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*Professor Genivaldo *

22

jan
2013

Tecnologia: Guarda-chuva inovador que tem apenas o cabo.

 

Dupla inventa guarda-chuva diferente que evita os pingos da chuva apenas com a força do ar

 

Produto está em fase de desenvolvimento, mas chama a atenção pelo design

 

Reprodução da internet
Reprodução da internet

 Um produto diferente. E que pode ganhar espaço rapidamente. Os designers Je Sung Park e Woo Jung Kwon criaram um guarda-chuva inovador e que tem apenas o cabo. Isso mesmo. O guarda-chuva não tem a parte superior. Ao invés disso, o dispositivo eletrônico instalado no cabo toma o ar da parte inferior e o atira para o topo - isso criaria uma espécie de barreira para a água. E isso poderia evitar a passagem dos pingos de chuva.


De acordo com seus desenvolvedores, o usuário também pode controlar essa cortina de ar que impede a passagem da água. O produto ainda parece em desenvolvimento, pois a discussão em torno dele ainda é restrita a diversos sites de design - entre eles o Yanko Design e o blog da 3M. Resta saber agora o potencial comercial da invenção, que alia design com tecnologia.



Veja como funciona a tecnologia.

 

Fonte:  Estadão

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19

dez
2012

Mistura de moto e carro anda 320 km com uma carga de bateria

 

A empresa Lit Motors vai lançar um novo veículo elétrico, o C-1, uma espécie de "híbrido" entre carro e moto que tem o potencial de mudar o mercado automobilístico, principalmente direcionado a jovens.

 

Na verdade, o C-1 não é um carro: é oficialmente classificado como uma motocicleta. No entanto, o diretor-executivo da Lit Motors, Daniel Kim, diz que o veículo resiste a essa classificação.

 

Ele tem a metade do tamanho de um Smart Car e pode transportar duas pessoas - o motorista e um passageiro no banco de trás. Tem duas rodas giroscopicamente estabilizadas para evitar que pendam para os lados, e pode rodar até 320 quilômetros com uma única carga de bateria.

 

"Você pode ir e voltar do trabalho por menos de US$ 0,50 [cerca de R$ 1] por dia", disse Kim.

 

Kim acredita que os jovens de hoje preferem comprar iPhones, tablets e outras coisas do que um carro, principalmente por causa do custo. Segundo o diretor da Lit Motors, a posse de carro diminuiu 30% entre pessoas com idade de 18 a 34 anos.

 

"O custo de ter um carro é realmente caro, por isso muitas pessoas não querem possuir um veículo, preferindo caronas e transportes públicos", argumentou.

 

Daí surgiu a ideia de criar o C-1, que faz a ponte entre um carro e uma motocicleta, proporcionando a segurança de um carro sem os altos custos de se possuir um.

 

 

Impressionantemente, esta maravilha da engenharia não vem de uma grande montadora, mas de uma empresa de São Francisco (EUA) com apenas 10 funcionários. Kim e sua equipe construíram o protótipo à mão, usando sua própria tecnologia patenteada. O custo total para produzir o protótipo foi menos de US$ 800.000 (cerca de R$ 1,6 mi).

 

O C-1 ainda está em desenvolvimento e a empresa ainda está à procura de financiamento para ajudá-la a aperfeiçoar o protótipo e trazê-lo para o mercado, mas Kim estima que custará inicialmente cerca de US$ 20.000 (R$ 40 mil). O diretor acredita que o custo pode cair para até US$ 16.000 (R$ 34) se o veículo se tornar popular.

 

Uma vez que o C-1 estiver amplamente disponível, Kim acha que poderá ter um efeito transformador sobre a indústria automotiva amiga do meio ambiente.

 

"Neste momento, carros elétricos não são sustentáveis", disse. "A bateria média dos carros elétricos é quatro vezes maior que a nossa, com um terço a gama. Se cada carro nos EUA tivesse bateria, seria necessário produzir energia quatro vezes mais energia. De onde viria tanta energia?".

 

A "motocicleta carro" está prevista para ser lançada nos EUA em maio de 2014. Mais de 250 pessoas já fizeram depósitos para comprar uma.[TechNewsDaily, TheAtlantic]

 

Assista ao vídeo

 

 

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11

dez
2012

Japoneses criam tecido que gera energia solar

 

Japoneses criam tecido capaz de gerar energia a partir do Sol

 

Tecido foi feito com fios de células fotovoltaicas.


