Portal da Educao Adventista

*Professor Genivaldo *

3

jan
2017

Você sente arrepio qdo houve o som de giz riscando a lousa?

 

Se você é do tipo que não suporta o som de unhas ou giz raspando na lousa ou de isopor, provavelmente deve estar sentindo um arrepio agora só de pensar neles. Por ser fonte de tamanha "aflição" em tantas pessoas, muitos pesquisadores, ao longo dos anos, tentam descobrir porque determinados sons nos deixam tão desconfortáveis.

 

Mas a verdade é que, até agora, nenhum dos estudos chegou ao veredicto final. O que eles têm em comum, no entanto, é que nosso ouvido se incomoda com sons de determinadas faixas de frequência, especialmente entre 2.000 e 5.000 hertz, que inclui o giz e a unha raspando na lousa.

 

Em 2006, uma dessas pesquisas chegou a ganhar o Ig Nobel — uma espécie de sátira do Nobel dedicada a entidades ou cientistas que tiveram ideias curiosas. Três pesquisadores de universidades norte-americanas gravaram o som de um rastelo de grama raspando ao longo de um quadro-negro. Em seguida, remodelaram a gravação, removendo as frequências altas, médias e baixas de diferentes gravações.

 

Depois de apresentar os sons modificados aos voluntários, os pesquisadores descobriram que remover as altas frequências não tornava o som mais agradável. Além disso, perceberam que o ruído das unhas no quadro era parecido com o grito de alerta de um chimpanzé.

 

"Especulamos que o som de unhas em um quadro-negro têm uma característica aversiva quase universal porque provoca em nós um reflexo inconsciente, automático, como se estivéssemos ouvindo um grito de advertência", disse o psicólogo Randolph Blake, um dos participantes do estudo à revista "Medical Press".

 

Uma outra pesquisa, publicada em 2011 no jornal da Sociedade de Acústica Americana, sugeriu que o desconforto acontece por conta do tamanho de nossa orelha e do canal auditivo.  

 

Na ocasião, os participantes do estudo avaliaram o desconforto que sentiam ao serem expostos a vários ruídos desagradáveis. Os dois sons classificados como mais irritantes, segundo eles, eram das unhas e de giz arranhando uma lousa.

 

Os pesquisadores, então, criaram variações destes dois sons, modificando certas faixas de frequência. Todos foram expostos aos ruídos enquanto seus indicadores de estresse, como pressão e frequência cardíaca, eram analisados.

 

O resultado foi que, em ambos os grupos, os ruídos mudaram a condutividade elétrica da pele dos ouvintes, o que apontava uma reação de estresse físico significativa. Os pesquisadores perceberam também que as frequências mais "irritantes" estava entre 2.000 e 4.000 Hertz.

 

Com os resultados, um dos pesquisadores que conduziu o estudo, Michael Oehler, professor de mídia e gerenciamento de música na Universidade de Macromedia, na Alemanha, concluiu que o ouvido humano é mais sensível a sons que se enquadram nesta faixa de frequência.

 

Para ele, o canal auditivo humano pode ter evoluído (sic!!! prefiro se adaptou - obs. do blogueiro) para amplificar as frequências que são importantes para a comunicação e a sobrevivência. Assim, o arrepio causado por esse tipo de ruído seria apenas um efeito colateral do desenvolvimento.

 

Fonte: UOL - http://zip.net/bwtz9G

comentários[0]

2

jan
2017

Crocodilo morde turista que fazia selfie na Tailândia

 

Autoridades tailandesas transportam a francesa Muriel Benetulier, atacada por um crocodilo enquanto fazia um selfie no parque nacional Khao Yai

Autoridades tailandesas transportam a francesa Muriel Benetulier, atacada por um crocodilo enquanto fazia um selfie no parque nacional Khao Yai

 

Um crocodilo selvagem mordeu no domingo (1º) uma turista francesa que tentava fazer um selfie junto ao perigoso animal em um grande parque nacional tailandês ao norte de Bancoc.

