Portal da Educao Adventista

*Professor Genivaldo *

23

out
2015

Chegou a hora do Enem

Depois se um tenebroso e longo inverno, o blog está de volta. Como não deu tempo de preparar um post, vou publicar na íntegra o que o Michelson postou no seu site Criacionismo.

 

O Exame Nacional do Ensino Médio de 2015 (Enem) será realizado neste fim de semana. Milhares de estudantes vêm, de longa data, se preparando para as provas, na expectativa de realizar o sonho de adentrar uma universidade. O acesso ao ensino superior é a grande meta desse público-alvo que vê no Enem a porta de entrada para maiores oportunidades acadêmicas. Na experiência do jovem estudante adventista do sétimo dia, o Enem não serve só como um meio de testar conhecimentos escolares; constitui também uma especial oportunidade de testemunhar a favor de Jesus e da lei de Deus.
Nos últimos anos, o quarto mandamento alcançou evidência na mídia e se tornou uma “questão de prova” do Enem para os alunos cristãos que acreditam na vigência e validade do sábado. Quem for participar do Enem necessita ter em mente algumas coisas muito importantes: estar preparado em relação ao conteúdo das provas, não perdendo tempo com assuntos que desviam a atenção do foco principal; ficar ciente da grande concorrência; e chegar no horário marcado para prestar o exame (não se atrasar). Na vida espiritual, esses pontos precisam ser altamente considerados, caso se pretenda passar no “Enem do Céu” que, há muito tempo, já começou a ser aplicado aos estudantes deste mundo.
Conforme Ellen White, estamos nos preparando aqui na Terra para entrar no curso superior celestial. Ela afirma que “o Céu é uma escola; o campo de seus estudos, o Universo; seu professor, o Ser infinito. [...] A educação na Terra é a iniciação nos princípios do Céu. [...] Ali se revelará ao estudante uma história de infinito escopo e riqueza inexprimível”. Assim, se desejamos ver concretizado o sonho da aprovação divina, não podemos encarar o Enem do Céu sem observar as condições necessárias que Deus colocou perante nós. Dessa forma:
1. Prepare-se bem e adequadamente, conhecendo o conteúdo de sua fé e aproveitando o tempo para estudá-la com dedicação. “Examinai-vos se estais na fé, provai-vos a vós mesmos” (2 Co 13:5). Cada um deve estudar por si para obter o conhecimento e enfrentar o teste que não será em grupo, mas individual. Atenção: não adianta colar ou empregar meios fraudulentos; a reprovação virá certeira. Quer ajuda? A Igreja é o “cursinho” mais apropriado para se obter a aprendizagem acerca de todas as matérias que caem no “Enem do Céu”.
2. Concentre-se no essencial, naquilo que será mais cobrado de você – a ciência da redenção. Esse é um assunto por demais profundo, o qual exige de nós muita aplicação mental e espiritual. Sobre essa matéria, o livro de estudos exclusivo continua sendo a Bíblia; a oração e o testemunho são os exercícios e a prática para aprofundamento do conteúdo; o louvor e a gratidão expressam a alegria por se conseguir compreender um pouco desse grande tema, exposto na vida de Jesus – o Professor que ensina como ninguém ensina. Preste atenção nas dicas teóricas e práticas dEle. Além de Jesus, você também conta com um “Monitor” bastante competente para auxiliá-lo no entendimento da ciência da redenção: o Espírito Santo.
3. Esteja consciente de que o mundo concorre com você, tentando tirar sua vaga e seu diploma da “universidade celestial”. Por isso, o Professor adverte: “Guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa” (Ap 3:11).
4. Não se atrase para o dia do exame. Fique pronto e alerta. Haverá um tempo em que o último sinal será dado e as portas fecharão. Quem estiver fora não mais poderá entrar e quem estiver dentro não sairá. Portanto, seja pontual e fiel no seu compromisso com Deus para que tenha direito de “entrar na cidade pelas portas” (Ap 22:14).
No Enem do Céu, assim como no da Terra, uns vão passar, outros não. Que nós, com a ajuda divina, sejamos aprovados (2Tm 4:7). Uma grande comemoração de vitória espera todo “estudante” que fizer sua parte (Ap 3:21; 7:9,10). Mas lembre-se: o Senhor é quem produz em nós tanto o querer quanto o efetuar.

(Frank de Souza Mangabeira, membro da Igreja Adventista do Bairro Siqueira Campos, Aracaju, SE; servidor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe)

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16

dez
2013

Pai do TDAH se declara um mentiroso

"TDAH é o principal exemplo de uma doença fictícia".


 

 

 

Essas foram as palavras de Leon Eisenberg, o "pai científico do TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade)", em sua última entrevista antes de falecer.

