Portal da Educao Adventista

*Professor Genivaldo *

23

jan
2017

Torrada muito queimada pode levar a câncer, alerta órgão bri

 

LONDRES - Batatas e torradas expostas a altas temperaturas por algum tempo podem aumentar o risco de câncer em pessoas que as ingerem regularmente, alertaram cientistas do governo britânico nesta segunda-feira.


A Agência de Normas Alimentares do Reino Unido (FSA) apontou que uma substância chamada acrilamida, produzida naturalmente quando alimentos ricos em carboidratos são fritos, cozidos, assados ou tostados, aumentou o risco de câncer em testes com animais.

Em um comunicado que despertou ceticismo entre alguns estudiosos independentes, a FSA afirmou que, para reduzir os riscos, os consumidores devem cozinhar estes alimentos em temperaturas mais baixas e ingeri-los quando estiverem próximos de uma cor dourada, em vez de marrom.

 

"O consenso científico é de que a acrilamida tem o potencial para causar câncer em humanos", diz a nota. "Como uma regra geral, busque por uma cor dourada ou mais leve ao fritar, assar, torrar ou cozinhar alimentos com amido como batatas, raízes e pão".

 

Mas alguns especialistas apontaram que existem fatores de risco muito mais estabelecidos na literatura, como o tabagismo, o consumo de álcool e o sobrepeso — e os consumidores devem priorizar a mudança destes hábitos.

 

"As evidências a partir de estudos com animais mostram que a acrilamida tem o potencial de interagir com o DNA de nossas células, então ela pode estar relacionada ao câncer. No entanto, a evidência de estudos com humanos mostrou que, para a maior parte dos tipos de tumores, não há relação entre a acrilamida e o risco de câncer", defendeu o Centro de Pesquisas em Câncer do Reino Unido em resposta ao anúncio da FSA.

 

O núcleo de pesquisas sobre câncer da Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a acrilamida como um "carcinogênico humano provável", colocando-a na mesma categoria de risco do consumo de anabolizantes, carne vermelha e bebidas muito quentes.


Fonte: O Globo
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/torrada-muito-queimada-pode-levar-cancer-alerta-orgao-britanico-20811418#ixzz4WbNmJeHk
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5

jan
2017

Morar próximo ao tráfego intenso aumenta risco de demência

 

 

Pessoas que vivem próximo a vias onde o tráfego de veículos é intenso têm mais risco de desenvolver demência senil como o Mal de Alzheimer, revela um estudo publicado nesta quinta-feira (5) na revista especializada britânica "The Lancet".



O estudo não estabeleceu vínculos entre a exposição ao tráfego de veículos e outras duas enfermidades neurológicas: Mal de Parkinson e esclerose múltipla.



Ao analisar os casos de mais de 6 milhões de adultos residentes na província canadense de Ontário entre 2001 e 2012, os pesquisadores concluíram que entre 7% e 11% dos casos de demência senil observados em pessoas residentes a menos de 50 metros de uma via de trânsito intenso podem ser atribuídos a essa exposição.

 

O risco aumenta em 7% para as pessoas que vivem a menos de 50 metros, em 4% para os que estão a uma distância de entre 50 e 100 metros e em 2% para uma distância de entre 100 e 200 metros.

 

Além dos 200 metros, não existe risco, segundo a equipe liderada por Hong Chen, da agência de saúde pública de Ontário.



O trabalho identificou dois elementos contaminantes mais envolvidos na demência, que são o dióxido de nitrogênio (NO2) e as partículas finas emitidas pelos veículos, mas há outros fatores, como o barulho, que podem desempenhar um papel.



Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), há 47,5 milhões de pessoas com demência senil no mundo, das quais entre 60% e 70% sofrem do Mal de Alzheimer, enfermidade neurodegenerativa que leva à perda da capacidade cognitiva.

 

Fonte: UOL - http://zip.net/bstB2g

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4

jan
2017

Qual é a quantidade de água que deve ser ingerida por dia?

 

 

Todos nós sabemos que a ingestão diária de água é fundamental para a nossa sobrevivência. Entretanto, existe muita dúvida a respeito da quantidade adequada para cada pessoa e se o número de litros indicado varia de acordo com o sexo e com a idade.