Vestimentas com o material poderiam, por exemplo, carregar um celular.

 
                                Pedaço de tecido feito com células fotovoltaicas (Foto: Sphelar Power/AFP)
Pedaço de tecido feito com células fotovoltaicas (Foto: Sphelar Power/AFP)

 

Pesquisadores japoneses criaram uma espécie de tecido constituído de fios de células fotovoltaicas - que transformam a luz do sol em energia elétrica. A esperança deles é fabricar um dia vestimentas eletrogêneas, capazes de carregar um telefone celular, ou tapetes energéticos para situações de emergência.

 

Os pesquisadores esperam, com o apoio do governo japonês, ajustar técnicas de tecido desta nova matéria têxtil até 2015 e apresentar os primeiros objetos feitos com ela.

 

"Ainda temos algumas dificuldades a resolver antes de uma comercialização, como o isolamento dos fios condutores e a melhoria da durabilidade do produto", explicou um dos funcionários do centro de tecnologia industrial da prefeitura de Fukui.

As células fotovoltaicas esféricas de 1,2 metro foram desenvolvidas pela empresa Sphelar-Power, de Kyoto, uma empresa fundada em maio de 2012 e cuja atividade está dedicada exclusivamente a estas pequenas "sementes solares".

 

Fonte: G1

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31

out
2012

Combustível a partir do ar

 

Empresa afirma fazer o que parece ser impossível

 

Se você considera milho um material "estranho" para ser usado na produção de combustível, o que acha de... "ar"? Isso mesmo: representantes da companhia inglesa Air Fuel Synthesis afirmam que serem capazes de produzir combustível a partir de ar - usando um processo que pode reduzir os níveis de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.

 

E como é o "processo milagroso"? Primeiramente, eles misturam hidróxido de sódio (NaOH, conhecido como soda cáustica) com dióxido de carbono, produzindo carbonato de sódio (Na2CO3). Por meio de eletrólise, os cientistas obtêm então uma forma mais pura de dióxido de carbono, que é misturado com hidrogênio para produzir metanol (um tipo de álcool). Finalmente, o material vai para um reator e se transforma em gasolina.

 

Contudo, ainda é um pouco cedo para se falar em "enfrentar a crise energética" com esse processo: em três meses, uma "pequena refinaria" mantida pela companhia produziu apenas cinco litros de combustível. A empresa afirma que tem planos de construir uma estrutura maior nos próximos dez anos, que seria capaz de produzir (teoricamente) uma tonelada de gasolina por dia.

 

"Parece bom demais para ser verdade, mas é real", aponta Tim Fox, da Instituição de Engenheiros Mecânicos em Londres. "É uma pequena planta piloto capturando ar e extraindo CO2 com base em princípios conhecidos. Ela usa componentes bem conhecidos e estabelecidos, mas o que é excitante é que foram capazes de juntar tudo e mostrar que o processo funciona".

 

O custo para se produzir "gasolina aérea" ainda é elevado, e a Air Fuel Synthesis não revelou os possíveis preços do material.[Hypesciense]

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8

out
2012

Cientistas apresentam revolucionária bateria em spray

 

Uma bateria revolucionária que pode ser borrifada com um spray sobre qualquer superfície foi apresentada nesta quinta-feira (28) por uma equipe de cientistas que a testou em tudo, de ladrilhos de banheiro a uma caneca de chope.

 

A inovação pode revolucionar o desenho de baterias de íon-lítio que alimentam nossos laptops, celulares e carros elétricos, levando à fabricação de equipamentos mais finos e leves usados em sistemas elétricos.

 

Usando versões líquidas dos mesmos componentes encontrados em baterias de íon-lítio convencionais, a equipe borrifou sua invenção, em várias camadas, sobre uma lâmina de vidro, uma chapa de aço inoxidável, ladrilhos de cerâmica esmaltada e a superfície curva de uma caneca.

 

"Basicamente, usando esta abordagem, podemos transformar qualquer superfície em uma bateria", explicou o autor principal do estudo, Neelam Singh, estudante de engenharia da Universidade Rice, no Texas.

 

As baterias de íons-lítio (ou Li-ion) funcionam transferindo carga entre um eletrodo negativo e outro positivo. Em comparação com outras baterias recarregáveis, elas são leves, têm grande saída de potência e capacidade de armazenamento. Além disso, são mais seguras.