 

 

Leon Eisenberg teve uma vida luxuosa com sua "doença fictícia", graças às vendas de medicamentos. Coincidentemente, ele recebeu o "Prêmio Ruane para Pesquisas Psiquiátricas com Crianças e Adolescentes" (Ruane Prize for Child and Adolescent Psychiatry Research). Ele foi um líder na psiquiatria infantil por mais de 40 anos com seu trabalho em experimentos, pesquisas, aulas e políticas sociais na área da farmacologia, e por suas teorias sobre autismo e medicina social", segundo o jornal Psychiatric News.

 

Pois é, até admitiram que são TEORIAS. A indústria médica está utilizando o pretexto de ajudar crianças para despersonalizar nossos filhos e desconectá-los de uma criação saudável e normal. Pais estão expondo seus filhos a essas drogas e sujeitando-os ao que o mundo tem a oferecer, quando na verdade tudo o que essas crianças buscam é seus pais, na esperança de ser a bênção que Deus quer que eles sejam.

 

 

Nos Estados Unidos, um em cada 10 meninos na faixa de 10 anos toma medicação para TDAH diariamente... e a tendência é de aumento. E com a ajuda das pesquisas do programa Teen Screen nas escolas públicas, estão tentando preparar o estudante para o fracasso.

 

 

A psicóloga americana Lisa Cosgrove e outros profissionais revelam os fatos em seu estudo Financial Ties between DSM-IV Panel Members and the Pharmaceutical Industry (Ligações Financeiras entre os Grupos de Trabalho do DSM-IV e a Indústria Farmacêutica) [DSM-IV é a 4º revisão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria]. Eles descobriram que "Dos 170 membros do comitê, 95 (56%) tinham uma ou mais ligações financeiras com empresas da indústria farmacêutica. Cem por cento dos membros dos grupos de trabalho para 'transtornos de humor' e 'esquizofrenia e outros distúrbios psicóticos' tinham ligações financeiras com empresas farmacêuticas".

 

 

E eles estão colhendo enormes benefícios dessa "doença fictícia". Por exemplo, o diretor assistente da Unidade de Psicofarmacologia Pediátrica do Hospital Geral de Massachusetts e professor associado de psiquiatria na Faculdade de Medicina de Harvard recebeu "um milhão de dólares em rendimentos de empresas farmacêuticas entre 2000 e 2007".

 

 

Marc-André Gagnon e Joel Lexchin, que há algum tempo pesquisam sobre publicidade farmacêutica, realizaram um estudo que mostra que a indústria farmacêutica americana gastou 24,4% das vendas em dólar em publicidade, contra 13,4% em pesquisa e desenvolvimento no ano de 2004. Isso é quase duas vezes mais dinheiro para empurrar suas drogas nas pessoas que para pesquisar e garantir que são seguras!

 

 

Isso levanta a seguinte questão: Será que essas drogas são seguras?

 

 

Veja você mesmo os alertas contidos nos remédios de tarja preta, e irá se impressionar com os efeitos colaterais listados na bula:

 

 

* Confusão
* Despersonalização
* Hostilidade
* Alucinações
* Reações maníacas
* Pensamentos suicidas
* Perda de consciência
* Delírios
* Sensação de embriaguez
* Abuso de álcool
* Pensamentos homicidas

 

 

Por que algum pai iria submeter seus filhos a drogas com efeitos colaterais tão perigosos?

 

 

O Dr. Edward C. Hamlyn, membro fundador do Colégio Real de Clínicos Gerais da Grã-Bretanha, afirmou em 1998 que "o TDAH é uma fraude cuja intenção é justificar a iniciação das crianças a uma vida de vício em drogas".

 

 

O "déficit de atenção" está na responsabilidade dos pais, não na criança. A Bíblia nos diz que o cabe aos pais ensinar "a criança no caminho em que deve andar, e mesmo quando for idosa não se desviará dele!" (Provérbios 22:6 KJA), e não o contrário.

 

Tradução: Luis Gustavo Gentil

Do WND: Father of ADHD calls himself a liar

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1

ago
2013

Uso do uniforme

image

 

O

uniforme escolar é um item que proporciona grande praticidade para os alunos e economia para os pais. Com certeza, usar diferentes roupas a cada dia de aula é no mínimo, caro, devido ao desgaste. Fora isso, crianças e adolescentes numa certa idade sempre querem chamar a atenção dos colegas usando roupas diferentes e mais caras, desencadeando o consumismo.

 

A prática das escolas em estabelecer o uso da mesma roupa entre os alunos possui sua origem no exército, uma das primeiras instituições a adotar uma vestimenta única para todos os seus militares. Os uniformes escolares começaram a ser utilizados por volta de 1890 pelos estudantes da Escola Normal, responsável pela formação de professores. As escolas mais tradicionais passaram a adotar o uniforme, de fato, somente na década de 20. Já as demais, na década de 30.

 

Os uniformes foram criados para simbolizar as cores, o nome, a tradição e o símbolo da escola, desta forma, os alunos uniformizados deveriam manter um comportamento exemplar e zelar pela imagem das instituições, mesmo fora delas. Entre as décadas de 40 e 70, o uniforme de uma instituição conceituada era um símbolo de aceitação social, sendo o sonho de muitos alunos e pais. A partir da década de 90, as escolas, principalmente privadas, mudaram bastante os modelos de seus uniformes, fazendo roupas mais confortáveis e descoladas.

