Portal da Educao Adventista

*Profª Ritíssima *

1

set
2013

Propostas de Redação para o Enem

Pessoal,

O Enem tem uma nota bem significativa destinada à redação. Todas as possibilidades de temas são possíves, não esquecendo que sempre será exigido do candidato introdução, desenvolvimento e conclusão ( com sugestão concreta de intervenção social).

Espera-se um texto organizado e coerente. 

Algumas sugestões de cursinhos e páginas da internet, com os quais concordo, são:

Saúde pública brasileira na UTI;

A transformação da mulher na sociedade contemporânea;

A questão do transporte urbano no Brasil;

Álcool e direção: combinação fatal;

Casamento gay;

O petróleo do pré-sal brasileiro;

A lei de cotas nas universidades;

Redução da maioridade penal;

 

Todos os temas que são oferecidos no Enem têm fundo social. É necessário cplocar a visão de sociedade e não a opinião "particular", deixando-se de lado convicções e ideologias (religiosas, partidárias, formacionais) e concentrar-se no assunto. Não se pode esquecer dos direitos do cidadão, dos direitos humanos, pois são requisitos que os corretores buscam. Qualquer tipo de tendência ou preconceito será tratado com perda de notas, com certeza.

 

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4

abr
2013

Lista de Exercícios 3 EM (2)

Pessoal, lista para revisão e estudos! Caprichem!

 

Lista de Exercícios 3º EM Língua Portuguesa (2)

 

 

1- "Os homens sempre se esquecem de que somos todos mortais." A oração destacada é:

a) substantiva completiva nominal

b) substantiva objetiva indireta

c) substantiva predicativa

d) substantiva objetiva direta

e) substantiva subjetiva

 

2- "Estou seguro de que a sabedoria dos legisladores saberá encontrar meios para realizar semelhante medida." A oração em destaque é substantiva:

a) objetiva indireta

b) completiva nominal

c) objetiva direta

d) subjetiva

e) apositiva

 

3- Há oração subordinada substantiva apositiva em:

a. Na rua perguntou-lhe em tom misterioso: onde poderemos falar à vontade?

b. Ninguém reparou em Olívia: todos andavam como pasmados.

c. As estrelas que vemos parecem grandes olhos curiosos.

d. Em verdade, eu tinha fama e era valsista emérito: não admira que ela me preferisse.

e. Sempre desejava a mesma coisa: que a sua presença fosse notada.

 

4-Qual o período em que há oração subordinada substantiva predicativa?

a) Meu desejo é que você passe nos exames vestibulares.

b) Sou favorável a que o aprovem.

c) Desejo-te isto: que sejas feliz.

d) O aluno que estuda consegue superar as dificuldades do vestibular.

e) Lembre-se de que tudo passa nesse mundo.

 

5-Há no período uma oração subordinada adjetiva:

a) Ele falou que compraria a casa.

b) Não fale alto, que ela pode ouvir.

c) Vamos embora, que o dia está amanhecendo.

d) Em time que ganha não se mexe.

e) Parece que a prova não está difícil.

 

6-Nos trechos: "... não é impossível que a notícia da morte me deixasse alguma tranqüilidade, alívio e um ou dois minutos de prazer" e "Digo-vos que as lágrimas eram verdadeiras". A palavra "que" está introduzindo, respectivamente, orações:

a. subordinada substantiva subjetiva, subordinada substantiva objetiva direta

b. subordinada substantiva objetiva direta, subordinada substantiva objetiva direta

c. subordinada substantiva subjetiva, subordinada substantiva predicativa

d. subordinada substantiva completiva nominal, subordinada adjetiva explicativa

e. subordinada adjetiva explicativa, subordinada substantiva predicativa

 

7-Assinale a alternativa que apresenta um período composto onde uma das orações é subordinada adjetiva:

a. "... a nenhuma pedi ainda que me desse fé: pelo contrário, digo a todas como sou".

b. "Todavia, eu a ninguém escondo os sentimentos que ainda há pouco mostrei."

c. "... em toda a parte confesso que sou volúvel, inconstante e incapaz de amar três dias um mesmo objeto".

d. "Mas entre nós há sempre uma grande diferença; vós enganais e eu desengano."

e. " - Está romântico!... está romântico... - exclamaram os três..."

 

8-No período "Todos tinham certeza de que seriam aprovados", a oração destacada é:

a) substantiva objetiva indireta

b) substantiva completiva nominal

c) substantiva apositiva

d) substantiva subjetiva

e) n.d.a

 

9-Marque a opção que contém oração subordinada substantiva completiva nominal:

a. "Tanto eu como Pascoal tínhamos medo de que o patrão topasse Pedro Barqueiro nas ruas da cidade."

b. "Era preciso que ninguém desconfiasse do nosso conluio para prendermos o Pedro Barqueiro."

c. "Para encurtar a história, patrãozinho, achamos Pedro Barqueiro no rancho, que só tinha três divisões: a sala, o quarto dele e a cozinha."

d. "Quando chegamos, Pedro estava no terreiro debulhando milho, que havia colhido em sua rocinha, ali perto."

e. "Pascoal me fez um sinalzinho, eu dei a volta e entrei pela porta do fundo para agarrar o Barqueiro pelas costas."

 

Mais alguns...

1. Na frase "E quando Larissa se agita, é para desobedecer ao pai ou à mãe.", temos como incorreta:
a) Período composto por subordinação, coordenado pela conjunção e ao anterior.
b) Oração subordinada adverbial temporal: ... "quando Larissa se agita".
c) Oração subordinada adverbial final reduzida de infinitivo : para desobedecer ao pai ou à mãe.
d) Oração principal : é.
e) O período é composto por coordenação.

2) Em relação a orações coordenadas é correto afirmar:
a) Sempre possui uma conjunção ligando uma a outra;
b) Nunca possui conjunções, apenas vírgula separando uma das outras;
c) Não possui sentido próprio, logo necessita de outra oração para ter sentido.
d) São orações independentes, tem sentido próprio.

3) Classifique a oração a seguir: "Pedro não trabalhava, nem estudava."
a) É uma oração coordenada assindética;
b) É uma oração coordenada sindética alternativa;
c) É uma oração coordenada sindética aditiva;

4) Na oração "PEDRO NÃO JOGA E NEM ASSISTE", temos a presença de uma oração
coordenada que pode ser classificada em:
a) Coordenada assindética;
b) Coordenada assindética aditiva;
c) Coordenada sindética alternativa;
d) Coordenada sindética aditiva.

 


5) Sobre as orações subordinadas é correto afirmar:
a) São classificadas em substantivas - adjetivas - adverbiais;
b) São orações que em suas estruturas sempre necessitará de vírgula para ligar uma oração a outra;
c) São orações que nunca precisam de sujeito.
d) São orações que utilizamos separadamente do texto, para ensinar nossos alunos.

6) Em um período composto por subordinação, a oração que não possui sujeito na oração principal, dentro das orações subordinadas substantivas, será classificada como:
a) Oração subordinada substantiva predicativa;
b) Oração subordinada substantiva apositiva;
c) Oração subordinada subjetiva;
d) Oração subordinada objetiva direta.

7. Observe os versos seguintes: Fica decretado que o homem não precisará nunca mais
duvidar do homem. Com relação à morfossintaxe desse período, a segunda oração, de acordo com a norma culta da
língua, é classificada como:
a) subordinada adjetiva restritiva.
b) subordinada substantiva completiva nominal.
c) subordinada adverbial causal.
d) subordinada substantiva objetiva direta.
e) subordinada substantiva subjetiva.


