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*Professor Genivaldo *

17

abr
2013

Por que a vaca é sagrada na Índia?

 

A santidade da mimosa é um dos preceitos da religião hindu. Textos sagrados, como os Vedas, compilados por volta de 1500 a.C., associam o animal à fertilidade e a divindades como Krishna, que teria sido pastor.

 

O hinduísmo sofreu ainda a influência de outra crença, o jainismo, que prega o vegetarianismo e a não-violência. Assim, associada à figura materna por fornecer leite, a vaca também virou objeto de devoção por suas qualidades simbólicas, como humildade e docilidade.

 

Para ter uma ideia do status da ruminante, ela é considerada mais "pura" que a casta mais elevada da sociedade indiana: os brâmanes (sacerdotes). Não à toa, na maioria dos estados indianos o abate desse animal é proibido e, para desespero de muitos guardas de trânsito, ela pode circular com desenvoltura pelas ruas sem ser incomodada. Mas a adoração da mimosa não é uma unanimidade na Índia. Embora cerca de 80% da população seja hindu, há milhões de devotos de outras crenças, como cristãos e mulçumanos, que não cultuam a vaca. Seja como for, todo mundo respeita o animal por lá, e, como você pode ver abaixo, até seus excrementos são usados em rituais!

 

"SANTA" MULTIUSO


Até o xixi e as fezes das vaquinhas são usados em rituais de purificação.


NO COURO DOS OUTROS É REFRESCO


Para a alegria dos mais de 200 milhões de vacas indianas, devido à proibição do abate do animal em quase todo o país, a maior parte do couro utilizado na Índia vem de cabras e búfalos, deixando o gado em terceira posição.

 

MCVEGETAL


As mais de cem lojas do McDonald's espalhadas pela Índia contam com dois menus: um vegan radical, cuja maionese nem leva ovos e os hambúrgueres são de vegetais, e outro que inclui frango e peixe. Carne de vaca nem pensar!

 

CAUBÓIS DO ASFALTO


A superpopulação bovina nas cidades - onde as vacas "pastam" entre carros, anarquizando o trânsito já caótico - criou até uma profissão: os caubóis urbanos. Eles caçam as desgarradas com laços, mas têm de driblar os hindus radicais, que atiram pedras nos "molestadores" das mimosas.

 

ASILO RUMINANTE


Para cuidar de vaquinhas atropeladas, idosas ou doentes, muitos indianos largam seus afazeres e criam hospitais e casas de repouso para onde os bichos são levados e passam o resto de seus dias pastando na boa.

 

APROVEITAMENTO TOTAL


Além de servir como alimento, o leite e seus derivados, como manteiga, são usados em oferendas e cerimônias de purificação. Já o esterco, depois de seco, pode virar lenha em rituais. Há até um refrigerante feito de urina de vaca e que promete curar doenças!

 

Fonte: Mundo Estranho

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14

abr
2013

Onde as aranhas caranguejeiras gostam de fazer seus ninhos?

caranguejeira

Ao contrário de boa parte das aranhas, que tecem suas casas com fios de seda em áreas altas, as caranguejeiras preferem construir seus refúgios em tocas debaixo de pedras ou junto ao tronco de árvores. "Elas podem cavar seus próprios buracos ou aproveitar os já existentes no solo", afirma o biólogo Antônio Domingos Brescovit, do Instituto Butantan, em São Paulo. Geralmente, as tocas são proporcionais ao tamanho do animal e não costumam ser muito profundas.

 

Bicho de hábito noturno, a caranguejeira - nome popular dado a várias espécies de aranha de corpo grande e peludo - é encontrada em jardins, matas e moitas de capim. Em alguns países, ela é conhecida como tarântula.

 

Uma particularidade dessas aranhas é o fato de elas possuírem apenas dois pares de fiandeiras (as estruturas usadas para tecer fios), enquanto a maioria das aranhas tem três pares. Elas costumam viver isoladas e alimentam-se de pequenos animais de sangue frio, como répteis e anfíbios, insetos e até mesmo aves de pequeno porte. Com as quelíceras, duas pequenas garras localizadas perto da cabeça, elas perfuram e injetam veneno em suas presas e em eventuais agressores. Todas são venenosas, embora as existentes no Brasil tenham veneno pouco ativo no homem. As caranguejeiras do gênero Atrax, encontradas na Austrália, estão entre as que podem matar uma pessoa.

