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*educar para salvar *

24

jan
2017

Dez dias de Oração e Jejum

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9

nov
2016

Um olhar sobre a nação mais poderosa do Planeta

Não é sem razão que o mundo se volta seus olhares para os EUA, neste 09/11/2016. Com status de nação mais poderosa da terra os EUA protagoniza neste dia uma convulsão mundial, com a notícia de que Donald Trump, eleito para suceder a Barack Obama na presidência dos EUA.

O Google registrou um crescimento da expressão “fim do mundo”. O Governo e o Banco Central do Japão vão se reunir de emergência por causa da convulsão no mercado gerada pela possibilidade de Donald Trump ganhar as eleições nos EUA.

As bolsas e o preço do petróleo estão em queda nos mercados asiáticos perante a incerteza diante da iminente vitória de Trump.

Será que há algo a temer?

Até aqui, os que apresentavam as verdades da mensagem do terceiro anjo foram muitas vezes considerados como simples alarmistas. Suas predições de que a intolerância religiosa alcançaria predomínio nos Estados Unidos, de que a Igreja e o Estado se uniriam para perseguir os que guardam os mandamentos de Deus, foram declaradas sem fundamento e absurdas. Afirmou-se confiantemente que esse país jamais se poderia tornar outro que não o que tem sido: defensor da liberdade religiosa. Mas, ao ser a questão da obrigatoriedade da observância do domingo amplamente agitada, vê-se aproximar o fato há tanto tempo duvidado e descrido, e a terceira mensagem produzirá um efeito que antes não seria possível produzir.” (Ellen G. White, O Grande Conflito, pág. 606, 607).

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31

out
2016

Jesus Como Mestre: Um exemplo a ser seguido.

            Nos relatos sobre o ministério de Jesus, não nos é possível demarcar uma separação nítida entre pregação e ensino, tão entrelaçados que um não pode ser totalmente separado do outro.

            Vamos focalizar nosso olhar sobre o cotidiano de Jesus, seus gestos e sua prática pedagógica em seus contatos criadores da vida e da esperança. Jesus fez uma clara opção pela prática em relação ao discurso e à fala. Este dado tem enorme relevância para os obreiros cristãos que costumam eleger a fala como principal instrumento de ensino.

            Tomamos o Sermão da Montanha, onde Jesus inicia o ensino centrado no discurso ( Mateus 5, 6 e 7:1-23 ). O desfecho do sermão é onde Jesus privilegia a prática (Mateus 7:24-27 ). Ele não apenas recomenda a prática de seus ensinos como também põe em prática, à vista de todos, a sua graça e sua misericórdia. Vemos isto através das curas que realizou:

Mateus: 8:1-4 ........ .A cura de um leproso.

Mateus: 8:5-13 ........A cura do criado de um centurião.

Mateus: 8:14-15 .......A cura da sogra de Pedro, etc...

            Com a prática das curas Jesus devolve a dignidade aos pobres, aos marginalizados ( mulher adúltera, leprosos ) e outras categorias oprimidas pelo sistema social daquela época. Cada docente deve estar atento ao que passa ao seu redor desenvolvendo o exemplo do mestre.

            Todo o discurso de Jesus é, antes de tudo a explicitação de sua prática. Ele é coerente porque sua prática é o ponto de partida de seu discurso. Esta é uma das razões pelas quais Ele foi rejeitado. A liderança dominadora não conhecia a pedagogia da misericórdia, aquela que, diante dos abandonados e sofridos, começa com atos libertadores.

            A prática pedagógica de Jesus exige que a sociedade humana seja colocado ao avesso. Não basta que uma pedagogia se concentre na prática para que venha a merecer o qualificativo de cristã. Para ser cristã é fundamental que esta pedagogia esteja comprometida com os valores do céu.

            Será que os resultados que estamos produzindo no ensino  são frutos da verdadeira misericórdia cristã?

Marcos: 2:17........ Jesus destaca a importância do homem diante da criação.

