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*Geografia - Deisi *

30

set
2011

Mais estados brasileiros?

Divisão do Pará vai criar um estado violento e outro pobre

A divisão do Pará em três será objeto de inédito plebiscito organizado pela Justiça Eleitoral. Mas a quem interessa? No balanço entre vencedores e perdedores, todos ficam com menos e quem paga a conta é o governo federal - ou seja, o contribuinte. Se forem criados, Carajás e Tapajós vão custar aos cofres públicos pelo menos 9 bilhões de reais só para manter a administração dos estados.

Marabá, a virtual capital de Carajás, está no topo da lista dos homicídios. Pelos dados mais recentes do Ministério da Justiça, é, proporcionalmente, a quarta cidade mais violenta do país. Foram 250 assassinatos em 2008 - 125 mortes para cada 100.000 habitantes. Tapajós, ainda que mais tranquilo, seria o segundo estado mais pobre do Brasil, com um Produto Interno Bruto (PIB) de 6,4 bilhões de reais - atrás apenas de Roraima.  Os separatistas dizem que os brasileiros que vivem ao sul não compreendem a realidade da região e que ali estão duas terras prometidas. Para comprovar a tese, usam como argumento a criação de Tocantins. Esquecem que se trata do quarto estado mais pobre do país.

ENCARGOS
                Marcado para dezembro, este será o primeiro plebiscito para definir uma separação estadual. As regras podem ainda não estar claras, mas é certo que novos cargos e encargos vão surgir. E junto, toda uma revigorada classe política, que inclui mais seis vagas para o Senado, dezesseis para a Câmara e 48 para as assembleias estaduais.

A presença das jazidas da Vale é uma poderosa justificativa para o desejo de autonomia carajaense. Os recursos dos impostos não seriam diluídos com outras áreas mais populosas próximas de Belém, onde vive mais da metade da população do estado. Porém, trata-se de um modelo concentrador por natureza, já que a mineração exige capital intensivo. Ou seja, lucra muito, mas exige pesados investimentos.

O PIB per capita de 12.500 reais de Carajás não se reflete na população. Em Marabá, 42% dos moradores vivem abaixo da linha de pobreza e o estado teria uma economia equiparável com Alagoas e Sergipe, respectivamente em 20º e 21º lugar no Brasil.

Em ambas as regiões, mesmo com a criação de novos empregos, a falta de mão- de- obra especializada obrigaria o deslocamento de 300 000 pessoas, para atuar no nascente funcionalismo público, estima o professor da Universidade Federal do Pará (UF-PA), Roberto Corrêa.

Carajás seria pobre, mas não deficitário. Já Tapajós, estado que muito bem poderia se chamar Belo Monte, em homenagem à hidrelétrica, a dependência do dinheiro federal seria uma questão de sobrevivência. O custeio da máquina pública ali sugaria mais da metade da economia.

Isolada geograficamente, a principal cidade é Santarém, a 800 quilômetros de Belém. Ali, a aposta econômica é na exportação de grãos pelo porto de grande calado da Cargil, que escoa a produção do Centro-Oeste. Aberta pelo militares, a pavimentação da estrada só deve terminar em 2013. "Sempre fomos isolados. Agora temos meios de viver por nós", diz o deputado Lira Maia (DEM), que lidera o movimento pela independência. Quem está em uma situação delicada é o governador Simão Jatene (PSDB). Ele optou pelo papel de mediador pensando no futuro. Se o plebiscito englobar o Pará inteiro e a tripartição sair derrotada, Jatene perderia capital político nas regiões separatistas caso se declare contra.

Se a separação vencer, teria mais dois estados para disputar eleições e passaria para seu sucessor um Pará menor, mais fácil de administrar e abastecido pelo retorno de impostos de exportações. Não há garantia de nada. Uma redução no valor das commodities de exportação, em especial ferro e bauxita, jogaria tudo por terra. Ainda restariam as motosserras.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/divisao-para-cria-estado-violento-pobre-637661.shtml

 

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29

set
2011

A importância da Geografia

A Revista Veja on-line editou uma reportagem informando onze temas atuais que podem aparecer no Enem. Dos temas citados sete são discutidos na disciplina de Geografia, entre eles podemos destacar: a tragédia no Japão, censo demográfico, a divisão do estado do Pará. Fiquem alerta nas aulas e bom estudo!