 

Buraco, doce buraco Na hora do acabamento, as aranhas forram suas tocas subterrâneas com fios de seda.

1 - As caranguejeiras constroem seu refúgio debaixo de pedras, junto a troncos caídos ou em buracos rasos. Elas preferem ninhos rentes ao chão, pois, devido ao seu tamanho %u2014 as maiores chegam a 30 centímetros! %u2014, elas ficariam muito expostas em teias. Perto do solo, elas também têm mais facilidade de achar alimento.

 

2 - Para cavar as tocas, elas usam uma espécie de dentinho localizado na parte da frente das quelíceras, nome dado às garras que usam para picar suas presas. Esses dentinhos, também chamados de rastelo, são uma série de pêlos adaptados, semelhantes a uma escova com cerdas de metal.

 

3 - Depois de cavar o buraco, é preciso retirar a terra. Na hora de fazer essa faxina da casa, as caranguejeiras jogam o entulho para trás com a ajuda das patas dianteiras, empurrando a sujeira para fora de seus ninhos.

 

4 - O trabalho de acabamento é caprichado: algumas caranguejeiras forram o buraco com fios de seda. Esse revestimento tem várias funções: manter o local limpo, impedir a entrada de formigas e servir de alerta %u2014 quando um animal esbarra na teia, a aranha detecta o intruso na hora, pois o fio é uma extensão do seu sistema sensorial.

 

Fonte: Mundo Estranho

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13

abr
2013

Câncer pode ser causado por batatas fritas

 

Substância acrilamida, formada no cozimento do petisco, pode causar a doença.
 
Batatas fritas, aquelas que se compram congeladas nos supermercados, viraram mania na mesa dos brasileiros. Mas um perigo ronda esses petiscos tão apetitosos para adultos e crianças. De acordo com um estudo publicado no Jornal of Agricultural and Food Chemistry as batatinhas podem causar até câncer. 
 
Os cientistas que realizaram o estudo descobriram que o alimento pré-cozido possui níveis elevados de um produto químico que provavelmente causa danos a saúde. É a acrilamida, provável cancerígeno humano, que se forma durante o processo de cozimento de alimentos em altas temperaturas, em especial as batatas. 
 
Um outro estudo realizado pela Universidade de Maastrich, na Holanda, alertou que mulheres que comem batatas fritas todos os dias, industrializadas ou não, podem ter o dobro de risco de ter câncer no ovário ou no útero. Para chegar a essa conclusão foram entrevistadas 120 mil pessoas, constatando que mulheres ingerem mais acrilamida sofrem mais risco de câncer. 
 
 
Fonte: Bem Star - via Lake Villas

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11

abr
2013

Como foi inventada a televisão?

Ela não teve um único pai, muito pelo contrário: foi desenvolvida simultaneamente por diversos inventores. Os primeiros passos foram dados no final do século XIX, quando se descobriu que a capacidade de conduzir energia elétrica de um elemento químico, o selênio, variava de acordo com a quantidade de luz que ele recebia. Em teoria, isso tornava possível transmitir, por correntes de eletricidade, imagens compostas de pontos de diferentes graus de luminosidade. A partir daí, um jovem estudante de engenharia, o alemão Gottlieb Nipkow, concebeu, ainda em 1884, o primeiro sistema de televisão. Segundo ele, uma espécie de câmera conteria um disco cheio de furos que giraria rapidamente.

 

A imagem de um objeto colocado diante dessa câmera atravessaria os vários furinhos e se dividiria em pontos mais claros ou escuros, de acordo com o contorno do objeto. Esses sinais luminosos seriam então captados por átomos de selênio e transformados em eletricidade.

