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*Profª Luciana e Profº Hermes *

27

nov
2012

Lista - Prova Final - CAP

Pessoal do CAP

As listas de exercícios para a prova final já estão no blog!!!

Profª Luciana

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27

nov
2012

Telescópio da Nasa registra galáxia espiral

A Nasa registrou nesta segunda-feira, por meio do telescópio espacial Hubble, a galáxia espiral ESO 499-G37. O aglomerado é visto de um ângulo que permite visualizar sua natureza espiral.

 Os "braços" espirais podem ser distinguidos por conta da cor azulada. Esta coloração é decorrente das estrelas quentes e jovens localizadas no entorno. 

 Esses "braços" têm grande quantidade de gás e poeira. Muitas vezes são áreas onde novas estrelas estão se formando. O traço mais característico da galáxia é um núcleo brilhante alongado. 

 O núcleo central geralmente contém a maior densidade de estrelas na galáxia.

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23

nov
2012

Astrofísica estelar é tema de workshop no Observatório Nacio

 

Os interessados podem se inscrever até o dia 25 de novembro.
O Observatório Nacional realiza, nos dias 6 e 7 de dezembro, o "Workshop on Stellar Astrophysics at Observatório Nacional: Stellar Evolution and Stars in Transition Phases". O encontro vai abordar as fases da evolução estelar que são ainda pouco conhecidas, as chamadas fases de transição, com destaque para as fases de estrelas de alta massa, que são anteriores à explosão de supernovas. Além disso, serão discutidos os progressos nas pesquisas proporcionados pelos grandes telescópios e pelos novos instrumentos a que o Brasil já tem e poderá futuramente ter acesso com a adesão ao Observatório Europeu do Sul (ESO).
 
Entre os convidados, já confirmaram presença os pesquisadores Michaela Kraus, do Observatório Astronômico de Ondrejov (República Checa), Lydia Cidale, da Universidade de La Plata (Argentina) e Michel Curé, da Universidade de Valparaiso (Chile).
 
O workshop é voltado a pesquisadores de astrofísica estelar, alunos de pós-graduação e de iniciação científica em astronomia. O evento terá apresentações orais, com duração de 20 minutos, e também em pôsteres. As inscrições e submissões de trabalho podem ser feitas até o dia 25 de novembro.
 
Informações: www.on.br/wsaon.
(Ascom do ON)

 

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8

jul
2012

Provas - Listas de Exercícios

Queridos alunos,

para que vocês possam estudar preparei uma pasta com todas as provas e listas de exercícios. Aproveite esta oportunidade e realmente estudem!!!

http://depositfiles.com/folders/6HQUIG1UY

Professor Hermes

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24

mai
2012

Brasileiro vê indícios de um novo planeta no Sistema Solar

Órbitas de pequenos astros além de Netuno seriam pista de corpo ainda desconhecido.
A análise das órbitas dos objetos que ficam além de Netuno parece sugerir a existência de outro planeta, ainda desconhecido, no Sistema Solar. A ideia audaciosa partiu de Rodney Gomes, astrônomo do Observatório Nacional (ON), no Rio de Janeiro.

Especialista em dinâmica orbital, Gomes atingiu alto grau de respeitabilidade por estudos anteriores, que sugeriam que Urano e Netuno podem ter trocado de posição nos primórdios da história solar. Ele apresentou seus mais recentes resultados na reunião da Sociedade Astronômica Americana.

Os astrônomos presentes julgaram que o trabalho é sólido, mas apontam, com razão, que ainda falta muito para que se possa dizer que o tal planeta existe de fato. O próprio Gomes concorda.

Um dos problemas é que há múltiplas possibilidades que explicam o padrão de órbitas visto nos objetos do cinturão de Kuiper (do qual Plutão, ex-planeta, faz parte), que Gomes investigou. Um novo planeta explicaria, por exemplo, a estranha órbita de um objeto similar a Plutão, conhecido como Sedna, e de uma população de astros do tipo, com dimensões modestas para serem tidos como planetas, que seguem órbitas muito ovais.

Mas Gomes ainda não pode prever como seria esse planeta. Talvez ele seja tão grande quanto Netuno, numa órbita radicalmente distante (225 bilhões de km, quase 40 vezes mais longe que Plutão). "Posso apenas dizer que planetas com certas relações entre massa e distância do Sol causariam uma 'superpopulação' de corpos de alto semieixo maior [ou seja, com órbitas bem ovais]", diz ele.

De toda forma, é uma análise interessante que deve reacender a busca pelo chamado Planeta X - expressão usada desde que o astrônomo Percival Lowell, no início do século 20, incentivou a busca por um outro mundo solar além de Netuno.

Até agora, houve dois alarmes falsos: Plutão (achado em 1930, acabou sendo inicialmente classificado como planeta para depois ser rebaixado) e Éris (cuja descoberta, em 2005, levou à reclassificação plutoniana). Será que a terceira tentativa é a boa?
(Folha de São Paulo)

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