Mateus: 18:10-14........ A parábola da ovelha perdida retrata, melhor que qualquer outro episódio, a dimensão absoluta da pessoa, singular para Jesus. É no contexto da família de Deus que uma pessoa pode ter seu valor maior. Tendo a pessoa como centro de sua preocupação, também vemos a valorização inquestionável da criança, grupo marginalizado e desvalorizado naquela época: Mateus 18:1-6; 19:13-15.

            Jesus era simples, humilde, não há em Sua instrução nada vago ou difícil de ser entendido. Ele falava e agia com clareza e ênfase, com força solene e convincente. Jesus não tinha um púlpito, ou uma escola. Ele ensinava, pregava e curava junto ao mar, nas sinagogas, no monte, nas casas, cidades e povoados, no campo, no caminho, no templo, etc.

            Seu ensino é ancorado em situações comuns do dia-a-dia das pessoas: o sal, a luz, o relacionamento senhor X servo, as aves do céu, os lírios do campo, o comer, o vestir, a porta estreita e a porta espaçosa, a seara, o trabalho, a semeadura, o pastoreio, a árvore e seus frutos, etc... Ele não escolheu sábios, nobres ou ricos para seus discípulos, mas convidou rudes pescadores, consertadores de redes, um coletor de impostos, etc.

            Precisamos considerar seriamente os ensinos de Jesus, porque cada educador tem uma vocação divina: lutar pela restauração da imagem de Deus no ser humano, anunciar a mensagem de salvação para o homem, que é a essencia da educação. Esta é a razão primária da existência da escola e por isto mesmo toda a sua atividade de ensino, tem que perseguir este objetivo com obstinação.

mestre

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24

out
2016

Relação de pais e filhos

 

Quem está atento ao que se passa no mundo apercebe-se sem dificuldades que as relações familiares, especialmente entre pais e filhos está longe de ser a ideal. Embora possamos dizer, com razão, que esses conflitos são quase tão antigos como a humanidade, é um fato que no nosso tempo essas relações se tem agravado.

 

Isso acontece com mais frequência, na adolescência quando começam a sentir a necessidade e a capacidade de serem autônomos. Os pais compreendem, por um lado, que os filhos ainda não estão preparados para serem autônomos e, por outro lado, sentem dificuldades em ter controles sobre eles, pelo sentimento inconsciente de perda de algo que lhes é precioso e dificultam a fase de transição da fase de adolescência para a fase adulta.

 

Um problema sério que se confrontam os lares de hoje é a ausência do pai. Em um número crescente de casos, o pai está fisicamente ausente. Mas em até maior número, a ausência é psicológica. Há pais que entram à noite para suas casas, mas eles chegam tão cansados que eles  não são capazes nem mesmo de manter uma relação agradável com a esposa e com as crianças. Outro problema que também está acontecendo, é que o marido está abandonando o papel  de líder espiritual da família. Conforme o texto de Efésios 5:23: “ Porque o marido é a cabeça da mulher, como, também, Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo.” A primeira responsabilidade nomeada por Deus ao homem é ser o chefe da família. Todo o marido Cristão tem que assumir o papel que  Deus lhe recomendou de ser o diretor de sua família. Deus deu ao marido a graça e a autoridade de dirigir seu lar. Os homens que rejeitam o princípio bíblico da autoridade da casa e  delegam esta responsabilidade à outras pessoas, cedo ou tarde eles terão que sofrer as consequências por não cumprir a grande responsabilidade de ser cabeça do lar.

 

Ainda mais que estamos vivendo em meio a uma crise de autoridade sem precedentes. Para muitos filhos, é uma grande realidade o dizer popular: “se há autoridade, sou contra”. Alguns pais, por serem filhos de pai tirano, julgam não mais ser necessárias a disciplina e a autoridade paternas. Abolindo toda e qualquer autoridade, permitem que os filhos façam o que quiserem, outros pais abrem caminho para a autoridade através da tirania. Tanto um comportamento como o outro, são extremamente prejudiciais ao relacionamento familiar.