 

Conectada a um aparelho receptor, a corrente elétrica acionaria uma lâmpada que acenderia e apagaria conforme os impulsos recebidos. Dentro do receptor, a luz intermitente da lâmpada passaria depois por um segundo disco perfurado, que rodaria na mesma velocidade da câmera. Ao atravessá-lo, a luz da lâmpada reproduziria na tela do aparelho receptor a imagem do objeto original. O projeto de Nipkow era brilhante, mas não chegou a sair do plano teórico. Colocá-lo na prática coube a outros inventores que, nas décadas seguintes, fizeram diversos experimentos baseados nas idéias de Nipkow, acrescentando novidades tecnológicas. Um dos primeiros a demonstrar um aparelho de TV para a comunidade científica foi o engenheiro escocês John Baird, em 1926.

 

Paralelamente a Baird, porém, outras máquinas foram desenvolvidas na década de 20, por nomes como os dos engenheiros Vladimir Zworykin (russo), Philo Farnsworth (americano) e Ernst Alexanderson (sueco). Somadas todas essas contribuições vindas de diferentes países, formou-se a televisão moderna, que, surpreendentemente, demorou a conquistar o público: dez anos após a demonstração de Baird, não havia mais do que 2 mil televisores no mundo. O grande boom aconteceria só após o final da Segunda Guerra Mundial. Em 1948, já havia mais de 350 mil aparelhos só nos Estados Unidos. Desde então, a TV não parou mais de proliferar e se desenvolver, passando pelo aparelho em cores e por modelos portáteis, até chegar aos equipamentos digitais de hoje, com alta definição e telas de plasma.

 

Do chuvisco ao plasma Os primeiros aparelhos eram grandes, com telas pequenas. Hoje é o contrário.

1926 - Pioneiro Britânico


Em Londres, o engenheiro John Baird apresenta para colegas cientistas uma das primeiras transmissões televisivas, com imagens de objetos em movimento. A tela não media mais de 8 por 6 centímetros. Na foto ao lado, tirada em 1954, Baird mostra a invençãojá velha.

 

1940 - A vez da eletrônica


Na década de 40, os antigos aparelhos eletromecânicos perdem espaço para os eletrônicos, que usam canhões de elétrons para redesenhar as imagens, oferecendo melhor resolução. Um exemplo é o modelo Zenith acima, fabricado nos Estados Unidos.

 

1951 - Adeus ao Preto-e-branco


A CBS lança nos Estados Unidosa primeira TV colorida viável comercialmente. A qualidade era boa, mas o modelo, ainda mecânico, revelou-se incompatível com a transmissão eletrônica em preto-e-branco. Três anos depois, em 1954, sairia a Westinghouse H-840CK15, a primeira TV eletrônica colorida.

 

1959 - Menores e Melhores


Surge no Japão a primeira TV totalmente transistorizada: a portátil Sony TV8-301. A substituição das válvulas por transistores provocou uma incomparável revolução tecnológica, tornando os aparelhos eletrônicos menores e mais rápidos na hora de ligar.

 

2002 - O Estado da Arte


A TV do terceiro milênio transmite vídeo digital, livre de interferências e chiados, com alta definição de imagem. Seu formato é mais comprido, como uma tela de cinema. A última palavra é a tela de plasma, tão fina que parece um quadro para pendurar na parede.

 

Profetas de araque

Quando a nova tecnologia foi demonstrada publicamente na Feira Mundial de Nova York, em 1939, o jornal New York Times decretou: "A televisão nunca será competição séria para o rádio, pois as pessoas têm de ficar sentadas com os olhos colados à tela e a família americana não tem tempo para isso." Em 1956, foi a vez de a revista Time afirmar: "A TV em cores é o mais retumbante fracasso do ano."

 

Fonte: Mundo Estranho

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10

abr
2013

Quando surgiram os homens-bomba?

 

Os primeiros terroristas suicidas que explodiam o próprio corpo apareceram entre os séculos 14 e 16. "Naquela época, o Império Turco-Otomano vivia um perído de expansão. Uma das armas de seu Exército eram os guerreiros suicidas conhecidos como bashi-bazouks, que se precipitavam contra fortificações ou linhas de batalha do inimigo", diz o historiador Márcio Scalércio, da Universidade Cândido Mendes (RJ).

