Portal da Educao Adventista

*Profª Ritíssima *

16

jan
2013

Os 10 livros brasileiros mais lidos

Conforme a rede  social Skoob

1 - Dom casmurro, de Machado de Assis [Leram: 17.746]
2 - Memórias Póstumas de Bras Cubas, de Machado de Assis [Leram: 11.233]
3 - O cortiço, de Aloísio de Azevedo [Leram: 9.371]
4 - Vidas secas, de Gracilianos Ramos [Leram: 8.680]
5 - O alquimista, de Paulo Coelho [Leram: 8.491]
6 - A droga da obediência, de Pedro Bandeira [Leram: 8.414]
7 - A hora da estrela, de Clarice Lispector [Leram: 7.806]
8 - Iracema, de José de Alencar [Leram: 7.707]
9 - Senhora, de José de Alencar [Leram: 7.308]
10 - Capitães de areia, de Jorge Amado [Leram: 6.943]

 

comentários[0]

16

jan
2013

Os cem livros mais vendidos nos sebos

Sebo é o nome popular dado a livrarias que compram, vendem e trocam livros usados.O preço dos livros vendidos em sebos ou alfarrabistas são geralmente mais baixos, com exceção de livros raros, autografados, primeiras edições, os que levam encadernações de luxo, que podem ter um custo maior por seu valor histórico. Estas lojas de livros usados costumam ser bastante freqüentadas por curiosos, estudiosos e colecionadores.

O objetivo de preservar o planeta, poluindo o mínimo possível, passa pela importância de reciclar os livros através dos sebos, ou seja, o sebo é uma empresa ecologicamente correta.

Os sebos também têm o grande mérito de disponibilizarem uma oferta muito mais ampla de autores do que as livrarias tradicionais, que estão cada vez mais restritas aos últimos lançamentos e aos best-sellers.

Segundo informações da Estante Virtual, esses são os 100 livros mais vendidos nos sebos:

(Só uma observação: Comer, rezar, amar aparece duas vezes na lista. )

Citar:

1º Graciliano Ramos - Vidas Secas
2º Pedro Bandeira - A Droga da Obediência
3º Marilena Chaui - Convite À Filosofia
4º Laurentino Gomes - 1822 Laurentino Gomes
5º Clarice Lispector - A Hora da Estrela
6º Gabriel García Márquez - Cem Anos de Solidão
7º Sérgio Buarque de Holanda - Raizes do Brasil
8º Pedro Bandeira - A Marca de uma Lágrima
9º George Orwell - A Revolucao dos Bichos
10º Dale Carnegie - Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas
11º Antonio Callado - Quarup
12º Jorge Amado - Capitaes da Areia
13º Elizabeth Gilbert - Comer Rezar Amar
14º Clarice Lispector - Laços de Família
15º José Saramago - Ensaio Sobre a Cegueira
16º Visconde de Taunay - Inocencia
17º Aldous Huxley - Admiravel Mundo Novo
18º Jauss / Iser / Stierle / Gumbrecht - A Literatura e o Leitor
19º Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil
20º Nelson Rodrigues - Anjo Negro
21º William Shakespeare - Sonho de Uma Noite de Verão
22º Mario de Andrade - Macunaíma
23º Paulo Freire - Pedagogia da autonomia
24º Francisco Ferreira dos Santos Azevedo - Dicionário Analógico da Língua Portuguesa
25º Elizabeth Gilbert - Comer, Rezar, Amar
26º Dias Gomes - O Pagador de Promessas
27º João Guimarães Rosa - Primeiras Estórias
28º Max Weber - A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo
29º Jostein Gaarder - O Mundo de Sofia
30º José Saramago - O Evangelho Segundo Jesus Cristo
31º William P. Young - A Cabana
32º Mikhail Bakhtin - Marxismo e Filosofia da Linguagem
33º Cecília Meireles - Ou Isto Ou Aquilo
34º Judith Viorst - Perdas Necessarias
35º Stephen Hawking - O Universo numa Casca de Noz
36º Malba Tahan - O Homem Que Calculava
37º Antonio Candido - Literatura e Sociedade
38º José de Alencar - Iracema
39º Clarissa Pinkola Estés - Mulheres Que Correm Com os Lobos
40º Marietta Whittlesey - Sal Assassino
41º Maria Lucia de Arruda Aranha - Filosofia da Educação
42º Manuel Bandeira - Estrela da Vida Inteira
43º Clarice Lispector - Felicidade Clandestina
44º Roberto Mangabeira Unger - O Direito e o Futuro da Democracia
45º Markus Zusak - A Menina Que Roubava Livros
46º Maurice Druon - O Menino do Dedo Verde
47º Dyonelio Machado - Os Ratos
48º Pedro Bandeira - A Droga do Amor
49º Antoine Compagnon - O Demônio da Teoria Literatura e Senso Comum
50º Platão - A Republica