 

A Palavra de Deus mostra-nos exatamente como agir: “Os pais não devem provocar os filhos à ira”; Efésios 6:4.  Podem fazer exigências, mas estas devem ser razoáveis, coerentes e sempre no melhor interesse dos filhos. Ainda mais, não devem ser contrários aos princípios bíblicos.

 

“Acima de tudo, devem os pais cercar os filhos de uma atmosfera de alegria, cortesia e amor. O lar em que habita o amor, e onde encontra expressão nos olhares, nas palavras e atos, é um lugar em que os anjos se deleitam em demorar-se. Pais, que a luz do amor, da jovialidade, e de um feliz contentamento entre em vosso próprio coração, e sua doce influência invada o lar. Manifestai espírito bondoso e paciente; animai vossos filhos, cultivando todas as graças que iluminarão a   vida doméstica. A atmosfera assim criada será para as crianças o que o ar e a luz do Sol são para o mundo vegetal, promovendo a saúde e o vigor do espírito e do corpo.” Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 115. 

 

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16

jun
2016

O Plano Educacional de Deus

A Perfeição
Salmos 144:12

“Para que nossos filhos sejam, como plantas, bem desenvolvidos na sua mocidade; para que as nossas filhas sejam como pedras de esquina lavradas, como colunas de um palácio.”

Deus aos estabelecer um plano educacional, o fez com objetivos bem claros e definidos. Ao estabelecer este plano a Adão e Eva ainda quando viviam na beleza do jardim do Éden, o fez para que perpetuasse por toda extensão da terra, e por extensão aos seus descendentes, ou seja, toda a raça humana. A citação a seguir é esclarecedora.

“O sistema educacional instituido no principio do mundo, seria um modelo para o homem em todos os tempos. Como um modelo de seus principios se estabeleceu uma escola modelo no Éden, o lar de nossos primeiros país. O Jardim do Éden era a sala de aula, a natureza o livro teste, o Criador mesmo era o profesor, e os país da familia humana os alunos.” (Ellen G. White, Educação, p.17).

Deus ao criar o ser humano o criou a sua imagem e semelhança (Gênesis 1: 27) com potencialidades de desenvolvimento. Perfeitos, mas não completos. Capacidade e vigor deveriam aumentar continuamente, através do estudo. Com um propósito bem definido Deus criou o ser humano, para comunhão com o Criador. Com o passar dos anos de sua existência descobriria novas fontes de felicidade e desenvolveria mais e mais seu caráter e então poderia cumprir o propósito de Deus que é refletir a glória do Criador.

A desordem

Infelizmente todo este privilégio que tinham nossos primeiros pais no jardim do Éden se perdeu pela desobediência. O ser humano ao desobedecer a Deus entrou num processo de degradação:

  • Mental
  • Física
  • Espiritual
  • moral

    ..., separando o homem de Deus. O pecado trouxe à natureza do homem uma inclinação natural para a prática do mal. Pela desobediência a semelhança divina obliterou-se.

O Plano Educacional Adaptado

É exatamente neste contexto que aparece o Plano Educativo de Deus. Só há uma esperança para a humanidade, o poder de Jesus restaurador. White diz: “A maior necessidade do homem é cooperar com este poder. Não deveria acaso ser está cooperação o propósito mais elevado de todo o esforço educativo?” (Educação, pág.29). O objetivo deste plano é restaurar a imagem do Criador na criatura. 

