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*Profª Ritíssima *

27

abr
2013

Para meus queridos do 8º ano - Vida Maria

Pessoal, para vocês curtirem mais um pouquinho!

 

Vida Maria...

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18

abr
2013

5 grande escritores brasileiros que não fizeram parte da ABL

Pessoal, encontrei no facebook... literatorutra! Bom demais!

 

 

Cinco grandes escritores brasileiros  que não fizeram parte da Academia Brasileira de Letras

 Por Má Dias 

A Academia Brasileira de Letras escolheu uma nova imortal para ocupar a cadeira de número 10 da assembléia, vaga desde a morte do escritor alagoano Lêdo Ivo, em dezembro de 2012. A escolhida foi Rosiska Darcy de Oliveira, jornalista e escritora carioca, formada em Direito e autora de obras que exploram o papel da mulher na sociedade.

A cadeira 36, que também está vaga desde março desse ano, com a morte do poeta João de Scantimburgo, já tem candidatos para ocupação: um deles é Fernando Henrique Cardoso, ex presidente do Brasil. Muitos se perguntam o porquê de FHC, por acaso, ser escolhido para o cargo, mas,isso não vem ao caso hoje. 

Sabemos, e não é de hoje, da decadência que a principal instituição de Letras do Brasil está vivendo, abarcando pessoas como José Sarney e homenageando - com a medalha mais honrosa - figuras como Ronaldinho Gaúcho, que admitiu não ter um livro preferido, pois, simplesmente, ele não os lê.

Assim, com tantas atitudes descabidas e esquisitas, o literatortura resolveu trazer um pequeno especial sobre cinco grandes escritores que não fizeram parte da ABL, seja porque não quiseram, seja por terem sido rejeitados. É claro que muitos outros geniais autores ficaram de fora - e, talvez, isso abra espaço para uma "Parte II", quem sabe... - mas, trouxemos alguns curiosos casos.

Também já deixo claro que estar na Academia Brasileira de Letras não é sinônimo de qualidade ou de falta de qualidade. A matéria tem apenas o intuito de informar uma curiosidade literária e não necessariamente julgar os que lá estão ou os que lá não estão. 

Junto com o breve parágrafo sobre os autores, você encontrará links das principais postagens que já saíram no site sobre os respectivos escritores. Vale conferir.

Confira alguns dos "esquecidos" pela Academia!

Carlos Drummond de Andrade

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Responsável pelo choque da elite artística e literária ao escrever uma poesia sobre uma pedra no meio do caminho, Drummond viveu o movimento modernista sem nunca confirmar-se modernista. Autor de uma vasta obra poética (ora íntima, ora reflexiva, ora sacana), não entrou para a Academia Brasileira de Letras por um motivo especial: não quis se candidatar. Há dúvidas de que, se inscrito, ele seria escolhido?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Clarice Lispector

 

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"A palavra é meu domínio sobre o mundo".

Clarice Lispector também fez a fina e não entrou na dança: nunca se candidatou à uma cadeira na Academia. Autora de "A Hora da Estrela" e "Laços de Família", Clarice era proseadora e pode não ter uma cadeira na ABL, mas na contemporaneidade é musa da citação nas redes sociais.

 

 

 

 

 

 

 

 

Graciliano Ramos

 

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"Comovo-me em excesso, por natureza e por ofício. Acho medonho alguém viver sem paixões."

 


A comoção é geral: quem nunca se emocionou com a história da cachorra Baleia e a família com quem vive na seca do sertão nordestino é porque ainda não leu "Vidas Secas", clássico da literatura brasileira. Gracilianos Ramos é considerados um dos melhores escritores brasileiros de regionalismo de todos os tempos; mas isso, injustamente, não lhe rendeu uma cadeira na ABL.

 

 

 

 

 

 

 

Mário Quintana

 

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"Todos estes que aí estão
atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!"

Mário Quintana é o poeta simples, o poeta da ironia, o poeta do cotidiano. Tentou uma vaga na Academia três vezes, mas nunca conseguiu votos suficientes para tanto. Quando seu nome foi "indicado", pela quarta vez, recebendo uma promessa de unanimidade de votos do júri, Quintana recusou e disse: "Só atrapalha a criatividade. O camarada lá vive sob pressões para dar voto, discurso para celebridades. É pena que a casa fundada por Machado de Assis esteja hoje tão politizada. Só dá ministro." Com cadeira ou sem cadeira, Mário Quintana "passarinhou": é imortal de qualquer jeito.

 

Paulo Leminski

 

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Como Leminski está na moda [ainda bem!], resolvi incluí-lo como o quinto escritor desta lista. O poeta é um dos mais inovadores, tanto no âmbito da linguagem, como na maneira de disseminar sua obra. O curitibano dava preferência aos poemas curtos e não se dava muito aos floreios da literatura. Há pouquíssima informação sobre sua relação com a ABL, a qual, aparentemente, ele ignorou e, não foi nem convidado e nem candidato. 

 

Disponível em 18/04/2013, 16:54  http://literatortura.com/2013/04/18/conheca-5-grandes-escritores-brasileiros-que-nao-fizeram-parte-da-academia-brasileira-de-letras/

 

 

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10

abr
2013

O poder da vírgula

A Vírgula.

 

     Apesar de parecer simples, o uso da vírgula é um elemento da escrita em que muitos tropeçam. E uma vírgula mal colocada, ou a falta dela, pode prejudicar completamente a clareza de um texto, tornando-o ambíguo e obscuro. Então, que tal saber mais e tirar suas dúvidas sobre o emprego da vírgula?

 

O poder de uma vírgula na leitura e na escrita.

 

 

  1. 1.     Uma vírgula pode absolver..., ou não.

 

- Se os jurados condenam, eu não absolvo.

- Se os jurados condenam eu não, absolvo.

 

  1. 2.     Uma vírgula pode ser audácia..., ou não.

 

- Beije, não abrace!
- Beije não, abrace!

 

  1. 3.     Uma vírgula pode ser rotuladora..., ou não.

 

- Quer café, fresco?

- Quer café fresco?

 

  1. 4.     Uma vírgula pode ser mágoa..., ou não.

 

- Não, te amo.

- Não te amo.

 

5. Uma vírgula pode ser uma pausa..., ou não.


- Não, espere.
- Não espere.

6. Uma vírgula pode sumir com seu dinheiro..., ou não.


- 23,4.
- 2,34.

7. Uma vírgula pode ser autoritária..., ou não.


- Aceito, obrigado.
- Aceito obrigado.

8. Uma vírgula pode criar heróis..., ou não.


- Isso só, ele resolve.
- Isso, só ele resolve.

9. Uma vírgula pode criar vilões..., ou não.


- Esse, juiz, é corrupto.
- Esse juiz é corrupto.

10. Uma vírgula pode ser a solução... , ou não.


- Vamos perder, nada foi resolvido.
- Vamos perder nada, foi resolvido.

11. Uma vírgula pode muda uma opinião..., ou não.


- Não queremos saber.
- Não, queremos saber.

 

12. Uma vírgula pode decretar um destino cruel..., ou não.


- Perdão impossível, enviar para Sibéria.

- Perdão, impossível enviar para Sibéria.

 

13. Uma vírgula pode matar alguém..., ou não.

 

- Matar o homem, não é pecado.

- Matar o homem não, é pecado.

 

14. Uma vírgula pode ser ameaça..., ou não.


- Comigo não, tem problema.

- Comigo não tem problema.

 

15. Uma vírgula pode ser uma segunda chance..., ou não.

 

- Não, tenho outra saída.

- Não tenho outra saída.

 

16. Uma vírgula pode favorecer..., ou não.

 

- Deixo a herança para minha esposa, não para minha amante.

- Deixo a herança para minha esposa não, para minha amante.

 

 

17. Uma vírgula pode causar confusão..., ou não.

 

- Enquanto o padre pastava, o burro rezava.

- Enquanto o padre, pastava o burro; rezava.

 

18. Uma vírgula pode alterar a classe gramatical..., ou não.

 

- Levar uma pedra de São Paulo ao Rio, uma andorinha só, não faz, verão.

- Levar uma pedra de São Paulo ao Rio, uma andorinha só, não faz verão.

 

19. Uma vírgula pode esculachar..., ou não.

 

- Eu quero um pão, cassete!

- Eu quero um pão cassete!

 

20. Uma vírgula pode complicar..., ou não.

- Pegue o Santo, Antônio.

- Pegue o Santo Antônio.

 

21. Uma vírgula pode enlouquecer..., ou não.

 

- Senhor, morto está, tarde chegamos.

