Portal da Educao Adventista

*Professor Genivaldo *

31

jan
2012

Descoberta de câncer de próstata em múmia

 

 

A doença foi identificada em uma múmia de 2.200 anos; achado reforça ideia de que a doença tem forte viés genético

 

Uma pesquisadora da Universidade Americana do Cairo (AUC, sigla em inglês) acaba de anunciar a descoberta de uma múmia de 2.200 anos com câncer de próstata. O achado reforça a tese de que a doença pode ser causada principalmente por motivos genéticos, e não ambientais.

 

O estudo, publicado no periódico Internacional Journal of Paleopathology, usou tomografia computadorizada para analisar por dois anos três múmias da coleção do Museu Nacional de Arqueologia em Lisboa. As imagens revelaram que havia lesões na pélvis, espinha e membros próximos, traços indicativos de câncer de próstata metastático, em uma das múmias - um homem que morreu por volta dos 40 anos de idade.

 

A interação entre genética e ambiente é uma das questões principais para a compreensão do câncer. Até recentemente, acreditava-se que a ocorrência generalizada de agentes cancerígenos nos alimentos e no ambiente eram as principais causas de câncer na era industrial moderna. "Estamos começando a acreditar, no entanto, que as causas do câncer podem ser menos ambientais, e mais genéticas", diz Salima Ikram, professora da AUC.

 

De acordo com a pesquisadora, esse é o segundo caso mais antigo conhecido de câncer de próstata. "As condições de vida nos tempos antigos eram muito diferentes. Não havia poluentes ou alimentos modificados, por exemplo, o que nos leva a crer que a doença não é necessariamente ligada apenas a fatores industriais", diz.

 

Um comunicado da AUC afirma que o caso mais antigo de câncer de próstata conhecido diz respeito ao esqueleto de um rei da Rússia, de 2.700 anos de idade.

 

Fonte: Veja

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29

jan
2012

ORIGEM DA EXPRESSÃO MINEIRA "UAI"

 

O jeito típico do falar do povo mineiro já foi alvo de comentários jocosos. Não é difícil encontrar a imagem do mineiro matuto, que masca capim, enquanto faz construções gramaticais erradas e corta as palavras ao meio. Identificar estereótipos formados pelo senso comum e apontar características genuínas do modo de falar dos mineiros é "A construção de um dialeto: o ´mineirês´ belo-horizontino.

 

Nó! Mas que trem bom, uai!

 

A interjeição uaí, uma das mais associadas ao modo de falar dos mineiros.

 

Os bons dicionários e gramáticas do ramo costumam dizer da expressão uai, com pequenas variações, mais ou menos o seguinte: trata-se de uma interjeição usada para exprimir surpresa, espanto, susto, impaciência, terror ou admiração, ou ainda para reforçar o que se disse antes; que é usada no Brasil, sobretudo em Minas Gerais, e também em Portugal, na ilha dos Açores, onde equivale a duas outras interjeições: «Ah!» e «Oh!»

 

Uma interjeição, «é uma espécie de grito com que traduzimos de modo vivo as nossas emoções». Muitas vezes, são formadas por onomatopé(e)ias (o nome dado àquelas tentativas de fazer com que a palavra imite um som).

 

Acredita-se que a origem do «uai» estaria na fusão das interjeições opa! (ou upa!) ôi ai, que aparecem assim juntinhas, por exemplo, na página 353 de Sagarana, o grande (em todos os sentidos) romance do escritor mineiro João Guimarães Rosa.

 

A essa hipótese podemos juntar outra. A que, um professor mineiro, defendeu no V Congresso de Ciências Humanas, Letras e Artes, realizado na Universidade Federal de Ouro Preto, em Agosto de 2001.

