, Bélgica, Croácia, República Checa, Estônia, França, Grécia, Hungria, Islândia, Holanda, Noruega, Polônia, Escócia, África do Sul, Suíça e outros.

 

Segundo Mário Marcondes, diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira, a cauda é uma "extensão" da coluna vertebral e é uma parte bastante sensível do corpo do animal, e qualquer corte estético é uma simples mutilação.

 

Embora o padrão de muitas raças recomende o corte (como rottweiler, por exemplo), a caudotomia não é obrigatória. Cães com cauda íntegra podem ter pedigree e participar de exposições do mesmo jeito.

 

Muitos proprietários já estão optando por não fazer a caudotomia, que é o correto, segundo Marcondes, já que devemos considerar o bem-estar do animal antes da estética, além do seu direito de se expressar e se comunicar naturalmente conosco e com a sua própria espécie.

 

Fonte: [io9, Caninest, R7] via Hypsciense

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28

jan
2013

Você beberia carne líquida?

 

Nos Estados Unidos está disponível uma bebida chamada "Carne Líquida" (Meat Water) - uma bebida rica em proteínas com sabores de várias carnes diferentes.

 

Alguns dos "sabores" são "salmão", "bife thai", cheesburguer e goulash húngara.

 

Você substituiria um belo bife por uma água com sabor de carne? Deixe sua opinião nos comentários.

 

Fonte:[Gizmodo] via Hypsciense

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28

jan
2013

Confira 10 dicas para quem quer começar a caminhar ou correr

 

Antes de começar qualquer tipo de exercício é importante fazer um exame médico e obter informações de profissionais de Educação Física

 

Fazer exercícios é muito bom para a saúde e para mente. Mas para aproveitar tudo de bom que uma atividade física oferece é muito importante seguir algumas orientações, evitando assim que o que seria um benefício transforme-se em uma lesão (assista ao vídeo com as opiniões dos especialistas). Para aqueles que querem começar a correr ou caminhar, seguem dez dicas do EU ATLETA:

 

info dez passos eu atleta (Foto: Editoria de Arte/Globoesporte.com)
Fonte: G1 - eu atleta

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28

jan
2013

As 10 (11) cobras mais venenosas do mundo

 

Essa não é uma lista agradável, mas na pior das hipóteses, é útil.


Não desejo que você encontre uma cobra peçonhenta por aí, mas pelo menos agora você vai saber reconhecer as 10 piores delas, e tentar (o máximo que puder) ficar longe.

 

Confira:


1) Cascavel

 

A cascavel é facilmente identificável pelo chocalho na ponta de sua cauda. Elas fazem parte da família da jararaca. Única serpente das Américas dessa lista, a cascavel representa bem seu continente. Surpreendentemente, os filhotes são considerados mais perigosos do que os adultos, devido à sua incapacidade de controlar a quantidade de veneno injetado. A maioria das espécies de cascavel tem veneno hemotóxico, que destrói tecidos, órgãos e causa coagulopatia (interrompe a coagulação do sangue). Cicatrizes permanentes são muito prováveis no caso de uma picada venenosa. Mesmo com tratamento imediato, sua mordida pode levar à perda de um membro ou à morte. Dificuldade em respirar, paralisia, salivação e hemorragias também são sintomas comuns. Mordidas de cascavel, especialmente de espécies maiores, são muitas vezes fatais. No entanto, antiveneno, quando aplicado a tempo, reduz a taxa de mortalidade para menos de 4%.

 

2) Cobra-da-morte

 

Apropriadamente chamada cobra-da-morte, a espécie é encontrada na Austrália e Nova Guiné. Ela caça e mata outras serpentes, inclusive algumas dessa lista, geralmente através de emboscada. Parece bastante com as víboras, já que tem cabeça em formato triangular e corpos pequenos e achatados. Normalmente, injeta em torno de 40 a 100mg de veneno nas vítimas. Uma mordida não tratada da cobra-da-morte é uma das mais perigosas do mundo. O veneno é uma neurotoxina; uma picada provoca paralisia e pode causar a morte dentro de 6 horas, devido à insuficiência respiratória. Os sintomas geralmente alcançam seu auge em 24 a 48 horas depois do ataque. Antiveneno é muito bem sucedido no tratamento de sua mordida, particularmente devido à progressão relativamente lenta dos sintomas. Antes de desenvolvimento do antiveneno, uma mordida da cobra-da-morte tinha uma taxa de letalidade de 50%. Com o ataque mais rápido no mundo, a cobra-da-morte pode ir do chão à posição de ataque (e voltar) dentro de 0,13 segundos.