 

Primeiramente devemos nos lembrar de que a água ingerida não pode ser inferior àquela eliminada pela urina, fezes, transpiração e respiração. Sendo assim, podemos perceber rapidamente que a quantidade de água que deve ser ingerida varia de pessoa para pessoa, dependendo de suas atividades diárias e de seu estado de saúde.

 

Uma pessoa que faz exercícios físicos e, consequentemente, perde muita água pela transpiração necessita de maior hidratação quando comparada a uma pessoa que passa grande parte do dia em repouso. Uma maior hidratação também é recomendada para pessoas com queimaduras, com diarreia prolongada, que consomem álcool, que fazem uso de diuréticos, diabéticos, gestantes, lactantes, entre outros.

 

Além dos hábitos de vida e da saúde de cada um, a idade e o sexo também influenciam na quantidade de água necessária. Bebês de até seis meses de idade, por exemplo, não necessitam ingerir água, uma vez que retiram essa substância do leite materno. Segundo alguns autores, adolescentes do sexo masculino devem beber 2,6 litros de água, enquanto as meninas necessitam de 1,8 litro. Já as pessoas adultas, independentemente do sexo, devem beber em média 2,2 litros diários, segundo alguns autores, e 2,5 litros, segundo outros. O Ministério da Saúde recomenda pelo menos dois litros de água diariamente.


Diante das divergências de dados entre os autores, alguns médicos e nutricionistas recomendam um cálculo simples baseado no fato de que, a cada quilograma de massa, uma pessoa necessita de 35 ml de água. Sendo assim, uma pessoa de 60 kg deveria tomar 2,1 litros de água diariamente.

 

Litros de água diários = 35 x Peso


É importante que a água seja ingerida independentemente da sede do paciente, pois esse é um sinal claro de início de desidratação, um problema grave causado pela falta de água e alguns sais nela presentes. Outro sinal de que seu corpo necessita de água é a urina. Quando ela está muito escura, é sinal de que seu corpo precisa de hidratação.

 

Sendo assim, fique atento aos sinais do corpo. A hidratação é fundamental para a saúde e está relacionada com uma melhora nos quadros de enxaqueca, fadiga, constipação e também ajuda na perda de peso.

 

A ingestão de água é essencial para a saúde! Hidrate-se!

 

Fonte: Mundo Educação - http://zip.net/bftBFl

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30

dez
2016

Coração partido pode matar?

 

Apenas um dia depois da morte de Carrie Fisher, fãs da atriz sofreram novamente ao saber da morte da mãe dela, Debbie Reynolds. A causa ainda não foi anunciada, mas a também atriz de 84 anos havia reclamado de problemas ao respirar, e foi resgatada por uma ambulância em Los Angeles.

 

Quando casais ou membros de uma família morrem em rápida sucessão, é comum atribuir a segunda morte ao coração partido. Mas é realmente possível que uma emoção seja tão forte ao ponto de matar uma pessoa?

 

“A síndrome do coração partido – que é, de fato, uma coisa real – é quando alguém fica sabendo de uma notícia muito forte, geralmente negativa, e há uma enorme liberação de hormônio de estresse na corrente sanguínea, e o coração é bombardeado com esses hormônios”, explica o psiquiatra Matthew Lober, do hospital Lenox Hill de Nova York.

Essa notícia forte pode ser a da morte de uma pessoa amada, e é daí que o nome “síndrome do coração partido vem”. Mas ela também pode ser a notícia de um divórcio ou até de uma demissão. Essa notícia pode até ser positiva, mas anunciada de maneira muito brusca.

 

Sintomas e pacientes

 

Os sintomas são dor intensa no peito, falta de ar e alterações profundas na pressão sanguínea. Quando os hormônios de estresse atingem o coração, eles causam mudança em seu ritmo, aumentando e diminuindo a velocidade do batimento. Isso causa dor e deixa a pessoa com dificuldade para respirar.

 

A síndrome geralmente acomete mulheres, com 90% dos casos. Além disso, pessoas com histórico de problemas neurológicos, como convulsões, e pessoas com histórico de doenças mentais também costumam sofrer com o problema.

 

A síndrome foi descrita pela primeira vez em 1990 por pesquisadores japoneses, e também é conhecida como Síndrome Takotsubo. Se o coração de uma pessoa que sofre com a síndrome for observado em um exame de raio-x, ele tem o formato semelhante ao takotsubo, uma armadilha japonesa para polvos.

