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*Professor Genivaldo *

28

out
2015

Robô motoqueiro

 

A Yamaha revelou no Salão de Tóquio 2015, nesta quarta-feira (28), um projeto de robô capaz de pilotar moto de forma autônoma.


Chamado de Motobot, essa espécie de "robô-motoqueiro", que lembra até um personagem do filme "Transformers" foi mostrada como um fusão das tecnologias de moto e robótica da empresa japonesa, reconhecida como uma das maiores fabricantes de motocicletas do mundo.



Ainda no evento, a marca apresentou um carro conceito esportivo, o Sports Ride Concept, e um novo triciclo: o MWT-9.

 

Robô "Valentino Rossi " a 200 km/h



O Motobot está em desenvolvimento e a marca quer alcançar o objetivo de rodar em motocicletas convencionais, sem nenhum tipo de alteração, a mais de 200 km/h na pista, informou a Yamaha.

 

E as pretensões são grandes: a montadora espera que o robô pilote tão rápido quanto Valentino Rossi, lenda da MotoGP.

 

Segundo a empresa, é necessário uma ampla gama de sistemas funcionando em perfeição para que a moto posso ser pilotada pelo robô. A meta é utiliza esta tecnologia para criar sistemas de segurança para os motociclistas.

Yamaha Motobot em uma YZF-R1 (Foto: Divulgação)Yamaha Motobot em uma YZF-R1 (Foto: Divulgação)
Assista o vídeo: http://migre.me/rWTQb
Fonte: G1

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9

abr
2015

Pesquisa cria bateria dobrável que carrega celular em 1min

 

Nova bateria também pode ser recarregada mais vezes sem perder capacidade (Foto: Mark Shwartz/Universidade Stanford/BBC)
Nova bateria também pode ser recarregada mais vezes sem perder capacidade (Foto: Mark Shwartz/Universidade Stanford/BBC)

Cientistas americanos construíram uma bateria flexível de alumínio que, segundo eles, pode se transformar na alternativa barata, segura e muito rápida aos modelos existentes. Além disso, ela pode ser totalmente recarregada em menos de um minuto.

O protótipo de bateria é uma pequena bolsa contendo alumínio para um eletrodo e espuma de grafite para outro eletrodo, tudo cercado por um sal líquido especial.

Além da rapidez no recarregamento, os cientistas afirmam que ela é muito mais segura e duradoura que as atuais baterias de lítio, comuns em dispositivos eletrônicos como smartphones. A bateria também dura mais do que as pilhas alcalinas.

"Desenvolvemos uma bateria recarregável de alumínio que pode substituir os dispositivos atuais que, ocasionalmente, pegam fogo", disse o autor da pesquisa Hongjie Dai, da Universidade de Stanford, na Califórnia.

"Nossa nova bateria não vai pegar fogo nem se você perfurá-la", acrescentou. E um vídeo feito pelos pesquisadores mostra que a bateria até continua funcionando por um período curto depois de ser perfurada.

Os cientistas divulgaram os resultados obtidos com a nova bateria na revista especializada "Nature".

 

Leve e barato


Por ser um material leve e barato, o alumínio vem atraindo o interesse de muitos setores nos últimos anos, mas isto nunca resultou em um produto viável até o momento.

Mas, a chave para esta nova bateria foi a escolha do material para o eletrodo positivo (o cátodo) que vai com o alumínio do eletrodo negativo (ou ânodo). O grafite, uma forma de carbono na qual os átomos formam folhas finas e planas, tem uma performance muito boa e também é leve, barato e disponível.

Para conectar os dois eletrodos, a bolsa é preenchida com líquido.

"O eletrólito é, basicamente, um sal que é líquido e está na temperatura ambiente, então é muito seguro", disse o estudante Ming Gong, outro autor do projeto.

Outro ponto crucial é que a bateria pode completar mais de 7,5 mil ciclos (recargas) sem perder nada de sua capacidade, muito mais do que a maioria das baterias de íons de lítio e centenas de vezes melhor do que as baterias experimentais que também usam alumínio.

O dispositivo também é capaz de gerar dois volts, o mais alto que uma bateria de alumínio já chegou. E também uma capacidade maior do que o 1,5 volt gerado por pilhas alcalinas.

No entanto, ela fica atrás da geração de energia das baterias de íons de lítio usadas em smartphones e laptops.