 

3) Víboras

 

Elas são encontradas em quase todo o mundo, mas sem dúvida a mais venenosa é a víbora serrilhada e a víbora de Russel, encontradas principalmente no Oriente Médio e na Ásia Central (especialmente Índia, China e Sudeste Asiático). Víboras são rápidas e geralmente noturnas, muitas vezes ativas após chuvas. A maioria das espécies tem veneno que causa dor no local da picada, seguido imediatamente de inchaço do membro afetado. A hemorragia é um sintoma comum, especialmente a partir da gengiva. Há uma queda da pressão arterial e da frequência cardíaca. Bolhas ocorrem no local da picada. A necrose é geralmente superficial e limitada aos músculos perto da mordida, mas pode ser severa em casos extremos. Vômito e inchaço facial ocorrem em aproximadamente um terço dos casos. A dor severa pode durar de 2 a 4 semanas. Descoloração pode ocorrer em toda a área inchada, além de extravasamento de plasma para o tecido muscular. A morte por septicemia, insuficiência respiratória ou cardíaca pode ocorrer entre 1 e 14 dias após a mordida, ou mesmo mais tarde.

 

4) Naja

 

A maioria das espécies de naja não entraria nessa lista, mas a cobra cuspideira das Filipinas do Norte é a exceção. Seu veneno é o mais mortal de todas as espécies de naja, e elas são capazes de cuspi-lo até 3 metros longe. O veneno é uma neurotoxina que afeta a função cardíaca e respiratória, e pode causar neurotoxicidade, paralisia respiratória e morte em 30 minutos. Sua picada provoca apenas danos mínimos no tecido. Os sintomas podem incluir dores de cabeça, náuseas, vômitos, dor abdominal, diarréia, tontura, desmaio e convulsões.

 

5) Serpente-tigre

 

Encontrada na Austrália, essa cobra tem um veneno neurotóxico muito potente. A morte por mordida de serpente-tigre pode ocorrer dentro de 30 minutos, mas normalmente leva 6 a 24 horas. Antes do desenvolvimento de um antídoto, a taxa de mortalidade de serpentes-tigre era de 60 a 70%. Os sintomas podem incluir dor localizada na região do pé e pescoço, formigamento, dormência e sudorese seguida por dificuldades respiratórias e paralisia. Essa cobra geralmente foge se encontrada, mas pode se tornar agressiva quando encurralada. Ataca com precisão infalível.

 

6) Mamba-preta

 

A mamba-preta é encontrada em muitas partes do continente africano. Elas são conhecidas por sua agressividade e ataque de precisão mortal. Elas também são as cobras terrestres mais rápidas do mundo, capazes de atingir velocidades de até 20 km/h. Podem atacar 12 vezes seguidas. Seu veneno é uma neurotoxina de ação rápida. A mordida fornece cerca de 100 a 120 mg de veneno, em média, no entanto pode fornecer até 400 mg. Se o veneno atingir uma veia, 0,25 mg/kg é suficiente para matar um ser humano em 50% dos casos. O sintoma inicial da picada é dor local na área da mordida, embora não tão grave quanto de cobras com venenos hemotóxicos. A vítima experimenta uma sensação de formigamento na boca e extremidades, visão dupla, confusão, febre, salivação excessiva (incluindo espuma na boca e no nariz) e ataxia acentuada (falta de controle muscular). Se a vítima não receber atenção médica, os sintomas progridem rapidamente para graves dores abdominais, náuseas e vômitos, palidez, choque, nefrotoxicidade, cardiotoxicidade e paralisia. Eventualmente, a vítima experimenta convulsões, parada respiratória, coma e morte. Sem antiveneno, a taxa de mortalidade da cobra é de quase 100%, entre os mais altos de todas as serpentes venenosas. Dependendo da natureza da picada, a morte pode vir entre 15 minutos e 3 horas.