8. Há exemplo de oração subordinada em:
a) Empreeender significa acreditar na capacidade pessoal de iniciativa e de superação de obstáculos.
b) A escola introduziu em seu currículo uma série de medidas para o alcance de seus propósitos.
c) Entre os bons momentos da coleção figura uma série de fotografias de Robert Doisneau que registram o cotidiano das fábricas.
d) Não se importa com o dano, mas exige a ilicitude da conduta.
e) Ele é defensor de posições severas em relação às operadoras de planos e seguros de saúde e sustenta sua utilização de maneira ampla em ambas as modalidades, individual e coletiva.

9. "Voa, coração, que ele não deve demorar", a oração destacada é corretamente classificada como:
a) Coordenada concessiva.
b) Subordinada adverbial temporal.
c) Coordenada explicativa.
d) Subordinada substantiva objetiva direta.
e) Coordenada consecutiva.

10. No trecho abaixo, as orações introduzidas pelos termos grifados são classificadas, em relação às imediatamente anteriores, como:
"Não há dúvida de que precisaremos curtir mais o dia a dia, mas nunca à custa de nossos filhos..."
a) Oração subordinada substantiva objetiva indireta e coordenada sindética adversativa;
b) Oração subordinada adjetiva restritiva e coordenada sindética explicativa;
c) Oração subordinada adverbial conformativa e subordinada adverbial concessiva;
d) Oração subordinada substantiva completiva nominal e coordenada sindética adversativa;
e) Oração subordinada adjetiva restritiva e subordinada adverbial concessiva.

 

 

 

 

 

 

 

 

Esse exercício  é com Orações reduzidas! Prestem atenção!

 

 

1.Classifique as orações reduzidas em negrito, conforme as opções abaixo:

(1) de gerúndio adverbial causal


(2) de gerúndio adverbial concessiva


(3) de infinitivo adverbial final


(4) de gerúndio adjetiva restritiva

 
(5) de infinitivo adverbial temporal


(6) de particípio adverbial causal

 
(7) de infinitivo adverbial consecutiva



a) Viemos para colaborar (  ). Ou viemos a fim de incomodar. (  )


b) Pulavam, cantavam, gritavam, para acordar toda vizinhança.(  )


c) Há muita gente reclamando da administração pública. (  )


d) Não dispondo de combustíveis, os países escandinavos utilizam energia elétrica em grande escala. (  )

 
e) Aborrecido com as crianças, xinguei-as. (  )


f) Era tão valente, que, estando malferido (  ) , continuou a lutar. (  ) 

 

 

 

 

Mais...

 

 

 

1.   O poder da vírgula

 

Numa prova de português do ensino fundamental, ante a pergunta sobre qual era a função do apóstrofo, um aluno respondeu: "Apóstrofos são os amigos de Jesus, que se juntaram naquela jantinha que o Leonardo fotografou".

A frase, além de alertar sobre os avanços que precisamos na excelência da educação, é didática quanto aos cuidados no uso da língua portuguesa, preciosidade que herdamos dos lusos, do galego e do latim.

O erro gritante que o aluno cometeu ao confundir dois termos com sonoridade parecida foi agravado com a colocação da vírgula depois de "amigos de Jesus".

 

(Josué Gomes da Silva, Folha de S. Paulo, 02/09/2012)

 

A respeito da falha de pontuação cometida pelo aluno, é correto afirmar que o emprego da vírgula

a) revela o caráter restritivo da expressão antecedente, indicando uma pausa desnecessária.   

b) permite subentender que os apóstolos mencionados não eram os verdadeiros amigos de Jesus.   

c) produz uma informação incoerente, pois indica que os apóstolos eram os únicos amigos de Jesus.   

d) expressa desrespeito à figura religiosa, pois o aposto está associado a necessidades mundanas.   

e) provoca uma ambiguidade, pois o pronome relativo pode se referir a "amigos" ou "Jesus".   

  

2.   Assinale a alternativa correta quanto à classificação sintática das orações grifadas abaixo, respectivamente.

 

%u2014 Acredita-se que a banana faz bem à saúde.

%u2014 Ofereceram a viagem a quem venceu o concurso.

%u2014 Impediram o fiscal de que recebesse a propina combinada.

%u2014 Os patrocinadores tinham a convicção de que os lucros seriam compensadores.  

a) subjetiva - objetiva indireta - objetiva indireta - completiva nominal   

b) subjetiva - objetiva indireta - completiva nominal - completiva nominal   

c) adjetiva - completiva nominal - objetiva indireta - objetiva indireta   

d) objetiva direta - objetiva indireta - objetiva indireta - completiva nominal   

e) subjetiva - completiva nominal - objetiva indireta - objetiva indireta   

 

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

Nós, escravocratas

 

Há exatos cem anos, saía da vida para a história um dos maiores brasileiros de todos os tempos: o pernambucano Joaquim Nabuco. 1Político que ousou pensar, intelectual que não se omitiu em agir, pensador e ativista com causa, principal artífice da abolição do regime escravocrata no Brasil.

Apesar da vitória conquistada, Joaquim Nabuco reconhecia: "2Acabar com a escravidão não basta. É preciso acabar com a obra da escravidão", como lembrou na semana passada Marcos Vinicios Vilaça, em solenidade na Academia Brasileira de Letras. Mas a obra da escravidão continua viva, sob a forma da exclusão social: pobres, especialmente negros, sem terra, sem emprego, sem casa, sem água, sem esgoto, muitos ainda sem comida; sobretudo sem acesso à educação de qualidade.

Cem anos depois da morte de Joaquim Nabuco, a obra da escravidão se mantém e continuamos escravocratas.

3Somos escravocratas ao deixarmos que a escola seja tão diferenciada, conforme a renda da família de uma criança, quanto eram diferenciadas as vidas na Casa Grande ou na Senzala. Somos escravocratas porque, até hoje, não fizemos a distribuição do conhecimento: instrumento decisivo para a liberdade nos dias atuais. Somos escravocratas porque todos nós, que estudamos, escrevemos, lemos e obtemos empregos graças aos diplomas, beneficiamo-nos da exclusão dos que não estudaram. Como antes, os brasileiros livres se beneficiavam do trabalho dos escravos.

Somos escravocratas ao jogarmos, sobre os analfabetos, a culpa por não saberem ler, em vez de assumirmos nossa própria culpa pelas decisões tomadas ao longo de décadas. Privilegiamos investimentos econômicos no lugar de escolas e professores. Somos escravocratas, porque construímos universidades para nossos filhos, mas negamos a mesma chance aos jovens que foram deserdados do Ensino Médio completo com qualidade. Somos escravocratas de um novo tipo: a negação da educação é parte da obra deixada pelos séculos de escravidão.

A exclusão da educação substituiu o sequestro na África, o transporte até o Brasil, a prisão e o trabalho forçado. Somos escravocratas que não pagamos para ter escravos: nossa escravidão ficou mais barata, e o dinheiro para comprar os escravos pode ser usado em benefício dos novos escravocratas. Como na escravidão, o trabalho braçal fica reservado para os novos escravos: os sem educação.

Negamo-nos a eliminar a obra da escravidão.

Somos escravocratas porque ainda achamos naturais as novas formas de escravidão; e nossos intelectuais e economistas comemoram minúscula distribuição de renda, como antes os senhores se vangloriavam da melhoria na alimentação de seus escravos, nos anos de alta no preço do açúcar. Continuamos escravocratas, comemorando gestos parciais. 4Antes, com a proibição do tráfico, a lei do ventre livre, a alforria dos sexagenários. Agora, com o bolsa família, o voto do analfabeto ou a aposentadoria rural. Medidas generosas, para inglês ver e sem a ousadia da abolição plena.

Somos escravocratas porque, como no século XIX, não percebemos a estupidez de não abolirmos a escravidão. 5Ficamos na mesquinhez dos nossos interesses imediatos negando fazer a revolução educacional que poderia completar a quase-abolição de 1888. Não ousamos romper as amarras que envergonham e impedem nosso salto para uma sociedade civilizada, como, por 350 anos, a escravidão nos envergonhava e amarrava nosso avanço.