51º Francisco Cândido Xavier - Nosso Lar
52º Bojunga Lygia - A Casa da Madrinha
53º Franz Kafka - A Metamorfose
54º Pedro Lenza - Direito Constitucional Esquematizado
55º Umberto Eco - Como Se Faz uma Tese
56º Eduardo Galeano - As Veias Abertas da America Latina
57º Pedro Bandeira - Pântano de Sangue
58º Moacyr Scliar - O Imaginário Cotidiano
59º Graciliano Ramos - São Bernardo
60º Clarice Lispector - Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres
61º Sun Tzu - A Arte da Guerra
62º Umberto Eco - O Nome da Rosa
63º Paulo Freire - Pedagogia do Oprimido
64º Karl Marx - O Capital Abril Vol 1 Tomo 1 Economistas
65º Milton Hatoum - Dois Irmãos
66º Frank Herbert - Duna
67º Albert Camus - O Estrangeiro
68º Paulo Freire - Educação Como Prática da Liberdade
69º Roland Barthes - Fragmentos de um Discurso Amoroso
70º Truman Capote - A Sangue Frio
71º Cipriano Carlos Luckesi - Filosofia da Educação
72º Jane Austen - Orgulho e Preconceito
73º Apostilas Exemplo - Volume II Caderno de Exercícios de Jornalismo para Concursos
74º Oxford - Dicionario Oxford Escolar Ingport/ Porting.
75º Fustel de Coulanges - A Cidade Antiga
76º Edgard Armond - Os Exilados da Capela
77º J. D. Salinger - O apanhador no campo de centeio
78º Rubem Fonseca - Feliz Ano Novo
79º Luis Fernando Verissimo - Comédias para Se Ler na Escola
80º Erico Verissimo - Olhai os lírios do campo
81º Carlo Ginzburg - O Queijo e os Vermes
82º Suzanne Collins - Jogos Vorazes
83º Boris Fausto - História do Brasil
84º Leandro Narloch - Guia politicamente incorreto da História do Brasil
85º Sidney Sheldon - O Reverso da Medalha
86º Machado de Assis - Dom Casmurro
87º José Carlos Libâneo - Didática
88º Mário de Andrade - Contos Novos
89º Dalmo de Abreu Dallari - Elementos de Teoria Geral do Estado
90º Karel Kosik - Dialetica do Concreto
91º Myriam Campello - Como Esquecer Anotações Quase Inglesas
92º José Maviael Monteiro - Os Barcos de Papel
93º Nicholas Sparks - Querido John
94º Caio Prado Junior - Formaçao do Brasil Contemporaneo
95º Reinhart Koselleck - Futuro Passado: Contribuição À Semântica dos Tempos Históricos
96º Lygia Bojunga - A Bolsa Amarela
97º Padre Marcelo Rossi - Ágape
98º Ricardo Azevedo - O leão da noite estrelada
99º Marcelo Rubens Paiva - Feliz Ano Velho
100º Carlos Drummond De Andrade - Contos de Aprendiz

 

comentários[0]

16

jan
2013

Os livros mais lidos do mundo

Para aqueles, que como eu, amam ler, uma breve curiosidade!

 

Os livros mais lidos no mundo

 

1 - Crime e Castigo,de Dostoiévski

O romance que marca dez entre dez adolescentes.Publicado em 1866, conta a história de Raskolnikof,um sujeito atormentado que decide matar uma mulher, é surpreendido pelo acaso,tem de cometer outro crime e passa a viver torturado pela culpa.Todos os conflitos do ser humano estão sintetizados nos pensamentos dessa figura que se
espreita sinistramente por São Petersburgo.Qual o limite da racionalização de um indivíduo?Até onde sua justificativa conceitual pode permitir um comportamento socialmente condenado?Depois deste livro,você nunca mais vai ter uma resposta definitiva para essas dúvidas.