- Senhor morto, está tarde chegamos.

 

22. Uma vírgula pode declarar algo..., ou não.

 

-Cinema, não. É chato

- Cinema não é chato.

 

Uma vírgula muda tudo:

 

 

" Se o homem soubesse o valor que tem a mulher andaria de quatro à sua procura."

 

 


Usando a vírgula para enaltecer as Mulheres:

 

 

Se o homem soubesse o valor que tem a mulher, andaria de quatro à sua procura.

 

 

 

Usando a vírgula para enaltecer os Homens:

 

 

Se o homem soubesse o valor que tem, a mulher andaria de quatro à sua procura.

 

 

 

Um milionário redigiu seu testamento desta forma:

 

 

 

"Deixo a minha fortuna para o meu irmão não para o meu sobrinho jamais para o meu advogado nada para os pobres."

 

 

Ninguém entendeu, nem conseguia definir para quem iria a herança e, cada um dos interessados pontuou  assim:

 

 

O irmão:

"Deixo minha fortuna para o meu irmão. Não para o meu sobrinho. Jamais para o meu advogado! Nada para os pobres."

 

O sobrinho:

"Deixo a minha fortuna: para o meu irmão? Não! Para o meu sobrinho. Jamais para o meu advogado! Nada para os pobres."

 

O advogado:

"Deixo a minha fortuna: para o meu irmão? Não! Para o meu sobrinho? Jamais!  Para o meu advogado. Nada para os pobres."

 

O defensor dos pobres:

"Deixo a minha fortuna: para o meu irmão, não; para o meu sobrinho, jamais; para o meu advogado, nada; para os pobres."

 

Moral da história:

'A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação. E isso faz toda a diferença... '

 

       Ler implica em saber interpretar os sinais gráficos e ortográficos, lendo-os com ênfase e a vírgula exerce fundamental importância na pausa do texto, dando ênfase à leitura e, consequentemente, o entendimento dele.

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4

abr
2013

Lista de Exercícios 3 EM (2)

Pessoal, lista para revisão e estudos! Caprichem!

 

Lista de Exercícios 3º EM Língua Portuguesa (2)

 

 

1- "Os homens sempre se esquecem de que somos todos mortais." A oração destacada é:

a) substantiva completiva nominal

b) substantiva objetiva indireta

c) substantiva predicativa

d) substantiva objetiva direta

e) substantiva subjetiva

 

2- "Estou seguro de que a sabedoria dos legisladores saberá encontrar meios para realizar semelhante medida." A oração em destaque é substantiva:

a) objetiva indireta

b) completiva nominal

c) objetiva direta

d) subjetiva

e) apositiva

 

3- Há oração subordinada substantiva apositiva em:

a. Na rua perguntou-lhe em tom misterioso: onde poderemos falar à vontade?

b. Ninguém reparou em Olívia: todos andavam como pasmados.

c. As estrelas que vemos parecem grandes olhos curiosos.

d. Em verdade, eu tinha fama e era valsista emérito: não admira que ela me preferisse.

e. Sempre desejava a mesma coisa: que a sua presença fosse notada.

 

4-Qual o período em que há oração subordinada substantiva predicativa?

a) Meu desejo é que você passe nos exames vestibulares.

b) Sou favorável a que o aprovem.

c) Desejo-te isto: que sejas feliz.

d) O aluno que estuda consegue superar as dificuldades do vestibular.

e) Lembre-se de que tudo passa nesse mundo.

 

5-Há no período uma oração subordinada adjetiva:

a) Ele falou que compraria a casa.

b) Não fale alto, que ela pode ouvir.

c) Vamos embora, que o dia está amanhecendo.

d) Em time que ganha não se mexe.

e) Parece que a prova não está difícil.

 

6-Nos trechos: "... não é impossível que a notícia da morte me deixasse alguma tranqüilidade, alívio e um ou dois minutos de prazer" e "Digo-vos que as lágrimas eram verdadeiras". A palavra "que" está introduzindo, respectivamente, orações:

a. subordinada substantiva subjetiva, subordinada substantiva objetiva direta

b. subordinada substantiva objetiva direta, subordinada substantiva objetiva direta

c. subordinada substantiva subjetiva, subordinada substantiva predicativa

d. subordinada substantiva completiva nominal, subordinada adjetiva explicativa

e. subordinada adjetiva explicativa, subordinada substantiva predicativa

 

7-Assinale a alternativa que apresenta um período composto onde uma das orações é subordinada adjetiva:

a. "... a nenhuma pedi ainda que me desse fé: pelo contrário, digo a todas como sou".

b. "Todavia, eu a ninguém escondo os sentimentos que ainda há pouco mostrei."

c. "... em toda a parte confesso que sou volúvel, inconstante e incapaz de amar três dias um mesmo objeto".

d. "Mas entre nós há sempre uma grande diferença; vós enganais e eu desengano."

e. " - Está romântico!... está romântico... - exclamaram os três..."

 

8-No período "Todos tinham certeza de que seriam aprovados", a oração destacada é:

a) substantiva objetiva indireta

b) substantiva completiva nominal

c) substantiva apositiva

d) substantiva subjetiva

e) n.d.a

 

9-Marque a opção que contém oração subordinada substantiva completiva nominal:

a. "Tanto eu como Pascoal tínhamos medo de que o patrão topasse Pedro Barqueiro nas ruas da cidade."

b. "Era preciso que ninguém desconfiasse do nosso conluio para prendermos o Pedro Barqueiro."

c. "Para encurtar a história, patrãozinho, achamos Pedro Barqueiro no rancho, que só tinha três divisões: a sala, o quarto dele e a cozinha."

d. "Quando chegamos, Pedro estava no terreiro debulhando milho, que havia colhido em sua rocinha, ali perto."

e. "Pascoal me fez um sinalzinho, eu dei a volta e entrei pela porta do fundo para agarrar o Barqueiro pelas costas."

 

Mais alguns...

1. Na frase "E quando Larissa se agita, é para desobedecer ao pai ou à mãe.", temos como incorreta:
a) Período composto por subordinação, coordenado pela conjunção e ao anterior.
b) Oração subordinada adverbial temporal: ... "quando Larissa se agita".
c) Oração subordinada adverbial final reduzida de infinitivo : para desobedecer ao pai ou à mãe.
d) Oração principal : é.
e) O período é composto por coordenação.

2) Em relação a orações coordenadas é correto afirmar:
a) Sempre possui uma conjunção ligando uma a outra;
b) Nunca possui conjunções, apenas vírgula separando uma das outras;
c) Não possui sentido próprio, logo necessita de outra oração para ter sentido.
d) São orações independentes, tem sentido próprio.

3) Classifique a oração a seguir: "Pedro não trabalhava, nem estudava."
a) É uma oração coordenada assindética;
b) É uma oração coordenada sindética alternativa;
c) É uma oração coordenada sindética aditiva;

4) Na oração "PEDRO NÃO JOGA E NEM ASSISTE", temos a presença de uma oração
coordenada que pode ser classificada em:
a) Coordenada assindética;
b) Coordenada assindética aditiva;
c) Coordenada sindética alternativa;
d) Coordenada sindética aditiva.

 


5) Sobre as orações subordinadas é correto afirmar:
a) São classificadas em substantivas - adjetivas - adverbiais;
b) São orações que em suas estruturas sempre necessitará de vírgula para ligar uma oração a outra;
c) São orações que nunca precisam de sujeito.
d) São orações que utilizamos separadamente do texto, para ensinar nossos alunos.

6) Em um período composto por subordinação, a oração que não possui sujeito na oração principal, dentro das orações subordinadas substantivas, será classificada como:
a) Oração subordinada substantiva predicativa;
b) Oração subordinada substantiva apositiva;
c) Oração subordinada subjetiva;
d) Oração subordinada objetiva direta.

7. Observe os versos seguintes: Fica decretado que o homem não precisará nunca mais
duvidar do homem. Com relação à morfossintaxe desse período, a segunda oração, de acordo com a norma culta da
língua, é classificada como:
a) subordinada adjetiva restritiva.
b) subordinada substantiva completiva nominal.
c) subordinada adverbial causal.
d) subordinada substantiva objetiva direta.
e) subordinada substantiva subjetiva.