 

Segundo ele, tudo começou quando um vilarejo chamado Gongo Soco, onde se explorava ouro, foi comprado pela "Imperial Brazilian Mining Association", o que resultou na instalação da primeira empresa britânica em Minas Gerais. Durante as quase três décadas, de 1824 a 1856, em que os ingleses ali estiveram Gongo Seco, afirma o professor, foi transformado numa autêntica vila inglesa. E passo a citá-lo:

 

«Pode ser atribuída ao convívio com esses e outros ingleses que residiram na província a utilização por parte dos mineiros da interjeição "Uai!" (que exprime surpresa e/ou espanto), a qual possui semelhanças fonéticas e semânticas com o vocábulo "Why" utilizado na língua inglesa com o mesmo sentido do nosso "por quê?", ou como interjeição, assumindo, neste caso, o mesmo sentido do Uai mineiro. Notemos que o Uai mineiro e o "Why" britânico possuem a mesma representação fonética; e notemos ainda que o Uai é a expressão da língua portuguesa falada no Brasil que mais se relaciona com a identidade mineira.»

 

Os ingleses foram embora, mas o Uai nacionalizou-se. Ou melhor, mineirizou-se. Segundo o prescrito nas noções de Minerês para "estrangeiros", «Uai é indispensável, significa nada e tudo ao mesmo tempo. Tudo "depende do contexto e da entonação.»

 

Entretanto, existe outra versão do UAI:

 

O material foi publicado no Jornal Correio Brasiliense.

 

O berço da expressão popular dos mineiros "UAI".

 

Segundo o odontólogo Dr. Sílvio Carneiro e a professora Dorália Galesso, foi o presidente Juscelino Kubitschek. '. quem os incentivou a pesquisar a origem. Depois de exaustiva busca nos anais da Arquidiocese de Diamantina e em antigos arquivos do Estado de Minas Gerais, Dorália encontrou explicação provavelmente confiável.

 


Os Inconfidentes Mineiros, patriotas, mas considerados subversivos pela Coroa Portuguesa, comunicavam-se através de senhas, para se protegerem da polícia lusitana. Como conspiravam em porões e sendo quase todos de origem maçônica, recebiam os companheiros com as três batidas clássicas da Maçonaria, nas portas dos esconderijos. Lá de dentro, perguntavam:


Quem é?


E os de fora respondiam: UAI - as iniciais de União, Amor e Independência.

 

Só mediante o uso dessa senha a porta era aberta aos visitantes.

 

Conjurada a revolta, sobrou a senha, que acabou virando costume entre as gentes das Alterosas. Os mineiros assumiram a simpática palavrinha e, a partir de então, a incorporaram ao vocabulário quotidiano, quase tão indispensável como tutu e trem. Uai, sô...

 

Fonte: OI

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29

jan
2012

Por que a Holanda também é chamada de Países Baixos?

 

 

Porque mais de um quarto do país está abaixo do nível do mar. E por que não seria então País Baixo, no singular? É que a Holanda é dividida em 12 províncias, que seriam os tais países, no plural. Duas dessas províncias - chamadas de Holanda do Norte e do Sul - acabaram virando sinônimo de toda a região em alguns idiomas, como o português e o espanhol.

 

"Isso aconteceu porque essas duas províncias dominaram por muito tempo a históriado país. Lá ficam os grandes portos e os navios que viajavam para o exterior carregavam consigo o nome da região", diz o holandês Martinus Feliz Mertens, assessor da Embaixada dos Países Baixos no Brasil. Mais curioso que a confusão a respeito dessas terminologias é a luta dos holandeses contra a ingrata geografia do país. Até o século XIV, parte do que é hoje a Holanda estava submersa. A introdução dos moinhos de vento, símbolo do país, trouxe a tecnologia necessária para drenar enormes áreas alagadas - as grandes pás captavam a energia do vento e com ela acionavam bombas de sucção. Isso, aliado à construção de diques, permitiu o aumento do território habitável. Em janeiro de 1953, os diques que protegiam o sudoeste dos Países Baixos se romperam após uma violenta tempestade, combinada com marés altas. Cerca de 150 mil hectares de terra foram inundados e 1 800 pessoas morreram.

 

O país então desenvolveu o Plano Delta, que reforçou e aumentou diques, além de construir barragens para proteger a Holanda da baixa altitude em relação ao mar.

 

Fonte: ME

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29

jan
2012

Dica para o verão: sucos refrescam a cuca e melhoram a saúde

 

 

Uma boa sugestão para os dias quentes de verão é consumir sucos de frutas, que além de "esfriar" o corpo, ainda hidratam, nutrem e previnem doenças. "Estas bebidas trazem bem-estar e quando preparadas de forma correta, proporcionam muita saúde", ressalta a nutricionista Patrícia Ramos.

