Portal da Educao Adventista

*Professor Genivaldo *

14

abr
2017

Por que Jesus morreu na cruz e quem provocou a sua morte?

Brevemente apresento (Wilson Borba) três motivos para a morte de Jesus.

 

(1) Jesus morreu em cumprimento a profecias bíblicas. Quando Pedro tentou livrá-lo de seus perseguidores, o Senhor repreendeu-lhe: “Como, pois, se cumpririam as Escrituras, segundo as quais assim deve suceder? ” (Mateus 26:54). Mesmo após a ressurreição, os discípulos ainda não compreendiam a necessidade da morte de Cristo. “Então lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras” (Lucas 24:45).

 

Há na Bíblia dois blocos de profecias referentes ao Messias. Um apresenta a sua vinda em glória e majestade, e o outro a sua humilhação e morte. Cronologicamente, é primeiro a cruz, e depois a glória (Lucas 24:25-27). Portanto, focalizemos as profecias sobre o seu sacrifício. Algumas foram dadas em símbolos, como por exemplo o ritual de sacrifícios hebraico, o qual visava dramatizar e ensinar o plano da salvação. Elas são melhor denominadas como tipologia. Leia alguns destes textos: Gênesis 4:4; Êxodo 29:38-42; Levítico 4:1-35.

 

Observe agora esta relação tipológica: “Ora, todo sacerdote se apresenta, dia após dia, a exercer o serviço sagrado e a oferecer muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca jamais podem remover pecados; Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus, aguardando daí em diante que os seus inimigos sejam postos por estrado dos seus pés” (Hebreus 10:11-13). As profecias clássicas também falam da morte expiatória de Jesus Cristo (Isaías 53:1-8), e de outros aspectos relacionados, por exemplo: Nenhum osso seria quebrado (Êxodo 12:46). Lançariam sortes sobre suas roupas (Salmo 22:18). Seus assassinos veriam aquele a quem traspassaram (Zacarias 12:10).

 

(2) Jesus morreu para expulsar a Satanás. Parece um paradoxo. Como poderia Cristo pregado na cruz expulsar o Diabo? A Bíblia fala de duas expulsões de Satanás. A física e a moral. A primeira ocorreu quando ele foi expulso do Céu (Apocalipse 12:7-9). A segunda aconteceu na cruz (João 12:32). Jesus veio para reivindicar o caráter de Deus (João 17:25, 26), e destruir as obras do Diabo (1 João 3:8). Ao ser levantado na cruz, Cristo atraiu todos para Deus (João 12:32). Como instigador da morte do Filho de Deus (João 8:44), Satanás foi então desmascarado, antipatizado, e desacreditado perante o expectante Universo.

 

(3) Jesus morreu porque necessitávamos de um Salvador e Substituto. Amigo, através de um homem a morte entrou no mundo como consequência do pecado (Romanos 5:12). Tomando em conta que pecado é a transgressão da santa Lei de Deus (1 João 3:4), e que todos as pessoas pecaram (Romanos 3:23), logo, todos deveríamos perecer eternamente, a fim de extinguir-se a maldição do pecado. Entretanto, há uma boa notícia: “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).

 

Deus revelou um amor inigualável, incomensurável e inexplicável. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). Como a lei transgredida era divina, somente alguém igual a Deus poderia salvar-nos. Essa Pessoa era o Filho divino Jesus Cristo. Só nele há salvação (Atos 4:12). Amigo, entende agora por que Jesus tinha de morrer? Ele tomou o nosso lugar, experimentando a separação do Pai (Mateus 27:46), e o horror da nossa condenação (Isaías 53:5).

 

Mas, quem causou a morte de Jesus? Três vontades causaram a morte de Jesus. Primeiro, a vontade pessoal do Filho de Deus. “Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou” (João 10:17, 18). Jesus não foi forçado a morrer pelos nossos pecados. Foi uma decisão voluntária motivada pelo amor. Assim, a seguir, pela vontade de Deus, Jesus bebeu o amargo cálice levando sobre si nossos pecados, e sofrendo a pena que nos cabia (Mateus 26:42).

 

Entretanto, Jesus, também padeceu por causa da vontade de homens perversos que o condenaram “porque verdadeiramente se ajuntaram nesta cidade contra o teu santo Servo Jesus, ao qual ungiste, Herodes e Pôncio Pilatos, com gentios e gente de Israel” (Atos 4:27). Mas a morte de Jesus não foi primariamente causada pela perversa vontade deles, pois eles fizeram “…tudo o que a tua mão e o teu propósito predeterminaram” (Atos 4:28). Note, Deus predeterminou acontecimentos, não pessoas.

