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*Professor Genivaldo *

12

ago
2014

Descoberta arqueológica desafia teoria da evolução

 

Neste mês foram feitas duas descobertas arqueológicas que desafiam muito do que defende a teoria da Evolução. O cientista cristão Mark Armitage foi demitido da Universidade Estadual da Califórnia (UEC), em Northridge (Estados Unidos), por questionar a idade dos dinossauros. Durante uma escavação no Estado de Montana, foi encontrado um chifre de Tricerátopo. Ao analisar o achado com um microscópio, ele encontrou tecidos moles na amostra. A teoria de Armitage, que é criacionista, sempre foi que os dinossauros possuem milhares de anos e não 60 milhões de anos, como os darwinistas acreditam. A descoberta de tecidos moles em um dinossauro deixou espantados os membros do departamento de biologia da universidade e os estudantes. Afinal, a presença desses tecidos leva a crer que os dinossauros viviam no planeta há relativamente pouco tempo. Contrariada, a UEC decidiu demiti-lo e o caso ganhou mais repercussão pelo que aconteceu com o pesquisador do que pelo achado em si.
Poucos dias depois, arqueólogos que trabalham na Noruega encontraram um esqueleto humano de 8.000 anos que pode ter partes do cérebro fossilizadas. O autor da descoberta, Gaute Reitan, afirmou que "ainda é cedo" e que "precisa de ajuda nesse estudo".
Caso seja confirmado, o achado será um desafio significativo para os que negam a veracidade do dilúvio bíblico. A equipe de cientistas ligados à Universidade de Oslo passou dois meses cavando em uma área de fiorde perto da capital. Conforme relatado pela Norwegian Broadcasting, eles desenterraram vários fósseis, incluindo restos de ossos antigos e outros materiais biológicos.
A surpresa maior veio quando eles notaram a presença de tecidos moles dentro de um crânio pequeno, que pode ser de uma criança. Outros esqueletos de adultos foram desenterrados no mesmo local. Reitan explica que os métodos de datação indicam que as amostras retiradas nas primeiras escavações, incluindo os restos de cérebro, têm cerca de 8.000 anos de idade. São, portanto, a descoberta mais antiga de esqueletos na Escandinávia e pode ensinar muito sobre como viviam os habitantes da região nesse período.
Brian Thomas, cientista do Instituto de Pesquisas da Criação (ICR), diz que somente o método de datação segundo a cronologia bíblica permitiria que isso acontecesse. "A narrativa bíblica sobre o que ocorreu após o dilúvio fornece as condições únicas necessárias para mineralizar órgãos macios antes que os tecidos se desintegrem totalmente."
Thomas afirma ainda que o achado dos noruegueses é semelhante a uma descoberta de 2010, quando remanescentes cerebrais foram encontradas no fóssil de um macaco africano que teria supostamente 1.900.000 anos de idade. Essas descobertas, argumenta Thomas, não concordam com o calendário evolutivo.
"Segundo o quadro bíblico", escreveu Thomas, "os fósseis encontrados tanto neste sítio arqueológico norueguês quanto no africano foram enterrados depois do dilúvio. Eles teriam, portanto, menos de 4.500 anos de idade". 
Com informações de Christian News e Live Science.

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11

ago
2014

Cães poderão ser uma nova arma contra o câncer

 

Um estudo apresentado este ano em um congresso da Associação Americana de Urologia aponta que cães treinados conseguiram detectar câncer de próstata com 98% de precisão em amostras de urina.
 
A médica Claire Guest, uma das envolvidas na pesquisa, já estuda sobre o tema desde 2002, em uma organização - a Medical Detection Dogs - que treina cachorros para detectar diversos tipos de doença além do câncer. Já nessa época falava-se do potencial dos cachorros, mas depois de algumas evidências científicas, o assunto já está mais na mira dos cientistas do que antes.
 