 

Apesar de a hipótese do estresse ser o causador do problema, a causa precisa da síndrome ainda não é conhecida, de acordo com Kevin Campbell, cardiologista da Universidade de Carolina do Norte. A vítima da síndrome até pode exibir sintomas parecidos com os do ataque cardíaco, mas não há nenhum bloqueio no órgão. As artérias parecem completamente normais, mas o coração fica dilatado e muito frágil.

 

A boa notícia é que a maioria das pessoas que sofrem com a síndrome não morrem por conta dela. O tratamento é o mesmo de um ataque cardíaco, e normalmente não há danos que possam ser observados um ou dois meses depois do episódio.


Fonte: [CNN] Via hypescience.com

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15

mar
2016

Gordura do bem: conheça alimentos que você deve ingerir

 

Quando falamos em dieta e alimentação saudável, raramente conseguimos incluir o termo “gordura” na mesma sentença, certo? Mas ao contrário do que muita gente imagina, a gordura não está somente naquele prato gorduroso e deve ser diferenciada entre boa e ruim, pois o organismo precisa dela para funcionar corretamente. Conheça das diferenças entre gorduras do bem e do mal e em quais alimentos apostar para um cardápio equilibrado:
 
O que é a gordura do bem?
 
A gordura boa, chama de insaturada, faz bem ao organismo quando consumida com moderação e pode até contribuir para o emagrecimento. Ela é dividida em monoinsaturadas e poli-insaturadas, que ajudam a aumentar os níveis do bom colesterol, reduzem triglicérides e regulam a pressão arterial, afastando os problemas cardiovasculares.
 
A boa gordura é encontrada principalmente em produtos de origem vegetal e, apesar de saudável, também precisa ter seu consumo controlado para não causar prejuízos ao corpo: a indicação de especialista é ingestão de, no máximo, 45g por dia.
 
Onde encontrar gordura do bem?
 
É possível garantir grande variação no cardápio com alimentos ricos em gorduras boas. Para começar o dia, por exemplo, você pode apostar no abacate que, apesar de ser rico em calorias, evita a elevação dos níveis de colesterol no sangue, é boa fonte de vitaminas, minerais e antioxidantes que protegem os tecidos do corpo e auxiliam na saúde.
 
Para lanchinhos entre as refeições, as oleaginosas podem fornecer a dose que você precisa de gorduras boas. Castanha de caju, amendoim, nozes, castanha do Pará e macadâmia são apenas alguns dos exemplos de alimentos do grupo que ajudam na perda de peso, garantem saciedade e ainda colaboram para a redução dos riscos de doenças do coração, além de combater alguns tipos de câncer.
 
Boa fonte de gorduras do bem, o tradicional azeite de oliva reduz o colesterol ruim das artérias e auxilia na deposição da gordura corporal. Estudos científicos indicam que consumir regularmente o alimento pode ainda ajudar a combater o envelhecimento e afastar riscos de doenças.
 
Você certamente já sabe que o salmão é rico em ômega 3, mas deve ficar ciente ainda que o peixe também possui grande quantidade de gorduras boas, promovendo diversos benefícios para a saúde e o processo de emagrecimento. Proteína magra e saudável, o alimento garante saciedade, fazendo com que você coma menos sem passar fome.
 
O que é gordura do mal?
 
A gordura chamada saturada é considerada uma das principais vilãs da saúde por aumentar os níveis de colesterol ruim, além de contribuir para o surgimento e agravamento de doenças cardiovasculares.
 
A chamada gordura do mal é encontrada principalmente em alimentos de origem animal, como carnes, além de leite e seus derivados, como manteiga, creme de leite, iogurte e queijos amarelos, por exemplo.
Fonte: Lake Villas

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16

fev
2016

O que acontece se você segurar o xixi por muito tempo?

www.tuasaude.com

 

 

 

Às vezes seguramos o xixi para terminar de ver o final daquele filme ou para mandar mais um e-mail no trabalho, ou simplesmente porque estamos com muita preguiça de levantar e ir ao banheiro. Você já deve ter escutado que isso faz mal para você. Mas como, exatamente?

 

 

Segurar a urina faz mal apenas se você fizer isso com frequência e por um tempo muito longo. Na maioria das situações, segurar o xixi por muito tempo não chega a ser uma ameaça para a sua vida.