 

"Quis fazer um selfie com o crocodilo que descansava no rio", disse um funcionário do parque Khao Yai, que pediu o anonimato.

 

O animal "foi surpreendido e a mordeu na perna", acrescentou.

 

A vítima chamada Muriel Benetulier foi levada ao hospital, mas está fora de perigo.

 

Meios de comunicação locais publicaram várias fotografias que mostram guardas florestais transportando em uma maca a turista, que estava com o joelho enfaixado.

 

Também divulgaram imagens do rio tingido de vermelho devido ao sangue, diante de uma placa que alertava que a área era perigosa.

 

"Nesta área do parque há um sinal que indica que aqui vive um crocodilo e que as pessoas podem observá-lo a partir da plataforma, mas suponho que ela quis vê-lo mais de perto", acrescentou o funcionário.

 

Antigamente, os crocodilos eram onipresentes no sudeste da Ásia, mas a sua presença foi reduzida drasticamente devido à caça e à destruição do seu habitat natural.

 

Fonte: UOL - http://zip.net/bftBwK

comentários[0]

2

jan
2017

Corrida ajuda a desenvolver o cérebro, diz pesquisa Leia ma

 

Muitas pessoas que correm com frequência dizem ter pensamentos interessantes durante o exercício: ideias surgem, memórias são resgatadas e planos, organizados quase que instantaneamente. Agora, um um estudo de neurocientistas vem explicar que nada disso é mera impressão. A pesquisa, publicada pelo periódico “Frontiers in Human Neuroscience", descobriu que corredores que competem longas distâncias mostram conexões cerebrais diferentes daquelas apresentadas por pessoas saudáveis, mas sedentárias. Essas conexões foram identificadas em áreas do cérebro conhecidas por ajudar na cognição sofisticada: memória de trabalho, capacidade multitarefa, atenção, tomada de decisão e processamento de informações sensoriais.

 

Os resultados sugerem que quem pratica o esporte com frequência tende a ter maior interação entre partes do cérebro dedicadas à cognição e ao foco mental, afirmam os pesquisadores da Universidade do Arizona que conduziram o estudo.

 

A comunidade científica já sabe há algum tempo que atividades como ginástica e badminton afetam de forma positiva a cognição. No entanto, a corrida nunca havia sido considerada, até agora, um esporte que exigisse muito do cérebro.

 

— Nosso estudo mostra que correr pode não ser uma atividade tão simples, afinal de contas — diz Gene Alexander, professor de Psicologia e Neurologia da Universidade do Arizona. — Correr requer habilidades de navegação complexas, além de uma capacidade de planejar, monitorar e responder ao ambiente, e continuar com todas as atividades motoras sequenciais de execução, que são, elas próprias, complicadas.

 

SÓ HOMENS FORAM AVALIADOS

 

Na pesquisa, os cientistas receberam aleatoriamente 11 voluntários que são corredores universitários e outros 11 que disseram não terem se exercitado no último ano. Todos os participantes foram homens, e os cientistas justificaram a escolha alegando que os efeitos do ciclo menstrual nos cérebros das mulheres poderiam afetar os resultados.

 

Os pesquisadores fizeram ressonância magnética em cada participante para medir os níveis de atividade cerebral e descobriram que os cérebros dos corredores exibiam conexões diferentes em relação aos dos sedentários, e essas conexões envolviam áreas necessárias para um pensamento de nível mais sofisticado.

 

Os autores ponderam que o estudo não prova que a corrida tenha sido a única causa dessas diferenças, mas, sim, que os corredores desenvolveram certos padrões de pensamento.

 


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/corrida-ajuda-desenvolver-cerebro-diz-pesquisa-20718728#ixzz4Uba1TDph

comentários[0]

1

jan
2017

Dia da Paz Mundial foi celebrado pela primeira vez em 1968

 

No dia primeiro de janeiro vários povos ao redor do muno celebram no começo do novo ano o Dia Mundial da Paz, ou o Dia da Fraternidade Universal.