Na Medical Detection Dogs eles apresentam aos cachorros várias amostras de urina de pacientes com câncer para gravar o cheiro. Depois, as amostras começam a se misturar com amostras "saudáveis" e, cada vez que o animal identifica a correta e demonstra para o treinador, ganha um agrado.
 
As pesquisas têm obtido resultados com muita precisão (mais do que os próprios exames de sangue entregues para esse tipo de câncer) e além disso o método não é invasivo. Isso significa que é muito menos desagradável para os homens entregarem uma amostra de urina do que passar pelo exame de próstata.
 
Por enquanto eles avaliam amostras de câncer de próstata e, em breve, devem começar a trabalhar com amostras para câncer de mama. Apesar de tudo, esse campo de estudo é muito novo e deve levar um bom período para que o método seja adotado oficialmente.
 
Claire diz que um dos grandes objetivos desse tipo de pesquisa é motivar novas tecnologias que imitem a natureza. Por exemplo: se ficar comprovado que o faro canino pode detectar câncer em amostras de urina ou hálito, cientistas podem investigar quais moléculas da pessoa com câncer são responsáveis por deixar esses cheiros específicos e como eles são detectados pelo olfato canino.
 
Depois de descoberto o mecanismo, poderá ser possível criar um nariz eletrônico que processe milhares de amostras sem esbarrar em problemas como cansaço ou investimento em treinamento. Incrível, não?
 
 
Fonta: Vila Mulher - via Lake Villas

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8

ago
2014

Significado e origem do termo "chato de galochas".

 

Chato de galochas é uma expressão idiomática da língua portuguesa e significa alguém extremamente chato ou com comportamento socialmente desagradável. É o caso de um chato especial, um upgrade do chato habitual.

 

O meu dia estava correndo bem até aquele chato de galochas aparecer.


Origem da expressão

 

A expressão "chato de galochas", muito popular no Brasil, surgiu graças à galocha. Uma galocha é um acessório que se calça por cima do calçado, evitando que este fique estragado pela água. As galochas eram muito usadas nos anos 50 e 60 no interior do Brasil, onde em muitos lugares ainda não havia calçadas. No entanto, ainda hoje, algumas profissões requerem calçado do estilo da galocha.

 

Alguns autores acreditam que um "chato de galochas" é um chato resistente, característica da própria galocha. Deste modo, mesmo com condições climatéricas adversas, o chato calçava as suas galochas para importunar outras pessoas. Muitas vezes, o chato entrava na casa das pessoas de galochas, molhando e sujando toda a casa do anfitrião, que com certeza ficava desagradado com tal demonstração de desconsideração. Nos dias de hoje, os chatos de galochas não estão necessariamente calçados com galochas, mas a expressão continua sendo usada para descrever pessoas com atitudes desagradáveis.

 

Imagem: adao.blog.uol.com.br

adao.blog.uol.com.br

 

 

 

 

 

Fonte: http://www.significados.com.br 

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8

ago
2014

Hoje na História: 1588 - a derrota da "Invencível armada"

 

"Invencível Armada" espanhola é arrasada pelos ingleses.

 

Em 8 de agosto de 1588, diante do porto de Gravelines (norte da França, no Canal da Mancha), o fogo e os canhões dispersam a frota espanhola que se destinava a conquistar a Inglaterra. Seria mais tarde chamada, com um travo de ironia, a "A invencível Armada".

Elizabeth I, filha de Ana Bolena e fruto do segundo casamento de Henrique VIII, tinha sucedido em 1558 a sua meia-irmã Mary Tudor, nascida do primeiro casamento de Henrique VIII com Catarina de Aragão e casada por procuração com o rei da Espanha, o muito católico Felipe II.

Wikicommons

Embate entre embarcações inglesas e espanholas na costa francesa

Elizabeth era protestante. Os católicos ingleses e aqueles do continente a consideravam bastarda e herética. Para eles, a herdeira legitima do trono deveria ser Maria Stuart, a mal-afortunada e abatida rainha da Escócia, prisioneira de Elizabeth.

