Portal da Educao Adventista

*Professor Genivaldo *

31

jan
2011

Restaurante britânico cria hambúrguer de 5 mil calorias


Segundo dono, ninguém conseguiu comê-lo inteiro.
Prato leva 8 hambúrgueres de carne e 16 fatias de queijo.


O restaurante "Jolly Fryer", em Bristol, no Reino Unido, criou um hambúrguer de 5 mil calorias, equivalente a dois dias do recomendado para um homem adulto. O prato gorduroso conta com oito hambúrgueres de carne e 16 fatias de queijo, além de outros ingredientes. Segundo o proprietário, ninguém conseguiu comê-lo inteiro, de acordo com o jornal inglês "Daily Telegraph".


Sipros Lomvardos, do 'Jolly Fryer', posa com o hambúrguer de 5 mil calorias.
Sipros Lomvardos, do 'Jolly Fryer', posa com o hambúrguer de 5 mil calorias. (Foto: Reprodução)


Fonte: G1

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31

jan
2011

Cães podem farejar câncer de intestino em fase inicial


Um estudo publicado nesta segunda-feira no site da revista médica British Medical Journal (BMJ) aponta que os cachorros são capazes de detectar câncer de intestino pelo olfato com grande nível de precisão, desde que doença esteja na fase inicial. Com base nas pesquisas, os autores revelam a existência de componentes químicos correspondentes aos tipos de câncer específicos que circulam pelo corpo humano e que um cão é capaz de farejar.


Isto abriria, conforme uma equipe de analistas do Departamento de Cirurgia da Universidade de Kyushu, no Japão, a possibilidade de desenvolver testes para detectar a doença antes de alcançar outras partes do corpo.


Para chegar a esta descoberta, foi feita uma experiência com um cachorro labrador adestrado, que realizou durante vários meses testes de olfato entre os quais o de farejar mostras de sedimentos dos participantes. As mostras pertenciam a 48 pessoas diagnosticadas com câncer de intestino e a 258 voluntários que não tinham a doença ou haviam tido câncer no passado.


Aproximadamente metade das amostras de voluntários procedia de pessoas com pólipos de intestino que, embora benignos, são considerados precursores de câncer de intestino. Em 6% dos testes, uma de cada dez das mostras de sedimentos procede de pessoas afetadas com outros problemas intestinais, como doenças inflamatórias do intestino, úlceras, diverticulite e apendicites. As de câncer de intestino foram extraídas de pacientes que padeciam de vários níveis da doença, entre os quais nas fases iniciais.


O cachorro identificou com sucesso quais eram cancerígenas, e quais não eram, em 33 de 36 testes e em 37 de 38 verificações a partir de sedimentos, com as maiores taxas de detecção entre as extraídas das pessoas que tinham a doença na fase inicial. Isto equivale, segundo o estudo, a 95% de precisão, em geral, para as mostras e 98% no caso das dos sedimentos, frente aos resultados obtidos pelas colonoscopias convencionais.


Os analistas indicaram que no caso das mostras de fumantes e pessoas com outro tipo de problemas, nos quais poderia pensar que esses fatores interfeririam ou poderiam mascarar outros cheiros, não representaram nenhum problema para o cachorro. O estudo mostrou que existem cheiros específicos discerníveis exalados pelas células cancerígenas do corpo, uma teoria apoiada por outras pesquisas que apontam os cachorros como capazes de farejar câncer de bexiga, pele, pulmão, mama e ovário.


Os autores admitem que a utilização de cachorros para detecção de câncer é pouco prática e cara. Eles acreditam que essa descoberta abre caminho para desenvolver um sensor capaz identificar componentes específicos.


Fonte: Terra


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31

jan
2011

Marca brasileira usa futebol argentino como vitrine


Além de estimular o crescimento econômico e gerar empregos no país vizinho, o capital exportado pelo Brasil passou a integrar o cotidiano dos argentinos.