 

 

 

Sua bexiga tem receptores que medem o quão cheia ela está, e quando atinge a capacidade máxima, os receptores mandam o sinal de que está na hora de correr para a privada. A bexiga de um adulto consegue conter 500 ml de xixi antes de mandar o sinal para o cérebro.

 

 

A maioria dos adultos consegue segurar o xixi por um bom tempo, então você pode decidir se quer urinar agora ou mais tarde. Essa capacidade de segurar o xixi é muito importante caso você não esteja perto de um banheiro. Se você decide segurar, os esfíncteres cilíndricos na sua bexiga se contraem para evitar que toda a urina escape pela uretra.

 

 

 

O que acontece se você segurar o xixi com frequência?

 

 

Quem segura a urina com frequência e por longos períodos de tempo, como os motoristas de caminhão, podem experimentar efeitos não muito agradáveis, como retenção urinária ou infecções.

 

 

Segurar a urina com frequência pode enfraquecer seus músculos da bexiga, o que pode causar a retenção urinária quando você ficar mais velho. Isso significa que apesar de sentir vontade de urinar, a pessoa vai ao banheiro mas nunca consegue esvaziar completamente a bexiga. Parece uma coisa digna de pesadelo.

 

 

Quanto à infecção, isso acontece porque a bexiga pode se transformar num local ideal para a proliferação de bactérias se ela está sempre segurando uma grande quantidade de xixi.

 

 

 

E se eu simplesmente me recusar a ir ao banheiro e tentar segurar o xixi para sempre?

 

 

O mais provável é que a bexiga vai se revoltar contra os sinais enviados pelo cérebro ordenando que ela continue segurando a urina e você vai acabar fazendo xixi nas calças.

 

 

No entanto, em alguns casos muito raros, a bexiga pode se romper. Isso acontece com mais frequência em pessoas que já tinham algum problema na estrutura da bexiga, como depois de um acidente de carro.

 

 

Mesmo assim, existem alguns poucos casos de pessoas que sofreram rompimento da bexiga sem nenhum problema anterior. O rompimento normalmente aconteceu em pessoas que beberam demais e não conseguiram computar o sinal enviado pela bexiga de que era hora de ir ao banheiro. Assim, elas simplesmente não foram e a bexiga se rompeu.

 

 

Esses casos, porém, são raríssimos. Então se você precisar segurar o xixi por algumas horas de vez em quando, provavelmente nada terrível vai acontecer com você.

 

Fonte: [SciShow] Via http://hypescience.com

 

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8

fev
2016

4 motivos para beber água de coco

 

www.donosdecasa.comA dica é da nutricionista Paola Cariello e foi compartilhada pelo perfil da clínica Patricia Davidson Haiat no Instagram. Rica em vitaminas e minerais, a água de coco hidrata e nutre o organismo porque tem uma composição próxima ao do plasma sanguíneo. Assim, ela é facilmente levada para dentro das células.

 

"Uma boa opção é usar a água de coco para preparar suco ou picolés de frutas, pois além de agregar vitaminas e sais minerais, dá um gostinho todo especial", aconselha o perfil da clínica especializada. Veja por que motivos ela é tão recomendada.

 

Benefícios da água de coco

 

1. A água de coco é considerada um isotônico natural por suas boas quantidades de minerais e eletrólitos, principalmente o potássio. Assim sendo, a bebida é uma ótima maneira de se hidratar, pois o potássio reabastece a dose de minerais das células.

 

2. Por conter carboidrato, a água de coco também auxilia na reposição de energia. A bebida naturalmente contém açúcares e sódio, além de minerais e vitaminas.

 

3. Contém as vitaminas do complexo B e C, que são as mais importantes para prover a manutenção do sistema imune, prevenção e melhora de enxaquecas e também da memória.

 

4. Por conter pouco sódio, é uma ótima alternativa para quem tem pressão alta e problemas de circulação. Em contrapartida, não é muito indicada para atletas que realizam exercícios de alta intensidade por mais de uma hora e em temperaturas elevadas. Nesse caso, o sódio é perdido em maior quantidade e precisa ser reposto por outras fórmulas de bebidas isotônicas mais adequadas.

 

FONTE: Bolsa de Mulher - Via Lake Villas

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29

jan
2016

Dormir mais tempo do fim de semana faz mal à saúde.