8. Há exemplo de oração subordinada em:
a) Empreeender significa acreditar na capacidade pessoal de iniciativa e de superação de obstáculos.
b) A escola introduziu em seu currículo uma série de medidas para o alcance de seus propósitos.
c) Entre os bons momentos da coleção figura uma série de fotografias de Robert Doisneau que registram o cotidiano das fábricas.
d) Não se importa com o dano, mas exige a ilicitude da conduta.
e) Ele é defensor de posições severas em relação às operadoras de planos e seguros de saúde e sustenta sua utilização de maneira ampla em ambas as modalidades, individual e coletiva.

9. "Voa, coração, que ele não deve demorar", a oração destacada é corretamente classificada como:
a) Coordenada concessiva.
b) Subordinada adverbial temporal.
c) Coordenada explicativa.
d) Subordinada substantiva objetiva direta.
e) Coordenada consecutiva.

10. No trecho abaixo, as orações introduzidas pelos termos grifados são classificadas, em relação às imediatamente anteriores, como:
"Não há dúvida de que precisaremos curtir mais o dia a dia, mas nunca à custa de nossos filhos..."
a) Oração subordinada substantiva objetiva indireta e coordenada sindética adversativa;
b) Oração subordinada adjetiva restritiva e coordenada sindética explicativa;
c) Oração subordinada adverbial conformativa e subordinada adverbial concessiva;
d) Oração subordinada substantiva completiva nominal e coordenada sindética adversativa;
e) Oração subordinada adjetiva restritiva e subordinada adverbial concessiva.

 

 

 

 

 

 

 

 

Esse exercício  é com Orações reduzidas! Prestem atenção!

 

 

1.Classifique as orações reduzidas em negrito, conforme as opções abaixo:

(1) de gerúndio adverbial causal


(2) de gerúndio adverbial concessiva


(3) de infinitivo adverbial final


(4) de gerúndio adjetiva restritiva

 
(5) de infinitivo adverbial temporal


(6) de particípio adverbial causal

 
(7) de infinitivo adverbial consecutiva



a) Viemos para colaborar (  ). Ou viemos a fim de incomodar. (  )


b) Pulavam, cantavam, gritavam, para acordar toda vizinhança.(  )


c) Há muita gente reclamando da administração pública. (  )


d) Não dispondo de combustíveis, os países escandinavos utilizam energia elétrica em grande escala. (  )

 
e) Aborrecido com as crianças, xinguei-as. (  )


f) Era tão valente, que, estando malferido (  ) , continuou a lutar. (  ) 

 

 

 

 

Mais...

 

 

 

1.   O poder da vírgula

 

Numa prova de português do ensino fundamental, ante a pergunta sobre qual era a função do apóstrofo, um aluno respondeu: "Apóstrofos são os amigos de Jesus, que se juntaram naquela jantinha que o Leonardo fotografou".

A frase, além de alertar sobre os avanços que precisamos na excelência da educação, é didática quanto aos cuidados no uso da língua portuguesa, preciosidade que herdamos dos lusos, do galego e do latim.

O erro gritante que o aluno cometeu ao confundir dois termos com sonoridade parecida foi agravado com a colocação da vírgula depois de "amigos de Jesus".

 

(Josué Gomes da Silva, Folha de S. Paulo, 02/09/2012)

 

A respeito da falha de pontuação cometida pelo aluno, é correto afirmar que o emprego da vírgula

a) revela o caráter restritivo da expressão antecedente, indicando uma pausa desnecessária.   

b) permite subentender que os apóstolos mencionados não eram os verdadeiros amigos de Jesus.   

c) produz uma informação incoerente, pois indica que os apóstolos eram os únicos amigos de Jesus.   

d) expressa desrespeito à figura religiosa, pois o aposto está associado a necessidades mundanas.   

e) provoca uma ambiguidade, pois o pronome relativo pode se referir a "amigos" ou "Jesus".   

  

2.   Assinale a alternativa correta quanto à classificação sintática das orações grifadas abaixo, respectivamente.

 

%u2014 Acredita-se que a banana faz bem à saúde.

%u2014 Ofereceram a viagem a quem venceu o concurso.

%u2014 Impediram o fiscal de que recebesse a propina combinada.

%u2014 Os patrocinadores tinham a convicção de que os lucros seriam compensadores.  

a) subjetiva - objetiva indireta - objetiva indireta - completiva nominal   

b) subjetiva - objetiva indireta - completiva nominal - completiva nominal   

c) adjetiva - completiva nominal - objetiva indireta - objetiva indireta   

d) objetiva direta - objetiva indireta - objetiva indireta - completiva nominal   

e) subjetiva - completiva nominal - objetiva indireta - objetiva indireta   

 

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

Nós, escravocratas

 

Há exatos cem anos, saía da vida para a história um dos maiores brasileiros de todos os tempos: o pernambucano Joaquim Nabuco. 1Político que ousou pensar, intelectual que não se omitiu em agir, pensador e ativista com causa, principal artífice da abolição do regime escravocrata no Brasil.

Apesar da vitória conquistada, Joaquim Nabuco reconhecia: "2Acabar com a escravidão não basta. É preciso acabar com a obra da escravidão", como lembrou na semana passada Marcos Vinicios Vilaça, em solenidade na Academia Brasileira de Letras. Mas a obra da escravidão continua viva, sob a forma da exclusão social: pobres, especialmente negros, sem terra, sem emprego, sem casa, sem água, sem esgoto, muitos ainda sem comida; sobretudo sem acesso à educação de qualidade.

Cem anos depois da morte de Joaquim Nabuco, a obra da escravidão se mantém e continuamos escravocratas.

3Somos escravocratas ao deixarmos que a escola seja tão diferenciada, conforme a renda da família de uma criança, quanto eram diferenciadas as vidas na Casa Grande ou na Senzala. Somos escravocratas porque, até hoje, não fizemos a distribuição do conhecimento: instrumento decisivo para a liberdade nos dias atuais. Somos escravocratas porque todos nós, que estudamos, escrevemos, lemos e obtemos empregos graças aos diplomas, beneficiamo-nos da exclusão dos que não estudaram. Como antes, os brasileiros livres se beneficiavam do trabalho dos escravos.

Somos escravocratas ao jogarmos, sobre os analfabetos, a culpa por não saberem ler, em vez de assumirmos nossa própria culpa pelas decisões tomadas ao longo de décadas. Privilegiamos investimentos econômicos no lugar de escolas e professores. Somos escravocratas, porque construímos universidades para nossos filhos, mas negamos a mesma chance aos jovens que foram deserdados do Ensino Médio completo com qualidade. Somos escravocratas de um novo tipo: a negação da educação é parte da obra deixada pelos séculos de escravidão.

A exclusão da educação substituiu o sequestro na África, o transporte até o Brasil, a prisão e o trabalho forçado. Somos escravocratas que não pagamos para ter escravos: nossa escravidão ficou mais barata, e o dinheiro para comprar os escravos pode ser usado em benefício dos novos escravocratas. Como na escravidão, o trabalho braçal fica reservado para os novos escravos: os sem educação.

Negamo-nos a eliminar a obra da escravidão.

Somos escravocratas porque ainda achamos naturais as novas formas de escravidão; e nossos intelectuais e economistas comemoram minúscula distribuição de renda, como antes os senhores se vangloriavam da melhoria na alimentação de seus escravos, nos anos de alta no preço do açúcar. Continuamos escravocratas, comemorando gestos parciais. 4Antes, com a proibição do tráfico, a lei do ventre livre, a alforria dos sexagenários. Agora, com o bolsa família, o voto do analfabeto ou a aposentadoria rural. Medidas generosas, para inglês ver e sem a ousadia da abolição plena.

Somos escravocratas porque, como no século XIX, não percebemos a estupidez de não abolirmos a escravidão. 5Ficamos na mesquinhez dos nossos interesses imediatos negando fazer a revolução educacional que poderia completar a quase-abolição de 1888. Não ousamos romper as amarras que envergonham e impedem nosso salto para uma sociedade civilizada, como, por 350 anos, a escravidão nos envergonhava e amarrava nosso avanço.

Cem anos depois da morte de Joaquim Nabuco, a obra criada pela escravidão continua, porque continuamos escravocratas. E, ao continuarmos escravocratas, não libertamos os escravos condenados à falta de educação.

 

CRISTOVAM BUARQUE. Adaptado de http://oglobo.globo.com, 30/01/2000.

 

 

3.   Somos escravocratas ao deixarmos que a escola seja tão diferenciada, (ref. 3)

 

A forma sublinhada introduz uma relação de tempo. A ela, entretanto, se associa outra relação de sentido.

Essa outra relação de sentido presente na frase acima é de:

a) causa   

b) contraste   

c) conclusão   

d) comparação   

 

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

"Carta a uma jovem que, estando em uma roda em que dava aos presentes o tratamento de 'você', se dirigiu ao autor chamando-o 'o senhor'".  