 

Atualmente, os uniformes não são tão prestigiados pelos alunos. De fato, essa padronização é importante. Primeiro porque evita que a sala de aula se transforme em um "desfile de modas". Além disso, seu uso desenvolve nos alunos, um sentimento de pertencimento ao grupo, fundamental no desenvolvimento psicossocial das crianças.

 

Fonte: Brasil Escola

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19

jun
2013

Ver imagens da pátria atrapalha fluência em outro idioma

 

Cientistas analisaram imigrantes chineses e europeus que vivem nos EUA.


Rosto ou objeto da terra natal pode alterar padrões cerebrais e sociais.

 

Linguagem (Foto: Dmitry Rukhlenko/iStockphoto.com/PNAS)Comunicação em 2° língua pode ser alterada por imagens de casa (Foto: Dmitry Rukhlenko/iStockphoto.com)

 

Ver imagens da terra natal pode atrapalhar a capacidade de uma pessoa em processar uma língua estrangeira, aponta um novo estudo feito pela Columbia Business School, em Nova York, e pela Universidade de Administração de Cingapura. Os resultados, segundo os autores, podem ajudar a entender como imigrantes adquirem fluência em um segundo idioma e como uma fala pode interferir na outra.

 

De acordo com a pesquisa, publicada na revista "Proceedings of the Natural Academy of Sciences" (PNAS) de segunda-feira (17), essas imagens podem ser tanto de um rosto quanto de um objeto que represente a pátria do indivíduo.

 

Estudos anteriores já haviam descoberto que estímulos que evocam a cultura de um lugar podem alterar, no subconsciente, os padrões de funcionamento cerebral e o comportamento social em pessoas bilíngues.

 

Nesse trabalho, porém, a equipe liderada por Shu Zhang e Michael Morris analisou se as imagens da terra natal poderiam desencadear mudanças no uso do idioma nativo e, consequentemente, no processamento da segunda língua.

 

Para isso, foram avaliados dois grupos: um de chineses que vivem nos EUA e outro de imigrantes europeus. Os cientistas viram que, ao ter acesso a imagens que remetem à China (como a Grande Muralha), o primeiro grupo aumentou seu conforto social, mas reduziu a fluência no inglês. Esses efeitos, porém, não foram identificados entre os europeus.

 

A pesquisa apontou também que, após o contato visual com a própria cultura, os chineses tiveram uma maior tendência de nomear objetos com traduções literais do idioma pátrio, como chamar pistache de "nozes felizes" - pelos ideogramas, o significado desse fruto seco verde. Isso sugere que as estruturas lexicais do chinês se intrometeram no processamento do inglês.

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9

jun
2013

Demissão de profº expõe limite entre ensino e religião

 

Professor de história em uma escola de Porto Alegre (RS) foi demitido, segundo ele, por se recusar a abordar conteúdos religiosos nas aulas

Giovanni Biazzetto dava aulas no colégio La Salle Pão dos Pobres, em Porto Alegre, há cinco anos Foto: Arquivo pessoal / Divulgação

Giovanni Biazzetto dava aulas no colégio La Salle Pão dos Pobres, em Porto Alegre, há cinco anos Foto: Arquivo pessoal / Divulgação

 

A demissão de um professor de história do colégio particular La Salle Pão dos Pobres, em Porto Alegre (RS), ocorrida no dia 17 de maio, provocou protesto dos alunos contra a direção e trouxe à tona dúvidas sobre até que ponto a doutrina religiosa de escolas confessionais (ligadas a uma crença religiosa) pode influenciar o currículo e a rotina da comunidade escolar.

 

Há quase cinco anos como professor de história na escola confessional de linha cristã, Giovanni Biazzetto foi demitido, segundo sua versão, sem ter recebido uma "explicação plausível". O professor alega que houve "perseguição religiosa" por parte do novo diretor, o irmão Olir Facchinello - que está no comando da instituição desde janeiro deste ano). O docente conta que, durante as reflexões diárias com que as turmas iniciam a aula, foi exigido que ele abordasse conteúdos de cunho religioso, tarefa que recusava.

 

"Em nenhum momento me disseram que eu deveria dar uma aula com doutrina religiosa. Agora imagina que coerção é para um professor que não tem aquela crença escutar o diretor dizer: 'todos vocês têm que falar sobre os dons do Espírito Santo em sala de aula'", comenta Biazetto. O professor também se defende dizendo que nunca recebeu nenhuma advertência anteriormente. "Minhas aulas sempre foram estruturadas no debate, na leitura e na escrita. Isso sem contar os projetos educacionais que criamos no colégio e que estão em andamento desde 2010", diz.

 

Conforme informações divulgadas em nota pela assessoria de comunicação da rede La Salle Porto Alegre, o professor foi demitido devido a "uma questão técnico-pedagógica". A assessoria não atendeu a solicitação da reportagem para entrevistar a direção da escola ou da rede e não comentou as afirmações do professor demitido.