 

A especialista recomenda três copos diários de sucos, o que garante a ingestão de vários tipos de vitaminas. "Alguns sucos de frutas são calóricos, como o de laranja, que apresenta 140 Kcal por copo. Mas, mesmo assim, o seu consumo é indicado por ser energético".

 

Outra dica importante é consumir o suco logo após o seu preparo, pois a partir de 15 minutos a bebida inicia o processo de oxidação e passa a perder suas vitaminas.

 

"Se não há opção do suco natural, escolha os de poupa. Apesar de ser industrializado e ter menos nutrientes e vitaminas, ele é mais saudável do que um refrigerante. Então, aproveite o calor e abuse da bebida", conclui Patrícia Ramos, nutricionista e coordenadora do Serviço de Nutrição e Gastronomia do Hospital Bandeirantes.

 

Veja, abaixo, uma boa sugestão da bebida.

 

Suco Melancia Refrescante


Ingredientes:

-  2 xícaras (de chá) de melancia em cubos e sem sementes;

- 1/2 xícara de água;

- 1 colher (de sopa) de hortelã picada;

- Açúcar ou adoçante a gosto.

 

Modo de preparo:

 

- Bata todos os ingredientes no liquidificador.

 

Sugestão:

 

- 2 Acrescente algumas cerejas no suco que irá deixá-lo com sabor especial;

- Decore o copo com raminhos de hortelã;

- Você pode reservar uma parte do suco e congelar em forminhas de gelo para utilizar em substituição ao gelo no suco;

- A água desta receita pode ser substituída por água de coco.

 

Fonte: LV

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29

jan
2012

Série mito ou verdade: Cebola para prevenir o câncer de mama

 

 VERDADE

 

 

 

 

 

 

 

imageEm pesquisa realizada na Faculdade de Medicina de Besançon, na França, 345 pacientes que foram diagnosticadas com câncer de mama realizaram um questionário sobre a frequência com que consumiam alguns alimentos, além de escrever um diário com tudo o que comeram por seis dias. A pesquisa revelou que os riscos de desenvolver a doença eram menores para quem consumia cebola. "O alimento tem substâncias bioflavanóides que atuam junto com a vitamina C e tem ação anti-oxidante, isto é, combate os radicais livres que envelhecem as células e previnem uma série de doenças", explica Madalena Vallinoti, diretora do Sindicato de Nutricionistas.

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29

jan
2012

Calvino contra Obama

 

Barack Obama, um vencedor querendo ajudar os perdedores  Foto: Getty Images

Barack Obama, um vencedor querendo ajudar os perdedores
Foto: Getty Images

O presidente Barak Obana colocou como uma das prioridades do seu governo fazer aprovar o Medical Care, um sistema de previdência que cubra os gastos com a saúde da parte mais pobre da população norte-americana. Todavia, mesmo sendo os Estados Unidos a única nação rica do mundo destituída de um sistema previdenciário publico, continua havendo uma enorme oposição ao seu projeto. Qual seria o motivo disto?

 

A doutrina calvinista da predestinação


'Deus eterno, que é conhecedor do escondido ...sabe absolutamente de antemão que os bons haverão de ser bons por sua graça e ... haverão de receber os prêmios eternos e previu que os maus haveriam de ser maus por sua própria malícia e haveria de condená-los com o castigo eterno da justiça.' (Concilio de Valence, 855)


Quem deveria habitar o Reino dos Céus? Para Cristo a resposta era clara: 'os pobres de espírito', os até então deserdados da terra veriam que as portas celestiais se abririam para eles desde que, entre outros quesitos, reconhecesse a indiscutível soberania do Senhor. Os ricos, ao revés, estavam de antemão banidos. Como ele demonstrou na parábola do camelo e da agulha era impossível a alguém endinheirado chegar ao patamar divino.