7) Taipan

 

Essa cobra da Austrália tem um veneno forte o suficiente para matar até 12.000 porquinhos-da-índia. Já foi comparada a mamba-preta africana na morfologia, ecologia e comportamento. Seu veneno coagula o sangue da vítima, bloqueando as artérias ou veias. Também é altamente neurotóxico. Antes do desenvolvimento de antídotos, não havia sobreviventes conhecidos de uma picada de Taipan. A morte ocorre tipicamente dentro de uma hora. Mesmo com o sucesso na administração de um antiveneno, a maioria das vítimas tem uma estadia extensa em cuidados intensivos.

 

8 ) Krait malasiana

 

Encontrada em todo o sudeste da Ásia e da Indonésia, mesmo com antiveneno, 50% das mordidas dessa cobra são fatais. Antes do desenvolvimento de um antídoto, sua letalidade era de 85%. Kraits caçam e matam outras serpentes, mesmo canibalizando outras Kraits. Elas são uma raça noturna, e são mais agressivas sob a escuridão. No entanto, em geral são muito tímidas e preferem se esconder a lutar. Seu veneno é uma neurotoxina, 16 vezes mais potente que o de uma naja. Rapidamente induz a paralisia muscular, seguida por um período de enorme excesso de excitação (câimbras, tremores, espasmos), que finalmente termina em total paralisia. Felizmente, picadas de Kraits são raras devido à sua natureza noturna. Mesmo que o antiveneno for administrado a tempo, a pessoa está longe da sobrevivência garantida. A morte geralmente ocorre dentro de 6 a 12 horas. Mesmo se o paciente chegar ao hospital, levando em consideração o tempo desse transporte, coma permanente e até mesmo morte cerebral por hipóxia podem ocorrer.

 

9) Cobra marrom

 

Como muitas outras, a cobra marrom também prefere morar na Austrália (pensando duas vezes antes de ir pra lá, não?). Não deixe seu nome inócuo lhe enganar: cerca 1/500 gramas de seu veneno é suficiente para matar um ser humano adulto. De sua espécie, é a mais venenosa. Mesmo filhotes podem matar um ser humano. Ela se move rapidamente, podendo ser agressiva em certas circunstâncias. Houve casos em que perseguiu seus agressores e os atacou repetidamente. Seu veneno contém neurotoxinas e coagulantes de sangue. Felizmente para os seres humanos, menos da metade de suas picadas contém veneno, e elas preferem não morder se possível. Apenas reagem ao movimento, então fique muito parado se encontrá-la alguma vez na vida.

 

10) Cobra-de-barriga-amarela ou taipan-do-interior

 

Essa espécie tem o veneno de cobras terrestres mais tóxico do mundo. A produção máxima registrada por uma mordida é de 110mg, o suficiente para matar cerca de 100 seres humanos, ou 250.000 ratos. Ela é 10 vezes mais venenosa que a cascavel, e 50 vezes mais venenosa do que a naja comum. Felizmente, a taipan-do-interior não é particularmente agressiva e é raramente encontrada pelo homem na natureza. Nenhuma fatalidade já foi registrada, embora ela pudesse matar um ser humano adulto em 45 minutos.

 

Bônus: Serpente marinha de bico

 

Essa cobra marinha é encontrada nas águas do sudeste asiático e na Austrália setentrional. É a serpente mais venenosa conhecida do mundo: alguns miligramas de seu veneno são fortes o suficiente para matar 1.000 pessoas. Porém, menos de um quarto de suas mordidas contém veneno; elas são relativamente dóceis. Pescadores são geralmente as vítimas dessas picadas, quando encontram as espécies em redes lançadas ao mar.

 

Fonte: [Listverse] via Hypsciense

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26

jan
2013

Quer salvar o planeta? Pare de comer carne.

 

Quer ajudar o clima? Que tal reduzir o seu consumo de carne?

 

Pelo menos no mundo desenvolvido, esse passo pode ser necessário a fim de estabilizar os níveis atmosféricos de um gás do efeito estufa, o óxido nitroso.

 

O óxido nitroso é o maior contribuinte do homem à destruição do ozônio estratosférico (o "buraco de ozônio"), e o terceiro gás que mais contribui para o efeito estufa, depois do dióxido de carbono e do metano.

 

Cerca de 80% das emissões humanas de óxido nitroso são provenientes da agricultura. Bactérias convertem o nitrogênio encontrado no esterco bovino ou o excesso deixado no solo em gás óxido nitroso.