"Nossa bateria produz cerca de metade da voltagem de uma bateria de lítio. Mas melhorando o material do cátodo, poderemos, no futuro, aumentar a voltagem e a densidade da energia", disse o professor Dai.

Mesmo com a baixa voltagem em relação às baterias usadas hoje, a equipe já conseguiu juntar duas destas baterias experimentais, conectar a um adaptador e carregar um smartphone em um minuto.

Além disso, os cientistas sugerem que este tipo de bateria será muito útil para dispositivos com telas flexíveis, uma das propostas para a próxima geração de dispositivos eletrônicos.

"Nossa bateria tem tudo o que você sonha que uma bateria deveria ter: eletrodos baratos, segurança, carregamento em alta velocidade, flexibilidade e longo ciclo de vida. Acho que são os primeiros dias de uma nova bateria. É muito animador", disse Dai.

Desafio


Para Clare Grey, especialista em química de materiais da Universidade de Cambridge, a nova bateria pode ser uma grande mudança e o "método de armazenar as cargas dentro do grafite", desenvolvido pelos cientistas de Stanford, "é bem esperto".

Mas, ela acredita que transformar este protótipo em um produto para ser comercializado em larga escala será um desafio. Um dos problemas, para Clare, é que colocar íons entre as folhas do grafite pode acabar fazendo com que o material fique se contraindo e expandindo, o que "é ruim para a bateria".

"E também, quanto maior forem as folhas de grafite, mais os íons terão que ficar difusos, então eles ficarão mais lentos. Então, parte da razão pela qual as taxas (apresentadas pela bateria) ainda são altas é que usa plaquetas muito pequenas de grafite", explicou.

Mesmo com estes problemas, a pesquisadora ainda tem muito interesse nesta nova bateria.

"Acho muito animador e nos mostra novos caminhos sobre como poderíamos fazer este tipo de química funcionar."

 

Fonte: G1Ciência

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8

abr
2015

Empresa desenvolve usina de energia portátil e voadora

 

Usina eólica portátil pode ser alternativa em situações de desastre (Foto: BBC)Usina eólica portátil pode ser alternativa em situações de catástrofe natural (Foto: BBC)

Uma empresa start-up americana criou uma usina eólica portátil e voadora - que pode ser usada em áreas de catástrofe. Veja o vídeo.

 

Ela é basicamente um balão de hélio com uma turbina eólica instalada no centro.

 

O aparelho pode gerar a eletricidade necessária para manter 15 casas ou até mesmo uma pequena vila em um país carente de energia.

 

A energia elétrica é transmitida por um cabo de força para uma estação no solo.

 

Diferentemente de usinas eólicas em terra, esta consegue aproveitar ventos de alta velocidade, presentes a mais de 600 metros de altura.

 

A primeira usina pode decolar até o fim deste ano.

 

Fonte: G1 Natureza

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28

jan
2015

O touch screen só reconhece o toque dos dedos?

 

touch-screen

 

 

Na verdade, as telas sensíveis ao toque reconhecem qualquer parte do corpo revestida por pele.

 

Nos celulares, por cima do painel luminoso, é colocado um sistema elétrico invisível que interage com a pele. Ao tocarmos a tela, a carga elétrica dos dedos reage com o campo elétrico do sistema (criado por uma malha de eletrodos), causando uma diferença de cargas, como se fosse um pequeno choque. O processador capta essa alteração por meio de uma camada com sensores e calcula coordenadas, identificando os locais de toque e os tipos de movimento executados. Em seguida, esses dados elétricos são traduzidos como comandos e interpretados pelo software, que executa as ações.

 

Outros materiais bons condutores de energia, como metais ou aquelas canetas especiais para tablets, também podem ativar o touch screen.

 

Fonte: Mundo Estranho

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27

jul
2014

Tecnologia: fala sério, sua selfie no pão.

 

 

 

 

A empresa Burnt Impressions encontrou um novo nicho para ganhar dinheiro: torradeiras que ''imprimem'' selfies na superfície do pão. O usuário precisa mandar uma foto ou qualquer outra imagem - não necessariamente um autorretrato -, que será reproduzida em uma chapa. Esta peça, acoplada à torradeira, garante a impressão da imagem selecionada no pão (veja aqui, em inglês, como funciona: http://zip.net/bln5wY). O produto custa US$ 75 (cerca de R$ 166), mas a empresa só faz entregas na América do Norte .

 

Fonte: Uol tecnologia.