Muitas conspirações visando derrocar Elizabeth para substituí-la por Maria foram trazidas à luz pela polícia secreta de Sir Francis Walsingham, comprometendo, sem margem de dúvida, a rainha da Escócia. Sua execução em 1587 levou o rei espanhol Felipe II a pôr em marcha o que ele chamou de "Operação Inglaterra".

À querela religiosa se somou a rivalidade entre a Espanha, potência já em decadência, e a Inglaterra, potência em ascensão.

Com o correr dos anos, o desenvolvimento do poderio naval inglês bateu de frente com os interesses espanhois. Em Flandres, onde Felipe II tentava reprimir violentamente as incessantes revoltas dos holandeses, Elizabeth apoiava os insurgentes.
 

 

Wikicommons - Rota das embarcações espanholas
A Armada espanhola era um formidável conjunto de navios. No total, 130 barcos a compunham. Transportava cerca de 30 mil homens dos quais 19 mil soldados mais 300 cavalos e mulas, o equipamento necessário para sitiar cidades, um hospital de campanha, etc. Seu objetivo era de operar um desembarque na Inglaterra e marchar sobre Londres.

Esta força, sob o comando do duque de Médina Sidonia, deveria se juntar àquela do duque de Parma, localizada em Flandres e composta por cerca de 18 mil homens aguerridos. Uma vez concluída a junção, a Armada deveria escoltar as chatas de Parma para a travessia do Canal da Mancha.

Para fazer face à ameaça, a Inglaterra dispunha de uma frota composta de navios da rainha e de navios mercantes fornecidos pelos oficiais da marinha real, pela cidade de Londres ou por simples voluntários, perfazendo um total de 197 navios e 15.835 homens.

Ao longo da noite de 7 para 8 de agosto de 1588, enquanto a Armada ancorava seus navios no Canal da Mancha, os ingleses a atacam com barcos carregados de explosivos e de materiais incendiários infiltrados entre as naves inimigas.

Esta manobra inesperada semeia o terror e um indescritível caos. A fim de escapar às chamas, os capitães ordenam cortar as amarras atando-as às âncoras. A frota espanhola se dispersa em meio à escuridão. Ao alvorecer, o duque de Medina Sidonia se empenha em reagrupar seus navios.

É então que tem início, ao largo de Gravelines, o confronto final com os ingleses. Durante horas, a canhonada ribomba. Os espanhois recebem o fogo do inimigo sem poder responder eficazmente. E para cúmulo da desventura, um forte vento sul empurra os navios em dispersão na direção norte.

Na impossibilidade de reagrupar os 112 navios que lhe restava, sem notícia dos eventuais preparativos da parte do duque de Parma e de suas chatas de desembarque,  Médina Sidonia se resigna a retornar à Espanha pela única rota possível em vista das circunstâncias e os ventos: contornar a Escócia e a Irlanda e fazer velas em direção à Espanha.

Desafortunadamente, o mar não foi nem um pouco clemente e muitos navios desapareceram na costa da Irlanda. Tripulantes sobreviventes foram massacrados pelos insulares. Apenas um punhado deles chegaram a rever a terra espanhola.

 

Fonte: Opera Mundi

 

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7

ago
2014

Origem da expressão "acabar em pizza.

 

 

Uma das expressões mais usadas no meio político é "tudo acabou em pizza", empregada quando algo errado é julgado sem que ninguém seja punido.

O termo surgiu por meio do futebol. Na década de 60, alguns cartolas palmeirenses se reuniram para resolver alguns problemas e, durante 14 horas seguidas de brigas e discussões, estavam com muita fome.

Assim, todos foram a uma pizzaria, tomaram muito chope e pediram 18 pizzas grandes. Depois disso, simplesmente foram para casae a paz reinou de forma absoluta. Após esse episódio, Milton Peruzzi, que trabalhava na Gazeta Esportiva, fez a seguinte manchete: "Crise do Palmeiras termina em pizza". Daí em diante o termo pegou.