 

 

4.   A oração "... estando em uma roda..." do trecho lido é

a) adverbial temporal.   

b) adverbial proporcional.   

c) substantiva subjetiva.   

d) adjetiva restritiva.   

e) coordenada explicativa.   

 

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

Poema

 

Encontrado por Thiago de Mello

No Itinerário de Pasárgada

 

Vênus luzia sobre nós tão grande,

Tão intensa, tão bela, que chegava

A parecer escandalosa, e dava

Vontade de morrer.

 

Manuel Bandeira

 

 

5.   No poema, o conectivo "que" introduz uma oração com ideia de

a) causa.   

b) consequência.   

c) concessão.   

d) modo.   

e) finalidade.   

  

6.   Relacione as colunas, com relação à coesão textual.

 

Coluna 1

 

(1) O conectivo empregado indica progressão.

(2) O conectivo empregado estabelece adição, soma, acréscimo.

(3) O conectivo empregado indica tempo.

(4) O conectivo empregado indica explicação.

(5) O conectivo empregado estabelece conclusão.

(6) O conectivo empregado estabelece contradição, oposição.

 

Coluna 2

 

(     ) "Desde que o programa foi implantado, ..." (ref.12)

(     ) "De uma historinha que muita gente já ouviu, mas que sempre vale a pena repetir." (ref.13)

(     ) "... o Post-It já rendeu uma fortuna para a 3M e pouco mudou:.." (ref.14)

(     ) "... aquela folhinha amarela que gruda mas não gruda." (ref.15)

(     ) "E azar das empresas que não aproveitam a força criativa de seus Fernandos." (ref.3)

(     ) Seu projeto foi recusado, porque as explicações não foram convincentes.

(     ) À medida que trabalhava, conquistava mais prestígio.

(     ) Meus amigos felicitaram-me quando fui aprovado no concurso.

(     ) Todos trabalharam muito, por isso foram promovidos.

(     ) Sempre teve boas ideias e boas intenções, dessa forma será bem sucedido no seu trabalho.

 

A alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo é:

a) 3, 4, 2, 6, 4, 5, 1, 3, 4, 4   

b) 1, 6, 3, 6, 2, 4, 1, 3, 5, 6   

c) 1, 6, 6, 6, 5, 2, 4, 1, 4, 5   

d) 3, 6, 2, 6, 2, 4, 1, 3, 4, 5   

e) 3, 5, 2, 5, 2, 4, 1, 3, 4, 3   

  

7.   Observe os períodos a seguir e escolha a alternativa correta em relação à ideia expressa, respectivamente, pelas conjunções ou locuções SEM QUE, POR MAIS QUE, COMO, CONQUANTO, PARA QUE.

 

1. Sem que respeites pai e mãe, não serás feliz.

2. Por mais que corresse, não chegou a tempo.

3. Como não tivesse certeza, preferiu não responder.

4. Conquanto a enchente lhe ameaçasse a vida, Gertrudes negou-se a abandonar a casa.

5. Mandamos colocar grades em todas as janelas para que as crianças tivessem mais segurança.

a) Condição, concessão, causa, concessão, finalidade.   

b) Concessão, causa, concessão, finalidade, condição.   

c) Causa, concessão, finalidade, condição, concessão.   

d) Condição, finalidade, condição, concessão, causa.   

e) Finalidade, condição, concessão, causa, concessão.   

  

8.   Para que os enunciados apresentados se reduzam a uma só frase, algumas adaptações e correções devem ser feitas. Assinale a opção que melhor os reestrutura - gramatical e estilisticamente, respeitando as sugestões dadas nos parênteses e as relações de sentido denotadas pelos próprios enunciados.

 

I. A família de Justino não pode contar mais com as inúmeras opções. (Oração concessiva)

II. Sua família já habituar-se com essas opções. (Oração adjetiva no passado)

III. Justino ser assaltado cinco vezes, (Oração subordinada temporal)

IV. Ocorrido o quinto assalto, "Justino não teve dúvidas". (A oração entre aspas é a principal)

V. Decisão de Justino: fechar a loja e mudar do Brás.

a)  Embora a família de Justino não pôde contar mais com as inúmeras opções com que já se habituara, ele não teve dúvidas de fechar a loja e mudar do Brás após ser assaltado pela quinta vez.   

b)  Ao ser assaltado pela quinta vez, Justino, apesar da sua família não contar mais com as inúmeras opções às quais já tinha se habituada, não teve dúvidas: fechou a loja e mudou do Brás.   

c)  Apesar de que sua família não pudesse contar mais com as inúmeras e habituais opções, Justino, quando foi assaltado cinco vezes, não teve dúvidas após a última: fechou a loja e mudou do Brás.   

d)  Ocorrido o quinto assalto, Justino, que foi assaltado quatro vezes antes, não teve dúvidas em fechar a loja e mudar-se do Brás, mesmo que sua família não contasse mais com as inúmeras opções em que tinha se habituado.   

e)  Embora sua família não pudesse contar mais com as inúmeras opções a que estava habituada, Justino, assim que foi assaltado pela quinta vez, não teve dúvidas: fechou a loja e mudou-se do Brás.   

  

9.   Para que os enunciados apresentados se reduzam a uma só frase, algumas adaptações e correções devem ser feitas. Assinale a opção que melhor os reestrutura - gramatical e estilisticamente, respeitando as sugestões dadas nos parênteses e as relações de sentido denotadas pelos próprios enunciados.

 

I. A riqueza é uma árvore fatal. (Oração principal)

II. Muitos gananciosos adormecem na sua sombra. (Oração adjetiva)

III. Eles também morrem na sua sombra. (Oração subordinada coordenada à anterior)

a)  A riqueza é uma árvore fatal onde muitos gananciosos adormecem e morrem na sua sombra.   

b)  Muitos gananciosos adormecem e morrem na sombra da riqueza; ela é uma árvore fatal.   

c)  A riqueza é uma arvore fatal a cuja sombra muitos gananciosos adormecem e morrem.   

d)  A riqueza, sob cuja sombra muitos gananciosos adormecem e na qual morrem, é uma árvore fatal.   

e)  A riqueza é uma árvore fatal em que muitos gananciosos adormecem na sua sombra e nela morrem.   

  

10.   Para que os enunciados apresentados se reduzam a uma só frase, algumas adaptações e correções devem ser feitas. Assinale a opção que melhor os reestrutura - gramatical e estilisticamente, respeitando as sugestões dadas nos parênteses e as relações de sentido denotadas pelos próprios enunciados.

 

I. A raposa lembra os despeitados. (Oração principal)

II. Atributo dos despeitados: fingem-se superiores a tudo.

III. A raposa desdenha das uvas. (Oração adjetiva)

IV. Causa do desdenho: não poder alcançar as uvas.

a)  Porque não pode alcançar as uvas de que ela desdenha, a raposa, fingindo-se superior a tudo, lembra os despeitados.   

b)  A raposa, desdenhando das uvas que não se podem alcançar, lembra os despeitados que se fingem superiores a tudo.   

c)  A raposa, que desdenha as uvas porque não pode alcançá-las, lembra os despeitados, que se fingem superiores a tudo.   

d)  Como não pode alcançar as uvas, a raposa que se finge superior a tudo e as desdenha, lembra os despeitados.   

e)  Fingindo-se superior a tudo, a raposa que desdenha das uvas porque não as pode alcançar, lembra os despeitados.   

 

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

                "A tevê, apesar de nos trazer uma imagem concreta, não fornece uma reprodução fiel da realidade. Uma reportagem de tevê, com transmissão direta, é o resultado de vários pontos de vista: 1) do realizador, que controla e seleciona as imagens num monitor; 2) do produtor, que poderá efetuar cortes arbitrários; 3) do 'cameraman', que seleciona os ângulos de filmagem; finalmente de todos aqueles capazes de intervir no processo da transmissão. Por outro lado, alternando sempre os 'closes' (apenas o rosto de um personagem no vídeo, por exemplo) com cenas reduzidas (a vista geral de uma multidão), a televisão não dá ao espectador a liberdade de escolher o essencial ou acidental, ou seja, aquilo que ele deseja ver em grandes ou pequenos planos. Dessa forma, o veículo impõe ao receptor a sua maneira especialíssima de ver o real."