Cem anos depois da morte de Joaquim Nabuco, a obra criada pela escravidão continua, porque continuamos escravocratas. E, ao continuarmos escravocratas, não libertamos os escravos condenados à falta de educação.

 

CRISTOVAM BUARQUE. Adaptado de http://oglobo.globo.com, 30/01/2000.

 

 

3.   Somos escravocratas ao deixarmos que a escola seja tão diferenciada, (ref. 3)

 

A forma sublinhada introduz uma relação de tempo. A ela, entretanto, se associa outra relação de sentido.

Essa outra relação de sentido presente na frase acima é de:

a) causa   

b) contraste   

c) conclusão   

d) comparação   

 

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

"Carta a uma jovem que, estando em uma roda em que dava aos presentes o tratamento de 'você', se dirigiu ao autor chamando-o 'o senhor'".  

 

 

4.   A oração "... estando em uma roda..." do trecho lido é

a) adverbial temporal.   

b) adverbial proporcional.   

c) substantiva subjetiva.   

d) adjetiva restritiva.   

e) coordenada explicativa.   

 

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

Poema

 

Encontrado por Thiago de Mello

No Itinerário de Pasárgada

 

Vênus luzia sobre nós tão grande,

Tão intensa, tão bela, que chegava

A parecer escandalosa, e dava

Vontade de morrer.

 

Manuel Bandeira

 

 

5.   No poema, o conectivo "que" introduz uma oração com ideia de

a) causa.   

b) consequência.   

c) concessão.   

d) modo.   

e) finalidade.   

  

6.   Relacione as colunas, com relação à coesão textual.

 

Coluna 1

 

(1) O conectivo empregado indica progressão.

(2) O conectivo empregado estabelece adição, soma, acréscimo.

(3) O conectivo empregado indica tempo.

(4) O conectivo empregado indica explicação.

(5) O conectivo empregado estabelece conclusão.

(6) O conectivo empregado estabelece contradição, oposição.

 

Coluna 2

 

(     ) "Desde que o programa foi implantado, ..." (ref.12)

(     ) "De uma historinha que muita gente já ouviu, mas que sempre vale a pena repetir." (ref.13)

(     ) "... o Post-It já rendeu uma fortuna para a 3M e pouco mudou:.." (ref.14)

(     ) "... aquela folhinha amarela que gruda mas não gruda." (ref.15)

(     ) "E azar das empresas que não aproveitam a força criativa de seus Fernandos." (ref.3)

(     ) Seu projeto foi recusado, porque as explicações não foram convincentes.

(     ) À medida que trabalhava, conquistava mais prestígio.

(     ) Meus amigos felicitaram-me quando fui aprovado no concurso.

(     ) Todos trabalharam muito, por isso foram promovidos.

(     ) Sempre teve boas ideias e boas intenções, dessa forma será bem sucedido no seu trabalho.

 

A alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo é:

a) 3, 4, 2, 6, 4, 5, 1, 3, 4, 4   

b) 1, 6, 3, 6, 2, 4, 1, 3, 5, 6   

c) 1, 6, 6, 6, 5, 2, 4, 1, 4, 5   

d) 3, 6, 2, 6, 2, 4, 1, 3, 4, 5   

e) 3, 5, 2, 5, 2, 4, 1, 3, 4, 3   

  

7.   Observe os períodos a seguir e escolha a alternativa correta em relação à ideia expressa, respectivamente, pelas conjunções ou locuções SEM QUE, POR MAIS QUE, COMO, CONQUANTO, PARA QUE.

 

1. Sem que respeites pai e mãe, não serás feliz.

2. Por mais que corresse, não chegou a tempo.

3. Como não tivesse certeza, preferiu não responder.

4. Conquanto a enchente lhe ameaçasse a vida, Gertrudes negou-se a abandonar a casa.

5. Mandamos colocar grades em todas as janelas para que as crianças tivessem mais segurança.

a) Condição, concessão, causa, concessão, finalidade.   

b) Concessão, causa, concessão, finalidade, condição.   

c) Causa, concessão, finalidade, condição, concessão.   

d) Condição, finalidade, condição, concessão, causa.   

e) Finalidade, condição, concessão, causa, concessão.   

  

8.   Para que os enunciados apresentados se reduzam a uma só frase, algumas adaptações e correções devem ser feitas. Assinale a opção que melhor os reestrutura - gramatical e estilisticamente, respeitando as sugestões dadas nos parênteses e as relações de sentido denotadas pelos próprios enunciados.

 

I. A família de Justino não pode contar mais com as inúmeras opções. (Oração concessiva)

II. Sua família já habituar-se com essas opções. (Oração adjetiva no passado)

III. Justino ser assaltado cinco vezes, (Oração subordinada temporal)

IV. Ocorrido o quinto assalto, "Justino não teve dúvidas". (A oração entre aspas é a principal)

V. Decisão de Justino: fechar a loja e mudar do Brás.

a)  Embora a família de Justino não pôde contar mais com as inúmeras opções com que já se habituara, ele não teve dúvidas de fechar a loja e mudar do Brás após ser assaltado pela quinta vez.   

b)  Ao ser assaltado pela quinta vez, Justino, apesar da sua família não contar mais com as inúmeras opções às quais já tinha se habituada, não teve dúvidas: fechou a loja e mudou do Brás.   

c)  Apesar de que sua família não pudesse contar mais com as inúmeras e habituais opções, Justino, quando foi assaltado cinco vezes, não teve dúvidas após a última: fechou a loja e mudou do Brás.   

d)  Ocorrido o quinto assalto, Justino, que foi assaltado quatro vezes antes, não teve dúvidas em fechar a loja e mudar-se do Brás, mesmo que sua família não contasse mais com as inúmeras opções em que tinha se habituado.   

e)  Embora sua família não pudesse contar mais com as inúmeras opções a que estava habituada, Justino, assim que foi assaltado pela quinta vez, não teve dúvidas: fechou a loja e mudou-se do Brás.   

  

9.   Para que os enunciados apresentados se reduzam a uma só frase, algumas adaptações e correções devem ser feitas. Assinale a opção que melhor os reestrutura - gramatical e estilisticamente, respeitando as sugestões dadas nos parênteses e as relações de sentido denotadas pelos próprios enunciados.

 

I. A riqueza é uma árvore fatal. (Oração principal)

II. Muitos gananciosos adormecem na sua sombra. (Oração adjetiva)

III. Eles também morrem na sua sombra. (Oração subordinada coordenada à anterior)

a)  A riqueza é uma árvore fatal onde muitos gananciosos adormecem e morrem na sua sombra.   

b)  Muitos gananciosos adormecem e morrem na sombra da riqueza; ela é uma árvore fatal.   

c)  A riqueza é uma arvore fatal a cuja sombra muitos gananciosos adormecem e morrem.   

d)  A riqueza, sob cuja sombra muitos gananciosos adormecem e na qual morrem, é uma árvore fatal.   

e)  A riqueza é uma árvore fatal em que muitos gananciosos adormecem na sua sombra e nela morrem.   

  

10.   Para que os enunciados apresentados se reduzam a uma só frase, algumas adaptações e correções devem ser feitas. Assinale a opção que melhor os reestrutura - gramatical e estilisticamente, respeitando as sugestões dadas nos parênteses e as relações de sentido denotadas pelos próprios enunciados.

 

I. A raposa lembra os despeitados. (Oração principal)

II. Atributo dos despeitados: fingem-se superiores a tudo.

III. A raposa desdenha das uvas. (Oração adjetiva)

IV. Causa do desdenho: não poder alcançar as uvas.

a)  Porque não pode alcançar as uvas de que ela desdenha, a raposa, fingindo-se superior a tudo, lembra os despeitados.   

b)  A raposa, desdenhando das uvas que não se podem alcançar, lembra os despeitados que se fingem superiores a tudo.   

c)  A raposa, que desdenha as uvas porque não pode alcançá-las, lembra os despeitados, que se fingem superiores a tudo.   

d)  Como não pode alcançar as uvas, a raposa que se finge superior a tudo e as desdenha, lembra os despeitados.   

e)  Fingindo-se superior a tudo, a raposa que desdenha das uvas porque não as pode alcançar, lembra os despeitados.   