 

Em nenhum momento me disseram que eu deveria dar uma aula com doutrina religiosa. Agora imagina que coerção é para um professor que não tem aquela crença escutar o diretor dizer: 'todos vocês têm que falar sobre os dons do Espírito Santo em sala de aula (Giovanni Biazzetto Professor demitido).

 

Ao lado de Biazetto, estão dezenas de alunos e seus pais que protestaram em frente à escola contra a demissão. De acordo com uma mãe que não quis se identificar, o grupo teria recebido ameaças por parte da escola de perder bolsas, por isso, os pais dos alunos envolvidos denunciaram a escola no Conselho Tutelar, que está apurando o caso. Atualmente, o La Salle Pão dos Pobres conta com cerca de 430 alunos, sendo que 70% deles possui bolsa integral e 25% bolsa parcial.

 

Ensino religioso é facultativo, mas proselitismo é vedado


A postura do novo diretor também é alvo de críticas da professora de filosofia do colégio, Gabriela Bercht, que resolveu pedir demissão depois do ocorrido com o colega. "A escola foi se tornando um lugar mais conservador em todos os sentidos. Nossa autonomia como professor vinha sendo limitada, o que torna nosso trabalho quase impossível".

 

Biazzetto conta ainda que, um dia antes de sua demissão, o presidente da mantenedora, irmão Jardelino Menegat, fez um discurso para o grupo de educadores da escola que gerou preocupação no corpo docente. "Ele disse: 'quem não é cristão não serve para a nossa instituição'. Isso comprova que a escola não está apenas seguindo uma identidade cristã. No plano pastoral do La Salle, diz que é preciso zelar pelos valores e pelos princípios, mas nunca impor para alguém uma doutrina. Tanto é que na rede não existe catequese. E o irmão tenta impor esta questão religiosa", conta o professor demitido.

 

De acordo com a Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional (LDB) do Ministério da Educação (MEC), as escolas possuem autonomia quanto à metodologia de ensino adotada, mas devem contemplar conteúdos obrigatórios. A educação religiosa, conforme o artigo 33 da LDB, é facultativa. No caso da escola oferecer a disciplina, seja ela privada ou pública, deve ser assegurado o respeito à diversidade e fica vedada qualquer forma de proselitismo religioso, ou seja, nenhuma doutrina pode ser imposta aos alunos.

 

A diferença para as escolas privadas confessionais é, segundo o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado no Estado do Rio Grande do Sul (Sinepe-RS), que elas têm autonomia para dar mais ênfase à sua religião no projeto pedagógico.

 

Segundo a assessora educacional da rede em Porto Alegre, Rosemari Fackin, o ensino religioso nas instituições lassalistas segue os parâmetros nacionais da lei e trabalha valores da doutrina sem cunho catequético. "Não temos a ideia de catequisar os alunos. Fazemos reflexões diárias, o que não quer dizer que seja uma reza ou algo doutrinário. Tanto que temos crianças de outras religiões e que assistem à aula de ensino religioso. E se o pais não quiserem, o aluno pode sair da sala", explica.

 

Evolucionismo X Criacionismo


A coordenadora do programa de pós-graduação em educação da Universidade Metodista de São Paulo, Roseli Fischmann, afirma que, nas escolas confessionais, os pais devem conhecer previamente qual o tipo de abordagem educacional da instituição. Contudo, deve ser assegurado o ensino dos conteúdos obrigatórios, mesmo aqueles que, como o evolucionismo de Darwin, vão contra ao que ensina a doutrina do colégio.

 

"Não se pode interferir no conteúdo como se ele fosse algo que muda de escola para escola. Dentro destas três categorias, pública, particular privada e a particular comunitária confessional, as instituições devem oferecer conhecimento científico acumulado pela humanidade", explica. Roseli reforça que "os professores não podem ser obrigados a ensinar algo que não está correto do ponto de vista pedagógico e da legislação ou que vá ferir a consciência deles enquanto profissionais".

 

De acordo com a assessora educacional da rede em Porto Alegre, a contratação dos professores independe de crença, e as escolas lassalistas contemplam os conteúdos obrigatórios. "Por exemplo, eu posso ser cristã e, no entanto, acreditar na evolução de Darwin. Existem as duas teorias, e elas precisam ser explicadas e podem ser debatidas em uma aula de ciências", diz Rosemari.

 

Fonte: Terra

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10

mai
2013

Estudante cria dispositivo que detecta a umidade do solo

 

Projeto foi inscrito em uma feira de ciências organizada pelo Google.


Dispositivo foi desenvolvido em uma escola pública de Cascavel, no oeste.