 

Para o protótipo, a equipe criou versões líquidas e de pintura dos cinco componentes em diferentes camadas: dois eletrodos, um cátodo, um ânodo e um polímero separador. "Primeiro, transformamos em tinta todos os componentes da bateria. Poderíamos, então, usar estas tintas para literalmente pintar baterias sobre qualquer superfície e usar nada, além de um jato de spray", explicou Singh.

 

A caneca foi usada para mostrar a aplicação versátil da tinta em objetos com formatos diferentes. Em um dos experimentos, os cientistas borrifaram bateria sobre nove ladrilhos de banheiro, que foram em seguida conectados uns aos outros. Um dos ladrilhos tinha uma placa solar presa a ele, que foi carregada usando uma luz branca de laboratório.

 

Uma vez carregados e conectados, os ladrilhos "geraram energia suficiente para alimentar 40 lâmpadas vermelhas de LED (light-emitting diodes) por mais de seis horas", relatou a equipe em artigo na revista Nature Scientific Reports, uma constância de 2,4 volts.

 

Os cientistas descreveram a inovação como uma "mudança de paradigma no design das baterias". Diferente das baterias existentes, a versão em tinta não exige um compartimento extra para estocagem e poderia, assim, ser mais facilmente integrada aos desenhos existentes para equipamentos movidos a bateria.

 

Também abre possibilidades para a geração e armazenamento de energia solar. "Os ladrilhos de cerâmica que transformamos em baterias poderiam ser usados para construir muros externos completos de uma casa", disse Singh.

 

"Um muro feito destas baterias poderia, então, ser coberto com células fotovoltaicas e esta combinação de células solares e baterias poderiam ser usadas para capturar e armazenar a energia solar em eletricidade", acrescentou.

 

Fonte: Tribuna

 

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3

set
2012

Como funciona um chip de computador?

 

Todos os tipos de chips - dos mais simples, como o de um relógio digital, aos mais complexos, como o de um poderoso Pentium 4 - não passam de um aglomerado de componentes eletrônicos, os transistores. Eles são a estrutura básica para que o computador realize todas as suas atividades. O segredo é o material de que os transistores são feitos: o silício, um mineral que muda de comportamento conforme a presença ou ausência de corrente elétrica. A partir dos sinais enviados pelo usuário (vale lembrar que, dentro do computador, uma ordem como um toque no teclado é transformada em uma série de impulsos elétricos), os transistores em conjunto são capazes de armazenar dados e realizar operações aritméticas que possibilitam todas as funções do computador, de um simples digitar de letras às mais multimídia. Apesar de o transistor ter sido inventado em 1947, somente em 1971 a Intel conseguiu a enorme façanha de colocar 2 300 deles dentro de uma pastilha de 3 por 4 milímetros, criando o primeiro chip. Hoje, um processador Pentium 4 possui 42 milhões de transistores.

 

Caixa-mundo Dentro de um chip do tamanho de uma unha ficam 42 milhões de componentes eletrônicos

1. Como você aprendeu numa das edições anteriores da ME, a placa mãe é a unidade central de todo computador, responsável pela conexão de todas as peças que formam a máquina. De todos os seus componentes, os mais importantes são os diferentes tipos de chip que ela contém

 

2. Visto de fora, o chip é um quadradinho preto minúsculo, mas essa é apenas a sua embalagem - a parte funcional não chega a ter o tamanho de uma unha. Dentro desse ambiente ficam os componentes responsáveis pela "mágica" digital, os transistores

 

3. O transistor é uma pecinha com três filamentos metálicos - o emissor, a base e o coletor - e camadas de silício, um material que pode permitir ou não a passagem de corrente elétrica. Lembre-se que a corrente é feita de elétrons, as partículas negativas dos átomos

 

4. As camadas de silício são de dois tipos: as do tipo N, "dopadas" com átomos como fósforo, têm elétrons extras. As do tipo P, "dopadas" com átomos como o boro, têm poucos elétrons. Geralmente, rola um "sanduíche" dessas camadas (no desenho, o transistor é um N-P-N)

 

5. Quando o usuário dá uma ordem ao computador, podem ocorrer duas coisas nos transistores. A primeira é a ordem não mudar nada: os elétrons do silício tipo P ficam dispersos e não passa corrente do emissor ao coletor. Nesse caso, é como se o transistor fosse um interruptor desligado

 

