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*Professor Genivaldo *

4

jan
2016

Qual é a caverna mais profunda do mundo?

 

 

 

 

 

O explorador de cavernas Bill Stone anunciou que, em 2017, vai liderar uma expedição ao sistema de cavernasCheve, um complexo subterrâneo na região de Oaxaca no México, que pode ter cerca de 2,57 quilômetros de profundidade.

Se isso for verdade, Cheve iria ganhar o título de caverna mais profunda do mundo, batendo o recorde atualmente detido pela Caverna Voronya nas montanhas do Cáucaso Ocidental, na Geórgia, com cerca de 2,09 quilômetros de profundidade.

 

Recorde evasivo

Mesmo se Cheve estabelecer um novo recorde, ele pode não durar. Dados geológicos nos levam a acreditar que existem inúmeras cavernas profundas desconhecidas em todo o mundo.

Tendo em conta os limites da tecnologia utilizada para sua detecção, porém, encontrar essas cavernas é um grande desafio, e explorá-las um ainda maior.

 

O que há debaixo da Terra

Terrenos conhecidos como relevos cársticos, em que a água pode infiltrar-se para esculpir cavernas, cobrem 20 a 25% da superfície terrestre do planeta. “Há provavelmente dezenas de milhares de cavernas desconhecidas lá fora”, explica George Veni, diretor-executivo da Caverna Nacional e Instituto de Pesquisa Carste nos EUA.

Pelo menos em teoria, algumas dessas cavernas podem atingir profundidades maiores do que quaisquer seres humanos já exploraram. “O único limite é quão longe as águas subterrâneas podem circular no calcário até que a pressão se torne muito grande”, disse o hidrólogo Lewis Land. “E parece que [esse limite é] muito mais profundo do que se pensava”.

O Poço Superprofundo de Kola, um experimento da era soviética para perfurar profundamente a Terra que durou de 1970 até 1994, encontrou circulação de água a uma penetração de quase 7 quilômetros.

Na década de 1980, um projeto de exploração de petróleo em Oklahoma, nos EUA, alcançou uma caverna pelo menos 3,5 quilômetros abaixo da superfície da Terra. No entanto, esse tipo de câmara subterrânea, que não tem entrada em qualquer lugar perto do nível de superfície, é difícil, se não impossível de se explorar.

 

Melhorar a tecnologia de detecção

Outras cavernas superprofundas podem ser acessíveis, no entanto – os pesquisadores só precisam conseguir localizá-las. Neste momento, os meios para fazer isso são restritos.

A tecnologia de detecção mais disponível para exploradores é a resistividade elétrica, em que um instrumento mede como a eletricidade se move através do solo, e procura por flutuações sutis que indicam uma caverna abaixo da superfície.

Mas esse método só é útil a uma profundidade de cerca de 240 metros. Sísmica de reflexão, uma tecnologia usada por empresas de prospecção de petróleo e gás, pode chegar mais fundo, mas não tem a resolução para detectar uma passagem que pode ser de apenas alguns metros de largura.

E enquanto os cientistas espaciais podem estudar mundos distantes com satélites incríveis, as tecnologias de sensoriamento remoto são muito limitadas com cavernas. Em algumas circunstâncias, imagens térmicas podem revelar entradas de cavernas com fluxo de ar frio ou quente em comparação com as temperaturas de superfície.

 

Nem a tecnologia, nem o homem chega

A única forma real de determinar a profundidade de uma caverna é quando os seres humanos chegam ao fundo dela, e não há nenhuma garantia de que seremos capazes de sondar profundamente o sistema Cheve, por exemplo, para definir o recorde.

A Caverna Voronya, mencionada no início desse texto, pode ser pelo menos tão profunda quanto o tamanho projetado de Cheve. De acordo com Alexander Klimchouk, pesquisador do Instituto de Ciências Geológicas, ela também ainda permanece inexplorada em certas partes.

 

Aplicações interessantes

Independentemente de qual caverna acabar por ser a mais profunda, a ciência vai ganhar. Estes espaços contém uma quantidade potencialmente grande de informação. Por exemplos, são cheios de organismos vivos, incluindo insetos e micróbios que podem ajudar os cientistas a descobrir novos antibióticos e outros medicamentos.