 
Concurso Google (Foto: Cassiane Seghatti/G1)
Quando instalado, o dispositivo vai poder informar qual o nível da umidade do solo (Foto: Cassiane Seghatti/G1)

 

A estudante Maria Caroline Cordeiro, de 17 anos, criou um dispositivo eletrônico que permite saber o nível de umidade do solo. Desenvolvido na escola pública Centro de Educação Pedro Boareto Neto (Ceep), em Cascavel, no oeste do Paraná, o projeto foi inscrito numa feira de ciências do Google, que pretende encontrar uma nova geração de cientistas e engenheiros que ajudem a mudar o mundo por meio de ideias inspiradoras. O resultado deve ser divulgado em junho deste ano e os 15 melhores projetos vão conhecer as instalações da sede da empresa, em Mountain View, na Califórnia

 

O  vencedor ganha uma bolsa de R$ 50 mil, uma viagem para as Ilhas Galápagos, além de ter a oportunidade de trabalhar na Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN), e visitar o Google e o grupo Lego. A escola também será premiada com R$ 10 mil e acesso gratuito por um ano aos arquivos digitais da Scientific American.

 

"Eu tinha um outro projeto que era de reutilização de lixo eletrônico. A gente foi a uma feira apresentar esse projeto e, de repente, surgiu a ideia de fazer algo sobre economia. Aí pensei em fazer um sistema para irrigar as plantas. Muitas pessoas acabam deixando as plantas morrerem dentro dos apartamentos por falta de irrigação, falta de tempo de cuidar", contou a adolescente sobre como teve a ideia de desenvolver o projeto.

 

O dispositivo cria uma tecnologia para o uso racional da água, seja para alimentação ou jardinagem, permitindo um controle preciso da hidratação do solo. Para isso, a estudante desenvolveu um sensor capacitivo criado com duas placas de fenolite (um tipo de laminado), recobertas por cobre e separadas por um tecido absorvente. "O protótipo construído funciona através do sensoriamento contínuo das placas, e o software gravado no microcontrolador realiza uma série definida de instruções para apresentar o valor dessa capacitância", explicou.

 

Concurso Google (Foto: Cassiane Seghatti/G1)
Maria exibe a horta onde deve ser feito o teste com o dispositivo (Foto: Cassiane Seghatti/G1)

 

Maria Caroline relatou que apenas tinha uma ideia, mas que não sabia como desenvolver o projeto. Como ela é estudante de um curso técnico de informática, não tinha o conhecimento necessário sobre eletrônica. Por isso, procurou um professor que entendia do assunto para orientá-la. "Ele começou a me passar livros sobre o assunto. Então, assim, eu tive que aprender, em poucos meses, aquilo que os estudantes de eletrônica levam quatro anos para aprender", disse. O projeto começou a ser desenvolvido em maio de 2012 e ficou pronto em novembro do mesmo ano.

 

"Quando a gente começou a estudar, a gente percebeu o seguinte. Que a gente poderia ampliar, que daria para implementar em uma horta ou numa agricultura mais extensa. Você economizaria tempo, água, energia, e isso é o que o mundo mais precisa, né?", assegurou Maria. Para chegar a um resultado positivo, a estudante e o professor Gelson Leandro Kaul precisaram realizar vários testes para verificar a precisão das medidas registradas pelo protótipo, comparando-as com valores de capacitores comerciais.

 

A ideia inicial, segundo a estudante, era finalizar o trabalho para apresentar na feira de ciências do colégio, chamado "Expo Cieep". Contudo, após pesquisas na internet, ela e o professor descobriram o concurso do Google e resolveram se inscrever. Ambos estão ansiosos pelo resultado. "Eu não tenho noção do que é isso. Ainda mais por ser uma feira internacional, a mídia que está nisso, as portas que podem se abrir para melhorar ainda mais os meus estudos, o meu conhecimento", acrescentou.

 

Paixão pela pesquisa

 

Segundo ela, a paixão pela pesquisa vem desde criança. "Eu sempre dou um jeitinho de estar enfiada nos projetos da escola", complementou. A estudante garantiu que, além das quatro horas que passa em sala de aula no curso de informática, ainda fica a maior parte do tempo livre na biblioteca e no laboratório da escola para pesquisar sobre o projeto. Maria está no último ano do curso técnico e diz que pretende fazer uma graduação de Engenharia Elétrica. Além disso, não quer deixar de fazer pesquisas e lecionar. "É uma área que eu gosto. Estar mexendo, estar desenvolvendo, criando, inovando", disse.

 

Orgulhoso, o professor que a acompanha desse o início do projeto, Gelson Leandro Kaul, diz que a orientanda é muita "esforçada" e "perseverante". "Ela passou por apuros, deu um trabalhão, mas aprendeu com os erros dela. Então, o perfil dela é assim, de perseverar. Não teve tempo ruim para ela e esse foi o principal fator de sucesso. A Maria tem um futuro promissor. Ela precisa,claro, estudar ainda. Fazer o curso que ela vai escolher. Mas ela tem um perfil de pesquisadora", assegurou.

 

Além disso, segundo Kaul, após a divulgação do projeto de Maria, aumentou o interesse de outros estudantes a, também, desenvolver projetos de pesquisa. "Isso enche os olhos da gente e os colegas percebem isso e querem participar também, né?", completou.