(Muniz Sodré, A comunicação do grotesco)

 

 

 

11.   As orações "apesar do nos trazer uma imagem concreta" e "alternando sempre os 'closes' com cenas reduzidas", no texto, traduzem respectivamente a ideia de:

a) restrição e adição.   

b) concessão e causa.   

c) condição e tempo.   

d) adversidade e concessão.   

e) oposição e consequência.   

 

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

Leia a seguir alguns trechos do capítulo 36, da obra SÃO BERNARDO, de Graciliano Ramos, e responda às questões.

 

                "Foi aí que me surgiu a ideia esquisita de, com o auxílio de mais entendidas que eu, compor esta história. A ideia gorou, o que já declarei. Há cerca de quatro meses, porém, enquanto escrevia a certo sujeito de Minas, recusando um negócio confuso de porcos e gado zebu, ouvi um grito de coruja e sobressaltei-me."

                (...)

                De repente voltou-me a ideia de construir o livro. Assinei a carta ao homem dos porcos e, depois de vacilar um instante, porque nem sabia começar a tarefa, redigi um capítulo.

                Desde então procuro descascar fatos, aqui sentado à mesa da sala de jantar, fumando cachimbo e bebendo café, à hora em que os grilos cantam e a folhagem das laranjeiras se tinge de preto.

                (...)

                Anteontem e ontem, por exemplo, foram dias perdidos: Tentei de balde canalizar para termo razoável esta prosa que se derrama como a chuva da serra, e o que me apareceu foi um grande desgosto. Desgosto e a vaga compreensão de muitas coisas que sinto.

 

 

12.   Leia com atenção as afirmações a seguir.

 

I. Em "Há cerca de quatro meses...", se empregássemos o verbo HAVER por FAZER, teríamos: "Fazem cerca de quatro meses".

II. Em "fumando cachimbo e bebendo café", há paralelismo sintático e ambas as orações são subordinadas adverbiais temporais, reduzidas de gerúndio.

III. A oração "que me apareceu" é subordinada adjetiva, iniciada pejo conectivo "que", pronome relativo, cuja função sintática é sujeito.

 

Podemos considerar corretas as informações:

a) I e II apenas;   

b) II e III apenas;   

c) I e III apenas;   

d) todas;   

e) nenhuma.   

 

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

Segundo a crença popular do Nordeste, quando morrem anjinhos, ainda não acostumados com as coisas da vida e quase sem conhecer as coisas de Deus, é preciso que os seus olhos sejam mantidos abertos para que possam encontrar com mais facilidade o caminho do céu. Pois, com os olhos fechados, os anjinhos errariam cegamente pelo limbo, sem nunca encontrar a morada do Senhor.

(Sebastião Salgado)

 

 

 

13.   Assinale a alternativa correta.

a) A oração "que os seus olhos sejam mantidos abertos" é subordinada substantiva objetiva direta.   

b) No primeiro período há duas orações reduzidas, cuja função é caracterizar o sujeito da oração anterior, a qual é, por sua vez, subordinada adverbial temporal.   

c) A conjunção "pois" que inicia o segundo período dá ideia de conclusão.   

d) A terceira pessoa do plural de "sejam mantidos abertos" indica a indeterminação do sujeito.   

e) Quanto à predicação, o verbo "encontrar", da última oração, é transitivo direto e indireto.   

  

14.   I - Na oração

Eu considerava aquele homem meu amigo,

o predicado é verbo-nominal com predicativo do objeto.

 

II - No período

O jovem anseia que os mais velhos confiem nele, a oração subordinada é substantiva objetiva indireta, mas está faltando a preposição regida pelo verbo ansiar.

 

III - No período

A ser muito sincero, não sei como isto aconteceu, a oração subordinada é adverbial final reduzida de infinitivo.

 

Quanto às afirmações anteriores, assinale:

a) se apenas I está correta.   

b) se apenas II está correta.   

c) se apenas III está correta.   

d) se todas estão corretas.   

e) se todas estão incorretas.   

  

15.   Embora possa parecer incrível, nem todos os participantes da reunião compreenderam que o intuito do diretor, ainda que manifestado discretamente, era beneficiar todo o corpo docente da Escola.

 

Sobre o período anterior é correto afirmar que

a) contém 6 orações.   

b) é composto por coordenação e subordinação.   

c) apresenta 2 orações reduzidas.   

d) encerra 2 orações objetivas diretas.   

e) a primeira oração tem valor concessivo.   

 

 

Quase terminando...

1. (Escola de Marinha Mercante) No período: "Convém evitar sempre a injustiça", a oração subordinada é:
a) substantiva objetiva direta;
b) substantiva subjetiva;
c) substantiva objetiva indireta;
d) substantiva completiva nominal;
e) substantiva predicativa.

2. (Objetivo-SP) Classifique a oração destacada: "Sem estudar, você será reprovado".
a) oração reduzida de infinitivo, concessiva;
b) oração reduzida de infinitivo, conformativa;
c) oração reduzida de infinitivo, condicional;
d) oração subordinada causal;
e) oração subordinada temporal.

3. (UFRJ/UERJ/CEFET-RJ) "... únicas moradias erguidas no Rio para abrigar flagelados."
Substitua a oração reduzida de infinitivo do trecho acima por uma construção nominal.

 

4. (UM-SP) A- Sua palavra foi a primeira a perder o significado naquele agitado contexto.
B - Tenho necessidade de me apoiares nesta complicada situação.
C - Antes de repelir seus mestres, procure compreende-los.
Analisando os períodos A, B e C, concluímos que as frases neles destacadas são três orações reduzidas. Desdobrando-as, obteremos, respectivamente:
a) uma adjetiva, uma substantiva, uma adverbial;
b) uma adjetiva, uma adverbial, uma substantiva;
c) três adverbiais;
d) uma adjetiva, duas adverbiais;
e) uma adverbial, duas adjetivas.

5. (CESGRANRIO-RJ) Assinale a alternativa em que se altera o sentido da oração destacada em:
"Agindo indiscriminadamente sobre a maioria dos insetos..., (os inseticidas) produziram graves desequilíbrios biológicos."
a) Por agirem indiscriminadamente sobre a maioria dos insetos.
b) Como agissem indiscriminadamente sobre a maioria dos insetos.
c) Além de agirem indiscriminadamente sobre a maioria dos insetos.
d) Em razão de agirem indiscriminadamente sobre a maioria dos insetos.
e) Em virtude de agirem indiscriminadamente sobre a maioria dos insetos.

6. (UF S. Carlos-SP) Assinale a alternativa em que não há correspondência adequada entre a oração reduzida e a desenvolvida de cada par:
a) Contendo as despesas, o governo reduzirá a inflação. / Desde que contenha as despesas, o governo reduzirá a inflação.
b) "Abomina o espírito de fantasia, sendo dos que mais possuem." (Carlos Drummond de Andrade) / Abomina o espírito da fantasia, embora seja um dos que mais o possuem.
c) Equacionado o problema, a solução será mais fácil. / Depois que se equaciona o problema, a solução é mais fácil.
d) "Julgando inúteis as cautela, curvei-me à fatalidade." (Graciliano Ramos) / Como julguei inúteis as cautelas, curvei-me à fatalidade.
e) Tendo tantos amigos, não achou quem o apoiasse. / Quando tinha muitos amigos, não achou quem o apoiasse.

7. (PUC-SP) Leia com atenção:


"As nuvens são cabelos
crescendo como rios;
são os gestos brancos
da cantora muda."
Nessa estrofe de João Cabral de Melo Neto, há uma oração reduzida de gerúndio.

a) Identifique essa oração e classifique-a em relação à oração principal.

 


b) Reescreva essa oração, tornando-a desenvolvida.

 

8. (UM-SP) Assinale o período que contenha uma oração reduzida com valor de adjetivo.
a) O ônibus parou na rua transversal para assustar passageiros.
b) Correndo assustado, o menino foi chamar o guarda.
c) Os garotos vestindo camisetas velhas reclamavam apenas uma penca de bananas meio amassadas.
d) Faça das entranhas coração para obter, um dia, a rara felicidade dos humanos.
e) Moleques de carrinho dirigiam-se a várias direções, atropelando-se uns aos outros.

9. (UF-MG) A oração reduzida está corretamente desenvolvida em todas as alternativas, exceto em:
a) Mesmo correndo muito, não alcançarás o expresso da meia-noite.
Se correres muito, não alcançarás o expresso da meia-noite.
b) Assentando-te aqui, não verás os jogadores.
Se te assentares aqui, não verás os jogadores.
c) Estando ela de bom humor, a noite era das melhores.
Quando ela estava de bom humor, a noite era das melhores.
d) Chegando a seca, não se colheria um só fruto.
Quando chegasse a seca, não se colheria um só fruto.
e) No princípio, querendo impor-se, adotava atitudes postiças.
No princípio, porque queria impor-se, adotava atitudes postiças.