 

Trata-se de um feriado internacional adotado por muitas nações. O Dia da Paz foi criado pelo papa Paulo VI, com uma mensagem datada do dia 8 de dezembro de 1967. Com isso, o dia é celebrado desde 1968.

 

De acordo com a proposta do papa Paulo VI, o Dia Mundial da Paz não tem o objetivo de ser uma data excluswivamente religiosa ou católica. A ideia é que essa iniciativa ocorra de maneira livre, e mais de acordo com a índole particular de quantos avaliam bem, como é bela e importante ao mesmo tempo, a consonância de todas as vozes do mundo, consonância na harmonia, feita da variedade da humanidade moderna, no exaltar este bem primário que é a PAZ.

 

Fonte: History - http://zip.net/bytB2y

comentários[0]

31

dez
2016

Você vai comemorar a virada do ano na hora certa?

 

Feliz 2017.

 

Eu e a minha família já nos confraternizamos na virada do ano. Não, não estou na Austrália ou Japão, nem em outro país, onde, de acordo com o movimento da Terra o novo ano já começou. Estou em Blumenau (SC). E, aqui e em todo o Brasil, já estamos vivendo o novo ano.

 

Você deve estar pensando: esse cara está doido, ainda não soou as doze badaladas da meia noite. Pois é, não é apenas a minha família que comemorou a passagem do ano, muitas outras também. Nós seguimos o relógio da natureza que foi instituído por Deus, ou seja, o dia começa na parte escura com o por do Sol, veja esses versos:

 

"No princípio Deus criou os céus e a terra. Gênesis 1:1

 

Deus chamou à luz dia, e às trevas chamou noite. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o primeiro dia. Gênesis 1:5

 

Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o segundo dia. Gênesis 1:8

 

Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o terceiro dia. Gênesis 1:13"

 

Assim sucessivamente. Portanto o por do sol aqui em Blumenau foi às 20:14 h, em São Paulo às 19:57...

 

E tem mais, se você mora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, está em vigor o horário de verão. Lembrou. Os relógios foram adiantados em uma hora. Portanto, se for para seguir o relógio oficial, a meia noite nessas regiões ainda será 23 horas. Por isso procuro fazer a vontade de Deus e seguir o seu horário que não sofre alterações.

 

Apesar dessa "controvérsia" Feliz Ano Novo para você e sua família.

 

Que em 2017 Deus possa ser a prioridade em sua vida.

comentários[0]

31

dez
2016

Pular 7 ondas e se vestir branco. Qual a origem?

 

O Réveillon é uma festa repleta de otimismo, uma noite em que a passagem de ano nos dá a esperança de que tudo pode melhorar, desde nossa situação financeira à felicidade.

 

E muita gente acredita que pode dar um "empurrão" na realização de metas se seguir tradições e superstições. No Brasil e na América Latina, existem inúmeros "rituais" de Ano Novo. Abaixo mais dois dos mais populares e que tentamos explicar de onde vêm.

 

Saltar 7 ondas


Entrar no mar à meia-noite e saltar sete ondas, fazendo sete desejos, é um costume conhecido dos brasileiros. O mar está associado à purificação em muitas culturas ao longo da história. E, neste caso em particular, a tradição remete às raízes africanas.

 

O sete é um número espiritual na umbanda e está vinculada à deusa das águas, Iemanjá. Segundo esta tradição de Ano Novo, essa é uma forma de ganhar forças para passar por cima das dificuldades.

 

Mas os saltos não podem ser feitos com as costas para o mar, pois isso traz má sorte com o dinheiro.

 

 

Vestir branco


O costume de vestir branco também vem das religiões africanas. Teria sido "emprestado" por leigos e católicos no Rio de Janeiro a partir dos rituais umbandistas na Praia de Copacabana. Originalmente, o uso do branco era uma homenagem ao deus Oxalá, mas passou a ser um símbolo de pedidos de paz no Ano Novo.