 

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

                "A tevê, apesar de nos trazer uma imagem concreta, não fornece uma reprodução fiel da realidade. Uma reportagem de tevê, com transmissão direta, é o resultado de vários pontos de vista: 1) do realizador, que controla e seleciona as imagens num monitor; 2) do produtor, que poderá efetuar cortes arbitrários; 3) do 'cameraman', que seleciona os ângulos de filmagem; finalmente de todos aqueles capazes de intervir no processo da transmissão. Por outro lado, alternando sempre os 'closes' (apenas o rosto de um personagem no vídeo, por exemplo) com cenas reduzidas (a vista geral de uma multidão), a televisão não dá ao espectador a liberdade de escolher o essencial ou acidental, ou seja, aquilo que ele deseja ver em grandes ou pequenos planos. Dessa forma, o veículo impõe ao receptor a sua maneira especialíssima de ver o real."

(Muniz Sodré, A comunicação do grotesco)

 

 

 

11.   As orações "apesar do nos trazer uma imagem concreta" e "alternando sempre os 'closes' com cenas reduzidas", no texto, traduzem respectivamente a ideia de:

a) restrição e adição.   

b) concessão e causa.   

c) condição e tempo.   

d) adversidade e concessão.   

e) oposição e consequência.   

 

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

Leia a seguir alguns trechos do capítulo 36, da obra SÃO BERNARDO, de Graciliano Ramos, e responda às questões.

 

                "Foi aí que me surgiu a ideia esquisita de, com o auxílio de mais entendidas que eu, compor esta história. A ideia gorou, o que já declarei. Há cerca de quatro meses, porém, enquanto escrevia a certo sujeito de Minas, recusando um negócio confuso de porcos e gado zebu, ouvi um grito de coruja e sobressaltei-me."

                (...)

                De repente voltou-me a ideia de construir o livro. Assinei a carta ao homem dos porcos e, depois de vacilar um instante, porque nem sabia começar a tarefa, redigi um capítulo.

                Desde então procuro descascar fatos, aqui sentado à mesa da sala de jantar, fumando cachimbo e bebendo café, à hora em que os grilos cantam e a folhagem das laranjeiras se tinge de preto.

                (...)

                Anteontem e ontem, por exemplo, foram dias perdidos: Tentei de balde canalizar para termo razoável esta prosa que se derrama como a chuva da serra, e o que me apareceu foi um grande desgosto. Desgosto e a vaga compreensão de muitas coisas que sinto.

 

 

12.   Leia com atenção as afirmações a seguir.

 

I. Em "Há cerca de quatro meses...", se empregássemos o verbo HAVER por FAZER, teríamos: "Fazem cerca de quatro meses".

II. Em "fumando cachimbo e bebendo café", há paralelismo sintático e ambas as orações são subordinadas adverbiais temporais, reduzidas de gerúndio.

III. A oração "que me apareceu" é subordinada adjetiva, iniciada pejo conectivo "que", pronome relativo, cuja função sintática é sujeito.

 

Podemos considerar corretas as informações:

a) I e II apenas;   

b) II e III apenas;   

c) I e III apenas;   

d) todas;   

e) nenhuma.   

 

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

Segundo a crença popular do Nordeste, quando morrem anjinhos, ainda não acostumados com as coisas da vida e quase sem conhecer as coisas de Deus, é preciso que os seus olhos sejam mantidos abertos para que possam encontrar com mais facilidade o caminho do céu. Pois, com os olhos fechados, os anjinhos errariam cegamente pelo limbo, sem nunca encontrar a morada do Senhor.

(Sebastião Salgado)

 

 

 

13.   Assinale a alternativa correta.

a) A oração "que os seus olhos sejam mantidos abertos" é subordinada substantiva objetiva direta.   

b) No primeiro período há duas orações reduzidas, cuja função é caracterizar o sujeito da oração anterior, a qual é, por sua vez, subordinada adverbial temporal.   

c) A conjunção "pois" que inicia o segundo período dá ideia de conclusão.   

d) A terceira pessoa do plural de "sejam mantidos abertos" indica a indeterminação do sujeito.   

e) Quanto à predicação, o verbo "encontrar", da última oração, é transitivo direto e indireto.   

  

14.   I - Na oração

Eu considerava aquele homem meu amigo,

o predicado é verbo-nominal com predicativo do objeto.

 

II - No período

O jovem anseia que os mais velhos confiem nele, a oração subordinada é substantiva objetiva indireta, mas está faltando a preposição regida pelo verbo ansiar.

 

III - No período

A ser muito sincero, não sei como isto aconteceu, a oração subordinada é adverbial final reduzida de infinitivo.

 

Quanto às afirmações anteriores, assinale:

a) se apenas I está correta.   

b) se apenas II está correta.   

c) se apenas III está correta.   

d) se todas estão corretas.   

e) se todas estão incorretas.   

  

15.   Embora possa parecer incrível, nem todos os participantes da reunião compreenderam que o intuito do diretor, ainda que manifestado discretamente, era beneficiar todo o corpo docente da Escola.

 

Sobre o período anterior é correto afirmar que

a) contém 6 orações.   

b) é composto por coordenação e subordinação.   

c) apresenta 2 orações reduzidas.   

d) encerra 2 orações objetivas diretas.   

e) a primeira oração tem valor concessivo.   

 

 

Quase terminando...

1. (Escola de Marinha Mercante) No período: "Convém evitar sempre a injustiça", a oração subordinada é:
a) substantiva objetiva direta;
b) substantiva subjetiva;
c) substantiva objetiva indireta;
d) substantiva completiva nominal;
e) substantiva predicativa.

2. (Objetivo-SP) Classifique a oração destacada: "Sem estudar, você será reprovado".
a) oração reduzida de infinitivo, concessiva;
b) oração reduzida de infinitivo, conformativa;
c) oração reduzida de infinitivo, condicional;
d) oração subordinada causal;
e) oração subordinada temporal.

3. (UFRJ/UERJ/CEFET-RJ) "... únicas moradias erguidas no Rio para abrigar flagelados."
Substitua a oração reduzida de infinitivo do trecho acima por uma construção nominal.

 

4. (UM-SP) A- Sua palavra foi a primeira a perder o significado naquele agitado contexto.
B - Tenho necessidade de me apoiares nesta complicada situação.
C - Antes de repelir seus mestres, procure compreende-los.
Analisando os períodos A, B e C, concluímos que as frases neles destacadas são três orações reduzidas. Desdobrando-as, obteremos, respectivamente:
a) uma adjetiva, uma substantiva, uma adverbial;
b) uma adjetiva, uma adverbial, uma substantiva;
c) três adverbiais;
d) uma adjetiva, duas adverbiais;
e) uma adverbial, duas adjetivas.

5. (CESGRANRIO-RJ) Assinale a alternativa em que se altera o sentido da oração destacada em:
"Agindo indiscriminadamente sobre a maioria dos insetos..., (os inseticidas) produziram graves desequilíbrios biológicos."
a) Por agirem indiscriminadamente sobre a maioria dos insetos.
b) Como agissem indiscriminadamente sobre a maioria dos insetos.
c) Além de agirem indiscriminadamente sobre a maioria dos insetos.
d) Em razão de agirem indiscriminadamente sobre a maioria dos insetos.
e) Em virtude de agirem indiscriminadamente sobre a maioria dos insetos.

