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*educar para salvar *

19

mar
2015

Ideias para semana da Páscoa

NADA ERA DELE
Gióia Júnior

 

Disse o poeta um dia,

Fazendo referência ao mestre amado:

"o berço que ele usou na estrebaria

Por acaso era dele?"

-Era emprestado -

 

...E o manso jumentinho

Em que em Jerusalém chegou montado

E palmas recebeu pelo caminho,

Por acaso era dele?

-Era emprestado -

 

...E o pão, o suave pão

Que foi por seu amor multiplicado,

Alimentando toda a multidão,

Por acaso era dele?

-Era emprestado -

 

...E os peixes que comeu

Junto ao lago,

Ficando alimentado,

Esse prato era seu?

-Era emprestado -

 

...E o famoso barquinho?

Aquele barco em que ficou sentado

Mostrando a multidão qual caminho,

Por acaso era dele?

- Era emprestado -

 

...E o quarto em que ceou

Ao lado dos discípulos,

Ao lado de judas que o traiu, de Pedro que o negou,

Esse quarto era dele?

- Era emprestado -

...E o túmulo que depois do Calvário

Foi usado e de onde havia de ressuscitar,

Esse túmulo era dele?

- Era emprestado -

Em fim, nada era seu!!!

 

Mas a coroa que ele usou na cruz,

E a cruz que carregou e onde morreu

Essas eram de fato de Jesus!

Isso disse um poeta certo dia,

Numa hora de busca da verdade,

mas NÃO aceite essa filosofia

Que contraria a própria realidade...

O berço, o jumentinho, e o suave pão,

Os peixes, o barquinho, o quarto e a sepultura

Foram Dele a partir da criação,

"Ele os criou", assim diz a Bíblia

Mas a cruz que Ele usou,

A rude cruz, a cruz negra e mesquinha,

Onde os meus crimes todos expirou,

Essa cruz não era sua...

- Essa cruz era minha!-

 

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19

mar
2015

Projeto Semana da Páscoa

 

Projeto Semana da Páscoa

Título: A Paixão de Cristo é Você

Publico Alvo: Alunos  Pré-escolar ao 12º ano, Professores e funcionários.

Responsáveis pela Execução: Departamento de Capelania, Direção, Coordenação, supervisão e professores.

Áreas do Conhecimento: Ensino Religioso, Artes, Português, Ciências, História e Geografia.

Período: Semana que antecede a Páscoa

Justificativa: Em meio a tantas crenças, em meio a um secularismo generalizado em que se encontra a humanidade e da falta de respeito para com as coisas de Deus, e diante de uma semana tão especial que é a que se relembra a paixão de Cristo, sua vida, seus milagres, sofrimento, sua morte e ressurreição, se faz necessário realizarmos tal projeto com o intuito de refletirmos sobre a pessoa de Jesus Cristo e o valor de seu sacrifício.

Objetivos:

  • Descrever o nascimento de Jesus, morte e ressurreição de Jesus;
  • Conhecer a exatidão do cumprimento das profecias messiânicas;
  • Traçar um paralelo entre a comemoração da Páscoa atualmente e da Páscoa bíblica;
  • Conhecer o contexto histórico da vida de Jesus;
  • Indicar as cidades mais importantes da época de Jesus;
  • Descrever como eram as profissões da época de Jesus.

Conteúdos:

Ensino Religioso;

- Profecias Messiânicas;

- A crucificação de Cristo;

- O ritual da Ceia do Senhor;

- A Páscoa bíblica;

História:

- As profissões da época;

- Costumes: vestuários, comidas, etc;

Geografia:

- Área geográfica dos acontecimentos bíblicos sobre a vida de Jesus;

- Cidades mais importantes da época.

Ciências:

- A ovelha: a utilidade da lã para a época, tipo de reprodução, alimentação;

- Processo de fabricação do suco de uva;

- O trigo como fonte de sobrevivência.

Português:

- Produção de Texto;

- Produção de Poesias (A luz, a ovelha, a cruz de Cristo, o cacho de uva, etc.)

Artes:

- Confecção de lembrancinhas

 

Procedimento Metodológico:

- Filmes

- Aulas expositivas

- Dinâmicas

- Encenações;

- Atividades Interdisciplinares

- Elaboração de Mural

- Cartazes

- Realização de uma Capela

Recursos:

  • Físicos: Salas de Aulas, auditório e biblioteca;

    Materiais: TV, Vídeo, Vídeo-projetor, computador, quadro-negro e livro texto.

    Humanos: Professores.

  • Desenvolvimento das Atividades:

  • Durante uma semana serão desenvolvidas atividades interdisciplinares nas salas de aulas, no auditório da escola e nos cultos com os professores e com os alunos.

semana p?scoa

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27

fev
2015

A função do Capelão

A função de Capelão parece ser mesmo antiga como demonstra algumas enciclopédias e alguns autores. Segundo Montilla (2005) a capelania é uma profissão que data desde milênios e os registros mostram que os impérios tais como Babilônia, Pérsia, Grécia e Roma contavam com capelães que se encarregavam de atender as necessidades emocionais e espirituais dos imperadores, militares e demais membros da aristocracia.

            Na religião cristã desde do quinto século da Era Comum, acrescenta Montilla, se começa a notar que líderes religiosos foram separados para servirem quase exclusivamente aos imperadores e aos membros de seu governo. Também Abels (2005) assegura que o ministério da capelania é um chamado antigo e nobre dentro da igreja e tem sua origem na pessoa de San Martín de Tour no ano 316 d.c.