 

Foi exatamente contra isto que Jean Calvino, o famoso reformador de Genebra ¿ cidade suíça na qual instaurou uma republica teocrática em 1536 e cujo quinto centenário do nascimento registrou-se neste ano de 2009 - se revoltou. Não lhe pareceu lógico que Deus concedesse a um individuo em vida todas as facilidade possíveis ( bom posicionamento social, sucesso profissional, excelência matrimonial e bem estar material) para depois jogar a alma dele nas profundezas perversas do inferno, condenando-a a suplícios atrozes.

 

E como aceitar como pertinente a esta estranha lógica divina que indivíduos que nada contribuíam para a riqueza social, que em geral eram um estorvo, materialmente miseráveis vivendo de esmolas e da caridade pública, intelectualmente limitados, fossem herdar a melhor parte do céu? Havia algo de errado nesta proposição vinda dos Evangelhos.

 

Os ricos e bem situados é quem são os eleitos


Para Calvino dava-se o contrário. Pela sua Doutrina da Predestinação, inserida no seu 'Instituto da Religião Cristã', livro que se tornou o catecismo do calvinismo militante, também de 1536, estar bem na vida, próspero e feliz, já era um sinal evidente que Deus estava reservando para aquela pessoa uma situação melhor ainda no Além. Na teologia de Calvino invertia-se o propósito de Jesus Cristo: quem alcançava o Reino dos Céus eram os bem situados.

 

Quando os 'Pais Fundadores' dos Estados Unidos da América emigraram para o Novo Mundo nos começos do século XVII, trouxeram com eles a Doutrina da Predestinação de Calvino e a consequente concepção da divisão da sociedade entre os winners ( os vencedores, isto é, os predestinado por Deus) e os losers (os perdedores, os que estavam marcados para o fracasso).

 

Para eles a pobreza era um estigma, um sinal evidente que o Senhor havia abandonado os mal-sucedidos na vida, sendo um absurdo supor as almas deles, dos 'perdedores', bem acomodadas no Outro Mundo. De fato, o verdadeiro lugar deles estava reservado no inferno. Por igual, se soma na resistência de boa parte da sociedade contra a extensão da previdência aos pobres a inexistência nos Estados Unidos de um partido social-democrata no molde dos europeus. Papel que por ora é representado palidamente pelo Partido Democrata, o partido do presidente Obama, mas sensível às causas sociais e aos apelos de igualdade.

 

Fonte: Voltaire Schilling - Terra

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29

jan
2012

Aranhas-saltadoras usam luz verde para enxergar objetos

 

Sistema de visão baseado em diferenças de foco é único no mundo animal.

 

Cientistas da Universidade da Cidade de Osaka, no Japão, estudaram uma espécie de aranha-saltadora (Hasarius adansoni) e descobriram que o animal possui um sistema baseado na luz verde para enxergar em profundidade e conseguir saltar sobre as presas.

Humanos conseguem saber a distância dos objetos ao ajustar constantemente a grossura do cristalino -- uma lente dentro do olho que permite a projeção das imagens na retina. Outros animais movimentam a cabeça para poder estimar quão longe um objeto está em um processo conhecido como paralaxe do movimento.

 

Já a espécie de aranha-saltadora estudada pelos japoneses não utiliza nenhuma dessas opções para ver as presas. Segundo os pesquisadores, elas usam um sistema de visão que se baseia em duas versões para uma mesma imagem: uma borrada e outra nítida.

 

Essa espécie de aranha possui quatro pares de olhos, dois deles voltados para frente. No experimento, os pesquisadores taparam os olhos laterais. Isso não impediu as aranhas de enxergar os objetos que eram mostrados pela equipe.

 

Aranha-saltadora captura presa. (Foto: Ajay Narendra)
Aranha-saltadora captura presa. (Foto: Ajay Narendra)

Ao analisar as camadas que formam a retina de um dos olhos frontais das aranhas, os cientistas descobriram que aquela região não consegue "focar" direito a luz verde. Quando elas observam um objeto, partes da imagem em foco e outras, ligadas à luz verde, aparecem desfocadas.

 

Essa diferença permite as aranhas identificarem os objetos. A prova é que o desempenho delas para caça é bem melhor quando submetidas a um ambiente com luz verde. Os cientistas realizaram um teste iluminando as aranhas com luz vermelha: o resultado foi um "desastre" nas tentativas de acertar a presa, com as aranhas quase sempre errando o alvo.