 

Depois vieram os anarquistas da Rússia czarista, os camicases japoneses durante a Segunda Guerra e os guerrilheiros vietnamitas a partir da década de 50. Mas é bom esclarecer que a expressão "homem-bomba" e a popularização da prática são bem mais recentes - mais precisamente, nos conflitos do Oriente Médio dos últimos 20 anos.

 

Tudo leva a crer que a guerra entre Irã e Iraque (1980-1988) foi o marco fundante para essa cultura de terroristas explosivos. Inspirados pelas ações de xiitas iranianos, grupos radicais palestinos como Hamas, Jihad Islâmica e a Brigada dos Mártires de Al-Aqsa fizeram do homem-bomba sua arma favorita na luta contra Israel. Hoje, jovens são doutrinados em escolas muçulmanas ou mesquitas e recebem prêmios pelo "ato de fé" - o ex-ditador iraquiano Saddam Hussein chegava a pagar 25 mil dólares para a família de um suicida. E a moda macabra já lança tendências: no Sri Lanka e na Chechênia já existem mulheres-bomba e, na Palestina, os terroristas não são mais mortos de fome sem perspectivas. Uma pesquisa recente mostrou que a maioria dos homens-bomba palestinos vêm da classe média e têm boa educação.

 

Vestidos para matar Carregados de explosivos, suicidas usam disfarces até o momento do atentado.

MASSINHA PERIGOSA


O explosivo conhecido como C-4 (ciclotrimetileno-trinitramina) tem consistência maleável, semelhante à argila. Depois de ser acionado por uma carga elétrica, o C-4 explode quase instantaneamente, voando por um raio de centenas de metros. A ironia é que os Estados Unidos são os principais fabricantes desse explosivo plástico.

 

DESTRUIÇÃO MULTIPLICADA


Pregos, bolinhas de ferro e pedaços de vidro são embalados junto com a massa explosiva. Quando a bomba é acionada, o material é arremessado com um impulso que supera em várias vezes a velocidade do som, alojando-se no corpo das vítimas. A hemorragia causada pelos estilhaços causa mais mortes que o impacto da explosão.

 

O ÚLTIMO TRAJE


Embora não haja um padrão de roupa, no Oriente Médio os homens-bomba costumam usar um cinturão ou um colete com vários bolsos, onde são colocados pacotes contendo até 9 quilos de explosivo. Esse traje é usado sob a roupa normal do terrorista. Assim, disfarçado, ele chega ao alvo sem ser identificado.

 

FOGO NA BOMBA


Nos atentados mais recentes, homens-bomba palestinos têm usado detonadores elétricos ligados a uma pilha. Quando o botão é acionado, a pilha emite um leve impulso elétrico, que logo detona toda a carga de C-

 

CÍRCULO DO TERROR


Um homem-bomba consegue ferir pessoas a um raio de até 200 metros da explosão. Na hora da detonação, os terroristas escolhem locais cheios de gente, como centros comerciais.

 

Fonte: Mundo Estranho

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10

abr
2013

Especialista dá dicas de alimentação para atletas

 

 

O programa "Meu Prato Saudável", parceria do Instituto do Coração (InCor) com a LatinMed Editora em Saúde, faz um alerta para atletas com relação à alimentação, tanto antes quanto depois da prática esportiva.
 
Uma alimentação balanceada e que contemple todos os nutrientes necessários aos atletas deve conter alimentos do grupo dos carboidratos, proteínas, gordura boa, frutas e vegetais, e é indispensável para um bom desempenho durante o treino.
 
Para isso, porém, é necessário redobrar a atenção para quais alimentos devem ser consumidos. Antes da atividade física, a médica Elisabete Almeida, diretora-executiva do "Meu Prato Saudável", recomenda consumir alimentos ricos em carboidratos, mas com digestão lenta, para garantir energia suficiente durante a atividade e para que não ocorra muita perda muscular.
 
"Um alimento rico em fibras é uma boa opção, como cereal integral, biscoito integral, barra de cereal rica em fibras. Outra opção benéfica para antes da prática esportiva é torrada integral com requeijão ou queijo processado industrializado ou pão integral com margarina com fitoesteróis ou banana com aveia e uma colher de chá de óleo de coco ou mamão com granola."
 