 

Fonte: historiadetudo.com / imagem (www.folhape.com.br)

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6

ago
2014

Origem da frase: "Para bom entendedor, meia palavra basta"

 

O Dicionário de Provérbios de Roberto Corte de Lacerda et al. (Lisboa, Contexto Editora, pág. 2000), apresenta «À bon entendeur, salut» como provérbio francês equivalente a «a bom entendedor, meia palavra basta». Outras versões são também possíveis em português: «a bom entendedor, poucas palavras (bastam)»; «muito cego é o que não vê através de uma peneira»; «para bom entendedor, piscada de olho é mandado»; «para os entendidos, acenos lhes bastam». Em francês, há também outras versões: «à bon entendeur, peu de paroles» (século XVI); «à bon entendeur, ne faut que une parolle» (séculos XV).

 

A referida obra permite depreender que quer as versões francesas quer as portuguesas são adaptações de uma frase latina:

 

«O precedente clássico é o latim dictum sapienti sat est (para o sábio basta uma palavra), que figura em Plauto (Persa, 729) e também em Terêncio (Phormio, 541). Há equivalentes em italiano: a buon intenditor poche parole em em espanhol: al buen entendedor pocas palavras

 

Fonte: ciberduvidas.com - Portugal

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6

ago
2014

Combata os efeitos nocivos d fumaça d cigarro cm alimentação

 

 

Você não fuma, mas provavelmente convive com algum fumante. E na condição de fumante passivo acaba tendo o organismo prejudicado, já que tragar a fumaça, mesmo que seja a do cigarro do vizinho, rouba de seu organismo nutrientes importantes, como a vitamina C, betacaroteno, o selênio e vitaminas do complexo E e B. Nem tudo está perdido! 
 
Fumantes, ex-fumantes e fumantes passivos podem repor esses nutrientes através de uma alimentação especial. Quem ainda fuma deve ingerir o máximo que pode de substâncias antioxidantes presentes nas frutas, cereais, legumes, ervilha e feijão. Nos temperos, use suco de limão, alho, cebola e ervas, preferindo sempre os alimentos frescos aos congelados e enlatados. Esse tipo de alimento ao sofrer o processo de industrialização perde 50% dos antioxidantes. Evite também cozinhar em temperaturas muito altas, pois o calor produz quantidades elevadas de radicais livres, o que elimina muitos antioxidantes. 
 
Já quem já conseguiu abandonar o hábito de fumar, deve usar e abusar do açúcar natural das frutas para combater a ansiedade que leva a querer compensar a abstinência do cigarro com guloseimas. Alimentos ricos em fibras, como pão integral e verduras cruas também são uma boa pedida, pois aumentam a sensação de saciedade. 
 
Dois excelentes alimentos desintoxicantes são a cenoura e a maça. Elas não devem faltar no cardápio diário. Batata, brócolis, banana, milho, arroz, cereais integrais além de mel são alguns dos alimentos que amenizam a ansiedade e melhoram o humor. Folhas verdes, em especial o espinafre, também possuem nutrientes que garantem o bom funcionamento do sistema nervoso.
 
 
Fonte: Bem Star - via Lake Villas

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5

ago
2014

Realmente faz mal ler após as refeições?