 

Fonte: G1

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29

jan
2012

Reflexão do dia: O Nascimento que Mudou o Mundo

 


Mas o anjo lhes disse: "Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas-novas de grande alegria, que são para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador, que é Cristo o Senhor." Lucas 2:10, 11


A partir de qual grande evento se calcula o período de toda a história? Há muitos anos, W. H. Fitchett registrou a clássica resposta: "O nascimento de um judeu, que era um camponês numa província obscura numa época distante; que não escreveu nenhum livro, não fez nenhuma descoberta, não inventou nenhuma filosofia, nem construiu nenhum templo; um camponês que morreu quando, pelo modo que homens enumeram vidas, Ele havia mal alcançado sua idade produtiva, e morreu a morte de um criminoso. [...] O tempo civilizado, no entanto, é marcado pelo nascimento deste judeu! Os séculos carregam Sua assinatura, e os anos modernos são marcados por consentimento universal como o 'Ano do Senhor'. [...]


"A cada manhã todos os jornais do mundo civilizado [...] reajustam a data de acordo com o Seu nascimento. Cada ano que chega é batizado com o Seu nome. Os calendários e as atas do Parlamento, os negócios, a política e a literatura - a própria data que escrevemos no cheque e nas cartas - tudo é ajustado inconscientemente à cronologia da vida de Cristo. Deixar uma assinatura humana no tempo, colocar um nome humano à frente dos séculos apressados, é uma grande façanha. César não conseguiu, nem Shakespeare ou Newton. A genialidade é inútil para realizar tal tarefa; a espada é inútil; a riqueza é inútil. Mas esse judeu conseguiu. [...]


"A espada de nenhum imperador jamais cortou o tempo de forma tão profunda que o deixasse marcado para sempre. [...] Apenas um nome sobrevive; apenas uma imagem é visível através do amplo espaço do tempo.


"O Filho encarnado de Deus, o Verbo que Se fez carne e que entrou na história deste mundo a fim de remodelá-la - é justo que a Ele todos os anos prestem a homenagem inconsciente de carregar o Seu nome. O calendário cristão representa o selo da realeza de Cristo no próprio tempo. Crer que um impostor remoto, numa província esquecida de um império arruinado, colocasse a Sua assinatura de forma tão profunda no tempo a ponto de influenciar todos os séculos a carregar Seu nome é o mesmo que crer que uma criança, com sua caixa de lápis de cor, pudesse mudar a coloração de todos os oceanos!" (The Unrealized Logic of Religion, p. 16-26).


Jesus, entra em minha vida e me transforma hoje.

 

Leia a meditação diariamente CPB

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28

jan
2012

Jesus Aboliu as Leis de Saúde do AT?

 

Desde a Criação, Deus demonstra o interesse de que o homem tenha uma alimentação saudável e eficaz, visando suprir as necessidades calóricas diárias. Vemos que o alimento destinado ao homem era o mais natural possível, constituído apenas de produtos de origem vegetal - sementes, frutas, castanhas (cf. Gên. 1:29; 2:8-9). Era propósito de Deus que o ser humano tivesse uma alimentação natural, por ser de melhor qualidade - como a Ciência já comprova amplamente em nossos dias; basta ver a grande incidência de doenças entre as comunidades consumidores de grande quantidade de produtos de origem animal.



Após o dilúvio, devido à escassez de alimentos vegetais, o Senhor permitiu que o homem comesse carne, que deveria durar apenas um período curto de tempo, mas que se transformou no principal alimento da humanidade.



Para evitar uma maior contaminação por doenças, o Senhor determinou algumas diferenças entre os animais limpos e imundos, evitando que Seu povo padecesse de toda a sorte de enfermidades que afligiam as outras nações. Esta diferenciação entre os animais pode ser vista em detalhes em Levítico 11 (porém, muito antes de Moisés, já se conhecia esta diferença, evidenciado no relato da arca de Noé e, até mesmo, no sacrifício oferecido no Éden após o pecado).



O resumo desta "lei" é o seguinte:


1. Não deve ser ingerida carne de animais terrestres que não sejam ruminantes e que não tenham a unha fendida e o casco dividido em dois (v. 3). Aqui se enquadram o porco, o cavalo, o cachorro, o gato, etc.