6. A segunda possibilidade é a ordem disparar uma carga positiva na base do transistor. Isso atrai os poucos elétrons que se encontram no silício tipo P, fazendo com que eles formem uma "ponte" de elétrons entre o emissor e o coletor. Resultado: rola uma corrente elétrica entre esses dois pólos. Nesse caso, é como se o transistor fosse um interruptor ligado

 

7. Cada ordem do usuário (por exemplo, apertar a letra "m" no teclado) aciona, no mínimo, oito transistores. De acordo com a ordem dada, chegam às bases dos transistores pulsos de energia diferentes, permitindo ou não a passagem de corrente

 

8. Quando ocorre a passagem de corrente, o transistor está ligado e é representado na linguagem do computador pelo número 1. Quando não ocorre passagem de corrente, o transistor está desligado e significa, na linguagem da máquina, o número 0. E daí?

 

9. Daí que cada 0 ou 1 interpretado pelo chip é chamado de bit. Um conjunto de oito bits forma um byte. Tudo que entra no chip é convertido em bytes, que fica sendo a unidade básica de informação com a qual um computador trabalha

 

10. Para possibilitar a troca de dados entre máquinas, os programadores criaram um código de bytes com 256 combinações, suficiente para representar todas as letras, números e símbolos usados pelo computador. É lá que está estabelecido que a letra "m" corresponde a 01101101

 

11. Ainda assim, o computador não teria utilidade se não houvesse algo capaz de transformar esse monte de zeros e uns numa forma compreensível para os usuários. Quem faz essa tarefa são os sistemas operacionais, como o Windows, o Linux ou o DOS, que usam o código de bytes para "traduzir" as seqüências em linhas de programação

 

12. Após traduzir o comando que você envia para o seu computador, o sistema operacional manda o chip enviar a informação processada para a placa de vídeo, que irá representá-la na tela da máquina. E, voilà, você consegue ver a letra "m" no monitor. Toda essa operação que você demorou para ler acontece em milésimos de segundo!

 

Fonte: Mundo Estranho

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24

jul
2012

Avião movido à energia solar

 

Aeronave renovável faz trajeto intercontinental inédito com rota de 6 mil km.


Projeto orçado em 90 milhões de euros deve ser concluído nesta terça.

 

 

O avião experimental Solar Impulse decolou nesta terça-feira (24) do aeródromo de Toulouse-Francazal, na França, em direção a Payerne, na Suíça, cumprindo a última etapa do primeiro voo intercontinental de um avião movido a energia solar. O total do percurso é de 6 mil km.

 

Esta aeronave, pilotada por Bertrand Piccard, decolou depois de uma escala de uma semana no aeroporto francês, localizado nos subúrbios da cidade de Toulouse.

 

O avião Solar Impulse sobrevoará o Maciço Central e se dirigirá até Lyon, Roanne e Mâcon, antes de se aproximar da fronteira franco-suíça na região de Pontarlier. Depois da fronteira e de sobrevoar o Jura, se dirigirá ao aeródromo de Payerne, onde seu pouso está previsto para a noite desta terça, no horário local.

 

Desta forma, Bertrand Piccard e André Borschberg, pilotos e fundadores do projeto, terão vencido sua aposta ao percorrer, desde 24 de maio de 2012, quase 6 mil km em oito etapas de uma média de 800 km cada uma, pousando em quatro países em dois continentes diferentes.

 

Aeronave decola do aeroporto de Toulouse, na França, rumo à fronteira do país com a Suíça. (Foto: Eric Cabanis/AFP)Aeronave Solar Impulse decola do aeroporto de Toulouse, na França, rumo à fronteira do país com a Suíça. (Foto: Eric Cabanis/AFP)

O frágil avião fabricado com fibras de carbono tem quatro motores elétricos com potência de 10 cavalos cada, alimentados por 12 mil células fotoelétricas que cobrem sua grande asa.

 

O projeto Solar Impulse começou em 2003 com um orçamento de 10 anos de 90 milhões de euros e tem envolvido engenheiros da empresa suíça de elevadores Schindler e pesquisadores do grupo químico belga Solvay.

 

O avião, que requer 12.000 células solares, fez o seu primeiro voo em abril de 2010 e completou um voo de 26 horas, um recorde de tempo para uma aeronave solar, três meses depois.

 

A primeira missão internacional aconteceu em maio, quando completou um voo de 13 horas entre Payern, no oeste da Suíça, e Bruxelas, na Bélgica.