6. (UF S. Carlos-SP) Assinale a alternativa em que não há correspondência adequada entre a oração reduzida e a desenvolvida de cada par:
a) Contendo as despesas, o governo reduzirá a inflação. / Desde que contenha as despesas, o governo reduzirá a inflação.
b) "Abomina o espírito de fantasia, sendo dos que mais possuem." (Carlos Drummond de Andrade) / Abomina o espírito da fantasia, embora seja um dos que mais o possuem.
c) Equacionado o problema, a solução será mais fácil. / Depois que se equaciona o problema, a solução é mais fácil.
d) "Julgando inúteis as cautela, curvei-me à fatalidade." (Graciliano Ramos) / Como julguei inúteis as cautelas, curvei-me à fatalidade.
e) Tendo tantos amigos, não achou quem o apoiasse. / Quando tinha muitos amigos, não achou quem o apoiasse.

7. (PUC-SP) Leia com atenção:


"As nuvens são cabelos
crescendo como rios;
são os gestos brancos
da cantora muda."
Nessa estrofe de João Cabral de Melo Neto, há uma oração reduzida de gerúndio.

a) Identifique essa oração e classifique-a em relação à oração principal.

 


b) Reescreva essa oração, tornando-a desenvolvida.

 

8. (UM-SP) Assinale o período que contenha uma oração reduzida com valor de adjetivo.
a) O ônibus parou na rua transversal para assustar passageiros.
b) Correndo assustado, o menino foi chamar o guarda.
c) Os garotos vestindo camisetas velhas reclamavam apenas uma penca de bananas meio amassadas.
d) Faça das entranhas coração para obter, um dia, a rara felicidade dos humanos.
e) Moleques de carrinho dirigiam-se a várias direções, atropelando-se uns aos outros.

9. (UF-MG) A oração reduzida está corretamente desenvolvida em todas as alternativas, exceto em:
a) Mesmo correndo muito, não alcançarás o expresso da meia-noite.
Se correres muito, não alcançarás o expresso da meia-noite.
b) Assentando-te aqui, não verás os jogadores.
Se te assentares aqui, não verás os jogadores.
c) Estando ela de bom humor, a noite era das melhores.
Quando ela estava de bom humor, a noite era das melhores.
d) Chegando a seca, não se colheria um só fruto.
Quando chegasse a seca, não se colheria um só fruto.
e) No princípio, querendo impor-se, adotava atitudes postiças.
No princípio, porque queria impor-se, adotava atitudes postiças.

10. (Méd. Pouso Alegre - MG) Assinale o item em que há oração subordinada adverbial condicional reduzida de particípio.
a) Feita a partilha, o leão tomou a palavra.
b) Armado com tais provas, até eu o enfrentaria.
c) A tropa, acampada às margens do Iguaçu, foi surpreendida.
d) Ernestina estava certa de ser a escolhida.
e) Transposto o rio, seguimos viagem.

11. .   Leia os dois textos.

 

Texto 1

 

O livro de língua portuguesa 'Por uma Vida Melhor', adotado pelo Ministério da Educação (MEC), contém alguns erros gramaticais. "Nós pega o peixe" ou "os menino pega o peixe" são dois exemplos de erros. Na avaliação dos autores do livro, o uso da língua popular, ainda que contendo erros, é válido. Os escritores também ressaltam que, caso deixem a norma culta, os alunos podem sofrer "preconceito linguístico". A autora Heloisa Ramos justifica o conteúdo da obra. "O importante é chamar a atenção para o fato de que a ideia de correto e incorreto no uso da língua deve ser substituída pela ideia de uso da língua adequado e inadequado, dependendo da situação comunicativa."

 

(www.opiniaoenoticia.com.br. Adaptado.)

 

Texto 2

 

Ninguém de bom-senso discorda de que a expressão popular tem validade como forma de comunicação. Só que é preciso que se reconheça que a língua culta reúne infinitamente mais qualidades e valores. Ela é a única que consegue produzir e traduzir os pensamentos que circulam no mundo da filosofia, da literatura, das artes e das ciências. A linguagem popular a que alguns colegas meus se referem, por sua vez, não apresenta vocabulário nem tampouco estatura gramatical que permitam desenvolver ideias de maior complexidade - tão caras a uma sociedade que almeja evoluir. Por isso, é óbvio que não cabe às escolas ensiná-la.

 

(Evanildo Bechara. Veja, 01.06.2011. Adaptado.)

 

Assinale a alternativa correta acerca da relação entre linguagem popular e norma culta.

a) Os dois textos apresentam preocupação com a prática do preconceito linguístico sobre pessoas que se expressam fora dos padrões cultos da língua portuguesa.   

b) Os dois textos defendem ser possível expressar ideias filosóficas tanto em linguagem popular quanto seguindo os padrões da norma culta.   

c) Para Evanildo Bechara, não existem critérios que possam definir graus de superioridade ou inferioridade entre linguagem popular e norma culta.   

d) O texto 2 sugere que a norma culta é instrumento de dominação das elites burguesas sobre as classes populares.   

e) Para Evanildo Bechara, a norma culta é superior no que se refere à capacidade de expressão de ideias complexas no campo cultural.   

 

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

OS JOVENS E OS DILEMAS DA SEXUALIDADE

 

                Atualmente, os jovens estão iniciando a vida sexual mais cedo. A sexualidade tem sido discutida de forma mais "aberta", nos discursos pessoais, nos meios de comunicação, na literatura e artes. Entretanto, essa aparente "liberdade sexual" não torna as pessoas mais "livres", pois ainda há bastante repressão e preconceito sobre o assunto. Além disso, as regras de como devemos nos comportar sexualmente prevalecem em todos os discursos, o que se torna uma questão velada de repressão.

                O jovem do século XXI é visto como livre, bem informado, "antenado" com os acontecimentos, mas as pesquisas mostram que, quando o assunto é sexo, há muitas dúvidas e conflitos. Desde dúvidas específicas sobre questões biológicas, como as doenças sexualmente transmissíveis, até conflitos sobre os valores e as atitudes que devem tomar em determinadas situações.

                Apesar de iniciarem a vida sexual mais cedo, os jovens não têm informações e orientações suficientes. A mídia, salvo exceções, contribui para a desinformação sobre sexo e a deturpação de valores. A superbanalização de assuntos relacionados à sexualidade e das relações afetivas gera dúvidas e atitudes precipitadas. Isso pode levar muitos jovens a se relacionarem de forma conflituosa com os outros e também com a própria sexualidade.

                Enfim, hoje existe uma aparente liberdade sexual. Ao mesmo tempo em que as pessoas são, em comparação a anos anteriores, mais livres para fazer escolhas no campo afetivo e sexual, ainda há muita cobrança por parte da sociedade, e essa cobrança acaba sendo internalizada; assim, as pessoas acabam assumindo comportamentos e valores adotados pela maioria.

("www.faac.unesp.br"/pesquisa/nos/sexualidade, baseado nos estudos de Ana Cláudia Bertolozzi Maia. Adaptado.)

 

 

12.   Considerando os aspectos de concordância e de crase, assinale a alternativa correta.

a) Os jovens, da adolescência à vida adulta, muitas vezes se depara com conflitos referente à sua sexualidade.   

b) O mundo atual oferece muitas informações à seus jovens que, para falar em sexo, encontram bastante dúvidas.   

c) Dúvidas frequentes e conflito podem fazer com que o jovem não chegue à uma exata dimensão da sua sexualidade.   

d) Com informações à disposição, ainda existe dúvidas sobre sexo para o jovem moderno.   

e) Hoje, assiste-se a uma transformação dos valores relativos à sexualidade do jovem.   

 

 

 

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13

mar
2013

Proposta de Redação Terceirão

Olá, pessoal!

 

Leiam bem a proposta para não acontecerem acidentes de percurso... rsrsrsrs

 

Entregar na sexta-feira, dia 15/03, sem falta! Ah! Na folha de redação...