 

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Não. Segundo os especialistas, essa é só mais uma crendice popular. "O pior que pode acontecer é uma sensação de sonolência, já que durante a digestão o fluxo sanguíneo se concentra no estômago", diz o oftalmologista Emílio de Haro Muñoz, da Unifesp. Esse estado de preguiça aparece principalmente após as refeições mais abundantes, como uma suculenta feijoada. "A concentração do sangue faz com que o fluxo no cérebro diminua, mas não causa nenhum prejuízo aos olhos", afirma Emílio. A duração dessa sensação varia de acordo com a digestão. "Comidas gordurosas digerem mais lentamente que alimentos leves; e mulheres têm digestão mais demorada que homens", afirma a gastroenterologista Sônia Letícia Lorena, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

 

Se ler após as refeições está liberado, os médicos não recomendam a leitura durante a alimentação - o ideal é se concentrar apenas no ato de comer. Para isso, vale também conversar somente o necessário. "Não devemos falar muito enquanto comemos, para não ingerir muito ar. O gás ingerido causa dor e desconforto", diz Sônia. Outras lendas relacionadas à leitura pregam que ler com luz fraca ou usar computador por muito tempo estraga a vista. Na verdade, pode acontecer um cansaço visual, mas danos permanentes estão descartados.

 

Fonte: Mundo Estranho

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3

ago
2014

Hoje na História: 1914 - Alemanha declara guerra à França

 

Em 3 de agosto de 1914, a Alemanha declara guerra à França. Em confronto já há dois dias contra a Rússia, Berlim queria prevenir um ataque conjunto da Rússia e da França contra seu território e põe em marcha, sem mais delongas, o plano delineado 20 anos antes por um oficial do Estado-Maior: o plano Schlieffen.

 

Dias de intensa agitação, confusos e de escalada diplomática e militar iriam arrastar os países mais civilizados e prósperos do planeta a um conflito suicida de mais de quatro anos, apropriadamente denominado de A Grande Guerra.

 

Considerando que a vantagem pertenceria a quem a desencadeasse primeiro, a Alemanha declara guerra à França. Invade de pronto Luxemburgo e lança um ultimato à Bélgica, exigindo passagem de suas tropas pelo território belga.

 

Wikimidia

Memorial em homenagem aos combatentes franceses da Grande Guerra, em Meuse, norte da França

 

O chefe do Estado-Maior alemão, Ludwig von Moltke, era sobrinho do célebre militar Helmut von Moltke, também chefe de Estado-Maior na origem das vitórias germânicas da Prússia sobre a Áustria e a França, em Sadowa e Sedan, nos anos 1870. Empregou o plano Schlieffen - nome de outro chefe de Estado-Maior prussiano, o conde Alfred von Schlieffen, morto 18 anos antes -, que preconizava a invasão da Bélgica, país neutro, e o ataque pela retaguarda ao exército francês, concentrado na fronteira leste.

 

Contudo, na hora decisiva, von Moltke hesitou, não tendo a audácia de seus predecessores. Ao invés de concentrar todo o ataque no flanco direito sobre a Bélgica, von Moltke preferiu, por precaução, manter dois exércitos na Alsácia. Esses dois exércitos fariam tremenda falta, um mês depois, quando os franceses lançaram uma poderosa contraofensiva sobre o rio Marne.

 

Porém esta não seria a única derrapagem que iria afetar o desempenho dos alemães. Ao esboçar seu plano, von Schlieffen negligenciou o fato de que este implicava na invasão de um pequeno país neutro, a Bélgica.

 

Os chefes militares e os dirigentes políticos não se preocupavam com a Bélgica. O chanceler Bethmann-Hollweg qualificava de "papel molhado" o protocolo de 1831 que garantia a neutralidade belga quando suas tropas entrassem à força no país. 

 

Ora, a Inglaterra, que até então mantinha-se à margem dos acontecimentos, considerando que nada tinha a ver nem a fazer num conflito entre países do continente, não tolerou a invasão de um país com o qual mantinha estreitas relações políticas e econômicas.

 

Nesse mesmo dia, 4 de agosto, a Inglaterra declara por seu turno guerra à Alemanha. Era uma amarga surpresa para o imperador germânico, neto da finada rainha Victoria, que esperava que Londres se mantivesse à margem do conflito.