 

www.dicasdemulher.com.br

 

 

 

Sabe aquela esticadinha no sono que você costuma dar aos sábados e domingos? Pois é, de acordo com um novo estudo, este momento tão esperado pode aumentar os riscos de diabetes e doenças do coração.

 

Segundo a pesquisa, o denominado “JET LAG SOCIAL”, nome é uma referência às consequências causadas pela diferença de fusos horários quando se faz uma viagem, afeta o relógio biológico das pessoas.

 

A líder do estudo PATRICIA WONG, da UNIVERSIDADE DE PITTSBURGH, disse à Agência Reuters que o jet lag social é uma forma habitual de desalinho circadiano. “Quando os indivíduos precisam dormir e acordar em horas que estão fora de sincronia com o relógio interno e biológico, eles mudam os horários de sono por conta das obrigações sociais”, continuou.

 

Foram analisados 450 adultos, entre 30 e 54 anos, que trabalhavam, pelo menos, 25 horas semanais fora de casa. Os especialistas descobriram que aqueles que tinham uma MAIOR DIFERENÇA DAS HORAS DORMIDAS entre segunda à sexta e os fins de semana estavam mais propensos a desenvolver doenças como diabetes e problemas cardiovasculares. “Os resultados não provam que o jet lag social causa tudo isso, mas sugere que essa conexão merece um olhar mais próximo”, falou a líder do estudo.

 

O estudo também constatou que apenas 15% dos participantes costumam acordar mais cedo em seus dias de folga. Já aquelas pessoas que vão para cama mais tarde, tendem a ser mais jovens e mais pobres.

 

Fonte: Lake Villas

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26

jan
2016

Obesidade infantil dispara nos países em desenvolvimento

 

Obesidade infantil (Foto: Roos Koole / ANP MAG / ANP/AFP)
Obesidade infantil está crescendo principalmente nos países em desenvolvimento (Foto: Roos Koole / ANP MAG / ANP/AFP)

A obesidade entre crianças de menos de cinco anos atingiu níveis alarmantes em âmbito mundial e virou um pesadelo explosivo nos países em desenvolvimento, alerta a Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

Os autores de um relatório sobre o tema destacam que, historicamente, o fenômeno não tem sido tratado como um problema de saúde pública, ao ser considerado, muitas vezes, uma consequência do estilo de vida das famílias.

 

Mas, ao final de dois anos de pesquisa em mais de 100 países, os autores destacam que os governos e organismos de saúde são fundamentais para discutir esta questão.

 

Se o problema não for tratado com seriedade, "a epidemia de obesidade poderá reverter muitos dos benefícios para a saúde que contribuíram para o aumento da longevidade observado no mundo", apontam os pesquisadores.

 

'A culpa não é das crianças'


"Qual é a mensagem principal? Que a culpa não é das crianças", disse à imprensa o copresidente da comissão redatora do texto, Peter Gluckman.

 

As causas que explicam a obesidade infantil estão relacionados a fatores biológicos, ao acesso inadequado à comida saudável, a uma menor atividade física nas escolas e à desregulamentação do mercado de alimentos gordurosos, aponta o relatório.

 

Gluckman reconheceu que as recomendações feitas, de promover um estilo de vida mais saudável a aplicar mais impostos a bebidas açucaradas, são de senso comum.

 

Contudo, acrescenta que essas recomendações não são aplicadas de forma apropriada em nenhum lugar do mundo. O resultado é que o número de crianças com sobrepeso passou de 31 para 41 milhões entre 1990 e 2014.

 

"Até agora, os avanços na luta contra a obesidade infantil foram lentos e irregulares", indicam os membros da Comissão para o Fim da Obesidade Infantil, ao qual a OMS encomendou o relatório.

 

A obesidade infantil "é uma armadilha explosiva nos países em desenvolvimento", acrescentou Gluckman.

 

Situação alarmante na África


Os números são especialmente alarmantes na África, onde o número de crianças menores de cinco anos com sobrepeso e obesidade quase duplicou entre 1990 e 2014, passando de 5,4 milhões para 10,3 milhões.

 

O relatório explica que, nos países ricos, as crianças pobres correm mais risco de se tornarem obesas, em particular nas culturas em que "frequentemente é considerado que uma criança com sobrepeso é uma criança saudável".