 

2 - Dom Quixote,de Miguel de Cervantes

O pai de todos os romances.Dom Quixote leu demais as histórias heróicas de cavaleiros que enfrentavam tudo e todos em nome de uma paixão transcendental e decide se tornar um deles.Apanha no livro inteiro.Sempre acompanhado de seu leal e quase sádico Sancho Pança,enfrenta moinhos imaginários em uma Europa que já não existe. Publicado em duas partes,em 1605 e 1615,o livro estabeleceu um padrão de narrativa distanciada,não raro irônica,que todos os grandes romances seguiriam depois.Mas,deturpado de seu sentido original,ainda é visto como uma história de triunfo ou antitriunfo.Não:é uma conversa que está dentro de cada um de nós.

 

3 - A Comédia,de Dante Alighieri

Assim como Dom Quixote ,trata-se de uma sátira que os resumos convencionais costumam não acentuar.Mais tarde chamada de A Divina Comédia ,o livro escrito entre 1306 e 1321 por Dante é uma espécie de vingança contra sua cidade,Florença,cujos habitantes são distribuídos pelo inferno e purgatório; apenas alguns merecem o paraíso,
especialmente a amada Beatriz e o guia do narrador,Virgílio,o autor de A Eneida .Normalmente exaltado por seu imaginário rico em precisão e sentimentos,o longo poema toscano também é inigualável em sua capacidade de unir o coloquial e o sofisticado,atingindo uma unidade complexa que raríssimos tradutores captam.

 

4 - Hamlet,de William Shakespeare

Quase tudo que Shakespeare (1564-1616)escreveu merece ser lido. Nenhum autor traduziu como ele as angústias do homem de qualquer época, confrontado entre a palavra e a justiça.Das peças mais famosas, Hamlet (1600 ou 1601) acaba sendo a escolhida por ser a mais filosófica, quase sem ação,sustentada em monólogos inesquecíveis.Mais enxuta que Rei Lear e mais regular que Macbeth, contém toda a ambigüidade da própria condição humana.Com provas tão fracas como o fantasma do pai que lhe aparece,Hamlet parte para se vingar do tio e,sobretudo,da mãe,contando com a falta de tato de sua amada Ofélia.E,ao contrário do que ocorre nas peças gregas,não há equilíbrio a restabelecer no final: apenas a imperfeição de qualquer verdade proferida pelo homem.

 

- A Morte de Ivan Ilitch,de León Tolstói

Tolstói escreveu Guerra e Paz (1865-69)e Anna Karenina (1875-77),a maior história de guerra e a maior história de amor que o leitor já conheceu. Mas entre nesse mundo exclusivíssimo com A Morte de Ivan Ilitch ,um personagem que ninguém construiu igual no mesmo número de páginas. O pensamento de Tolstói,moralista,grandiloqüente,é de difícil assimilação pelo leitor moderno,mas a descrição do carreirista sem caráter Pedro Ivanovitch se faz nas dez páginas iniciais,nas quais nada,nenhum detalhe, é redundante.Em sua sede de aceitação social,incapaz de ter opinião própria,Ivanovitch leva uma vida covarde e representa o homem no que tem ao mesmo tempo de mais mesquinho e presunçoso:a crença de que não vai morrer.Sua vida é a própria morte.

 

6 - As Viagens de Gulliver,de Jonathan Swift

Nenhum escritor teve tão poucas papas na língua para descrever a pobreza moral humana do que Jonathan Swift. Ensaísta e panfletário brilhante,ele publica As Viagens de Gulliver em 1726 com a intenção de "envergonhar o mundo, mais do que diverti-lo".E,divertindo-o como poucos, ele põe a nu as pretensões humanas nas viagens de Gulliver a Liliput, Brobdingnag,Laputa e Glubdubdrib,com seus seres vaidosos, imediatistas,bitolados e falsos, sintetizados finalmente nos Yahoos, sujos e degredados e estranhamente semelhantes aos homens. Swift fundou a prosa inglesa moderna e seu livro é a demonstração de que o orgulho humano não é tão racional.