 

 REDAÇÃO

 

O sociólogo Octavio Ianni (1926-2004), em trecho reproduzido no texto 1 desta prova, afirma o seguinte: "A história dos povos está atravessada pela viagem, como realidade ou metáfora. Todas as formas de sociedade, compreendendo tribos e clãs, nações e nacionalidades, colônias e impérios, trabalham e retrabalham a viagem, seja como modo de descobrir o 'outro', seja como modo de descobrir o 'eu'''.

Produza um texto dissertativo-argumentativo - claro, coerente e bem fundamentado -, no qual você apresente um ponto de vista sobre uma história - do noticiário, da tradição oral, da História Geral ou de ficção (parte de um filme, romance, conto, crônica, etc.) - que tenha como foco uma viagem. Você deverá, em cerca de 25 linhas, apresentar a história - colocando seus referentes completos -, e analisá-la à luz da mencionada citação de Ianni.

A seleção de textos a seguir tem por objetivo ajudá-lo a desenvolver suas próprias ideias a respeito da questão abordada. Alguns desses textos podem ser reproduzidos, em parte, na sua produção textual - assim como os demais constantes desta prova -, mas em forma de DISCURSO INDIRETO ou PARÁFRASE, com as devidas fontes mencionadas na redação. Coloque um título em seu texto. NÃO ASSINE.

 

Texto 1

O que não é uma viagem? Por menos que se dê um sentido figurado a esse termo - e jamais pudemos deixar de fazê-lo - a viagem coincide com a vida, nem mais, nem menos: o que é esta, além de uma passagem do nascimento à morte? O deslocamento no espaço é o indício primeiro, o mais óbvio, da mudança; ora, quem diz, diz mudança. O relato também se alimenta da mudança; nesse sentido, viagem e relato aplicam-se mutuamente. A viagem no espaço simboliza a passagem do tempo, o deslocamento físico o faz para a mudança interior; tudo é viagem, mas trata-se de um tudo sem identidade. A viagem transcende todas as categorias, incluindo a da mudança, do mesmo e do outro, pois desde a mais remota Antiguidade são acumuladas viagens de descobrimento, explorações do desconhecido, e viagens de regresso, reapropriação do familiar: os argonautas são grandes viajantes, mas Ulisses também o é.

[...] podemos, com um pouco mais de probabilidade de êxito, tentar distinguir, no próprio interior desse magma imenso, vários tipos de viagem, ou talvez várias categorias que permitem caracterizar as viagens particulares. A oposição mais comum, e que se impõe primeiramente, é a dos planos espiritual e material, ou, se preferirmos, do interior e do exterior. Tomemos dois exemplos célebres de relatos medievais: a Viagem de ultramar, de Mandeville, e A busca do Santo Graal. O primeiro descreve duas viagens (compostas de elementos reais e imaginários; mas podemos deixar essa distinção de lado, por enquanto), na Terra Santa e no Extremo-Oriente, lugares onde o autor descobre, para grande prazer de seus leitores, todas as espécies de seres maravilhosos, e ainda por cima o próprio Paraíso terrestre! O segundo descreve as aventuras dos cavaleiros da Távola Redonda, da corte do rei Artur, que partem em busca de um objeto misterioso e sagrado, o Graal; mas pouco a pouco esses cavaleiros descobrem que a busca em que estão envolvidos é de natureza espiritual, e que o Graal é uma entidade impalpável; por isso só os mais puros, Galaad e Perceval, podem alcançá-lo [...].

 

Fragmento de artigo do filósofo Tzvetan Todorov, "Le voyage et son récit", publicado em: Les morales de l'histoire (TODOROV, 1995). Tradução de Lea Mara Valezi Staut - publicação original no volume 39 (1999) da Revista de Letras. Rev. Let., São Paulo, v.46, n.1, p.231-244, jan./jun. 2006.

 

Texto 2

Entre os inúmeros narradores anônimos, dois grupos se interpenetram de múltiplas maneiras. [...] Quando alguém faz uma viagem, então tem alguma coisa para contar, diz a voz do povo e imagina o narrador como alguém que vem de longe. Mas não é com menos prazer que se ouve aquele que, vivendo honestamente do seu trabalho, ficou em casa e conhece as histórias e tradições de sua terra. Se se quer presentificar esses dois grupos nos seus representantes arcaicos, então um está encarnado no lavrador sedentário e o outro no marinheiro mercante.

 

Fragmento retirado do texto "O narrador" (1936), de Walter Benjamin (1892-1940). In: Os pensadores, nº 8 - Textos escolhidos: Benjamin, Horkheimer, Adorno, Habermas. 2ª ed.Trad.: José Lino Grunnewald et al. São Paulo: Abril Cultural, 1983; p.58.

 

Texto 3

[...] O viajante vai sempre optar por não viver onde estiver morando. Para ele, não estar em casa significa estar mais em casa do que em qualquer outro local. A busca de um lugar passa pela recusa de ter um lugar. Para se encontrar, ele tem de ir embora e não morar em lugar nenhum. [...] Incapazes de levar uma vida sedentária numa cidade qualquer, eles estão sempre na estrada. [...] Viajar, aqui, não é uma forma de chegar a algum lugar, mas de deixar para trás tudo aquilo que torna a vida insuportável. Estar em movimento é uma espécie de estado de suspensão. [...]

 

Fragmento retirado do capítulo "O viajante", do livro Cenários em ruínas, de Nélson Brissac Peixoto. São Paulo: Brasiliense, 1987; p. 82-85.

 

Texto 4

Compreendemos, portanto, que as viagens sejam sempre experiências de estranhamento. E podemos mesmo observar que está, talvez, neste efeito de distanciamento, no sentimento de dépaysement (termo forjado com tanta felicidade pela língua francesa, cuja significação se aproximaria do nosso termo "desterro", se tomássemos num registro exclusivamente psicológico e simbólico) que, de um modo ou de outro, sempre envolve o viajante (que não se mostra inabalavelmente frívolo), o seu núcleo essencial e sua expressão mais íntima.

 

Fragmento do artigo "O olhar do viajante", de Sérgio Cardoso. In: NOVAES, Adauto. O olhar. São Paulo: Companhia das Letras, 1988, p.359.

  

 

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1

mar
2013

Proposta de Redação 3 EM

Caríssimos!

 

Eis a proposta para nossa produção Textual! Reflitam e mãos à obra!

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REDAÇÃO 3 EM

 

Sírio Possenti afirma, em Os humores da língua (Campinas: Mercado das Letras, 1988. p. 25-26), que piadas são "um tipo de material altamente interessante" para estudo, porque [1] "praticamente só há piadas sobre temas que são socialmente controversos" (sexo, política, racismo, crenças, escola, loucura, morte, desgraças, deficiências físicas, etc.), [2] "piadas operam fortemente com estereótipos" (judeu avarento, português estúpido, gaúcho enrustido, marido traído, esposa infiel, mineiro esperto, loura burra, etc.), [3] "piadas são quase sempre veículo de um discurso proibido, subterrâneo, não oficial" (casamentos por interesse, governos corruptos, professores incompetentes, religiosos sem vocação etc.). Assim sendo, com frequência, episódios relacionados ao humor causam constrangimento quando vêm a público, via internet, TV, jornais impressos e outras mídias.

 

Escreva um texto dissertativo-argumentativo, posicionando-se quanto à questão: O humor pode ter total liberdade ou deve ter limites éticos ou morais? Inclua, em sua argumentação, pelo menos uma piada que possa ser tomada como exemplo para o ponto de vista desenvolvido.

 

O texto deverá ser entregue na folha de redação oficial.

 

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8

out
2012

Tarefa para Terceirão - Sintaxe

Pessoal, Atividades serão corrigidas amanhã. 09/10.

 

01) EMM - Há predicado verbo-nominal em:

a) Ela descansava em casa.
b) Todos cumpriram o juramento.
c) Ele vinha preocupado.
d) Ele está abatido.
e) Ela marchava alegremente.