As cavernas fundas também preservam evidências de ciclos climáticos do passado, que os pesquisadores podem usar para ajustar seus modelos para tendências futuras.

Além disso, a NASA está interessada em estudar cavernas na Terra para desenvolver tecnologia para explorá-las em Marte ou outros mundos.

Fonte: http://hypescience.com [comentários[0]

15

nov
2015

População do Brasil é formada basicamente d brancos e pardos

 

vestibular.uol.com.br

 

 

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2014 divulgada na sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que, no critério de declaração de cor ou raça, a maior parte da população brasileira residente, um total de 92,4 milhões de pessoas, é branca, representando 45,5% do total.

 

Já o grupo de pessoas de cor parda representava 45% do total populacional do país. Outros 8,6% se declararam de cor preta, um total de 17,4 milhões de pessoas e 1,8 milhão de pessoas declarou outra cor ou raça (indígena ou amarela).

 

Entre as grandes regiões do país, 76% da população residente da Região Sul são formados por pessoas de cor branca, enquanto nas regiões Norte e Nordeste a maioria dos moradores se disse parda, com 69,3% e 61,9%, respectivamente.

 

Em 2014, a população residente no Brasil foi estimada em 203,2 milhões de pessoas. Comparando com o ano anterior, houve crescimento de 0,9%, representando aumento de 1,7 milhão de pessoas.

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20

jun
2015

Acontece neste domingo o Solstício Inverno n hemisfério sul

 

Um fenômeno interessante vai ocorrer neste final de semana - mais precisamente no domingo (21/06) - ele marcará o início do inverno no hemisfério sul e o do verão no hemisfério norte.

Esse fenômeno, chamamos de Solstício, onde o Sol atinge sua maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. Ele ocorre duas vezes por ano: dezembro e em junho. O mais interessante, é que quando ocorre no verão, significa que a duração do dia é mais longa do ano e quando ocorre no inverno, significa que a noite será a mais longa do ano.

Vale ressaltar que em dezembro ocorre o inverso de junho, ou seja, o solstício de inverno acontece no hemisfério norte e o de verão no hemisfério sul.

Abaixo você pode ver como é a iluminação da Terra durante o Solstício de cada hemisfério:

Iluminação da Terra pelo Sol durante o solstício do hemisfério norte.
Iluminação da Terra pelo Sol durante o solstício do hemisfério sul.

Na linha do equador o dia e a noite se igualam em 12 horas de duração. Dessa forma, nessa linha não há como dizer se um solstício é de verão ou de inverno, já que demarcam a separação dos hemisférios norte e sul da Terra.

Já nas linhas dos círculos polares Ártico e Antártico, os solstícios marcam o único dia do ano em que o dia ou a noite duram 24 horas ininterruptas considerando a estação do ano: verão ou inverno.

Então galera, prepare-se que o frio está chegando. Claro depende da região, a galera do norte e nordeste não está nem aí com isso. kkkk (comentário do blogueiro).

 

Fonte: blogandociencia.com

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3

mar
2015

Como ocorrem os eclipses lunares?

 

Um eclipse acontece toda vez que um astro deixa de ser visível porque entra na sombra de outro. No caso dos eclipses lunares, a Lua desaparece momentaneamente porque a Terra se posiciona entre nosso satélite e o Sol. "Isso ocorre em noites de lua cheia, mas apenas quando os três astros estão perfeitamente enfileirados. Como a órbita da Lua fica inclinada 5 graus em relação à órbita da Terra e à do Sol, o alinhamento que gera os eclipses só é possível duas ou três vezes por ano", afirma o astrônomo Roberto Boczko, da Universidade de São Paulo (USP).

 

fisicamoderna.blog.uol.com.br

Dependendo da posição do satélite em relação à escuridão projetada pela Terra, ocorrem três diferentes tipos de eclipses: o total, o parcial e o penumbral. Os primeiros registros dos sumiços lunares apareceram há pelo menos 4 mil anos em relatos dos babilônios e chineses, que acreditavam que o destino era determinado pelos astros. "Para esses povos, um eclipse era prenúncio de mau agouro.