 

7 - A Odisséia,de Homero

Não há que escolher entre A Ilíada e A Odisséia :os dois livros devem ser lidos.primeiro é o maior poema sobre uma guerra,ao mesmo tempo épico e detalhista,um prodígio de fluência narrativa e invenção melódica. A Odisséia é uma multiplicação ainda maior de histórias dentro da mesma história,a grande viagem de retorno de Ulisses (Odisseu)para sua terra,interceptada por seres fascinantes e lugares surpreendentes,que testam a grande virtude do navegador:sua capacidade de não perder o bom senso no pico das crises,de não ser sugado pelo abismo dos sentidos e dos desejos.Se houvesse um só livro para ler,e esse livro fosse A Odisséia ,não poderíamos reclamar da literatura.

 

8 - Ulisses,de James Joyce

James Joyce era um sujeito tão excêntrico,tão excêntrico,que um dia teve uma idéia tão ambiciosa quanto óbvia:adaptar A Odisséia para nossa pobre vida cotidiana,sem heroísmos e mitologias,sem destinos grandiosos ou mesmo qualquer destino.E em 1992 ele publicou Ulisses, um relato que comprime em 24 horas de um perambular por Dublin os dez longos e atribulados anos que o Ulisses homérico gastou para voltar a Ítaca.Numa linguagem repleta de inovações,trocadilhos e cortes, perturbadoramente descontínua,entramos na cabeça de Stephen Dedalus, Leopold Bloom e Molly Bloom,três irlandeses aparentemente comuns. E de repente nos sentimos num mundo tão deslocado quanto o de Homero, como se o familiar e o estranho fossem um só.

 

9 - Em Busca do Tempo Perdido,de Marcel Proust

Publicado entre 1913 e 1927 em sete volumes,este é o maior romance do século, tanto no tamanho como na complexidade.Dezenas de personagens se cruzam em histórias de amor,ciúme e inveja,na França da Belle Époque,e a narrativa vai passando do detalhe ao painel e do painel ao detalhe sem fazer projeções definidas,num constante reajuste de tudo aquilo que nunca será perfeitamente ajustado.A grandeza do romance de Proust pode ser entendida na seguinte equação:há centenas de cenas e figuras memoráveis,mas,tal como um poema,não se pode resumir a história sem prejuízo dela mesma,tal o feitio das frases, modulação das vozes,a inteligência do texto.O micro e o macro nunca se relacionaram assim antes.

 

10 - As Flores do Mal,de Charles Baudelaire

A poesia francesa e mundial,a arte e a própria vida nunca mais foram as mesmas depois que Charles Baudelaire escreveu As Flores do Mal, em 1857.Acusada de blasfêmia e obscenidade,a reunião de poemas sobre o tédio e a hipocrisia da vida humana é menos agressiva do que pode parecer.O segredo de Baudelaire,que lhe permitiu se apropriar do passado e preparar o futuro da literatura,foi juntar a eloqüência clássica com as dissonâncias e imprecisões que seriam marcas da modernidade. Numa mesma estrofe,ele vai do sussurro ao grito,do doce ao amargo,e cria uma experiência vital.Baudelaire também foi grande crítico de música e pintura,derrubando o mito de que o crítico é um criador frustrado.

 

11 - Ilusões Perdidas,de Honoré de Balzac


Personagens tão reais quanto coisas,suas relações com dinheiro,amor e status, a busca pela glória,o choque das gerações,a inveja e o ciúme - todos os sentimentos humanos são recriados por Balzac (1799-1850) neste romance inesquecível.Respire fundo antes de entrar;é aos poucos que Balzac vai acumulando cenas e observações que vão ganhando sutileza e profundidade,e a figura de Lucien de Rubempré,o talento provinciano e romântico que tenta se afirmar em Paris,ao mesmo tempo nos expõe suas fraquezas e mediocridades e nos causa empatia irreversível. 

12 - O Vermelho e o Negro,de Stendhal

Ao lado de Ilusões Perdidas ,é o grande romance do século 19. Mas não se assuste com isso ou com o rótulo de "clássico"e suas mais de 500 páginas.Deixe o ritmo de Stendhal (1783-1842)conduzi-lo,e a recompensa virá no conhecimento de Julien Sorel,o pobre ambicioso que quer ascender socialmente numa Paris em convulsão,mas nunca é inteiramente "aceito"porque,dono de um objetivo só,não pertence a grupos e desconhece seus códigos.Como em todo grande romance,não sabemos de que lado ficar. 