02) EMM - Em "Sacou da arma", a função sintática do termo sublinhado é:

a) objeto direto preposicionado;
b) objeto indireto;
c) adjunto adverbial de meio;
d) objeto direto;
e) complemento nominal.

03) Colégio Naval - "(...) o guri curioso que eu era (...)". O termo sublinhado, na passagem acima, apresenta a função sintática de:

a) sujeito;
b) objeto direto;
c) pronome relativo;
d) predicativo do sujeito;
e) adjunto adverbial de intensidade.

04) EPCAR - Em relação à palavra "se", utilize a chave a seguir para classificá-la corretamente e aponte a resposta encontrada.

1) Pronome Apassivador
2) Objeto Indireto
3) Objeto Direto
4) Conjunção subordinativa condicional
5) Conjunção subordinativa integrante
6) Índice de indeterminação do Sujeito

( ) Os bandidos deram-se as costas e atiraram.
( ) Só trabalho se me pagarem bem.
( ) Nesta rua dorme-se tranqüilo.
( ) Nada se fez para encontrá-lo.
( ) As irmãs se abraçaram felizes.
( ) Veja, por favor, se ela já chegou.

a) 2 - 4 - 1 - 5 - 6 - 3;
b) 3 - 4 - 6 - 1 - 2 - 5;
c) 2 - 4 - 6 - 1 - 3 - 5;
d) 3 - 2 - 6 - 4 - 5 - 1;
e) 6 - 2 - 4 - 5 - 1 - 3.

05) ESPCEX - Quantos são os objetos diretos dos três períodos juntos?

a) "Rubião esqueceu a sala, esqueceu a mulher, esqueceu até a si."
b) Não devias consentir em tais loucuras nem comer do mesmo pão.
c) Faleceu João, a quem muito estimávamos.

Resposta: a) __________ b) __________ c) __________

06) ESPCEX - Assinale as afirmações verdadeiras sobre a oração "Precisa-se de muitos operários especializados."

1 Oração sem sujeito.
2 Oração de sujeito indeterminado.
4 Oração absoluta.
8 Oração de verbo intransitivo direto.
16 O se é pronome apassivador.
32 O se é índice de indeterminação do sujeito.
64 O predicado da oração é verbal.

Na frente de cada linha existe um número. Some os números correspondente às linhas nas quais você assinalou afirmações verdadeiras.

Resposta: __________

07) Colégio Naval - Assinale a oração que não possui sujeito:

a) A noite caiu repentinamente sobre a cidade.
b) Nesse mês, vai fazer um ano da sua partida.
c) Choveram tomates sobre o orador.
d) O dia amanheceu bastante límpido.
e) Não havia existido ninguém com tantas qualidades.

08) Escola Naval - Observe a seguinte frase atribuída a José de Alencar: "Ficaram-lheas mãos ensangüentadas." - A palavra grifada terá a seguinte função sintática:

a) objeto indireto;
b) complemento nominal;
c) predicativo do sujeito;
d) predicativo do objeto direto;
e) adjunto adnominal.

09) Colégio Naval - Perdoai esta logomaquia; o estilo ressente-se da exaltação da minha alma. Achei um homem. Se aquele cínico Diógenes pode ouvir, do lugar onde está, as vozes cá de cima, deve cobrir-se de vergonha e tristeza; achei um homem. Em "(...) deve cobrir-se de vergonha", podemos afirmar que o sujeito:

a) É "aquele cínico Diógenes" (simples)
b) É indeterminado;
c) É "vergonha e tristeza" (composto e posposto ao verbo);
d) Trata-se de uma oração sem sujeito;
e) Está na oração principal do período.

10) EMM - Na oração "Ele se julga feliz", a função sintática dos termos sublinhados é:

a) Objeto direto - adjunto adverbial de modo.
b) Objeto indireto - objeto direto.
c) Pronome reflexivo - predicativo.
d) Objeto direto - predicativo.
e) Sem função - objeto direto.

11) EMM - A única oração com sujeito simples é:

a) Existem algumas dúvidas.
b) Compraram-se livros e cadernos.
c) Precisa-se de ajuda.
d) Faz muito frio.
e) Há alguns problemas.

12) Colégio Naval - Assinale a opção em que o termo grifado seja objeto direto interno ou cognato:

a) "(...) sonhei coisas (...)"
b) "(...) apenas ia vivendo devagar a vida lenta dos mares do Brasil"
c) "(...) pois ainda há um Brasil bom (...)"
d) '(...) que poderia trocar por roscas amanteigadas (...)"
e) "(...) é capaz de haver mulher também (...)"

13) ITA

"Foi solto no gramado e a tela fina de arame é escarmento ao rei dos animais. Não mais que um caco de leão (...)"
"(...) sobre o focinho contei nove ou dez moscas, que ele não tinha ânimo de espantar."
"Um dos presentes explica que o bicho tem as pernas entrevadas, (...)"
"Um de nós protesta que deviam servir-lhe a carne em pedacinhos."

Dos conectivos grifados nos fragmentos acima, somente um acumula em si os papéis de ligar orações e desempenhar uma função sintática (núcleo) na estrutura da oração introduzida.
Assinale a opção que o contiver:

a) "(...) e a tela fina de arame é escarmento ao rei dos animais."
b) "(...) não mais que um caco de leão."
c) "(...) que ele não tinha ânimo de espantar."
d) "(...) que o bicho tem as pernas entrevadas,"
e) "(...) que deviam servir-lhe a carne em pedacinhos."

14) ESPCEX - No período:

"A alma do carpinteiro não pode ser mais bruta que a madeira." As funções dos termos grifados são, pela ordem:

a) predicativo do sujeito - sujeito;
b) predicativo do sujeito - objeto direto;
c) adjunto adverbial - sujeito;
d) objeto direto - predicativo do sujeito.

15) EPCAR - O termo sublinhado exerce a função de objeto indireto, exceto em:

a) Lembrei-lhe a data de aniversário de sua mãe.
b) Perdi a cabeça durante a discussão e dei-lhe na cara.
c) Devido a problemas de saúde, proibiram-lhe que fumasse.
d) Incumbiram-lhe que entregasse a encomenda.
e) Com certeza, pagou-lhe com bastante atraso.

16) ESPCEX - Na oração:

"De que, mulher, você ainda tem dúvida?",
As funções dos termos grifados são, pela ordem:
a) complemento nominal - aposto - objeto direto;
b) objeto indireto - sujeito - objeto direto;
c) objeto indireto - vocativo - predicativo do sujeito;
d) complemento nominal - vocativo - objeto direto.

17) Magistério Estadual - RJ

"a valer tanto quanto a primeira natureza que, no indivíduo, em não mais havendo, não se sabe como ora seria"
"e isso parece claramente espelhar-se na forma por que, na modernidade, a linguagem oficial se vem alterando"

As orações subordinadas em destaque exercem, respectivamente, as funções sintáticas de:

a) sujeito / adjunto adnominal;
b) sujeito / adjunto adverbial de causa;
c) objeto direto / adjunto adverbial de causa;
d) adjunto adverbial de modo / adjunto adnominal;
e) adjunto adverbial de modo / adjunto adverbial de causa.

18) ESPCEX - Uma oração de predicado verbo-nominal está exemplificada em:

a) Nesta casa, só se aceitam pessoas educadas.
b) Os viajantes chegaram cedo ao destino.
c) Estava irritado com as brincadeiras.
d) Compareceram todos atrasados à reunião.

19) ESPCEX - "(...) Se algum dia fosse poeta e quisesse compor um poema nacional, pediria a Deus que me fizesse esquecer por um momento as minhas idéias de homem civilizado. Filho da Natureza embrenhar-me-ia por essas matas seculares; contemplaria as maravilhas de Deus; veria o sol erguer-se no mar de ouro... Ouviria o murmúrio das ondas e o eco profundo e solene das florestas. E, se tudo isto não me inspirasse uma poesia nova, quebraria a minha
pena com desespero, mas não a mancharia numa poesia menos digna do meu belo e nobre país."