 

Segundo os autores da pesquisa, existem dois processos biológicos que aproximam as crianças da obesidade.

 

O primeiro, chamado de "defasagem", resulta de uma má nutrição durante a gravidez e os primeiros meses de vida, o que pode ter um impacto nas funções genéticas e fazer com que a criança seja mais inclinada a sofrer de sobrepeso mais adiante.

 

O segundo processo, chamado de "desenvolvimento", pode ocorrer quando a mãe grávida é obesa ou tem diabetes. Isto "predispõe a criança a um excesso de gordura associado a problemas de metabolismo e à obesidade", destacou o relatório.

 

Fonte: G1 - Bem Estar

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13

jan
2016

Consumo diário de bebida com açúcar aumenta gordura visceral

 

Esse tipo de gordura está associado a maior risco de diabetes e infarto.
Pesquisa acompanhou mais de mil adultos por seis anos.

 

Refrigerante (Foto: Mario Tama/Getty Images North America/AFP)Bebidas com adição de açúcar estão associadas com aumento da gordura visceral, segundo estudo americano (Foto: Mario Tama/Getty Images North America/AFP)

 

O consumo diário de bebidas industrializadas com açúcar está associado ao aumento do volume de gordura visceral no corpo. Esta é a gordura que se acumula no abdômen e está associada ao aumento do risco de diabetes e de doenças cardíacas.

 

A conclusão veio a partir da análise de dados do Estudo Framingham do Coração, pesquisa financiada pelo governo dos Estados Unidos, e foi publicada na revista científica "Circulation", editada pela Associação Americana do Coração, nesta segunda-feira (11).

 

Ao todo, 1.003 adultos com idade média de 45 anos foram acompanhados por seis anos. No início e no final desse período, eles responderam a questionários sobre o consumo de bebidas e passaram por exames de imagem para verificar a quantidade de gordura no corpo.

 

Os resultados mostraram que, entre os que consumiam bebidas açucaradas, o volume de gordura visceral cresceu mais do que entre os que não consumiam esse tipo de bebida e mais do que entre os que bebiam refrigerantes sem adição de açúcar.

 

Ao longo dos seis anos em que os participantes foram acompanhados, os que não bebiam bebidas com açúcar tiveram um aumento de 658 centímetros cúbicos de gordura visceral. Entre os que consumiam esse tipo de produto diaramente, o aumento foi de 852 centímetros cúbicos.

Para a principal autora do estudo, Caroline S. Fox, isso é uma evidência que liga as bebidas adoçadas com acçúcar a doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2. "Nosso recado para os consumidores é seguir as diretrizes de alimentação atuais e estar conscientes da quantidade de bebidas com açúcar que bebem. Para as autoridades, esse estudo acrescenta evidências a um crescente corpo de pesquisa que sugere que bebidas com açúcar podem fazer mal à nossa saúde."

 

Fonte: G1

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26

nov
2015

Entenda o que é a microcefalia e como se proteger do surto

 

É a primeira vez que o país declara emergência internacional de saúde pública e o surto da doença é inédito no mundo.

 

O Bem Estar desta quinta-feira (26) falou sobre como se proteger do surto de microcefalia que o Brasil vive com o presidente da Sociedade Brasileira de Genética Médica Caio Rosenthal e com a neuropediatra Vanessa van der Linden. É a primeira vez que o país declara emergência internacional de saúde pública e o surto é inédito no mundo.

Entenda a microcefalia

A microcefalia é um quadro em que bebês nascem com o cérebro menor do que o esperado (perímetro menor ou igual a 33 cm para bebês a termo) e que compromete o desenvolvimento da criança em 90% dos casos. As causas exatas do surto no Brasil ainda estão sendo investigadas. O principal suspeito é o Zika vírus, de origem africana e primo do vírus da dengue. Ele circula no país desde maio do ano passado e uma das hipóteses é que chegou aqui junto com turistas que vieram para a Copa do Mundo. Os casos de microcefalia coincidem com áreas em que o vírus circulou no ano passado.