 

A profecia não anula a liberdade, e nem a responsabilidade humana. Aquelas pessoas escolheram fazer o que fizeram, e são responsáveis diante de Deus pelos seus atos iníquos. Sobretudo, o que causou a morte do amado Filho de Deus na cruz foram os nossos pecados. Amigo, você só tem duas opções: vida eterna ou morte eterna. Salvação ou condenação. Aceitar a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador, ou sem o Salvador, perdido enfrentar o juízo. Tome agora, a decisão certa!

 

Fonte: Notícias Adventista http://migre.me/wqWv8

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27

mar
2016

O verdadeiro sentido da Páscoa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que esses dois personagens têm em comum?



Estão ligado a Páscoa. Você diria.
Mas estão mesmo?



É triste verificar que a humanidade tem dado mais importância para o personagem criado, o coelho. Nas decorações das cidades, nas propagandas só se destaca o tal do coelho da páscoa. Cidades criam ambientes especiais para poder ser visitado onde o coelho é destacado como o personagem principal. Ah! Claro, por trás disso tudo está a poderosa indústria do chocolate.

E quanto ao verdadeiro personagem?
Muitos nem se lembram dEle.
Mas, eu quero lembrar:

Páscoa sem a presença de Jesus Cristo não é nada.


Uma das figuras acima retrata bem qual é o verdadeiro significado da páscoa cristã.
A ressureição de Jesus.

Se houve ressurreição, é porque houve morte.
Jesus morreu por mim, por você  e por toda a humanidade. Mas ressuscitou e se encontra agora no santuário celestial pronto para lhe conceder a salvação.

Que Deus te abençoe. Mas, não se esqueça Jesus é a nossa Páscoa.

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31

out
2015

31 de outubro é o dia ...

 

Da Reforma Protestante.

 

Em 31 de outubro é comemorado por evangélicos de todo o mundo o dia da Reforma Protestante. Em 1517, um dia antes da festa católica de “Todos os Santos”, o monge agostiniano Martinho Lutero pregou publicamente suas 95 teses, na porta da Catedral de Wittenberg (Alemanha). Seu apelo era por uma mudança nas práticas da Igreja Católica, por isso o nome “Reforma”.

 

A iniciativa teve consequências por toda a Europa, dividiu reinos, gerou protestos e mortes. E mudou para sempre a Igreja. Para alguns, Lutero destruiu a unidade do que era considerada “a” igreja, era um monge renegado que desejava apenas destruir os fundamentos da vida monástica. Para outros, é um grande herói, que restaurou a pregação do evangelho puro de Jesus e da Bíblia, o reformador de uma igreja corrupta.

 

O fato é que ele mudou o curso da história ao desafiar o poder do papado e do império, e possibilitou que o povo tivesse acesso à Bíblia em sua própria língua. A principal doutrina de Lutero era contra o pagamento de penitências e indulgências aos lideres religiosos. Ele enfatizava que a salvação é pela graça, não por obras.

 

Conta-se que muita coisa mudou dentro daquele monge até então submisso ao papa quando, em 1515, Lutero começou a dar palestras sobre a Epístola aos Romanos. Ao estudar as Escrituras se deparou com o primeiro capítulo de Romanos, que decretava “o justo viverá pela fé”. Desvendava-se diante dele o que é conhecida como “justificação pela fé”, ou seja, a justificação do pecador diante de Deus não é por um esforço pessoal, mas sim um presente dado àqueles que acreditam na obra de Cristo na cruz.

 

O movimento encabeçado por Lutero ocorreu durante um dos períodos mais revolucionários da história (passagem da Idade Média para o Renascimento) e mostra como as crenças de um homem pode mudar o mundo.

 

A controvérsia acabou sendo, segundo historiadores, maior do que Lutero pretendia ou imaginara. Porém, ao atacar a venda de indulgências por parte da igreja, acabou opondo-se ao lucro obtido por pessoas muito mais poderosas do que ele. Segundo Lutero, se era verdade que o Papa tinha poder de tirar as almas do purgatório, devia usar esse poder, não por razões egoístas, como a necessidade arrecadar fundos para construir uma igreja, mas simplesmente por amor, e devia fazê-lo gratuitamente. A idolatria aos santos também foi um dos grandes pontos de discórdia com os lideres católicos.

 

A maioria dos historiadores concorda que Lutero teria tentado apresentar seus argumentos ao Papa e alguns amigos de outras universidades. No entanto, as teses colocadas na porta da Catedral de Wittemberg e os muitos argumentos teológicos impressos e distribuídos por ele nos meses seguintes, acabaram se espalhando por toda a Europa, fazendo com que ele fosse chamado ao Vaticano para se retratar perante o Papa. A partir de então, entrou abertamente em conflito com a Igreja Católica.