O campeonato de futebol, por exemplo, considerado uma das maiores paixões locais, se transformou em um desfile de marcas brasileiras, que patrocinam oito das 20 equipes da primeira divisão.


Os jogadores do River Plate, segundo clube mais popular da Argentina, levam estampada na camisa a marca da Petrobras, que é a principal patrocinadora da equipe desde 2006.


Instalada no país desde 2002, a petroleira é o maior investidor do Brasil no país vizinho, apesar de ter reduzido, nos últimos cinco anos, sua produção de petróleo e sua participação na distribuição de óleo diesel, principal combustível automotor na Argentina.


Já a fabricante de calçados Vulcabras, dona da marca Olympikus, fornece material esportivo para as equipe do Lanús, do Racing e do Argentino Juniors.


Instalada desde 2007 no interior da província de Buenos Aires, em Coronel Suárez, onde produz 17 mil pares de calçados por dia, a empresa mantém uma política de marketing agressiva.


No ano passado, tentou fechar contrato de US$ 33 milhões por quatro anos com o Boca Juniors, principal clube do país.


A oferta, no entanto, foi superada pela Nike, que já patrocinava o time.


Os jogadores do Estudiantes e do Newell's Old Boys jogam com uniformes e chuteiras da Topper, uma das marcas produzidas pela Alpargatas Argentina.


A empresa, que produz calçados e artigos têxteis em nove fábricas do país, passou a ser controlada pelo grupo Camargo Corrêa em 2007.


As equipes do Vélez Sarsfield e do Gimnasia y Esgrima utilizam material esportivo da Penalty, marca da empresa paulista Cambuci, que produz na Argentina por meio de de parceiros locais.


Fonte:  Folha.com


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31

jan
2011

Empresa lança adesivo de proibido levar notebook ao banheiro


Divulgação


Se você mora com amigos e familiares e odeia quando alguém leva o seu notebook para o banheiro, para acompanhar o "número dois", a empresa de design The Little Piper tem uma solução.


Mas não pense que se trata de um gadget ou de um sistema de segurança, muito pelo contrário: o recado é direto e reto, sem usar pilhas, energia solar ou mesmo a tomada -- trata-se de um adesivo, com o símbolo de "proibido levar o notebook ao banheiro".


Afinal, ninguém quer ter seu precioso e caríssimo gadget levado a locais inapropriados por terceiros, por mais próximos que eles sejam. O lançamento é vendido na loja virtual Etsy e custa aproximadamente R$ 25 com envio para o Brasil.


Fonte: POP
 

Nota: realmente os tempos mudaram. "Antigamente" se levava revista, jornais e palavras cruzadas para o banheiro, agora....

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30

jan
2011

Professor cria sistema para que as estradas não congelem



27 de janeiro - Motoristas abandonaram os veículos em meio à tempestade de neve, em  McLean, Virgínia. Foto: Reuters

Nevasca em McLean, Virgínia, fez motoristas abandonarem os carros na estrada congelada
Foto: Reuters


Um professor de engenharia do Instituto Politécnico de Worcester, nos Estados Unidos, tem uma ideia interessante para resolver o problema do congelamento de estradas no inverno: um encanamento com um fluido aquecido serviria como fonte de calor para o derretimento da neve.


O sistema idealizado pelo professor Rajib Mallick está baseado em um encanamento que passa por baixo das estradas, com um fluido resistente ao congelamento. Este fluido seria aquecido pela luz do sol e mantido, assim, em câmaras com isolamento térmico, é o que conta o site Dvice. Quando houvesse uma nevasca ou simplesmente acúmulo de neve na estrada, o fluido seria liberado para o encanamento, derretendo o gelo.


As estimativas do professor dão conta de que o sistema custaria aproximadamente U$ 12,5 mil (cerca de R$ 21 mil) por cada 50 m de cano, sendo capaz de recuperar seu investimento em apenas seis meses.