13 - Madame Bovary,de Gustave Flaubert

Depois de tantos romances sócio-psicológicos majestosos como os de Balzac e Stendhal,Flaubert (1821-80)veio criar uma nova forma de contar histórias.Em Madame Bovary ele se ateve ao enredo tradicional,uma historinha de adultério.Mas colocando a mulher como protagonista e pintando uma galeria de homens patéticos,cada um a seu estilo,Flaubert reverteu a retórica e forjou um estilo cuidadosamente despojado,que rejeita o "crescendo"e o detalhismo.Flaubert revolucionaria a prosa de ficção ao defender que cada história tem seu estilo e a jamais se repetir de um livro para outro. 

14 - Tom Jones,de Henry Fielding

Depois da sátira moral de Jonathan Swift em Gulliver ,o romance inglês nunca mais seria o mesmo.Agudo e irônico como Swift,Fielding (1707-54)veio lhe retirar o moralismo e dar um alcance social em Tom Jones ,uma trama realista que envolve pela sensual seqüência de peripécias - amores,duelos,banquetes - comentadas pelo narrador falívele corajoso.A riqueza de personagens,especialmente da virtuosa Sofia,o Graal que Tom persegue,é acentuada pelo encadeamento das ações,em vez de atenuada em estereótipos.Um grande feito literário. 

15 - Nicholas Nickleby,de Charles Dickens

Se Honoré de Balzac é o ápice da criação de personagens na Paris da primeira metade do século 19,Charles Dickens o é em Londres.Autor de numerosas histórias que passaram ao imaginário ocidental com uma força única,Dickens atingiu em Nicholas Nickleby (1839)uma energia que não se repetiria nas obras mais maduras e controladas,como David Copperfiel e Bleak House .Ninguém capturou o mundo social que envolve as crianças como Dickens,o impacto do abandono e dos maus-tratos e o sentimento de revolta que esse impacto vai deixar para sempre. 

16 - Emma,de Jane Austen

No romance inglês do século 19 algumas mulheres despontaram com uma capacidade impressionante de observação sintética:Charlotte Brontë (Jane Eyre ),George Eliot (Middlemarch )e Jane Austen (1775-1817).Das três,Austen é aquilo que se acostumou a chamar de mais "feminina": suas mulheres parecem frágeis ou impotentes em boa parte do tempo,
mas nos momentos cruciais revelam uma força de caráter e expressão que só se adivinhava em detalhes.Os costumes e suas motivações - sempre em torno de casamentos - são descritos com uma finura insubstituível. 

 

disponível em: 

http://www.shop-livros.com/livros-mais-lidos_3.asp

comentários[0]

15

jan
2013

Sugestões de leitura para o 3 EM

Dicas para 3 EM

 

Vidas Secas

Autor: Graciliano Ramos

Editora: Record

É certamente uma obra muito educativa e que provoca reflexões. O bonito é que Vidas Secas obriga o leitor a criar empatia com o retirante nordestino. E empatia é diferente de compaixão. O livro consagrou o escritor Graciliano Ramos como o maior prosador do regionalismo brasileiro da geração dos modernistas da década de 30.

 

Sagarana

Autor: João Guimarães Rosa

Editora: Nova Fronteira

Guimarães Rosa é um autor essencial e seus contos são uma maneira mais acessível de os alunos conhecerem sua narrativa regionalista e, ao mesmo tempo, universal. Entre outros contos, o livro traz o clássico "A hora e a vez de Augusto Matraga". Sagarana foi o primeiro livro lançado pelo escritor e é considerado por muitos um rascunho da obra-prima do autor: Grande Sertão: Veredas. O estilo inovador, cheio de metáforas, regionalismos e neologismos, já estava presente

 

São Bernardo

Autor: Graciliano Ramos

Editora: Record

É uma leitura básica, essencial para entender a formação da mentalidade do self-made man brasileiro. Simplesmente um livro lindo, considerado um dos melhores romances psicológicos do país. A história discute um modelo brasileiro de ascensão individual. Por meio de uma narrativa que se funde com o narrador, o autor se aprofunda no inconsciente de um homem obcecado pelo sentimento de posse.

 

Poemas de Manuel Bandeira - 50 poemas escolhidos pelo autor

Autor: Manuel Bandeira

Editora: Cosac & Naify

O Manuel Bandeira tem uma sofisticação e ao mesmo tempo uma simplicidade incríveis. Ele aproxima a música da fala de forma que um leitor desavisado não percebe que ali tem um poema. Ele afina os ouvidos para a poesia.