 

Acabou excomungado em 1520, pelo papa Leão X. Alegava-se  que ele incorria em “heresia notória”. Devido a esses acontecimentos, Lutero temendo a morte, ficou exilado no Castelo de Wartburg, por cerca de um ano. Durante esse período trabalhou na sua tradução da Bíblia para o alemão, resultando na impressão do Novo Testamento em setembro de 1522.

 

Fonte: http://www.mtagora.com.br

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8

mar
2015

Obra prima da criação: a MULHER

 

E Deus Criou a Mulher


Com a costela que havia tirado do homem, o Senhor Deus fez uma mulher. Gênesis 2:22


Hoje é um dia comum da semana: domingo. Igualzinho a outro de 24 horas. O que torna este dia diferente é quem é o centro das atenções; é a importância da pessoa que todos nós amamos e valorizamos. Avó, mãe, esposa, filha, neta, irmã, todas elas fazem parte dessa teia de carinho familiar.


Nunca é demais repetir que a mulher foi criada para ter uma parte especial nos planos de Deus, logo no início de todas as coisas. O texto bíblico diz que Deus criou a mulher, e logo depois disso anunciou que o que fizera era "muito bom". A avaliação do sexto dia começou com um "bom", caiu para um "não é bom", e logo a seguir Deus declarou que o que havia criado era "muito bom". Se, num ambiente que se chamava paraíso, Deus percebeu que faltava alguma coisa, realmente devia ser muito importante. Esse foi o único dia em que Ele mudou Sua avaliação em relação ao trabalho que tinha feito. E a razão dessa virada fantástica está na criação da mulher. Sem Eva, o dia teria terminado com nota baixa. No entanto, depois de ter criado a mulher, a satisfação de Deus chegou ao nível mais alto. Para subir vários pontos num só dia, significa que Eva foi a criatura mais sofisticada que Deus criou, no padrão mais criativo do melhor designer do Universo.


É bom que a mulher continue sendo esse mistério, pois se nós, homens, pretendêssemos entendê-las completamente, possivelmente tentaríamos reinventá-las ao nosso gosto.


Será que a mulher precisa de uma data especial, quando seu dia são todos os dias? É verdade! Elas não têm folga. Todos os dias, todos os feriados, todas as horas, em todos os minutos, lá estão elas. Muitas delas são ao mesmo tempo pais e mães, donas de casa e professoras, profissionais liberais e empresárias, numa demonstração de autoconfiança e independência.


Já pensaram o que seria deste mundo sem a presença feminina? Seria uma base militar pintada em duas cores. Não existiriam arranjos florais, nem pequenos laços no penteado das meninas, nem vestidos rodados, nem mesas arrumadas, nem pratos artisticamente preparados e arrumados.


Como expressou um autor desconhecido: "De onde é que vem essa garra quase felina de lutar pela vida / De defender o que é seu, de espreitar e reagir? / De onde é que vem esse jeito tão puro que a faz intuir, adivinhar, / Abraçar o presente e sonhar com o futuro?"

 

Seja uma extensão do abraço de Deus para as mulheres neste dia.

 

Adaptado da meditação matinal de 2011 (CPB).

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31

out
2014

Bruxas ou Bíblia?

 

Hoje é dia 31 de outubro. Essa data lembra alguma coisa? Provavelmente, por causa do que falam por aí, você vai dizer que hoje é "Dia das Bruxas" ou "Halloween". É um evento que ocorre, em especial, nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido.


Não se sabe bem a origem da data, mas tem que ver com cultos pagãos da antiga Europa e com tradições que conduzem ao Dia dos Mortos. Pessoas, sobretudo crianças, saem de casa fantasiadas de bruxas ou bruxos, ou mesmo de monstros, em uma estranha forma de festejar nem se sabe bem o que, e pedem "doces ou travessuras".


Mas vou tentar começar de novo e perguntar novamente se esta data, 31 de outubro, lembra alguma coisa para você. Não? Só mesmo o Dia das Bruxas? Pois então vou refrescar sua memória. No dia 31 de outubro de 1517, Martinho Lutero, aquele monge que estudou profundamente a Bíblia num tempo em que isso era proibido, fez algo que marcou a história de todos os cristãos.


Naquele dia, na porta do castelo de Wittenberg, Lutero fixou suas 95 teses, ou seja, novas explicações sobre alguns temas bíblicos. Naquelas linhas, ele questionava certas atitudes que estavam sendo tomadas por religiosos que tinham o poder na época. Ele relembrava as verdadeiras ordens de Cristo e colocava a Bíblia como centro das atenções.


A
gora aproveito para fazer outra pergunta a você: É mais importante lembrarmos o Dia das Bruxas ou a Bíblia e suas verdades eternas?


O
tempo vai passando e o que vemos é o Halloween sendo exaltado nas lojas de brinquedos, nos supermercados, nos shoppings, nas escolas e até mesmo em algumas igrejas. Virou moda comemorar essa festa estranha.