 

Por isso, imperadores chineses contavam com astrônomos para antever esses fenômenos. Se alguém errasse, a sina era a morte", diz Roberto. Com o conhecimento detalhado das trajetórias da Lua e da Terra, os eclipses lunares passaram a ser previstos com precisão absoluta. Mas o fenômeno ainda desperta interesse nos cientistas. Durante o rápido desaparecimento da Lua, a radiação solar deixa de aquecer o solo do satélite abruptamente, abrindo espaço para o estudo da condução de calor na superfície lunar. Para quem assiste ao show da Terra, não é necessária nenhuma precaução. Mas, se você quer conferir a cena de perto, a dica é recorrer a uma luneta ou a um par de binóculos.

 

ECLIPSE TOTAL


Acontece quando a Lua entra por completo na região de sombra total da Terra. Mas o satélite não chega a desaparecer, porque parte da luz solar continua iluminando-o indiretamente. Ao passar pela atmosfera da Terra, os raios vermelhos da radiação solar são desviados e atingem a Lua, conferindo-lhe uma cor entre o laranja e o marrom. Cerca de 35% dos eclipses lunares são desse tipo.

 

ECLIPSE PENUMBRAL


Também ocorre em 35% dos casos, sempre que a Lua passa pela região de escuridão parcial projetada pela sombra do nosso planeta. Nessas situações, o brilho do satélite permanece quase igual, por isso é difícil ver um eclipse penumbral, mesmo com a ajuda de telescópios. A diminuição da luminosidade só é percebida com aparelhos especiais, chamados de fotômetros.

 

ECLIPSE PARCIAL


Nesse tipo, apenas uma parte do satélite passa pela região de sombra total e desaparece. O restante permanece visível porque atravessa a área de penumbra, onde ainda incide um pouco de luminosidade solar. É o tipo de eclipse lunar que ocorre com menor intensidade: aparece no céu terrestre em 30% das vezes.

 

RECHEIO ESCURO


Os tipos de eclipse lunar dependem da posição do satélite em relação à sombra da Terra. Nosso planeta projeta uma área de escuridão dividida em duas regiões: a sombra total, onde o planeta bloqueia todos os raios solares, e a penumbra, uma espécie de escuridão parcial. Um eclipse total fica no meio de um "sanduíche" entre as fases penumbral e parcial de desaparecimento da Lua. Ao todo, o sumiço lunar completo leva cerca de quatro horas, mas apenas 30 minutos são de escuridão total.

 

AUDIÊNCIA GARANTIDA


O desaparecimento da Lua pode ser visto em qualquer lugar do mundo em que esteja escuro. Isso porque a sombra que nosso planeta lança sobre o satélite é muito grande, equivalente a cerca de três vezes o diâmetro da Lua. Por essa razão, os eclipses lunares se repetem mais em um determinado lugar do que os solares. Em um intervalo de 18 anos, uma pessoa em São Paulo, por exemplo, vê entre 19 e 20 eclipses lunares, dos quais ao menos cinco são totais.

 

Fonte: Mundo Estranho

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1

mar
2015

Quem desenhou o primeiro mapa-múndi?

 

quem-desenhou-primeiro-mapa-mundi


A primeira imagem que retrata o mundo como o conhecemos hoje é do cartógrafo alemão Martin Waldseemüller (1475-1522).

 

Dividindo a Terra entre Oriente e Ocidente, ela foi feita em abril de 1507, 15 anos depois da chegada dos europeus ao continente americano. O mapa de Waldseemüller foi o primeiro a utilizar o termo "América" e estava baseado nos desenhos de Ptolomeu (90-168 d.C.), cientista grego considerado o pai da cartografia. Conhecido inicialmente como Cosmografia Universal, ele foi reproduzido em mil cópias, das quais apenas uma sobrevive até hoje, na Biblioteca do Congresso norte-americano.

 

Antes do alemão, outros povos tentaram registrar suas concepções de mundo, mesmo que de forma incompleta, como os chineses, que esboçaram mapas datados de 10 mil a.C. Mas tudo mudou durante a Idade Moderna. Com a expansão mercantilista, novos elementos foram incorporados aos mapas-múndi com detalhes, informações e precisão inéditos até então. Os portugueses, graças à grande experiência na navegação, incorporaram rotas marítimas, direção de ventos, estimativas de tempo e distâncias entre portos, elaborando a cartografia mais avançada da Europa no século 14! Mas os holandeses tomaram a frente quando Gerard Mercator estabeleceu um novo modelo de projeção no século 16, baseado nas distâncias náuticas, com desenhos que representavam rios e montanhas. A partir daí, os holandeses lideraram a distribuição de mapas pelos próximos 100 anos.