"Depois da prática esportiva, o ideal é consumir proteína animal magra, acompanhada de um carboidrato complexo, como o arroz, de preferência integral, ou massa integral, batata com casca, pão ou torrada integral", diz.
 
Para melhorar a absorção das proteínas, é necessário incluir na refeição verduras e legumes, fontes de vitaminas e minerais. Como exemplo, um prato com salada, carne magra e carboidrato ou um sanduíche natural, que tenha pães integrais, duas fontes de proteína magra (queijo ou substituto de carne - atum, frango desfiado, rosbife, carpaccio, peito de peru ou presunto magro), além de um vegetal.
 
Atenção na hidratação
 
Com a alimentação balanceada não se deve descuidar da hidratação. Como a quantidade de água eliminada pelo suor depende da intensidade e tempo da atividade física, assim como da temperatura e umidade ambientais, a defesa mais eficaz é a hidratação adequada, que ocorre pelo equilíbrio entre consumo e perda de água.
 
"A diferença entre o peso corporal antes e depois do exercício pode ser utilizada para indicar a perda de água durante o exercício e, assim, definir qual é a hidratação necessária para depois da atividade. Não dá para focar apenas no controle da sede, pois assim a hidratação pode levar alguns dias para o total restabelecimento, mesmo após grave desidratação", alerta Elisabete.
 
Também a ingestão "extra" de água antes do exercício, em ambientes quentes, proporciona alguma proteção, aumentando a sudorese e evitando aumento da temperatura corporal durante o exercício.
 
"Recomenda-se o consumo de 400 a 600 ml de água, 20 minutos antes do início da atividade física", afirma a médica, porém, sem descartar a necessidade de reposição contínua de água durante e depois dos exercícios. "O consumo de cerca de 250 ml a cada 15 ou 20 minutos de intervalo é satisfatório, pois em maior quantidade, pode produzir a sensação de "estômago cheio", prejudicando o desempenho do atleta", explica.
 
A médica lembra, ainda, que esta reposição não tem a função de compensar a quantidade de calorias gastas durante a atividade física, pois a água não tem valor calórico e apenas evita a desidratação. "Se o indivíduo faz uma alimentação equilibrada e pratica esportes, a perda de peso e gordura corporal vai acontecer de qualquer forma", afirma.
 
A substituição de água por isotônicos só deve ocorrer quando há perda de peso corporal superior a 2% em decorrência da transpiração, pois aí pode ocorrer grande quantidade de sódio e outros minerais.
 
Suplementos
 
A recomendação é que a utilização de suplementos alimentares para complementar dieta de atletas deve ser prescrita por profissionais especializados e somente após avaliação individualizada.
 
"Se consumidos sem o acompanhamento de especialista, estes suplementos podem até sobrecarregar órgãos como fígado e rim, e causar ganho de gordura corporal", conclui Elisabete.
 
 
Fonte: Uol - via Lake Villas

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6

abr
2013

Homens comem menos frutas e verduras do que crianças

 

 

Homens têm dieta pior do que as crianças, de acordo com publicação do jornal Daily Mail. Isso baseado no consumo de frutas e vegetais em geral. A informação foi levantada por uma marca de sucos inglesa, a SaVse, e mostra que os pequenos em fase pré-escolar comem em média 12 porções de frutas e vegetais por semana enquanto os homens comem no máximo metade dessa quantidade. A média diária deles é de 1,2 porções.
Oitenta e cinco por cento das mães entrevistadas afirmaram que tentam oferecer regularmente cinco porções de frutas e legumes, mas que os parceiros relutam em aceitar os alimentos.
 
Para contornar a situação, 48% delas admitiram disfarçar os itens para incluí-los nas dietas dos homens. Cobrir com queijo, colocar na sopa ou bater frutas com outras bebidas foram os truques usados mais comuns.
 
A pesquisa ainda mostrou quais os alimentos mais odiados pelos homens. Os campeões foram repolho, brócolis, couve de bruxelas, berinjela e cogumelos.
 
 
Fonte: Ponto a Ponto Ideias / Terra - via Lake Villas

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5

abr
2013

Apesar de calórico, abacate ajuda a regular o colesterol

 

No Brasil há mais de cem tipos de abacates, o que garante uma alta produção da fruta o ano todo. Porém, a fama de que seja engordativa faz com que não seja um sucesso de público por aqui. Isso sem contar que muitos acham que sua "gordura" pode fazer mal ao coração. Mas o abacate está longe de ser um vilão.
 