Há pessoas por aí que sabem o que fazer no Dia das Bruxas, mas não sabem quem foi Lutero, não conhecem o que a Bíblia diz e não sabem nada sobre Jesus.


Nunca é tarde para lembrar o que realmente vale a pena. Eu e você podemos colaborar para que isso aconteça. A Bíblia precisa entrar na mente e na vida das pessoas. Por isso, se alguém disser para você que hoje é dia de comemorar as bruxas, diga que não. Diga que hoje é dia de comemorar a Bíblia e as verdades maravilhosas que ela contém. E, para saber mais sobre Lutero, leia os textos dos dias 17 e 18 de abril.


F
eliz Dia da Bíblia para você!


Fonte: Inspiração Juvenil 2014 - CPB

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29

mar
2013

Sexta feira Santa - As seis horas mais críticas da História

 

porAmilton Menezes

cruz_Jesus

Seis horas da tarde de uma sexta-feira. Deixe-me perguntar: O que você faz com aquele dia da história? O que faz com aqueles clamores?

 

Se aquilo realmente aconteceu, se de fato Deus ordenou a sua crucifixão, se Ele virou as costas ao próprio Filho, se realmente tomou as chaves do inferno, então as seis horas daquela sexta-feira estão abarrotadas de um trágico triunfo. Se foi Deus que esteve naquela cruz, então a colina chamada Gólgota é um granito cravado com estacas onde você pode ancorar.

 

Aquelas seis horas não foram seis horas normais. Foram as horas mais críticas da história. Pois, naquele período, Deus colocou na terra três âncoras suficientemente fortes para suportar qualquer furacão.

 

Âncora nº 1 - Minha vida não é fútil. Esse rochedo está segurando o casco do meu coração. Sua única função é oferecer algo em que possa segurar-me quando tiver de enfrentar as ondas da futilidade e do relativismo. Alguém está no controle e tenho um propósito.

 

Âncora nº 2 - Meus erros não são fatais. Não é que Ele ama o que você faz; Ele ama quem você é.

 

Âncora nº 3 - Minha morte não é o fim. Ainda existe mais uma pedra a que você se pode prender. Ela fechava a entrada de um túmulo. Não era muito grande, mas... Ele entrou apenas para provar que poderia sair. E, no caminho, levou a pedra consigo, e a transformou em um ponto de ancoragem... Amarre-se a este  rochedo e o tufão do túmulo se converterá em uma brisa de primavera de um domingo de Páscoa.

 

Lá estão eles. Três pontos de ancoragem. Os pontos de ancoragem da cruz. (Extraído da obra Six Hours One Friday, de Max Lucado)

 

Algumas pessoas prefeririam ver Jesus morto a vê-Lo controlando sua vida. Qual aposento do castelo da sua vida (carreira, família, igreja) precisa ser colocado sob o controle de Cristo? Não hesite nem por um dia. Ore agora. Entregue a sua vida totalmente a Ele.

 

Fonte: Novo Tempo

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28

set
2012

Quem é fiel no pouco também é fiel no muito.

 

O Honesto Abraão

 

Quem é fiel no pouco também é fiel no muito. Lucas 16:10


A agência dos correios de New Salem, estado de Illinois, EUA, fechou em 1836. No último dia de funcionamento, o chefe da agência sentou-se para fazer os cálculos. De acordo com seus registros, devia para o governo dos Estados Unidos cerca de 17 dólares.


Essa quantia pode não parecer muito hoje em dia. Mas em 1836 representava quase o salário de quatro meses para o chefe da agência, cujos rendimentos anuais eram de 55 dólares e 70 centavos.


O jovem gerente havia recebido a orientação de enviar os registros da agência para o Correio Central de Washington.


Este faria a verificação e mandaria um agente recolher o dinheiro devido ao governo. Assim, o jovem tomou os 17 dólares e os envolveu com um velho retalho de tecido de algodão, guardando-os cuidadosamente no canto de um velho baú.


Vários anos passaram, e ninguém chegou para fechar as contas do correio de New Salem. O ex-gerente era agora um esforçado jovem advogado, que não estava indo muito bem de finanças. Apesar disso, nem uma única vez abriu o pacotinho onde guardava os 17 dólares.


Então, certo dia, um agente do governo entrou no escritório de advocacia do ex-chefe do correio de New Salem.


- Verificamos as contas - disse ele. - Você deve 17 dólares ao governo. Estamos aqui para recebê-los.


O advogado concordou e encaminhou-se ao outro lado da sala, onde estava o velho baú. Pegou um pacotinho de pano amarelado e amarrado com uma tira e o colocou nas mãos do agente. Abrindo o pacote, o homem contou os 17 dólares.