Leia a reportagem completa no link  http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/onze-temas-atuais-que-podem-aparecer-no-enem-2011

 

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28

set
2011

América Central - Cuba

Cubanos poderão ter um carro novo pela 1ª vez em 50 anos

O governo de Cuba autorizou a compra e venda de carros, proibidas durante meio século, uma das medidas mais esperadas do pacote de reformas do presidente Raúl Castro, segundo um decreto publicado nesta quarta-feira. A edição digital da Gazeta Oficial (www.gacetaoficial.cu) estabelece uma série de regulações para colocar em andamento "a transmissão da propriedade de veículos através da compra e venda ou doação" entre cubanos, que vivem na ilha, e estrangeiros residentes permanentes ou temporários.

Até agora, os cubanos só podiam comprar e vender os modelos de antes da vitória da revolução de 1959, quase todos de fabricação americana, conhecidos popularmente como "almendrones" (variação da palavra amêndoas). Milhares de profissionais, que puderam comprar carros soviéticos concedidos por seu trabalho antes de 1990, poderão vendê-los a qualquer cubano ou estrangeiro residente, que poderá ter mais de um carro. Também estarão incluídos carros modernos, que, durante os últimos anos, puderam ser importados ou comprados de segunda mão por artistas e esportistas, assim como por médicos que cumprem missões oficiais em outros países, como a Venezuela.

A medida entrará em vigor a partir desta quarta-feira e está incluída em mais de 300 medidas do plano de reformas impulsionado por Raúl Castro, aprovado em abril pelo VI Congresso do Partido Comunista (PCC).

Leia mais informações sobre o pacote de reformas do presidente Raúl Castro no link http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/cubanos-poderao-comprar-carro-pela-1a-vez-em-50-anos

 

 

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12

set
2011

Recado para os pais

É bom saber...

Estudo diz que Bob Esponja afeta atenção e aprendizado de crianças

Pesquisa foi feita com 60 crianças com 4 anos de idade. Trabalho foi publicado na revista médica 'Pediatrics'.

O personagem de desenho animado Bob Esponja pode prejudicar a atenção e a capacidade para aprendizado em crianças de 4 anos, segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira (12) na revista médica "Pediatrics".

Segundo a cientista Angeline Lillard, autora principal do trabalho, somente 9 minutos de exposição ao desenho são suficientes para afetar os garotos. A velocidade do desenho é apontada como o fator que desconcentra os jovens telespectadores.

O trabalho foi realizado com 60 crianças, que foram divididas em grupos para assistir ao desenho da esponja falante ou a episódios de "Caillou", uma atração na qual a ação é mais devagar. Uma terceira opção disponível era pintar.

Nove minutos depois, as crianças passaram por testes para medir as funções mentais. Ao término da avaliação, os cientistas descobriram que o pior desempenho veio dos garotos espectadores de Bob Esponja.

Outro teste, que mediu a impulsividade das crianças, mostrou que o desenho deixa as crianças ansiosas, já que elas demoraram apenas 2 minutos e meio para atacar os lanches oferecidos como brindes. Os outros dois grupos de garotos levaram, no mínimo, 4 minutos para abrir os pacotes de comida.

A média dos episódios de desenhos infantis é de 22 minutos. Para Dimitri Christakis, especialista em desenvolvimento infantil do Hospital de Crianças de Seattle, nos Estados Unidos, assistir a episódios inteiros pode ser ainda mais nocivo à saúde dos jovens de 4 anos, mas lembra que são necessários outros estudos para provar esse efeito. Ele escreveu um editorial na revista para alertar aos leitores como a exposição midiática também é uma questão de saúde pública.

Pesquisas anteriores já mostravam como a exposição demorada à TV está ligada ao déficit de atenção em crianças. Agora, os pesquisadores defendem que mesmo uma curta exposição à rapidez das imagens de desenhos como Bob Esponja podem afetar os jovens, o que deve servir de alerta aos pais, segundo Lillard.

O porta-voz da rede de televisão Nickelodeon, responsável por transmitir o desenho, afirmou que a faixa etária da atração está entre 6 e 11 anos. Para a autora do estudo, o caso do Bob Esponja não é único, já que o problema está na velocidade das imagens, que pode atrapalhar os jovens em atividades que necessitem de atenção como o estudo.

Lillard afirma que as crianças não foram diagnosticadas com problemas de atenção anteriores e tiravam as mesmas notas em avaliações oferecidas pelos pais.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/09/estudo-diz-que-bob-esponja-afeta-atencao-e-aprendizado-de-criancas.html

 

 

 

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11

set
2011

Monções

Olá formandos, no vídeo abaixo vocês encontram um pequeno documentário sobre as monções asiáticas. É um vídeo de fácil compreensão. Bom estudo!

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