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6

fev
2013

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4

fev
2013

Raspberry Pi

o computador que custa 25 dólares

 

A Campus Party traz para o Brasil Pete Lomas, um dos criadores do aparelho que promete ensinar programação para jovens

por Redação Galileu

 Editora Globo

 O Raspberry Pi, lançado no final de 2011, tem muitos títulos impressionantes. É considerado o 'menor computador pessoal do mundo', com o tamanho de um cartão de crédito e também o mais barato: custa 25 dólares. Para o seu tamanho e seu preço, tem uma capacidade impressionante - roda vídeos em HD, editores de texto e jogos. No final de 2012, seus usuários até ganharam uma loja de aplicativos na qual é possível baixar apps e colocar programas desenvolvidos por eles à disposição.

O objetivo do aparelho é ensinar, de forma barata e prática, programação para crianças.

E, nesta sexta-feira, dia 1 de fevereiro, durante a Campus Party, o criador do hardware do Raspberry Pi e co-fundador da Raspberry Pi Foundation, Pete Lomas, contou como foi o processo de desenvolvimento desse aparelho.

De acordo com ele, tudo começou quando a equipe de engenheiros e professores por trás do Raspberry Pi perceberam que os jovens não hackeavam mais seus aparelhos - em outras palavras, não desmontavam e remontavam hardware e nem melhoravam seu software. "O que faz sentido, ninguém tem coragem de remexer em um MacBook Pro, são aparelhos muito caros. Mas e se entregássemos a eles um computador barato, que tivesse componentes aparentes, algo com cara de desmontável - o que eles fariam?", explica Lomas.

A configuração do RaspberryPi também é um destaque - é simples fazer um reset e deixá-la na sua forma original, fazendo com que seja praticamente impossível perder completamente o seu computador, por mais alterações de software que o usuário faça. E conectá-lo com outros aparelhos também é simples. Aliás, alguns dos principais projetos educativos com o computador envolvem unidades plugadas em robôs, em telas e até em peças de Lego.

 Editora Globo

O Raspberry Pi - para usá-lo, você pode conectá-lo a um teclado, a uma TV e até a outros tipos de aparelho - como robôs

"Com essas características, o Pi se tornou uma verdadeira mania entre as pessoas da área, não só entre estudantes. Temos uma revista que mostra o que pessoas comuns estão desenvolvendo com ele, a MagPi, e vários livros que ensinam professores a usar o equipamento em sala de aula", conta Lomas, ao mostrar que, até hoje, já foram vendidas 750 mil unidades. Destas, 15 mil foram compradas pelo Google e destinadas a escolas públicas no Reino Unido.

"Vemos uma grande diferença no ensino quando as crianças interagem com o Pi. O professor e o adulto que a acompanham não passam conhecimento para elas de forma unilateral, despejando informações nelas, mas elas passam a fazer perguntas sobre o funcionamento das coisas, se tornam mais curiosas", explica o engenheiro que acredita que, para que o objetivo do Raspberry Pi seja cumprido, ele só precisa se tornar (ainda) mais popular. Durante sua palestra, Lomas chamou a atenção de investidores do Brasil, alertando sobre a possibilidade de fazer projetos como o realizado pelo Google.

Diante de tanto sucesso, será que um Raspberry 2 estaria a caminho? "Não temos previsão. Mas, com certeza, ele continuará seguindo os mesmos princípios de liberdade criativa. Quem tem o original poderia usar os programas do 2, do 3. E que tal a própria comunidade apaixonada por esse computador ajudar no seu desenvolvimento?", conclui Lomas.

fonte: Revista Galileu

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