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6

jan
2014

Bola inovadora é capaz de fotografar em 360 graus

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

bola diferente promete fazer a alegria dos fotógrafos. O produto é capaz de fotografar em 360 graus apenas sendo jogado para o alto. 

 

Chamada de Panono, a bola possui 36 câmeras espalhadas em sua estrutura. Ela é capaz de perceber sua altura máxima atingida e fotografar simultaneamente com todas as lentes no instante correto. 

 

O dispositivo tem custo de US$ 499 (cerca de R$ 1280 sem impostos). Depois de lançada no ar, todas as imagens são transmitidas a um smartphone, onde é possível visualizá-las, editá-las e twittar cada fotografia. 

 

A Panono é feita de um plástico resistente, e pesa 300 gramas com medida de 11 centímetros.

 

Fonte: Tribuna de Petrópolis

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24

jul
2013

TV tela curva em 3D

Quase dentro da TV

 

Samsung apresenta aparelho com tela curva, que dá uma sensação de imersão ao telespectador

Novos televisores, que têm a tecnologia Oled, já começaram a ser vendidos no mercado sul-coreano. O grande diferencial da tecnologia é a alta resolução - que de ponta a ponta teria distorção zero de pixels (pontos que formam a imagem). Isso, associado à tela curva e ao 3D, dá uma sensação de imersão muito maior ao telespectador, e a qualidade se mantém a mesma, em diferentes ângulos, não importa de onde você esteja assistindo.

 

Como todo nova tecnologia, o preço ainda é alto: o modelo de 55 polegadas sai por cerca de R$ 26 mil. De qualquer forma, a Oled da Samsung tem apenas uma TV Full HD -  as Ultra HD são encontradas apenas nos modelos planos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

 

Fonte: Angeloni

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17

jul
2013

Cientistas descobrem como recarregar o celular usando urina

 

De acordo com o artigo, os especialistas agora esperam poder desenvolver a tecnologia das baterias com combustível microbiano

 

Uma equipe de cientistas britânicos afirma ter conseguido desenvolver um mecanismo que consegue recarregar parcialmente a bateria de um telefone celular usando apenas urina. Em um artigo publicado pela revista da Real Academia de Química, os cientistas afirmam que conseguiram produzir energia elétrica suficiente para enviar mensagens de texto, usar a internet e fazer uma rápida ligação telefônica.

 

De acordo com o artigo, os especialistas agora esperam poder desenvolver a tecnologia das baterias com combustível microbiano que permitam recarregar totalmente um celular.

 

- Utilizar um produto de dejeto como fonte de eletricidade é notável. Estamos muito entusiasmados porque se trata da primeira vez que se consegue isso %u2014 afirmou o cientista Ioannis Ieropoulos.

 

Especialista em eletricidade microbiana, o estudioso participou dos estudos conjuntos entre as Universidades de Bristol e do Oeste da Inglaterra, além do Laboratório de Robótica de Bristol.

 

- A beleza disso tudo é que não estamos nos apoiando na natureza errática do vento ou do sol: a urina é uma fonte sem fim %u2014 disse.

 

A tecnologia das baterias de combustível microbiano permite produzir eletricidade diretamente através da degradação da matéria orgânica, abrindo assim o caminho para o desenvolvimento combustíveis de muito baixo custo e, inclusive, gratuitos, como a urina. Neste caso, a urina permite estimular os micróbios que geram eletricidade.

 

- Fazer uma ligação é a operação que exige mais energia de um telefone celular, mas chegaremos ao ponto em que poderemos carregar a bateria para períodos longos - explicou.

 

Fonte:Diário Catarinense

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12

mai
2013

Visão e audição de super-homem

Estudantes criam máscaras que dão visão e audição de 'super-homem'.

 

Primeiro protótipo transmite som sem ruídos do ambiente.
Outra máscara capta vídeos e aplica efeitos em tempo real.

 

Um grupo de estudantes da universidade Royal College of Art, de Londres, criou duas máscaras capazes de dar visão e audição de super-homem ao usuário. Os aparelhos permitem ajustar o som e as imagens da mesma forma que controlamos essas funções na TV. Chamadas "Eidos", as máscaras foram desenvolvidas para melhorar a percepção sensorial do usuário (assista ao vídeo).