 

Fonte: G1

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19

mar
2013

Redação do Enem me engana que eu gosto

Candidato inclui hino do Palmeiras na redação do Enem e tira nota 500

 

'Tentei enganar os avaliadores', afirmou Fernando Maioto Júnior ao G1.


Inep diz que aluno perdeu pontos por 'impertinência'. Nota vai de 0 a 1.000.

 
Trecho da redação do Enem de candidato que incluiu hino do Palmeiras ao falar sobre imigração (Foto: Reprodução)Trecho da redação do Enem de candidato que incluiu hino do Palmeiras ao falar sobre imigração
(Foto: Reprodução)

 

O estudante de medicina Fernando Cesar Maioto Júnior, de 21 anos, inseriu trechos do hino do Palmeiras no meio da prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012, que teve como tema o "Movimento imigratório para o Brasil no século 21". A redação do estudante tem quatro parágrafos, e frases retiradas do hino oficial da Sociedade Esportiva Palmeiras aparecem em dois deles (veja o destaque na imagem acima).
 
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) confirmou, em nota divulgada na noite desta terça-feira (19), a veracidade da prova, e afirmou que a nota foi de 500, de um máximo de 1.000 pontos. Segundo a autarquia, a "impertinência" foi notada pelos avaliadores e tirou pontos do estudante.
Ao G1, Fernando disse que fez o Enem só para tentar provar que a correção da redação não era confiável, aproveitando o fato de que, a partir da edição de 2012, os estudantes teriam acesso ao espelho da redação e poderiam provar possíveis falhas na correção. "Tentei enganar os avaliadores. A gente sempre escuta que o pessoal que corrige só lê o primeiro parágrafo e a conclusão, resolvi fazer no centro, no segundo e terceiro parágrafos", contou.
 
Em parte da redação, por exemplo, o estudante mesclou o tema da imigração e versos do hino em uma mesma frase: "As capitais, praias e as maiores cidades são os alvos mais frequentas dos imigrantes, porque quanto surge o alviverde imponente no gramado onde a luta o aguarda, sabe bem o que vem pela frente e que a dureza do prélio não tarda."
Fernando explicou que, meses antes do Enem, conseguiu a aprovação no vestibular de medicina da Faculdade Faceres, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. "Preferia estudar aqui, já moro aqui, é mais fácil", disse. O estudante também já havia prometido aos colegas que, se conseguisse passar no vestibular antes do Enem, tentaria incluir o hino do seu time do coração no meio do texto.
 
Segundo a nota do Inep, os corretores encarregados de avaliar a prova "identificaram a impertinência do texto inserido, o que trouxe para a redação palavras e expressões sem sentido e em estilo inadequado ao tipo textual exigido na prova".
Isso garantiu que a nota do estudante fosse baixa "especialmente nas competências I e II". As duas competências incluem como exigências "demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita" e "compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo".
 
A redação do Enem deve obedecer cinco competências previstas no edital. A realização da prova de redação deveria cumprir as exigências de cinco competências determinadas no edital do MEC:


1ª competência: Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita.
 
2ª competência: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.


3ª competência: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.


4ª competência: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários à construção da argumentação.


5ª competência: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando
 
Veja abaixo a íntegra da nota divulgada pelo Inep:
 
"A coordenação pedagógica do exame, a cargo das professoras da Universidade de Brasília e doutoras em Linguística, Profa. Dra. Vilma Reche Corrêa e Profa. Dra. Maria Luiz Monteiro Sales Coroa, esclarece que os avaliadores identificaram a impertinência do texto inserido, o que trouxe para a redação palavras e expressões sem sentido e em estilo inadequado ao tipo textual exigido na prova. Com isso, a redação obteve nota 500, tendo nota baixa especialmente nas competências I e II. Desconsiderada a inserção inadequada, o texto tratou do tema sugerido e apresentou ideias e argumentos compatíveis. O texto indica compreensão da proposta da redação, não fugiu ao tema por completo e não feriu os direitos humanos."
 
Fonte G1

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23

jan
2013

Crianças de até dois anos são as mais prejudicadas com a TV

 

 

Desde que a televisão virou o protagonista das salas de estar do mundo inteiro, há crianças pequenas que deixam de fazer brincadeiras à moda antiga para passar horas em frente à tela. Um grupo de pediatras americanos alerta: isso pode ser muito nocivo para os pequenos.

 

O foco da pesquisa é em crianças abaixo de dois anos, ou seja, a primeira infância. Nos Estados Unidos, isso tem se mostrado um problema alarmante. Dentre as crianças americanas de até dois anos de idade, 90% já têm o hábito de assistir alguma mídia, dentre as quais a televisão ainda reina. Um terço das crianças de até três anos já dispõem de uma TV no próprio quarto.