 

Laços de família

Autor: Clarice Lispector

Editora: Rocco

É um grande livro de contos, considerado pela crítica o ponto alto da carreira de Clarice como contista. Ele aborda muitas questões femininas, do universo da mulher, pelas quais nossas alunas têm uma demanda enorme. Em 13 histórias, que abordam conflitos familiares, amor, insegurança, ciúme, sonhos, a autora explora o momento de revelação de personagens oprimidos.

 

Contos de terror, de mistério e de morte

Autor: Edgar Allan Poe

Editora: Nova Fronteira

Allan Poe é um dos grandes mestres dos contos de mistério e de terror. Os alunos costumam gostar demais, sobretudo os meninos, que se lembram dos gêneros lidos na infância.

 

Antologia Poética

Autor: Carlos Drummond de Andrade

Editora: Record

Alguém duvida de que estamos falando de um dos maiores poetas brasileiros? Drummond pode ser lido para se pensar a poesia, a modernização brasileira, as questões históricas... É um poeta que convoca o leitor a pensar o mundo e a sociedade, ao mesmo tempo em que é um dos poetas mais críveis, que mostra como se pode ir longe com as palavras.

 

Metamorfose

Autor: Franz Kafka

Editora: Companhia das Letras

A história do caixeiro-viajante que se transforma em inseto durante a noite é um clássico do absurdo kafkiano. É uma leitura essencial, capaz de mostrar a importância do outro na construção da nossa identidade. Um livro que mexe com os nossos sentidos e que ao tratar do sentimento de inadequação, remete às transformações da adolescência, indo além das mudanças físicas.

 

Memórias póstumas de Brás Cubas

Autor: Machado de Assis

Editora: Martin Claret

o narrar a história do anti-herói Brás Cubas, Machado de Assis inaugura o realismo no Brasil. A originalidade do autor - responsável por algumas inovações na literatura nacional - já se escancara no início da obra. O protagonista começa a contar sua vida pelo final: a morte.

 

Crime e castigo

Autor: Fiodor Dostoievski

Editora: Ediouro

O mais célebre livro de Dostoievski expõe a decadência da sociedade russa por meio dos conflitos morais de um jovem estudante. A obra inaugura uma estrutura "democrática" de romance ao contar a história sem um narrador central, se utilizando de várias vozes.

 

Madame Bovary

Autor: Gustave Flaubert

Editora: Martin Claret

Nada na escrita de Flaubert era arbitrário ou improvisado. Seu rigor na pesquisa dos personagens e descrição de cenários renderam-lhe a fama de ser um dos pais do realismo francês. A polêmica história da mulher adúltera, escrita em um tempo no qual nem o divórcio era bem visto, levou o autor a ser processado por ofensa à moral pública e religiosa e aos bons costumes.

 

O velho e o mar

Autor: Ernest Hemingway

Editora: Bertrand Brasil

 

Último romance do escritor norte-americano Ernest Hemingway, cuja escrita é marcada pela brevidade e precisão. O livro, que narra a luta de um velho pescador em busca de um peixe gigante, foi premiado em 1952 com o Pulitzer e em 1954 com o Prêmio Nobel.

 

Mensagem

Autor: Fernando Pessoa

Editora: Companhia das Letras

Publicado em 1934, este é o único livro lançado em vida por Fernando Pessoa. A obra procura resgatar as virtudes históricas de Portugal, na tentativa de tirar a nação de seu estado de letargia. Fernando Pessoa é tido, ao lado de Camões, como o maior poeta de língua portuguesa, além de ser respeitado mundialmente.

 

Cem anos de solidão

Autor: Gabriel Garcia Marquez

Editora: Record

Inspirado pelas histórias contadas por seus avós em sua infância, Gabo escreveu a principal obra do "realismo mágico". Cem anos de Solidão, com sua mistura de fantasia e fatos históricos, foi um dos principais responsáveis pela popularização da literatura latino-americana nos anos 1970.

 

Orgulho e preconceito

Autor: Jane Austen

Editora: Best Seller

Por meio de um retrato minucioso de seus personagens, Jane Austen faz uma critica social sutil, porém profunda. A maior denúncia de Orgulho e Preconceito são os prejuízos causados às mulheres, inseridas em um mundo machista.