10. (Méd. Pouso Alegre - MG) Assinale o item em que há oração subordinada adverbial condicional reduzida de particípio.
a) Feita a partilha, o leão tomou a palavra.
b) Armado com tais provas, até eu o enfrentaria.
c) A tropa, acampada às margens do Iguaçu, foi surpreendida.
d) Ernestina estava certa de ser a escolhida.
e) Transposto o rio, seguimos viagem.

11. .   Leia os dois textos.

 

Texto 1

 

O livro de língua portuguesa 'Por uma Vida Melhor', adotado pelo Ministério da Educação (MEC), contém alguns erros gramaticais. "Nós pega o peixe" ou "os menino pega o peixe" são dois exemplos de erros. Na avaliação dos autores do livro, o uso da língua popular, ainda que contendo erros, é válido. Os escritores também ressaltam que, caso deixem a norma culta, os alunos podem sofrer "preconceito linguístico". A autora Heloisa Ramos justifica o conteúdo da obra. "O importante é chamar a atenção para o fato de que a ideia de correto e incorreto no uso da língua deve ser substituída pela ideia de uso da língua adequado e inadequado, dependendo da situação comunicativa."

 

(www.opiniaoenoticia.com.br. Adaptado.)

 

Texto 2

 

Ninguém de bom-senso discorda de que a expressão popular tem validade como forma de comunicação. Só que é preciso que se reconheça que a língua culta reúne infinitamente mais qualidades e valores. Ela é a única que consegue produzir e traduzir os pensamentos que circulam no mundo da filosofia, da literatura, das artes e das ciências. A linguagem popular a que alguns colegas meus se referem, por sua vez, não apresenta vocabulário nem tampouco estatura gramatical que permitam desenvolver ideias de maior complexidade - tão caras a uma sociedade que almeja evoluir. Por isso, é óbvio que não cabe às escolas ensiná-la.

 

(Evanildo Bechara. Veja, 01.06.2011. Adaptado.)

 

Assinale a alternativa correta acerca da relação entre linguagem popular e norma culta.

a) Os dois textos apresentam preocupação com a prática do preconceito linguístico sobre pessoas que se expressam fora dos padrões cultos da língua portuguesa.   

b) Os dois textos defendem ser possível expressar ideias filosóficas tanto em linguagem popular quanto seguindo os padrões da norma culta.   

c) Para Evanildo Bechara, não existem critérios que possam definir graus de superioridade ou inferioridade entre linguagem popular e norma culta.   

d) O texto 2 sugere que a norma culta é instrumento de dominação das elites burguesas sobre as classes populares.   

e) Para Evanildo Bechara, a norma culta é superior no que se refere à capacidade de expressão de ideias complexas no campo cultural.   

 

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

OS JOVENS E OS DILEMAS DA SEXUALIDADE

 

                Atualmente, os jovens estão iniciando a vida sexual mais cedo. A sexualidade tem sido discutida de forma mais "aberta", nos discursos pessoais, nos meios de comunicação, na literatura e artes. Entretanto, essa aparente "liberdade sexual" não torna as pessoas mais "livres", pois ainda há bastante repressão e preconceito sobre o assunto. Além disso, as regras de como devemos nos comportar sexualmente prevalecem em todos os discursos, o que se torna uma questão velada de repressão.

                O jovem do século XXI é visto como livre, bem informado, "antenado" com os acontecimentos, mas as pesquisas mostram que, quando o assunto é sexo, há muitas dúvidas e conflitos. Desde dúvidas específicas sobre questões biológicas, como as doenças sexualmente transmissíveis, até conflitos sobre os valores e as atitudes que devem tomar em determinadas situações.

                Apesar de iniciarem a vida sexual mais cedo, os jovens não têm informações e orientações suficientes. A mídia, salvo exceções, contribui para a desinformação sobre sexo e a deturpação de valores. A superbanalização de assuntos relacionados à sexualidade e das relações afetivas gera dúvidas e atitudes precipitadas. Isso pode levar muitos jovens a se relacionarem de forma conflituosa com os outros e também com a própria sexualidade.

                Enfim, hoje existe uma aparente liberdade sexual. Ao mesmo tempo em que as pessoas são, em comparação a anos anteriores, mais livres para fazer escolhas no campo afetivo e sexual, ainda há muita cobrança por parte da sociedade, e essa cobrança acaba sendo internalizada; assim, as pessoas acabam assumindo comportamentos e valores adotados pela maioria.

("www.faac.unesp.br"/pesquisa/nos/sexualidade, baseado nos estudos de Ana Cláudia Bertolozzi Maia. Adaptado.)

 

 

12.   Considerando os aspectos de concordância e de crase, assinale a alternativa correta.

a) Os jovens, da adolescência à vida adulta, muitas vezes se depara com conflitos referente à sua sexualidade.   

b) O mundo atual oferece muitas informações à seus jovens que, para falar em sexo, encontram bastante dúvidas.   

c) Dúvidas frequentes e conflito podem fazer com que o jovem não chegue à uma exata dimensão da sua sexualidade.   

d) Com informações à disposição, ainda existe dúvidas sobre sexo para o jovem moderno.   

e) Hoje, assiste-se a uma transformação dos valores relativos à sexualidade do jovem.   

 

 

 

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abr
2013

Lista de exercícios 2 EM (2)

 Pessoal, eis a lista! Caprichem!

 

Lista de Exercícios - Língua Portuguesa - 2º EM

 

 

1. Considere a frase "Ele andava triste porque não encontrava a companheira" - os verbos grifados são respectivamente:
a) transitivo direto - de ligação;
b) de ligação - intransitivo;
c) de ligação - transitivo indireto;
d) transitivo direto - transitivo indireto;
e) de ligação - transitivo direto.

2. Indique a única alternativa que não apresenta agente da passiva:
a) A casa foi construída por nós.
b) O presidente será eleito pelo povo.
c) Ela será coroada por ti.
d) O avô era querido por todos.
e) Ele foi eleito por acaso.

3. Em: "A terra era povoada de selvagens", o termo grifado é:
a) objeto direto;
b) objeto indireto;
c) agente da passiva;
d) complemento nominal;
e) adjunto adverbial.

4. Em: "Dulce considerou calada, por um momento, aquele horrível delírio", os termos grifados são respectivamente:
a) objeto direto - objeto direto;
b) predicativo do sujeito - adjunto adnominal;
c) adjunto adverbial - objeto direto;
d) adjunto adverbial - adjunto adnominal;
e) objeto indireto - objeto direto.

5. Assinale a alternativa correta: "para todos os males, há dois remédioso tempo e o silêncio", os termos grifados são respectivamente:
a) sujeito - objeto direto;
b) sujeito - aposto;
c) objeto direto - aposto;
d) objeto direto - objeto direto;
e) objeto direto - complemento nominal.

6."Usando do direito que lhe confere a Constituição", as palavras grifadas exercem a função respectivamente de:
a) objeto direto - objeto direto;
b) sujeito - objeto direto;
c) objeto direto - sujeito;
d) sujeito - sujeito;
e) objeto direto - objeto indireto.

7. "Recebeu o prêmio o jogador que fez o gol". Nessa frase o sujeito de "fez" ?
a) o prêmio;
b) o jogador;
c) que;
d) o gol;
e) recebeu.

8. Assinale a alternativa correspondente ao período onde há predicativo do sujeito:
a) como o povo anda tristonho !
b) agradou ao chefe o novo funcionário;
c) ele nos garantiu que viria;
d) no Rio não faltam diversões;
e) o aluno ficou sabendo hoje cedo de sua aprovação.

9. Em: "Cravei-lhe os dentes na carne, com toda a força que eu tinha", a palavra "que" tem função morfossintática de:
a) pronome relativo - sujeito;
b) conjunção subordinada - conectivo;
c) conjunção subordinada - complemento verbal;
d) pronome relativo - objeto direto;
e) conjunção subordinada - objeto direto.

10. Assinale a alternativa em que a expressão grifada tem a função de complemento nominal:
a) a curiosidade do homem incentiva-o a pesquisa;
b) a cidade de Londres merece ser conhecida por todos;
c) o respeito ao próximo é dever de todos;
d) o coitado do velho mendigava pela cidade;
e) o receio de errar dificultava o aprendizado das línguas.