 

Cada quilo de carne que comemos requer múltiplos quilos de grãos, e cada grão, por sua vez, requer a utilização de fertilizantes contendo azoto, de modo que a quantidade de óxido nitroso liberado por caloria da carne (e lacticínios) é muito maior do que simplesmente comer as culturas (verduras, frutas) diretamente.

 

Parando a mudança climática



Pesquisadores analisaram várias trajetórias possíveis para as futuras emissões de óxido nitroso, inclusive estabilizar os níveis atmosféricos de óxido nitroso deste século. Eles consideraram que alterações às emissões seriam necessárias para atingir esta meta.

 

Uma abordagem para reduzir a quantidade de óxido nitroso emitida é a utilização de azoto de maneira mais eficiente para cada quilo de grãos ou carne produzido. Mas reduzir a demanda por carne também é eficaz.

 

"Se quisermos chegar à redução mais agressiva - o que realmente estabiliza o óxido nitroso - temos que usar todos os itens acima, incluindo mudanças na dieta", disse o pesquisador Eric Davidson.

 

Ele mostrou que seria necessário reduzir o consumo de carne no mundo desenvolvido em 50% para gerir o azoto duas vezes mais eficientemente.

 

Essa análise é consistente com outros estudos, como um relatório de 2006 da ONU, que afirmou que a pecuária contribui mais à mudança climática do que o transporte.

 

Se incluirmos o metano - liberado em grandes quantidades por ruminantes como o gado - e as emissões de dióxido de carbono da produção de fertilizantes, as emissões de gases de efeito estufa provenientes da agricultura e pecuária são ainda maiores.

 

O óxido nitroso é liberado em quantidades muito menores do que o dióxido de carbono e o metano, mas é cerca de 300 vezes melhor em capturar calor, e dura na atmosfera por cerca de 100 anos, de modo que cada uma de suas moléculas contribui muito ao aquecimento climático.

 

Então, a solução é a redução do consumo de carne. Mas isso tem chances de acontecer? Davidson ressalta que, 30 anos atrás, ninguém acharia possível que o tabagismo fosse proibido em bares, ou que o consumo de cigarro diminuísse. Tudo pode acontecer.

 

De acordo com o estudo de Davidson, o consumo anual médio per capita de carne no mundo desenvolvido foi de 78 quilos em 2002 e está projetado para crescer para 89 quilos em 2030. Enquanto isso, no mundo em desenvolvimento foi de 28 quilos em 2002, projetado para crescer para 37 em 2030.

 

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26

jan
2013

Doenças e morte: o verdadeiro mal que a TV causa

 

Venhamos e convenhamos, ninguém nunca afirmou que ver TV era saudável. Porém, só agora os médicos descobriram o quão ruim pode ser.

 

Dados de oito estudos recentes sugerem que, quanto mais você assiste TV, mais propenso fica a desenvolver uma série de problemas de saúde, e mais chances têm de morrer mais cedo.

 

Os estudos incluíram mais de 175.000 pessoas em todo o mundo e, geralmente, duraram entre 6 e 10 anos. Embora a concepção de cada estudo seja um pouco diferente, a maioria controlou uma longa lista de fatores de saúde (como o índice de massa corporal, níveis de colesterol e histórico familiar) em um esforço de identificar o efeito de assistir TV.

 

Segundo os pesquisadores, para cada duas horas adicionais que as pessoas passam coladas na TV em um dia típico, o risco de desenvolver diabetes tipo 2 aumenta em 20%, e o risco de doença cardíaca aumenta em 15%. E para cada três horas adicionais, o risco de morrer por qualquer causa salta para 13%, em média.

 

Segundo o cardiologista Stephen Kopecky, que não participou do estudo, o aumento do risco de doenças ligadas a assistir televisão é semelhante ao que você vê com colesterol alto, pressão arterial ou tabagismo. "A nova análise eleva a importância do estilo de vida sedentário como um fator de risco", afirma.

 

Em todo o mundo, assistir televisão é uma das atividades que levam mais tempo, comparáveis a trabalhar e dormir. Os cientistas dizem que, não importa em que momento da vida você esteja, seja velho ou jovem, ver muita TV não é bom.