- O senhor quer dizer que este é o mesmo dinheiro que tirou do correio no dia em que a agência fechou? - perguntou o agente, atônito.


- Nunca utilizo dinheiro alheio; só o meu - disse ele.


O agente pegou o dinheiro e foi embora. O jovem advogado que o viu saindo era Abraão Lincoln. Vinte e cinco anos mais tarde, foi eleito presidente dos Estados Unidos.


Como a experiência de Abraão Lincoln se relaciona com Lucas 16:10? Você consegue se lembrar de algo em sua própria vida que tenha a ver com esse versículo?

 

Sendo Amigos

A integridade é testada nos pequenos fatos da vida cotidiana.

 

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8

jun
2012

Deus está perto dos corações que sofrem

 

Ainda que eu ande por um vale escuro como a morte, não terei medo de nada. Pois tu, ó SENHOR Deus, estás comigo; tu me proteges e me diriges. Sal. 23:4.


Onde está Deus quando os inocentes sofrem? Como podemos entender os altos e baixos da vida? A Bíblia apresenta um quadro animador sobre Deus, o qual nos dá coragem nos momentos de crise, esperança nos momentos de desespero, e paz nos momentos de tristeza.

 

O mundo é um campo de batalha entre um ódio intenso e um amor indescritível. Deus  é sábio e nem sempre intervém para impedir os resultados do mal porque ainda não erradicou todo o sofrimento.

 

Ele valoriza a liberdade, permite que homens e mulheres façam escolhas, mesmo com o risco de errarem. Deus tinha a opção de remover totalmente nossa liberdade de escolha. Mas então nos tornaríamos meros robôs. Ele permite que o mal siga seu curso, mas sempre estará presente em meio ao sofrimento humano.

 

Ele chora com os que choram e sofre com os que sofrem. Sustenta, fortalece e dá apoio. Anima o quebrantado de coração e abraça o ferido. Salmo 23:4 declara: "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque Tu estás comigo." Salmo 46:1 acrescenta: "Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações." Em meio à nossa dor e tristeza, Deus está presente. Além das lágrimas, dos pesares e das tristezas, podemos ouvi-Lo dizendo: Sararei o seu coração quebrantado e pensarei suas feridas. Estou com você em seus momentos de maior necessidade (Sal. 147:3).

 

Alegre-se! Deus está aqui. Ele não prometeu que Seus filhos jamais sofreriam, mas prometeu estar com eles em qualquer circunstância. Existe algo maior do que a ausência de dor. É a presença de Deus em meio à dor. Aceite a promessa: "Eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século." Mat. 28:20.

 

Fonte: Sobre a Rocha de Mark Finley. - Via Novo Tempo

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6

abr
2012

Páscoa - Qual o verdadeiro significado?

 

 


Qual é a origem e significado da Páscoa? Como surgiu a idéia do coelho e ovos de chocolate? E por que na sexta-feira dizem que não se deve comer carne mas sim peixe?


A páscoa pode cair em qualquer domingo entre 22 de março e 25 de abril. Tem sido modernamente celebrada com ovos e coelhos de chocolate com muita alegria. O moderno ovo de páscoa apareceu por volta de 1828, quando a indústria de chocolate começou a desenvolver-se. Ovos gigantescos, super decorados, era a moda das décadas de 1920 e 1930. Porém, o maior ovo e o mais pesado que a história regista, ficou pronto no dia 9 de abril de 1992. É da Cidade de Vitória na Austrália. Tinha 7 metros e dez centímetros de altura e pesava 4 toneladas e 760 quilos. Mas o que é que tem a ver ovos e coelhos com a morte e ressurreição de Cristo?


A origem dos ovos e coelhos é antiga e cheia de lendas. Segundo alguns autores, os anglo-saxões teriam sido os primeiros a usar o coelho como símbolo da Páscoa. Outras fontes porém, o relacionam ao culto da fertilidade celebrado pelos babilônicos e depois transportado para o Egito. A partir do século VIII, foi introduzido nas festividades da páscoa um deus teuto-saxão, isto é, originário dos germanos e ingleses. Era um deus para representar a fertilidade e a luz. À figura do coelho juntou-se o ovo que é símbolo da própria vida. Embora aparentemente morto, o ovo contém uma vida que surge repentinamente; e este é o sentido para a Páscoa, após a morte, vem a ressurreição e a vida. A Igreja no século XVIII, adotou oficialmente o ovo como símbolo da ressurreição de Cristo. Assim foi santificado um uso originalmente pagão, e pilhas de ovos coloridos começaram a ser benzidos antes de sua distribuição aos fiéis.
Em 1215 na Alsácia, França, surgiu a lenda de que um dos coelhinhos da floresta foi o animal escolhido para levar um ninho cheio de ovos ao principezinho que esta doente. E ainda hoje se tem o hábito de presentear os amigos com ovos, na Páscoa. Não mais ovos de galinha, mas de chocolate. A idéia principal ressurreição, renovação da vida foi perdida de vista, mas os chocolates não, ele continuam sendo supostamente trazidos por um coelhinho...
O Peixe, foi símbolo adotado pelos primeiros cristãos. Em grego, a palavra peixe era um símbolo da confissão da fé, e significava: "Jesus Cristo, filho de Deus e Salvador." O costume de comer peixe na sexta-feira santa, está associado ao fato de Jesus ter repartido este alimento entre o povo faminto. Assim a tradição de não se comer carne com sangue derramado por Cristo em nosso favor. 