Uma vez que o pecado causou uma barreira entre Deus e o homem, o plano educativo de Deus tem como objetivo restaurar nele a imagem perdida, através da formação do caráter e como a fonte de todo a sabedoria e do conhecimento estão ocultas em Deus (Colossenses 2:3), a restauração da imagem de Deus no homem só é possível se este apoderar-se deste conhecimento, dependendo completamente de uma interação com Sua palavra revelada, e com o mundo criado. Educação verdadeira significa educação global, total e completa. Tem que estar composta de pelo menos estes próximos três elementos:

  • É equilibrada: é o desenvolvimento de todos os aspectos da vida do ser humano, físico, mental e espiritual. Não esta limitada ao desenvolvimento de uma parte somente do ser humano. Concepção de educação em harmonia com concepção bíblica do ser humano, como um ser indivisível.
  • Não esta limitada ao tempo: podemos aprender mesmo na velhice. White no seu livro Educação declara que a educação não é terminar um determinado curso, mas significa uma preparação para a vida atual, abarcando todo o ser e todo o período da existência acessível do homem. Prepara o estudante para esta vida e para a vida eterna. A educação está ligada com a vida e seu permanente desenvolvimento, não se completando nesta vida, mas continuará na vida eterna.
  • Prepara o educando ao serviço: a educação tem também como objetivo, levar o ser humano ao serviço, a ser útil aos outros, ter gosto pelo trabalho. Incluem todos os deveres e privilégios da vida.

    “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor”. (Mateus 25: 23).

     

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15

jun
2016

Sermão: Fonte e Objetivo da Verdadeira Educação

 I – Introdução:

Nosso conceito sobre educação é muito fechado, acanhado, porque achamos que educação é estudar por um período, um determinado curso, vejamos o que Diz Jó 12: 13 "Com os idosos está a sabedoria, e na longevidade o entendimento." A educação tem que ver com todo o período possível da vida de um ser humano.

Qual a fonte da verdadeira educação?

"Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus e Pai, e de Cristo, Em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência." Colossenses 2:2-3

Jesus é a fonte de todo o conhecimento

A base de toda a filosofia dos seres humanos trata da: origem, natureza e destino do homem.

- de onde viemos, quem somos e para onde vamos.

A filosofia da educação cristã também trata dos três temas. E esta filosofia é que nos dá base para construirmos a educação. Somos criaturas de Deus, feitos a sua imagem e semelhança e caminhamos para a eternidade.

II – Ideia Central: Educar é Salvar

A – A escola do Éden

1. Modelo para outras escolas

No Éden havia uma escola, seu método deveria ser o modelo para todas as outras escolas.

2. A organização da Escola.

- A sala de aula: o Jardim do Éden

- O Livro Texto: A Natureza

- O professor: Deus

- Os alunos: Adão e Eva

Esta escola tinha uma grade curricular para se orientar. Estudavam:

- Teologia: A glória de Deus nos Céus

- Astronomia: Os incontáveis mundos existentes

- Física: O mistério da luz, do som, da noite e do dia

- Química e Matemática: As leis e operações da Natureza

- Direito (Canônico): Os grandes e exatos princípios que governam o Universo espiritual e moral.

O objetivo de Deus segundo, era que de acordo com que o Éden se saturasse com a procriação, criar outros Édens. Com o tempo toda a Terra seria ocupada com lares escolas.

Gênesis 1: 27 – "E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou."

Adão e Eva eram santos e perfeitos, porém tinham capacidade de desenvolvimento, crescimento de caráter. O plano de Deus era que eles conhecessem o pecado só por teoria e não na pratica.

3. A desobediência aos ensinamentos da Escola do Éden

"E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás." Gênesis 2: 16-17

Você conhece a história e Eva preferiu desobedecer, comeu do fruto e ficou extasiada. Não caiu sozinha, levou Adão com ela.

Passaram a partir daquele momento a serem agentes do mal, conhecedores do mal na prática. Antes só conheciam por teoria.

- O Resultado:

# Mente confusa e suas faculdades mentais e espirituais entorpecidas.

# Foram expulsos do Éden (Gênesis 3: 24: "E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida.")

Mas antes de ouvirem dos espinhos e cardos, dos trabalhos e tristezas, do pó que deveriam voltar, ouviram da certeza de que o descendente da mulher (Jesus) esmagaria a cabeça da serpente.