 

Fonte: G1 http://zip.net/bwtz3Z

comentários[0]

31

dez
2016

Comer 12 uvas na virada do ano.Como surgiu essa superstição?

 

O Réveillon é uma festa repleta de otimismo, uma noite em que a passagem de ano nos dá a esperança de que tudo pode melhorar, desde nossa situação financeira à felicidade.

 

E muita gente acredita que pode dar um "empurrão" na realização de metas se seguir tradições e superstições. No Brasil e na América Latina, existem inúmeros "rituais" de Ano Novo. Abaixo estão quatro dos mais populares e que tentamos explicar de onde vêm.

 

Uvas à meia-noite

 

A tradição de comer 12 uvas exatamente à meia-noite chegou à América Latina graças aos espanhóis.

 

Para se ter 12 meses de boa sorte e prosperidade, é necessário comer uma uva a cada uma das 12 badaladas.

 

Segundo o jornalista americano Jeff Koehler, autor do livro Espanha, há duas teorias sobre as origens dessa superstição.

 

A primeira versão remontaria à década de 1880. Segundo jornais da época, a burguesia espanhola começou a imitar a francesa e a celebrar o Réveillon comendo uvas e tomando vinho espumante.

 

"Pouco tempo depois, o costume foi adotado por pessoas que iam até a Porta do Sol (conhecido cartão postal de Madrid) para ouvir as badaladas da meia-noite. E comiam uvas, bem possivelmente para debochar da classe alta", escreveu Koehler, em um artigo para o site da rádio americana NPR.

 

A segunda teoria situa as origens algum tempo depois, mais precisamente em 1909. Naquele ano, os produtores vinícolas da região de Alicante, no Sudeste espanhol, tiveram um amplo excedente na safra das uvas brancas típicas locais, conhecidas como Aledo.

 

Para vender o produto, usaram o baixo preço e criatividade: até hoje as frutas são conhecidas como as "uvas da boa sorte".

 

O costume sofreu algumas alterações na América Latina: além de consumir outras variedades de uvas por uma questão de estação, disponibilidade e preço, há quem coma passas.

 

Fonte: G1 http://zip.net/bwtz3Z

comentários[0]

31

dez
2016

Reflexão para o Ano Novo.

Jesus Tem as Chaves


Estas são as palavras dAquele que é santo e verdadeiro, que tem a chave de Davi. O que Ele abre ninguém pode fechar, e o que Ele fecha ninguém pode abrir. Apocalipse 3:7


A poucas horas do fim do ano, caem bem as palavras de Fernando Pessoa, quando diz:


"De tudo ficam três coisas: / A certeza de que estamos sempre começando, / A certeza de que precisamos continuar, / A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar. / Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo, / Da queda, um passo de dança, do medo uma escada, / Do sonho uma ponte, da procura um encontro."


Sem dúvida, ao olhar para trás, temos um sentimento de gratidão por tudo de bom que aconteceu conosco. As vitórias conseguidas sozinho ou em família. Coisas que não dá para descrever, mas que foram sentidas e experimentadas.


Nesta época do ano, nossa fragilidade humana e nossa transitoriedade são acentuadas. Sabendo disso e de nosso temor pelas consequências de um mal feito, ou da incerteza do futuro, Jesus nos diz: "Eu fecho e ninguém abre, abro e ninguém fecha."


Ele está dizendo: Vou fechar. Nada de mágoa, nem de ficar voltando o DVD de sua vida para rever o que não foi bom e se lamentar de novo. Esqueça o que se foi. Eu já perdoei e joguei fora o código de entrada. Você não tem mais acesso. Ele diz: "Aspergirei água pura sobre vocês e ficarão puros" (Ez 36:25).


Mas Jesus também diz com Sua soberania: "Eu abro e ninguém fechará." Talvez você que está lendo este devocional esteja aguardando a transição de 31 de dezembro para 1º de janeiro para Deus começar a agir. Como se Ele tivesse engatilhado milhões de pedidos que serão acionados no primeiro minuto de 2017.