"O abacate possui gorduras benéficas. Se consumido de forma correta, ajuda a regular os níveis de colesterol, diminuindo o LDL, o chamado colesterol ruim", afirma a nutricionista Daísa Pinhal da Oba Hortifruti.
 
O nutrólogo Carlos Alberto Werutsky, da Abran (Associação Brasileira de Nutrólogos), alerta: quem faz controle de peso precisa reduzir a ingestão de calorias. Dentro dessa proposta, o abacate pode ser um vilão, pois seu teor de gordura é alto.
 
"Já quem não tem restrição pode consumir a fruta diariamente, pois sua gordura é insaturada, aquela que faz bem", conta o médico. Ele explica que o abacate tem por volta de 9 calorias/grama e que se pode consumir um pequeno ou meio por dia, desde que haja restrição de outros alimentos calóricos.
 
Alguns nutricionistas defendem que é melhor comer o abacate à noite, para se obter mais benefícios. Os especialistas ouvidos pelo UOL, porém, dizem que o horário da ingestão não faz diferença.
 
Qualidades
 
A nutricionista acredita que consumir um quarto da fruta por dia é suficiente para se obter os benefícios: "O abacate é rico em fibras alimentares e fonte de ácido fólico e vitamina C. Também possui carotenoides, substâncias antioxidantes benéficas à saúde, e gorduras insaturadas".
 
Apesar de a banana levar a fama, o abacate possui um teor de potássio bem maior. Porém, a nutricionista frisa que pessoas com problemas renais devem evitar alimentos ricos deste macromineral.
 
Prisão de ventre, flatulências, perturbações digestivas, gota reumatismo, afecções dos rins, da pele, do fígado. Tudo isso pode ser evitado ao se consumir abacate, explica o  farmacêutico Rafael Martins Xavier.
 
Ele conta que as cascas da fruta são vermífugas, sendo também úteis para o tratamento de hemorragias e disenterias. Já o chá de folhas da fruta é um excelente diurético.
 
"Considerado uma rica fonte de folato, vitamina A e potássio, o abacate tem mais proteína que qualquer outra fruta, cerca de 2 g para cada porção de 110 g. Possui, ainda, quantidades úteis de ferro, magnésio e vitaminas C, E e B6", ensina.
 
Cápsulas
 
Werutscky lembra que o abacate também possui o ácido oleico. "Trata-se de um ácido graxo essencial. Se uma pessoa tiver um consumo baixo desta substância, com o tempo, poderá desenvolver uma imunodepressão, ou seja, baixa imunidade".
 
O farmacêutico afirma que o ácido oleico é também conhecido como ômega 9,  essencial na síntese dos hormônios que mantêm o nosso organismo em equilíbrio em todos os sentidos.  
 
"O ômega 9 também auxilia na diminuição da concentração do colesterol ruim e aumenta o colesterol bom", afirma Xavier que também é consultor-técnico da NutraWay, empresa que está lançando óleo de abacate em cápsulas.
 
O produto é extraído da polpa da fruta madura e da semente, sendo constituído de aproximadamente 60 a 80% de ácidos graxos insaturados. Segundo a empresa, trata-se de uma alternativa prática para facilitar o consumo de alimentos essenciais à saúde.
 
"Para que seja mantida 100% da integridade de todas as propriedades do óleo de abacate, utilizamos para a sua obtenção a técnica de "Prensagem a Frio e Filtração", também conhecida como "Cold Pressing and Filtration"", conta o farmacêutico.
 
O abacate foi escolhido por ser uma fruta muito rica por seus nutrientes, diz Xavier. Ele explica que o óleo da fruta, que já é encontrado em lojas de produtos naturais, farmácias e supermercados, já vem com uma dose estimada que não é prejudicial à saúde. Mas alerta: "Para obter 100% da eficácia do produto, deve-se procurar um médico ou nutricionista que avalie as características idiossincráticas do indivíduo e prescreva a dose ideal".
 