 

Microcefalia por Zika vírus


Os cientistas têm feito um trabalho de detetive. Primeiro descartaram causas genéticas, porque a mudança no padrão epidemiológico se deu de uma hora para outra. Depois, foram atrás do que mudou na região e então voltaram a atenção para os casos de Zika vírus, novidade de 2014. A hipótese é que o vírus, primo da dengue e transmitido também pelo Aedes aegypti, atravessaria a barreira placentária e entraria no corpo da criança prejudicando a formação do cérebro. As tomografias feitas pelos cientistas indicaram sinais de infecção viral no cérebro em alguns casos e também foram achados sinais do Zika vírus em exames do líquido amniótico, em bebês que ainda estavam na barriga, e no líquido cefalorraquidiano, naqueles que já nasceram.


Conhecendo o Zika


O vírus Zika é transmitido especialmente por mosquitos infectados, principalmente o mosquito da dengue. A maioria das pessoas não tem sintomas, mas quando surgem são principalmente erupções na pele, olhos vermelhos e dores no corpo. Eles desaparecem em até uma semana, em geral.

 

Prevenção

 

Recomendações do Ministério da Saúde específicas para grávidas:


-  Atualizar as vacinas de acordo com o calendário vacinal do programa nacional de imunização do Ministério da Saúde.


- Atenção sobre a natureza e a qualidade daquilo que se ingere (água, alimentos, medicamentos), consome ou se tem contato, principalmente sobre a ação desses produtos no desenvolvimento do bebê.


- Proteger-se das picadas de insetos, evitando horários e lugares com presença de mosquitos e, sempre que possível, utilizar roupas que protejam o corpo. Consultar o médico sobre o uso de repelentes e verificar atentamente no rótulo a concentração do produto e definição da frequência do uso para gestantes. Além disso, telas de proteção, mosquiteiros e ar-condicionado também são medidas de proteção.


- Se houver qualquer alteração no estado de saúde, principalmente no período até o quarto mês de gestação, comunicar aos profissionais de saúde.

 

Fonte: G1

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6

nov
2015

Risco de câncer aumenta com a altura

 

Tall and small man next to each other

A associação entre a altura e o risco de câncer tem sido observada por um longo tempo. E o que os pesquisadores puderam concluir é que as pessoas mais altas têm, em geral, maior risco de desenvolver a doença.

 

Um novo estudo se dedicou a analisar mais a fundo esta ligação através de um tamanho de amostra mais representativo, com mais de 5 milhões de adultos. Com isso, os cientistas não só foram capazes de mostrar que a associação é verdadeira em um número significativo, como também puderam calcular o aumento do risco para cada 10 centímetros extras de altura.

 

Mais altura = mais risco de câncer

 

Os pesquisadores descobriram que o risco de desenvolver câncer em mulheres aumentou em 18% para cada 10 centímetros a mais, enquanto para os homens o risco aumentou em 11%. A pesquisa foi realizada com base na análise de registros militares de 5,5 milhões de pessoas na Suécia, nascidas entre 1938 e 1991. Mas, considerando que o estudo até agora só foi apresentado em uma conferência, e não foi publicado ainda, alguns cientistas alertam sobre tirar muitas conclusões da pesquisa.

 

Precipitadas

 

A altura pode ser UM dos muitos riscos de desenvolver câncer, mas está longe de ser um dos fatores mais perigosos e bem estabelecidos, como tabagismo, obesidade ou má alimentação.

 

De acordo com o professor do Instituto de Pesquisa do Câncer, Mel Greaves, a melhor teoria tende a apontar o dedo aos hormônios de crescimento. Outros estudos têm mostrado como as pessoas que têm nanismo genético também têm menores taxas de câncer em comparação com a população em geral. A mutação genética que os torna mais baixos acontece na parte do seu DNA que codifica os receptores de hormônios de crescimento, de forma que as células não respondem às influências dele.

 

Acontece com ratos também

 

Outra pesquisa tem mostrado que a mesma relação existe em camundongos geneticamente modificados. Esta pesquisa, no entanto, foi criticada. Como o estudo é baseado em dados coletados anteriormente ao longo de um período de décadas, os pesquisadores obviamente não controlaram fatores de confusão, como o tabagismo. É também provável que os aumentos no risco também iriam mudar dependendo da localização do estudo, suas dietas, exposição ao sol, entre muitas outras coisas.

 

Conclusão

 

Em geral, há evidências consideráveis que sugerem uma relação entre altura e câncer que não é explicada por outros fatores conhecidos. Claramente, a altura adulta não é em si uma “causa” do câncer, mas é entendida como uma influência dentre outros fatores. [iflscience] - via hypescience.

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