Acredite: agora mesmo Ele está Se movimentando. Primeiro fechando, tirando do alcance da nossa vista o que podia ter sido e não foi: desapontamentos, amargura e erros que cometemos. Em segundo lugar, Ele também diz: "Vejam, estou fazendo uma coisa nova! [...] Até no deserto vou abrir um caminho e riachos no ermo" (Is 43:19).


Pense agora em alguma coisa importante para o seu futuro: saúde, emprego, entrar na universidade, passar num concurso, encontrar um companheiro para a vida... Para qual dessas coisas gostaria de ver Jesus abrindo uma porta? Por que não Lhe confiar nossos sonhos e planos?

 

Adaptado da meditação matinal 2012 - CPB

comentários[0]

30

dez
2016

Coração partido pode matar?

 

Apenas um dia depois da morte de Carrie Fisher, fãs da atriz sofreram novamente ao saber da morte da mãe dela, Debbie Reynolds. A causa ainda não foi anunciada, mas a também atriz de 84 anos havia reclamado de problemas ao respirar, e foi resgatada por uma ambulância em Los Angeles.

 

Quando casais ou membros de uma família morrem em rápida sucessão, é comum atribuir a segunda morte ao coração partido. Mas é realmente possível que uma emoção seja tão forte ao ponto de matar uma pessoa?

 

“A síndrome do coração partido – que é, de fato, uma coisa real – é quando alguém fica sabendo de uma notícia muito forte, geralmente negativa, e há uma enorme liberação de hormônio de estresse na corrente sanguínea, e o coração é bombardeado com esses hormônios”, explica o psiquiatra Matthew Lober, do hospital Lenox Hill de Nova York.

Essa notícia forte pode ser a da morte de uma pessoa amada, e é daí que o nome “síndrome do coração partido vem”. Mas ela também pode ser a notícia de um divórcio ou até de uma demissão. Essa notícia pode até ser positiva, mas anunciada de maneira muito brusca.

 

Sintomas e pacientes

 

Os sintomas são dor intensa no peito, falta de ar e alterações profundas na pressão sanguínea. Quando os hormônios de estresse atingem o coração, eles causam mudança em seu ritmo, aumentando e diminuindo a velocidade do batimento. Isso causa dor e deixa a pessoa com dificuldade para respirar.

 

A síndrome geralmente acomete mulheres, com 90% dos casos. Além disso, pessoas com histórico de problemas neurológicos, como convulsões, e pessoas com histórico de doenças mentais também costumam sofrer com o problema.

 

A síndrome foi descrita pela primeira vez em 1990 por pesquisadores japoneses, e também é conhecida como Síndrome Takotsubo. Se o coração de uma pessoa que sofre com a síndrome for observado em um exame de raio-x, ele tem o formato semelhante ao takotsubo, uma armadilha japonesa para polvos.

 

Apesar de a hipótese do estresse ser o causador do problema, a causa precisa da síndrome ainda não é conhecida, de acordo com Kevin Campbell, cardiologista da Universidade de Carolina do Norte. A vítima da síndrome até pode exibir sintomas parecidos com os do ataque cardíaco, mas não há nenhum bloqueio no órgão. As artérias parecem completamente normais, mas o coração fica dilatado e muito frágil.

 

A boa notícia é que a maioria das pessoas que sofrem com a síndrome não morrem por conta dela. O tratamento é o mesmo de um ataque cardíaco, e normalmente não há danos que possam ser observados um ou dois meses depois do episódio.


Fonte: [CNN] Via hypescience.com

comentários[0]

28

dez
2016

Por que pessoas desmaiam quando cheiram clorofórmio?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Porque ele é uma substância tóxica com grande afinidade com tecidos gordurosos.

 

Sabe onde há gordura? Nos neurônios. Mais especificamente na bainha de mielina, espécie de isolante que envolve os axônios e é composta de gordura e proteínas.