 

Quem fez essa pesquisa foi a Academia de Pediatria dos EUA. Logo de início, a instituição já declara algo para fazer os pais pensarem: existe a ideia de que os programas de TV infantis auxiliam no aprendizado das crianças, mesmo tão jovens, mas eles garantem que isso jamais foi comprovado totalmente.

 

Os médicos vão ainda mais longe, afirmando que a simples existência da TV na sala ou no quarto já pode ser um problema. Isso acontece, basicamente, porque o aparelho de TV distrai a atenção total da criança de brincadeiras mais lúdicas e saudáveis. Além disso, pode distrair os próprios pais nos momentos em que brincam com os filhos, o que evita que haja interação total entre o adulto e a criança.

 

Os estudos na área, em geral, apresentam resultados variados. Já houve pesquisas que enaltecem alguns benefícios da televisão a crianças, nas quais se afirma que a telinha pode desenvolver a linguagem e as habilidades sociais dos pequenos.

 

Os pediatras dos EUA não negam isso, mas dizem que o benefício não se aplica a crianças tão novas. Segundo eles, é preciso que a criança preste atenção e entenda pelo menos a maior parte do que acontece na tela para que realmente haja melhora nesses indicadores. E isso, segundo eles, é uma impossibilidade antes de a criança completar dois anos. Isso ficou comprovado em outra pesquisa, na qual as crianças abaixo de dois anos assistiam a um programa mesmo que passasse de trás para frente, e apenas as mais velhas notavam que havia algo errado.

 

A receita para minimizar os problemas é clássica: os pais devem impor limites. Em atitudes simples, como desligar a TV se ninguém estiver assistindo, já se consegue um ganho em relação a isso. Para os pais participarem mais da educação de crianças pequenas, devem dar preferência a jogos recomendados por pedagogos, e direcionados para a idade da criança. [LiveScience] via Hypsciense

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22

jan
2013

Crianças de 8 anos publicam estudo científico sobre abelhas

 

Os pequenos provaram que para fazer ciência não há idade. O grupo de crianças do Reino Unido é o mais jovem a publicar um artigo científico. O trabalho deles, que aparece na revista Biology Letters, prova que as abelhas reconhecem as flores que oferecem pólen através das cores.

 

No relatório eles escrevem "descobrimos que as abelhas usam uma combinação de cores e de noções espaciais para decidir de quais flores se alimentar. Também descobrimos que a ciência é divertida, pois nós conseguimos fazer o que ninguém tinha feito antes".

 

Se você entende inglês, vale a pena ler o trabalho original. Ele é completamente escrito com o discurso das crianças, incluindo vocalizações dos sons das abelhas.

 

Segundo as crianças, sua visão de ciência mudou completamente com a pesquisa. Como não foram confrontadas apenas com fatos e puderam realmente fazer parte do processo de construção do conhecimento, elas ficaram mais interessadas. [Wired] via Hypsciense

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22

jan
2013

Milionária chinesa trabalha cm gari p dar exemplo aos filhos

 

Yu Youzhen, uma milionária da cidadede Wuhan, na China, se tornou a principal assunto das manchetes de revistas chinesas recentemente, depois que descobriram que ela trabalha como gari por um salário mensal de 1.420 yuans (460 reais), a fim de dar um exemplo positivo para seus dois filhos.

Milionária chinesa trabalha como gari para dar exemplo aos filhos

 

Durante os anos 1980, Yu Youzhen era apenas uma produtora rural no vilarejo de Huojiawan, distrito de Hongshan Donghu, que trabalhava muito ao lado do marido, a fim de poupar algum dinheiropara proporcionar um futuro melhor aos filhos. Depois de anos de trabalho de sol a sol, eles se tornaram a primeira família na aldeia a possuir uma casa de três andares.

 

Milionária chinesa trabalha como gari para dar exemplo aos filhos

 

Na época, muitas pessoas estavam chegando em Wuhan à procura de trabalho, e muitos deles precisavam de um lugar para ficar, Yu começou a alugar os quartos vagos de sua casa. Cada quarto rendia em torno de 50 yuans por mês, e a mulher utilizava os recursos extras para construir mais casas ou mais andares. Depois de vários anos, já tinha três edifícios de 5 andares, a maioria dos quais foram alugados.

 

Milionária chinesa trabalha como gari para dar exemplo aos filhos

Naquela época os padrões da construção civil corriam soltos na China, e todos aqueles que podiam, construíam suas casas em terrenos baldios, mas de repente as políticas de requisição e renovação de terra mudaram no país. Então ela e sua família foram compensados com 21 apartamentos - todos alugadosna atualidade - por suas casas de Huojiawan. Ela não foi a única, claro, mas pessoalmente testemunhou como os outros aldeões desperdiçaram suas fortunas no jogo, bebidas e drogas, então decidiu dar um bom exemplo para seus filhos e agir de forma responsável.