2. Não deve ser ingerida a carne de animais aquáticos que não tenham barbatanas nem escamas (v. 9). Por exemplo: camarão, lagosta, caranguejo (e demais crustáceos), bagre, tubarão, baleia, etc.



Esta não era uma lei "cerimonial", mas sim alimentar. Por isso, sua validade independe do sacrifício de Cristo. Afinal, não podemos crer que Jesus derramou Seu precioso sangue na cruz para que o porco se tornasse um animal limpo... Pena que alguns crêm nesse absurdo!


Aqueles em nossos dias que não conseguem se libertar dos "vícios" alimentares, tentam acalentar a consciência com textos bíblicos isolados de seus respectivos contextos. Vejamos alguns destes textos que tais pessoas gostam de citar:


a) "não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem" - Mat. 15:11.
O que Jesus estava condenando era a hipocrisia dos fariseus em buscar, nos detalhes das tradições (por eles inventadas), os motivos para O acusarem de alguma coisa (cf. vv. 1-2).
Não estava em jogo o assunto de alimentos imundos, mas o ato de lavar ou não as mãos todas as vezes que fossem comer, e isto era realizado com um verdadeiro ritual pelos fariseus mais "tradicionais".



b) "Comei de tudo o que se vende no mercado, sem nada perguntardes por motivo de consciência... Se algum dentre os incrédulos vos convidar, e quiserdes ir, comei de tudo o que for posto diante de vós, sem nada perguntardes por motivo de consciência" - 1Co 10:25-27.
Paulo não está tratando aqui de animais limpos ou imundos, pois os imundos ele sabia que não deveria comer (Atos 22:3; Filip. 3:4-6). O que o apóstolo dos gentios está orientando aos discípulos é com relação aos animais sacrificados aos ídolos (v. 28).


Quando se ofereciam sacrifícios nos templos dos ídolos, com freqüência se vendiam partes desses animais no mercado, e como essa carne não se separava das outras carnes que ali também se vendiam, um cristão podia comprar, sem sabê-lo, carne que se ofereceu a ídolos. O conselho do apóstolo é: esta carne (oferecida a ídolos falsos) poderia ser comprada sem inconvenientes pelos cristãos, a não ser que a carne não fosse de acordo com os ensinos bíblicos de distinção de animais.



c) "que proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade, pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável, porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificado" - 1Tm 4:3-5.
Aqui se refere às influências e tendências ascéticas que se difundiam na igreja. Os partidários disso consideravam por razões cerimoniosas e rituais que era espiritualmente desejável a proibição completa de certos alimentos. A admoestação possivelmente inclua a proibição de certos mantimentos em determinados dias religiosos.
Não se deve achar que Paulo está abolindo com estas palavras a distinção que se faz no AT entre comidas "limpas" e "imundas" (ver Lev. 11). Deve notar-se, acima de tudo, que Paulo especificamente limita suas observações àquelas coisas criadas por Deus para serem usadas como "mantimentos" (cf. v. 3). Deus explicou na criação o que devia usar o homem como alimento. Esta prescrição não incluía carne de nenhuma classe, nem mesmo todo tipo de vegetais (cf. Gên. 1:29, 31). Todas as coisas foram criadas para um diferente propósito, e eram "boas" para o fim dado pelo Senhor, isto é, eram perfeitamente adaptadas para cumprir o plano de Deus para elas. Depois do dilúvio, Deus permitiu o consumo de carnes "limpas", mas proibiu de forma específica o comer carnes "imundas". Em nenhuma parte da Bíblia se diz que Deus tirou esta proibição, pelo contrário, ela afima que Ele NÃO MUDOU (cf Malaq. 3:6; Tiago 1:17)



Clique aqui e veja um profundo estudo sobre as declarações de Paulo em 1Tim 4.



Um dos textos mais mal compreendidos é Atos 10.


Alguns querem insistir de que nesta passagem há uma "revelação" do Senhor sobre a liberação para se comer qualquer tipo de carne. Analisemos o texto...