 

A conexão entre a TV e doenças não é um mistério. Assistir TV consome tempo de lazer que poderia ser gasto andando, fazendo exercícios, ou mesmo apenas se movimentando. Também tem sido associado a dietas pouco saudáveis, como muito açúcar, refrigerantes, alimentos processados e petiscos (que, talvez não por coincidência, são alimentos frequentemente encontrados em comerciais de televisão).

 

Além disso, alguns estudos sugerem que a postura sentada prolongada, além de seu impacto sobre os hábitos alimentares e exercício físico, pode causar mudanças no metabolismo que contribuem para níveis de mau colesterol e obesidade.

 

"É a síndrome do 'batata de sofá'", dizem os pesquisadores. "Essas pessoas são extremamente sedentárias, passam várias horas em um sofá assistindo TV, são muito passivas e seu gasto energético é muito baixo, mesmo comparado com outros comportamentos sedentários como sentar e ler, ou sentar enquanto dirige", explicam.

 

Os cientistas falam que, hoje, os médicos podem não perceber um aumento dramático de doenças e morte como resultado de assistir TV em excesso, mas o efeito cumulativo pode ter um impacto importante na saúde pública a longo prazo.[CNN] via Hypsciense

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26

jan
2013

Quer um gato de estimação? Pense duas vezes

 

ATENÇÃO AMANTES DOS ANIMAIS: Este artigo aborda simplesmente a perspectiva médica de ter um gato em casa e não promove o abandono de animais. Antes de criticar o artigo lembre-se que ele se baseia em fatos confirmados por anos de pesquisas.


Tentado a comprar aquele lindo gatinho do pet shop? Se você nunca teve um gato talvez queira pensar duas vezes, especialmente se você tem alguma alergia. Mas se você comprar mesmo assim, mantenha ele fora do seu quarto.

 

Ter um gato de estimação na infância pode até proteger contra futuras alergias, mas na vida adulta quase dobram as chances de desenvolver uma reação imunológica - o primeiro degrau antes de começar a espirrar e coçar.

 

Um novo estudo, realizado com milhares de adultos, descobriu que pessoas com outras alergias têm risco extra de reagir mal a um novo felino por perto.

 

"Nossos dados confirmam que adquirir um gato na vida adulta quase dobra o risco de desenvolver sensibilidade ao animal", afirma Mario Olivieri, do Hospital Universitário de Verona. "Portanto, adultos deveriam considerar a ideia de evitar gatos, especialmente aqueles que já são alérgicos a outras coisas ou têm histórico de alergias".

 

Para o estudo, os pesquisadores tiveram contato com mais de seis mil adultos europeus, duas vezes no período de nove anos, para tirar amostras de sangue. Nenhum dos participantes tinha anticorpos para gatos no começo, significando que eles não haviam sido afetados ainda.

 

A sensibilização não leva necessariamente aos sintomas da alergia, mas em muitos casos pode ser um precursor para ela.

 

Cerca de 3% das pessoas que não tiveram um gato em nenhum momento do estudo acabaram ficando com sensibilidade, comparado aos 5% daqueles que tiveram um. Quatro em cada dez dos novos afetados afirmaram ter experimentado sintomas de alergia quando estavam perto de animais, quatro vezes mais do que os que não desenvolveram anticorpos para esse caso. Também ficou confirmado que só ficaram sensibilizados aqueles que deixavam os gatos entrar no quarto.

 

"Se você é um adulto com asma ou alergias, deveria pensar duas vezes antes de ter um gato, e se o fizer, deixá-lo entrar no seu quarto", afirma Andy Nish, um especialista que não esteve envolvido no estudo.

 

Os pesquisadores descobriram também que as pessoas que tiveram gatos na infância apresentaram um risco menor de sofrer os problemas. "Nós pensávamos que ter um gato na infância protegia apenas nesse período, mas o estudo parece indicar que a proteção se estende até a vida adulta", comenta Nish.

 

E ele adiciona. "É notável que os que não deixaram os gatos no quarto não ficaram sensibilizados". Para aqueles que têm um gato e ficaram alérgicos, ele recomenda encontrar uma nova casa para o animal, e depois mantê-lo fora de casa todas as horas.