Mas vejamos agora, qual é a verdadeira origem da Páscoa?

Não tem nada a ver com ovos nem coelhos. Sua origem remonta os tempos do Velho Testamento, por ocasião do êxodo do povo de Israel da terra do Egito. A Bíblia relata o acontecimento no capítulo 12 do livro do Êxodo. Faraó, o rei do Egito, não queria deixar o povo de Israel sair, então muitas pragas vieram sobre ele e seu povo. A décima praga porém, foi fatal : a matança dos primogênitos - o filho mais velho seria morto. Segundo as instruções Divinas, cada família hebréia, no dia 14 de Nisã, deveria sacrificar um cordeiro e espargir o seu sangue nos umbrais das portas de sua casa. Este era o sinal, para que o mensageiro de Deus, não atingisse esta casa com a décima praga. A carne do cordeiro, deveria ser comida juntamente com pão não fermentado e ervas amargas, preparando o povo para a saída do Egito. Segundo a narrativa Bíblica, à meia-noite todos os primogênitos egípcios, inclusive o primogênito do Faraó foram mortos. Então Faraó, permitiu que o povo de Israel fosse embora, com medo de que todos os egípcios fossem mortos.


Em comemoração a este livramento extraordinário, cada família hebréia deveria observar anualmente a festa da Páscoa, palavra hebraica que significa "passagem" "passar por cima". Esta festa, deveria lembrar não só a libertação da escravidão egípcia, mas também a libertação da escravidão do pecado, pois o sangue do cordeiro, apontava para o sacrifício de Cristo, o Cordeiro que tira o pecado do mundo.


A chamada páscoa cristã, foi estabelecida no Concílio de Nicéia, no ano de 325 de nossa era. Ao adotar a Páscoa como uma de suas festas, a Igreja Católica, inspirou-se primeiramente em motivos judaicos: a passagem pelo mar Vermelho, a viagem pelo deserto rumo a terra prometida, retirando a peregrinação ao Céu, o maná que exemplifica a Eucaristia, e muitos outros ritos, que aos poucos vão desaparecendo.


A maior parte das igreja evangélicas porém, comemora a morte e a ressurreição de Cristo através da Cerimônia da Santa Ceia. Na antiga Páscoa judaica, as famílias removiam de suas casas, todo o fermento e todo o pecado, antes da festa dos pães asmos. Da mesma forma, devem os cristãos confessar os seus pecados e deles arrepender-se, tirando o orgulho, a vaidade, inveja, rivalidades, ressentimentos, com a cerimônia do lava-pés, assim como Jesus fez com os discípulos. Jesus instituiu uma cerimônia memorial, a ceia, em substituição à comemoração festiva da páscoa. I Coríntios 11:24 a 26 relata o seguinte:
Jesus tomou o pão,"e tendo dado graças o partiu e disse: Isto é o meu corpo que á dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no Meu sangue, fazei isto todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do senhor, até que ele venha." 


Vários símbolos nesta ceia merecem nossa atenção. O ato de partir o pão, indicava os sofrimentos pelos quais Cristo havia de passar em nosso favor. Alguns pensam, que a expressão "isso é o meu corpo" signifique o pão e o vinho se transformassem realmente no corpo e no sangue de Cristo. Lembremo-nos portanto, que muitas vezes Cristo se referiu a si próprio dizendo "Eu Sou a porta" (João 10:7), "Eu sou o caminho" (João 14:6) e outros exemplos mais que a Bíblia apresenta. Isto esclarece, que o pão e o vinho não fermentado, são símbolos e representam o sacrifício de Cristo. Ao cristão participar da cerimônia da ceia, ele está proclamando ao mundo sua fé no sacrifício expiatório de Cristo e em sua segunda vinda. Jesus declarou: "Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino de Meu Pai." ( Mateus 26:29)


Portanto, a cerimônia da Santa-Ceia, que Jesus instituiu, que veio a substituir a cerimônia da Páscoa, traz muitos significados:


1 - O Lava-Pés, significa a humilhação de Cristo. Mostra a necessidade de purificar a nossa vida. Não é a purificação dos pés, mas de todo o ser, todo o nosso coração. Reconciliação com deus, com o nosso próximo e conosco mesmo - união - não somos mais do que ninguém. O maior é aquele que serve...