 

Em 2012, bibliotecários alemães encontraram uma cópia do mapa-múndi feito por Waldseemüller. O documento estava esquecido numa caixa desde a 2ª Guerra Mundial.

 

Fontes: Iris Kantor, docente do Departamento de História da USP; livro The History of Cartography, Volumes 1 and 2; vídeo As Representações Cartográficas, da Univesp TV. Via Mundo Estranho

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26

fev
2015

Origem dos nomes dos planetas

 

Você já parou para pensar de onde surgiu o nome dos planetas? Aprendemos na escola que cinco deles podemos ver a olho nu e eles são velhos conhecidos, desde a Antiguidade. Estamos falando de Vênus, Marte, Mercúrio, Júpiter e Saturno. E no caso desses 5 planetas fica fácil saber qual a origem de cada um dos nomes. Explicação simples, todos ele receberam o nome como forma de homenagem a deuses da mitologia greco-romana. E o nome que foi dado a tanto tempo atrás passou por séculos e não mudou e continuaram a serem chamados assim em todo o Ocidente. Uma herança da Grécia e da Roma antiga.

 

www.brasilescola.com

E depois da criação da União Internacional dos Astrônomos os nomes foram dados as novas descobertas seguindo regras, como por exemplo, a nomeação das estrelas usando siglas. Neste caso, existe uma exceção na regra, falamos da constelação Cães de Caça. No caso dos planetas chamados de anão, um outro exemplo, eles possuem nomes sem caráter comercial e nem são pronunciáveis.

Toda a ideia de organizar a nomenclatura é para evitar "embaraços" como situações de que um planeta deveria receber o nome de um rei ou de um colega astrônomo como forma de homenagear o mesmo. Mas, isso não pode acontecer porque a União Internacional dos Astrônomos não permite que seja misturado religião ou política na hora da escolha de nomes.

 

 

Veja a Seguir o Nome dos Planetas e a Origem da Escolha do Mesmo!

 

1- Vênus

Fica fácil imaginar de onde surgiu o nome Vênus, já demos uma cola lá no início, falando da mitologia grega. Essa é uma homenagem a deusa da beleza e do amor. Segundo relatam os historiadores, o nome foi escolhido porque na Antiguidade quando os astrônomos observavam esse planeta percebiam um grande brilho. E estamos falando de uma observação a olho nu, uma vez que o telescópio só foi inventado no século XVII.

 

2- Mercúrio

Esse é o planeta mais perto do Sol e também aquele que faz a volta em torno dele mais rapidamente. Mercúrio não foi o seu primeiro nome, na Grécia antiga ele foi chamado de Hermes, que era o mensageiro veloz do Olimpo. Na verdade, não se sabe exatamente quando ele deixou de ser Hermes e passou a ser Mercúrio. O que sabe é que foram os romanos que simplesmente trocaram o nome para a versão do mensageiro em romano que era Mercúrio. Digamos, foi uma tradução do nome.

 

3- Marte

Outro nome de planeta que faz alusão a um Deus romano, neste caso, o deus da guerra. A escolha de Marte foi devido a sua cor vermelha. Porém, por muito tempo ele foi chamado pelo povo do Egito de "O Vermelho". Enquanto na Ásia, o seu nome era Estrela de Fogo. Os nomes sempre faziam alusão a sua cor vermelha.

 

4- Terra

O nome do planeta Terra existe há mais de mil anos e o significa é solo. Inicialmente o planeta foi chamado pelos gregos de Gaia, uma entidade titânica que faz a representação da terra. Enquanto os romanos por muito tempo chamaram a Terra de Telo.

 

5- Saturno

O nome também está relacionado a mitologia, Saturno era o pai de Júpiter e era um dos titãs. Acredita-se que a escolha tem a ver com a distância de Júpiter em relação à Terra. Saturno está mais longe da Terra do que Júpiter, então, seria como pai e filho.