O nutrólogo Carlos Alberto Werutsky, no entanto, tem ressalvas em relação à novidade e diz que, por enquanto, não há evidências científicas sobre algum benefício proporcionado pelo produto.
 
"Nenhum suplemento deve ter a pretensão de substituir a fruta in natura. Até que ponto a pressão utilizada não altera o produto? Até que ponto podemos confiar? Acredito que seja melhor consumir a fruta", avalia o médico.
 
A nutricionista Daísa Pinhal também é reticente: "É comprovado que o ácido oleico é benéfico à saúde, porém, para fazer qualquer afirmação, teria que ver a composição total do produto".
 
 
Fonte: Uol - via Lake Villas

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1

abr
2013

Qual a diferença entre os títulos da nobreza?

 

Os cinco principais títulos de nobreza formam uma escadinha hierárquica que obedece à seguinte ordem, a começar do mais poderoso: duque, marquês, conde, visconde e barão.

 

Na Idade Média, cada um desses fidalgos recebia do rei um pedaço de terra onde eles mandavam e desmandavam, ajudando na administração do reino. "Os nobres tinham autoridade jurídica e militar sobre o território concedido pelo monarca. Entre outras coisas, eles cobravam impostos, cuidavam das fronteiras e recrutavam exércitos para o reino", diz o historiador Celso Silva Fonseca, da Universidade de Brasília. Quanto mais alta a honraria, mais terra o nobre ganhava, e mais poder ele era autorizado a exercer.

 

Os títulos surgiram no século 5, quando a Europa foi retalhada em vários pequenos reinos. Dentro desses impérios, os nobres formavam uma elite de parentes ou súditos que ajudavam o rei na conquista de novas terras. A partir do século 9, os títulos se tornaram hereditários, passando de pai para filho. No Brasil, essas designações da fidalguia aportaram no século 19. No total, 1 211 títulos de nobreza foram distribuídos por aqui. Mas com uma diferença importante: eles não eram transmitidos de pai para filho. Se o herdeiro de um nobre quisesse ter direito à mesma honraria, teria de pagar ao governo. Um título de duque, por exemplo, custava três vezes mais que um de barão. Com a proclamação da República, em 1889, todos os ícones dos tempos de monarquia foram banidos pelos militares, incluindo os títulos de nobreza. Hoje, essas condecorações não valem nada. Mas, na Inglaterra e em outras monarquias européias, ser barão ou conde ainda garante certo prestígio social.

Amigos do rei Na Idade Média, o monarca dava terras e autoridade aos súditos mais poderosos

MARQUÊS

Abaixo do duque na hierarquia da nobreza, o marquês governava os marquesados, áreas do tamanho dos estados atuais. Alguns tomavam conta dos territórios reais localizados em fronteiras, lutando para evitar invasões. A origem do nome deixa clara essa função: em latim, marchensis significa "o que fiscaliza as marcas".

 

VISCONDE

Era o substituto do conde - em latim, vicecomes significava vice-conde. Esse título de nobreza, assim como o de barão, surgiu bem mais tarde, apenas durante o século 10. Em termos administrativos, os viscondes podiam dirigir pequenos territórios, do tamanho de vilas.

 

DUQUE

Depois do rei, era o nobre mais poderoso, recebendo grandes extensões de terra para administrar. Os primeiros duques vieram do Império Romano, onde os comandantes militares eram agraciados com o nome de dux ("aquele que conduz", em latim). Seguindo a tradição, países como Espanha e Portugal davam o título a seus maiores generais.

 

CONDE

Assessorando o rei num monte assuntos, do recolhimento de impostos aos combates militares, o conde era tão importante no dia-a-dia dos reinos que tinha até um substituto para suas ausências, o visconde. O conde também administrava os condados, área menor que os marquesados. O título vem do latim comes, "aquele que acompanha".

 

BARÃO

Mais um título criado com o feudalismo já em decadência. A honraria era concedida a súditos fiéis dos reis, geralmente homens ricos. As terras governadas pelos barões eram ainda menores, do tamanho de fazendas ou sítios. Em sua origem germânica, a palavra barão significa "homem livre".

 

Fonte: Mundo Estranho

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