 

Os axônios são o prolongamento dos neurônios e funcionam como uma rede que permite receber e encaminhar informações entre os neurônios e outras células. Como a mielina absorve o clorofórmio, o funcionamento do sistema nervoso central fica comprometido. Por isso, a substância causa confusão mental, torpor, sensação de anestesia, tonturas, desmaio e até morte.

 

Fonte: Mundo Estranho http://zip.net/bktzsF

 

comentários[0]

27

dez
2016

Conheça o brasileiro que discursou mais do que Fidel Castro

 

Nos últimos tempos, com a morte de Fidel Castro, muito se tem falado sobre a duração de seus discursos, que bateram sucessivos recordes de duração. Em 1956, falou durante cinco horas. Em 1959, falou durante sete horas. E em 1998, conseguiu ultrapassar sua própria marca, falando durante sete horas e quinze minutos.

 

Aparentemente, a duração de seus discursos parece imbatível. E não é que um brasileiro importante na nossa história foi além dessa duração de Fidel proferindo um discurso por longas oito horas! Essa proeza é creditada a José Maria Paranhos, Visconde do Rio Branco, em 1865, após ser demitido por ter conquistado acordo de paz no conflito entre Brasil e Uruguai.

 

A iniciativa de Paranhos era importante para o Brasil. Com o início da guerra com o Uruguai, em 1864, pelo fato de brasileiros proprietários de terras uruguaias terem sido assassinados, o ditador paraguaio Solano López aproveitou a oportunidade, não perdeu tempo e resolveu impor uma liderança regional. Inicialmente, atacou a província do Mato Grosso.

 

Em seguida, de olho na província brasileira de São Pedro do Rio Grande do Sul, invadiu a Argentina. Quanto antes terminasse a guerra com o Uruguai, mais o Brasil poderia se dedicar e concentrar esforços para combater os paraguaios. Sem contar com as milhares de vidas que seriam (e efetivamente foram) poupadas com o acordo de paz.

 

Estragou a festa e foi demitido

Essa vitória de Paranhos, entretanto, não foi vista com bons olhos por Joaquim Marques Lisboa, então Barão de Itararé, que depois se tornaria o Marquês de Itararé. Marques Lisboa comandava as Forças brasileiras e havia cercado Montevidéu. Se conquistasse a capital uruguaia, o governo brasileiro ganharia popularidade e ampliaria seu prestígio. O acordo de paz de Paranhos de certa forma estragou a festa.

 

O Barão de Itararé reclamou da atitude de Paranhos e este, mesmo tendo sido bem-sucedido na sua difícil empreitada, foi demitido. De volta ao Brasil, indignado com a demissão, o Visconde do Rio Branco assomou a tribuna do Senado e fez sua defesa por longas oito horas ininterruptas. Quem testemunhou disse que chegou ao final do seu discurso sem nenhum sinal de cansaço.

 

Em seu discurso de defesa, ressaltou a importância daquele pacto de paz: "O que quiserem (dizer) sobre o ato diplomático de 20 de fevereiro; vocês não serão capazes de tirar de mim esta grande convicção: o pensamento que naquela solução eu salvei a vida de 2.000 compatriotas, e evitei a destruição de uma importante capital".

 

Machado de Assis cobriu o discurso

 

Esse discurso ficou imortalizado nas palavras de Machado de Assis. O fundador da Academia Brasileira de Letras foi um admirador da oratória de Paranhos. Nessa época, como jornalista, Machado fazia a cobertura das sessões parlamentares:

 

"Galerias e tribunas estavam cheias de gente; ao salão do Senado foram admitidos muitos homens políticos ou simplesmente curiosos. Era uma hora da tarde quando o presidente deu a palavra ao senador por Mato Grosso; começava a discussão do voto de graças. Paranhos costumava falar com moderação e pausa; firmava os dedos, erguia-os para o gesto lento e sóbrio, ou então para chamar os punhos da camisa, e a voz ia saindo meditada e colorida."