 

6- Júpiter

É bem provável que sendo o maior planeta do sistema solar não foi por acaso que o nome da principal divindade romana tenha sido escolhido para nomeá-lo: Júpiter. Enquanto os gregos o chamavam de Zeus e para os orientais o maior planeta do Sistema Solar era a Estrela da Madeira.

 

7- Netuno

Esse foi um dos planetas que correu o risco de receber um nome para homenagear um alguém. Ele deveria se chamar Le Verrier que seria uma homenagem a Urbain Le Verrier, que foi uma das pessoas que descobriram esse planeta. Porém, a ideia de homenagem não foi aceita pela comunidade astronômica e em 1846 encontraram o nome justo para o planeta. Netuno recebeu esse nome como forma de homenagear o deus dos mares romano. A escolha teve a ver com a cor azul do planeta.

 

8- Plutão

Plutão em 2006 passou a fazer parte da lista de planetas anões e o seu nome correto agora é 134340 Plutão. A sua descoberta é recente, data de 1930 e foi feita por Clyde Tombaugh. O nome seria uma forma de homenagem ao deus romano dos mortos, Plutão e a escolha pela sua distância do Sol.

 

9- Urano

Foi William Herschel que descobriu Urano e quando o fez denominou o planeta de Georgian Sidus, queria que fosse uma homenagem ao rei inglês Jorge III. Porém, o nome só era popular no Reino Unido, por isso, foi mudado no ano de 1850. Foi escolhido Urano que é o deus grego do céu. Não se sabe exatamente porque a escolha desse deus e não de outro.

 

Fonte: http://meioambiente.culturamix.com

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27

jun
2014

Origem da palavra "mapa"

 

A palavra "mapa" surgiu na Idade Média e tem provavelmente origem cartaginesa, significando "toalha de mesa". Os navegadores e os negociantes, ao discutirem sobre rotas, caminhos e localidades em locais públicos, rabiscavam diretamente nas toalhas (mappas), surgindo então o documento gráfico que era bastante útil a todos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atualmente, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) define "mapa" como: uma representação gráfica, em geral uma superfície plana e em uma escala determinada, com representação de acidentes físicos e culturais da superfície da Terra, ou de um planeta ou satélite.

 

Fonte: sogeografia.com.br

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26

jun
2014

De onde vem o nome dos oceanos?

 


Atlântico


Vem de Atlas, filho de netuno, o deus dos mares.

 

Pacífico


O navegador espanhol Vasco Nuñez de Balboa, descobridor do Pacífico, o havia batizado de Oceano do Sul. Mas em 1520, quando o navegador português Fernão de Magalhães percorreu o litoral sul-americano, ficou impressionado com a tranquilidade das águas e batizou o oceano de Pacífico. Na verdade, o dia era atípico, pois o Pacífico é mais perigoso do que o Atlântico.

 

Índico


Recebeu o nome das costas que banha, da Índia e da Indonésia.

 

Ártico


Situado no polo norte, sob a constelação da Ursa Menor, deve o nome à palavra grega arctos, que significa urso. Por oposição geográfica, o oceano do polo sul chama-se Antártico.

 

Fonte: sogeografia

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8

fev
2014

Se existe a Nova Zelândia, onde fica a "velha"?

 

Na região dos Países Baixos, na Europa. Na verdade, esta ilha dinamarquesa, datada de 1300, não leva o "velha" na frente, mas chama-se Zelândia. Junto com a Holanda, eram as duas maiores províncias marítimas dos Países Baixos.

 

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De lá, por volta de 1640, partiram os colonizadores da Oceania. Quando os exploradores aportaram no novo continente, denominaram as duas maiores ilhas como "Nieuw Holland" e "Nieuw Zeeland" (em holandês), em homenagem à terra natal. O nome de Nova Zelândia perdura até hoje, mas, em 1824, a "Nova Holanda" foi renomeada como Austrália.

 

NOVA DE VERDADE


O prenome do município de Nova Timboteua (PA) não é à toa. Durante as primeiras décadas de 1900, a cidadela paraense de Timboteua se extinguiu devido à estrada de ferro que fora construída lá perto. Anos depois, um novo povoado tomou forma na mesma região e os habitantes decidiram rememorar o nome da cidade fantasma.