 

"Se ele entrar ocasionalmente, o seu efeito vai se manter na casa por meses. Se o gato precisa ficar dentro, pelo menos o mantenha fora do quarto e considere lavá-lo pelo menos uma vez por semana", finaliza.
[Reuters] via Hypsciense

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26

jan
2013

Use a banana como aliada na dieta

 

A fruta fornece energia para o corpo e ajuda a afastar o estresse.
 
Quem está fazendo dieta, e por isso mesmo, com um pouquinho de estresse em função das mudanças na rotina alimentar, pode usar a banana como aliada neste período. Além de diminuir a fome, a fruta fornece energia ao corpo, já que possui amido em sua composição. E por ser rica em vitamina B, a banana ajuda a acalmar o sistema nervoso, diminuindo o estresse. 
 
Além dessas vantagens, a banana possui nutrientes que promovem o crescimento de bactérias benéficas no intestino, ajudando a reduzir as toxinas produzidas pelo colón intestinal. 
 
A fruta também estimula o sistema imunológico e, por conter alta concentração de potássio, ajuda no controle da pressão arterial e na prevenção do Acidente Vascular Cerebral (AVC). 
 
Graças à vitamina B6, presente na banana, a produção de serotonina, hormônio do prazer é ativada, diminuindo sintomas de tensão pré-menstrual. Ela diminui também a retenção de líquidos e combate a insônia e depressão. 
 
 
Fonte: Bem Star - via Lake Villas

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26

jan
2013

Comer carne vermelha pode levar à cegueira

 

carne vermelha

Comer muita carne vermelha pode elevar o risco de cegueira em até 50%.

 

Pesquisadores mostraram que, quem consome mais de dez porções de carne vermelha por semana tem bem mais chances de ficar cego, por causa da deterioração da retina, em uma idade mais avançada.

 

Além disso, comer carne branca, de peixe ou frango, pode prevenir o problema. Mas esse tipo de alimento deve ser ingerido pelo menos três vezes por semana.

 

As recentes descobertas são as últimas a fortalecer um elo entre a dieta de uma pessoa e possíveis problemas que surgirão em sua velhice. O problema mais recorrente de perda de visão da Inglaterra, a degeneração macular da retina, foi considerada fortemente conectada à alimentação.

 

A mácula é a região mais central e sensível da retina. É responsável pela percepção de detalhes, imprescindível na leitura, e também é responsável pela percepção das cores.

 

A doença afeta cerca de meio milhão de pessoas, apenas no Reino Unido. Geralmente ela se desenvolve após dos 50 anos de idade, causada pelo crescimento de novos vasos sanguíneos abaixo do centro da retina.

 

Esses vasos vazam, fazendo com que um líquido se espalhe, causando cicatrizes no tecido do olho, incapacitando a visão.

 

Na maioria dos casos, o processo demora anos para que a visão seja completamente perdida. No entanto, há situações extremas, em que o ciclo da doença é completo em apenas alguns meses.

 

As últimas evidências sugerem que eliminar a ingestão de carne vermelha da dieta pode, até mesmo, evitar a doença.

 

Os pesquisadores responsáveis, da Universidade de Melbourne, na Austrália, estudaram 6700 pessoas, de idades entre 58 e 60 anos. Eles compararam as dietas de cada pessoa com o diagnóstico médico que apontava, ou não, se elas sofriam de degeneração macular. [Telegraph] via Hypsciense

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26

jan
2013

10 fatos sobre animais que você provavelmente ainda ñ sabe

 

Há coisas sobre os animais que todos sabem, como o fato de que chitas são rápidas, algumas cobras não são venenosas, golfinhos são espertos...


Mas também existem curiosidades sobre eles menos óbvias.

 

Confira 10 fatos aleatórios sobre a natureza que você provavelmente ainda não ouviu falar:


1 - Insetos têm sangue "alienígena"

 

Na verdade, não é nem sangue, mas algo chamado hemolinfa. Já faz 500 a 600 milhões de anos que os seres humanos e os insetos compartilharam um ancestral em comum, por isso não é nenhuma surpresa que haja algumas diferenças entre os dois organismos.

 

Hemolinfa é à base de cobre, em vez do ferro que corre nas nossas veias, o que lhe dá uma coloração azul ou esverdeada quando é oxigenada. Ela não é usada para transportar oxigênio, no entanto, já que a respiração através da pele é suficiente para as necessidades oxigenais dos insetos.