O que havia se perdido em Adão, para Satanás, seria recuperado de Satanás, por meio de Cristo.

Após a entrada do pecado Deus adaptou seu plano educativo às condições do homem, mas o princípio era o mesmo.

B – A escola adaptada

1. Exemplo de Abraão:

Gênesis 12: 7

"E apareceu o Senhor a Abrão, e disse: À tua descendência darei esta terra. E edificou ali um altar ao Senhor, que lhe aparecera."

Gênesis 26: 25

"Então edificou ali um altar, e invocou o nome do Senhor, e armou ali a sua tenda; e os servos de Isaque cavaram ali um poço."

Abraão foi o modelo de escola no lar, onde passava erigia um altar, na sua casa havia mais de mil pessoas, entre familiares e servos. Era uma multidão aprendendo de Deus e seus ensinamentos.

O tempo foi passando e o pecado aumentando. A desobediência levou o povo de Deus à escravidão no Egito.

2. A Escola do Deserto

a) Preparo especial para os pais:

As más influências modificou a vida educacional deles. Assim, os pais já não tinham condições de ensinarem seus filhos. Eram ignorantes, indisciplinados, tinham pouco conhecimento de Deus por causa da escravidão. Diante disto Deus fez um plano de Educação emergencial, a Escola do Deserto.

O objetivo de Deus era preparar aquela geração, especialmente os pais, para que pudessem ser bons professores, levando-os para o deserto Deus lhes ensinaria grandes lições. Seria um período de preparo especial para a Herança de Canaã.

b) As lições a serem aprendidas:

1) A coluna de nuvem: Ensinava que Deus era com eles, que eles dependiam de Deus.

2) O Maná: Todo o dia tinham que colher uma porção. Bem cedo tinham que ir colher (é bem cedinho que temos que buscar a Deus). Ensinava que tinham que ser temperantes no apetite.

A organização do povo, a estrutura política, o sistema de governo Teocrático, as leis de saúde, de higiene, etc... tudo fazia parte do plano Educacional Emergencial de Deus.

C – A missão de Jesus (missão das nossas escolas)

1. A separação que o pecado causou:

O pecado fez separação entre Deus e o homem, e seria eterna de Deus na sua infinita bondade e amor não tivesse elaborado o plano da redenção.

A missão da educação adventista é reverter o efeito do pecado, é levar o homem de volta a se encontrar com Deus, salvar o ser humano do pecado.

Desfazer a obra do mal, abrir ao homem perdido, as belezas do Universo. Restaurar no homem a imagem e semelhança com Deus, este é a missão de Jesus e das escolas adventistas.

2. Obra de Redenção (Salvação) e a Educação Cristã são uma só:

Deus ao instituir nossas escolas o fez com um plano bem definido, salvar o ser humano do pecado. Educar é redimir, salvar.

A escola neste contexto se torna uma agência salvadora de almas.

Não existe educação neutra, não existe vida sem influência de educação, não existe ninguém que não sofra processo educativo. O que existe é boa e má educação. O que há é verdadeira e falsa educação. Só nos resta educar corretamente em Cristo.

III – Conclusão

Resumo

A – A escola do Éden

1. Modelo para outras escolas

2. Era uma Escola organizada com uma grade curricular

3. A desobediência aos ensinamentos da Escola do Éden

B – A escola adaptada

1. Exemplo de Abraão

2. A Escola do Deserto

C – A missão de Jesus (missão das nossas escolas)

1. A separação que o pecado causou

2. Obra de Redenção (Salvação) e a Educação Cristã são uma só:

Apelo:

Cada lar deve seguir o exemplo da Escola do Éden. Educar nossos filhos no caminho do Senhor, "Para que nossos filhos sejam como plantas crescidas na sua mocidade; para que as nossas filhas sejam como pedras de esquina lavradas à moda de palácio;" (Salmos 144:12)

É exatamente neste contexto que aparece a grande importância do Plano Educativo de Deus. Só há uma esperança para a humanidade, o poder de Jesus restaurador. White (1964) diz: "A maior necessidade do homem é cooperar com este poder. Não deveria ser por acaso esta cooperação o propósito mais elevado de todo esforço educativo?". (p.29).