 

HOMENAGENS DISTANTES


Outros exemplos de "novas" cidades e a origem de seu nome.


COLONIZAÇÃO


Os nomes de muitos lugares do continente americano são referência às cidades do Velho Mundo, de onde vieram seus colonizadores.

 

Cidade - Veio de...

 

Nova York (EUA) - Yorkshire (Inglaterra)

 

Nova Orleans (EUA) - Orleans (França)

 

Nova Friburgo (RJ, Brasil) - Friburgo (Suíça)

 

Novo Hamburgo (RS, Brasil) - Hamburgo (Alemanha)

 

 

SEMELHANÇA


Alguns municípios brasileiros fundados por movimentos migratórios foram nomeados por se parecerem com outras cidades.

 

Cidade - Veio de...

 

Nova Maringá (MT) - Maringá (PR)

 

Novo Progresso (PA) - Progresso (RS)

 

Novo Horizonte (SP) - Belo Horizonte (MG)

 

Curiosidade: A cidade brasileira de Nova Iorque (MA) é um aportuguesamento da gringa.

 

FONTES: Te Ara - The Encyclopedia of New Zealand, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e sites das prefeituras municipais. Via Mundo Estranho

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10

nov
2013

Por que às vezes vemos a lua de dia?

 

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Na verdade, ela sempre pode ser vista de dia, com exceção de dois dias do ciclo lunar. Dos 29,5 dias que constituem o ciclo, só não podemos vê-la nas fases de lua cheia e de lua nova. Isso porque, na nova, ela fica entre a Terra e o Sol (mas sem bloqueá-lo, como em eclipses), então seu lado voltado para nós não recebe luz e não aparece. Na cheia, ela não é vista, porque ainda está abaixo do horizonte quando escurece: só nasce quando o Sol se põe, e se põe quando ele nasce. Fora isso, conseguimos vê-la de dia, nem que seja só por algumas horas.

 

Fases da lua


O ciclo lunar se renova todo mês. Saiba os horários para ver:


Lua nova


Nasce às 6h e se põe às 18h

 

Lua quarto crescente


Nasce às 12h e se põe à 0h

 

Lua cheia


Nasce às 18h e se põe às 6h

 

Lua quarto minguante


Nasce à 0h e se põe às 12h

 

Consultoria Maria de Fátima Saraiva, professora de astronomia da UFRGS. Via Mundo Estranho

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13

set
2013

Maior montanha da Suécia pode estar diminuindo de tamanho

 

Pico Kebnekaise perde altura por degelo causado pela mudança do clima.


Análise foi divulgada por pesquisadora que mantém pesquisas na região.

 

A Suécia poderá em breve ser obrigada designar um novo pico mais alto do país, já que sua montanha mais elevada está perdendo altura a cada ano devido ao degelo.

 

O pico sul do Kebnekaise, situado no extremo norte do país, está perdendo sua altura original com o passar dos anos, afirmou a geógrafa da Universidade de Estocolmo, Gunhild Rosqvist.

 

A especialista em história climática, que dirige uma estação de pesquisas na região, assinalou que o processo de degelo é provocado por um clima mais quente que o normal. As primeiras medições do pico feitas em 1902 revelavam uma altura de 2.121 metros.

 

Este ano, a altura registrada foi de 2.099 metros, ou seja, apenas três metros a mais que o pico norte de Kebnekaise que, por ser feito de rocha, não varia. Rosqvist afirma que o pico mais alto do país terá de ser revisado nos manuais de geografia daqui dois ou três anos.

 

O Kebnekaise é um destino turístico famoso, que pode ser escalado por pessoas com pouca experiência.

 

Na Suécia, montanha Kebnekaise está sofrendo com a mudança climática (Foto: Mg-k/Wikimedia Commons)
Na Suécia, montanha Kebnekaise está sofrendo com a mudança climática (Foto: Mg-k/Wikimedia Commons)
Fonte: G1

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13

ago
2013

Imagens mostram tribo que ainda vive isolada na Amazônia

 

Reserva dos Kawahiva fica na divisa do Mato Grosso e Amazonas.
A área onde os índios estão é duas vezes e meia maior do que São Paulo.