 

Foi nestas condições que se desenrolaria a Batalha das Fronteiras, entre 14 e 24 de agosto de 1914.  Tratou-se de uma série de batalhas travadas ao longo da fronteira oriental da França e sul da Bélgica, que representou a colisão entre as estratégias militares do Plano XVII francês e as do Plano Schlieffen alemão. A batalha foi vencida pelos alemães que, atraindo o centro do exército francês para a  Lorena e Alsácia, invadiram o norte da França pela Bélgica com a intenção de envolver e vencer de forma definitiva a guerra.

 

Contudo, a entrada da Inglaterra no conflito mudaria o curso dos acontecimentos.

 

Fonte: Opera Mundi

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2

ago
2014

Honestidade: você mentiria para se manter no emprego?

 

Funcionária da Vivo recebe indenização de R$50 mil por se recusar a mentir para clientes.

 

Uma funcionária da operadora de telefonia Vivo irá receber uma indenização de 50 mil reais por se recusar a mentir para clientes. O objetivo da empresa era priorizar a contratação sobre planos pós-pagos informando aos clientes que o sistema para planos pré-pagos estava indisponível.Por não aceitar a prática, a funcionária foi alvo de xingamentos e brincadeiras na companhia.

 

Uma testemunha, cujo depoimento foi reforçado por outro funcionário da loja, relatou o caso ao juiz Marcos Fagundes Salomão, da 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região do Rio Grande do Sul. Ele tentou adquirir um plano pré-pago, mas foi informado de que o sistema não estava funcionando. Quando tentou novamente, a funcionária em questão vendeu o plano normalmente e, por isso, foi hostilizada pelos colegas de trabalho.

 

O juiz também entendeu que o caso gerou problemas como ansiedade e estresse à funcionária, que ficou algumas semanas afastada do trabalho e foi demitida ao retornar. Com isso, a Vivo terá que pagar a indenização por danos morais e mais 12 meses de salário devido à doença ocupacional ocasionada.

 

Vale notar que a liberdade de consciência precisa ser preservada no ambiente de trabalho, conforme consta na Constituição Federal.

 

À INFO, a Vivo informou que "cumpre a legislação em vigor e que irá interpor Recurso de Revista ao Tribunal Superior do Trabalho visando a modificação de tal decisão".

 

Fonte: INFO

 

OBS.: [PG] Infelizmente, muitas pessoas fazem de tudo para se manter em um emprego, ou mesmo pertencer a um grupo social ou de "amizade". A honestidade e a verdade devem ser sempre a prioridade. Caráter é o que nos identifica. Se fosse a Vivo, iria valortizar a atitude dessa funcionária, pois nela pode-se confiar, enquanto aos outros que fazem tudo ...

Você decide.

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1

ago
2014

Por que acordamos com os olhos inchados?

 

               

A culpa é de um líquido chamado extracelular, assim batizado porque vive circulando por fora das células do nosso organismo. Quando deitamos, esse líquido se distribui por todo o corpo - inclusive a cabeça - provocando o célebre inchaço nas pálpebras. "É importante notar que não só as pálpebras e a região abaixo dos olhos se incham, mas todo o nosso rosto. E tem mais: se dormirmos de lado, a parte do rosto que ficou para baixo ficará ainda mais inchada", diz a endocrinologista Anelise Impelizieri Nogueira, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). No decorrer do dia, devido à força da gravidade, o tal líquido vai descendo e se alojando nas partes inferiores do corpo. Isso faz com que a região dos olhos vá desinchando, mas também explica por que é comum as pessoas que ficam o dia inteiro em pé terem as pernas inchadas à noite.

 

 

Da mesma maneira, quem passa o dia todo sentado, sofre com o acúmulo de líquido nas nádegas e na parte superior das pernas, afirma Anelise. Pessoas com problemas cardíacos, circulatórios ou renais - casos em que há dificuldade para eliminar líquidos pela urina - têm tendência a inchaços maiores.

 

Fonte: Mundo Estranho


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