Atos 10


vv. 9-16 - o apóstolo Pedro recebe uma visão celestial, na qual lhe é apresentado um objeto semelhante a um lençol, repleto de toda forma animal. Como estava em um momento de fome (v. 10), Pedro é orientado a matar e comer (v. 13). Tal ordem causa espanto ao apóstolo, pois ele sabia das proibições bíblicas acerca dos alimentos imundos (v. 14). Na visão, Pedro recebe a advertência de que "o que Deus purificou" ele não deveria considerar imundo (v. 15). Isso se repetiu por três vezes (v. 16).



Qual o significado desta visão?



A maioria esmagadora dos cristãos crê que se trata de uma clara desconsideração divina para a questão dos alimentos imundos. Baseados nesta passagem, muitos acreditam que podem comer porco (como o da feijoada da foto acima, que ilustra esta postagem), crustáceos, etc., sem estarem infligindo qualquer ordem do Senhor. Mas será esta a interpretação correta? O texto está REALMENTE falando de alimento? Vejamos...



Logo em seguida à visão, Pedro recebe a visita dos mensageiros enviados pelo gentio Cornélio (vv.17-22). Pedro fica relutante em ir com eles, pois ele não estava muito acostumado a tratar com gentios, sendo um dos que mais acreditavam na validade do tradicionalismo judaico para os novos convertidos (cf. Gál. 2:11-21). Pedro leva alguns discípulos consigo, e vai ao encontro de Cornélio. Lá o apóstolo percebe o sentido REAL da visão que Deus lhe havia dado:



v. 28 - "a quem se dirigiu, dizendo: Vós bem sabeis que é proibido a um judeu ajuntar-se ou mesmo aproximar-se a alguém de outra raça; mas Deus me demonstrou que a nenhum homem considerasse comum ou imundo".



Pedro entendeu claramente que a visão do lençol de animais nada tinha que ver com alimentação. O propósito de Deus era preparar a mente do apóstolo para a realidade da conversão de gentios ao Evangelho.



Nos vv. 34-35 Pedro define a beleza do princípio que o Senhor o ensinou através da visão: "Então, falou Pedro, dizendo: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que o teme e faz o que é justo lhe é aceitável".



Vemos que a Bíblia não está tratando do tema da alimentação em Atos 10, mas da distinção preconceituosa de seres humanos, que também eram separados em "justos" e "imundos", do mesmo modo que os animais.



Usar Atos 10, ou qualquer outro texto distorcido, para defender o hábito antinatural e doentio de comer todo tipo de carne, em rebeldia aos claros ensinos bíblicos, é uma profunda desconsideração para o trabalho do Espírito Santo, outorgado para levar o homem a convencer-se de sua condição rebelde e pecadora, e voltar-se para a direção de Deus (cf. João 16:8).



A questão da alimentação não é uma "tábua de salvação", ou seja, não é a abstenção de alimentos imundos que nos torna mais justos diante de Deus. Porém, uma vez que nosso corpo é o "templo" ou "santuário" do Espírito Santo, é necessário tomar todo o cuidado para não contaminar tal templo, e esta preocupação se dá através de reconhecer, aceitar e viver as orientações que o Senhor zelosamente revelou em Sua Palavra acerca desse tema (cf. 1Cor. 6:19-20).



Os Adventistas têm sido abençoados grandemente por viverem uma vida em conformidade com a Palavra de Deus (e a Imprensa está constantemente mostrando isso ultimamente), mesmo em questões impopulares e ridicularizadas, como o é o assunto da alimentação em nossos dias, principalmente no meio "evangélico". Pena que até mesmo pessoas envolvidas com a "Nova Era" e outras correntes filosóficas orientais (sem ligação com a revelação bíblica), preocupam-se mais com sua saúde física do que os professos cristãos de nossos dias, que dizem ser "batizados" com o Espírito Santo mas que não querem se colocar sob Sua orientação e guia.



Que pena!

"Grande paz têm os que amam a tua lei; para eles não há tropeço"
Salmo 119:165
 

 

Texto extraído do livro "101 Razões Porque sou Adventista do 7º Dia".
 