 

Isso significa que eles têm um sistema circulatório muito mais relaxado. Seus corações batem com muito menos frequência do que o nosso, e podem até mesmo entrar em um estado de repouso para economizar energia. Muitos também têm uma proteína em sua hemolinfa que impede a formação de cristais de gelo.

 

2 - Toupeiras têm peles extremamente moles

 

Acariciar uma toupeira é algo bem fácil. Cada fio individual do seu corpo é incorporado a um saco de fluido, o que permite que se fixem em qualquer direção de encontro à pele, sem nenhum desconforto ou resistência.

 

Essa é uma adaptação muito prática. Como elas vivem em túneis que não são maiores do que o seu próprio corpo, fica muito mais fácil navegar com uma pele maleável. Sua suavidade é conhecida por fazer casacos encantadores. Esse fato, aliado ao seu status de praga na sociedade humana, deixou muitas espécies de toupeira ameaçadas de extinção.

 

3 - Pássaros morreriam no espaço

 

Já levamos animais ao espaço, inclusive cachorros. Nunca pássaros, no entanto. A razão para isso é que eles não sobreviveriam por lá, já que a maioria não consegue engolir. Geralmente, as aves dependem da gravidade para levar comida e bebida ao estômago. É por isso que elas mergulham os bicos na água e, em seguida, levantam a cabeça para deixá-la escorrer.

 

Pássaros no espaço provavelmente morreriam de desidratação, ou afogariam tentando beber. Já tentaram colocar pombos em um avião que voa em longos arcos parabólicos para simular gravidade zero por curtos períodos de tempo, e eles realmente não se deram muito bem.

 

4 - Mariposas têm arsenal antimorcego

 

O morcego é um dos caçadores mais fascinantes e bem documentados do reino animal. Ser um inseto voador noturno, portanto, parece equivaler a uma sentença de morte

.

Mas não é bem assim. O grande problema com a ecolocalização (tática para se localizar ou localizar presas usada pelos morcegos) é que o alvo sabe que você está vindo atrás dele assim que você a usa. Muitas espécies de mariposas aproveitam esse fato a ponto de medir a distância de seu atacante e reagir com mais urgência.

 

Uma das táticas usadas pelos insetos é chamada de "cessação de voo", também conhecida simplesmente como queda. Outros empregam contramedidas. No momento do ataque, os insetos fazem uma série de sons de cliques, confundindo o morcego, fazendo-o errar o alvo 4 de 5 vezes.

 

5 - Axolotls nunca crescem

 

Esse animal é parente da salamandra e cresce até cerca de 30 centímetros. É completamente aquático, vegetariano e vive de 10 a 15 anos. Enquanto seu primo, a salamandra tigre, se parece muito com ele durante sua fase larval, o axolotl nunca cresce e se transforma em uma salamandra de pleno direito.

 

O que é realmente fascinante, porém, é que ele não pode fazer isso. Se utilizarmos iodo para estimular sua tireoide, coisa que ele não pode fazer sozinho por não ter os hormônios necessários, o axolotl pode ser forçado a passar por uma transformação que abandonaria normalmente em algum lugar ao longo do caminho.

 

Infelizmente, o único habitat nativo do axolotl é nas águas ao redor da Cidade do México. Poluição, espécies invasoras de peixes e o fato de que eles são aparentemente deliciosos reduziram seus números para níveis criticamente baixos. Existem mais espécimes em aquários domésticos do que no habitat selvagem.

 

6 - Corujas não são tão espertas

 

É difícil olhar para o rosto de uma coruja e não pensar que ela sabe algo que você não sabe. Isso é verdade, mas essa coisa é como matar e comer roedores com grande eficiência, apenas.

 

Os olhos de uma coruja são muito grandes, mas seu crânio nem tanto. Isto deixa muito pouco espaço para um cérebro que, embora capaz de processar grandes quantidades de dados visuais, não tem poder para pensamento muito crítico.

 

É incrivelmente difícil treinar corujas para fazer as tarefas mais rudimentares. Gary Gero, um treinador de coruja que trabalhou nos filmes de Harry Potter, disse que não sabe de onde a ideia de que corujas são sábias veio, mas certamente não foi um treinador de coruja que inventou isso.