O site Ecofriend lembra que uma ideia similar já está em desenvolvimento pela empresa Solar Roadways. A empresa pensa em substituir o asfalto tradicionalmente utilizado em estradas por painéis solares que podem ter automóveis passando sobre eles.


O sistema forneceria energia para a iluminação da estrada, para estações de abastecimento de carros elétricos e para aquecer a pista em casos de acúmulo de neve.


Fonte: Terra


Nota: Que ideia inteligente. Vamos ver se será implementada.

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30

jan
2011

Da cozinha para o tanque de combustível


Produção de biodiesel a partir do óleo de fritura pode ser boa alternativa para reduzir o impacto ambiental causado pelos combustíveis fósseis.


Da cozinha para o tanque de combustível

Miniusina onde ocorre a transesterificação, processo muito usado hoje na produção de biodiesel. Cada litro de óleo que entra no equipamento rende cerca de 850 ml de biodiesel, aproveitamento considerado ótimo por especialistas. (foto: Arquivo Socialtec)


Em Porto Alegre, parte do óleo vegetal usado em frituras está ganhando um destino bem mais nobre. Em vez de ir para encanamentos, tubulações de esgoto, rios e solo, o produto se transforma em biodiesel (combustível alternativo e não poluente produzido a partir de recursos naturais). A ideia foi da empresa Socialtec/Pró Meio Ambiente, instalada na incubadora Raiar, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), que apoia projetos de pesquisa e desenvolvimento da instituição.


"Nosso objetivo não é só mitigar o impacto ambiental que o óleo de fritura causa quando lançado na água ou no solo", diz o químico Ronaldo Silvestre da Costa, coordenador do projeto. "Pretendemos também inserir a comunidade em projetos sociais", completa. Por isso, segundo ele, é essencial a parceria com escolas, restaurantes, universidades, prefeituras, coletores de lixo reciclável, cooperativas etc.


Um litro de óleo pode render até 850 ml de biodiesel

O óleo coletado pela instituição vai para o Centro Social Marista de Porto Alegre, onde é limpo por meio de decantação e filtrado para a retirada de resíduos. Costa relata que a maior parte do que é adquirido chega em bom estado. Após a limpeza, o produto é colocado em um reator e submetido ao processo químico de transesterificação (ou alcoólise). O nome é complicado, mas a operação nem tanto.


A transesterificação, processo mais usado hoje na produção de biodiesel, é feita via 'batelada' (ação não contínua e repetitiva em que todos os reagentes são reunidos de uma só vez), à temperatura de 60 graus. Óleo e álcool (metanol) são misturados, e a mistura é catalisada por soda cáustica e purificada por magnesol. Um litro de óleo pode render até 850 ml de biodiesel. Esse rendimento é considerado muito bom pelos especialistas.

Recipiente para coleta de óleo de fritura
Recipiente para coleta de óleo de fritura. O produto, em vez de ser descartado na natureza, poluindo-a, dá origem a biocombustível. (foto Arquivo Socialtec)

Após a reação, o biodiesel é separado da glicerina que se forma no processo. Considerada um coproduto, ela é aproveitada em outros projetos da Socialtec. A glicerina tem ampla gama de aplicações (na produção de detergentes, cosméticos e medicamentos, por exemplo), mas pode causar danos sérios e irreversíveis se for lançada na natureza de modo irresponsável.


A Socialtec produz hoje cerca de 2 mil litros de biodiesel por mês. Uma parte abastece a frota da empresa que fabrica o equipamento responsável pela transesterificação, e a outra vai para o tanque dos veículos em teste no Laboratório de Motores e Componentes Automotivos do curso de Engenharia Mecânica da PUCRS. Um dos estudos feitos nesse laboratório avalia o desempenho da mistura diesel-biodiesel.


A combinação entre ambos é marcada pela letra B, de blend (que significa 'mistura', em inglês). À letra, acrescenta-se o número correspondente ao percentual de biodiesel misturado ao diesel. No Brasil os postos já oferecem a mistura B5 (5% de biodiesel e 95% de diesel), embora essa meta tenha sido projetada para 2013.