 
  

 

Imagens raras, filmadas no interior da Amazônia, mostram cenas inéditas de uma das últimas tribos do mundo que ainda vivem completamente isoladas da civilização.

 

Para a surpresa dos sertanistas que fizeram as imagens, os índios surgem de repente no meio da mata. Eles carregam arcos e flechas e andam nus como os antepassados. O grupo formado por nove índios faz parte de uma tribo que vive isolada na floresta e foge de qualquer contato com o homem branco.

 

Eles foram avistados no momento em que caminhavam de uma aldeia para a outra. Os homens são guerreiros. As mulheres levam o que recolheram na floresta e os filhos.

 

Uma índia aparece com duas crianças. Congelando a imagem é possível ver a cabeça e o braço da menor. A outra está pendurada nas costas. É ela que nota a presença do funcionário da Funai e dá o alarme.

 

Este foi o momento de maior tensão no contato. Um dos guerreiros volta para ver o que tinha acontecido. Ele fica escondido atrás da folhagem e observa os intrusos. Quando se certifica de que não há perigo, desaparece com todo o grupo no meio da floresta.

 

Para entender o que os índios disseram, nossa equipe pediu ajuda a uma professora da Universidade de Brasília. Ana Suely Arruda Cabral é uma das maiores especialistas do mundo em línguas indígenas. "Eu estou pegando palavras. Eles estão em uma conversa e quando a mulher fala em "dupi" e ele fala em "buta", que é lugar para esperar caça. Eles estão procurando algum lugar onde eles vão parar para pernoitar e, de repente, alguám fala no "mbutá", que é o andaime onde eles esperam a caça na árvore. Eles preparam esse andaime para esperar a caça à noite", explica a linguista da UnB.

 

Ela também analisou a conversa entre os índios no momento em que notaram a presença de estranhos na floresta. "Quando a criancinha que está no dorso na mãe, ela se apavora e grita "tapuim", "tem inimigo". A mãe olhando para trás grita "atzé", "vamos".

 

A professora explica que a língua Tupi-Kawahiva é comum a várias tribos, mas como esse grupo sempre viveu isolado fala de uma maneira própria.

 

Quem registrou as imagens inéditas foi o sertanista Jair Candor. Ele é funcionário da Funai e há mais de 20 anos tem a missão de monitorar e  proteger os kawahiva, sem forçar o contato com a tribo. "A gente não estava ali para encontrar com eles. A gente estava para verificar algumas invasões no limite da terra".

                           índio (Foto: imagens cedidas pela Funai)
                                                 (Foto: Arte TV Globo)

 

A área onde os índios estão isolados é duas vezes e meia maior do que a cidade de São Paulo. Ela fica no coração da floresta, na divisa dos estados Mato Grosso e Amazonas. A cidade mais próxima está a 150 quilômetros de distância. Esse território já foi interditado pela Justiça e só quem tem autorização da Funai pode entrar.

 

Até conseguir filmar os kawahiva, os sertanistas só tinham indícios da existência deles. Durante duas décadas, fizeram dezenas de expedições na região, encontraram vários acampamentos provisórios na mata e localizaram muitos objetos produzidos pelos índios. Os kawahiva não praticam a agricultura e são nômades. Quando a caça some, mudam de acampamento. Por isso precisam de um território grande.

 

Eles vivem no que chamam de tapiri, que é uma habitação improvisada, coberta com folhas. Os índios fazem redes com casca de árvore. Tem uma roca primitiva, para fazer o barbante usado na fabricação de flechas. No tapiri, onde vivia apenas um índio, os sertanistas fizeram uma descoberta. "Hoje a gente tem vestígio de duas pessoa, são três esteiras, onde dormiu duas pessoas, talvez até três, o casal e o filho. Aconteceu um casamento aí, a família está crescendo, é bom", diz Jair Candor.

 

O futuro dos kawahiva está ameaçado pela proximidade da civilização. Os sertanistas encontraram garrafas pet em um acampamento provisório que fica na beira de um rio. Na outra margem começa uma fazenda. "A qualquer momento, podem sair para a fazenda. Se isso acontecer, camarada, a gente vai ter de se preparar, porque vai vir bomba", diz o sertanista.

 

Fonte: G1 e Jornal Hoje. Assista o vídeo Kawahiva

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