"Naquele dia, porém, a ânsia de produzir a defesa era tal, que as primeiras palavras foram antes bradadas do que ditas: 'Não a vaidade, sr. presidente...' Daí a um instante, a voz tornava ao diapasão habitual, e o discurso continuou como nos outros dias. Eram nove horas da noite, quando ele acabou, estava como no princípio, nenhum sinal de fadiga nele nem no auditório, que o aplaudiu."


"Foi uma das mais fundas impressões que me deixou a eloquência parlamentar. A agitação passara com os sucessos, a defesa estava feita. Anos depois do ataque, esta mesma cidade aclamava o autor da lei de 28 de setembro de 1871, como uma glória nacional; e ainda depois, quando ele tornou da Europa, foi recebê-lo e conduzi-lo até a casa."


"Ao clarão de um belo sol, rubro de comoção, levado pelo entusiasmo público, Paranhos seguia as mesmas ruas que, anos antes, voltando do Sul, pisara sozinho e condenado."


Dedo em riste, para 'levantar' a palavra

 

Há uma curiosidade contada por Josué Montello, no seu livro "Anedotário Geral da Academia Brasileira", sobre a comunicação de José Maria Paranhos. O futuro Visconde do Rio Branco possuía na tribuna um cacoete: erguia o braço, dedo indicador em riste, nos momentos em que parecia mais arrebatado. E diz que o próprio deu esta explicação ao seu gesto: "Quando a ideia não vale por si para ir bastante alto, trato de suspendê-la na ponta do dedo".

 

Essa é a história de um dos mais longos discursos de que se tem notícia. Além dos seus sucessos como grande negociador nas questões em terras estrangeiras, o Visconde do Rio Branco teve também o grande mérito de nos legar seu filho, José Maria Paranhos Júnior, o Barão do Rio Branco, que se tornou patrono da diplomacia brasileira.

 

Fonte: UOL - http://zip.net/bhtznP

comentários[0]

25

dez
2016

O que são os rastros brancos que os aviões deixam no ar?

 

Imagem: Getty Images

Imagem: Getty Images

 

Parece fumaça, mas não é. Os rastros brancos deixados no céu por alguns aviões são como pequenas nuvens, na verdade, formadas pela condensação do vapor de água. 

 

 

O fenômeno é conhecido como “trilha ou esteira de condensação” ou, em inglês, ''contrails''. Geralmente, essas nuvens aparecem quando o avião está em uma altitude acima de 8.000 metros e com uma temperatura externa abaixo de -40ºC.

 

Como funciona


Normalmente, a temperatura externa dos aviões quando atingem grandes altitudes (acima de 8.000 metros) é bastante baixa, chegando a -50ºC.

 

 

Ao mesmo tempo, as turbinas das aeronaves produzem uma descarga de gases quentes, com mais de 300ºC. Quando esses gases entram em contato com o ar extremamente frio, o vapor de água se resfria rapidamente e se condensa, formando pequenas gotas de água.

 

 

Com o movimento do avião, o resultado é uma fina nuvem, que pode ser longa e duradoura ou curta e rápida, dependendo da umidade e da temperatura da atmosfera. Quanto mais frio e úmido, maior e mais duradouro será o rastro. 

 

 

Embora sejam constituídos, em sua grande maioria, por cristais de gelo, as trilhas também podem conter outros elementos provenientes da exaustão das aeronaves, como fuligem e dióxido de enxofre.

 

 

Primeiras observações


Os primeiros trilhos de condensação foram observados durante e logo após o término da 1ª Guerra Mundial (1914-1918), quando os aviões finalmente alcançaram altitudes necessárias para o fenômeno.

 

Uma das primeiras observações aconteceu em 1919, durante um voo em Munique, na Alemanha. Na ocasião, a aeronave alcançou uma altitude de pouco mais de 9.200 metros.

 

 

Fontes: Nasa e Departamento de Controle do Espaço Aéreo, via UOL

comentários[0]

Clima Tempo