*Com informações da France Presse

O frágil avião fabricado com fibras de carbono tem quatro motores elétricos com potência de dez cavalos cada, alimentados por 12 mil células fotovoltáicas. (Foto: Eric Cabanis/AFP)
O frágil avião fabricado com fibras de carbono tem quatro motores elétricos com potência de dez cavalos cada, alimentados por 12 mil células fotovoltáicas. (Foto: Eric Cabanis/AFP)

 

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20

jul
2012

Paquistanês de 8 anos conquista certificação da Microsoft

 

Shafay Thobani conquistou a certificação da Microsoft com apenas 8 anos e 24 dias. Foto:  Divulgação

Shafay Thobani conquistou a certificação da Microsoft com apenas 8 anos e 24 dias
Foto: Divulgação

 

Um paquistanês de apenas 8 anos conquistou o título de "Microsoft Certified Technology Specialist", um certificado que atesta que um profissional é especialista em alguma tecnologia-chave da gigante do software. O pequeno Shafay Thobani, segundo seu site pessoal, começou a trabalhar com computadores com apenas 4 anos, e aos 7 começou a estudar para passar nos exames que o tornariam um especialista da Microsoft.

 

O certificado não garante um emprego na companhia, mas é uma prova do domínio do menino na tecnologia. Shafay é filho do CEO de uma grande empresa de tecnologia do Paquistão, que o colocou em um regime pesado de treinamento. Durante 13 meses, o garoto enfrentou um horário rigoroso de estudo: depois de passar a manhã na escola, ele passava a tarde e parte da noite no escritório do pai tendo aulas de computação.

 

O menino teve acesso a um espaço de formação 1 mil m² com três desktops, switches, roteadores e computadores portáteis. O pai, no entanto, garante que Shafay tinha momentos de lazer em uma área com jogos , brinquedos e videogames. Ele passou no teste com 91% de acerto.

 

No seu site, um perfil indica o que o garoto espera para o seu futuro. Entre seus desejos estão atividades como ajudar os pobres do Paquistão, ser como o pai, conhecer Bill Gates e ensinar aos amigos o poder da tecnologia.

 

Fonte: Terra

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19

jul
2012

Vaso sanitário d Cingapura transforma dejetos em combustível

 

Sistema também economiza até 90% de água, dizem cientistas.
No-Mix Vacuum começará a ser utilizado em 2013 em universidade.

 

Um grupo de cientistas de Cingapura criou um vaso sanitário ecológico que transforma a urina e as fezes em adubo e combustível através de um sistema que ainda economiza até 90% de água.

 

Os pesquisadores da Universidade Tecnológica de Nanyang anunciaram que o protótipo do No-Mix Vacuum começará a ser utilizado em 2013 nos banheiros da instituição acadêmica de Cingapura, um dos países mais desenvolvidos da Ásia.

 

"A Universidade está produzindo seu próprio vaso sanitário para o ano que vem. Várias companhias, incluindo imobiliárias e até um parque temático já mostraram interesse no sistema de evacuação desde que foi anunciado (no final de junho)", contou à Agência Efe Lester Kok, do Departamento de Comunicação do centro.

 

Protótipo do No-Mix Vacuum (Foto: Reprodução)Protótipo do No-Mix Vacuum (Foto: Reprodução)

O vaso ecológico é equipado com dois recipientes que recolhem separadamente os dejetos líquidos e sólidos, além de um sistema de sucção similar ao utilizado em aviões.

 

A urina é transportada a uma câmara onde se decompõe em nitrogênio, fósforo e potássio, utilizados como adubo, enquanto os excrementos chegam a um biorreator que os processa e transforma em biocombustível de metano.

 

O gás metano é inodoro e pode ser utilizado para substituir o gás natural no fogão e ainda pode ser empregado como gerador de eletricidade.

 

"O sistema No-Mix Vacuum não exige que o vaso sanitário esteja conectado aos encanamentos da rede de hidráulica e ao esgoto", explicou Kok.

 

O vaso sanitário usa apenas 200 ml de água para evacuar a urina e um litro para os dejetos, o que representa 90% de economia em relação ao sistema convencional, que utiliza de quatro a seis litros a cada vez.

 

Com uma média de cem usos por dia, o banheiro idealizado pelos pesquisadores de Cingapura utiliza 160 mil litros a menos em um ano, suficiente para encher uma piscina de 160 metros cúbicos.