11. Amanhã, sábado, não sairei de casa", a palavra grifada, funciona como:
a) objeto direto;
b) objeto indireto;
c) agente da passiva;
d) complemento nominal;
e) aposto.

12. "E não se diga que Mário Quintana haja sido insensível às legítimas exigências da poética contemporânea". O termo grifado desempenha a função de:
a) objeto direto;
b) sujeito;
c) adjunto adnominal;
d) complemento nominal;
e) objeto indireto.

13. "O sol entra cada dia mais tarde, pálido, fraco, oblíquo"
"O sol brilhou um pouquinho pela manhã".

Pela ordem, os predicados das orações acima classificam-se como:

a) nominal - verbo nominal;
b) verbal - nominal;
c) verbal - verbo-nominal;
d) verbo-nominal - nominal;
e) verbo-nominal - verbal.

14. É exemplo de predicado verbo-nominal:
a) cuspi no chão com um nojo desgraçado;
b) o corpo me doía todo;
c) Estela se sentou na cama assustada;
d) E ele saiu correndo com os pés descalços;
e) Chico Sena morreu.

15. Em: "o professor entrou atrasado"
a) o verbo é intransitivo e o predicado é nominal;
b) o verbo é transitivo direto e o predicado é verbal;
c) o verbo é de ligação e o predicado é nominal;
d) o verbo é intransitivo e o predicado é verbo-nominal;
e) o verbo é transitivo indireto e o predicado é verbal.

16. Na expressão ". . . chamei Armando Nogueira de carioca . . ." encontramos no predicado pela ordem:
a) objeto direto e objeto indireto;
b) objeto direto e predicativo;
c) objeto indireto e adjunto adnominal;
d) objeto indireto e predicativo;
e) objeto direto e adjunto adverbial.

17. "Minha terra é pindorama, de Palmares sempre em flor !
a) o predicado é nominal e o verbo é de ligação;
b) o predicado é verbal e o verbo é intransitivo;
c) o predicado é verbal e o verbo é de ligação;
d) o predicado é verbo-nominal e o verbo é transitivo direto e indireto;
e) o predicado é nominal e o verbo é intransitivo.

18. Assinale a frase em que há sujeito inexistente:
a) compram-se jornais velhos;
b) nada se entendeu de suas palavras;
c) chama-se José o sacerdote;
d) choveu muito tomate aqui;
e) é noite.

19. "Em o Brasil foi descoberto pelos portugueses", o termo grifado é:

a) objeto direto;
b) sujeito;
c) agente da passiva;
d) adjunto adverbial;
e) aposto

20. Em "Nunca, respondeu ela abanando a cabeça", o termo grifado é:
a) objeto direto;
b) sujeito;
c) agente da passiva;
d) adjunto adverbial;
e) aposto.

21."Amo essas montanhas, uma a uma, com exceção apenas do morro do Cantagalo, cujo volume é desagradável e pesado", o termo grifado é:
a) aposto;
b) objeto indireto;
c) objeto direto;
d) adjunto adverbial;
e) predicativo do objeto.

22. Em "Meu maior desejo é que ela volte logo", a oração grifada exerce a função sintática de:
a) sujeito;
b) objeto direto;
c) objeto indireto;
d) predicativo;
e) complemento nominal.

23. Assinale a alternativa em que apareça predicado verbo-nominal:
a) a chuva permanecia calma;
b) a tempestade assustou os habitantes da vila;
c) Paulo ficou satisfeito;
d) os meninos saíram do cinema calados;
e) os alunos estavam preocupados.

24. Na oração "Você ficará tuberculoso, de tuberculose morrerá", as palavras grifadas são, respectivamente:
a) adjunto adverbial de modo, adjunto adverbial de causa;
b) objeto direto, objeto indireto;
c) predicativo do sujeito, adjunto adverbial;
d) ambas predicativas;
e) n.d.a.

25. Em: "O Presidente corrupto saiu cedo".
a) o verbo é de ligação, e o termo grifado é núcleo do predicado;
b) o verbo é intransitivo e o termo grifado é adjunto adverbial;
c) o verbo é transitivo direto e o termo grifado é objeto direto;
d) o verbo é intransitivo e o termo grifado é objeto indireto;
e) o verbo é de ligação e o termo grifado é objeto indireto.

26. Na oração "a situação continua indefinida":
a) o verbo é de ligação e o predicado é nominal;
b) o verbo é intransitivo e o predicado é verbo-nominal;
c) o verbo é transitivo direto e o predicado é verbal;
d) o verbo é bitransitivo e o predicado é verbo-nominal
e) o verbo é transitivo direto e o predicado é verbal.

 

Mais alguns...

 

1- "Quando me procurar o desencanto, eu direi, sereno e confiante, que a vida não foi de todo inútil."

O sujeito de procurar é:

 

a) Indeterminado
b) Eu (elíptico)
c) O desencanto
d) Me
e) Inexistente

 

2- Observe as orações seguintes:

 

  1. Dizem por aí tantas coisas...
  2. Nesta faculdade escolhem muito bem os alunos.
  3. Obedece-se aos mestres.

 

 O sujeito está indeterminado:

a) Somente na 1.
b) Na 2 somente.
c) Na 3 somente.
d) Em duas delas somente.
e) Nas três orações.

 

 

3- Só num caso a oração é sem sujeito.

Identifique-a:

 

a) Faltavam três dias para o batismo.
b) Houve por improcedente a reclamação do aluno.
c) Só me resta uma esperança.
d) Havia tempo suficiente para as comemorações.
e)  N.d.a.

 

4- "Ouviram do Ipiranga as margens plácidas

     De um povo heróico o brado retumbante..."

O sujeito da afirmação com que se inicia o Hino Nacional é:

a) Indeterminado.
b) Um povo heroico.
c) As margens plácidas do Ipiranga.
d) Do Ipiranga.
e) O brado retumbante.

 

5- Observe a estrofe:

"Lembra-me que, em certo dia,
Na rua, ao sol de verão,
Envenenado morria
Um pobre cão."

 

Aparece aí a inversão do:

 

a) Objeto direto: um pobre cão.
b) Sujeito: um pobre cão.
c) Sujeito: certo dia.
d) Predicado: lembra-me.
e) Predicativo do sujeito: me.

 

6- Na oração: "Mas uma diferença houve!" , o sujeito é:

a) Agente.
b) Indeterminado.
c) Paciente.
d) Inexistente.
e) Oculto.

 

7- Em: "Retira-te, criatura ávida de vingança!", o sujeito é:

a) Te
b) Inexistente
c) Oculto determinado
d) Criatura
e) N.d.a.

 

8- identifique a alternativa correta em relação à classificação dos predicado das orações a seguir:

 

  1. Todos nós consideramos a sua atitude infantil.
  2. A multidão caminhava pela estrada poeirenta.
  3. A criançada continua emocionada.

 

a) 1- predicado verbal, 2- predicado nominal, 3- predicado verbo-nominal
b) 1- predicado nominal, 2- predicado verbal, 3- predicado verbo-nominal
c) 1- predicado verbo-nominal, 2- predicado verbal, 3- predicado nominal
d) 1- predicado verbo-nominal, 2- predicado verbal, 3- predicado verbal
e) 1- predicado nominal, 2- predicado verbal, 3- predicado verbo-nominal

 

 

9- No período:

"As águias e os astros amam esta região azul, vivem nesta região azul, palpitam nesta região azul."

 

Temos:

 

a)  Um predicado verbal e dois verbo-nominais, havendo nos dois últimos, o complemento predicativo do objeto.
b) Três predicados verbais, sendo que, no primeiro, o complemento é o
objeto direto, e, nos dois últimos, o objeto indireto.
c) Três predicados verbo-nominais, havendo, no último, o complemento
predicativo do sujeito.
d) Três predicados verbais, havendo, em apenas um deles, o complemento objeto direto.
e) Três predicados verbais formados por verbos intransitivos.

 

10- "O sol entra cada dia mais tarde, pálido, fraco, oblíquo", "O sol brilhou um pouquinho pela manhã.". Pela ordem, os predicados das orações classificam-se como:

a) Nominal e verbo-nominal
b) Verbal e nominal
c) Verbal e verbo-nominal
d) Verbo-nominal e nominal
e) Verbo-nominal e verbal

 

11- I. Pedro está adoentado.

      II. Pedro está no hospital.

 

a)  O predicado é verbal em I e II.
b) O predicado é nominal em I e II.
c) O predicado é verbo-nominal em I e II.
d) O predicado é verbal em I e nominal em II.
e) O predicado é nominal em I e verbal em II.