 

A máscara Eidos Audio permite ao usuário ouvir o áudio de forma mais seletiva (Foto: Tim Bouckley/Divulgação)'Eidos Audio' permite ao usuário ouvir o som de forma mais seletiva (Foto: Tim Bouckley/Divulgação)

 

O primeiro protótipo cobre as orelhas, a boca e o nariz do usuário. Um microfone direcional capta o áudio e o transmite para um software, que "limpa" os ruídos. O som então é repassado ao usuário, que consegue ouvi-lo isoladamente, sem o barulho do ambiente. Conforme o site "Mashable", é possível ouvir claramente o que uma pessoa fala em uma multidão, sem escutar o ruído do lugar.

 

A máscara Eidos Vision melhora a visão do usuário (Foto: Tim Bouckley/Divulgação)A máscara 'Eidos Vision' melhora a visão do usuário com efeitos especiais (Foto: Tim Bouckley/Divulgação)

 

O segundo protótipo é usado nos olhos do usuário como óculos futuristas. Uma câmera captura o vídeo e o envia para um computador, que aplica diversos efeitos especiais às imagens em tempo real. Depois, elas são enviadas de volta ao usuário.

 

Conforme os estudantes, as máscaras podem ser usadas em áreas onde o áudio ao vivo e a análise de vídeo são muito importantes. "As máscaras Eidos podem ser usadas para melhorar ou aperfeiçoar sinais sensoriais enfraquecidos pelo envelhecimento ou por alguma deficiência", dizem os estudantes. "Elas nos permitem destacar detalhes antes invisíveis ou inaudíveis".

 

As máscaras Eidos são duas peças experimentais que permitem ajustar a visão e audição do usuário (Foto: Tim Bouckley/Divulgação)As máscaras 'Eidos' permitem ajustar a visão e a audição do usuário (Foto: Tim Bouckley/Divulgação)
Fonte: G1

 

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12

mai
2013

Supermercados no Brasil vão começar usar caixas automáticos

 

 Clientes terão que passar produtos por leitor de código de barras, pesar alimentos frescos em balança e pagar com cartões.

 

Os supermercados brasileiros podem implantar um sistema de caixa automático para agilizar o atendimento e reduzir custos com funcionários. As máquinas deverão ser operadas pelos próprios clientes, assim como já acontece nos Estados Unidos e na Europa.
Batizado como "self checkout", o aparelho foi apresentado durante o 29º Congresso e Feira de Negócios em Supermercados (APAS). Nele os clientes passariam seus produtos por um leitor de código de barras, pesariam os alimentos frescos em uma balança e pagariam tudo com cartões de crédito ou débito, sem a ajuda de nenhum funcionário.
O presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Fernando Yamada, disse à Agência Efe que o Brasil possui uma boa cultura para assumir novas tecnologias, e por isso os consumidores certamente receberiam com satisfação a novidade.
No país a rede de supermercados Muffato já possui o sistema implantado desde novembro de 2012. Vale lembrar que mesmo com a tecnologia, funcionários ficariam dispostos entre 4 caixas para verificar possíveis tentativas de fraudes. A RMS, que fabrica a máquina, prevê vender no Brasil 400 unidades ainda em 2013.
Fonte: Info

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9

mai
2013

Japão cria robôs que detectam mau hálito e chulé

 

"Sem problemas" ou "Isto está intolerável", avisa máquina em formato de rosto feminino.

 
Robôs que sentem cheiro têm forma de mulher, para o hálito, e cão, para o chulé (Foto: Divulgação/via BBC)
Robôs que sentem cheiro têm forma de mulher, para o hálito, e cão, para o chulé (Foto: Divulgação/via BBC)
 

O Japão revelou dois robôs que advertem usuários se eles estão sofrendo de mau hálito ou de chulé.

 

Um dos robôs se assemelha à cabeça de uma mulher e se chama Kaori, que em japonês significa "cheiro" ou "fragrância". O outro se chama Shuntaro e tem o formato de um cãozinho.

 

Os detalhes a respeito das duas máquinas foram revelados pelo diário japonês Asahi Shimbun. O robô detector de mau hálito atua da seguinte forma: o usuário dá uma baforada diante do rosto de Kaori. Se seu hálito estiver agradável, ela dirá: "um bom cheiro, sem problemas". Se não estiver tão bom, dirá coisas como "seu hálito está meio fedido" ou ainda "isso está ruim, intolerável".

 

E quando o seu hálito está realmente malcheiroso, Kaori diz: "Está declarado um estado de emergência; isso ultrapassa o limite da minha tolerância".