 

O professor Wang Jing-Yuan, diretor do projeto, afirma que o sistema que leva o material, que também transforma as sobras de comida e outros resíduos orgânicos em fertilizante e energia, representa um método de reciclagem mais eficiente e barato, já que realiza esse processo de forma automática.

 

"Separando os dejetos humanos domésticos e processando-os in situ, economizaremos a verba dos processos tradicionais de reciclagem, já que o sistema inovador utiliza um método mais simples e barato para produzir fertilizantes e combustível", defende Wang, doutor em tecnologia ambiental pela Universidade da Carolina do Norte (Estados Unidos).

 

A universidade singapuriana negocia agora com as autoridades da cidade-Estado a instalação de protótipos nas casas de uma área residencial que se planeja construir e acredita que cidadãos de outros países possam adotar os banheiros ecológicos nos próximos três anos.

 

Segundo os pesquisadores, o sistema também foi pensado para hotéis e construções afastadas que não contam com rede hidráulica e saneamento e precisam de certa autonomia.

 

O dispositivo No-Mix Vacuum faz parte de um programa iniciado há dois anos com um financiamento de dez milhões de dólares singapurianos, (cerca de US$ 7,8 milhões), concedido pela Fundação Nacional de Pesquisa de Cingapura.

 

A Universidade Tecnológica de Nanyang apresentou o projeto na feira de ciência e tecnologia WasteMet Asia 2012 em 4 de julho em Cingapura e assinou um acordo de colaboração com o Centro de Engenharia da Terra da Universidade de Colúmbia (Estados Unidos).

 

Fonte: G1

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20

jun
2012

Guarda-chuva que recarrega celular e melhora sinal

 

A operadora de celular britânica Vodafone lançou um guarda-chuva que promete melhorar o sinal da chamada e ainda ser um carregador móvel de bateria.



A ideia é do pesquisador da Universidade College London, Kenneth Tong, que combinou painéis solares flexíveis com uma antena de alta receptividade, tudo isso no "corpo" de um guarda-chuva, um acessório muito comum no Reino Unido devido ao clima.



A invenção, que chama "Vodafone Umbrella 2.0", pode recarregar o seu celular através de uma entrada USB e também aumenta o sinal do aparelho. Além de útil, pesa apenas 800 gramas e a entrada USB serve para recarregar qualquer outra coisa (como um player de música, por exemplo).



Por enquanto, a novidade só estará disponível para alguns convidados VIP de um evento da empresa que acontecerá ainda neste ano. As informações são do site Gizmodo UK.

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3

jun
2012

Fabricante japonês lança tela de celular "dupla-face"

 

 

A fabricante japonesa NTT Docomo lançou no dia 30 de maio em Tóquio, no Japão, um celular com tela touchscreen transparente, que pode ser usado de ambos os lados do visor.

 

Na imagem, a modelo demonstra como será o celular, que ainda é um protótipo.

 

Assista o vídeo

 

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16

mai
2012

Honda apresenta banquinho do futuro

 

A Honda divulgou uma novidade para quem pretende "evitar a fadiga". Trata-se do Uni-Cub, uma espécie de "banquinho motorizado". É um projeto para mobilidade urbana individual que, segundo a marca japonesa, oferece a mesma liberdade de movimentos que tem uma pessoa caminhando normalmente.



Com 520 mm de comprimento, 345 mm de largura e 745 mm de altura, a evolução do projeto U3-X, apresentado em 2009, alcança uma velocidade máxima de 6 km/h graças a um pequeno motor elétrico. A Honda afirma que o veículo percorre até 6 km.



Para movimentar o Uni-Cub é simples: a Honda desenvolveu uma nova tecnologia chamada Omni Traction Drive System. Com isso, o "motorista" consegue controlar a velocidade e a direção (a novidade é capaz de mover-se para qualquer lado) do Uni-Cub apenas usando o peso e a inclinação do próprio corpo.

Quanto menos suor, melhor


Não é a primeira vez que uma fabricante automotiva lança uma geringonça capaz de movimentar as pessoas de forma extremamente sedentária em ambientes fechados. A Chevrolet, por exemplo, mostrou o conceito chamado P.U.M.A. em 2009. O modelo é uma variação do Segway, o famoso "patinete" motorizado utilizado por seguranças de alguns shoppings e modernos prédios de escritório do Brasil. Neste caso, o veículo alternativo da GM podia levar até duas pessoas e conseguia atingir uma velocidade máxima de 56 km/h.

 

ASSISTA AO VÍDEO

Fonte: Ig

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