 

12- Assinale uma das alternativas em que aparece um predicado verbo-nominal:

a) Os viajantes chegaram cedo ao destino.
b) Demitiram o secretário da instituição.
c) Nomearam as novas ruas da cidade.
d) Compareceram todos atrasados à reunião.
e) Estava irritado com as brincadeiras.

 

13- "Na manhã seguinte, desci um pouco amargurado, outro pouco satisfeito." Indique a alternativa que contém o predicado do mesmo tipo que o do período acima.

 

a) Esta injúria merecia ser lavada com o sangue dos inimigos.
b) Na tarde de uma segunda-feira, anunciei-lhe um pouco da minha tristeza,
outro pouco da minha satisfação.
c) Recebeu convicto e com certa afeição as verdades do filósofo.
d) Mas eu era moço à semelhança do meu tio Neves.
e) Naqueles dias eram tantos os castelos e sonhos esboroados...

 

14- Assinale a alternativa correspondente ao período onde há predicativo do sujeito:

a) Como o povo anda tristonho!
b) Agradou ao chefe o novo funcionário.
c) Ele nos garantiu que viria.
d) No Rio não faltam diversões.
e) O aluno ficou sabendo hoje cedo de sua aprovação.

 

15- Em uma das alternativas seguintes, o predicativo inicia o período. Assinale-a:

a) A dificílima viagem será realizada pelo homem.
b) Em suas próprias inexploradas entranhas descobrirá a alegria de conviver.
c) Humanizado tornou-se o sol com a presença humana.
d) Depois da dificílima viagem, o homem ficará satisfeito?
e) O homem procura a si mesmo nas viagens a outros mundos.

 

16- Assinale a alternativa em que aprece predicado verbo-nominal:

a) A chuva permanecia calma.
b) A tempestade assustou os habitantes da vila.
c) Paulo ficou satisfeito.
d) Os meninos saíram do cinema calados.
e) Os alunos estavam preocupados.

 

17- O professor entrou apressado.

O destaque indica:

a) Predicado nominal
b) Predicado verbo-nominal
c) Predicado verbal
d) Adjunto adverbial
e) N.d.a

 

18- Na oração: "A inspiração é fugaz, violenta", podemos afirmar que o predicado é:

a) Verbo-nominal, porque o verbo é de ligação e vem seguido de dois predicativos.
b) Nominal, porque o verbo é de ligação.
c) Verbal porque o verbo é de ligação e são atribuídas duas caracterizações
ao sujeito.
d) Verbo-nominal, porque o verbo é de ligação e vem seguido de dois
advérbios de modo.
e) Nominal, porque o verbo tem sua significação completada por dois nomes que funcionam como adjuntos adnominais.

 

19- Nas orações: A pesquisa da Mac Can reserva ainda uma surpresa" e "...os jovens estão mais ágeis", temos, respectivamente:

a) Predicado verbo-nominal e predicado verbal
b) Predicado verbal e predicado verbo-nominal
c) Predicado verbal e predicado nominal
e) Predicado verbal e predicado verbal

 

 E agora outros mais...

 

 

Nasce um escritor

 

            O primeiro dever passado pelo novo professor de português foi uma 7descrição tendo o mar como tema. A classe inspirou, toda ela, nos encapelados mares de Camões, aqueles nunca dantes navegados. O 5episódio do Adamastor foi reescrito pela 2meninada. Prisioneiro no internato, eu vivia na saudade das 4praias do Pontal onde conhecera a liberdade e o sonho. O mar de Ilhéus foi o tema de minha descrição.

            Padre Cabral levara os deveres para corrigir em sua cela. Na aula seguinte, entre risonho e solene, anunciou a existência de uma vocação autêntica de escritor naquela sala de aula. Pediu que escutassem com atenção o dever que 1ia ler. Tinha certeza, afirmou, que o autor daquela página seria no futuro um escritor conhecido. Não regateou elogios. 3Eu acabara de completar onze anos.

            Passei a ser uma personalidade, segundo os cânones do colégio, ao lado dos futebolistas, dos campeões de matemática e de religião, dos que 6obtinham medalhas. Fui admitido numa espécie de Círculo Literário onde 9brilhavam 8alunos mais velhos. Nem assim deixei de me sentir prisioneiro, sensação permanente durante os dois anos em que estudei no colégio dos jesuítas.  11Houve, porém, 10sensível mudança na limitada vida do aluno interno: o padre Cabral tomou-me sob sua proteção e colocou em minhas mãos livros de sua estante. Primeiro "As Viagens de Gulliver", depois clássicos portugueses, traduções de ficcionistas ingleses e franceses. Data dessa época minha paixão por Charles Dickens. Demoraria ainda a conhecer Mark Twain: o norte-americano não figurava entre os prediletos do padre Cabral.

                Recordo com carinho a figura do jesuíta português erudito e amável. Menos por me haver anunciado escritor, sobretudo por me haver dado o amor aos livros, por me haver revelado o mundo da criação literária. Ajudou-me a suportar aqueles dois anos de internato, a fazer mais leve a minha prisão, minha primeira prisão.

 

AMADO, Jorge. O menino Grapiúna. Rio de Janeiro. Record. 1987. p. 117-20.

 

 

1 .   A expressão "... alunos mais velhos." (ref. 8) exerce a função de 

a) sujeito da forma verbal "brilhavam" (ref. 9).    

b) objeto indireto.    

c) agente da ação expressa pela forma verbal "obtinham" (ref. 6).    

d) agente da passiva.    

e) objeto direto.   

 

 

TEXTO PARA AS PRÓXIMAS 2 QUESTÕES:

Com base na charge abaixo, responda à questão a seguir.

 

 image

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2.   Na charge, além da crítica à arte moderna presente na fala do personagem, é possível identificar ainda outra crítica. Esta outra crítica está relacionada ao seguinte aspecto:

a) moral   

b) estético   

c) econômico   

d) acadêmico   

  

3.   Ao formular sua crítica, o personagem demonstra certo distanciamento em relação à arte moderna. Uma marca linguística que expressa esse distanciamento é o uso de:

a) terceira pessoa   

b) frase declarativa   

c) reticências ao final   

d) descrição do objeto   

 

4.Siga o código e classifique:

 

(1)    Sujeito simples
(2)    Sujeito composto
(3)    Sujeito oculto
(4)    Sujeito indeterminado
(5)    Oração sem sujeito

 

(   ) Professor, querem sair mais cedo.
(   ) Amigos e inimigos verdadeiros estão sempre atentos.
(   ) Alguém bateu à porta.
(   ) Trata-se de uma matéria importante.
(   ) Não gostei!
(   ) Há alunos lindíssimos nesta sala.
(   ) Vende-se esta casa.

 

5.Classifique o predicado das orações abaixo, usando o seguinte código:

 

(V) Verbal
(N) Nominal
(VN) Verbo-Nominal


(   ) Ele está feliz.
(   ) Ele está aqui.
(   ) Ele saiu do estádio.
(   ) Ele está aborrecido.
(   ) Aborrecido, ele saiu do estádio.
(   ) Mariana encontrou os primos.
(   ) Célia encontrou as crianças apavoradas.
(   ) O sol surgiu no horizonte.
(   ) Os compradores consideraram a proposta razoável.
(   ) A falta de perspectiva deixa o povo desesperado.
(   ) Sempre o consideraram como louco.
(   ) Cheguei ofegante à porta da cantina.
(   ) Consideraram neutra a posição do juiz.
(   ) Tu pisavas nos astros.
(   ) Tu pisavas nos astros distraída.
(   ) O vento virou a canoa.
(   ) A moça virou freira.

 

 

6. Classifique, conforme o código.

 

(a)    Predicativo do sujeito
(b)   Predicativo do objeto

 

(   ) Otelo estava furioso.
(   ) A nota deixou triste a aluna.
(   ) Cheguei ofegante à escola.
(   ) Acho sua atitude imperdoável.
(   ) As noite chegaram frias.
(   ) Chamaram o jogador de covarde.


7. Com relação às orações abaixo, assinale:

 

S: para sujeito simples
C: para sujeito composto
I: para sujeito indeterminado
OSS: para oração sem sujeito

 

a-      Eles sempre se houveram com dignidade.
b-      Pode haver fatos contrários.
c-       Podem existir fatos contrários.
d-      Viam-se, através da janela, cotovias e rouxinol.
e-      Necessita-se do apoio de todos.
f-       Consertam-se bicicletas.
g-      Trabalha-se durante o dia.

h-      Dever haver pessoas generosas.
i-        Devem existir pessoas generosas.

 

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