2 - A Ceia significa a libertação do Pecado através do sacrifício de Cristo. Significa também estar em comunhão com ele. E sobretudo, é um antegozo dos salvos, pois Jesus disse: "Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino do meu Pai. (Mateus 26:29)


Conclusão:

Advertindo a cada cristão, que tome cuidado com os costumes pagãos que tentam sempre driblar os princípios bíblicos. Não é de hoje, que se nota como os princípios bíblicos são alterados por costumes e filosofias humanas. Adoração a ídolos, a mudança do sábado para o domingo, o coelho e o chocolate, são apenas alguns exemplos das astúcias do inimigo. A Bíblia, e a Bíblia somente, deve ser única regra de nossa fé, para nos orientar, esclarecer e mostrar qual o caminho certo que nos leva a Deus e que nos apresenta os fundamentos de nossa esperança maior que é viver com Cristo e os remidos, num novo céu e numa nova terra. Devemos tomar cuidado com as crendices, tradições, fábulas, e mudanças humanas disfarçadas. Minha sugestão é examinar com oração, cuidado e com tempo as Sagradas Escrituras, para saber o que hoje é crendice ou tradição, estando atento, para saber o que realmente deus espera de cada um de nós.


Jesus foi claro "Fazei isto em memória de mim." Ele exemplificou tudo o que deve ser feito. E se queremos ser salvos, precisamos seguir o que Jesus ensina e não outras tradições ou ensinamentos. Mateus 15:9 adverte: "Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens."
Fonte: Bíblia e Ciência

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6

abr
2012

As 7 frases de Cristo na cruz

 

                   

1 - "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" (Lucas 23:34). Uma pergunta oportuna, diante do comportamento do nosso Salvador, para com aqueles que tão aleivosamente O estavam maltratando seria esta: Qual a nossa atitude para com aqueles que nos injuriam, nos provocam ou dizem palavras ofensivas contra nós? Se for diferente da do divino Mestre, estamos muito longe do ideal que Ele nos propôs. Que o exemplo da primeira frase de Cristo na cruz, jamais seja olvidado por nós.

 

2 - "Em verdade te digo hoje, estarás comigo no paraíso" (Lucas 23:43). Após a Sua súplica pelos inimigos, dirigiu a palavra a alguém que antes fora inimigo, mas agora já se tornara bom amigo.
Todos sabemos que Cristo foi crucificado entre dois ladrões. Parece-nos lógicos concluir pelo contexto, que o comportamento dos dois ladrões a princípio foi idêntico, mas pela observação do procedimento de Cristo diante dos que O injuriavam, um deles conclui que ali se achava o seu Salvador, a quem faz este pedido: "Senhor, lembra-te de mim quando vieres no Teu reino". Esta súplica é uma declaração explícita de sua crença na messianidade de Jesus. A resposta incontinenti de Cristo revelou amor, compaixão e perdão. Estas palavras prometiam ao bom ladrão, dar-lhe um lugar em Seu futuro reino, quando chegasse a hora da Sua segunda vinda.

 

3 - "Vendo Jesus Sua mãe, e junto a ela o discípulo amado, disse: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí a tua mãe. Dessa hora em diante o discípulo a tomou para casa" (João 19:26 e 27). Ao pé da cruz se achava com a o coração traspassado sua angustiada mãe. Ao Seu lado se encontrava o discípulo que mais se identificara com o Mestre e podemos concluir que João a estava consolando e animando naquele transe aflitivo.
O pedido de Jesus a João, para que cuidasse da mãe, revela Seu amor filial e deve servir de exemplo para que cada filho tenha solícito cuidado por seus pais.

 

4 - "Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?" (Mateus 27:46 e Marcos 15:34). Após seis horas, suspenso entre o céu e a Terra, sofrendo lancinantes dores, com os pecados da humanidade pesando sobre Si, compreendemos o motivo de exclamação desta sentença. Há nesta frase um profundo mistério, porque sabemos que o Pai não O desamparara, mas ela será em parte compreendida à luz de Isaías 53:5: "Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados". Falar de desamparo era uma maneira de expressar Seus padecimentos físicos e morais e do peso acabrunhador dos pecados do gênero humano de que Se fizera fiador.