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8

jun
2016

A Bíblia é por excelência uma fonte literária

Poesia - caracteriza-se pelo paralelismo, não pela metrica, ritmo ou rima. Ex. Prov. 28: 26 - “O que confia no seu próprio coração é insensato, mas o que anda em sabedoria será salvo”. (Contraste)

Biografia - A história dos grande homens e mulheres da Bíblia. (Daniel, José, Rute, Jesus, etc)

AS FIGURAS DE RETÓRICA 

Metáfora - comparação, onde o sentido não é literal mas figurativo.

“Eu sou a videira verdadeira e meu Pai é o agricultor” (João 15.1)

“Eu sou a porta “Eu sou o caminho”; “Eu sou o pão vivo”; “Vós sois a luz, o sal”; “a candeia do corpo são os olhos”;

Prosopopeia - E a personificação de coisas inanimadas, atribuindo-se lhes os efeitos e ações das pessoas. Isaias 55:12, “Os montes e os outeiros romperão em cânticos diante de vós, e todas as árvores do campo baterão palmas”. 

Ironia - Expressão que significa o contrário do que se está pensando ou sentindo; é usada para diminuir e depreciar, mas também para louvar e engrandecer. o profeta Elias, no Carmelo, fala aos sacerdotes do falso deus Baal: “Gritai em altas vozes, pois ele é um deus; ou está em viagem, ou porventura está dormindo, e necessita que o acordem”.

Hipérbole - Figura que engrandece ou diminui exageradamente a verdade das coisas, para apresentá-las vivas à imaginação. Os Espias - “Vimos ali gigantes... e éramos aos nossos olhos como gafanhotos... as cidades são grandes e muradas até o céu” (Nm 13.37; Dt 1.28).

Fábula - Narrativa em que seres irracionais e objetos inanimados são apresentados falando, com paixão e sentimento humano para ensinar lições morais.

2 Reis 14.9 - “O cardo que estava no Líbano, mandou dizer ao cedro que estava no Líbano: dá tua filha por mulher a meu filho; mas passou uma fera que estava no Líbano e pisou aos pés o cardo”. 

As narrativas

Epopéia -  Os feitos de um herói nacional. Por exemplo, Abraão, Gedeão, e Davi.

Épico - aparecem as narrativas de pessoas com façanhas militares. Lembramos a vida dos israelitas no deserto e a conquista de Canaã.

Tragédia - é a história da decadência de um indivíduo, da fama e honradez ao desastre e a miséria (Sansão, Saul e Salomão).

Romance  - Aparece este gênero nos livros de Rute e de Cânticos dos Cânticos.

 “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração” (Hb 4.12).  

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30

mai
2016

Palestra capela dia dos namorados

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29

mai
2016

Como conviver com os outros

Vivendo com Outros

Todas as relações sociais exigem o exercício do domínio próprio, indulgência e simpatia. Diferimos tanto uns dos outros em disposições, hábitos e educação, que variam entre si nossas maneiras de ver as coisas. Julgamos diferente. Nossa compreensão da verdade, nossas ideias em relação à conduta de vida, não são idênticas sob todos os pontos de vista. Não há duas pessoas cuja experiência seja igual em cada particular. As provas de uma não são as provas de outro. Os deveres que uma se apresentam como leves, são para outra mais difíceis e inquietantes.

Tão fraca, ignorante e sujeita ao erro é a natureza humana, que todos devemos ser cautelosos na maneira de julgar o próximo. Pouco sabemos da influência de nossos atos sobre a experiência dos outros. O que fazemos ou dizemos pode parecer-nos de pouca importância, quando, se nossos olhos se abrissem, veríamos que daí resultam as mais importantes consequências para o bem ou para o mal.