El joven pagano, a los 16 años se enlistó en el ejército romano donde se destacó como soldado y oficial. A los 21 años, él con la tropa que comandaba, fue enviado a la región de Francia. Una noche de mucho frío se encontró con un mendigo que rogaba sin éxito a todos que le ayudaran. Martín no traía nada que darle a este hombre, ya que, lo único que traía era su capa. De buen corazón, partió su capa en dos, y dio la mitad al mendigo. Esa misma noche soñó que el mendigo era en verdad Jesucristo, y esa visión fue el motivo por lo cual se convirtió al cristianismo y fue bautizado. Después, al compartir su testimonio a otros, muchas personas aceptaron el cristianismo. Del recuerdo de la capa compartida viene la palabra "capellán".  (Abels, 2005, p. 1)

            Montilla (2005) acrescenta dizendo que esta metade da capa foi guardada em um baú especial chamado capela, surgindo então o termo capela, que literalmente significa, o lugar onde se encontra a capa. A Pessoa encarregada de proteger a capa era Capellanus, que em português é Capelão. De onde surge também a idéia de que os capelães estão encarregados de repartir e oferecer o amor de Deus a todos aqueles que estão em necessidade.

            De acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (2001) a palavra Capelão vem do baixo Latim. Capellãnus; Padre incumbido do serviço religioso de uma capela. Padre que tem a seu encargo uma capela particular ou que exerce funções sacerdotais num hospital, numa prisão, num regimento.  

            A Enciclopédia Delta (1971) também descreve o significado da palavra Capelão como sendo um Sacerdote encarregado de dizer a missa em uma capela particular. Ferreira e Ziti (2002) falam que o costume vem dos tempos remotos, quando os senhores feudais tinham um pároco que rezavam missas em suas capelas particulares. Esse pároco era chamado "Capelão", porque era ele que tinha a seu cuidado a capela. Era uma espécie de sacerdote particular.

            White (1990) descreve a experiência de dois grandes reformadores que em determinado momento de suas vidas foram uma espécie de capelão particular. Diz ela que Wycliffe era capelão do rei da Inglaterra, e que Calvino tinha apenas doze anos de idade e foi designado para o cargo de capelão de pequena igreja, seguindo portanto o costume de que um capelão era uma espécie de sacerdote particular nos tempos antigos. É notável ainda o fato de que todos estes exemplos estão sempre relacionados com um Padre ou Sacerdote a desempenhar a função.  

            A própria Bíblia em determinados episódios aproxima-se muito da idéia de capelania. Ferreira e Ziti (2002) destacam algumas passagens que demonstra a idéia. O livro de Juízes relata a história de um homem chamado Mica, que no tempo em o povo de Israel era liderado pelos juízes, contratou um levita para que fosse seu sacerdote particular (Juízes 17).

            Ainda outra situação é a que a Bíblia descreve quando alguns profetas foram chamados para fazerem consultas a Deus a respeito das batalhas. Poderíamos dizer que este é um exemplo de Capelão Militar, eram líderes espirituais procurados para prestarem assistência espiritual à um exército (I Reis 22).

            A parábola do Bom Samaritano registrada em Lucas 10:25-36, pode muito bem servir de exemplo de capelania, dentro do contexto da história de San Martín de Tour. O Bom Samaritano foi um capelão que cuidou do moribundo à beira do caminho. Curou suas feridas e levou-o para uma hospedaria, assim como fez San Martín de Tour, cuidando do mendigo, dando uma parte de sua capa.

            Hoje em dia, como vemos na descrição de Abels (2005), o termo Capelão faz referência aqueles ministros que exercem seu ministério pastoral em instituições públicas e privadas representando ou não uma igreja em particular. A bendita presença dos capelães é notória tradicionalmente em asilos, prisões, hospitais, Instituições militares, escolas secundárias e universitárias, etc.

            A (Adventist Chaplaincy Ministries [ACM], s.f), diz que os capelães são extensões do ministério de Jesus Cristo e da igreja, zelando por vidas em diversas áreas: hospitais, exércitos, escolas, prisões, etc. Acrescenta ainda que poucas áreas de serviço se observa maiores desafios que a capelania. "Las funciones del capellán son varias dependiendo de las necesidades que las personas presentan y las instituciones en que trabaja. Pero siempre es un representante de Dios, un pastor espiritual, y un consejero."(Abels, 2005, p. 1)

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28

out
2013

"Tudo Para"

A cada sexta-feira, 11h:20min e 14h:20min, ao som da música "Falar com
Deus", todos os alunos e funcionários da escola param suas atividades e oram à
Deus.

Este programa tem despertado admiração de alunos, pais e funcionários
ao longo deste ano, e para surpresa de todos, numa destas sextas, apareceu na
recepção da escola uma vizinha a dona Eliete, agradecendo a iniciativa, e
dizendo que a cada momento ao toque da música ela sente uma paz tão grande,
desejando que a música não pare de tocar.

Quase que implorando à Valéria, que é a recepcionista, solicitou que o
projeto se expandisse, sendo tocada a música todos os dias e não só às sextas.

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18

out
2013

Contatos Físicos são importantes para desenvolver o amor?

 

 

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