 

Milionária chinesa trabalha como gari para dar exemplo aos filhos

 

Hoje sua fortuna alcança mais ou menos os 4 milhões de reais. Mas em vez de ficar em casa e contando seu rico dinheirinho, Yu manteve seu trabalho como assistente de saneamento onde desempenha a função desde 1998. Ela tem que chegar no trabalho às 3 da manhã, seis dias por semana, e passa 6 horas por dia fazendo a limpeza, varrendo e limpando as latas de lixo, de um trecho de 3.000 metros de rua.

 

Milionária chinesa trabalha como gari para dar exemplo aos filhos

- "A dona Yu é tão rica, mas ainda assim ela é a primeira a chegar para fazer este trabalho horrível", diz uma das colegas de trabalho que não entende a sua motivação.



- "Eu quero ser um exemplo para o meu filho e filha, uma pessoa não pode apenas sentar em casa e comer toda sua fortuna", justifica rapidamente a mulher. Depois de testemunhar o que muito dinheiro e uma atitude ruim pode fazer para uma pessoa, Yo Youzheng tornou-se determinada a manter sua família no caminho certo. Ela já avisou seu filho e filha:


- "Se vocês não trabalharem, eu vou doar os apartamentos para o governo."


Milionária chinesa trabalha como gari para dar exemplo aos filhos

 

A ameaça parece ter funcionado, pois seu filho arrumou um emprego como motorista, recebendo um salário de 2.000 yuans por mês (650 reais), e sua filha é assistente administrativa com um salário de 3.000 yuans (980 reais).

 

Fonte: Estadão.



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12

jan
2013

Benefícios da aveia

 

 

Muitas são as qualidades da aveia, mas poucas pessoas conhecem os reais benefícios que este simples grão pode proporcionar quando adicionado na dieta diária de uma pessoa.
 
De acordo com o pesquisador de aveia Elmar Luiz Floss, além de ser um alimento nutritivo e funcional por natureza, é rico em proteínas de alto valor biológico e bom balanceamento de aminoácidos, ou seja, é altamente indicado na alimentação infantil, quando a criança precisa mais de proteína do que de energia.
 
A aveia também apresenta em sua composição flavonóides (avenantramidas), que atuam na prevenção do câncer. Além disso, possuem fibras solúveis, que são as responsáveis pela diminuição do colesterol ruim e pela prevenção de doenças do coração, e fibras insolúveis, que aceleram os movimentos peristálticos do intestino, fazendo com que o bolo fecal permaneça menos tempo no intestino, diminuindo a possibilidade de que suas toxinas gerem tumores.
 
Para o pesquisador, muitos aspectos relacionados à saúde humana mudam quando a pessoa passa a consumir aveia.
 
"Há muitos fatores envolvidos como: o bem estar, a regularidade do funcionamento do aparelho digestivo, o controle dos teores de açúcar no sangue, a diminuição dos riscos de alta pressão arterial e, a longo prazo, a prevenção de doenças como tumores no intestino e doenças do coração", afirma o professor.
 
Para o consumidor, a aveia é um dos poucos produtos que é integral por sua natureza. Os grãos de aveia que chegam à mesa do consumidor têm exatamente a mesma composição da variedade original, porque no processamento nada é tirado, perdido ou adicionado aos grãos, no caso de flocos de aveia.
 
 
Fonte: Vila Mulher - Via Lake Villas

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11

jan
2013

Rede de riscos - cuidado com o mal uso das redes sociais

As mesmas redes sociais que possibilitam a mobilização de cidadãos contra os desmandos no poder, como ocorreu na chamada Primavera Árabe, também se prestam a aberrações como a recente onda de automutilações de adolescentes em solidariedade ao cantor Justin Bieber. No início da semana, hashtags apelando a jovens para que se cortassem por Bieber entraram nos tópicos mais comentados no Twitter e logo a campanha ganhou adeptos reais, com internautas postando imagens de braços cortados, sangue e lâminas. Eis aí mais uma prova de que os pais devem monitorar e acompanhar com atenção crianças e adolescentes no uso dessas tecnologias.



Um dos princípios básicos do funcionamento da internet é o da ampla liberdade de expressão, com a contrapartida de que, assim como na vida real, cada um é responsável pelos próprios atos. A regra vale para todos, inclusive e principalmente para celebridades que se valem da rede para criar fatos ou exagerá-los com o objetivo de se manter em evidência. Como o regramento penal para delitos online ainda é precário, concentrando-se nas fraudes e na pornografia infantil, a vigilância das famílias tem que ser permanente.



As novas ferramentas tecnológicas oferecem grandes oportunidades à humanidade, desde que usadas com inteligência e ética. Recentes tragédias, como os estragos da chuva no Rio de Janeiro, reafirmaram o poder de mobilização das redes sociais nas causas humanitárias. Os ambientes virtuais vêm se prestando também como auxiliares no ensino.



Mas existe a internet do mal. O instrumento, cada vez mais indissociável do cotidiano, pode se transformar em ameaça para crianças e jovens sem maturidade para interpretar mensagens viciadas. E o melhor antídoto é a conscientização pela educação - o que exige envolvimento constante de pais, professores e familiares.

 

Fonte: Jornal de SC (Opinião - 11/01/13)

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