Natureza e sociedade agradecem



Fonte renovável e não poluente: essa é apenas uma das vantagens do biodiesel, obtido de óleos vegetais (como os de soja, girassol, milho, canola, amendoim e mamona) ou gordura animal. Sua produção pode também ser fonte de renda para comunidades carentes. Em Santa Catarina, um grupo de pescadores tem abastecido suas embarcações com biodiesel B50, reduzindo custos de produção e mantendo o local, uma área ambiental protegida, ainda mais preservado.


O biodiesel é menos prejudicial ao meio ambiente por não conter enxofre em sua composição, ser biodegradável e emitir gases do efeito estufa em volumes muito inferiores aos lançados pelo diesel ou qualquer outro combustível derivado de petróleo. "No caso do enxofre, a redução chega a 100%", lembra Costa.


No caso da mistura usada no Brasil, não há qualquer necessidade de adaptação nos motores dos veículos.

Quanto aos supostos problemas que o biodiesel causa no motor de um carro - exigindo possíveis adaptações -, o engenheiro Carlos Alexandre Santos, coordenador do curso de Engenharia Mecânica da PUCRS, diz que tudo depende da mistura entre os combustíveis. Segundo ele, usualmente as misturas são feitas em proporções volumétricas que variam de 5% a 20% de biodiesel. "No caso da mistura B5, usada no Brasil, não há qualquer necessidade de adaptação nos motores", garante.


O uso de biodiesel, esclarece Santos, pode reduzir a potência do veículo em 5% e aumentar o consumo de combustível em aproximadamente 2%. "São percentuais muito toleráveis se considerarmos os benefícios que o biodisel oferece ao meio ambiente." Santos acredita que em até sete anos os postos de abastecimento brasileiros já terão bombas com 100% de biodisel (B100).

Katy Mary de Farias - Ciências Hoje

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29

jan
2011

Saúde - São integrais mesmo?

Eles tomaram de assalto as prateleiras dos grandes supermercados. A oferta de alimentos integrais e orgânicos aumenta a olhos vistos no Brasil. Mas, antes de colocar um desses produtos no carrinho, vale se indagar: será que é integral mesmo? Para começo de conversa, são considerados integrais aqueles grãos e cereais, como arroz, trigo e aveia, que não passam por um processo de refinamento.


Dessa forma, como a casca e a película não são descartadas, preserva-se boa parte dos nutrientes e das fibras. "Eles agem como uma vassourinha no nosso organismo", diz a nutricionista Maria Aquimara Zambone, da Divisão de Nutrição e Dietética do Ambulatório do Hospital das Clínicas de São Paulo. Em outras palavras, incluir essas opções no cardápio ajuda a reduzir os níveis de colesterol, permite controlar as taxas de açúcar no sangue e contribui para o emagrecimento.




O problema é que não há nenhum tipo de regra sobre a fabricação desses produtos no país, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. E por causa da falta de parâmetros cada empresa adota os critérios que bem entender. A Wickbold, marca líder no mercado, baseiase numa resolução já revogada pela Anvisa que, em suma, define o pão integral como aquele "preparado (...) com farinha de trigo e farinha de trigo integral ou fibra de trigo e ou farelo de trigo". Sandra Sernaglia, gerente de marketing da empresa, reconhece que a definição é meio vaga. "Utilizamos a farinha de trigo refinada, fortificada com ferro e ácido fólico e incorporamos a fibra de trigo", diz ela.


O grupo Bimbo, das marcas Pullman, Vita Plus e Nutrella, segue os preceitos da Whole Grains Council, organização que certifica por meio de um selo produtos integrais nos Estados Unidos. De acordo com suas normas, a massa do pão integral deve conter 51% de farinha... integral. A falta de regras específicas no setor é algo possível de ser resolvido. "Uma mobilização da sociedade civil pode levar às autoridades uma proposta efetiva", acredita a advogada Mariana Ferraz, do Instituto de Defesa do Consumidor, o Idec.