 
Extraído do blog do Pr. Gilson
 
*** Aproveite e veja algumas matérias da Imprensa, que confirmam que nossa mensagem de saúde é coerente e cientificamente comprovada:

 
 

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28

jan
2012

Verdade ou mito: Cereja para combater o reumatismo

 

 MITO

 

image

 

 

A associação entre a fruta e a doença não é comprovada cientificamente. Vanderlí Marchiori, nutricionista e secretária geral da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva (ABNE), dá a dica de outros alimentos que podem ajudar quem sofre da doença. "Por ser uma inflamação, o ideal é consumir elementos com ômega 3 elevado, como os grão de chia, a linhaça e peixes, principalmente a sardinha", conta ela que também indica o uso do gengibre como tempero nos alimentos para quem está com  a doença.

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28

jan
2012

Uma pequena caminhada pode reduzir seu consumo de chocolate

 

Uma caminhada de 15 minutos por dia pode cortar o consumo de chocolate de uma pessoa pela metade.
 
A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido. Publicado no periódico Appetite, o estudo mostra que, mesmo em situações estressantes, pessoas que trabalham em escritório comem apenas metade do chocolate que comeriam quando saem para uma caminhada.
 
De acordo com Adrian Taylor, principal autor, o que mais surpreendeu no estudo foi que, durante os testes, o estresse de cada participante não teve influência sobre a quantidade de chocolate que ela comia, embora esta seja uma desculpa recorrente.
 
Já aqueles que fizeram uma caminhada leve de 15 minutos antes do expediente, em uma esteira colocada no próprio escritório, comeram uma média de 15 gramas de chocolate durante o dia, 13 g a menos do que aqueles que não se exercitaram. Os resultados foram os mesmos quando os trabalhadores foram divididos em grupos e receberam tarefas diferenciadas, algumas leves e outras mais estressantes.
 
Vício de beliscar
 
"Nós sabemos que beliscar alimentos de elevado teor calórico durante o expediente, como chocolate, pode se tornar um hábito inconsciente, e pode levar ao ganho de peso ao longo do tempo," diz Taylor.
 
"As pessoas geralmente acham difícil cortar esse vício, mas nosso estudo mostra que uma simples caminhada pode ser capaz de reduzir o problema pela metade," conclui.
Fonte: LV
 

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28

jan
2012

Milagre na Autoestrada

 


Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. Lucas 10:31


Não acredito no acaso. Nem acredito em sorte. Acredito na graça. Graça significa que coisas boas acontecem mesmo num mundo cheio de maldade. Graça significa que Deus está trabalhando para fazer com que coisas boas aconteçam. Para o observador desavisado, parece obra do acaso ou da sorte; mas a pessoa que conhece Jesus, cheio de graça, sabe que é obra da graça.


Ed Theisen, 46 anos, estava estirado na estrada Gulf, próximo a Houston, Texas, Estados Unidos. Ele dirigia quando outro motorista bateu na traseira de seu carro. Theisen saiu do carro para trocar informações sobre o seguro com o motorista. De repente, sentiu-se fraco. Agarrou-se à barreira de proteção e caiu, sumindo de vista.


O motorista do guincho que rebocou o carro de Theisen não o viu. O policial que registrou o acidente não o viu. Concluíram que ele tinha simplesmente saído de cena.


Mas Ed Theisen ainda estava lá, no chão, paralisado devido à fratura no pescoço e um ferimento grave na medula espinhal. Ficou caído de lado, encarando o muro de concreto.


Theisen passou a noite inteira sozinho estirado no chão. O tempo foi transcorrendo até somar 36 horas. Ninguém viu, ninguém ouviu.
Foi então que, "por acaso", alguém que pegava carona na caçamba de uma caminhonete o viu e chamou a polícia. O oficial cutucou Ed Theisen com o cassetete pensando que ele estava morto. Mas ele estava vivo, coberto pela poluição de Houston.
A esposa, Débora, os parentes e os amigos distribuíam panfletos pelo bairro quando receberam a notícia. Débora ligou para o hospital, que lhe informou:


- Ele está aqui. Está vivo e mandou dizer que a ama.


Graça, não acaso. Graça significa que pessoas condenadas à morte sobrevivem. Graça significa que um bom samaritano cruzará o nosso caminho. Graça significa que coisas boas acontecem em meio à poluição. Ainda que seja numa autoestrada de Houston.

 

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