(ALENCAR, José de. Crítica à Confederação dos Tamoios. Rio de Janeiro, Aguillar, 1965)

Assinale o termo que não representa a mesma função sintática dos demais.

a) "me"
b) "o sol" Solução:
c) "tudo isso"
d) "poeta"

20) ESFAO - "A idéia da decadência do livro e da palavra impressa formou-se em grande parte em conseqüência do êxito da imagem e dos meios de comunicação que se servem da imagem: o cinema, a televisão, a publicidade, os sistemas de sinalização, etc."

A partícula se é, respectivamente:

1) partícula apassivadora - objeto indireto reflexivo;
2) objeto direto reflexivo - sujeito;
3) partícula apassivadora - objeto direto reflexivo;
4) objeto indireto reflexivo - índice de indeterminação do sujeito;
5) índice de indeterminação do sujeito - partícula apassivadora.

21) AFA - Este é o longo discurso que se vai pronunciar na Ordem dos Economistas.

Na oração sublinhada analisam-se a voz, o sujeito, o agente e o paciente, respectivamente como:

a) reflexiva, que, que, que;
b) ativa, indeterminado, indeterminado, que;
c) passiva sintética, que, indeterminado, que;
d) passiva sintética, indeterminado, indeterminado, que.

22) AFA - "Que me conste, ainda ninguém relatou o seu próprio delírio; faça-o eu, e a ciência mo agradecerá. Se o leitor não é dado à contemplação destes fenômenos mentais, pode saltar o capítulo; vá direto à narração."

(Machado de Assis. Memórias Póstumas de Brás Cubas)

A declaração verdadeira a respeito dos elementos do texto está na alternativa:
a) Em "é dado", a voz passiva e o agente, indeterminado.
b) Em "mo", o "o" é pronome pessoal oblíquo com função de objeto direto.
c) O vocábulo "direto" assumiria a forma feminina, se o referente fosse "leitora".
d) Em "é dado", o verbo "ser" é de ligação, e "dado" é um adjetivo com função de predicativo.

23) AFA

Gigante pela própria natureza.
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

- Brasil de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- Paz no futuro e glória no passado!

Os sujeitos de espelha (3ª), fulguras (6ª) e seja (9ª) são, respectivamente:

a) grandeza, tu, lábaro;
b) futuro, Brasil, Brasil;
c) Brasil, indeterminado, você;
d) futuro, florão da América, Brasil.

24) Universidade Gama Filho - Qual a expressão grifada que não funciona como sujeito:

a) "Estaria Arnaldo naquele instante dilacerado pelos estrepes (...)?";
b) "estrepes sobre que talvez o arremessara a queda desastrada";
c) "Flor invocara a intercessão daquele que para ela tudo podia na terra";
d) "Digo-lhe eu, Arnaldo Louredo que nunca menti a homem";
e) "o movimento de generosa simpatia e fraternidade que despertara em sua alma a tristeza do boi vencido".

25) EFOMM - Estabeleça correspondência da coluna direita com a esquerda e, em seguida, assinale a opção correta quanto à palavra se:

1)Come-se bem naquele restaurante
( ) pronome apassivador

2)Foi-se embora
( ) indeterminação do sujeito

3)Ele não se deu descanso
( ) partícula expletiva

4)Levantou-se e saiu
( ) objeto direto

5)Cumpra-se o regulamento.
( ) objeto indireto

a) 5 - 1 - 4 - 3 - 2;
b) 2 - 5 - 4 - 3 - 1;
c) 3 - 2 - 1 - 5 - 4;
d) 5 - 1 - 2 - 4 - 3;
e) 4 - 5 - 3 - 2 - 1.

26) Magistério - RJ - Faz-se erroneamente a classificação sintática do pronome relativo, na opção:

a) "Mas eu não sei o que sou (...)" (predicativo)
b) "O abismo que há entre o espírito e o coração." (objeto direto)
c) "O caderno que você desejava que eu trouxesse é caro." (objeto direto)
d) "O peão acabara de selar o cavalo, que puxara para fora da ramada." (objeto direto)
e) "Esclareceu que adiava a aquisição de uma chaleira de que andava muito necessitado" (objeto indireto)

27) Magistério - RJ - "criadas que se dão pressa em responder às visitas que a senhora saiu"
A alternativa em que o se tem o mesmo valor sintático do exemplo acima é:

a) "tema que se propôs elucidar"
b) "Vêem-se ombros frágeis, quase de vidro"
c) "desde que nelas não seja obrigado a se sentar"
d) "O taberneiro se arrependeu de sua falta de sagacidade"
e) "O céu estava azul, a paisagem estendia-se imensa e tranqüila"

28) Magistério - RJ - Há objeto direto e indireto na opção:

a) "Há de no-la contar logo"
b) "mas não me satisfazem os informes da História"
c) "Nenhum de nós se importaria muito com a verdade"
d) "A mocidade precisa transviar-se de alguma maneira"
e) "Até os colegas perdiam a paciência com as suas dúvidas.

29) Catanduva - "O medíocre se deu ares de campeão." O pronome se, nesta oração, é:

a) pronome apassivador;
b) expletivo;
c) pronome indeterminador do sujeito;
d) objeto direto;
e) objeto indireto.

30) PUC - Assinale a opção na qual o pronome relativo que não exerce a função de objeto direto:

a) "Aquele boi que ele tinha ao arção da sela"
b) "era o prazer que D. Flor ia ter vendo o valente barbatão marcado com o seu ferro"
c) "era finalmente a satisfação do velho capitão-mor, que se encheria de orgulho"
d) "o movimento de generosa simpatia e fraternidade que despertara em sua alma a tristeza do boi vencido"
e) "Apeou-se e tirou um ferro de marca, da maleta de couro, que trazia à garupa"

31) EFOMM - Assinale a opção em que a expressão grifada tem a função de complemento nominal:

a) A curiosidade do homem incentiva-o à pesquisa.
b) O receio de errar dificulta o aprendizado das línguas.
c) O respeito ao próximo é dever de todos.
d) A cidade de Paris merece ser conhecida por todos.
e) O coitado do velho mendigava pela cidade.

32) ESPCEX - Assinale a alternativa que contém erro de análise sintática.

a) Em "A mãe adorava aos filhos", a expressão "aos filhos" é objeto indireto.
b) A frase "compram-se casas" está na voz passiva.
c) Na oração "Tolos, já não os há", "os" é objeto direto pleonástico.
d) Em "Correr é bom para a saúde", "bom" é predicativo do sujeito.
Resposta: __________

33) AMAN - "O bom funcionário não soube resolvê-la, ninguém na repartição o soube."
Quanto aos pronomes deste período, para sermos exatos e completos, devemos afirmar que:


a) todos estão empregados como objetos diretos;

b) um é objeto direto; outro, indireto, ambos oblíquos;
c) um é sujeito; os outros, objetos diretos;
d) um é sujeito; o outro, objeto direto;
e) os três são objetos diretos dos verbos saber e resolver.

34) BANESPA - Assinale a alternativa em que o termo grifado é complemento nominal:

a) A enchente alagou a cidade.
b) Precisamos de mais informações.
c) A resposta ao aluno não foi convincente.
d) O professor não quis responder ao aluno.
e) Muitos caminhos foram abertos pelos bandeirantes.

35) FASP - "Uma lagartixa passou correndo à sua frente e sumiu-se por entre as macegas." A palavra se é:

a) pronome reflexivo e objeto direto;
b) pronome reflexivo recíproco e objeto direto;
c) partícula de realce - sem função sintática;
d) pronome pessoal oblíquo e objeto direto.

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