Fonte: NT

 

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29

jan
2011

Ver Seriados de TV faz mal?

Você adora uma série médica do tipo House, ER e Grey's Anatomy?

Então fique atento:

Um estudo da Universidade de Rhode Island, Estados Unidos, chegou à conclusão de que os telespectadores tendem a achar que estão sofrendo dos mesmos sintomas tratados nas séries - geralmente casos raros - e acreditam sempre que sua enfermidade é mais grave do que o médico está revelando. Os estudiosos concluíram também que quem assiste muito a esses programas tende a ser mais pessimista e insatisfeito com a vida.

Fonte: Revista Vida e Saúde, Tatuí (SP), Ano 73 nº 2, fevereiro 2011, seção Sala de Espera., p. 7.

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28

jan
2011

Pesquisadores de Taiwan misturam ouro a planta p/ gerar luz



O cientista Su Yen-Hsun, do Centro de Pesquisa em Ciência Aplicada de Taiwan, apresentou à imprensa, nesta sexta-feira, o resultado de um experimento que mistura nanopartículas de ouro e água a plantas.


Segundo o estudo, essas substâncias fazem com que as plantas produzam clorofila e suas folhas emitam luz.


A longo prazo, os pesquisadores apostam que as plantas possam substituir a tradicional iluminação de rua, produzindo, ao mesmo tempo, um novo tipo de energia limpa.



Nicky Loh /Reuters
Cientista segura amostras de plantas desenvolvidas no Centro de Pesquisa em Ciência Aplicada de Taiwan
Cientista segura amostras de plantas desenvolvidas no Centro de Pesquisa em Ciência Aplicada de Taiwan

Fonte: Folha.com

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28

jan
2011

Casais que falam d forma parecida têm relação bem-sucedida



As pessoas costumam se sentir atraídas por outras com personalidade, valores e aparência física parecidos. No entanto, esses recursos apenas estão na superfície do que faz um relacionamento dar certo. As formas como as pessoas falam também são importantes. Um novo estudo publicado na revista "Psychological Science", da Associação de Ciências Psicológicas dos EUA, descobriu que pessoas que falam com estilos parecidos são mais compatíveis.


O estudo focou as chamadas "palavras de função", que relacionam substantitvos e verbos, como artigos, preposições e pronomes relativos ("o", "um", "que" etc.). O modo como as pessoas usam essas palavras forma o estilo de escrita e fala, segundo o coautor do estudo James Pennebaker, da Universidade do Texas em Austin.


"Palavras de função são altamente sociais e necessitam de habilidades sociais para serem usadas", disse ele. "Por exemplo, se eu estou falando sobre um artigo que está sendo publicado, e em poucos minutos, eu faço alguma referência a 'ele', você e eu sabemos que essa palavra se refere ao artigo". Mas alguém que não fez parte da conversa não iria entender.


Pennebaker, Molly Ireland e colegas examinaram se os estilos de fala e escrita que casais adotam durante uma conversa preveem o comportamento de um possível namoro e a força de um relacionamento de longa duração. Eles fizeram dois experimentos em que um programa de computador comparava os estilos de linguagem dos parceiros.


No primeiro estudo, casais de estudantes universitários tinham encontros de quatro minutos, enquanto suas conversas eram registradas. Quase todos os pares conversaram sobre os mesmos temas: "Qual curso você faz? De onde você é? Você gosta de faculdade?" Todas as conversa soaram mais ou menos similares, mas a análise dos textos revelou diferenças acentuadas na sincronia da linguagem. Os casais cujos resultados de correspondência de estilo de linguagem estavam acima da média tinham quase quatro vezes mais chances de querer se encontrar novamente.