 

5 - "Tenho sede!" (João 19:28). Decorridas 18 ou 20 horas sem Se alimentar; sangrando pelos açoites, espinhos e cravos; as fortes emoções sentidas durante a noite do processo; a fadiga pelo transportar da cruz (segundo os estudiosos devia pesar 100 quilos); a febre produziu em Jesus a grande intensidade da sede. Com a língua seca e os lábios ressequidos, exclama para os circunstantes: "Tenho sede!" Esta palavra "sede", de acordo com alguns estudiosos, talvez fosse mais uma expressão reveladora dos Seus sofrimentos. Segundo outros comentaristas - sede - seria o desejo de repouso na Pátria do Pai.
Um do presentes, movido de compaixão, tomou uma esponja, embebeu-a em vinagre, prendeu-a na extremidade de uma vara e umedeceu com ela os lábios de Jesus. Tendo experimentado o vinagre, proferiu a sexta frase.

 

6 - "Está consumado!" (João 19:30). Esta simples declaração é uma síntese maravilhosa de toda a obra de Cristo profetizada no Velho Testamento.
Com a batalha terminada e a vitória ganha, todo o Céu se encheu de júbilo. Em outras palavras, Ele queria dizer que Sua árdua e extraordinária missão estava finalizada.

 

7 - "Pai, nas Tuas mãos entrego o Meu espírito" (Lucas 23:46). Espírito nesta passagem é sinônimo de Seu ser ou Sua vida. Temos aqui a figura de estilo chamado sinédoque, pela qual a parte é tomada em lugar do todo.
A vida de Cristo na Terra foi uma vida completa submissão à vontade do Pai. Concluída a missão, Sua vida é depositada nas mãos de Deus. Estas palavras revelam confiança e ternura filiais. Após pronunciá-las, o Salvador inclinando a cabeça, exalou o último suspiro.


Rendamos sempre graças a Deus, pelo sacrifício expiatório que Cristo fez na cruz do Calvário, para remissão de nossos pecados.

 

(Texto de Pedro Apolinário) - fonte Novo Tempo

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31

mar
2012

Nossa parte no processo da salvação

O Presente e a Exigência


Então o senhor chamou o servo e disse: "Servo mau, cancelei toda a sua dívida porque você me implorou. Você não devia ter tido misericórdia do seu conservo como eu tive de você?" Mateus 18:32, 33


Há uma discussão muito antiga entre os cristãos sobre a função divina e a função humana na salvação do homem. Alguns cristãos colocam todo o peso no lado divino, reduzindo a ação humana a nada. No outro extremo, encontra-se a teologia que torna a vontade humana tão forte que por si mesma pode levar a pessoa convertida a obedecer à lei de Deus.


Debates como esse geralmente trazem à tona os escritos do apóstolo Paulo. Paulo ensinou com muita clareza que a salvação ocorre unicamente pela graça por meio da fé (ver Ef 2:9). O julgamento, entretanto, será de acordo com as obras (ver Rm 14:10-12). Como essas ideias aparentemente contraditórias podem estar em harmonia? Para mim, a resposta não se encontra num argumento teológico, mas sim nas parábolas de Jesus. Dentre elas, a parábola do servo impiedoso (Mt 18:21-35) oferece a explicação mais clara de todas.


Lembra-se dessa parábola? Aqui está um homem que deve ao rei uma grande soma de dinheiro - dez mil talentos. Para compreendermos melhor o tamanho da dívida, dez mil é o maior número registrado no livro e um talento é a maior unidade monetária. Hoje poderíamos falar, quem sabe, em 50 milhões ou um bilhão para termos uma ideia. O homem implora para que o rei lhe conceda um prazo para pagar a dívida. Quanto tempo será que ele espera viver? Ele nunca será capaz de pagar. Mas, para sua surpresa, o rei perdoa tudo o que ele deve. Simples assim. "Você está livre. Cancelei a sua dívida", diz.


Agora, esse mesmo homem que teve uma dívida enorme perdoada se encontra com um conhecido que lhe deve 100 denários (alguns milhares de reais).


O devedor implora para que o homem lhe conceda um prazo a fim de que possa pagar a dívida. O homem, porém, o manda para a prisão. Finalmente, a notícia chega aos ouvidos do rei, que fica muito zangado. Ele manda chamar o homem que tinha recebido o perdão da enorme dívida e lhe diz que, por causa de suas ações, o perdão fora cancelado.


Essa é uma parábola do reino do céu, uma história sobre a graça. Poderíamos resumi-la em duas palavras: presente e exigência. A salvação é um presente, um presente maravilhoso, mas esse presente vem acompanhado de uma exigência. A graça que nos perdoa nos transforma à semelhança de Deus.

 

Leia a meidtação diariamente CPB

 

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24

mar
2012

O sábado no novo testamento

 

Você já estudou sobre o tema sábado?

Sabia que ele aparece no Novo Testamento?

Sabia que os discípulos guardavam o sábado?

No programa Está Escrito você vai saber mais sobre este tema tão importante que é guardar   o dia santo, o sábado.

Assista!

 

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