Muitas pessoas têm desempenhado tão poucas responsabilidades, seu coração tem experimentado tão pouco as angústias reais, sentido tão pouca perplexidade e preocupação em auxiliar o próximo, que não podem compreender o trabalho de quem tem verdadeiras responsabilidades. São tão incapazes de apreciar seus trabalhos, como a criança de compreender os cuidados e fadigas do preocupado pai. A criança admira-se dos temores e perplexidades do pai; parecem-lhe inúteis. Mas quando os anos de experiência forem acrescentados à sua vida, quando tiver de carregar as próprias responsabilidades, olhará de novo para a vida do pai, e compreenderá então o que outrora lhe era incompreensível. A amarga experiência deu-lhe o conhecimento.

A obra de muitas pessoas que têm responsabilidades não é compreendida, não são apreciados seus trabalhos, enquanto a morte os não abate. Quando outros retomam as funções que eles exerciam, e enfrentam as dificuldades que eles encontram. Compreendem quanto a sua fé e coragem foram provadas. Muitas vezes perdem de vista, então, os erros que estavam tão prontos a censurar. A experiência ensina-lhes a simpatia. É Deus quem permite que os homens sejam colocados em posições de responsabilidade. Quando erram, tem poder para os corrigir, ou para os retirar do cargo que exercem. Devemos acautelar-nos de não tomar em nossas mãos o direito de julgar, que pertence a Deus.

Ordena-nos o Salvador: “Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.” (Mateus 7:1 e 2)

Ellen G. White.

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29

set
2015

A Atuação como Professor de Bíblia

 Na maioria das escolas o Capelão é também o professor de Bíblia, o que torna ainda mais nobre sua tarefa, pois só o fato de ser professor de Bíblia já é uma obra de valor preciosíssimo, devendo ser o orientador na descoberta das verdades bíblicas.

            O professor tem algumas funções, e aqui destaco algumas:

Função Técnica: o devido preparo em conhecimentos para o exercício do magistério, devendo sempre atualizar-se;

Função Didática: é o preparo que capacitará uma melhor orientação da aprendizagem do aluno utilizando métodos e técnicas ativas;

Função Orientadora: é um auxiliador na busca a encontrar saídas para as dificuldades de cada aluno, dentro da problemática de vida, para que possam realizar-se o mais plenamente possível.

Função Facilitadora: o professor deve criar condições que levem os alunos a tomar iniciativas por eles mesmos, isto é, que eles mesmos coordenem e executem os seus próprios passos no caminho da aprendizagem.

            Mais do que ter que possuir qualidades, técnicas e habilidades, existe ainda o fator de responsabilidade que pesa sobre tal tarefa a desempenhar. Ser professor de Bíblia é mais que ensinar uma matéria, é mais que dar estudos bíblicos ou ensinar histórias bíblicas, é uma tarefa que só na eternidade se conhecerá seus resultados de tão extenso e vasto que serão os seus resultados.

            Segundo Ellen White os que tiverem mais vocação para o ministério são esses que deveriam ser empregados para serem professores de Bíblia. Devem ser acurados estudantes da Bíblia, homens que sejam verdadeiros cristãos, e ainda mais, que seus ordenados sejam pagos do dízimo.

Além disso, existem ainda quatro aspectos fundamentais para o bom desempenho do professor de Bíblia.

O Horário: deve-se colocar as aulas de Bíblia nos primeiros horários (antes do recreio); O livro texto: deve adaptar a realidade de cada turma, integrar conteúdos que possam possibilitar os alunos a tomarem parte no processo ensino aprendizagem; A escola: dar o devido valor e destaque que a disciplina requer, sem interferência em suas aulas; O professor: escolher elemento habilitado (pedagogicamente e teologicamente), e que tenha claramente habilidade e/ou gosto para lidar com adolescentes.

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