Um segundo estudo revelou o mesmo padrão em todos os bate-papos on-line entre casais de namorados ao longo de dez dias. Quase 80% dos casais cujo estilo de escrita era compatível ainda namoravam três meses depois, em comparação a cerca de 54% dos casais que não eram compatíveis.


O que as pessoas dizem umas às outras é importante, mas a maneira como elas estão dizendo pode ser ainda mais reveladora. As pessoas não sincronizam os discursos conscientemente, segundo Pennebaker. "O que é maravilhoso é que nós realmente não tomamos essa decisão, ela apenas sai de nossas bocas."


Fonte: Folha.com


Nota: olha a questão do jugo desigual.

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28

jan
2011

Meditação do dia

Descanso e Renovação


Jesus lhes disse: "Venham comigo para um lugar deserto e descansem um pouco". Marcos 6:31


Mesmo consciente do peso do trabalho que repousava sobre Seus ombros, Jesus ocasionalmente Se ausentava com Seus discípulos do lugar em que estavam trabalhando para um retiro e uma quebra no ritmo das atividades. Dava a Si mesmo um descanso para estar com esse grupo especial que O acompanhava, e, como era tradicional na cultura judaica, tomar refeições com calma, recheadas com muita conversa. Queria estabelecer uma regra de equilíbrio entre tempo para os outros e tempo para Si mesmo.


E qual era o resultado? Desses momentos de retiro, o grupo voltava com pilha nova e bateria recarregada para seguir o trabalho. "Entre o vaivém da multidão [...], aquele que é assim refrigerado será circundado de uma atmosfera de luz e de paz. Receberá nova dotação de resistência física e mental. Sua vida exalará uma fragrância e revelará um poder divino que tocarão o coração dos homens" (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 58).


Não apenas nesses períodos ocasionais de retiro, mas também em nosso descanso diário podemos renovar nossa energia física e mental.
Os estudiosos do comportamento humano dizem que antes da invenção da luz elétrica, a maioria das pessoas dormia dez horas por noite. Hoje, a média está em sete horas e meia. Você pode ficar com Einstein que dormia nove horas por noite, ou com Thomas Edson que dormia entre quatro a cinco horas. Essas naturalmente são as exceções, não a regra.


Nós começamos o dia com uma lista interminável de tarefas, cada uma puxando para diferentes direções. Se pudéssemos, encolheríamos cada uma delas para que possam caber dentro do tempo que temos disponível. Isso sem contar os muitos prazos para serem cumpridos, chamadas telefônicas para retornar, etc. Deus, que é o autor do tempo, sabe muito bem que vamos ser dominados por ele se não planejarmos à Sua maneira. Ellen White deixou o seguinte conselho: "Não é sábio estar sempre sob a tensão do trabalho ou agitação, mesmo no ministrar às necessidades espirituais dos homens. [...] Não tenteis amontoar num dia o trabalho de dois. Afinal, verificar-se-á que os que trabalham cuidadosa e sabiamente terão realizado tanto como os que expõem de tal modo sua resistência física e mental, que não possuem mais reservas de onde tirar no momento necessário" (Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, p. 243, 244).


Certamente, esse é um bom conselho a ser seguido!


Leia a meditação diariamente: CPB

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27

jan
2011

Mais um pelo causando estrago

Anvisa detecta pelo de roedor e interdita chá da Dr. Oetker



A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) interditou o lote do chá de erva doce da marca Dr. Oetker. A medida foi publicada no "Diário Oficial da União" na quarta-feira (26).


Segundo a Vigilância Sanitária, o lote L160T02 do produto --data de validade 01/12/2011-- apresentou resultado insatisfatório no ensaio de pesquisa para matérias macroscópicas e microscópicas que detectou a presença de pêlo de roedor e fragmentos de inseto.


A interdição cautelar vale pelo período de 90 dias após a data de publicação. Durante esse tempo, o produto interditado não deve ser consumido e nem comercializado. As pessoas que já adquiriram o produto do lote suspenso devem interromper o consumo.


Fonte: Folha.com


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