 

7 - Caulerpa taxifolia pode tomar o meio marinho

 

Muitos tanques de peixes vêm com Caulerpa taxifolia, uma espécie saudável e vibrante de algas que produz uma toxina que a torna intragável para quase toda a vida aquática. Isso é ótimo para certas espécies de peixes que gostam de destruí-la, mas ruim para quase todo o resto.

 

Então, o que acontece quando uma planta de crescimento rápido e venenosa entra em um ecossistema onde ela não pertence? Vira uma alga assassina e figura na lista das piores espécies invasoras do mundo.

 

Como ela chegou ao mar Mediterrâneo é uma questão muito debatida. De qualquer maneira, só levou uma década para que cobrisse cerca de 30 quilômetros quadrados no início dos anos 90. Algumas pesquisas implicam que a sua introdução pode até ser globalmente positiva, mas a verdade é que muitas espécies nativas simplesmente não podem coexistir com ela.

 

A parte mais triste é que a invasão foi descoberta cedo, mas o debate sobre quem era o culpado por ela impediu que a situação fosse resolvida, e agora pode ser tarde demais para fazer qualquer coisa além de acompanhar seus efeitos.

 

8 - Jacu-ciganos têm mãos

 

 

 

Jacu-cigano ou cigana é uma ave que tem gosto horrível e cheiro ainda pior, vantagens muito úteis para elas serem deixadas quietas no seu canto. Existem alguns tipos de aves que têm espécies de esporas ou garras em suas asas, mas na cigana, elas realmente têm um propósito.

 

Os pintinhos da espécie são escaladores ativos, utilizando seu par de garras em cada asa para maior aderência conforme escalam árvores. Se caírem, não tem problema, pois sabem nadar muito bem também. Na verdade, a única coisa em que não são tão bons é voar. Um recém-nascido tem que esperar meses antes de estar suficientemente desenvolvido para voar, e os adultos são notoriamente desajeitados.

 

9 - Aranhas saltadoras têm boa noção de profundidade

 

Só porque têm oito olhos, não significa que as aranhas têm boa visão. Claro que isso não é um problema para a maioria das aranhas, uma vez que caçam através de armadilhas, esperando por uma presa inocente, mas no caso de caçadores mais nômades, como a aranha saltadora, o assunto é outro.

 

Somente nos últimos anos os pesquisadores começaram a entender como os olhos da aranha saltadora realmente funcionam. Os dois olhos primários são incrivelmente complexos. Eles são capazes de atingir alguma forma de visão binocular, com retinas compostas de camadas separadas de células sensíveis à luz.

 

Uma imagem que está em foco em uma camada está fora de foco na camada logo acima dela, por isso, comparando a imagem nítida à embaçada, a aranha é capaz de julgar com bastante precisão sua distância. Ela faz isso tão bem que uma empresa japonesa está tentando aplicar o conceito a uma câmera potencialmente capaz de filmar em 3D com uma única lente.

 

10 - Sifonóforos são um e muitos ao mesmo tempo

 

Esse "animal" estranho levanta questões filosóficas importantes sobre o que torna um organismo individual.

 

Os sifonóforos, ou Siphonophora, constituem uma ordem de hidrozoários, uma classe de invertebrados marinhos do filo Cnidaria. Apesar de terem, à primeira vista, a aparência de águas-vivas, são, de fato, colônias de vários membros - os zooides - que podem ser polipoides ou medusoides, morfológica e funcionalmente especializados.

 

Uma das espécies mais conhecidas é a caravela-portuguesa ou garrafa-azul, muitas vezes incorretamente classificada como uma água-viva.

 

Cada um dos zooides é singular dentro da colônia, especializados para determinadas tarefas. Estes zooides são capazes de realizar suas funções por conta própria para o benefício do coletivo, mas devem contar com os outros tipos de zooides para desempenhar as funções que eles não podem. Apesar de todas as coisas que separam cada zooide do resto da colônia, o sifonóforo todo ainda cresce a partir de um único ovo.

 

Então, eles são uma criatura ou muitos? Aqui é onde fica complicado. Olhe longe o suficiente e certamente ele parece e se comporta como um único animal, mas quanto mais perto você o examina, mais diferenciadas as peças se tornam.

 

Como eles pairam diretamente sobre a linha entre colônia e um complexo organismo multicelular, podem conter pistas muito importantes sobre como a evolução superou essa ponte.[Listverse] via Hypsciense

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