 

Admirável mundo novo

Autor: Aldous Huxley

Editora: Globo

A obra do inglês Aldous Huxley é um dos primeiros romances de ficção a explorar os perigos de regimes autoritários associados a  um sistema de produção automatizado e avanços tecnológicos. A distopia, criada apenas um ano após a bomba de Hiroshima, trata de temas ainda atuais.

 

Os miseráveis

Autor: Victor Hugo

Editora: Cosac Naify

Publicado em 1862, com mais de mil páginas, Os Miseráveis é um retrato complexo da miséria que assolava a França revolucionária. A história do larápio regenerado, Jean Valjean, conquistou o público francês e fez de Victor Hugo, assim como seu personagem, paixão nacional. O autor foi um dos poucos escritores franceses que conheceu a fama.

 

A cidade e as serras

Autor: Eça de Queiroz

Editora: Ática

Eça de Queiroz é um dos mais importantes escritores da língua portuguesa. Este romance foi desenvolvido à partir de um conto de Eça e lançado postumamente. A obra trata dos conflitos do homem urbano, preso às tecnologias e confortos dos grandes centros, mas que perdeu o contato com a simplicidade da vida no campo.

 

Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/livros/

 

comentários[0]

15

jan
2013

Sugestões para o 2 EM

Dicas para o 2 EM

 

Noite na Taverna

Autor: Álvares de Azevedo

Editora: Komedi

É uma obra de representação do romance gótico, que possibilita aos leitores entrarem em contato com um estilo próximo ao do romance byroniano. A questão do macabro na literatura é interessante porque desperta a atenção da garotada, mas agrada à todas as idades.

 

Cinco minutos e Viuvinha

Autor: José de Alencar

São histórias curtas e gostosas para pegar gosto pelo estilo do autor. Foram os dois primeiros romances de José de Alencar. As histórias do autor são cheias de finais felizes, que as moças da época adoravam.

 

Memórias de um sargento de milícias

Autor: Manuel Antônio de Almeida

Editora: Moderna

É uma obra diferenciada do romantismo, pois trabalha com uma classe social mais baixa. Fala de um Brasil diferente, com outros costumes, vestimentas e contexto histórico. Fundamental a todos os brasileiros.

 

Dom Casmurro

Autor: Machado de Assis

Editora: Saraiva

Uma obra para conhecer o texto de Machado de Assis e perceber a sua genialidade. Explora a questão do adultério, que incomoda, mas ao mesmo tempo faz pensar e discutir. Por apresentar apenas a versão do narrador, em primeira pessoa, ajuda a desenvolver o senso crítico. O romance contém todas as peculiaridades do texto de Machado: a ironia, a elegância, a forma como ele desmascara a burguesia, etc.

 

O Cortiço

Autor: Aluísio Azevedo

Editora: Navegar

É uma importante obra do naturalismo, que ajuda a entender a imigração ocorrida no Brasil no século 19 e discutir o determinismo. O Cortiço retrata as atitudes submissas do brasileiro perante o imigrante europeu.

 

Macunaíma

Autor: Mário de Andrade

Editora: Agir

Mário de Andrade foi um gênio brasileiro, o que é evidenciado nesta obra. Embora não seja de uma leitura fácil, é envolvente e divertido, sobretudo pela boa representação do típico malandro brasileiro.

 

Édipo Rei

Autor: Sófocles

Editora: L&PM

Para conhecer uma instigante tragédia grega e também um texto envolvente de investigação policial, em que o investigador é também o assassino. A história de Édipo é um marco do teatro da antiguidade e foi essencial para as teorias da psicanálise, desenvolvidas por Freud.

 

Comédias para se ler na escola

Autor: Luís Fernando Veríssimo

Editora: Objetiva

Para entrar em contato com textos de um dos melhores cronistas brasileiros. São textos gostosos de ler, todos com muita qualidade. Além disso, os temas têm a ver com o dia a dia do estudante e também servem pra matar as saudades de quem já deixou a escola.

 

Hamlet

Autor: William Shakespeare

Editora: Martin Claret

Cerca de 200 anos antes do surgimento da psicanálise, Shakespeare mergulhava na consciência humana para escrever sua mais famosa peça de teatro. Os dilemas do príncipe Hamlet são os primeiros sintomas da modernidade. A obra influenciou profundamente os românticos, como o alemão Goethe, e até mesmo o filósofo Nietzsche.

 

 

 

comentários[0]

calendário


Assinar RSS