 

Chulé derruba cãozinho


Já o cão-robô Shuntaro balança a cabeça enquanto analisa os odores que emanam do pé de um usuário. Se o cheiro está decente, ele se aproxima do pé da pessoa e os alto-falantes do robô tocam a Quinta Sinfonia de Beethoveen.

 

Se o cheiro não for muito agradável, ele dá um grunhido. Mas se o chulé realmente for forte, a cabeça do cão-robô cai ao chão, como se ele desmaiasse.

 

As máquinas se valem de sensores disponíveis no mercado, o que deixa claro como a tecnologia já evoluiu.

 

Os dois robôs foram criados pela companhia japonesa CrazyLabo e pelo Colégio Nacional de Tecnologia de Kitakyushu.

 

As máquinas se valem de sensores de gás capazes de identificar odores específicos. A informação é proecessada por computadores que, por sua vez, controlam a resposta dos robôs.

 

Após ter anunciado estes dois primeiros produtos, o CrazyLabo diz que agora pretende tornar seus robôs rentáveis, alugando-os para diferentes eventos.

 

O presidente da companhia, Kennosuke Tsutsumi, disse ter se inspirado em reclamações de sua própria família a respeito de seus odores corporais.

 

Uso médico


Mas além de utilizações bem-humoradas como a feita pelos especialistas japoneses, já estão sendo desenvolvidos produtos tecnológicos com finalidades médicas que se valem de odores.

 

Uma companhia holandesa, a Enose, está desenvolvendo um kit de diagnóstico chamado Aenose, que busca, no odor, sinais de tuberculose, asma e câncer de garganta.

 

A empresa americana Alpha Szsenszor está desenvolvendo um equipamento feito para estudar o hálito humano a fim detectar câncer de pulmão e outras doenças.

 

E a britânica Universidade de Bristol está desenvolvendo um projeto chamado Odour Reader (Leitor de Odores), que analisa vapores coletado de amostras de fezes dos pacientes para ajudar a diagnosticar causas de diarreia.

 

Mesmo assim, as tecnologias atuais são ainda menos sofisticadas do que o nariz humano.

 

O sistema olfativo humano contém cerca de 100 milhões de receptores que fazem uso de cerca de 350 milhões de diferentes tipos de proteínas. Já os "narizes eletrônicos" costumam usar 32 ou menos sensores químicos.

 

Fonte: G1

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24

jan
2013

Despertador dá choque elétrico para você sair da cama

 

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Um estudante universitário indiano que não conseguia acordar a tempo de ir pra aula inventou um despertador que pode "chocar" seu proprietário acordado. Isso mesmo: o alarme singNshock administra um choque fraco quando seu usuário pressiona o botão de "soneca".

 

Sankalp Sinha, 19 anos, que cursa engenharia na Universidade Sharda em Uttar Pradesh (Índia), teve essa ideia ao perceber que seu hábito de apertar o botão de soneca simplesmente o fazia voltar a dormir e perder hora. Ele queria inventar algo que o obrigasse a cair para fora da cama, e o pequeno choque elétrico era ideal.

 

Como funciona

 

Quando o usuário pressiona o botão de soneca revestido de alumínio na parte superior do relógio, um choque inofensivo de microvolt é emitido. Seu poder de uma fração de um volt é muito menor do que os choques de 50.000 volts administrados por uma arma de choque policial padrão (Taser), por exemplo.

 

O pulso elétrico, suficiente apenas para acionar funções neurológicas, é opcional. O usuário não tem que ser "chocado do sono" todos os dias, se não quiser. Além disso, os usuários serão capazes de ajustar o quão forte querem que o choque elétrico seja.

 

A opção do botão de soneca chocante não é a única vantagem do singNshock. O alarme também possui uma interface sensível ao toque (touch screen) e leitor de música capaz de armazenar até 32 GB de músicas, caso você queira acordar ao som de sua banda favorita.

 

Sankalp planeja produzir o relógio alarme em massa em breve. Ele está atualmente em negociação com vários fabricantes, e espera vender seu produto por cerca de 60 libras (R$ 197).

 

O estudante afirma que sua invenção garantirá que mesmo os dorminhocos mais profundos sejam "estalados acordados" e prontos para um dia de estudos e trabalho.

 

"Tive essa ideia anos atrás. Eu acordava muito tarde e não podia evitar. Eu acho que minha invenção vai ajudar um monte de pessoas que têm o mesmo problema que eu", disse Sankalp.[DailyMail, HuffingtonPost] via Hypsciense

 

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